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Cena trágica do Extra quase se repete contra homem que se queixou por demora no atendimento na Caixa. Mata-leão foi filmado pela filha da vítima



Policiais Militares que foram atender a uma ocorrência em uma agência da Caixa Federal de Salvador quase repetem a cena trágica que resultou na morte de um rapaz no supermercado Extra no Rio de Janeiro na semana passada. A vítima, Crispim Terral, de 34 anos, foi violentamente contido pelos policiais após se queixar pelo fato de um dos gerentes do banco o deixar por quase cinco horas à espera de atendimento.

 Inconformado com a situação, o cliente foi reclamar com gerente pelo péssimo atendimento, mas no lugar de atender o cliente, o gerente preferiu acionar a Polícia Militar e, na abordagem, um policial dá um "mata-leão" em Crispim. A cena, que causa arrepios em quem se lembra do assassinato de um rapaz de 19 anos no interior do Extra do Rio na semana passada,  foi filmada pela própria filha da vítima, uma moça15 anos que acompanhou toda a cena aos prantos.

O cliente do banco disse que registrou queixa de racismo junto à Polícia Civil e à Corregedoria da Polícia Militar.

No relato postado nas redes sociais, Crispim lamenta a forma como foi tratado na agência. "Momento terrível e absurdo. Em pleno século XXI, fui tratado de forma ríspida e claramente fui vítima de preconceito racial", disse.


Além disso, segundo Crispim, os PMs queriam algemar ele, a pedido do gerente do banco, que se recusou ir à delegacia junto com o cliente.

"O problema foi que, ao descer ao térreo da agência, o gerente falou que só iria à delegacia se os policiais me algemassem, e disse: 'Não faço acordo com esse tipo de gente'", contou Crispim.

Com informações do G1

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Paisagista garante que foi dopada antes de ser espancada por quatro horas por agressor covarde



A paisagista Elaine Caparroz, de 55 anos, afirmou em entrevista neste fim de semana que tem certeza que foi dopada por seu agressor,  Vinícius Serra, 27 anos, horas antes de ter início a sessão de espancamento a que foi submetida por cerca de quatro horas.

Num caso em que está sendo considerado como tentativa de feminicídio premeditado, Elaine Caparroz foi violentamente espancada por quatro horas no apartamento onde mora na Barra da Tijuca, Zona Oeste, na madrugada de sábado (16).

Segundo a paisagista, ela começou a se sentir alterada e a perder os sentidos logo após a ingestão de vinho e confirma ter acordado durante com o agressor já em cima dela, lhe desferindo golpes violentos e tentando aplicar-lhe um mata-leão.

Ao ser questionada se Vinícius poderia ter colocado alguma coisa em sua bebida, ela responde sem dúvidas. "Eu não acho. Eu tenho certeza, certeza absoluta", afirmou a paisagista.
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Bolsonaro comemora fim do risco de morte ao deixar hospital e volta a mencionar tentativa de assassinato de ex-integrante do PSOL



O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu alta no início da tarde desta quarta-feira (13), após 17 dias internado no Hospital Albert Einstein, na região central de São Paulo. Minutos após a alta, o presidente manifestou seu contentamento por meio de seu perfil no Twitter.


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10 mortos e 3 feridos no alojamento da categoria de base do Flamengo no Rio. Jovens entre 14 e 17 anos entre as vítimas fatais



O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro confirmou que 10 pessoas morreram durante um incêndio no alojamento da categoria de base do Flamengo no Rio, conhecido como Ninho do Urubu, na Zona Oeste do Rio. Entre as vítimas, jovens atletas entre 14 e 17 anos.

Três pessoas ficaram feridas, uma delas em estado grave, e foram levadas para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra. As vítimas dormiam nas instalações devastadas pelo fogo, que teve início por volta das 5 da manhã. Ainda não há identificação dos mortos. O trágico incêndio ocorre em meio ao drama que se abateu sobre centenas de famílias de vítimas do rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, no final do mês de janeiro.
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Bolsonaro tranquiliza população após notícia de quadro de pneumonia



O presidente Jair Bolsonaro, por meio de seu perfil no Twitter, veio a público para tranquilizar a população sobre a divulgação de seu último boletim médico, que apontou a possibilidade de um quadro de pneumonia. O Porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, informou que médicos acrescentam um novo antibiótico para conter quadro de pneumonia.

Na publicação, Bolsonaro alertou para a possibilidade de 'sensacionalismo' na divulgação da notícia.

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Bolsonaro é diagnosticado com quadro de pneumonia e volta a ter febre



O Hospital Albert Einstein, em São Paulo, divulgou na tarde desta quinta-feira, 07, um boletim médico sobre o quadro de saúde do presidente Jair Bolsonaro, internado na unidade de terapia semi intensiva desde a semana passada. Segundo o boletim, Bolsonaro apresentou um quadro de febre na noite desta quarta-feira e, após ser submetido a exames, a equipe identificou sintomas compatíveis com uma pneumonia.

Segundo boletim, uma tomografia de tórax e abdome evidenciou boa evolução do quadro intestinal após a reversão da colostomia. Para tratar o quadro de pneumonia, os médicos ajustaram a dose de antibióticos que está sendo administrada ao presidente e mantiveram os demais tratamentos.

Bolsonaro segue sem dor e utiliza uma sonda nasogástrica, um dreno no abdome e se alimenta por líquidos recebidos via oral. As visitas seguem restritas. O presidente segue internado, cumprindo a rotina de exercícios de reabilitação, mas sem previsão de alta. O presidente já vinha recebendo antibióticos desde o último domingo. A suspeita de um quadro de pneumonia, neste caso, pode ser preocupante. A possibilidade de infecção por bactérias resistentes aos antibióticos deve ser avaliada com rigor pela equipe médica.
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Deputado do PSOL diz que Bolsonaro está para morrer



Durante entrevista nos corredores da Câmara dos Deputados esta semana, o deputado Edmílson Rodriguês do PSOL foi extremamente infeliz ao declarar que o presidente Jair Bolsonaro "está para morrer" ao abordar a suposta falta de confiança do grupo do entorno do presidente em seu vice, Hamilton Mourão.



Contrariando os prognósticos infelizes do deputado Edmílson Rodriguês, o presidente Jair Bolsonaro se recupera bem de sua terceira cirurgia, após ter sido atacado à faca por um ex-militante do PSOL.
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Bolsonaro sem previsão de alta. A Luta do presidente para voltar ao Palácio do Planalto



No ´último fim de semana, o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, informou que a alta do presidente Jair Bolsonaro havia sido adiada por mais uma semana. Nesta 3ª feira, um novo comunicado informou que Bolsonaro agora deve permanecer internado por tempo indeterminado, ou seja, sem previsão de alta.

Bolsonaro luta para se recuperar da terceira cirurgia de longa duração a que se submeteu nos últimos seis meses, após o atentado à faca sofrido na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, durante a campanha. O presidente foi submetido à terceira cirurgia  para a retirada de uma bolsa de colostomia no dia 28 de janeiro.

A operação durou 7 horas. Nesta segunda, Bolsonaro iniciou 1 tratamento com antibióticos para evitar infecção. O presidente deve ficar internado até que esteja prontamente recuperado.

“Não há como nós adiantarmos previsão [de alta], visto que os dados [apresentados em exames] tratam-se exclusivamente da questão da administração do antibiótico. Passada essa fase, o resultado vai determinar aos médicos de quando e como o presidente vai ter alta”, afirmou o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros.

O o porta-voz informou ainda que o presidente tem usado o telefone para publicar posts em redes sociais e manter contato com ministros. Nesta 3ª, porém, não falou com integrantes do 1º escalão.

“Hoje ele não conversou com ninguém, não obstante, isso não inviabiliza a condição de conduzir o governo”, afirmou.

Após as últimas complicações, Bolsonaro foi proibido de realizar caminhadas no corredor do hospital e passou a se exercitar num aparelho ergométrico.



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Alta de Bolsonaro é adiada em uma semana, diz porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros



O Hospital Albert Einstein, onde o presidente Jair Bolsonaro (PSL) está internado há cerca de uma semana, informou nesta desde o dia segunda-feira, 04, que a alta do paciente deve ser adiada por mais uma semana. Segundo informou o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros teve elevação na temperatura na noite deste domingo (3), passou a tomar antibiótico, quadro que teria levado ao adiamento da alta prevista para amanhã.

Na semana passada, Bolsonaro passou por uma cirurgia para a retirada de uma bolsa de colostomia e a ligação entre o intestino delgado e parte do intestino grosso. Esta foi a terceira cirurgia de longa duração a que Bolsonaro foi submetido nos últimos seis meses, desde o atentado à faca sofrido na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, durante a campanha eleitoral.

De acordo com o boletim médico do Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, Bolsonaro está internado na unidade de cuidados semi-intensivos e "apresentou elevação da temperatura (37,3 °C) e alteração de alguns exames laboratoriais" neste fim de semana.

Ainda de acordo com o documento, "foi iniciado antibioticoterapia de amplo espectro e realizados novos exames de imagem. Identificou-se uma coleção líquida ao lado do intestino na região da antiga colostomia. Foi submetido à punção guiada por ultrassonografia e permanece com dreno no local. Está no momento sem dor, afebril, em jejum oral, com sonda nasogástrica e nutrição parenteral exclusiva."

"Já apresenta movimentos intestinais e teve dois episódios de evacuação. Segue realizando exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular no quarto. Por ordem médica, as visitas permanecem restritas", disse o boletim assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo, cirurgião; Leandro Echenique, cardiologista; e Miguel Cendoroglo, diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein.

Segundo Rêgo Barros, o presidente não tem agenda prevista para os próximos dias e a alta deve ser alterada para a próxima segunda-feira (11).

"Quarta-feira não será mais o dia de alta de nosso presidente, até porque ele entrou num estágio que está sendo administrado antibióticos por no mínimo sete dias. Então, se tivermos, a partir de hoje, já contarmos um prazo, este prazo não será antes desses sete dias, que é exatamente o tempo de ação do antibiótico para debelar eventual infecção que possa ser gerada", disse Rêgo Barros.


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Quadro de saúde de Bolsonaro inspira cuidados, sob risco do presidente ser submetido à nova cirurgia



De acordo com o último boletim médico, o estado de saúde do presidente Jair Bolsonaro é bom, mas a situação geral inspira cuidados. Afinal, esta é terceira cirurgia a que Bolsonaro é submetido desde setembro, quando foi vítima de um atentado a faca na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, no primeiro turno da campanha para a eleição presidencial.

Bolsonaro tem 63 anos anos e de acordo com a Folha, "As náuseas e os vômitos apresentados neste sábado (2) pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) ocorreram porque o intestino delgado dele parou de funcionar. Tecnicamente, a condição clínica é chamada de "íleo paralítico".

Quando o intestino delgado (íleo) para de contrair, acumula líquido no estômago. E o paciente sente náusea e ânsia de vômito.

Diferentemente do que disseram os assessores da Presidência, não é uma "reação normal e decorrente da retomada da função intestinal". Algo fez o intestino parar de funcionar. segundo o cirurgião Antonio Macedo, a condição é uma resposta do organismo a uma cirurgia longa e com muita manipulação.

Ainda segundo a publicação, especialistas em aparelho digestivo afirmam que essa condição, chamada de íleo pós-operatório é comum e costuma normalizar na medida em que há diminuição da inflamação do organismo, quando o intestino volta gradualmente a se contrair.

Entretanto, segundo especialistas, os sintomas apresentados por Bolsonaro representam uma piora no estado clínico, algo inesperado no quinto dia após a cirurgia, quando o paciente deveria estar comendo por boca e evacuando.

A publicação destaca ainda que "Outras hipóteses explicariam a paralisação do intestino como fístula (abertura de algum ponto cirúrgico), infecção, efeitos colaterais de medicamentos (antibióticos ou remédios para dor) ou aderência precoce, ou seja, uma dobra no intestino.

A pior das hipóteses seria a fístula. Se ocorrer, há risco grande de ter que reoperar e refazer a bolsa de colostomia". As cirurgias a que Bolsonaro foi submetido nos últimos meses foram de alto grau de complexidade. Até mesmo jovens saudáveis costumam enfrentar complicações em casos similares. Não há qualquer dúvida de que o presidente tem uma saúde de ferro e tem resistido bem à tantas intervenções. O presidente está animado e chegou a dizer que "O Brasil tem pressa" na mensagem em que saudou o senador Davi Alcolumbre pela vitoria na eleição para a Presidência do Senado.

Com informações da Folha
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A vergonhosa tentativa do G1 de defender repórter de afiliada da Globo que espancou idoso - Vídeo



O portal G1 publicou uma matéria que tenta justificar a atitude do repórter Rodrigo Maia da Rede Gazeta, afiliada da Globo no Espírito Santo, que espancou um vizinho de 69 anos. A confusão teve início no elevador do condomínio em que eles moram na cidade de Vitória.

A matéria do G1 (aqui) afirma que o "Repórter da TV Gazeta diz que recebia ameaças de vizinho há um ano, no ES" e que a 'confusão' foi registrada pelas câmeras do condomínio'. Na verdade, não foi uma confusão, mas um festival de agressões covardes contra um homem idoso. No vídeo abaixo, é possível ver que o repórter da afiliada da Globo agride o homem mesmo quando este já está no chão.

A falta de bom senso e o corporativismo exacerbado parece ter cegado os profissionais do G1 neste episódio de violência gratuita. Na matéria publicada no G1, há inclusive um vídeo no qual o repórter aparece provocando o idoso que tenta entrar no elevador. Rodrigo Maia filma o momento e não parece disposto a qualquer tipo de trégua nos momentos que antecedem a sessão de espancamento a que submeter o vizinho. As imagens são chocantes.



A atitude do repórter é condenável sob qualquer aspecto.
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Cinicamente, Jornalista da Band coloca em dúvida relatos de vítimas do tarado João do pênis



A fala do âncora do Jornal da Noite da Band, Fábio Pannuncio na edição edição desta segunda-feira (17), causou indignação não apenas entre as mulheres, mas em qualquer cidadão minimamente decente. O jornalista, aparentemente espírita, falou em defesa do médium acusado de abusar sexualmente de mais 500 vítimas. Em sua fala, Pannunzio levantou dúvidas sobre a veracidade dos relatos de centenas de vítimas no Brasil e no exterior. A argumentação do jornalista é covarde, uma vez que tentou insinuar que todos os abusos teriam ocorrido recentemente ao 'duvidar' que um homem de 76 anos fosse capaz de abusar de tantas mulheres. Na verdade, os relatos de abusos apontam para violações ocorridas ao longo de mais de três décadas, ou mais de 10 mil dias de impunidade. Em 10 mil dias, seria possível que o tarado se aproveitasse de um número ainda maior de vítimas indefessas, vulneráveis e, na maioria dos casos, fragilizadas por dramas pessoais, doenças e outras tragédias humanas.

O Jornalista não se envergonhou por questionar os relatos das vítimas, numa clara tentativa de desqualificar não apenas o testemunho das mulheres, como também todo o sofrimento a que foram submetidas e tiveram que conviver em silêncio por anos: “Olha, eu não tenho dúvida nenhuma de que, entre esses relatos, tem muito trigo e tem também algum joio. Você acha crível mesmo que esse homem molestou 500 mulheres? Aos 76 anos de idade? É preciso mais que hormônios para se crer numa história dessas”, ironizou o jornalista Fábio Pannuncio, que pareceu atuar como advogado de defesa do tal de João do Pênis, o curandeiro que, segundo relatos, colocava as mãos das vítimas em seu órgão genital enquanto dizia operar curas milagrosas.





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João de Deus se entrega à polícia em Goiás



Após conseguir sacar cerca de R$ 35 milhões de reais de suas contas, a médium João de Deus finalmente se entregou à polícia neste domingo. Após uma longa negociação envolvendo seus advogados, o homem acusado por centenas de testemunhas de abuso sexual, o médium se entregou  por volta das 16h30 deste domingo, 16, em uma estrada de terra em Abadiânia, na região central de Goiás. João de Deus é suspeito de abusos sexuais durante tratamentos espirituais e sua prisão foi determinada pela Justiça na tarde de sexta (14), a pedido do Ministério Público (MP-GO) e da Polícia Civil de Goiás.

João de Deus se entregou na encruzilhada de uma estrada de terra no município de Abadiânia, a 90 quilômetros de Goiânia. De acordo com a Folha, o acusado chegou a passar mal antes de se entregar à Polícia.
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Cúmplices da sacanagem. 'Funcionários de João de Deus tinham conhecimento de abusos', diz MP



O Globo informa neste fim de semana que, segundo o Ministério Público de São Paulo, funcionários de João de Deus tinham conhecimento de abusos' sexuais praticados pelo médium contra centenas de vítimas.

Segundo a publicação, "Pelo menos dez mulheres ouvidas pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) afirmaram que um grupo de funcionários do médium João de Deus era conivente com os abusos sexuais cometidos durantes as sessões espirituais em Abadiânia, Goiás".

Os eventuais cúmplices que forem identificados no curso das investigações podem ser penalizados. "Em tese, o Código Penal prevê penalidades também para quem participa ou coopera com qualquer tipo de crime, na medida de sua culpabilidade. A teoria é citada no artigo 29, que trata do "concurso de pessoas", diz a publicação.

Com informações de O GLOBO
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‘Morte de Bolsonaro interessa aos que estão perto', diz filho do presidente, sugerindo que risco será maior após a posse



O filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, vereador Carlos Bolsonaro (PSC/RJ), inseriu uma publicação em seu perfil no Twitter que deixou muitos apoiadores de seu pai preocupados. Segundo o parlamentar carioca, a morte de Bolsonaro "não interessa somente aos inimigos declarados, mas também aos que estão muito perto".

Carlos Bolsonaro afirmou ainda que a possibilidade de Bolsonaro ser assassinado após a posse de Jair em 1° de janeiro é ainda maior.

Adicionar legenda
"A morte de Jair Bolsonaro não interessa somente aos inimigos declarados, mas também aos que estão muito perto. Principalmente após de sua posse! É fácil mapear uma pessoa transparente e voluntariosa. Sempre fiz minha parte exaustivamente. Pensem e entendam todo o enredo diário!
Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro)".

Nas Redes Sociais, seguidores do filho do presidente ficaram intrigados com suas declarações e sugeriram que ele deveria informar as autoridades sobre suas suspeitas. O problema é que Carlos Bolsonaro pode estar numa situação delicada, pois sua postagem sugere que ele desconfie de pessoas bastante próximas ao presidente.

Bolsonaro foi vítima de um atentando em setembro, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, por Adelio Bispo, um inimigo declarado. Segundo Carlos Bolsonaro, agora a morte de seu pai pode estar sendo tramada também pelos "que estão muito perto"
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Gabeira deixa jornalistas sem graça ao falar abertamente sobre bandido com fuzil na mão

Forças Policiais não precisariam portar
fuzis se bandidos não usassem armamentos
tão pesados. Número de vítimas de balas
perdidas seria bem menor, assim como
confrontos violentos em áreas urbanas


O jornalista Fernando Gabeira deixou alguns colegas desconcertados ao falar abertamente sobre uma das mais polêmicas propostas de combate à violência que tomou corpo no debate eleitoral nos últimos meses. Gabeira consegui tratar com extrema naturalidade a questão sobre o “abate” de criminosos portando armas pesadas como fuzis por meio de atiradores de elite das forças policiais em casos de confrontos urbanos. Acompanhe um trecho do debate no vídeo abaixo:

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Cabo da PM que tentou fugir ao ser flagrado fumando maconha ao volante é liberado pela Polícia



Após ter sido flagrado por uma viatura fumando maconha ao volante  Avenida Manoel Goulart, em Presidente Prudente, um cabo da Polícia Militar, acompanhado da namorada, empreendeu uma fuga pelas ruas da cidade, mas acabou tendo seu veículo interceptado por outras viaturas na altura do bairro Vila Santa Helena.

Segundo informações obtidas pelo G1, os policiais encontraram “uma substância esverdeada”, semelhante a maconha. No maço de cigarros do PM, foi encontrado outro cigarro de maconha, intacto. Com os olhos vermelhos, o policial militar abordado permaneceu calado ao ser levado para a Delegacia Participativa da Polícia Civil, e depois foi liberado.

Ele foi autuado administrativamente por conduzir veículo automotor sob efeito de substância psicoativa. O carro do PM foi apreendido porque o documento estava com o licenciamento vencido.

Leia a matéria completa no G1
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Mais de 8,2 mil profissionais brasileiros foram selecionados para o #MaisMédicos



A crise precipitada no Programa Mais Médicos com a saída unilateral do governo cubano do programa parece ter sido contornada em tempo recorde. O presidente Michel Temer veio a público nesta segunda-feira para informar que o programa já teve 97,2% das vagas preenchidas.

Segundo um novo balanço de inscrições divulgado pelo Ministério da Saúde, mais de 8,2 mil profissionais brasileiros foram selecionados . Em um vídeo publicado nas redes sociais, Temer comemorou o número e reiterou que "não iria deixar esse problema para o próximo governo". Os médicos cubanos, que somavam 8 mil profissionais, começaram a deixar o país na semana passada.

— O nosso governo foi rápido e hoje, menos de duas semanas depois, tenho a informação de que mais de 8.200 médicos já foram selecionados e estão fazendo as indicações para os municípios onde pretendem prestar esse serviço. Praticamente 96% dos médicos que prestavam serviço já estão sendo selecionados, destacou Temer no pronunciamento.




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Gleisi Hoffmann chora com partida de médicos cubanos, mas não comenta empregos dados a 8.500 médicos brasileiros



A senadora em fim de mandato, Gleisi Hoffmann, do PT do Paraná, chegou a chorar na tribuna do senado esta semana ao lamentar a partida dos médicos cubanos que faziam parte do Programa Mais médicos. Cerca de 8,5 mil profissionais deixam o país após decisão unilateral do governo de Cuba de romper o contrato com o Brasil. Indignada, a presidente nacional do PT criticou o presidente eleito, Jair Bolsonaro, acusando-o de ser agressivo, mostrar falta de compostura e não compreender as necessidades da população.

Ao lamentar o fato do governo cubano ter convocado seus profissionais de volta, Gleise se esquece de salientar que foi Cuba que decidiu, de maneira abrupta, exigir que os profissionais de saúde abandonassem seus postos e retornassem à ilha, sem se importar com as consequências que a convocação poderia trazer aos brasileiros. Em seu pronunciamento, a petista também se esqueceu de saudar a o ingresso de cerca de 8.5 mil médicos brasileiros, que substituíram os médicos cubanos em menos de uma semana, através das inscrições online no sistema lançado pelo Governo do presidente Michel Temer.

Gleisi parece não reconhecer que os bilhões que eram enviados à Cuba ficarão a partir de agora no Brasil, gerando empregos para milhares de profissionais brasileiros.

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Bolsonaro passará por cirurgia apenas após a posse em janeiro



O presidente Jair Bolsonaro teve uma cirurgia da  bolsa de colostomia adiada para o próximo ano. O anúncio do adiamento foi confirmado na tarde desta sexta-feira (23) pela equipe médica do Hospital Albert Einstein, após uma bateria de exames realizada na parte da manhã. Os exames apontaram  que Bolsonaro ainda apresenta um quadro inflamatório, o que levou à decisão de adiar a intervenção para depois de sua posse como presidente da República.

De acordo com o UOL, "Bolsonaro deixou a unidade por volta das 14h20 desta sexta, após realizar exames pré-operatórios. Havia expectativa de que ele fosse operado no dia 12 de dezembro, mas foi adiada.

"Encontra-se bem clinicamente e mantém ótima evolução, porém os exames de imagem ainda mostram inflamação do peritônio e processo de aderência entre as alças intestinais. A equipe decidiu em reunião multiprofissional postergar a realização da reconstrução do trânsito intestinal", apontou o boletim médico.

Após permanecer por quatro horas no Hospital Albert Einstein, Bolsonaro retorna para o Rio de Janeiro.

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