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Bolsonaro diz que topa conversar com Nicolás Maduro, caso ditador venezuelano concorde



Durante café com jornalistas na manhã desta quinta-feira, 28, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que toparia conversar com Nicolás Maduro, caso o ditador venezuelano quiser. Segundo informou o jornalista Heraldo Pereira, da TV Globo, Bolsonaro disse que se o presidente americano Donald Trump pode se reunir com o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, não há nada que o impeça de se reunir com Maduro para tratar de um eventual  processo de redemocratização da Venezuela.

Ainda de acordo com o jornalista Heraldo Pereira, Bolsonaro disse que negociaria com Maduro possibilidade de convocação de eleições livres, com observação internacional e participação ampla da oposição. A fala de Bolsonaro ocorreu poucas horas antes da coletiva que deu ao lado do autoproclamado presidente venezuelano Juan Gauidó, que chegou ao Brasil na noite anterior em um avião da força aérea da Colômbia. Guadó falou por poucos minutos e repetiu temas que havia abordado em pronunciamentos anteriores feitos na Colômbia por ocasião da tentativa frustrada de internalizar ajuda humanitária americana na Venezuela.

O presidente Jair Bolsonaro saudou Gaudó se referindo a ele como presidente encarregado da Venezuela. O termo encarregado se deve ao fato de Guaidó ter se autoproclamado presidente com a missão de convocar eleições diretas na Venezuela. Bolsonaro falou por cerca de dois minutos, afirmando que o Brasil está disposto a ajudar o país vizinho a buscar o melhor caminho. 
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PF diz que Rodrigo Maia recebeu R$ 1 milhão da OAS. OAS diz que deu R$ 50 mil. Maia diz que não pegou nada



Em matéria publicada na imprensa no início de fevereiro de 2017, a Polícia Federal anunciava a conclusão de um inquérito que apontava que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), teria recebido cerca de R$ 1 milhão da empreiteira OAS. Segundo a PF, diz Maia prestou 'favores políticos' e defendeu interesses da OAS no Congresso. (Leia aqui a matéria)

Esta semana, a imprensa noticia que  o delator da OAS, Adriano Santana, afirmou que houve um acerto da empreiteira com Maia para o repasse de R$ 250 mil, via caixa dois, mas diz que apenas R$ 50 mil teriam sido efetivamente pagos.  (Leia aqui a matéria)

Já o presidente da Câmara afirma que nunca recebeu vantagem indevida para votar projetos e que todos os recursos que recebeu forma por vias legais, devidamente contabilizados por suas campanhas.

Na prática, o que se percebe é que há muito disse me disse circulando na imprensa por conta da divulgação de investigações inconclusivas, vazias de provas e que não contribuem em nada para o clima político do país. Se a PF conclui um inquérito, o mínimo que se espera é que apresente provas robustas e inquestionáveis sob o ponto de vista legal. A população espera que a Justiça seja feita, mas também espera que injustiças sejam evitadas por parte das instituições do país.

Maia é o responsável por conduzir reformas importantes na Câmara dos Deputados, como a da Previdência, que afeta interesses poderosos no serviço público. A sociedade testemunhou uma avalanche de denúncias contra políticos, inclusive contra o ex-presidente da República, Michel Temer, durante a tentativa de aprovar a última reforma da Previdência, e até hoje, nenhum processo foi concluído. Em plena eleição no ano passado, vários candidatos foram alvos de denúncias que já haviam sido engavetadas e alguns dos políticos denunciados durante o período eleitoral estão agora sendo inocentados de acusações que definitivamente interferiram nas eleições. Diante de todo este disse me disse por parte de autoridades que deveriam trazer segurança jurídica e zelo com o processo Democrático, é impossível não considerar a possibilidade de uso das instituições com base em interesses espúrios. Quando o acusado é inocentado, fica a sensação de que pode ter havido tentativas deliberadas de destruir a reputação de agentes públicos.

Em outros casos, acordos de delação escandalosos permitiram que criminosos confessos conseguissem a liberdade, fatos que ampliaram a sensação da sociedade de que, em vários momentos da história recente do país, prevaleceu a impunidade. 
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Membros do MST atacam carro com ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro - Vídeo



O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, passou por apuros na manhã desta quarta-feira, 27, quado o veículo em que se encontrava foi atacado por integrantes do MST e PCO em Porto Seguro (BA). Segundo relatou Salles, mais pessoas foram agredidas e viaturas oficiais do ministério foram depredadas.

O próprio ministro denunciou a agressão por meio de seu perfil no Twitter:


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Nos EUA, empregado de loja de tênis compra carro igual ao do dono de loja de tênis no Brasil. Aqui, empregado não pode comprar nem o tênis que vende



Há anos se fala que o salário mínimo no Brasil não pode subir muito por conta do peso que qualquer reajuste costuma ter sobre a Previdência. Na ponta do lápis, os governos contabilizam cada centavo para ver até onde é possível reajustar o mínimo, de modo a não 'pesar' no que terá que pagar aos aposentados do INSS. Esta é a justificativa para reajustes mínimos do salário mínimo.

O curioso é que o Governo, seja ele qual for, nunca faz a mesma conta na hora de reajustar os altíssimos salários da elite do serviço público no Judiciário, Executivo e Legislativo, sendo que todos também estão 'misturados' no mesmo sistema previdenciário. Aqui, o pau que bate em Chico está na mão do Francisco.

A elite do serviço público, incluindo filhas e viúvas de militares, de juízes, procuradores que recebem benefícios até 30 vezes maior que o trabalhador comum, é responsável por maior parte do rombo na Previdência. Quase 70% dos trabalhadores da iniciativa privada recebem apenas um salário mínimo.

Foi esta mesma elite a responsável pela sabotagem da proposta de reforma apresenta Nos EUA, empregado de loja de tênis compra carro igual ao do dono de loja de tênis no Brasil. Aqui, empregado não pode comprar nem o tênis que vende da pelo governo anterior, que previa teto único e democrático para todos os brasileiros. Segundo a proposta, "todos os trabalhadores, sejam do poder público ou da iniciativa privada, poderão se aposentar pelo teto do RGPS. Foi a forma encontrada pelo governo para limitar as aposentadorias de alto valor" Por esta proposta, todo brasileiro receberia o teto de cerca de R$ 5.800,00. Leia a proposta anterior AQUI

Não importa com quanto o trabalhador brasileiro contribua durante toda a vida. Ele nunca vai receber um benefício acima deste teto. Se tiver sorte, ficará no mesmo patamar da maioria dos aposentados no INSS, que recebem benefícios abaixo de R$ 2 mil.  Pela nova proposta de reforma da Previdência, o membro da elite do serviço público, que recebe acima de R$ 39 mil, continuarão se aposentando com benefício até 30 vezes maior que o cidadão comum. Isto significa que a sociedade continuará bancando o rombo causado no sistema previdenciário pela elite de servidores do Brasil. Graças ao apetite insaciável do 1% mais rico, não apenas o reajuste decente do salário mínimo permanece inviabilizado, como também a redução de impostos que escraviza o trabalhador. Na proporção ingrata, quem recebe menos, continuará pagando mais impostos.

Graças a esta fórmula perversa de transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos, o salário mínimo do Brasil continuará a ser mínimo durante décadas, enquanto a elite de servidores continuará fazendo a alegria de construtoras, grifes, restaurantes finos, hotéis de luxo ao redor do mundo, joalherias e outros segmentos de consumo fora do alcance da massa que movimenta a economia do país. 200 milhões de brasileiros continuam a ser tratados como cidadãos de 2.ª classe pela nova proposta de reforma da Previdência. Vão continuar alegando que não será possível promover um reajuste do mínimo digno do esforço quem sai ainda de madrugada de casa, pega trens lotados, trabalha feito escravo de sol a sol, para movimentar a economia do país.

Nos Estados Unidos e outros países que tratam seus cidadãos de forma igualitária, um empregado de uma loja de tênis consegue comprar, além de uma casa digna, um carro similar ao do dono de uma loja de tênis no Brasil. Aqui, na maioria dos casos, um empregado de uma loja de tênis não conseguem nem comprar alguns produtos que vende. Com uma população de cerca de 320 milhões de habitantes, há nos Estados Unidos cerca de 280 milhões de veículos registrados. Há praticamente um carro para cada cidadão, apenas considerando um bem de consumo de valor elevado. Com uma população de cerca de 2010 milhões, o Brasil tem uma frota de cerca de 40 milhões de veículos.

Além de receber um salário miserável, ainda perde metade dele nos impostos embutidos nos produtos que consome. Não apenas o trabalhador formal, como também o catador de latinhas, o pedinte, qualquer cidadão brasileiro trabalha metade do ano apenas para pagar impostos. Qualquer cidadão que entra em uma loja com R$ 100,00, sai de lá com menos de R$ 50 em produtos. Tudo para bancar a elite que manda no país desde a sua fundação. Pelo visto, vai continuar assim muitos e muitos anos. Não é só o STF que é vergonha nacional. Tudo no Brasil é uma vergonha. A forma com que o Estado continua tratando seu cidadão é uma vergonha. Despidos de sua dignidade e do direito de consumir até mesmo o essencial, em muitos casos, milhões de brasileiros tratados como cidadãos de 2.ª classe estão condenados à servidão eterna em favor das elites de sempre. No Brasil, só se imita os Estados Unidos em campanhas eleitorais. Passada a eleição, tudo volta a ser como sempre foi.
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Procurador do DF pede a PGR abertura de inquérito contra Bolsonaro



O caso do ex-assessor do senador Flavio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, pode respingar no presidente Jair Bolsonaro. O ex-PM é pai de Nathalia Queiroz, pivô de uma ação proposta pelo procurador da República do Distrito Federal Carlos Henrique Martins Lima à Procuradoria Geral da República. Bolsonaro figura na peça por suspeita do crime de peculato (desvio de dinheiro público) e de improbidade administrativa.

Nathália Queiroz foi assessora parlamentar lotada no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro entre 2007 e 2016. A filha do ex-PM tinha registro de frequência integral no gabinete da Câmara dos Deputados. O problema é que Nathalia trabalhou durante o mesmo período, em horário comercial, como personal trainer no Rio de Janeiro. Após o escândalo, a filha do ex-PM deletou todas as suas contas em redes sociais. Várias postagens sugeriam que a ex-assessora de Bolsonaro era apenas uma funcionária fantasma.

Bolsonaro já é alvo de outra denúncia na PGR no caso que ficou conhecido nacionalmente comoo o escândalo da Val do Açaí, no qual surgiu a suspeita de uso verba da Câmara dos Deputados para empregar uma vizinha dele em um distrito a 50 km do centro de Angra Dos Reis (RJ). Walderice Santos da Conceição, 49, que aparecia desde 2003 como um dos 14 funcionários do gabinete parlamentar de Bolsonaro, em Brasília, pediu demissão após o escândalo.

Segundo o procurador, a nova representação envolvendo a filha do ex-PM Fabrício Queiroz pode ou não ser apurado junto com uma suspeita de irregularidades em relação à Val do Açaí, que está sob análise da PGR. Caberá à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, decidir se pede ou não abertura de inquérito para investigar Jair Bolsonaro.

Segundo o G1, "Carlos Lima apontou na representação que um presidente não pode responder por fatos anteriores ao mandato, mas caberá à Raquel Dodge analisar a questão, uma vez que precedentes indicam que pode haver investigação, sem que uma ação penal seja aberta enquanto o presidente permanecer no cargo.

O procurador destacou também que a Constituição não fala sobre a possibilidade de responder por improbidade, embora o Supremo já tenha definido que a imunidade vale apenas para crimes comuns.

"Tem-se, portanto, que nada impede que o Presidente da República seja investigado e responsabilizado na esfera cível e, na esfera penal, veja a investigação por tais atos ter regular andamento, entendimento partilhado pela atual Procuradora-Geral da República. A imunidade restringe-se à ação penal e respectiva responsabilização por atos estranhos ao seu exercício, no curso do mandato", afirmou Carlos Lima.

O procurador da República disse ainda que, embora não haja foro para crimes de improbidade, é preciso aguardar uma posição sobre a suspeita na área criminal "para evitar que o desfecho de uma seara - ao menos ao cabo da investigação - possa estar em claro conflito com o encaminhamento a ser dado na esfera cível".

Ele pediu ficar suspenso o prazo da prescrição para que a suspeita de improbidade seja analisada posteriormente à questão criminal".

As informações são do G1
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Senado aprova voos em classe superior com passagem até 7 vezes mais cara para parlamentares e servidores



O novo Congresso está comprovando que a classe política pretende continuar sapateando na cara do povo. A aprovação, em uma canetada, de uma medida que permitirá que centenas de membros da casa façam viagens internacionais na classe executiva, que tem bilhete até 7 vezes mais cara que o permitido até então, na classe econômica, é mais um tapa na cara da sociedade.

 81 senadores da Casa como também os consultores-gerais, secretários, diretores, advogado-geral e diretora-geral da Mesa têm permissão de voar para fora do Brasil em cabines confortáveis, com direito a bebidas e comidas diferenciadas, além de outros mimos.

 Quer viajar de classe executiva? Prepare-se para gastar: o valor do bilhete chega a custar 7,5 vezes mais do que uma passagem em classe econômica.

Para se ter uma ideia, um voo da American entre Guarulhos e Nova York custava em média R$ 1.550 na classe econômica e R$ 11.595 na executiva. O negócio é muito lucrativo para as companhias aéreas, que fazem lobby em vários países do mundo no sentido de ampliar a clientela junto a classe política. Muitas empresas estão eliminando a primeira classe e oferecendo mais conforto na classe executiva.

Como quem paga a fatura é o contribuinte...
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Ninguém rouba sozinho. Sérgio Cabral começa a revelar parceiros em crimes



Em depoimento recente na Lava Jato do Rio de Janeiro, o ex-governador Sérgio Cabral confessou sua compulsão por dinheiro. Ninguém ainda é capaz de prever quantas revelações sairão da memória do homem que governou o estado por quase uma década e meia, contando com o reinado interrompido de Luiz Fernando Pezão, supostamente seu cúmplice direto e representante de seus interesses no Palácio Guanabara.

Cabral esperou a poeira assentar por mais de dois anos na prisão, enquanto acompanhava o desenrolar de ações penais que resultaram em condenações que somam mais de 200 anos de prisão. Da cadeia, Cabral acompanhou ainda a eleição, talvez na expectativa de que aliados conseguissem se eleger em postos chave, como o governo do Rio e até mesmo a Presidência da República. Já com o quadro definido, tanto político quanto judicial, Cabral decidiu que era hora de começar a falar.

Ninguém rouba sozinho. Ninguém rouba tantos milhões durante tantos anos sem a cumplicidade de muitos parceiros em dezenas de repartições, órgãos públicos, empresas e políticos de cargos superiores. Além de saber muito, Cabral também sabe quem, entre seus parceiros de crime, já está completamente liquidado, sem qualquer chance de ascender novamente na política. São estes parceiros que o político mira em sua nova fase 'iluminada'.  Como chefe de uma organização criminosa que saqueou os cofres públicos do estado do Rio durante tantos anos, Cabral tem potencial de colocar muita gente atrás das grades, incluindo membros do Judiciário. Ninguém rouba sozinho. Este é o novo recado de Cabral.

Segundo O Globo, “Em conversas reservadas, Cabral tem indicado disposição para revelar segredos da magistratura. Além de influir em decisões do Tribunal de Justiça do Rio, ele apadrinhou a indicação de ao menos quatro ministros do STJ e um ministro do Supremo.

Uma delação do ex-governador pode ser o ponto de partida para a aguardada operação Lava Toga.”

Ou um belo acordo de delação premiada.
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Cena trágica do Extra quase se repete contra homem que se queixou por demora no atendimento na Caixa. Mata-leão foi filmado pela filha da vítima



Policiais Militares que foram atender a uma ocorrência em uma agência da Caixa Federal de Salvador quase repetem a cena trágica que resultou na morte de um rapaz no supermercado Extra no Rio de Janeiro na semana passada. A vítima, Crispim Terral, de 34 anos, foi violentamente contido pelos policiais após se queixar pelo fato de um dos gerentes do banco o deixar por quase cinco horas à espera de atendimento.

 Inconformado com a situação, o cliente foi reclamar com gerente pelo péssimo atendimento, mas no lugar de atender o cliente, o gerente preferiu acionar a Polícia Militar e, na abordagem, um policial dá um "mata-leão" em Crispim. A cena, que causa arrepios em quem se lembra do assassinato de um rapaz de 19 anos no interior do Extra do Rio na semana passada,  foi filmada pela própria filha da vítima, uma moça15 anos que acompanhou toda a cena aos prantos.

O cliente do banco disse que registrou queixa de racismo junto à Polícia Civil e à Corregedoria da Polícia Militar.

No relato postado nas redes sociais, Crispim lamenta a forma como foi tratado na agência. "Momento terrível e absurdo. Em pleno século XXI, fui tratado de forma ríspida e claramente fui vítima de preconceito racial", disse.


Além disso, segundo Crispim, os PMs queriam algemar ele, a pedido do gerente do banco, que se recusou ir à delegacia junto com o cliente.

"O problema foi que, ao descer ao térreo da agência, o gerente falou que só iria à delegacia se os policiais me algemassem, e disse: 'Não faço acordo com esse tipo de gente'", contou Crispim.

Com informações do G1

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Sérgio Cabral está entregando geral. Eduardo Paes caiu no depoimento do ex-parceiro



O ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral desandou a falar sem mais nem menos. Além de entregar o ex-governador Luis Fernando Pezão e o empresário Eike Batista, Cabral também detonou o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, a quem disse que deu 80 milhões de reais em propinas para sua campanha eleitoral.

“Em 2008 teve muito dinheiro para o Eduardo Paes, essa é uma outra história, e que eu cuidei de… O Eduardo Paes deve ter tido mais ou menos 80 milhões de reais viabilizados por mim para a campanha dele em 2008”.

Cabral também confirmou ter recebido cerca de U$ 16 milhões da empresa de Eike Batista. Cabral disse que, apesar do tempo que ficará na cadeia, disse estar “aliviado” por ter admitido o recebimento de propina às autoridades.

“Gente, eu tô muito aliviado, sabia? E quero continuar ficando aliviado, seja o tempo que eu passar na cadeia”, afirmou o ex-governador.

Ele também acusou o ex-governador Luiz Fernando Pezão de receber dinheiro de propina dentro da sede do estado, o Palácio Guanabara, em Laranjeiras. Ainda segundo Cabral, o esquema começou já no primeiro ano do seu governo, em 2007.
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Confirmado sequestro do sítio de Atibaia após determinação em condenação de Lula



O famoso sítio de Atibaia que rendeu mais uma condenação ao ex-presidente Lula na Lava Jato foi devidamente sequestrado. A informação é do Registro de Imóveis de Atibaia (SP) informou nesta segunda-feira (25) à juíza Gabriela Hardt que a propriedade rural foi efetivamente sequestrada, conforme ficou determinado pela magistrada por ocasião da condenação do petista no processo na primeira instância.

Nesta ação penal, Lula foi condenado pela segunda vez na Lava Jato pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Ao petista, foi imposta uma pena de 12 anos e 11 meses de prisão por  recebimento de propina por meio de reformas na propriedade.

A Justiça Federal ainda deve decidir quando a propriedade poderá ir a leilão. Em despacho, a juíza da 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba determinou o sequestro independentemente do trânsito em julgado da ação.
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Moro e PF informam Bolsonaro que investigação sugere que Adélio agiu sozinho



Apos vários meses de investigações, a Polícia Federal não conseguiu determinar se houve participação de terceiros na tentativa de assassinato do presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral no mês de setembro do ano passado, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. Durante reunião realizada nesta segunda-feira, 25, o ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro informou o presidente que a PF não encontrou evidência para afirmar que houve a participação de outras pessoas além de Adélio Bispo no atentado.

 A PF explicou que o inquérito ainda está em andamento. Falta concluir a análise dos materiais apreendidos com um advogado do autor do ataque sofrido por Bolsonaro em setembro. Estavam presentes o delegado federal responsável pelo caso, Rodrigo Morais, o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e o superintendente da PF em Minas Gerais, o delegado Cairo Costa Duarte.

Até o momento, a tese sobre a atuação isolada de Bispo é a que prevalece no segundo inquérito instaurado pela PF. 
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Rodrigo Maia aperta Bolsonaro e cobra uso da rede bolsonarista para 'vender' reforma previdenciária



O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), colocou o presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores em uma verdadeira saia justa ao defender que todos devem ir para as redes sociais para fazer propaganda da reforma previdenciária.

“A questão da comunicação é decisiva. Não tem como ir para o enfrentamento de um tema tão sensível como esse sem ter a capacidade de explicar de forma muito clara para o cidadão o que estamos fazendo, qual o objetivo da reforma"

O problema é que já há vários eleitores de Bolsonaro que não estão nem um pouco satisfeitos com a proposta de reforma da Previdência encaminhada pelo presidente à Câmara dos Deputados. Além da quebra do compromisso de campanha com a idade mínima, poucos estão aceitando a conversa de que quem ganha menos vai contribuir com menos. Na verdade, a proposta para a maior parte da sociedade que recebe até um salário mínimo terá um desconto de apenas 0.5% no valor da contribuição, que era de 8% e passa a ser de 7.5%.

Mas isto não é o pior. Como deputado, Bolsoanro militou contra a reforma da Previdência proposta por Temer que previa teto único e democrático para todos os cidadãos brasileiros no Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Pela proposta anterior, todos os trabalhadores, sejam do poder público ou da iniciativa privada, poderiam se aposentar pelo teto do RGPS de pouco mais de R$ 5 mil. Foi a forma encontrada pelo governo anterior para limitar as aposentadorias de alto valor, ou seja, eliminava privilégios das elites, causa maior do rombo na Previdência, e tratava todos os brasileiros como cidadãos iguais. (Leia a proposta que Bolsonaro militou contra aqui)

No caso da proposta encaminhada por Bolsonaro, o Estado continua tratando a elite a pão de ló e os cerca de 200 milhões de brasileiros como cidadãos de 2.ª classe. Pela nova proposta, a elite do funcionalismo publico que recebe acima de R$ 39 mil por mês continuará a receber até 40 vezes mais que o cidadão comum no INSS.

A manobra que preserva os interesses fisiológicos está justamente na necessidade de aprovação do Congresso. O negócio é 'jogar' a proposta para que a 'galera' a mastigue bem, protegendo seus interesses, de modo que apenas quem não possui poder de pressão, o povo, pague a maior parte da fatura. Apesar da pegadinha, a proposta habilita, ao menos em tese, o governo vender a mensagem de que a reforma combate privilégios aumentando a contribuição para quem ganha acima de R$ 39 mil. O problema é que grupos, notoriamente poderosos e influentes no Congresso, já se mobilizam para derrubar o aumento da contribuição de servidores.

Obviamente, os militares, membros do Judiciário, Ministério Público Federal e a elite dos três poderes que fez campanha para Bolsoanro vai topar vender a NOVA Previdência nas Redes Sociais. O problema será convencer o eleitor que, além de continuar a ser tratado como cidadão de 2.ª classe, ainda vai ter que trabalhar até 12 anos a mais para se aposentar, na maioria dos casos. Isso sem contar que a elite de servidores fará enorme pressão para manter seus privilégios intocáveis até a aprovação final da proposta no Senado, lá pelo final de 2019. Nesta queda de braço, os mais poderosos sempre levam vantagem.

Presidente Jair Bolsonaro entregando sua proposta de reforma
da Previdência ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia


Segundo Rodrigo Maia, Bolsonaro vai ter que usar a estrutura política de comunicação que o ajudou a chegar ao poder para convencer a sociedade sobre as supostas virtudes de sua proposta de reforma da Previdência.

"A questão da comunicação é decisiva. Não tem como ir para o enfrentamento de um tema tão sensível como esse sem ter a capacidade de explicar de forma muito clara para o cidadão o que estamos fazendo, qual o objetivo da reforma", disse.

"O governo precisa fazer isso. [Usar] estrutura política que levou o presidente ao governo e que apresentou competência muito grande de influencia nessas redes. [...] Essa parte política, o partido do presidente, precisar ter a capacidade de enfrentar, saber explicar de forma didática", afirmou Maia durante debate promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) nesta segunda-feira (25).

O próprio Bolsonaro tem sido questionado nas Redes Sociais sobre sua NOVA Previdência. Para evitar constrangimentos, o presidente tem abordado temas menos espinhosos em suas postagens no Twitter:

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Ministro da Educação pode passar apuros na audiência na Comissão de Educação do Senado hoje



O ministro da Educação, Ricardo Vélez, convidado para participar de audiência na Comissão de Educação do Senado nesta terça-feira, 26, poderá passar por constrangimentos adicionais, além do episódio em que se referiu aos brasileiros como ladrões de hotéis. Em entrevista recente, Velez afirmou que “O brasileiro viajando é um canibal. Rouba coisas dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião; ele acha que sai de casa e pode carregar tudo”. O ministro chegou a culpar a Veja por suas supostas declarações e chegou a contestar a fala atribuída a ele. A situação acabou forçando a publicação a divulgar o áudio em que Velez fazia exatamente a declaração infeliz e generalizada sobre o povo brasileiro. Ao que tudo indica, o presidente da República concorda com a declaração de seu ministro, pois o manteve no cargo após o insulto aos brasileiros.

Como se não bastasse este fato, Velez parece ter se metido em mais uma polêmica às vésperas de sua audiência na Comissão de Educação do Senado. O ministro teria enviado um email para as escolas públicas e particulares do País solicitando que as crianças se perfilem para cantar o Hino Nacional e sugeriu que os alunos sejam filmados nesse momento, e que as imagens  sejam enviadas para o Ministério. Sobre cantar o hino nacional, não há nada demais. A polêmica ficou por conta de um suposto pedido adicional da pasta. No email, também é pedido aos professores que os alunos leiam uma mensagem do ministro e o slogan da campanha de Bolsonaro à Presidência: “O Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.” O email contém instruções para envio dos vídeos, mas não informa de que maneira os arquivos seriam usados pela pasta.


Além de ter se referido aos brasileiros, de forma generalizada, como ladrões, Vélez terá de explicar o que a pasta faria com vídeos de crianças repetindo slogans de campanha eleitoral. Nas redes sociais, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro saíram em defesa do ministro da Educação nas duas oportunidades, concordando que todo brasileiro é ladrão e tentando confundir a polêmica do pedido para que crianças repetissem bordões de campanha em vídeo com a possibilidade de cantarem o hino nacional. Veja o comentário do Jornalista Marco Antonio Villa sobre as declarações do ministro:

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Mourão descarta uso da força contra Venezuela e diz que o Brasil não vai levar marca de agressor e invasor na história



O vice-presidente, General Hamilton Mourão, descartou a participação do Brasil em qualquer ação militar na Venezuela para depor o ditador Nicolás Maduro do poder e instalar o líder aliado dos americanos Juan Guaidó. Mourão representou o Brasil na reunião do Grupo de Lima, que aconteceu  nesta segunda-feira, 25, em Bogotá, na Colômbia, e falou logo após o líder venezuelano Juan Guaidó e o vice-presidente americano, Mike Pence.

Mourão afirmou que o Brasil não está disposto a adotar medidas que caracterizem seu país como invasor ou agressor no decorrer da história e disse acreditar firmemente que é possível a Venezuela regressar ao convívio democrático por outros meios, como uma ação coordenada pelos países em torno de uma saída democrática.

O vice-presidente brasileiro defendeu a convocação de novas eleições livres, fiscalizada pela OEA e disse acreditar ser possível restabelecer a democracia no vizinho sem medidas extremas.

“O Brasil acredita firmemente que é possível devolver a Venezuela ao convívio democrático das Américas sem qualquer medida extrema, que nos confunda como nações democráticas, com aquelas que serão julgadas pela história como agressores, invasoras e violadoras das soberanias nacionais.”, afirmou Mourão, num claro recado aos Estados Unidos.

Horas mais tarde, por meio de seu perfil no Twitter, Mourão voltou a defender uma saída pacífica para a crise no país vizinho.

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Estados Unidos estariam preparando operação militar para depor Maduro e instalar Gauidó no comando da Venezuela



Os rumores de que os Estados Unidos estariam preparando uma operação militar na Venezuela para depor o ditador Nicolás Maduro e transferir o comando do país para o líder Juan Gauidó aumentaram após a fala do vice-presidente Americano Mike Pence agora há pouco na reunião do Grupo de Lima, na, em Bogotá, capital da Colômbia.

Especialistas acompanham a movimentação de aeronaves dos EUA em várias regiões da Colômbia, o que pode significar já há movimentações no sentido de implementar uma ação militar americana na Venezuela.

Especialistas em operações militares da imprensa americana dão como certa uma operação militar para depor Nicolás Maduro e a instalação do auto proclamado interino Juan Guaidó em seu lugar.

Mike Pence pressionou há pouco os líderes que participaram da reunião do Grupo de Lima, na qual também está presente o vice-presidente brasileiro Hamilton mourão, no sentido de promover o estrangulamento econômico da Venezuela e a transferência imediata de todas as riquezas daquele país para o líder aliado dos americanos Juan Guaidó. Durante a reunião, não foi descartado o uso da força para remover Maduro o quanto antes.

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