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Danilo Gentili perde paciência com apoiadores de Bolsonaro nas Redes Sociais



Parece que o humorista Danilo Gentili perdeu completamente o humor com seus seguidores apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Após o desencantamento do cantor Lobão com o bolsonarismo, o humorista, que defende a tese de que ninguém pode passar pela terra sem ser ofendido, é o segundo artista de peso a comprar briga com apoiadores do presidente.

Por meio de seu perfil no Twitter, o apresentador do programa "The Noite", do SBT, se queixou de um suposto patrulhamento por parte de bolsonaristas e sugeriu que aprendessem a 'ser gente', entre outras recomendações:

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Ao lado de Witzel e Crivella, Bolsonaro diz que problema do Brasil é a classe política

Imagem do G1


Em meio as dificuldades de relacionamento com o Congresso Nacional, o O presidente Jair Bolsonaro voltou a se queixar da classe política na manhã desta segunda-feira (20). Ao lado do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel  so prefeito do Rio, Marcelo Crivella, Bolsonaro afirmou que o Brasil é "um país maravilhoso" e que o grande problema "é a nossa classe política", disse o presidente durante cerimônia na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

"É um país maravilhoso que tem tudo para dar certo, mas o grande problema é a nossa classe política. É 'nós' [Wilson] Witzel, 'é nós' Crivella, sou eu Jair Bolsonaro, é o Parlamento em grande parte, é a Câmara Municipal, a Assembleia Legislativa. Nós temos que mudar isso. Não existe maior satisfação para um político do que ser reconhecido em qualquer lugar, do Brasil ou fora do Brasil. Ser reconhecido pelo lado bom. Temos que mudar o destino do Brasil."

Bolsonaro atuou como parlamentar por quase três décadas e está bastante familiarizado com as divergências entre deputados, senadores e presidentes da República. Ao longo de sua carreira como deputado, em partidos do hoje Centrão, como PTB, PFL e PP, Bolsoanro discordou de projetos importantes em vários governos. votou contra o Plano Real, a privatização da Vale, a privatização da Telefonia, militou contra várias reformas da Previdência, contra a Reforma Administrativa, contra a quebra do monopólio exploração estatal do Petróleo e Contra Lei de responsabilidade Fiscal, entre outras posições polêmicas. Há poucos dias, o presidente confessou se sentir arrependido por não ter apoiado a proposta de reforma da Previdência do governo Temer. Hoje, como presidente, Bolsonaro reconhece que governar é mesmo uma tarefa árdua.

Diante das dificuldades alegadas para aprovar projetos de interesse do governo, o presidente deveria adotar uma postura mais radical em relação à classe política que tanto condena. Seria ideal que convocasse partidos e parlamentares para explicar a real situação do país. Caso alguém ouse propor o famigerado 'toma-lá-da-cá', deveria denunciar o proponente publicamente. Munido desta disposição, certamente a mais adequada para o momento atual, ninguém ousaria barganhar vantagens com o presidente.

Com informações do G1
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A futura esposa de Lula. Presidiário quer se casar logo que deixar a prisão



Coube ao economista Luiz Carlos Bresser-Pereira comunicar à nação que o ex-presidente Lula pretende se casar logo que deixar a prisão. O petista estaria apaixonado pela socióloga Rosângela da Silva. Lula já conhecia sua futura esposa há muito tempo. Janja, como Rosângela é chamada, vive em Curitiba, mas, segundo amigos do casal, ela é paulista. Os dois mantiveram a amizade durante esses anos, inclusive profissionalmente. Se Bresser Pereira deu com a língua nos dentes ou foi o escolhido por Lula para transmitir a notícia de seu enlace é outra história.

Segundo a revista Época, "O namoro é de conhecimento de petistas há mais de um ano, pois os dois namoravam mesmo antes de Lula ser preso. Rosângela está há 16 anos anos em Itaipu Binacional. Neste período, segundo seu perfil em uma rede social, ela foi cedida para a Eletrobras durante três anos e nove meses. Segundo amigos do casal, Rosângela visita Lula com frequência na cela da PF e tem em torno de 40 anos, portanto é algumas décadas mais jovem do que o ex-presidente".

As informações são da Revista Época
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Homem diz que governo Bolsonaro não está dando certo por conta de 'macumba'



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Lula disse que tinha cantinho para Dirceu, mas PF preferiu transferir mensaleiro para presídio



Logo que soube que o mensaleiro José Dirceu havia perdido um recurso no TRF-4 e voltaria para a prisão, o ex-presidente Lula afirmou em tom de brincadeira que havia reservado um cantinho para o companheiro na sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso desde abril do ano passado.

 O ex-ministro José Dirceu se entregou ontem à noite na sede da Polícia Federal em Curitiba, após uma longa viagem de carro desde Brasília, de onde saiu ainda na manhã de sexta-feira, 17. Mas de nada adiantou Lula prometer um cantinho para o amigo. O mensaleiro foi transferido na manhã deste sábado (18), para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Dirceu foi levado, na manhã deste sábado, para o Instituto Médico-Legal (IML), onde passou por exame e, em seguida, encaminhado ao presídio em Pinhais, onde deverá cumprir pena de 8 anos e dez meses. Nesta ação penal, o petista foi condenado em segunda instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
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Proposta de Bolsonaro e Guedes para a Previdência pode ir para lata do lixo. Grupo de Maia prepara nova proposta



Os desgastes contínuos entre o presidente Jair Bolsonaro e o Congresso, sobretudo com a Câmara dos Deputados, na tramitação da proposta de governo para a reforma da Previdência tem um novo capítulo. Desta vez, há o risco da proposta apresentada por Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, ir parar na lata do lixo.

Segundo a Gazeta do Povo, "Um grupo de deputados que inclui o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu apresentar um novo projeto de reforma da Previdência, abandonando o texto enviado em fevereiro pelo governo".

Impasses na tramitação do projeto mais importante para a economia do país teriam levado lideranças da Câmara à adoção de uma proposta alternativa à do governo. Segundo o presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), a decisão já foi tomada em reunião na casa de Rodrigo Maia na noite de quinta-feira. A decisão teria sido tomada por  líderes de partidos do grupo conhecido como Centrão.

O deputado Marcelo Ramos entende que a decisão de apresentar um substitutivo ao projeto enviado pela equipe do ministro Paulo Guedes está relacionada à relação completamente desgastada entre o Legislativo e o governo Bolsonaro. “Este é um governo que desconsidera completamente o Parlamento”, afirmou.

Para o deputado, apresentar um novo projeto é a única chance de a reforma da Previdência ser aprovada. “Essa é uma reforma muito importante para o País, fundamental, e não podemos correr o risco de não ser aprovada porque o deputado antipatiza com o governo Bolsonaro”, afirmou.

Segundo o parlamentar, um projeto a ser definido para ser apresentado ainda será discutido a partir da próxima semana.

“Mas há alguns projetos no Congresso que podem servir de base.” Ele deixou claro, no entanto, que o substitutivo terá de ser apresentado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que é o relator do projeto na Comissão Especial da Previdência"

Há quem entenda que a iniciativa possa até mesmo vir a ser encorajada pelo governo de forma indireta. Bolsonaro já declarou mais de uma vez que não gostaria de tocar uma reforma da Previdência. Por se tratar de uma iniciativa independente, a proposta de tocar a própria reforma blinda o grupo de acusações do governo sobre o tal do toma lá, dá cá. Na prática, ninguém teria que negociar pontos da proposta com Bolsonaro ou com Guedes.

Ao assumir a responsabilidade sobre a iniciativa, Maia e seu grupo poderão arcar com eventuais ônus em relação ao desgaste perante a opinião pública. Por outro lado, o mesmo grupo poderá se capitalizar politicamente, caso a reforma ajude a tirar o País da situação econômica precária observada nos primeiros meses deste ano. Resta saber se o ubstitutivo ao projeto enviado pela equipe do ministro Paulo Guedes será mais ousado em relação ao corte de privilégios de determinados setores.

Com informações da Gazeta do Povo
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"O Sistema vai me matar" diz Bolsonaro ao compartilhar texto sobre dificuldade de governar



O presidente Jair Bolsonaro compartilhou um texto que aborda desafios na administração do país, segundo sua ótica. A mensagem compartilhada em diversos grupos de WhatsApp é de um autor desconhecido, mas o presidente entendeu que o texto retrata sua realidade e as dificuldades que vem enfrentando em sua gestão.

"O Sistema vai me matar", afirmou Bolsonaro ao comentar a mensagem que compartilhou:

"Um texto no mínimo interessante. Para quem se preocupa em se antecipar aos fatos sua leitura é obrigatória. Em Juiz de Fora (06/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: "essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar. Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões.", escreveu o presidente.

Acompanhe abaixo o texto compartilhado pelo presidente:

TEXTO APAVORANTE - LEITURA OBRIGATÓRIA

Alexandre Szn

Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

Bastaram 5 meses de um governo atípico, "sem jeito" com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal "presidencialismo de coalizão", o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.

Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.

Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.

Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.

Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.

Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?

Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.

Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.

Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos "ana(lfabe)listas políticos"?

A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.

O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.

Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.

Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.

Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.

Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.

Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.

A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.

Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores. Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.

O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.

Infelizmente o diagnóstico racional é claro: "Sell".

Autor desconhecido

Ao ser procurado pelo jornal O Estado de S. Paulo para comentar sobre a mensagem, o presidente respondeu por meio do porta-voz: “Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações  pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o país de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!”

As informações são do Estadão
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Polícia Federal está na caça de grupo terrorista que ameaça matar Bolsonaro e dois ministros



O presidente Jair Bolsonaro e integrantes de seu governo sob nova ameaça. Segundo a Veja, a divisão antiterrorismo da Polícia Federal está tentando descobrir a identidade dos integrantes de um grupo extremista que ameaça matar Bolsonaro e dois de seus ministros.

Segundo a publicação, o grupo autointitulado “Sociedade Secreta Silvestre” é um movimento que se diz “eco-terrorista” e “anticristão”. Seus integrantes teriam feito “ameaças a figuras públicas, notadamente ao presidente da República Jair Messias Bolsonaro”, segundo o documento obtido por VEJA.

As ameaças são postadas num site — e vieram à tona quando, em dezembro do ano passado, o grupo disse que poderia promover um atentado na cerimônia de posse presidencial. Na época, a polícia desarmou uma bomba colocada na porta de uma igreja que fica a cerca de 50 quilômetros do Palácio do Planalto.

Recentemente, a “Sociedade Secreta” incendiou dois carros numa das sedes do Ibama, em Brasília. No local, a polícia localizou fragmentos de uma bomba caseira. O grupo assumiu a autoria do atentado e anunciou que o próximo alvo será o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente.

Segundo os investigadores, as condutas dos envolvidos são “extremamente graves, inclusive com a utilização de artefatos explosivos” e representam “atos criminosos”. Confira os detalhes das ameaças ao presidente e aos ministros na reportagem publicada nesta edição de VEJA.
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"Não vão me pegar', diz Bolsonaro sobre investigação contra seu filho Flávio



Durante viagem aos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) reagiu com indignação às investigações que alcançaram seu filho, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e mais de 90 pessoas no entorno do senador.

Bolsonaro disse nesta quinta-feira (16), que as investigações que avançam sobre seu filho para atingi-lo, "fazendo um esculacho" em cima de Flávio para prejudicar o seu governo.

"Façam justiça! Querem me atingir? Venham pra cima de mim! Querem quebrar meu sigilo, eu sei que tem que ter um fato, mas eu abro o meu sigilo. Não vão me pegar", afirmou Bolsonaro, em Dallas, no Texas.

O senador Flavio Bolsonaro caiu numa investigação do Ministério Público Federal por suspeitas de crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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José Dirceu pode ser preso nas próximas horas. TRF-4 determina 'imediato ofício para início do cumprimento da pena' de 8 anos e 10 meses.



O  ex-ministro petista José Dirceu perdeu um recurso julgado na tarde desta quinta-feira (16), pela 5.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no qual o petista pedia prescrição da pena de 8 anos e 10 meses na segunda condenação dele na Lava Jato.

Além de negar por unanimidade o recurso do petista, os membros do Colegiado determinaram  "imediato ofício para início do cumprimento da pena ao juízo de primeiro grau", em Curitiba, no Paraná. Com isso, o ex-ministro pode voltar ser preso. Ele está solto desde junho de 2018 após determinação do STF na primeira condenação.
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Bolsonaro não receberá nenhum prêmio em Dallas, nos EUA, afirma presidente do Conselho local




O presidente do World Affairs Council de Dallas, Jorge Baldor, disse nesta quarta-feira, 15, que o presidente brasileiro não receberá nenhum prêmio durante evento alegado pelas autoridades brasileiras naquela cidade.

"Não convidamos Bolsonaro. Foi ele que se convidou.Também não receberá nenhum prêmio e só vai almoçar com algumas pessoas particularmente. Não iremos", garantiu Jorge Baldor em entrevista publicada na imprensa americana.

Segundo o presidente da entidade, ele e sua organização não tinham nada a ver com um convite ao presidente brasileiro.

Baldor explicou que o Conselho que preside tem um contrato com a cidade de Dallas para receber dignitários estrangeiros, mas que não há um fórum público planejado e que Bolsonaro apenas participará de um almoço privado com particulares.

"Ele não está recebendo um prêmio", disse Baldor, contradizendo relatos anteriores de que Bolsonaro estava vindo a Dallas para receber um prêmio da Câmara Americana de Comércio depois que os locais em Nova York se recusaram a sediar a cerimônia de premiação e o Prefeito de Nova York. Bill De Blasio se recusou a participar de qualquer evento com Bolsonaro.

"O World Affairs Council não fez um convite", disse Baldor. “Eu pessoalmente não fiz um convite. Eu não o quero aqui".

Baldor também classificou as matérias divulgadas na imprensa local de que ele e o Conselho convidaram Bolsonaro para Dallas como "uma maldita mentira". O prefeito Mike Rawlings também confirmou nesta quarta-feira que não comparecerá ao almoço ou a qualquer outro evento envolvendo Bolsonaro. Mais cedo, o prefeito de Dallas havia se recusado a receber ou dar boas vindas ao presidente Brasileiro.

As informações são do Dallas Voice
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Flávio Bolsonaro comprou 19 imóveis por R$ 9 milhões, diz Grupo de Combate à corrupção do MP



A Veja acaba de divulgar o conteúdo sigiloso de um relatório do GAECC (Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção) do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, que aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) comprou 19 imóveis, entre salas e apartamentos, num valor total de 9,425 milhões de reais

Segundo a reportagem, o MP apontou indícios de que o parlamentar tenha utilizado a compra e venda de imóveis para lavar dinheiro. Segundo os promotores, o então deputado estadual lucrou alguns milhões em transações imobiliárias em que há “suspeitas de subfaturamento nas compras e superfaturamento nas vendas”.

"No documento sigiloso, obtido por VEJA, o MP afirma que a suposta fraude pode ter ocorrido para “simular ganhos de capital fictícios” que encobririam “o enriquecimento ilícito decorrente dos desvios de recursos” da Assembleia Legislativa do Rio. A quebra de sigilo foi concedida pelo juiz da 27º Vara Criminal do Rio, Flávio Itabaiana Nicolau" diz a reportagem.

Na ação, o MP afirma ter encontrado elementos que indicam a prática, no gabinete do então deputado, dos crimes de peculato (apropriação, por funcionário público de bens alheios), lavagem de dinheiro e organização criminosa. O parlamentar e outras cerca de 90 pessoas ligadas a ele tiveram a quebra de seus sigilos bancário e fiscal autorizados pela Justiça. Os dados sobre este levantamento ainda permanecem em sigilo. Entre os alvos das investigações, estão várias pessoas contratadas pelo gabinete de Flávio Bolsonaro, como o ex-PM Fabricio Queiroz, Danielle Nóbrega e Raimunda Magalhães. As duas são respectivamente mulher e mãe do Capitão Adriano, apontado pelas autoridades locais como matador de aluguel do Escritório do Crime e foragido.

Leia  a matéria completa na Veja

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Em conversa com sindicalistas, FHC diz que "Presidente que não toma em consideração o Congresso corre o risco de cair"



O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ainda se mantém como uma voz ativa na política nacional. Apesar da polidez e elegância, o tucano não consegue esconder seu descontentamento com o governo do presidente Jair Bolsonaro. Há poucos dias, FHC sugeriu que seria melhor que Bolsonaro ficasse calado em certas circunstâncias, por não entender de economia. O ex-presidente postou a sugestão em suas redes sociais na ocasião em que Bolsonaro interferiu na decisão da Petrobras de elevar o preço do Diesel. A empresa acabou aumentando o valor do combustível cinco dias depois, mas suas ações na Bolsa sofreram uma queda considerável durante o episódio.

"A Bolsa caiu, as ações da Petrobras despencaram. Pr que não avalia consequências do que diz leva a incertezas. As da economia nem sempre controlamos. As políticas, vindas de quem mais pode, são perigosas. O país paga caro. Tomara que os que pouco sabem aprendam ou calem" sugeriu FHC na ocasião.

Esta semana, durante conversa com sindicalistas da Força Sindical, em São Paulo, o tucano afirmou que um presidente da República que não tem maioria no Congresso corre o risco de perder o cargo. FHC falava sobre o impeachment de Dilma Rousseff, afastada em 2016, e não citou o presidente Jair Bolsonaro, mas admitiu que o risco existe.

“No episódio da Dilma é um caso perigoso que pode acontecer. Os partidos são fracos mas o Congresso é forte. É um paradoxo no Brasil. O presidente que não toma em consideração o Congresso corre o risco de cair. Tem que entender que aquilo ali representa uma vontade nacional”, disse o ex-presidente.

Segundo o Estadão, Fernando Henrique frisou "que é em princípio contra deposições de presidentes porque considera o movimento traumático e que gera custos elevados ao país mas afirmou que em alguns casos, como o da petista, isso é inevitável. Sobre o momento atual, disse ser impossível prever o futuro mas considera que a conjuntura “ainda” permite fazer tal afirmação.

“Não dá para prever o que vai acontecer porque as coisas mudam. Mas estou dizendo agora porque as circunstâncias permitem ainda dizer isso”, afirmou o tucano.
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Ele é um doente!, diz Lula sobre Bolsonaro.



O ex-presidente Lula voltou a criticar o presidente Jair Bolsonaro em mais uma entrevista na cadeia. Na entrevista concedida ao jornalista Kennedy Alencar exibida na BBC World News, o petista se antecipou ao decreto sobre armas de Bolsonaro e falou sobre a predileção do presidente pelo tema: "Ele é um doente! Acha que o problema do Brasil se resolve com arma. Os problemas do Brasil se resolvem com livro, com escola", declarou na sede da Polícia Federal em Curitiba.

Ciente de que sua entrevista seria veiculada por outros órgãos da imprensa internacional, Lula aproveitou para tentar se promover e disse que "pelo bem do Brasil" espera que Bolsonaro aprenda a guiar o país. "Em vez de ficar falando bobagens, ele deveria falar que vai terminar o mandato melhor do que o Lula. Vou fazer mais universidade, vou investir mais em ciência e tecnologia, vou colocar mais criança na escola, vou fazer mais casas".


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Flavio Bolsonaro e mais de 90 ex-funcionários do seu gabinete na Alerj atingidos por quebra sigilos determinadas pela Justiça do Rio



O senador Flavio Bolsonaro e mais de 90 pessoas ligadas a ele, entre mulher e ex-assessores de seu gabinete na Alerj, foram atingidos por uma decisão da Justiça do Rio de Janeiro que está dando o que falar. Todos tiveram a quebra sigilos bancários e fiscais quebrados por suspeitas de participação em um esquema de desvios de recursos públicos por meio de 'rachadinhas' de salários de assessores. O pedido havia sido feito pelo Ministério Público, para investigar movimentação financeira atípica do ex-assessor de Flavio, o ex-PM Fabricio Queiroz.

Segundo a BandNews, a decisão alcança Flavio Bolsonaro, sua espisa, Fernanda Bolsonaro, uma empresa do casal, o ex-assesor Fabricio Queiroz, as duas filhas do ex-PM, além de 88 ex-funcionários no gabinete do então deputado na Assembleia Legisltiva do Rio de Janeiro.




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O Tsunami chegou. Justiça autoriza quebra de sigilos bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro e Queiroz



Um dos maiores temores no entorno do presidente Jair Bolsonaro acaba de se confirmar: a Justiça do Rio de Janeiro autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), e do ex-PM Fabrício Queiroz, que foi assessor de Flávio,amigo de longa data do presidente.

O Ministério Público fluminense solicitou a quebra – autorizada em 24 de abril de 2019.

Segundo informações preliminares, além de Flavio e Queiroz,  a Justiça também autorizou a quebra dos sigilos de Fernanda Bolsonaro, mulher de Flavio; uma empresa deles, Bolsotini Chocolates e Café Ltda; as duas filhas de Queiroz, Nathalia e Evelyn; e a esposa do ex-assessor, Marcia.

Na semana passada, durante evento na Caixa, o presidente Jair Bolsonaro mencionou a possibilidade de haver um tsunami esta semana. A quebra dos sigilos dos envolvidos em um suposto esquema de 'rachadinha' de dinheiro público pode ser devastadora, caso se confirmem as suspeitas que pairam sobre os investigados. Fabrício Queiroz chegou a efetuar pagamentos para a primeira-dama, Michele Bolsonaro. O juiz Flávio Nicolau, que autorizou a quebra do sigilo, afirmou que se trata de uma decisão importante “para a instrução do procedimento investigatório criminal”


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Tsunami a que Bolsonaro se referiu pode ter relação com caso Queiroz e seu filho Flávio Bolsonaro



O presidente Jair Bolsonaro deu uma declaração na sexta-feira (10), que deixou toda a imprensa nacional com uma pulga atrás da orelha.  Durante evento com gestores da Caixa Econômica em Brasília, Bolsonaro afirmou ainda que pode até ter de encarar "um tsunami" na próxima semana:

Alguns problemas, sim, talvez tenha um tsunami na semana que vem, mas a gente vence o obstáculo com toda certeza. Somos humanos, alguns erram, alguns erros são perdoáveis, outros não", disse o presidente, sem deixar claro o que provocaria o tal tsunami.

Logo após a declaração, começaram a surgir especulações sobre a medida provisória da reforma administrativa, que reduziu o número de ministérios em seu governo. Mas ao que tudo indica, Bolsonaro poderia estar fazendo referência a algo bem mais grave. Em entrevista à rádio "Bandeirantes" neste domingo, 22, Bolsonaro se antecipou na defesa de seu filho, o senador Flavio Bolsonaro, envolvido em um escândalo por um suposto esquema de 'rachadinha' de salários de servidores de seu gabinete no Rio. Um dos principais suspeitos de comandar um esquema de desvio de recursos públicos é o ex-PM Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flavio Bolsonaro e amigo pessoal do presidente de longa data.

Durante a entrevista à Rádio Bandeirantes, Bolsonaro citou o caso envolvendo seu filho:

Ao completar o raciocínio, ele citou o filho.

— Você pode ver. O PSL do Rio tem a acusação de três mulheres laranjas. Cada uma recebeu R$ 2,8 mil. Por que recebeu? Para pagar contador. E a imprensa nos acusa, porque meu filho era presidente do PSL, em cima disso. Agora, vai afastar meu filho do Senado por causa de R$ 2,8 mil para três mulheres? Uma acusação política, maldosa", afirmou o presidente, sem fornecer maiores detalhes.

Na noite deste domingo, o jornal O Estado de S. Paulo publicou uma entrevista exclusiva com Flavio Bolsonaro, na qual o senador reconheceu uma série de contradições por parte de seu ex-assessor e se revelou surpreso até mesmo com o fato de Queiroz ter se internado em um hospital considerado um dos mais caros do país.

Estadão - Queiroz se internou no hospital mais caro do pais, o Albert Einstein. Esse tipo de comportamento...

Flavio Bolsonaro - Claro que é estranho. Mas, de novo ele, tem que explicar. Certamente deve ter sido uma conta bem alta, né?

Na mesma entrevista, o senador informou que não fala com Queiroz desde então e que perdeu contato com 'todo mundo' relacionado ao caso:

Estadão - A maior parte desses servidores, que poderiam esclarecer o que acontecia ali, sumiu. Repórteres já tentaram encontrar, sem sucesso.

Flavio Bolsonaro - Que eu saiba todo mundo tem endereço fixo normal. Perdi o contato com todo mundo.

Mas o que mais levantou suspeitas de que o Tsunami a que Bolsonaro se referiu no final de semana possa ter relação com o caso foi o fato de Flavio Bolsonaro ter admitido na entrevista ao Estadão que 'achou melhor se antecipar' a uma possível 'sacanagem' do Ministério Público em relação a ele:

Estadão - Por que o senhor decidiu falar agora?


Flavio Bolsonaro - Vejo que há grande intenção de alguns do Ministério Público de me sacanear, de mais uma vez me colocar em evidência coisas que não fiz. Estou preferindo me antecipar, porque meu processo corre em sigilo de Justiça, mas sempre que vai para o Ministério Público, os caras vazam tudo, reclamou o senador.

Resta saber se ocorrerão vazamentos capazes de provocar uma tsunami não apenas na vida do senador, mas também no governo de seu pai. O Ministério Público espera para os próximos dias a decisão favorável da Justiça sobre um pedido formal de investigação nas contas bancárias e nos telefonemas entre Flavio Bolsonaro e Fabrício Queiroz.

Leia a entrevista completa de Flavio Bolsonaro no Estadão Aqui


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Sérgio Moro pode ter sua indicação ao STF barrada no Senado. Oposição deve questionar vaga prometida por Bolsonaro



O presidente Jair Bolsonaro anunciou neste domingo (12) seu compromisso de indicar o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

"Eu fiz um compromisso com ele, ele abriu mão de 22 anos de magistratura. A primeira vaga que tiver lá [no STF], estará à disposição", disse Bolsonaro, numa entrevista ao programa do jornalista Milton Neves, da rádio Bandeirantes. Bolsonaro não mencionou quando teria feito este compromisso.

Há tempos, políticos da oposição questionam o acordo mencionado pelo próprio Bolsonaro, sugerindo que Moro tenha concordado em assumir a pasta da Justiça mediante a promessa de ser indicado para uma vaga no STF.

 A indicação de ministros do Supremo segue atualmente o modelo adotado pela Constituição Federal de 1988, que teve como exemplo o modelo  norte-americano, no qual, em primeiro lugar, cabe ao Presidente da República indicar alguém para integrar a Corte, sempre que uma vaga seja disponibilizada, seja por motivo de aposentadoria ou morte.

Cabe ao Presidente indicar um nome candidato que deve ser um brasileiro nato, que tenha mais de 35 e menos de 65 anos, assim como notável saber jurídico e reputação ilibada (Constituição Federal de 1988, artigo 101).

Logo após a indicação do Presidente, cabe ao Senado Federal apreciar o nome indicado, fazendo a chamada "sabatina", momento de questionar o indicado acerca de sua trajetória pessoal e profissional para, sendo o caso, aprová-lo por maioria absoluta.

O suposto envolvimento político de Moro apontado por políticos da oposição pode representar um embaraço para o atual ministro da Justiça durante uma eventual sabatina no Senado. Ao longo da história recente, senadores já rejeitaram cinco nomes indicados por presidente.

Segundo estudo do Ministro  Celso de Mello, o Senado norte-americano rejeitou 12 (doze) indicações presidenciais para a Suprema Corte americana ao longo da história.

A próxima vaga no tribunal deve ser aberta justamente pelo ministro Celso de Mello em novembro do ano que vem, quando o decano deverá completar 75 anos e se aposentar compulsoriamente. Bolsonaro conhece os trâmites para a indicação de um ministro do Supremo.
 
"Obviamente ele teria que passar por uma sabatina no Senado. Eu sei que não lhe falta competência para se aprovado lá. Mas uma sabatina técnico-política, tá certo? Então, eu vou honrar esse compromisso com ele, caso ele queira ir para lá. Ele seria um grande aliado não do governo, mas dos interesses do nosso Brasil dentro do STF", declarou o presidente.
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Tribunal determina que Temer volte à prisão. Ex-presidente diz que irá se apresentar à Justiça nesta quinta



Logo após ser informado de que o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiu na noite desta quarta-feira, 08, pela revogação de um habeas corpus a seu favor, o ex-presidente Michel Temer afirmou que pretende se apresentar à Justiça voluntariamente nesta quinta-feira, 09.

"Em primeiro lugar, decisão da Justiça se cumpre. Segundo ponto, claro, eu a considero inteiramente equivocada sob o foco jurídico. Eu sempre sustentei que nessas questões todas não há prova. Para mim, foi uma surpresa desagradável, mas eu amanhã me apresento voluntariamente", disse.

O ex-presidente acrescentou que irá recorrer da decisão. “Já falei com o advogado, ele apresentará um habeas corpus ao Superior Tribunal de Justiça. Ou seja, vou defender os meus direitos até o fim”, afirmou Temer.

O ex-presidente teve sua prisão decretada pelo Juiz Marcelo Bretas, da Justiça Federal do Rio de Janeiro, em março, mas conseguiu um habeas corpus provisório que lhe permitiu seguir em liberdade. Temer é réu em seis ações penais.
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Diretor de "Tropa de Elite" acusa: 'Os Bolsonaros têm relações com a esgotosfera do crime organizado carioca'



O cineasta José Padilha tem manifestado seu descontentamento com a ida do ex-juiz Sérgio Moro para o governo do presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista concedida à Folha, o diretor do filme "Tropa de Elite" e da série o Mecanismo afirmou que não entende mais a cabeça de Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública, e afirmou que " Os Bolsonaros têm relações com a esgotosfera do crime organizado carioca".

Padilha falou sobre a nova temporada da série "O Mecanismo", adiantando que está preparado para as críticas: “Sou antipetista, antipeessedebista e antipeemedebista. Mas só me criticam por ser antipetista. Acho que a Dilma sofreu um golpe, mas sempre achei que o PT roubou. E essas coisas são compatíveis, sim”.

A visão de Padilha sobre o que entende como 'golpe' é perfeitamente compreensível sob o ponto de vista político, embora controversa no aspecto legal e constitucional. Normalmente, quando um presidente é eleito democraticamente, entende-se que a maioria da população votou em um projeto de governo. Quando ocorre a interrupção do mandato e o vice assume, este pode implementar medidas completamente antagônicas às do eleito nas urnas. Caso o presidente Jair Bolsonaro sofresse um impeachment, boa parte de seus eleitores, que contestam Padilha sobre sua percepção de que houve um golpe contra Dilma, tenderiam a crer no conceito do cineasta. O vice-presidente Hamilton Mourão estaria plenamente revestido da autoridade de chefe do Executivo e poderia abolir políticas implementas por Bolsonaro, e governar segundo sua visão de mundo pessoal. Muitos eleitores se sentiriam vítimas de um suposto golpe, pois ao votarem em Bolsonaro, votaram em um determinado projeto de poder.

Assim como qualquer presidente, Bolsonaro está sujeito às leis e dispositivos constitucionais. Caso incorra em deslizes ou violações destes dispositivos, estará sujeito a um processo político que pode lhe custar o cargo. Neste caso, a Constituição prevê que cabe ao vice assumir o cargo, como ocorreu no caso da ex-presidente Dilma Rousseff e seu então vice Michel Temer.

Na entrevista, Padilha voltou a criticar o gesto do ex-juiz Sérgio Moro em engrossar as fileiras do governo de Bolsonaro e fez observações 'pesadas' contra o presidente e seus familiares. Acompanhe o trecho abaixo:

Você disse que não pensou em mudar a representação do juiz Sérgio Moro na segunda temporada de “O Mecanismo”. Mas haverá uma terceira, quarta, quinta temporada para mostrar isso? O que você planejou?
Eu não estou fazendo uma série sobre o Sergio Moro. Estou fazendo uma série sobre o mecanismo, que ele é real e opera independente do partido político. Serra foi denunciado, Temer foi preso, Lula está na cadeia. O mecanismo não tem ideologia, ele é a forma pela qual a política se estruturou no Brasil desde o primeiro governo democrático. Agora, eu não sei quem mais é o Moro. Eu vejo duas possibilidades: ele não olhou direito onde estava entrando e, como o Fernando Henrique, é muito vaidoso. Não se deu ao trabalho de olhar o histórico dos Bolsonaros. Os Bolsonaros têm relações com a esgotosfera do crime organizado carioca. Ele é de Curitiba, talvez não saiba. A outra possibilidade é que ele sabia o que estava fazendo e ele fez. Aí o Moro é totalmente diferente de quem eu pensei que ele fosse, afirmou Padilha.

Leia a entrevista completa na Folha
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