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Dono do Facebook, WhatsApp e Instagram expõe Bolsonaro ao mundo como propagador de fake news



O dono do Facebook, WhatsApp e Instagram, Mark Zuckerberg, expôs o presidente do Brasil Jair Bolsonaro ao mundo como um propagador de mentiras na internet.

O empresário, reconhecido como proprietário das redes sociais e aplicativos de maior sucesso no mundo, disse nesta quinta-feira (21) que o Facebook está removendo informações falsas sobre o coronavírus e deu o exemplo sobre a exclusão de publicação do presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

O Facebook retirou uma alegação do presidente brasileiro Jair Bolsonaro de que os cientistas "mostraram" que havia uma cura para o coronavírus, informou o G1

"Isso obviamente não é verdade e é por isso que a removemos. Não importa quem diga isso", disse Zuckerberg, em entrevista à rádio pública britânica BBC.
O Facebook removerá da plataforma todo o conteúdo que cause "dano imediato" a qualquer usuário, acrescentou Zuckerberg.

No final de março, Facebook e Instagram removeram vídeo publicado por Bolsonaro por violação das regras das redes sociais"

As informações são do G1
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Vacina contra coronavírus pode sair no fim do ano. FDA já deu sinal verde para a segunda fase dos testes



Milhares de pesquisadores estão debruçados neste momento em centenas de laboratórios ao redor do mundo em busca de um medicamento eficaz para combater a pandemia do novo coronavírus. A esperança para a cura ou prevenção da covid-19 pode sair de qualquer lugar.

A empresa de biotecnologia e farmacêutica americana Moderna já está em fase adiantada de testes de uma alternativa que pode se consolidar em pouco tempo. A empresa está testando a primeira vacina contra o coronavírus em pessoa que parece ser segura e capaz de estimular uma resposta imunológica contra o vírus.

Segundo O Globo, "Os resultados são baseados na reação das oito primeiras pessoas que receberam, cada uma, duas doses da vacina, a partir de março.

Coronavírus:Mais rápida que vacina, terapia de anticorpos contra Covid-19 entrará em teste

Essas pessoas, voluntários saudáveis, produziram anticorpos que foram testados em células humanas no laboratório e que impediram a replicação do vírus — o principal requisito para uma vacina eficaz. Os níveis dos chamados anticorpos neutralizantes correspondiam aos encontrados em pacientes que se recuperaram após contrair o vírus em suas cidades.

A Moderna informou que está seguindo um cronograma acelerado, com a segunda fase dos testes da vacina, que envolverá 600 pessoas, marcada para começar em breve. Uma terceira fase, em julho, já contará com a participação de milhares de pessoas saudáveis.

A Food and Drug Administration (FDA), o equivalente à Anvisa no Brasil, já deu sinal verde para a segunda fase dos testes.

Vacina no fim do ano

Se esses testes se revelarem um sucesso, uma vacina poderá ficar disponível para uso generalizado até o fim deste ano ou no início de 2021, disse o Dr. Tal Zaks, diretor médico da Moderna. Ainda não se sabe quantas doses podem ficar prontas em um primeiro momento, mas Zaks afirmou que "estamos fazendo o possível para chegar logo ao maior número possível de doses".

A Moderna, empresa farmacêutica dos Estados Unidos, anunciou nesta segunda-feira (18) resultados preliminares positivos com a primeira fase de testes de uma vacina contra a Covid-19. Segundo a companhia, a vacina se mostrou segura em humanos e conseguiu gerar anticorpos similares aos de pacientes que se curaram da doença.

A corrida para a criação de uma vacina eficaz se tornou a prioridade mundial para laboratórios e pesquisadores independente. Neste cenário, é possível especular que outras soluções sejam alcançadas antes ou depois da iniciativa da Moderna. Também é possível prever que em breve teremos não apenas um, mas vários medicamentos eficazes contra a covid-19. 
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Mourão faz piada sobre crise no governo Bolsonaro: “Está tudo sob controle, não sabemos de quem”.



O general Hamilton Mourão (PRTB), vice-presidente da República, ionizou a gestão do presidente Jair Bolsonaro com uma declaração que irritou apoiadores do presidente na manhã desta sexta-feira (17).

Ao ser indagado sobre a situação do país em meio à pandemia do coronavírus, Mourão acenou aos jornalistas e afirmou: “Está tudo sob controle, não sabemos de quem”.




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Bolsonaro quer seu filho na escola em meio à pandemia mortal do coronavírus



O presidente Jair Bolsonaro parece ter se distanciado de valores sagrados como a vida e a família. Atirando para todos os lados após a demissão do ministro da Saúde, Henrique Mandetta, Bolsonaro ampliou seu discurso de retomada à normalidade em meio à pandemia do coronavírus e defendeu nesta quinta-feira à noite que as aulas devem ser retomadas.

Contrariando orientações de líderes mundiais, que determinaram o fechamento de escolas e faculdades como medida de prevenção para combater a pandemia provocada pelo novo coronavírus. Bolsonaro afirmou que as crianças podem voltar à sala de aula e tratou como covardes queles que estão procurando ficar em casa por conta dos riscos de contaminação comunitária pelo coronavírus. A declaração foi dada pelo presidente da portaria do Palácio da Alvorada.

Entenda: As contradições de Bolsonaro ao anunciar a demissão de Mandetta

— Tem que enfrentar a chuva, pô. Tem que enfrentar o vírus. Não adiante se acovardar, ficar dentro de casa. Nós sabemos que a vida é uma só. Sabemos dos pais que estão preocupados com os filhos voltarem à escola. Mas tem que voltar à escola, nós não temos nenhuma notícia de alguém abaixo de 10 anos de idade que contraiu o vírus e foi a óbito ou foi para a UTI — disse o presidente.

Veja: Fatos e exemplos mundiais sobre o coronavírus ignorados por Bolsonaro em seu pronunciamento

Segundo balanço do Ministério da Saúde, já há registro de duas mortes de crianças abaixo de 1 ano de idade e uma morte na faixa etária entre 1 e 5 anos. Centenas de casos foram registrados no mundo, com mortes de crianças de praticamente todas as idades. Como ainda não existe nenhuma cura para a covid-19 no mundo, autoridades de saúde recomendam que as escolas permaneçam fechadas. O risco de perder um ano letivo é insignificante diante da possibilidade de preservar vidas humanas, seja de crianças, professores, profissionais da educação e dos parentes das crianças em casa, como pais, irmãos e avós. Embora a taxa de letalidade entre crianças seja baixa, contaminados assintomáticos são apontados como os maiores propagadores da covid-19. De qualquer forma, mesmo com risco reduzido, nenhum pai em seu juízo perfeito arriscaria mandar o filho para a chuva da pandemia do coronavírus. Todos sabem que a covid-19 não é apenas uma 'gripezinha'.
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Bolsonaro é duramente hostilizado em bairro de Brasília onde recebeu votação expressiva



O presidente Jair Bolsonaro experimentou uma das maiores manifestações de hostilidade desde sua posse, nesta na manhã desta sexta-feira, 10. O chefe do Executivo resolveu visitar o setor Sudoeste, em Brasília, um bairro que lhe deu em 2018 uma das maiores votações no Distrito Federal.

A expectativa era a de que o presidente seria ovacionado pelos moradores do bairro, mas a realidade se revelou bem diferente do imaginado. Surpreendentemente, Bolsonaro foi alvo de uma das maiores manifestações de repúdio de que se tem notícia até hoje. Aos gritos de “Fora miliciano”, "FDP" e "Palhaço Genocida", a comitiva que acompanha o presidente ficou desnorteada. O forte panelaço acabou precipitando a retirada estratégica do presidente do local.

A pandemia do coronavírus tem sido apontada por analistas como um marco divisor na popularidade do presidente. O isolamento social e fez com que milhões de brasileiros retornassem às redes sociais. O que antes era um reduto dominado por apoiadores de Bolsonaro, acabou se tornando um pesadelo para o presidente e seus aliados. Milhões de pessoas que não usavam as redes sociais com a mesma frequência dos bolsonaristas, estão reclusas em suas casas nestes tempos de quarentena. Neste cenário, a 'massa crítica' das redes sociais começa a se movimentar na direção oposta àquela conduzida pelos apoiadores de bolsonaro com tanta facilidade até aqui.

O revés no mundo virtual começa a se materializar no mundo real. Duramente hostilizado nesta secta-feira, Bolsonaro tem sido certamente aconselhado a fazer aparições apenas em locais controlados, abastecidos previamente de militantes favoráveis.
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Mourão joga pá de cal na demissão e diz que Mandetta "segue no combate. Ele fica"



A permanência do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no comando da pasta foi decidida numa reunião nesta segunda-feira, 06, no final da tarde no Palácio do Planalto. Estiveram presentes os generais Braga Netto, Luiz Ramos, Fernando Azevedo e Silva e o almirante Flávio Rocha, que, apesar da disposição demonstrada por Bolsonaro, firmaram posição contra a demissão de Mandetta.

O vice-presidente Hamilton Mourão confirmou ao blog da jornalista Adréia Sadi, no G1, "que a reunião que contou com ministros e com o presidente Jair Bolsonaro tratou de cenários futuros para flexibilizar o isolamento, e disse que Luiz Henrique Mandetta segue no Ministério da Saúde.

“Mandetta segue no combate, ele fica. Tratamentos de cenários, como a flexibilização do isolamento, no futuro”.

Com informações do G1
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Bolsonaro pressionado sobre demissão de Mandetta - O recuo do impasse



Pressionado por apoiadores mais radicais que veem a atuação do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, como uma ameaça ao seu protagonismo, o presidente Jair Bolsonaro passou o dia hesitando da decisão de demitir ou não seu ministro mais popular.

O presidente recebeu recados internos e externos sobre os riscos políticos que a demissão de Mandetta acarretaria ao seu governo. Segundo o site O Antagonista, "Os generais Braga Netto, Luiz Ramos, Fernando Azevedo e Silva e o almirante Flávio Rocha fecharam posição contra a demissão de Luiz Henrique Mandetta"

Os aliados teriam alertado Bolsonaro sobre "uma série de consequências negativas, dentre elas o risco de que um pedido de impeachment seja acolhido pelo Congresso Nacional" Ainda segundo O Antagonista, o Presidente do Senado, David Alcolumbre, também teria avisado o Planalto que Congresso não aceitará demissão de Mandetta.

A decisão sobre a demissão do ministro da Saúde segue em suspensa, mas já há muitos congressistas afirmando que o ímpeto de Bolsonaro demitir seu ministro subiu no telhado. Mas esta não foi a única derrota de Bolsonaro do dia. Nesta segunda, governadores de menos 20 estados decidiram manter quarentena em combate ao coronavírus,  com restrição do funcionamento do comércio e de escolas, contrariando sinalizações defendidas por Bolsonaro nas últimas semanas. O risco de se ver isolado politicamente, tanto por parte do Congresso quanto pela maioria dos governadores de estado e parte da sociedade tem sido um fator preponderante na indecisão do presidente. 
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Urgente. Notícia de que Bolsonaro decidiu demitir Mandetta



O Jornal O Globo acaba de confirmar que o presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir ainda nesta segunda-feira o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em meio à crise do novo coronavírus.

Segundo a publicação, "O ato oficial de exoneração de Mandetta está sendo preparado nesta tarde no Palácio do Planalto. A expectativa é que a decisão seja publicada em edição extra do Diário Oficial da União após reunião do presidente com todos os ministros, entre eles Mandetta, convocada para as 17h. A informação sobre a exoneração de Mandetta foi confirmada ao Globo por dois auxiliares do presidente da República".

O cotado para substitui Mandetta na pasta da Saúde seria o deputado  federal Osmar Terra (MDB-RS).

Confira a matéria na íntegra AQUI
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Lula desafia Bolsonaro a se comportar como presidente eleito, mas sugere que eleição foi "cheia de trambique"



O ex-presidente Lula (PT) fez um apelo nesta quarta-feira (1º) para que o presidente Jair Bolsonaro se "comporte com a estatura de um presidente da República eleito democraticamente", mas sugeriu que "foi uma eleição cheia de trambique, com fake news e a começar pela minha prisão".

O petista cobrou do governo agilidade na liberação dos recursos públicos para a população mais vulnerável. Por meio de suas redes sociais, Lula tem repercutido a preocupação de vários setores da sociedade, do Congresso e do Judiciário:


Em entrevista no dia anterior, Lula teceu várias críticas sobre a conduta do presidente Jair Bolsonaro em relação à pandemia do novo coronavírus que sacudiu o mundo.

"Tentar defender os mais pobres, o camelô, o cara do Uber, do pequeno comércio... Além de estar defendendo esses caras da língua pra fora. As medidas concretas beneficiaram os banqueiros, porque ele liberou R$ 200 bilhões para os banqueiros", disse Lula.

"E para as pessoas pobres que estão precisando dos R$ 600, a gente ouviu o Guedes [ministro da Economia] dizer que só vai ser dia 16 de abril", completou.

O petista também exaltou iniciativas dos parlamentares e da sociedade civil para tecer medidas contra a pandemia. "Há uma preocupação da sociedade em dar resposta àquilo que o governo não consegue fazer. Estamos percebendo que governo não se preparou para uma crise desse dessa magnitude", afirmou.

Lula cobrou que Bolsonaro coordene uma saída à crise com os entes federados e afirmou que "quem está fazendo o trabalho mais sério são os governadores e prefeitos".

"Ele que cumpra com seu papel de ser coordenador e libere o dinheiro logo, porque o povo está precisando do recurso", disse. Segundo o petista, só o Estado forte pode combater o vírus.



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Adversários de Bolsonaro endossam manifesto que pede sua renúncia



A oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro parece ter se aglutinado em torno de pautas comuns, diante do comportamento do presidente eleito em relação ao coronavírus. Representantes da oposição lançaram um manifesto nesta segunda-feira (30/03) no qual defendem a renúncia do Bolsonaro sob a acusação de tratar-se de um líder "irresponsável" e de "cometer crimes, fraudar informações, mentir e incentivar o caos" em meio à pandemia de coronavírus.

O documento é endossado, em consenso raro, pelos ex-presidenciáveis Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e Guilherme Boulos (Psol), adversários de Bolsonaro nas eleições de 2018. "Progressistas unidos pelo Brasil. Chega de insanidade", escreveu Haddad no Twitter sobre o manifesto.

O texto começa lembrando que o mundo enfrenta uma "emergência sem precedentes na história moderna", com consequências graves para a vida humana, a saúde pública e a atividade econômica, e afirma que, no Brasil, a emergência "é agravada por um presidente da República irresponsável".

Também assinam o documento a ex-deputada Manuela D'Ávila (PCdoB), vice de Haddad nas eleições de 2018, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) e os ex-governadores Roberto Requião (MDB-PR) e Tarso Genro (PT-RS).

O texto ainda é endossado por presidentes de diversos partidos da oposição, incluindo Gleisi Hoffmann (PT), Carlos Siqueira (PSB), Carlos Lupi (PDT), Edmilson Costa (PCB), Juliano Medeiros (Psol) e Luciana Santos (PCdoB).

O manifesto, divulgado primeiramente pelo jornal Folha de S. Paulo, também sugere ações a serem implantadas pelas forças políticas populares e democráticas no combate ao coronavírus.
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Facebook e Instagram seguem Twitter e também apagam postagens de Bolsonaro



Em mais um revés nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro viu a ampliação de sanções de publicações se estenderem para outras plataformas. Após a iniciativa do Twitter, de apagar postagens do presidente, o Facebook também decidiu, nesta segunda-feira (30), apagar publicação de Bolsonaro de suas páginas, por entender que ela cria "desinformação" que pode "causar danos reais às pessoas".

A publicação é de um dos vídeos do passeio que o presidente fez no Distrito Federal neste domingo (29), criando aglomeração e contrariando seu próprio ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que recomendou que as pessoas ficassem em casa como medida de enfrentamento ao coronavírus.

O vídeo também foi apagado do Instagram, rede social que pertence ao Facebook. "Removemos conteúdo no Facebook e Instagram que viole nossos Padrões da Comunidade, que não permitem desinformação que possa causar danos reais às pessoas", diz a empresa em nota.

O microblog Twitter informou que empresa considerou que as postagens de Bolsonaro violavam as regras de uso ao potencialmente colocar as pessoas em maior risco de transmitir o novo coronavírus.
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Dias Toffoli defende isolamento social contra avanço do coronavírus



Cresce o número de autoridades que se manifestam publicamente sobre a necessidade de isolamento social como forma de conter o aumento de contaminações pelo novo coronavírus. Nesta segunda-feira, 30, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, se manifestou sobre o tema e confirmou ser pessoalmente a favor do isolamento das pessoas para evitar um forte aumento nos casos do novo coronavírus no país, em conversa por meio de redes sociais com o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz.

"Tudo o que tem ocorrido no mundo leva a crer que a necessidade do isolamento, realmente, é para puxar a diminuição de uma curva e ter atendimento de saúde para população em geral", disse.

"Momento de solidariedade, onde não dá para tomar decisões em cima do 'eu acho', do que 'eu penso', do que 'eu queria que fosse', senão, a realidade se volta contra nós", acrescentou o ministro, conforme declarações publicadas no site da OAB.
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Renan Calheiros sugere remoção de Bolsonaro? Senador diz que "Se há uma pedra no caminho é imperioso removê-la"



Em meio às manifestações de vários políticos da oposição, o senador Renan Calheiros (MDB-AL)  resolveu entrar em campo. Por meio de suas redes sociais nesta segunda-feira, o senador afirmou que  a sociedade brasileira não pode "ignorar" o obscurantismo, mas, em vez disso, precisa "remover" a "pedra do caminho" antes que "o mal maior não possa ser atalhado".

A publicação do senador segue a mesma corrente política que condena a postura do presidente Jair Bolsonaro ante as orientações das autoridades de saúde sobre os cuidados com o risco de disseminação do coronavírus.




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Moro se descola de Bolsonaro na crise e recomenda: “Prudência no momento é fundamental”



O ministro da Justiça, Sérgio Moro, tem sido alvo de descontentamento nas redes sociais por parte de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Em meio à crise do coronavírus e ao comportamento errático de seu superior, Moro, aparentemente, tem tentado se descolar da figura de Bolsonaro e compartilhado as preocupações de autoridades sobre os riscos oferecidos pelo descaso com a covid-19.

As redes sociais funcionam como um termômetro das relações do governo com seus ministros e com a população, de modo geral. Moro já estaria sofrendo pressão nos bastidores para abraçar o discurso de Bolsonaro. No entanto, nesta segunda-feira, o ministro da Justiça fez a seguinte recomendação em seu perfil no Twitter: “Prudência no momento é fundamental”.

A frase foi publicada junto com um artigo do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), publicado no jornal O Globo, em que faz um apelo aos magistrados dizendo que “é hora de ouvir a Ciência.” Moro fez questão de destacar um trecho do texto de Fux: “Está na ordem do dia a virtude passiva dos juízes e a humildade de reconhecer, em muitos casos, a ausência de expertise em relação à covid -19”, numa clara referência aos que se manifestam por achismos, sem qualquer embasamento científico sobre o vírus.

Grupos de WhatsApp bolsonaristas começam a manifestar descontentamento com Moro. Circulam nestes grupos pelo menos três imagens que ilustram bem a reação dos apoiadores de Bolsonaro em relação ao ministro da Justiça. Na primeira foto, Moro está com uma máscara na boca. Na segunda, a proteção cobre os olhos. Na terceira, duas máscaras tapam os ouvidos. 
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Oposição avalia ingressar com notícia crime no STF contra Bolsonaro. Se aprovada, presidente seria afastado por 180 dias



Sob a alegação de que o presidente Jair Bolsonaro possa ter supostamente colocado em risco a saúde da população descumprindo orientações das autoridades sanitárias e sair para um passeio pelo Distrito Federal na manhã de domingo, partidos da oposição decidiram ingressar com uma notícia crime contra o presidente na mais alta corte do país. O presidente Bolsonaro tem minimizado os riscos de contágio pelo coronavírus.

PT, PDT, PSB, PCdoB, PSOL, Rede e PCB) decidiram nesta segunda-feira, 30, ingressar com uma notícia crime junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra Bolsonaro por crime comum. Se aprovada pelo STF e pela Câmara, a denúncia leva ao afastamento do presidente por 180 dias.

Segundo O Estadão, "A ideia é do ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão e foi aprovada na reunião dos partidos realizada na manhã desta segunda-feira. A proposta agora será avaliada pelos departamentos jurídicos das legendas antes de ser formalizada".

"De acordo com a proposta discutida na reunião nesta segunda-feira, Bolsonaro seria processado com base em vários dispositivos legais, entre eles o artigo 268 do Código Penal, que prevê pena de um mês a um ano de detenção para quem “infringir determinação do poder público destinada a impedir a introdução ou propagação de doença contagiosa”

Leia aqui no Estadão os detalhes sobre a iniciativa
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Doria recomenda: “Não sigam orientações do presidente da República”



Em meio aos debates sobre a necessidade de isolamento social como método de conter a escalada de contaminação pelo novo coronavírus, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), voltou a desqualificar a postura do presidente Jair Bolsonaro em relação à pandemia. Nesta segunda-feira, em entrevista coletiva, Doria recomendou que as pessoas “não sigam orientações” do presidente Jair Bolsonaro no que se refere à pandemia do novo coronavírus.

“Lamento também dizer, não gostaria de voltar a este tema. Mas, neste caso, por favor, não sigam orientações do presidente da República do Brasil. Ele não orienta corretamente a população e, lamentavelmente, não lidera o Brasil no combate ao coronavírus e na preservação da vida”, afirmou.

“Escutem e atendam às recomendações de profissionais especializados na medicina de epidemia, e não informações que são colocadas nas redes sociais”, disse o governador no Palácio dos Bandeirantes.
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Fizeram bebê fumar maconha e foram em cana



O grupo responsável por cenas chocantes em que uma mulher fazia uma criança de cerca de um ano fumar maconha foi detido por volta das 13h30 desta quinta-feira (25), em São Miguel Paulista (zona leste). O grupo, aparentemente de uma mesma família, chegou a publicar um vídeo na internet, no qual riam enquanto faziam a criança fumar maconha.  Entre os detidos estão a mãe da criança, de 22 anos, além de três tios do bebê, sendo dois menores de idade.

As prisões ocorreram após a equipe de investigações do 101º DP (Jardim da Imbuias) ter acesso às imagens, feitas por um celular, no último dia 22. Segundo boletim de ocorrência, policiais localizaram a jovem que oferece a droga ao bebê logo após terem tido aceso às imagens chocantes. A mãe da menor foi comunicada sobre o fato e a levou até o Grajaú (zona sul) em um local combinado com a polícia.

A jovem, que é tia das crianças, confessou ter oferecido a droga e indicou o endereço da mãe, em São Miguel Paulista. “[A adolescente disse] que esta não era a primeira vez que o fato ocorre, pois é de costume os tios também fornecerem maconha e obrigam as crianças a fumarem”, diz trecho do boletim de ocorrência.

Na casa da mãe do bebê, policiais encontraram 50 trouxas de maconha. “Em relação às filmagens, [a mãe das crianças] alegou que estava no local, viu o acontecido, mas negou participação no oferecimento da maconha para as crianças”, acrescenta o documento policial.

As crianças, segundo a polícia, foram encaminhadas ao Instituto Médico Legal, para terem o estado de saúde verificado. Foram acompanhadas pelo Conselho Tutelar, além do pai, que ficou responsável pela guarda dos menores. A mãe foi indicada por tráfico de drogas. Não foram dadas informações sobre o encaminhamento dos outros detidos.

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MPF conclui que Adélio Bispo possui transtorno mental e pode ser beneficiado com remissão de pena



O Ministério Público Federal concluiu que Adélio Bispo de Oliveira, autor da facada em Jair Bolsonaro, possui problemas mentais, mas que é semi-imputável. Isso significa que, para o MP, Bispo pode ser enquadrado criminalmente, mas com redução de pena devido a transtornos mentais apontados em laudos médicos.

O procurador do MPF em Juiz de Fora (MG) Marcelo Medina, já enviou o parecer mantido em sigilo para a Justiça Federal. As conclusões se basearam em cerca de sete laudos que atestaram distúrbios mentais em Adélio Bispo, que teria agido por conta própria quando praticou o atentando contra o hoje presidente Jair Bolsonaro durante campanha eleitoral em setembro do ano passado.

 De acordo com os laudos, os problema mentais de Adélio Bispo podem reduzir ou anular a capacidade de entendimento sobre o crime que ele cometeu. Judicialmente, a condição mental do agressor pode diminuir ou mesmo anular uma eventual pena ao fim do processo.
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Presos 10 militares que fuzilaram carro com família no Rio e mataram músico

As cinco pessoas que estavam no carro iam para um chá de bebê:
 pai, mãe, uma criança de 7 anos, o sogro e uma mulher


Foram presos dez dos doze militares que participaram da desastrosa ação que culminou na morte do músico Evaldo dos Santos Rosa na Estrada do Camboatá, zona norte do Rio. O Comando Militar do Leste (CML) confirmou na manhã desta segunda-feira (8), a detenção dos militares, que foram ouvidos após a ação do Exército, na qual um carro com uma família foi alvejado por mais de 80 tiros. Segundo a Polícia Civil, "tudo indica" que o veículo foi confundido com o de criminosos.

Leonardo Salgado, delegado da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, esteve no local para realizar a perícia. Ele disse que havia indícios para uma prisão em flagrante.

"Foram diversos, diversos disparos de arma de fogo efetuados, e tudo indica que os militares realmente confundiram o veículo com um veículo de bandidos. Mas neste veículo estava uma família. Não foi encontrada nenhuma arma [no carro]. Tudo que foi apurado era que realmente era uma família normal, de bem, que acabou sendo vítima dos militares", afirmou o delegado em entrevista à TV Globo.
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Cena trágica do Extra quase se repete contra homem que se queixou por demora no atendimento na Caixa. Mata-leão foi filmado pela filha da vítima



Policiais Militares que foram atender a uma ocorrência em uma agência da Caixa Federal de Salvador quase repetem a cena trágica que resultou na morte de um rapaz no supermercado Extra no Rio de Janeiro na semana passada. A vítima, Crispim Terral, de 34 anos, foi violentamente contido pelos policiais após se queixar pelo fato de um dos gerentes do banco o deixar por quase cinco horas à espera de atendimento.

 Inconformado com a situação, o cliente foi reclamar com gerente pelo péssimo atendimento, mas no lugar de atender o cliente, o gerente preferiu acionar a Polícia Militar e, na abordagem, um policial dá um "mata-leão" em Crispim. A cena, que causa arrepios em quem se lembra do assassinato de um rapaz de 19 anos no interior do Extra do Rio na semana passada,  foi filmada pela própria filha da vítima, uma moça15 anos que acompanhou toda a cena aos prantos.

O cliente do banco disse que registrou queixa de racismo junto à Polícia Civil e à Corregedoria da Polícia Militar.

No relato postado nas redes sociais, Crispim lamenta a forma como foi tratado na agência. "Momento terrível e absurdo. Em pleno século XXI, fui tratado de forma ríspida e claramente fui vítima de preconceito racial", disse.


Além disso, segundo Crispim, os PMs queriam algemar ele, a pedido do gerente do banco, que se recusou ir à delegacia junto com o cliente.

"O problema foi que, ao descer ao térreo da agência, o gerente falou que só iria à delegacia se os policiais me algemassem, e disse: 'Não faço acordo com esse tipo de gente'", contou Crispim.

Com informações do G1

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