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Deltan Dallagnol divulga nota de esclarecimentos à sociedade sobre os recentes ataques à Lava Jato


Um dos alvos dos vazamentos de conversas entre procuradores da Lava Janto divulgados pelo  site The Intercept Brasil, o procurador da República e coordenador da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, acaba de divulgar uma nota de esclarecimentos à sociedade sobre os recentes ataques à força-tarefa:

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Defesa de Lula pede liberdade urgente de seu cliente e diz que processo de Moro está ‘corrompido’



A defesa do ex-presidente Lula já fala em exigir a liberdade do petista em caráter de urgência, após a divulgação de supostas conversas ocorridas entre o ex-juiz  Sergio Moro e o procurador da República na Lava Jato, Deltan Dallagnol divulgadas pelo site The Intercept neste final de semana.

As conversas em aplicativos de celular obtidas pela publicação por meio de uma fonte anônima envolveriam ainda outros procuradores da República. Segundo a publicação, o conteúdo teria sido enviado por um hacker, que teve sua identidade preservada.

A defesa do ex-presidente Lula  informa que o conteúdo das conversas apontam para um suposto complô entre juiz e procuradores no sentido de criar dificuldades para seu cliente, inclusive no episódio que culminou na proibição de que Lula concedesse uma entrevista às vésperas das eleições de 2018. Nas redes sociais, apoiadores do PT já classificam o episódio do vazamento de conversas entre integrantes da força-tarefa como Lava Jato Gate.

Os advogados de Lula afirmam que as conversas divulgadas demonstram “uma atuação combinada entre os procuradores e o ex-juiz Sérgio Moro com o objetivo pré-estabelecido e com clara motivação política, de processar, condenar e retirar a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.

“Ninguém pode ter dúvida de que os processos contra o ex-presidente Lula estão corrompidos pelo que há de mais grave em termos de violações a garantias fundamentais e à negativa de direitos”, declaram os advogados, que pedem, de forma “urgente”, o restabelecimento da liberdade do petista.

O texto afirma, ainda, que Lula “não praticou qualquer crime e que é vítima de “lawfare”, que é a manipulação das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política”.

Veja, abaixo, a íntegra da nota divulgada pela defesa de Lula:

Em diversos recursos e em comunicado formalizado perante o Comitê de Direitos Humanos da ONU em julho de 2016 demonstramos, com inúmeras provas, que na Operação Lava Jato houve uma atuação combinada entre os procuradores e o ex-juiz Sérgio Moro com o objetivo pré-estabelecido e com clara motivação política, de processar, condenar e retirar a liberdade do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A reportagem publicada hoje (09/06/2019) pelo portal “The Intercept” revela detalhes dessa trama que foi afirmada em todas as peças que subscrevemos na condição de advogados de Lula a partir dos elementos que coletamos nos inquéritos, nos processos e na conduta extraprocessual dos procuradores da Lava Jato e do ex-juiz Sergio Moro.

A atuação ajustada dos procuradores e do ex-juiz da causa, com objetivos políticos, sujeitou Lula e sua família às mais diversas arbitrariedades. A esse cenário devem ser somadas diversas outras grosseiras ilegalidades, como a interceptação do principal ramal do nosso escritório de advocacia para que fosse acompanhada em tempo real a estratégia da defesa de Lula, além da prática de outros atos de intimidação e com o claro objetivo de inviabilizar a defesa do ex-Presidente.

Ninguém pode ter dúvida de que os processos contra o ex-Presidente Lula estão corrompidos pelo que há de mais grave em termos de violações a garantias fundamentais e à negativa de direitos. O restabelecimento da liberdade plena de Lula é urgente, assim como o reconhecimento mais pleno e cabal de que ele não praticou qualquer crime e que é vítima de “lawfare”, que é a manipulação das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política.
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Onyx sugere que Bolsonaro pode voltar para o DEM, 'sua casa'



O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, deixou escapar nesta quinta-feira, 30, que o presidente Jair Bolsonaro pode deixar o PSL e voltar para seu partido, o DEM. Onyx falou em 'volta para casa', numa referência sobre a passagem de Bolsonaro peloPFL, hoje DEM.

“Temos um ex-filiado do PFL, do DEM, que olha para o nosso partido com imenso respeito e com olho de, quem sabe, querer voltar para casa”, afirmou Onyx. Em conversas reservadas, Bolsonaro já reclamou mais de uma vez dos problemas enfrentados no PSL, que tem uma bancada de novatos no Congresso e muitas vezes atua como oposição ao Palácio do Planalto. Interlocutores do presidente já disseram, em outras ocasiões, que ele avalia a possibilidade de deixar o PSL.

Onyx sorriu ao ser questionado sobre a provável ida de Bolsonaro para o DEM. “Não. É um sonho meu”, respondeu ele. O presidente já trocou várias vezes de partido e passou a maior parte de sua carreira política em partidos que hoje correspondem ao Centão, conforme lista abaixo:

Partido PDC (1989-1993)
PP (1993–1993)
PPR (1993–1995)
PPB (1995–2003)
PTB (2003–2005)
PFL (2005–2005)
PP (2005–2016)
PSC (2016–2018)
PSL (2018–presente)
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Bolsonaro fala sobre ameaças a seu mandado e sugere conspirações para removê-lo da Presidência



O presidente Jair Bolsonaro sugeriu nessa quarta-feira (29/5), a existência de possíveis conspirações para removê-lo do cargo para o a qual foi eleito. "Muita gente não tem interesse de eu estar sentado naquela cadeira", disse Bolsonaro após cerimônia de posse pública do novo presidente da Embratur, Gilson Machado. "Não vou entrar em detalhes. Estamos conseguindo governar o Brasil."

O presidente afirmou que existem ameaças a seu mandato e que o fato de estar na Presidência da República vai "contra interesses de muita gente", mas não quis responder a que ameaças se referia, mas, em discurso, afirmou que ninguém "deve desejar sua cadeira", porque, segundo ele, não é fácil enfrentar pressões de vários setores da sociedade.

Diante da possibilidade do país enfrentar maiores dificuldades na recuperação da economia e geração de empregos, o presidente declarou que "paira um fantasma" sobre o seu governo do retorno da esquerda. O presidente reconheceu ainda que muitos de seus votos foram obtidos por exclusão na eleição do ano passado.

As informações são da Agência Estado
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Senado tira o COAF de Moro com aval do próprio Moro e de Bolsonaro, mas aprova MP 870

Foto-edição meramente ilustrativa


O Senado contou com o aval do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e aprovou, na noite desta terça-feira, 28, a MP 870. O Medida Provisória editada no início do governo Bolsonaro que reduzia o número de Ministérios. Como parte do acordo entre o presidentes da República, da Câmara e do Senado, além do aval do próprio Sérgio Moro, o COAF, órgão que fiscaliza movimentações financeiras suspeitas, sairá do Ministério da Justiça e será devolvido ao Ministério da Economia. O acordo contou ainda com o aval do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni e do ministro da Economia, Paulo Guedes, conforme documento entregue ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na manhã da votação da MP 870.




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Juiz decide que Adélio não pode ser punido criminalmente. MPF e psiquiatra escolhida por advogados de Bolsonaro reconhecem transtorno mental



A justiça reconheceu que Adélio Bispo de Oliveira, o homem que tentou matar o presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018, não pode ser punido criminalmente.

A decisão do juiz federal Bruno Savino, da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora (MG),  reconhece que Adélio sofre de Transtorno Delirante Persistente, o que o torna inimputável. Apesar da decisão que mantém Adélio  detido no Presídio Federal de Campo Grande até a conclusão da ação penal sobre o caso,  A decretação de inimputável impede que o denunciado seja punido criminalmente, o que, em caso de condenação na ação penal que tramita na Vara Federal mineira, levará Adélio a cumprir pena em um manicômio judicial.

Segundo O Globo, a decisão segue pareceres médicos anexados pela defesa de Adélio e peritos escolhidos pela acusação –tanto do Ministério Público Federal como dos advogados de Bolsonaro, que reconheceram ser Adélio portador desse transtorno. A única divergência estava relacionada à subcategoria dessa patologia. A própria psiquiatra escolhida pelos advogados de Jair Bolsonaro apresentou parecer com a conclusão de que ele sofre desse mesmo transtorno.

Com informações de O Globo
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Mesmo se um dia sair da prisão, Lula continuará sendo chamado de ladrão



Poucos líderes mundiais conseguem encerrar suas carreiras sem uma mácula. No caso do ex-presidente Lula, foram várias. O petista se tornou réu em várias ações penais nas quais foi acusado por centenas de operações envolvendo crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O petista foi efetivamente condenado em duplo grau de jurisdição por alguns destes crimes e preso para cumprir uma pena inicial de vários anos numa prisão na sede da Polícia Federal, em Curitiba.

Desde que se tornou alvo de inúmeras investigações na Operação Lava Jato, Lula protagonizou espetáculos memoráveis. Foram vários discursos em comícios, entrevistas e até mesmo caravanas pelo país para jurar sua inocência e desafiar as autoridades a encontrarem 'um centavo' em suas contas.

No primeiro baculejo que levou, em março de 2016, quando foi alvo de um mandado de condução coercitiva no âmbito da Operação Alethéia (24ª fase da Lava Jato), para prestar depoimento, o petista viu seu mundo começar a desabar. Na casa de Lula, os agentes encontraram uma série de evidências que levaram a concluir que o petista movimentava milhões em esquemas alegadamente criminosos, segundo as autoridades. Os crimes atribuídos a Lula tiveram enorme repercussão e lhe conferiram uma fama que dificilmente conseguirá se ver livre.

Apesar de centenas de recursos impetrados por advogados caros, Lula não conseguiu se safar das condenações e da consequente prisão. Até hoje ainda há o receio de que o petista, por meio da Justiça ou de supostos jogos de influências nos tribunais, consiga se livrar de suas condenações. Mas mesmo que consiga se livrar da prisão, Lula dificilmente conseguirá se ver livre dos gritos de "ladrão" por onde andar. 
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Decisão de Bolsonaro pode trazer milhões para o Brasil. Número de turistas estrangeiros deve crescer até 100%



O presidente Jair Bolsonaro foi bastante criticado durante sua visita aos Estados Unidos há poucas semanas, quando assinou acordos dispensando a necessidade de visto para turistas dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão dispostos a visitarem o Brasil.

Mas a medida, que a princípio pareceu polêmica, pode trazer alguns milhões ou bilhões a mais para a economia do Brasil. Segundo o Ministério do Turismo, a iniciativa já  rendeu aumento real da demanda de passagens para o país. Segundo o ministro Marcelo Álvaro Antônio, o fluxo de pesquisa nesses países tendo o Brasil como destino apresentou aumento, o mesmo ocorrendo com as reservas efetivamente confirmadas. Em alguns casos, como os de visitantes do Canadá, houve crescimento de mais de 100% no fluxo, conforme dados oficiais. Editado em março, o decreto entrará em vigor em 17 de junho. O número de americanos dispostos a visitar o Brasil entre junho e agosto cresceu mais de 50% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os números são realmente impressionantes. Segundo o ministro do Turismo, no caso dos turistas dos Estados Unidos, a elevação chega a 53% das viagens confirmadas para junho e 97% para julho, se levados em conta os números do ano passado. Para agosto, a alta foi de 33%.  Sobre os canadenses, a taxa foi considerada por ele como “impressionante”, com alta de 86% nas reservas programadas para junho, 54 % para julho e de 135% para agosto. “Certamente, vai impactar em toda a cadeia produtiva do Brasil. Que seja em restaurantes, hotéis, na contratação. Entregando para a nossa população o que tem de mais precioso, que é emprego e renda”, projeta Marcelo Álvaro Antônio.

A mudança positiva de interesse foi sentida desde quando os vistos para esses quatro países passaram a ser concedidos de forma virtual, no começo de 2018, impactando positivamente o fluxo de visitantes, contabiliza o ministro. “Em apenas um ano de funcionamento do e-Visa, houve aumento de 15,7% na entrada desses viajantes no território nacional, o que resultou em uma injeção de R$ 450 milhões na economia brasileira”, informou o ministro.
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Manifestantes pró-reformas tomam as ruas do país. Se a esquerda pode, por que a direita não pode?



As manifestações em apoio à Reforma da Previdência, ao pacote anticrime de Sérgio Moro e ao governo do presidente Jair Bolsonaro que tomaram as ruas do país neste domingo foram precedidas de uma série de polêmicas. Além dos tradicionais críticos no campo da esquerda, cidadãos neutros e até mesmo aliados do governo, como a deputada Janaína Paschoal, manifestaram seu descontentamento com a programação dos atos.

É fato que o Brasil anda meio confuso e dividido nos últimos anos. Muitos preferiram abordar as manifestações com foco nos que protestavam contra o Supremo Tribunal Federal, o Congresso e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. No entanto, como em qualquer manifestação de grandes proporções, estes grupos representavam minorias, como foi possível constatar através dos registros das imagens de manifestações em todo o país.

A maioria dos manifestantes estavam mesmo nas ruas pedido urgência na aprovação da reforma da Previdência e do pacote anticrimes, entre outras pautas urgentes para o país. Obviamente, havia manifestações de apoio ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Os dois estão à frente dos principais projetos reivindicados pelos manifestantes.

Apesar da incompreensão por parte de alguns políticos, jornalistas e cidadãos, de modo geral, as manifestações de simpatizantes da direita foram democráticas, sem tumultos ou maiores incidentes. Há poucas semanas, manifestações de estudantes e professores que protestavam contra o contingenciamento de recursos da educação foram incorporadas por setores da esquerda, como o PT, PSOL e CUT. Durante os atos, faixas e gritos de "Lula Livre" eram tolerados pelos manifestantes. Se a esquerda pode tomar as ruas para fazer suas reivindicações e protestar contra aquilo que não concordam, por que a direita não poderia manifestar seu descontentamento de forma democrática e pacífica?

Os simpatizantes não tomaram nem conhecimento. Foram às ruas de todo o país defender aquilo que acreditam e mostraram ao Brasil, de forma civilizada, que não temem críticas ou represálias de setores da esquerda. 
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Danilo Gentili anuncia que abandona debate político em suas redes sociais



Após se ver envolvido em uma série de controvérsias com apoiadores do presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais, o humorista Danilo Gentili anunciou em seu perfil no Twitter que não vai mais abordar temas sobre política em suas postagens. Asfixiado pelo clima tóxico em suas redes, o humorista promete que vai tratar apenas de seu trabalho a partir de agora.

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Bolsonaro diz que é direito de Guedes deixar cargo se reforma da Previdência virar uma “reforminha”



O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira, 24, que vai renunciar ao cargo se a reforma da Previdência pretendida pelo governo virar uma “reforminha” e disse que o Brasil pode quebrar já em 2020:

“Pego um avião e vou morar lá fora. Já tenho idade para me aposentar”, disse ele, segundo a reportagem. “Se não fizermos a reforma, o Brasil pega fogo. Vai ser o caos no setor público, tanto no governo federal como nos Estados e municípios”, afirmou.

Em resposta às declarações de seu ministro, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (24) que é um direito de Guedes deixar o cargo, caso a reforma da Previdência não seja aprovada.



“É um direito dele, ninguém é obrigado a continuar como ministro meu. Logicamente ele está vendo uma catástrofe, é verdade, eu concordo com ele [Guedes], se nós não aprovarmos algo realmente muito próximo ao que enviamos no Parlamento. O que Paulo Guedes vê, e ele não é nenhum vidente, nem precisa ser, para entender que o Brasil vai viver um caos econômico sem essa reforma”, disse, em Recife (PE).
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Segundo Rodrigo Maia, o que atrai investimentos para o Brasil é o ambiente democrático



Criticado por militantes de diversos espectros políticos, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, vem conduzindo os trabalhos relacionados aos projetos mais relevantes para o país. Atuando na condução de reformas estruturantes desde o governo passado, Maia afirmou nesta quarta-feira (22) que um ambiente democrático no País favorece o investimento e que eventuais conflitos entre Poderes podem sinalizar de forma negativa para aqueles que querem investir no Brasil. Maia participou de evento sobre a reforma da Previdência promovido pelo jornal Correio Braziliense.

“A gente sabe o que está acontecendo, mas vemos uma maior participação do governo na reforma da Previdência. Isso vai colocar o trem no trilho em relação ao crescimento e ao fortalecimento das instituições democráticas no Brasil”, disse.

“O Parlamento vai trabalhar sempre na construção de um Estado que garanta independência entre os Poderes e uma estrutura que possa recuperar a capacidade de cuidar das pessoas que mais precisam”, afirmou o presidente.

Temas polêmicos
Maia defendeu o diálogo para que a comissão especial que analisa a reforma encontre o melhor caminho para os temas polêmicos, de forma a garantir a economia prevista de R$ 1 trilhão. Entre os temas polêmicos, Maia destacou que a capitalização pode ser aprovada, desde que sua regulamentação fique para um segundo momento. Segundo ele, a capacidade da base da sociedade em poupar e contribuir para um sistema individual de capitalização é muito pequena.

“Talvez você deixar a capitalização aprovada, com um sistema de repartição, e a regulamentação vir num segundo momento, quando a gente tiver o desemprego caindo, a desigualdade caindo, para ter clareza que a maior parte da sociedade vai poder garantir sua poupança”, explicou Maia.

O presidente também defendeu que os estados e municípios não sejam retirados da reforma. Para ele, não adianta resolver o problema previdenciário da União e deixar a Previdência dos estados com déficit.

“É um sistema único: se a gente não resolver o todo, a gente não resolve o problema previdenciário brasileiro”, ressaltou Maia.

Despesas públicas
Rodrigo Maia voltou a afirmar que a estrutura do Estado brasileiro é responsável por boa parte dos problemas enfrentados no País, e, por essa razão, é importante discutir as despesas públicas obrigatórias. Segundo ele, a reforma da Previdência é o primeiro passo para isso.

“A gente falar de uma economia de R$ 1 trilhão, num momento em que a desigualdade tem crescido, precisa ser muito bem explicado para sociedade. O equilíbrio do sistema previdenciário é decisivo para que, de fato, a gente possa começar a organizar os gastos públicos”, defendeu.

Líder do governo
O presidente da Câmara voltou a afirmar que não houve rompimento com o líder do governo na Câmara, deputado Major Vítor Hugo (PSL-GO), apenas ressaltou que não tem relação pessoal com ele.

“Não posso romper com quem nunca tive relação. Eu falo com ele nas reuniões de líderes, ele participa, não excluo ninguém. Agora, quando eu convido três ou quatro deputados para conversar, ele não faz parte desse meu núcleo de relações”, disse.


Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias' 
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Lula garante na Justiça direito a assessores e motoristas. Custo para o povo é de R$ 550 mil por ano



Além do anúncio de que está namorando uma socióloga e que pretende se casar assim que deixar a cadeia, o ex-presidente Lula conseguiu emplacar, de dentro da prisão, mais uma vitória. O presidiário conseguiu manter os seis servidores da Presidência da República que lhe prestam' apoio'. Pagos com dinheiro do contribuinte, os servidores custaram, no ano passado, R$ 551,4 mil. Mesmo preso, o petista garantiu na Justiça essa prerrogativa a que ex-presidentes têm direito.

Ninguém sabe ao certo quais funções esses assessores prestam ao presidiário desde a sua prisão, em abril do ano passado, mas é possível supor que sejam responsáveis por levar visitas e compras do presidiário, uma espécie de serviço de delivery VIP, pago pelo contribuinte. Entre os 'funcionários' de Lula, há apenas um civil. Os demais 'assessores', motoristas e seguranças são militares do Exército.

Além dos dois servidores, continuam à disposição do ex-presidente Lula dois carros da Presidência da República: um Chevrolet Omega e um Ford Focus. Em 2018, a União gastou R$ 3.842,07 com manutenção e seguro desses veículos. Neste ano, as despesas somaram R$ 349,74 (de janeiro a abril).

Segundo interlocutores, o presidiário está namorando há mais de um ano com a socióloga Rosângela Silva, amiga de Lula há mais de dez anos. Ela e o ex-presidente namoram desde antes do petista ser preso, em abril de 2018.

Rosângela tem 40 anos e trabalha no escritório da estatal Itaipu Binacional em Curitiba. Por conta da proximidade, ela visita o ex-presidente regularmente na superintendência da Polícia Federal. Como se vê, a vida de Lula na cadeia não é tão dura assim. Com casa, comida, roupa lavada, e segurança 24 horas por dia, tudo na faixa, a vida do petista continua melhor que a de milhões de brasileiros.

Com informações do R7
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Câmara tira Coaf de Sérgio Moro e devolve órgão ao Ministério da Economia



O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, teria conversado com o presidente Jair Bolsonaro sobre a possibilidade de transferir o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para sua pasta antes mesmo de assumir o cargo no governo. O desejo do ex-juiz da Lava Jato foi atendido pelo presidente. Em cinco meses, Moro promoveu uma reestruturação do órgão, ampliando o número de servidores e aumentando em cerca de 25% o volume de produção de relatórios.

Mas na noite desta quarta-feira, 22, Por 228 votos, o plenário da Câmara dos Deputados manteve a decisão da comissão mista que analisou a Medida Provisória da Reforma Administrativa (MP 870/19)  e aprovou Coaf para o Ministério da Economia.

Os deputados rejeitaram um destaque que queria restaurar o texto original que determinava que o órgão ficaria sob a guarda do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Entre os deputados, 210 votaram pela aprovação do destaque e quatro se abstiveram.

Com isso, o órgão definitivamente sai do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A permanência do Coaf na pasta comandada por Sergio Moro era defendida pelo ministro.

Criado em 1998, no âmbito do Ministério da Fazenda, o Coaf é uma órgão de inteligência financeira do governo federal que atua principalmente na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro.

Um pouco antes, os deputados haviam aprovado o texto base da MP 870/19, que reduziu o número de ministérios de 29 para 22. O texto também transferiu novamente para o Ministério da Justiça e Segurança Pública a Fundação Nacional do Índio (Funai), que também ficará responsável pela demarcação de terras indígenas. Antes o órgão estava subordinado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos  e a demarcação era uma atribuição do Ministério da Agricultura.

Os deputados firmaram um acordo para evitar uma das polêmicas, a recriação de dois ministérios fundidos (Cidades e Integração Nacional). Pelo acordo os deputados aprovaram a manutenção dos dois órgãos no Ministério do Desenvolvimento Regional, revertendo a mudança proposta pelo projeto de lei de conversão do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Com informações da Agência Brasil
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Mourão trabalha para que o país possa exportar produtos de maior agregado para a China, maior parceiro comercial do Brasil



Bem longe das controvérsias que envolve membros do governo brasileiro, o vice-presidente Hamilton Mourão está na China trabalhando para ampliar a relações comerciais com o Brasil, num esforço que visa abrir novas frentes de negócios que possam gerar mais empregos no Brasil.  Mourão afirmou  nesta quarta-feira (22), durante um simpósio do Conselho Empresarial Brasil-China, em Pequim, que a demanda por alimentos por parte do país asiático seguirá crescendo, mas é preciso diversificar as exportações brasileiras com produtos de maior valor agregado. No ano passado, os principais produtos exportados pelo Brasil foram soja, combustíveis e minérios de ferro e seus concentrados, que são, basicamente, matérias-primas.

"A China continuará a crescer acima da média mundial e sua demanda por alimentos, por exemplo, deverá crescer de 11% a 13% até 2030. Iremos trabalhar para ampliar e diversificar as exportações brasileiras com maior valor agregado. Aumentar o volume e redirecionar os investimentos chineses para áreas de interesse do Brasil e aprofundar a cooperação em ciência, tecnologia e inovação", disse Mourão, que cumpre até sexta-feira (24) uma visita oficial ao país.

A China é, desde 2009, o principal parceiro comercial do Brasil. A corrente de comércio bilateral alcançou, em 2018, US$ 98,9 bilhões (exportações de US$ 64,2 bilhões e importações de US$ 34,7 bilhões). O comércio bilateral caracteriza-se por expressivo superávit brasileiro, mantido há nove anos, e que, em 2018, atingiu recorde histórico de US$ 29,5 bilhões. Já o saldo das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos deixou um saldo negativo de cerca de US$ 1 bilhão. O Brasil vendeu para os EUA US$ 30 bilhões aos americanos no ano passado, mas comprou US$ 31 bilhões. Cada bilhão a mais faz uma grande diferença neste caso, pois pode representar milhares de empregos a mais para o lado que consegue manter o saldo positivo.

Cosban
Mourão presidirá amanhã (23) a 5ª reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), também na capital chinesa. Ele também será recebido, no dia seguinte, pelo presidente do país, Xi Jinping. A viagem a China é preparatória para a ida do presidente Jair Bolsonaro ao país, no segundo semestre.

Instituída em 2004, a Cosban é o principal mecanismo de coordenação da relação bilateral entre o Brasil e a China e é comandada pelos vice-presidentes dos dois países. Mourão deu um passo importante na recomposição das relações do Brasil com a China A comissão não se reunia desde 2015. A uma plateia formada por empresários e diplomatas, o vice-presidente disse hoje que pretende ampliar o "arcabouço" de assuntos tratados pela Cosban.

"Proporemos que o arcabouço da Cosban seja atualizado de modo a refletir a nova realidade da agenda bilateral. Quando o mecanismo foi criado, em 2004, o nosso comércio bilateral era 11 vezes menor, os investimentos de parte a parte eram poucos expressivos e os Brics sequer exisitiam. Desde então, nosso relacionamento diversificou-se e tornou-se mais complexo e intenso", disse.

Reformas
Em seu discurso dirigido a empresários, o vice-presidente fez uma defesa enfática das medidas econômicas apresentadas pelo atual governo brasileiro, como a reforma da Previdência, como forma de corrigir problemas fiscais e destravar a economia do país.

"O PIB [Produto Interno Bruto] brasileiro cresceu 2%, na média anual, entre 1980 e 2018. A produtividade da mão de obra aumentou somente 0,2% ao ano. Para reverter esse quadro, o governo vem implementando medidas para reequilibrar as contas públicas, simplificar o ambiente regulatório e reduzir o custo tributário, além de privatizar empresas públicas e reformar o sistema educacional. Estamos combatendo a ineficiência, que pesa sobre os ombros dos brasileiros que desejam investir, trabalhar e produzir. Com o objetivo de equilibrar os resultados fiscais, o governo propôs reformar o sistema de seguridade social, reduzir subsídios fiscais e diminuir o custo do Estado", disse.

Muralha
Na manhã desta quarta-feira (22), pelo horário da China, terça (21) à noite no horário de Brasília, Mourão fez uma visita à Muralha da China, patrimônio mundial da Unesco. A fortificação tem mais de 8,8 mil quilômetros de extensão e começou a ser erguida há mais de 2,2 mil anos. No final do dia, o vice-presidente participou do evento Brazilian Beef, projeto da associação dos criadores brasileiros de gado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), para promover a carne brasileira no exterior e ampliar as exportações de carne bovina para o mercado chinês.



As informações são da Agência Brasil

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