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Venezuela acusa Bolsonaro de agir de forma criminosa durante manifestações contra governo de Maduro



Após o fracasso do movimento liderado pelo autoproclamado presidente Juan Guaidó, o líder venezuelano Nicolás Maduro convocou a população para atos no sábado e domingo, 04 e 05 deste mês, em todo o país. Fortalecido internamente após o levante convocado por seu maior opositor no momento, Maduro sugeriu que a população indique caminhos para a Venezuela, dentro do projeto bolivariano de governo.

Também nesta quarta-feira, 01, a Venezuela acusou o presidente Jair Bolsonaro e outras 11 autoridades internacionais de agir de "forma intervencionista e criminosa" durante o levante convocado por Guaidó.

Em nota aos Estados-membro da ONU (Organização das Nações Unidas), a representação venezuelana na entidade afirmou que "Os eventos não foram nada mais do que uma operação midiática de desestabilização apoiada na cumplicidade imediata de forças externas".

Em discurso para uma multidão em Caracas, Maduro acusou a oposição liderada por Juan Guaidó de tentar iniciar uma guerra civil visando o derramamento de sangue.

"Se tivéssemos mandado tanques para os enfrentar, o que teria acontecido? Um massacre entre venezuelanos", afirmou Maduro.

O líder venezuelano voltou a acusar o governo de Donald Trump de tramar um "golpe de estado" convocando países vizinhos como o Brasil para tomar o poder no país.

"Quem quiser chegar a Miraflores [palácio presidencial] tem que ganhar eleições, esta é a única forma de chegar à presidência venezuelana. Apenas o povo coloca e tira. Não são as armas que colocarão, jamais um presidente fantoche na presidência", disse Maduro.

Com informações da Folha
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Gleisi Hoffmann diz que "É mentira que o PT quebrou o Brasil”, apesar dos 13 milhões de desempregados



Apesar do déficit bilionário nas contas públicas, dos cerca de 13 milhões de desempregados e de centenas de milhares de empresas que fecharam as portas durante os governos da ex-presidente Dilma Rousseff, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou esta semana que "É mentira que o PT quebrou o Brasil”.

A deputada Federal fez a afirmação em um vídeo publicado em seu canal no YouTube. Confira e veja se concorda, apesar de todas as evidências de que a passagem do PT pelo governo do Brasil deixou de fato um rastro de destruição e corrupção.


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A pedido da PGR, Fachin arquiva inquérito contra Rodrigo Maia e Renan Calheiros



A onda de delações premiadas da Lava Jato pode ter causado estragos enormes na imagem de vários políticos, mas ao que tudo indica, boa parte delas não pode ser comprovada. Entre os alvos de delações que repercutiram na imprensa com relativa frequência, estão o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ambos reeleitos nas últimas eleições.

No início desta semana, o ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), atendeu a um pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e determinou o arquivamento da parte de um inquérito que apurava supostos pagamentos de propina da Odebrecht a Maia e Renan.

O inquérito foi aberto em 2017, com base na delação da Odebrecht, para investigar pagamentos em troca da aprovação de três medidas provisórias pelo Congresso, entre 2009 e 2013 (as MPs de números 470, 472 e 613). A PGR afirmou em manifestação ao STF que não foram encontradas provas capazes de sustentar uma ação penal contra os dois parlamentares. 
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Lula fora da política. Condenado só poderia disputar eleição em 2035, com quase 90 anos



Por mais que insista em se afirmar como uma alternativa para o país, o ex-presidente Lula parece não ter qualquer chance de voltar a disputar uma eleição. O petista teve suas condenações mantidas no julgamento de um recurso na terça-feira (23) no STJ (Superior Tribunal de Justiça). Embora tenha reduzido a pena imposta ao petista pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região para 8 anos e 10 meses, o STJ reconheceu as condenações pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP)

Na prática, o STJ confirmou os requisitos que permitiram o enquadramento de Lula na Lei da Ficha Limpa. Com base no resultado do julgamento do STJ, Lula só poderá se candidatar a partir de 2035, quando terá 89 anos.

Segundo a Lei da Ficha Limpa, ficam inelegíveis políticos condenados em decisão transitada em julgado ou por órgão colegiado "desde a condenação até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena" por uma lista de crimes que inclui lavagem de dinheiro. No caso de Lula, o petista só poderá disputar eleições oito anos após o fim da pena, já após a redução para 8 anos e 10 meses de prisão. Lula poderá sair da cadeia antes disso, mas em regime especial. A progressão do cumprimento da pena não significa a extinção da mesma.

Lula nasceu em 27 de outubro de 1945. Tem 73 anos. Some-se a sua idade 8 anos e dez meses da condenação do caso do triplex, mais 8 anos de perda dos direitos políticos por conta da Lei da Ficha Limpa, contados após o cumprimento da pena. Isto, considerando apenas a condenação relativa ao caso do triplex do Guarujá. O petista ainda figura como réu em outras seis ações penais, nas quais também responde por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
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Moro vai deixar ministério da Justiça se projeto anticrime for mutilado, diz jornalista



O jornalista Augusto Nunes afirmou em matéria publicada nesta quarta-feira, na Veja, que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, é um homem muito honrado para permanecer no cargo, caso seu projeto de Lei anticrime "sofrer lesões profundas durante os trabalhos de parto".

"Conheço suficientemente Sergio Moro para afirmar que ele deixará o ministério se o projeto que concebeu sofrer lesões profundas durante os trabalhos de parto. Tampouco será silenciado pela oferta de uma vaga no Supremo. Pouquíssimos habitantes do mundo político brasileiro acreditam na existência de homens honrados. Moro provará que a espécie não foi extinta".

Augusto Nunes lembra que Moro vem enfrentando resistências na Câmara dos Deputados e no Senado e que o ministro da Justiça já percebeu que "está lidando com um bando também ansioso por desidratar o projeto". Está em curso ainda uma tentativa de tirar de Moro o comando do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ─ órgão essencial para eficácia no combate aos crimes de lavagem de dinheiro ligados a corrupção.

Confira a coluna de Augusto Nunes na Veja
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Rodrigo Maia corrige Bolsonaro em público, após presidente afirmar que cabe exclusivamente a ele tomar decisões sobre Venezuela



O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, veio a público por meio de seu perfil no Twitter para corrigir uma declaração pouco clara do presidente Jair Bolsonaro sobre a possibilidade de intervenção do Brasil na crise da Venezuela.

Bolsonaro afirmou em seu perfil no Twitter que cabe exclusivamente a ele, ouvindo o Conselho de Defesa Nacional, tomar qualquer decisão em relação ao país vizinho. Cerca de uma hora depois, Maia também foi a Twitter para lembrar que a Constituição Federal determina competência exclusiva do Congresso Nacional autorizar uma declaração de guerra pelo Presidente da República.




Mais cedo, o vice-presidente Hamilton Mourão também descartou qualquer possibilidade do Brasil intervir militarmente na Venezuela. O levante convocado pelo autoproclamado presidente interino Juan Guaidó fracassou ao final da tarde desta terça-feira, 30.

O opositor do regime de Maduro, Leopoldo López se refugia com a família na embaixada do Chile em Caracas. López ajudou Guaidó no levante popular frustrado. Ele cumpria prisão domiciliar após ter sido considerado culpado por incitar a violência durante protestos contra o governo em 2014
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Eduardo Bolsonaro vai para a fronteira do Brasil com Venezuela



Logo que surgiram as notícias sobre as manifestações na Venezuela nas primeiras horas da manhã desta terça-feira, 30, circulou a notícia de que o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) havia partido para a cidade de Pacaraima (RR) para avaliar o clima no país vizinho após o avanço das forças de oposição ao regime do ditador Nicolás Maduro. Até o momento, o presidente Jair Bolsonaro, que se encontra reunido com militares para avaliar a situação, não emitiu nenhum comunicado oficial.

Mais cedo, o autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó precisou convencer o líder da oposição ao governo Maduro, Leopoldo López a deixar a prisão domiciliar para ampliar base de apoio para nova tentativa de derrubar o governo, mas número de apoiadores ainda parece pequeno. Maduro parece apostar no fracasso da iniciativa evitando confronto e derramamento de sangue. Apesar do feriado, adesão a coluna de Guaidó ainda é tímida

A nova iniciativa de Gauidó, que conta com o apoio de parte dos militares venezuelanos, já foi efetivamente colocada em prática e não há mais volta. As primeiras horas serão decisivas para esta nova tentativa de derrubar Maduro, que até o momento, tem evitado confrontar opositores nas ruas.

O desfecho desta nova crise no país vizinho pode ser crítico, caso os militares que apoiam Guaidó resolvam partir para o confronto com os militares que ainda apoiam Maduro. Neste caso, o derramamento de sangue de civis e de apoiadores dos dois lados seria inevitável.
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O inimigo ainda é o PT, alertam militares. Liberdade de Lula pode ressuscitar a esquerda



O jornalista Alberto Bombig publicou em sua coluna no Estadão a informação de que os militares teriam feito alertas sobre a possibilidade do ex-presidente Lula conseguir se livrar do cárcere e voltar a comandar a articulação da esquerda no Brasil. Segundo a matéria "militares fazem alerta: o inimigo ainda é o PT", a volta de Lula ao cenário político tem incomodado setores no governo:

"A possibilidade de Lula obter o benefício de uma prisão mais branda neste ano reacendeu um alerta na caserna. Militares de alta patente temem que, com liberdade para articular e receber visitas, o ex-presidente invista na criação de um novo “poste” para futuras eleições. O receio aumenta conforme os núcleos de poder da gestão Jair Bolsonaro se digladiam e a avaliação do governo dá sinais de estar em viés de baixa. Por isso, a ordem entre os militares é evitar disputas estéreis e se lembrar sempre de quem é o inimigo comum: a esquerda e o PT", diz a matéria.

As informações são do Estadão
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Gilmar Mendes defende criação de uma nova Lei de Abuso de Autoridade



Há tempos membros do Congresso defendem a criação de uma nova Lei contra o abuso de autoridades. Os anseios neste sentido ganharam novos defensores, na medida em que começavam a surgir suspeitas de que procuradores, juízes e até mesmo setores da Polícia Federal teriam feito uso político de seus cargos para defender interesses corporativos, como aumentos salariais e manutenção de privilégios, como o auxílio-moradia.

De fato, o uso de atribuições para a obtenção privilégios ou garantia de interesses pode representar uma ameça não apenas contra os eventuais alvos, como também contra os interesses da sociedade. Se políticos ou servidores públicos se sentirem intimidados por uma escalada do judicialismo e do Estado policialesco, as chances de determinadas categorias conseguirem assegurar seus interesses através da imposição do medo de uso do poder atribuído pelo próprio Estado são enormes.

Surpreendentemente, uma das figuras que há tempos defende a criação de uma nova Lei contra o Abuso de Autoridade vem do próprio Judiciário. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, defendeu a criação de uma nova Lei para punir investigadores que, segundo ele, ‘vazam, precipitam’ a divulgação de informações sobre operações em andamento.

Segundo o Estadão, o ministro falou sobre o assunto durante uma entrevista ao programa ‘Conversas ao Sul’, da RTP (Rádio e Televisão de Portugal), na qual teria destacado a importância de ‘chamar os investigadores à responsabilidade’. Ele alertou, ainda, para as fake news. “Também os tribunais estão sendo julgados e, às vezes, condenados. Muitos colegas ficam bastante assustados, eu diria até amedrontados.”

“Já defendo isso há quase dez anos, uma nova Lei de Abuso de Autoridade, com sanções para quem faz isso, delegado que vaza, o investigador que vaza, que precipita (a divulgação de dados). Isso se tornou um espetáculo”, afirmou o ministro.

Segundo Gilmar Mendes, o Brasil ‘vive hoje um momento delicado’ e que ‘há uma má prática dos órgãos de investigação, de vazarem logo informação, de definirem logo os culpados, antes que haja um juízo seguro’.



“Devemos ter muito cuidado. Acho que há até uma técnica, uma certa intenção, senão um dolo, que é de buscar um certo apoio da opinião pública para que se defina rapidamente aquele quadro. Acho que há um propósito nesse sentido e isso é errado”, declarou.

“Temos hoje, após uma busca e apreensão, temos entrevista dada pelo delegado e por um procurador e que fazem imputações às vezes definitivas”, relatou.

O ministro queixou-se, ainda, das fake news – alvo de investigação em inquérito do Supremo.

Ele alertou para ‘a possibilidade de manipulação’ das informações e disse que ‘todos estão desafiados a tentar regular essa nova situação das redes sociais com suas influências, uma nova tecnologia’.

‘O debate é mais atual do que nunca nesse mundo bastante confuso que estamos vivendo. Esse mundo novo das redes sociais com as influências que isso tem, a tecnologia e toda essa possibilidade de manipulação. Acho que é um aprendizado para todos nós, estamos muito desafiados a tentar regular essa nova situação. O mundo do Direito está desafiado a tentar regular essa nova situação.”

Segundo Gilmar, ‘também os tribunais estão sendo julgados e, às vezes, condenados’.

“Muitos colegas ficam bastante assustados, eu diria até amedrontados com efeito dessa multidão que grita e que pode estar atrás de um sujeito com um robô que multiplica isso. Nosso sistema de defesa está muito prejudicado”, afirmou.

O ministro advertiu para as fake news. “Nós devemos estar bastante conscientes de que a nossa função de órgão contramajoritário deve ser enfatizado. Devemos julgar com base nas provas dos autos e não com base nesses alaridos, agora não das ruas, mas das redes sociais.”

Com informações do Estadão
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Bolsonaro responde crítica de Lula: "Pelo menos não é um bando de cachaceiros, né?



Em resposta à críticas do ex-presidente Lula em entrevista concedida na prisão, que falou na sexta-feira que Brasil é governado atualmente por um “bando de malucos”, o presidente Jair Bolsonaro declarou neste sábado, 27, que "pelo menos ( o país não é governado) por um bando de cachaceiros, né?”, comparou o presidente.

Lula conseguiu o direito de conceder uma entrevista coletiva na cadeia por decisão do Supremo Tribunal Federal e falou com jornalistas da Folha e El País na sexta. Na ocasião, Lula atacou o governo, criticou o presidente, o ministro da Justiça, Sérgio Moro. Bolsonaro resolveu respondes os ataques proferidos pelo petista a partir da prisão em Curitiba:

“Olha eu acho que o Lula, primeiro, não deveria falar. Falou besteira. Maluco? Quem era o time dele?”, indagou Bolsonaro, completando em seguida, dizendo que “Grande parte está preso ou está sendo processado. Tinha um plano de poder onde, nos finalmentes, nos roubaria a nossa liberdade, ok?. Eu acho um equívoco, um erro da Justiça ter dado direito a dar uma entrevista. Presidiário tem que cumprir sua pena.”
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Fizeram bebê fumar maconha e foram em cana



O grupo responsável por cenas chocantes em que uma mulher fazia uma criança de cerca de um ano fumar maconha foi detido por volta das 13h30 desta quinta-feira (25), em São Miguel Paulista (zona leste). O grupo, aparentemente de uma mesma família, chegou a publicar um vídeo na internet, no qual riam enquanto faziam a criança fumar maconha.  Entre os detidos estão a mãe da criança, de 22 anos, além de três tios do bebê, sendo dois menores de idade.

As prisões ocorreram após a equipe de investigações do 101º DP (Jardim da Imbuias) ter acesso às imagens, feitas por um celular, no último dia 22. Segundo boletim de ocorrência, policiais localizaram a jovem que oferece a droga ao bebê logo após terem tido aceso às imagens chocantes. A mãe da menor foi comunicada sobre o fato e a levou até o Grajaú (zona sul) em um local combinado com a polícia.

A jovem, que é tia das crianças, confessou ter oferecido a droga e indicou o endereço da mãe, em São Miguel Paulista. “[A adolescente disse] que esta não era a primeira vez que o fato ocorre, pois é de costume os tios também fornecerem maconha e obrigam as crianças a fumarem”, diz trecho do boletim de ocorrência.

Na casa da mãe do bebê, policiais encontraram 50 trouxas de maconha. “Em relação às filmagens, [a mãe das crianças] alegou que estava no local, viu o acontecido, mas negou participação no oferecimento da maconha para as crianças”, acrescenta o documento policial.

As crianças, segundo a polícia, foram encaminhadas ao Instituto Médico Legal, para terem o estado de saúde verificado. Foram acompanhadas pelo Conselho Tutelar, além do pai, que ficou responsável pela guarda dos menores. A mãe foi indicada por tráfico de drogas. Não foram dadas informações sobre o encaminhamento dos outros detidos.

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Santos Cruz bate de frente com Bolsonaro após proibição de comercial do Banco do Brasil



O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ministro da Secretaria de Governo, órgão responsável pela Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), resolveu bater de frente com o presidente Jair Bolsonaro após a proibição de um comercial do Banco do Brasil. Além da suspensão da publicidade do banco, que é uma empresa de economia mista, o Palácio do Planalto havia determinado que todo o material de propaganda da administração pública, incluindo o das estatais, passasse por análise prévia da pasta.

Logo em seguida, no mesmo dia, o general Santos Cruz emitiu nota dizendo que a medida fere a Lei das Estatais, “pois não cabe à administração direta intervir no conteúdo da publicidade estritamente mercadológica das empresas estatais”.  O general emitiu nota dizendo que a medida fere a Lei das Estatais, “pois não cabe à administração direta intervir no conteúdo da publicidade estritamente mercadológica das empresas estatais”.

Estrelado por atores jovens, a peça foi encomendada pelo presidente do BB, Rubem Novaes, à agência WMcCann, uma das maiores do mundo, e teria custado R$ 17 milhões. A peça tinha como alvo o público jovem, disputado pelas Fintechs,  empresas Startups que atuam no sistema financeiro com custos operacionais muito menores que os das instituições tradicionais do setor.

O general disse ao  O Globo que a decisão da Secretaria de Comunicação do Planalto de interferir na publicidade de estatais “não tem validade” porque fere normas do próprio governo.

“Não observou estritamente o que diz na legislação, não tem validade”, ratificou o general.

Segundo o Estadão, "O caso expõe o confronto entre o novo chefe da Secom, Fábio Wajngarten, e Santos Cruz. O empresário, que assumiu a secretaria há duas semanas, é próximo do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, e sua nomeação foi comemorada nas redes sociais pelo escritor Olavo de Carvalho, guru do bolsonarismo"
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Entidades de filosofia e ciências sociais se referem a Bolsonaro como 'ignorante'



As manifestações recentes do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e sobre cortes de investimentos em cursos superiores de filosofia e ciências sociais provocaram a ira de entidades ligadas às duas áreas das ciências humanas.

Associações ligadas outras entidades que representam setores da educação divulgaram na tarde desta sexta-feira, 26, uma nota na qual se referem ao presidente Bolsonaro como 'ignorante', algo que poderia ser tolerado em alguns casos, mas não em ocupantes de "funções públicas tão importantes".

Mais cedo, Bolsonaro  defendeu descentralizar os investimentos para os cursos de filosofia e sociologia no país. A iniciativa é uma das bandeiras de seu ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Leia abaixo a nota na íntegra:


“A Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia (ANPOF) e associações abaixo mencionadas repudiam veementemente as falas recentes do atual presidente da república e de seu ministro da educação sobre o ensino e a pesquisa na área de humanidades, especificamente em filosofia e sociologia.

As declarações do ministro e do presidente revelam ignorância sobre os estudos na área, sobre sua relevância, seus custos, seu público e ainda sobre a natureza da universidade. Esta ignorância, relevável no público em geral, é inadmissível em pessoas que ocupam por um tempo determinado funções públicas tão importantes para a formação escolar e universitária, para a pesquisa acadêmica em geral e para o futuro de nosso país.

O ministro Abraham Weintraub afirmou que retirará recursos das faculdades de Filosofia e de Sociologia, que seriam cursos “para pessoas já muito ricas, de elite”, para investir “em faculdades que geram retorno de fato: enfermagem, veterinária, engenharia e medicina”. O ministro apoia sua declaração na informação de que o Japão estaria fazendo um movimento desta natureza.

De fato, em junho de 2015 o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão enviou carta às universidades japonesas recomendando que fossem priorizadas áreas estratégicas e que fossem cortados investimentos nas áreas de humanidades e ciências sociais.

Após forte reação das principais universidades do país, incluindo as de Tóquio e de Kyoto (as únicas do país entre as cem melhores do mundo), e também da Keidanren (a Federação das Indústrias do Japão) – que defendeu que “estudantes universitários devem adquirir um entendimento especializado no seu campo de conhecimento e, de forma igualmente importante, cultivar um entendimento da diversidade social e cultural através de aprendizados e experiências de diferentes tipos” – o governo recuou e afirmou que foi mal interpretado.

A proposta foi inteiramente abandonada quando o ministro da educação teve de renunciar ao cargo, ainda em 2015, por suspeita de corrupção. Da forma como o ministro Abraham Weintrab apresenta o caso trata-se, portanto, de uma notícia falsa.

O ministro foi seguido pelo presidente, que mencionou que o governo “descentralizará investimentos em faculdades de filosofia”, sem especificar o que isto significaria, mas deixando claro que se trata de abandonar o suporte público a cursos da área de humanidades, nomeadamente os de Filosofia e de Sociologia. O presidente indica que investimentos nestes cursos são um desrespeito ao dinheiro do contribuinte e, ao contrário do que pensa a Federação das Indústrias do Japão, afirma que a função da formação é ensinar a ler, escrever, fazer conta e aprender um ofício que gere renda.

O ministro e o presidente ignoram a natureza dos conhecimentos da área de humanidades e exibem uma visão tacanha de formação ao supor que enfermeiros, médicos veterinários, engenheiros e médicos não tenham de aprender sobre seu próprio contexto social nem sobre ética, por exemplo, para tomar decisões adequadas e moralmente justificadas em seu campo de atuação. Ignoram que os estudantes das universidades públicas, e principalmente na área de humanidades, são predominantemente provenientes das camadas de mais baixa renda da população. Ignoram, por fim, a autonomia universitária, garantida constitucionalmente, quando sugerem o fechamento arbitrário de cursos de graduação.

Uma das maiores contribuições dos cursos de humanidades é justamente o combate sistemático a visões tacanhas da realidade, provocando para a reflexão e para a pluralidade de perspectivas, indispensáveis ao desenvolvimento cultural e social e à construção de sociedades mais justas e criativas.

Seguiremos combatendo diuturnamente os ataques à universidade pública e aos cursos de humanidades movidos pelo ressentimento, pela ignorância e pelo obscurantismo, também porque julgamos que esta é uma contribuição maiúscula da área de humanidades para o melhoramento da sociedade à nossa volta.

Assinam a nota:

Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)”
Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais (ABECS)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (ANPEGE)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR)
Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE)
Sociedade Brasileira de História da Educação (SBHE)
Sociedade Brasileira de História da Ciência (SBHC)
Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd)
Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE)

União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura (Ulepicc-Brasil)
Associação Nacional de História  (ANPUH)
Centro de Investigaciones Filosóficas (CIF/Argentina)
Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP)
Fórum Nacional de Diretores de Faculdades, Centros de Educação ou Equivalentes das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR) 
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Lula debocha de Sérgio Moro e elogia Hamilton Mourão em entrevista na prisão



Durante cerca de duas horas e dez minutos de entrevista concedida na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba nesta sexta-feria, 26, o ex-presidente falou fez críticas ao governo Bolsonaro, mencionou a suposta relação dos filhos do presidente com milicianos e debochou do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

"Sempre riram de mim porque eu falava 'menas'. Agora, o Moro falar 'conje' é uma vergonha", ironiza Lula em entrevista na cadeia. O petista se referia à entrevista concedida por Moro ao programa Conversa com Bial, da Rede Globo, no dia 9/4. Na ocasião, Moro se referiu ao fato de não interferir nas postagens de sua mulher em redes sociais e usou a palavra “cônjuge” corretamente.  Pedro Bial aproveitou a deixa e perguntou sobre o tropeço na pronúncia desta mesma palavra semana passada, numa audiência pública na Câmara dos Deputados. Na ocasião, Moro disse “conje” duas vezes.

Segundo a matéria publicada na Folha, Lula "Disse que acompanha a briga de Bolsonaro com o vice-presidente, o general Hamilton Mourão. Mas afirmou que era "grato" ao general "pelo que ele fez na morte do meu neto [defender que ele fosse ao velório], ao contrário do filho do Bolsonaro [Eduardo]", que afirmou no Twitter que Lula queria se vitimar com a morte do menino."
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Lula ataca Bolsonaro e Sérgio Moro em entrevista na cadeia e diz que o Brasil é governado por um bando de maluco



Durante entrevista concedida na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, nesta sexta-feira, 26, o ex-presidente Lula proferiu duros ataques contra o governo do presidente Jair Bolsonaro. Segundo trechos liberados pela Folha, Lula se referiu aos integrantes do governo como "bando de maluco".

“Sempre riram de mim porque eu falava ‘menas’. Agora, o Moro falar ‘conje’ é uma vergonha”, afirmou.Lula disse também acreditar que “Moro não sobrevive na política”.

Já sobre o presidente Jair Bolsonaro, não foi tão taxativo. Apesar de várias críticas, afirmou que “ou ele constrói um partido sólido, ou não perdura”.

Lula disse que a elite brasileira deveria fazer uma autocrítica depois da eleição de Bolsonaro.”Vamos fazer uma autocrítica geral nesse país. O que não pode é esse país estar governado por esse bando de maluco que governa o país. O país não merece isso e sobretudo o povo não merece isso”, afirma. (…)

Imagine se os milicianos do Bolsonaro fossem amigos da minha família?”, questionou, referindo-se ao fato de o filho do presidente, Flávio Bolsonaro, ter empregado familiares de um miliciano foragido da Justiça em seu gabinete quando era deputado estadual pelo Rio.

O ex-presidente chorou quando falou da morte do neto Artur, de 7 anos, vítima de uma bactéria, há um mês: “Eu às vezes penso que seria tão mais fácil que ele tivesse morrido. Eu já vivi 73 anos, poderia morrer e deixar o meu neto viver”

Lula disse ainda que, se sair da prisão, quer “conversar com os militares” para entender “por que esse ódio ao PT” já que seu governo teria recuperado o orçamento das Forças Armadas. (…)

Com informações da Folha
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