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Caiu na Rede: 6 Crimes Do Bolsonaro que estão no inquérito do STF



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'Todos os corruptos blindarão Bolsonaro agora', diz Janaina Paschoal



As dissertações acerca do óbvio parecem alcançar até mesmo representantes da elite bolsonarista do passado. A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP), disse essa semana em entrevista que a crise que resultou no pedido de demissão do ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro abre espaço para o avanço da corrupção no governo de Jair Bolsonaro.

Segundo a deputada, as manobras para derrubar Sérgio Moro e o ex-diretor-Geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, são incontestes. "Ficou evidente que Bolsonaro tem muito a esconder", analisou a deputada, completando: "O fato é que todos os políticos corruptos blindarão o presidente agora";

Janaína vai além e sugere que Bolsonaro já tinha a intenção de enfraquecer a Lava Jato lá atrás, quando convidou Moro para seu governo. Segundo a deputada, o convite de Bolsonaro para que Moro assumisse o ministério já poderia ter segundas intenções.

'Caso pensado' para 'enfraquecer a Lava Jato'

"Veja, ele fez um convite, prometendo carta branca, a um juiz que vinha encarcerando os maiores corruptos da nação", afirmou.

"Ao convidá-lo, ele retirou o principal pilar da Lava Jato. Ocorre que ele nunca deu poder a Moro."

Janaina Paschoal conclui: "Não dá para descartar ter sido de caso pensado", conclui da deputada.
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Eleitor de Bolsonaro associado à cumplicidade com milicianos, desmandos, burrice e incompetência.



O aumento da percepção negativa do presidente Jair Bolsonaro nestes tempos de pandemia e interferência na Polícia Federal parece um fenômeno irreversível. Na esteira destes eventos, o militante de Bolsonaro também começa a colher as sementes do que plantou.

A maioria que se comportou de forma doentia para defender o 'mito' é vista hoje como uma parcela infantiloide, retrógrada e burra da sociedade. Bolsonaro, além de incompetente e com a imagem severamente associada à milícias, rachadinhas e falta de sensibilidade com milhares de mortes por covid-19 está 'emprestando' sua reputação duvidosa aos seus eleitores.

Vistos hoje como idiotas por continuarem defendendo um presidente medíocre que traiu todas as promessas, os eleitores bolsonaristas tentam desesperadamente se amparar uns nos outros por meio de um comportamento sórdido em campanhas de destruição de reputações. Agem como se estivessem precisando provar que todo político é tão ou mais ridículo que seu político de estimação.

Muitos não se dão conta do quanto estão se tornando inconvenientes entre pessoas civilizadas e continuam atuando como idiotas comandados por psicopatas invisíveis. A maioria ainda recomenda cloroquina, ataca Sérgio Moro por ter agido de forma correta em denunciar a insistência de Bolsonaro em aparelhar a Polícia Federal e afirma que a pandemia é uma manobra política para derrubar o mito.

Obviamente, a militância de fanáticos por Bolsonaro é composta por velhas pensionistas dos tempos da ditadura e pessoas com a mesma capacidade intelectual. É preciso que as pessoas cultivem a tolerância para lidar com essa gente. Não há qualquer perspectiva de venham a abandonar a hipocrisia com que sustentam tanto fanatismo.

Bolsonaro promoveu o maior retrocesso no combate à corrupção na história do país. Praticamente inviabilizou o Coaf, órgão vital para a Lava Jato identificar lavadores de dinheiro, sancionou o projeto de abuso de autoridade, finge ignorar o compromisso de acabar com o foro privilegiado, é suspeito de acordões para blindar os filhos de investigações, tenta aparelhar a Polícia Federal, entre uma série de movimentos indecentes e óbvios que inibem o combate à corrupção.

Os instrumentos que permitiram a identificação de atos de corrupção em governos anteriores estão todos sendo desativados. Normalmente, a corrupção em um governo só é identificada ao fim do mandato do ocupante do cargo e a saída de seus comandados, como ocorreu nos governos do PT de Lula. No caso do governo Bolsonaro, ele parece estar agindo de forma preventiva, para que lá na frente, não se descubram possíveis esquemas de corrupção em sua gestão.

Apesar do quadro desconcertante, os fanáticos defensores de Bolsonaro parecem não se incomodar em passar vergonha perante a nação. São milhões de carluxos raivosos atuando nas redes sociais chamando toda e qualquer notícia de fake news e fechando os olhos para a realidade. Já há um consenso entre a maioria da sociedade de que bolsonarista é pior que petista. Em comum, as duas correntes de fanáticos odeiam que seus políticos de estimação sejam investigados e odeiam Sérgio Moro. 
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ACABOU. Moro anuncia saída do governo Bolsonaro



O ex-juiz da Operação Lava Jato, Sérgio Moro, acaba de anunciar a sua saída do governo do presidente Jair Bolsonaro. A decisão de deixar o comando do ministério da Justiça foi precipitada pela inciativa de Bolsonaro em exonerar o delegado Maurício Valeixo do cargo de diretor-geral Polícia Federal (PF).

Valeixo era o homem de confiança de Moro e atuou na Operação Lava Jato até 2018, quando foi convidado por Moro para assumir o comando da PF. A saída de Moro do governo Bolsonaro se dá num momento em que a PF atua em várias frentes de investigações que podem atingir os três filhos de Bolsonaro.

Moro confirmou seu desligamento do governo Bolsonaro durante pronunciamento no final da manhã desta sexta-feira, 24. Moro apareceu abatido no auditório do ministério da Justiça e lamentou sua saída em meio à pandemia do coronavírus. Fez um breve histórico de sua carreira na magistratura, sua dedicação ao combate à corrupção e seu papel  na Operação Lava Jato. Moro destacou a importância da autonomia da Polícia Federal no combate à corrupção no país, num recado direto ao presidente Jair Bolsonaro. "Sempre tive preocupação com a interferência do Executivo no trabalho da PF" revelou Moro.

Mais cedo, Moro havia confidenciado a assessores que Jair Bolsonaro lhe pediu para ter acesso a relatórios de inteligência da Polícia Federal e que colocaria uma pessoa de sua confiança para cuidar disso, o que teria considerado uma interferência intolerável.

Durante a coletiva, Moro lembrou ainda que Bolsonaro havia lhe prometido “carta branca” para montar sua equipe no Ministério da Justiça e Segurança Pública. Segundo Moro, Bolsonaro ainda havia se comprometido com o propósito de atuar fortemente no combate ao crime organizado, a insegurança pública e aprofundar o combate à corrupção.

Segundo Moro, Bolsonaro começou a assediá-lo em meados do ano passado no sentido de trocar elementos chave na Polícia Federal sem motivos justificáveis, numa referência à interferência do presidente no caso do superintendente da PF do Rio de Janeiro. Moro também mencionou indicações políticas na Polícia Rodoviária Federal e questionou a postura de membros do governo.

Em seguida, Moro falou sobre a insistência de Bolsonaro em substituir o diretor-geral da Polícia Federal e disse que conversou com o presidente explicando que precisava de um motivo para justificar a substituição de Valeixo. Mencionou ainda o congelamento do Coaf, que ficou vários meses sem acesso a dados relacionados a crimes de lavagem de dinheiro. Sobre a substituição de Valeixo, Moro afirmou se tratar de uma interferência política na Polícia Federal, o que considerou uma violação do acordo que mantinha com Bolsonaro.

Moro também afirmou que o governo Bolsonaro não tinha a intenção de trocar apenas o diretor-geral da PF, mas também vários superintendentes nos estados, sem uma justificativa plausível, o que fortaleceu sua convicção do desejo de interferência política de Bolsonaro na Instituição. Moro afirmou que confrontou Bolsonaro sobre estes fatos e disse que o presidente confirmou se tratar mesmo de uma interferência política.

Na sequência, Moro confirmou a intenção de Bolsonaro em colocar pessoas de sua confiança na PF para ter acesso a relatórios de inteligência e fornecer-lhe informações sobre investigações em andamento. Segundo Moro, Bolsonaro estaria disposto a violar valores inafiançáveis do Estado Democrático de Direito e levantou dúvidas se os indicados de Bolsonaro terão a mesma firmeza que ele neste sentido.

Moro afirmou que os atos de Bolsonaro indicaram que o presidente o queria mesmo fora do cargo de ministro da Justiça. O ex-juiz falou sobre sua obrigação de preservar sua biografia e seu respeito pelo Estado Democrático de Direito.

Moro alertou que a interferência política na Polícia Federal pode levar a situações com as quais não concorda.

Infelizmente não tenho como persistir com o compromisso que assumi, afirmou Moro ao confirmar seu pedido de demissão.



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Bolsonaro não tem palavra e Moro deve sair, diz Carlos Fernando, ex-procurador da Lava Jato



A crise envolvendo a permanência do ministro da Justiça, Sérgio Moro. no governo do presidente Jair Bolsonaro, tem mobilizado a imprensa neste final de semana. O ex-juiz da Lava Jato tem recebido manifestações de apoio de várias instituições, que recomendam seu desligamento imediato do governo, após Bolsonaro exonerar seu braço direito na diretoria da Polícia Federal, o delegado Maurício Valeixo.

Entre os aliados que se manifestaram em favor de Moro, está o ex-procurador da força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, Carlos Fernando dos Santos Lima. O antigo colaborador se antecipou à possível troca do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, confirmada na madrugada desta sexta-feira, 24.

Para o ex-decano da operação, o ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro, precisa sair do governo de Jair Bolsonaro. "Moro deve sair. Bolsonaro não é correto, não tem palavra, deixou o ministro sem qualquer apoio no Congresso tanto nas medidas contra a corrupção quanto durante o episódio criminoso da Intercept. O ex-procurador avaliou ainda que Bolsonaro  "nunca foi um real apoiador do combate à corrupção", publicou Carlos Lima em sua conta no Facebook.

Sergio Moro fará um pronunciamento nesta sexta-feira às 11h. O ex-juiz da Lava-Jato convocou a imprensa para uma fala após o presidente Jair Bolsonaro decidir exonerar o delegado Maurício Valeixo do cargo de diretor-geral Polícia Federal (PF).


Com informações do Congresso em Foco

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Bolsonaro dá rasteira em Moro e exonera diretor-geral da Polícia Federal



Contrariando um acordo que havia sido ventilado ontem sobre a permanência do ministro da Justiça Sérgio Moro em seu governo, o presidente Jair Bolsonaro exonerou o diretor-geral da Polícia Federal, Mauricio Valeixo.

A exoneração do braço direito de Moro na PF desde os tempos da Lava Jato já foi publicada no Diário Oficial. Moro havia concordado em costurar uma saída honrosa para seu homem de confiança da PF e acreditava ainda que poderia indicar um sucessor de Valeixo para o cargo. A solução da crise que teve início ontem estava prevista para esta sexta-feira, 24, mas Moro foi pego de surpresa com a exoneração de Valeixo ainda na madrugada.

Associações de delegados da PF repudiaram a manobra que levou à exoneração de Valeixo, um dos nomes mais respeitados na instituição. Bastidores de Brasília dão conta de que houve interferência dos filhos do presidente na derrubada de Valeixo e na consequente desestabilização de Moro no governo. 
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URGENTE - Moro pede demissão e Bolsonaro tenta segurá-lo no cargo



Inconformado com a possível substituição do diretoria-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, o ministro da Justiça, Sergio Moro, pediu demissão ao presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (23)  Em conversa com Moro, Bolsonaro informou que pretende trocar a diretoria-geral da Polícia Federal,  que a mudança deve ocorrer nos próximos dias.

Moro então pediu demissão do cargo. Bolsonaro tenta mantê-lo no cargo, mas não há nenhum indicativo de que tenha desistido da substituição do comando da Polícia Federal. Valeixo é o homem de confiança de Moro desde os tempos da Lava Jato. Entretanto, Bolsonaro tem ameaçado trocar o comando da PF desde o ano passado.

O Estadão confirmou que "Moro, avisou que deixará o governo após o presidente Jair Bolsonaro comunicá-lo que trocará o comando da Polícia Federal, atualmente ocupada por Maurício Valeixo. É a segunda vez que o presidente ameaça impor um novo nome na cúpula da corporação."
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Mourão faz piada sobre crise no governo Bolsonaro: “Está tudo sob controle, não sabemos de quem”.



O general Hamilton Mourão (PRTB), vice-presidente da República, ionizou a gestão do presidente Jair Bolsonaro com uma declaração que irritou apoiadores do presidente na manhã desta sexta-feira (17).

Ao ser indagado sobre a situação do país em meio à pandemia do coronavírus, Mourão acenou aos jornalistas e afirmou: “Está tudo sob controle, não sabemos de quem”.




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Bolsonaro quer seu filho na escola em meio à pandemia mortal do coronavírus



O presidente Jair Bolsonaro parece ter se distanciado de valores sagrados como a vida e a família. Atirando para todos os lados após a demissão do ministro da Saúde, Henrique Mandetta, Bolsonaro ampliou seu discurso de retomada à normalidade em meio à pandemia do coronavírus e defendeu nesta quinta-feira à noite que as aulas devem ser retomadas.

Contrariando orientações de líderes mundiais, que determinaram o fechamento de escolas e faculdades como medida de prevenção para combater a pandemia provocada pelo novo coronavírus. Bolsonaro afirmou que as crianças podem voltar à sala de aula e tratou como covardes queles que estão procurando ficar em casa por conta dos riscos de contaminação comunitária pelo coronavírus. A declaração foi dada pelo presidente da portaria do Palácio da Alvorada.

Entenda: As contradições de Bolsonaro ao anunciar a demissão de Mandetta

— Tem que enfrentar a chuva, pô. Tem que enfrentar o vírus. Não adiante se acovardar, ficar dentro de casa. Nós sabemos que a vida é uma só. Sabemos dos pais que estão preocupados com os filhos voltarem à escola. Mas tem que voltar à escola, nós não temos nenhuma notícia de alguém abaixo de 10 anos de idade que contraiu o vírus e foi a óbito ou foi para a UTI — disse o presidente.

Veja: Fatos e exemplos mundiais sobre o coronavírus ignorados por Bolsonaro em seu pronunciamento

Segundo balanço do Ministério da Saúde, já há registro de duas mortes de crianças abaixo de 1 ano de idade e uma morte na faixa etária entre 1 e 5 anos. Centenas de casos foram registrados no mundo, com mortes de crianças de praticamente todas as idades. Como ainda não existe nenhuma cura para a covid-19 no mundo, autoridades de saúde recomendam que as escolas permaneçam fechadas. O risco de perder um ano letivo é insignificante diante da possibilidade de preservar vidas humanas, seja de crianças, professores, profissionais da educação e dos parentes das crianças em casa, como pais, irmãos e avós. Embora a taxa de letalidade entre crianças seja baixa, contaminados assintomáticos são apontados como os maiores propagadores da covid-19. De qualquer forma, mesmo com risco reduzido, nenhum pai em seu juízo perfeito arriscaria mandar o filho para a chuva da pandemia do coronavírus. Todos sabem que a covid-19 não é apenas uma 'gripezinha'.
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Alcolumbre diz a Maia que governo Bolsonaro "acabou" em reunião reservada



Os prognósticos traçados por críticos do governo do presidente Jair Bolsonaro não são nada animadores. O cabo de guerra tem sido bastante tensionado nestes dias de pandemia, com campanhas do presidente contra o isolamento e a favor da cloroquina como solução contra o coronavirus.

Segundo matérias que circulam na imprensa, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), teria dito em reunião reservada com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que "o governo Bolsoanro" acabou.

Segundo estas publicações, os líderes dos poderes "tem coordenado uma série de reuniões políticas para discutir os rumos do governo e a atuação do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia do novo coronavírus. Foram rodadas de conversas com líderes partidários, ministros de tribunais e com a cúpula do Senado para debater a postura do Palácio do Planalto e a falta de articulação política e sustentação partidária de bolsonaristas no Congresso. Conforme relato de interlocutores a VEJA, apesar do protagonismo de Maia, coube ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), verbalizar a avaliação mais dura sobre o governo Bolsonaro. Em um desses encontros, na residência oficial da presidência da Câmara dos Deputados, Alcolumbre disse que “o governo acabou”. “A diferença é saber se ele chega a 2022”, disse ele, segundo autoridades presentes na reunião.
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Bolsonaro é duramente hostilizado em bairro de Brasília onde recebeu votação expressiva



O presidente Jair Bolsonaro experimentou uma das maiores manifestações de hostilidade desde sua posse, nesta na manhã desta sexta-feira, 10. O chefe do Executivo resolveu visitar o setor Sudoeste, em Brasília, um bairro que lhe deu em 2018 uma das maiores votações no Distrito Federal.

A expectativa era a de que o presidente seria ovacionado pelos moradores do bairro, mas a realidade se revelou bem diferente do imaginado. Surpreendentemente, Bolsonaro foi alvo de uma das maiores manifestações de repúdio de que se tem notícia até hoje. Aos gritos de “Fora miliciano”, "FDP" e "Palhaço Genocida", a comitiva que acompanha o presidente ficou desnorteada. O forte panelaço acabou precipitando a retirada estratégica do presidente do local.

A pandemia do coronavírus tem sido apontada por analistas como um marco divisor na popularidade do presidente. O isolamento social e fez com que milhões de brasileiros retornassem às redes sociais. O que antes era um reduto dominado por apoiadores de Bolsonaro, acabou se tornando um pesadelo para o presidente e seus aliados. Milhões de pessoas que não usavam as redes sociais com a mesma frequência dos bolsonaristas, estão reclusas em suas casas nestes tempos de quarentena. Neste cenário, a 'massa crítica' das redes sociais começa a se movimentar na direção oposta àquela conduzida pelos apoiadores de bolsonaro com tanta facilidade até aqui.

O revés no mundo virtual começa a se materializar no mundo real. Duramente hostilizado nesta secta-feira, Bolsonaro tem sido certamente aconselhado a fazer aparições apenas em locais controlados, abastecidos previamente de militantes favoráveis.
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Bolsonaro é vaiado durante visita a padaria em Brasília



O presidente da República, Jair Bolsonaro, foi alvo de vaias no final da tarde desta quinta-feira (9), em Brasília. Os gritos e vaias contra Bolsonaro ocorreram durante sua ida passagem por uma padaria na Quadra 302 da Asa Norte. Durante a visita, moradores do prédios vizinhos bateram panelas e deram gritos repudiando a presença do chefe de Estado no local.

As aparições públicas do presidente da República começam a criar tensões no GSI (Gabinete de Segurança Institucional), órgão responsável pela segurança presidencial.
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Mourão joga pá de cal na demissão e diz que Mandetta "segue no combate. Ele fica"



A permanência do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no comando da pasta foi decidida numa reunião nesta segunda-feira, 06, no final da tarde no Palácio do Planalto. Estiveram presentes os generais Braga Netto, Luiz Ramos, Fernando Azevedo e Silva e o almirante Flávio Rocha, que, apesar da disposição demonstrada por Bolsonaro, firmaram posição contra a demissão de Mandetta.

O vice-presidente Hamilton Mourão confirmou ao blog da jornalista Adréia Sadi, no G1, "que a reunião que contou com ministros e com o presidente Jair Bolsonaro tratou de cenários futuros para flexibilizar o isolamento, e disse que Luiz Henrique Mandetta segue no Ministério da Saúde.

“Mandetta segue no combate, ele fica. Tratamentos de cenários, como a flexibilização do isolamento, no futuro”.

Com informações do G1
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Bolsonaro pressionado sobre demissão de Mandetta - O recuo do impasse



Pressionado por apoiadores mais radicais que veem a atuação do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, como uma ameaça ao seu protagonismo, o presidente Jair Bolsonaro passou o dia hesitando da decisão de demitir ou não seu ministro mais popular.

O presidente recebeu recados internos e externos sobre os riscos políticos que a demissão de Mandetta acarretaria ao seu governo. Segundo o site O Antagonista, "Os generais Braga Netto, Luiz Ramos, Fernando Azevedo e Silva e o almirante Flávio Rocha fecharam posição contra a demissão de Luiz Henrique Mandetta"

Os aliados teriam alertado Bolsonaro sobre "uma série de consequências negativas, dentre elas o risco de que um pedido de impeachment seja acolhido pelo Congresso Nacional" Ainda segundo O Antagonista, o Presidente do Senado, David Alcolumbre, também teria avisado o Planalto que Congresso não aceitará demissão de Mandetta.

A decisão sobre a demissão do ministro da Saúde segue em suspensa, mas já há muitos congressistas afirmando que o ímpeto de Bolsonaro demitir seu ministro subiu no telhado. Mas esta não foi a única derrota de Bolsonaro do dia. Nesta segunda, governadores de menos 20 estados decidiram manter quarentena em combate ao coronavírus,  com restrição do funcionamento do comércio e de escolas, contrariando sinalizações defendidas por Bolsonaro nas últimas semanas. O risco de se ver isolado politicamente, tanto por parte do Congresso quanto pela maioria dos governadores de estado e parte da sociedade tem sido um fator preponderante na indecisão do presidente. 
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Urgente. Notícia de que Bolsonaro decidiu demitir Mandetta



O Jornal O Globo acaba de confirmar que o presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir ainda nesta segunda-feira o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em meio à crise do novo coronavírus.

Segundo a publicação, "O ato oficial de exoneração de Mandetta está sendo preparado nesta tarde no Palácio do Planalto. A expectativa é que a decisão seja publicada em edição extra do Diário Oficial da União após reunião do presidente com todos os ministros, entre eles Mandetta, convocada para as 17h. A informação sobre a exoneração de Mandetta foi confirmada ao Globo por dois auxiliares do presidente da República".

O cotado para substitui Mandetta na pasta da Saúde seria o deputado  federal Osmar Terra (MDB-RS).

Confira a matéria na íntegra AQUI
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