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Deltan Dallagnol alerta sobre possível retrocesso que pode impedir que a Receita Federal continue investigando corrupção



O procurador Deltan Dallagnol recorreu às suas redes sociais para alertar sobre a possibilidade da Receita Federal ser impedida de investigar crimes não tributários, sem autorização judicial. O procurador da Lava Jato entende que a medida representa um retrocesso que limitará o leque de opções disponíveis para o combate à corrupção, lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito e outros crimes eventualmente praticados por autoridades.

“Os auditores são treinados para farejar, não só corrupção, mas enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro. Eles têm acesso ao fluxo financeiro. Essa atividade de inteligência está na base da maioria das investigações anticorrupção”, alerta Dallagnol.

“A investigação da Receita é absolutamente essencial. A Lava Jato é um reflexo disso. Não fosse a Receita, por exemplo, não saberíamos que familiares do Paulo Roberto Costa estavam recebendo dinheiro das empreiteiras. Nós só tínhamos acesso ao sigilo fiscal dele, não da família.”

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Bolsonaro defende manifestações convocadas para o dia 26



O presidente Jair Bolsonaro manifestou seu apoio às manifestações em favor de seu governo previstas para o próximo domingo, dia 26, em todo o país. Por meio de seu perfil no Twitter, o presidente disse que vê os atos agendados como "uma manifestação espontânea da população" que tem influenciado decisões de seu governo.

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Toffoli aceita convite e se reúne com Bolsonaro no Palácio da Alvorada



O presidente do Supremo Tribunal Federal, aceitou a um foi pedido pelo presidente da República e se reuniu na noite desta terça-feira (21), com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Alvorada, residência oficial da Presidência da República.

O encontro ocorre dentro do prazo limite que o presidente Jair Bolsonaro tinha para explicar ao STF seu decreto que ampliou o a posse e o porte de armas.

"Sou grato ao presidente do Supremo quando aceitou o meu convite ao Alvorada para discutir o panorama atual", informou em nota o presidente Jair Bolsonaro.

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Danilo Gentili perde paciência com apoiadores de Bolsonaro nas Redes Sociais



Parece que o humorista Danilo Gentili perdeu completamente o humor com seus seguidores apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Após o desencantamento do cantor Lobão com o bolsonarismo, o humorista, que defende a tese de que ninguém pode passar pela terra sem ser ofendido, é o segundo artista de peso a comprar briga com apoiadores do presidente.

Por meio de seu perfil no Twitter, o apresentador do programa "The Noite", do SBT, se queixou de um suposto patrulhamento por parte de bolsonaristas e sugeriu que aprendessem a 'ser gente', entre outras recomendações:

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Ao lado de Witzel e Crivella, Bolsonaro diz que problema do Brasil é a classe política

Imagem do G1


Em meio as dificuldades de relacionamento com o Congresso Nacional, o O presidente Jair Bolsonaro voltou a se queixar da classe política na manhã desta segunda-feira (20). Ao lado do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel  so prefeito do Rio, Marcelo Crivella, Bolsonaro afirmou que o Brasil é "um país maravilhoso" e que o grande problema "é a nossa classe política", disse o presidente durante cerimônia na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

"É um país maravilhoso que tem tudo para dar certo, mas o grande problema é a nossa classe política. É 'nós' [Wilson] Witzel, 'é nós' Crivella, sou eu Jair Bolsonaro, é o Parlamento em grande parte, é a Câmara Municipal, a Assembleia Legislativa. Nós temos que mudar isso. Não existe maior satisfação para um político do que ser reconhecido em qualquer lugar, do Brasil ou fora do Brasil. Ser reconhecido pelo lado bom. Temos que mudar o destino do Brasil."

Bolsonaro atuou como parlamentar por quase três décadas e está bastante familiarizado com as divergências entre deputados, senadores e presidentes da República. Ao longo de sua carreira como deputado, em partidos do hoje Centrão, como PTB, PFL e PP, Bolsoanro discordou de projetos importantes em vários governos. votou contra o Plano Real, a privatização da Vale, a privatização da Telefonia, militou contra várias reformas da Previdência, contra a Reforma Administrativa, contra a quebra do monopólio exploração estatal do Petróleo e Contra Lei de responsabilidade Fiscal, entre outras posições polêmicas. Há poucos dias, o presidente confessou se sentir arrependido por não ter apoiado a proposta de reforma da Previdência do governo Temer. Hoje, como presidente, Bolsonaro reconhece que governar é mesmo uma tarefa árdua.

Diante das dificuldades alegadas para aprovar projetos de interesse do governo, o presidente deveria adotar uma postura mais radical em relação à classe política que tanto condena. Seria ideal que convocasse partidos e parlamentares para explicar a real situação do país. Caso alguém ouse propor o famigerado 'toma-lá-da-cá', deveria denunciar o proponente publicamente. Munido desta disposição, certamente a mais adequada para o momento atual, ninguém ousaria barganhar vantagens com o presidente.

Com informações do G1
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A futura esposa de Lula. Presidiário quer se casar logo que deixar a prisão



Coube ao economista Luiz Carlos Bresser-Pereira comunicar à nação que o ex-presidente Lula pretende se casar logo que deixar a prisão. O petista estaria apaixonado pela socióloga Rosângela da Silva. Lula já conhecia sua futura esposa há muito tempo. Janja, como Rosângela é chamada, vive em Curitiba, mas, segundo amigos do casal, ela é paulista. Os dois mantiveram a amizade durante esses anos, inclusive profissionalmente. Se Bresser Pereira deu com a língua nos dentes ou foi o escolhido por Lula para transmitir a notícia de seu enlace é outra história.

Segundo a revista Época, "O namoro é de conhecimento de petistas há mais de um ano, pois os dois namoravam mesmo antes de Lula ser preso. Rosângela está há 16 anos anos em Itaipu Binacional. Neste período, segundo seu perfil em uma rede social, ela foi cedida para a Eletrobras durante três anos e nove meses. Segundo amigos do casal, Rosângela visita Lula com frequência na cela da PF e tem em torno de 40 anos, portanto é algumas décadas mais jovem do que o ex-presidente".

As informações são da Revista Época
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Homem diz que governo Bolsonaro não está dando certo por conta de 'macumba'



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Lula disse que tinha cantinho para Dirceu, mas PF preferiu transferir mensaleiro para presídio



Logo que soube que o mensaleiro José Dirceu havia perdido um recurso no TRF-4 e voltaria para a prisão, o ex-presidente Lula afirmou em tom de brincadeira que havia reservado um cantinho para o companheiro na sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso desde abril do ano passado.

 O ex-ministro José Dirceu se entregou ontem à noite na sede da Polícia Federal em Curitiba, após uma longa viagem de carro desde Brasília, de onde saiu ainda na manhã de sexta-feira, 17. Mas de nada adiantou Lula prometer um cantinho para o amigo. O mensaleiro foi transferido na manhã deste sábado (18), para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Dirceu foi levado, na manhã deste sábado, para o Instituto Médico-Legal (IML), onde passou por exame e, em seguida, encaminhado ao presídio em Pinhais, onde deverá cumprir pena de 8 anos e dez meses. Nesta ação penal, o petista foi condenado em segunda instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
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Proposta de Bolsonaro e Guedes para a Previdência pode ir para lata do lixo. Grupo de Maia prepara nova proposta



Os desgastes contínuos entre o presidente Jair Bolsonaro e o Congresso, sobretudo com a Câmara dos Deputados, na tramitação da proposta de governo para a reforma da Previdência tem um novo capítulo. Desta vez, há o risco da proposta apresentada por Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, ir parar na lata do lixo.

Segundo a Gazeta do Povo, "Um grupo de deputados que inclui o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu apresentar um novo projeto de reforma da Previdência, abandonando o texto enviado em fevereiro pelo governo".

Impasses na tramitação do projeto mais importante para a economia do país teriam levado lideranças da Câmara à adoção de uma proposta alternativa à do governo. Segundo o presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), a decisão já foi tomada em reunião na casa de Rodrigo Maia na noite de quinta-feira. A decisão teria sido tomada por  líderes de partidos do grupo conhecido como Centrão.

O deputado Marcelo Ramos entende que a decisão de apresentar um substitutivo ao projeto enviado pela equipe do ministro Paulo Guedes está relacionada à relação completamente desgastada entre o Legislativo e o governo Bolsonaro. “Este é um governo que desconsidera completamente o Parlamento”, afirmou.

Para o deputado, apresentar um novo projeto é a única chance de a reforma da Previdência ser aprovada. “Essa é uma reforma muito importante para o País, fundamental, e não podemos correr o risco de não ser aprovada porque o deputado antipatiza com o governo Bolsonaro”, afirmou.

Segundo o parlamentar, um projeto a ser definido para ser apresentado ainda será discutido a partir da próxima semana.

“Mas há alguns projetos no Congresso que podem servir de base.” Ele deixou claro, no entanto, que o substitutivo terá de ser apresentado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que é o relator do projeto na Comissão Especial da Previdência"

Há quem entenda que a iniciativa possa até mesmo vir a ser encorajada pelo governo de forma indireta. Bolsonaro já declarou mais de uma vez que não gostaria de tocar uma reforma da Previdência. Por se tratar de uma iniciativa independente, a proposta de tocar a própria reforma blinda o grupo de acusações do governo sobre o tal do toma lá, dá cá. Na prática, ninguém teria que negociar pontos da proposta com Bolsonaro ou com Guedes.

Ao assumir a responsabilidade sobre a iniciativa, Maia e seu grupo poderão arcar com eventuais ônus em relação ao desgaste perante a opinião pública. Por outro lado, o mesmo grupo poderá se capitalizar politicamente, caso a reforma ajude a tirar o País da situação econômica precária observada nos primeiros meses deste ano. Resta saber se o ubstitutivo ao projeto enviado pela equipe do ministro Paulo Guedes será mais ousado em relação ao corte de privilégios de determinados setores.

Com informações da Gazeta do Povo
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"O Sistema vai me matar" diz Bolsonaro ao compartilhar texto sobre dificuldade de governar



O presidente Jair Bolsonaro compartilhou um texto que aborda desafios na administração do país, segundo sua ótica. A mensagem compartilhada em diversos grupos de WhatsApp é de um autor desconhecido, mas o presidente entendeu que o texto retrata sua realidade e as dificuldades que vem enfrentando em sua gestão.

"O Sistema vai me matar", afirmou Bolsonaro ao comentar a mensagem que compartilhou:

"Um texto no mínimo interessante. Para quem se preocupa em se antecipar aos fatos sua leitura é obrigatória. Em Juiz de Fora (06/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: "essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar. Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões.", escreveu o presidente.

Acompanhe abaixo o texto compartilhado pelo presidente:

TEXTO APAVORANTE - LEITURA OBRIGATÓRIA

Alexandre Szn

Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

Bastaram 5 meses de um governo atípico, "sem jeito" com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal "presidencialismo de coalizão", o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.

Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.

Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.

Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.

Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.

Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?

Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.

Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.

Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos "ana(lfabe)listas políticos"?

A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.

O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.

Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.

Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.

Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.

Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.

Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.

A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.

Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores. Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.

O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.

Infelizmente o diagnóstico racional é claro: "Sell".

Autor desconhecido

Ao ser procurado pelo jornal O Estado de S. Paulo para comentar sobre a mensagem, o presidente respondeu por meio do porta-voz: “Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações  pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o país de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!”

As informações são do Estadão
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Polícia Federal está na caça de grupo terrorista que ameaça matar Bolsonaro e dois ministros



O presidente Jair Bolsonaro e integrantes de seu governo sob nova ameaça. Segundo a Veja, a divisão antiterrorismo da Polícia Federal está tentando descobrir a identidade dos integrantes de um grupo extremista que ameaça matar Bolsonaro e dois de seus ministros.

Segundo a publicação, o grupo autointitulado “Sociedade Secreta Silvestre” é um movimento que se diz “eco-terrorista” e “anticristão”. Seus integrantes teriam feito “ameaças a figuras públicas, notadamente ao presidente da República Jair Messias Bolsonaro”, segundo o documento obtido por VEJA.

As ameaças são postadas num site — e vieram à tona quando, em dezembro do ano passado, o grupo disse que poderia promover um atentado na cerimônia de posse presidencial. Na época, a polícia desarmou uma bomba colocada na porta de uma igreja que fica a cerca de 50 quilômetros do Palácio do Planalto.

Recentemente, a “Sociedade Secreta” incendiou dois carros numa das sedes do Ibama, em Brasília. No local, a polícia localizou fragmentos de uma bomba caseira. O grupo assumiu a autoria do atentado e anunciou que o próximo alvo será o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente.

Segundo os investigadores, as condutas dos envolvidos são “extremamente graves, inclusive com a utilização de artefatos explosivos” e representam “atos criminosos”. Confira os detalhes das ameaças ao presidente e aos ministros na reportagem publicada nesta edição de VEJA.
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"Não vão me pegar', diz Bolsonaro sobre investigação contra seu filho Flávio



Durante viagem aos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) reagiu com indignação às investigações que alcançaram seu filho, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e mais de 90 pessoas no entorno do senador.

Bolsonaro disse nesta quinta-feira (16), que as investigações que avançam sobre seu filho para atingi-lo, "fazendo um esculacho" em cima de Flávio para prejudicar o seu governo.

"Façam justiça! Querem me atingir? Venham pra cima de mim! Querem quebrar meu sigilo, eu sei que tem que ter um fato, mas eu abro o meu sigilo. Não vão me pegar", afirmou Bolsonaro, em Dallas, no Texas.

O senador Flavio Bolsonaro caiu numa investigação do Ministério Público Federal por suspeitas de crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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José Dirceu pode ser preso nas próximas horas. TRF-4 determina 'imediato ofício para início do cumprimento da pena' de 8 anos e 10 meses.



O  ex-ministro petista José Dirceu perdeu um recurso julgado na tarde desta quinta-feira (16), pela 5.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no qual o petista pedia prescrição da pena de 8 anos e 10 meses na segunda condenação dele na Lava Jato.

Além de negar por unanimidade o recurso do petista, os membros do Colegiado determinaram  "imediato ofício para início do cumprimento da pena ao juízo de primeiro grau", em Curitiba, no Paraná. Com isso, o ex-ministro pode voltar ser preso. Ele está solto desde junho de 2018 após determinação do STF na primeira condenação.
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Bolsonaro não receberá nenhum prêmio em Dallas, nos EUA, afirma presidente do Conselho local




O presidente do World Affairs Council de Dallas, Jorge Baldor, disse nesta quarta-feira, 15, que o presidente brasileiro não receberá nenhum prêmio durante evento alegado pelas autoridades brasileiras naquela cidade.

"Não convidamos Bolsonaro. Foi ele que se convidou.Também não receberá nenhum prêmio e só vai almoçar com algumas pessoas particularmente. Não iremos", garantiu Jorge Baldor em entrevista publicada na imprensa americana.

Segundo o presidente da entidade, ele e sua organização não tinham nada a ver com um convite ao presidente brasileiro.

Baldor explicou que o Conselho que preside tem um contrato com a cidade de Dallas para receber dignitários estrangeiros, mas que não há um fórum público planejado e que Bolsonaro apenas participará de um almoço privado com particulares.

"Ele não está recebendo um prêmio", disse Baldor, contradizendo relatos anteriores de que Bolsonaro estava vindo a Dallas para receber um prêmio da Câmara Americana de Comércio depois que os locais em Nova York se recusaram a sediar a cerimônia de premiação e o Prefeito de Nova York. Bill De Blasio se recusou a participar de qualquer evento com Bolsonaro.

"O World Affairs Council não fez um convite", disse Baldor. “Eu pessoalmente não fiz um convite. Eu não o quero aqui".

Baldor também classificou as matérias divulgadas na imprensa local de que ele e o Conselho convidaram Bolsonaro para Dallas como "uma maldita mentira". O prefeito Mike Rawlings também confirmou nesta quarta-feira que não comparecerá ao almoço ou a qualquer outro evento envolvendo Bolsonaro. Mais cedo, o prefeito de Dallas havia se recusado a receber ou dar boas vindas ao presidente Brasileiro.

As informações são do Dallas Voice
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Flávio Bolsonaro comprou 19 imóveis por R$ 9 milhões, diz Grupo de Combate à corrupção do MP



A Veja acaba de divulgar o conteúdo sigiloso de um relatório do GAECC (Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção) do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, que aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) comprou 19 imóveis, entre salas e apartamentos, num valor total de 9,425 milhões de reais

Segundo a reportagem, o MP apontou indícios de que o parlamentar tenha utilizado a compra e venda de imóveis para lavar dinheiro. Segundo os promotores, o então deputado estadual lucrou alguns milhões em transações imobiliárias em que há “suspeitas de subfaturamento nas compras e superfaturamento nas vendas”.

"No documento sigiloso, obtido por VEJA, o MP afirma que a suposta fraude pode ter ocorrido para “simular ganhos de capital fictícios” que encobririam “o enriquecimento ilícito decorrente dos desvios de recursos” da Assembleia Legislativa do Rio. A quebra de sigilo foi concedida pelo juiz da 27º Vara Criminal do Rio, Flávio Itabaiana Nicolau" diz a reportagem.

Na ação, o MP afirma ter encontrado elementos que indicam a prática, no gabinete do então deputado, dos crimes de peculato (apropriação, por funcionário público de bens alheios), lavagem de dinheiro e organização criminosa. O parlamentar e outras cerca de 90 pessoas ligadas a ele tiveram a quebra de seus sigilos bancário e fiscal autorizados pela Justiça. Os dados sobre este levantamento ainda permanecem em sigilo. Entre os alvos das investigações, estão várias pessoas contratadas pelo gabinete de Flávio Bolsonaro, como o ex-PM Fabricio Queiroz, Danielle Nóbrega e Raimunda Magalhães. As duas são respectivamente mulher e mãe do Capitão Adriano, apontado pelas autoridades locais como matador de aluguel do Escritório do Crime e foragido.

Leia  a matéria completa na Veja

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