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Ninguém rouba sozinho. Sérgio Cabral começa a revelar parceiros em crimes



Em depoimento recente na Lava Jato do Rio de Janeiro, o ex-governador Sérgio Cabral confessou sua compulsão por dinheiro. Ninguém ainda é capaz de prever quantas revelações sairão da memória do homem que governou o estado por quase uma década e meia, contando com o reinado interrompido de Luiz Fernando Pezão, supostamente seu cúmplice direto e representante de seus interesses no Palácio Guanabara.

Cabral esperou a poeira assentar por mais de dois anos na prisão, enquanto acompanhava o desenrolar de ações penais que resultaram em condenações que somam mais de 200 anos de prisão. Da cadeia, Cabral acompanhou ainda a eleição, talvez na expectativa de que aliados conseguissem se eleger em postos chave, como o governo do Rio e até mesmo a Presidência da República. Já com o quadro definido, tanto político quanto judicial, Cabral decidiu que era hora de começar a falar.

Ninguém rouba sozinho. Ninguém rouba tantos milhões durante tantos anos sem a cumplicidade de muitos parceiros em dezenas de repartições, órgãos públicos, empresas e políticos de cargos superiores. Além de saber muito, Cabral também sabe quem, entre seus parceiros de crime, já está completamente liquidado, sem qualquer chance de ascender novamente na política. São estes parceiros que o político mira em sua nova fase 'iluminada'.  Como chefe de uma organização criminosa que saqueou os cofres públicos do estado do Rio durante tantos anos, Cabral tem potencial de colocar muita gente atrás das grades, incluindo membros do Judiciário. Ninguém rouba sozinho. Este é o novo recado de Cabral.

Segundo O Globo, “Em conversas reservadas, Cabral tem indicado disposição para revelar segredos da magistratura. Além de influir em decisões do Tribunal de Justiça do Rio, ele apadrinhou a indicação de ao menos quatro ministros do STJ e um ministro do Supremo.

Uma delação do ex-governador pode ser o ponto de partida para a aguardada operação Lava Toga.”

Ou um belo acordo de delação premiada.
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Sérgio Cabral está entregando geral. Eduardo Paes caiu no depoimento do ex-parceiro



O ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral desandou a falar sem mais nem menos. Além de entregar o ex-governador Luis Fernando Pezão e o empresário Eike Batista, Cabral também detonou o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, a quem disse que deu 80 milhões de reais em propinas para sua campanha eleitoral.

“Em 2008 teve muito dinheiro para o Eduardo Paes, essa é uma outra história, e que eu cuidei de… O Eduardo Paes deve ter tido mais ou menos 80 milhões de reais viabilizados por mim para a campanha dele em 2008”.

Cabral também confirmou ter recebido cerca de U$ 16 milhões da empresa de Eike Batista. Cabral disse que, apesar do tempo que ficará na cadeia, disse estar “aliviado” por ter admitido o recebimento de propina às autoridades.

“Gente, eu tô muito aliviado, sabia? E quero continuar ficando aliviado, seja o tempo que eu passar na cadeia”, afirmou o ex-governador.

Ele também acusou o ex-governador Luiz Fernando Pezão de receber dinheiro de propina dentro da sede do estado, o Palácio Guanabara, em Laranjeiras. Ainda segundo Cabral, o esquema começou já no primeiro ano do seu governo, em 2007.
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Confirmado sequestro do sítio de Atibaia após determinação em condenação de Lula



O famoso sítio de Atibaia que rendeu mais uma condenação ao ex-presidente Lula na Lava Jato foi devidamente sequestrado. A informação é do Registro de Imóveis de Atibaia (SP) informou nesta segunda-feira (25) à juíza Gabriela Hardt que a propriedade rural foi efetivamente sequestrada, conforme ficou determinado pela magistrada por ocasião da condenação do petista no processo na primeira instância.

Nesta ação penal, Lula foi condenado pela segunda vez na Lava Jato pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Ao petista, foi imposta uma pena de 12 anos e 11 meses de prisão por  recebimento de propina por meio de reformas na propriedade.

A Justiça Federal ainda deve decidir quando a propriedade poderá ir a leilão. Em despacho, a juíza da 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba determinou o sequestro independentemente do trânsito em julgado da ação.
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Moro e PF informam Bolsonaro que investigação sugere que Adélio agiu sozinho



Apos vários meses de investigações, a Polícia Federal não conseguiu determinar se houve participação de terceiros na tentativa de assassinato do presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral no mês de setembro do ano passado, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. Durante reunião realizada nesta segunda-feira, 25, o ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro informou o presidente que a PF não encontrou evidência para afirmar que houve a participação de outras pessoas além de Adélio Bispo no atentado.

 A PF explicou que o inquérito ainda está em andamento. Falta concluir a análise dos materiais apreendidos com um advogado do autor do ataque sofrido por Bolsonaro em setembro. Estavam presentes o delegado federal responsável pelo caso, Rodrigo Morais, o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e o superintendente da PF em Minas Gerais, o delegado Cairo Costa Duarte.

Até o momento, a tese sobre a atuação isolada de Bispo é a que prevalece no segundo inquérito instaurado pela PF. 
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Rodrigo Maia aperta Bolsonaro e cobra uso da rede bolsonarista para 'vender' reforma previdenciária



O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), colocou o presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores em uma verdadeira saia justa ao defender que todos devem ir para as redes sociais para fazer propaganda da reforma previdenciária.

“A questão da comunicação é decisiva. Não tem como ir para o enfrentamento de um tema tão sensível como esse sem ter a capacidade de explicar de forma muito clara para o cidadão o que estamos fazendo, qual o objetivo da reforma"

O problema é que já há vários eleitores de Bolsonaro que não estão nem um pouco satisfeitos com a proposta de reforma da Previdência encaminhada pelo presidente à Câmara dos Deputados. Além da quebra do compromisso de campanha com a idade mínima, poucos estão aceitando a conversa de que quem ganha menos vai contribuir com menos. Na verdade, a proposta para a maior parte da sociedade que recebe até um salário mínimo terá um desconto de apenas 0.5% no valor da contribuição, que era de 8% e passa a ser de 7.5%.

Mas isto não é o pior. Como deputado, Bolsoanro militou contra a reforma da Previdência proposta por Temer que previa teto único e democrático para todos os cidadãos brasileiros no Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Pela proposta anterior, todos os trabalhadores, sejam do poder público ou da iniciativa privada, poderiam se aposentar pelo teto do RGPS de pouco mais de R$ 5 mil. Foi a forma encontrada pelo governo anterior para limitar as aposentadorias de alto valor, ou seja, eliminava privilégios das elites, causa maior do rombo na Previdência, e tratava todos os brasileiros como cidadãos iguais. (Leia a proposta que Bolsonaro militou contra aqui)

No caso da proposta encaminhada por Bolsonaro, o Estado continua tratando a elite a pão de ló e os cerca de 200 milhões de brasileiros como cidadãos de 2.ª classe. Pela nova proposta, a elite do funcionalismo publico que recebe acima de R$ 39 mil por mês continuará a receber até 40 vezes mais que o cidadão comum no INSS.

A manobra que preserva os interesses fisiológicos está justamente na necessidade de aprovação do Congresso. O negócio é 'jogar' a proposta para que a 'galera' a mastigue bem, protegendo seus interesses, de modo que apenas quem não possui poder de pressão, o povo, pague a maior parte da fatura. Apesar da pegadinha, a proposta habilita, ao menos em tese, o governo vender a mensagem de que a reforma combate privilégios aumentando a contribuição para quem ganha acima de R$ 39 mil. O problema é que grupos, notoriamente poderosos e influentes no Congresso, já se mobilizam para derrubar o aumento da contribuição de servidores.

Obviamente, os militares, membros do Judiciário, Ministério Público Federal e a elite dos três poderes que fez campanha para Bolsoanro vai topar vender a NOVA Previdência nas Redes Sociais. O problema será convencer o eleitor que, além de continuar a ser tratado como cidadão de 2.ª classe, ainda vai ter que trabalhar até 12 anos a mais para se aposentar, na maioria dos casos. Isso sem contar que a elite de servidores fará enorme pressão para manter seus privilégios intocáveis até a aprovação final da proposta no Senado, lá pelo final de 2019. Nesta queda de braço, os mais poderosos sempre levam vantagem.

Presidente Jair Bolsonaro entregando sua proposta de reforma
da Previdência ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia


Segundo Rodrigo Maia, Bolsonaro vai ter que usar a estrutura política de comunicação que o ajudou a chegar ao poder para convencer a sociedade sobre as supostas virtudes de sua proposta de reforma da Previdência.

"A questão da comunicação é decisiva. Não tem como ir para o enfrentamento de um tema tão sensível como esse sem ter a capacidade de explicar de forma muito clara para o cidadão o que estamos fazendo, qual o objetivo da reforma", disse.

"O governo precisa fazer isso. [Usar] estrutura política que levou o presidente ao governo e que apresentou competência muito grande de influencia nessas redes. [...] Essa parte política, o partido do presidente, precisar ter a capacidade de enfrentar, saber explicar de forma didática", afirmou Maia durante debate promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) nesta segunda-feira (25).

O próprio Bolsonaro tem sido questionado nas Redes Sociais sobre sua NOVA Previdência. Para evitar constrangimentos, o presidente tem abordado temas menos espinhosos em suas postagens no Twitter:

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Ministro da Educação pode passar apuros na audiência na Comissão de Educação do Senado hoje



O ministro da Educação, Ricardo Vélez, convidado para participar de audiência na Comissão de Educação do Senado nesta terça-feira, 26, poderá passar por constrangimentos adicionais, além do episódio em que se referiu aos brasileiros como ladrões de hotéis. Em entrevista recente, Velez afirmou que “O brasileiro viajando é um canibal. Rouba coisas dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião; ele acha que sai de casa e pode carregar tudo”. O ministro chegou a culpar a Veja por suas supostas declarações e chegou a contestar a fala atribuída a ele. A situação acabou forçando a publicação a divulgar o áudio em que Velez fazia exatamente a declaração infeliz e generalizada sobre o povo brasileiro. Ao que tudo indica, o presidente da República concorda com a declaração de seu ministro, pois o manteve no cargo após o insulto aos brasileiros.

Como se não bastasse este fato, Velez parece ter se metido em mais uma polêmica às vésperas de sua audiência na Comissão de Educação do Senado. O ministro teria enviado um email para as escolas públicas e particulares do País solicitando que as crianças se perfilem para cantar o Hino Nacional e sugeriu que os alunos sejam filmados nesse momento, e que as imagens  sejam enviadas para o Ministério. Sobre cantar o hino nacional, não há nada demais. A polêmica ficou por conta de um suposto pedido adicional da pasta. No email, também é pedido aos professores que os alunos leiam uma mensagem do ministro e o slogan da campanha de Bolsonaro à Presidência: “O Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.” O email contém instruções para envio dos vídeos, mas não informa de que maneira os arquivos seriam usados pela pasta.


Além de ter se referido aos brasileiros, de forma generalizada, como ladrões, Vélez terá de explicar o que a pasta faria com vídeos de crianças repetindo slogans de campanha eleitoral. Nas redes sociais, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro saíram em defesa do ministro da Educação nas duas oportunidades, concordando que todo brasileiro é ladrão e tentando confundir a polêmica do pedido para que crianças repetissem bordões de campanha em vídeo com a possibilidade de cantarem o hino nacional. Veja o comentário do Jornalista Marco Antonio Villa sobre as declarações do ministro:

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Davi Alcolumbre, presidente do Senado, omitiu vários imóveis da Justiça Eleitoral, diz publicação



Após uma longa investigação em cartórios do Amapá, a Folha informou nesta segunda-feira, 25, que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ocultou da Justiça Eleitoral a posse de vários imóveis durante quase toda a sua carreira política iniciada no final dos anos 1990.

"Levantamento de escrituras e registros no único cartório de imóveis e nos três cartórios de notas da capital do Amapá mostram um cenário bem diverso do que o político, por obrigação legal, tornou público a cada eleição", dia a publicação, que ofereceu várias oportunidades para que o presidente do Senado explicasse as discrepâncias entre as informações obtidas e suas declarações à Justiça Eleitoral.

Na matéria na qual enumera vários imóveis pertencentes ao presidente do Senado, a publicação lembra que "O artigo 350 do Código Eleitoral define como crime “omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais”. A pena é de até cinco anos de prisão e multa".

Segundo a Folha, "O agora presidente do Senado é membro de uma família com patrimônio elevado no Amapá, possuidora de mais de uma centena de imóveis, postos de gasolina, empresas e retransmissoras de TV, entre outros. Desde 2002, Davi vem informando aos seus eleitores ter poucos bens, às vezes nenhum".

Leia a matéria completa AQUI
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Sergio Moro confirma que suposto esquema de laranjas no PSL já está sendo apurado



O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, confirmou esta segunda-feira, 25, durante entrevista à à rádio "Jovem Pan" que orientou a Polícia Federal (PF) a "não proteger ninguém" na investigação sobre o uso de candidatas laranjas pelo PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Moro afirmou que este foi o combinado, antes de assumir o cargo, no sentido de que "ninguém seria poupado" se aparecessem denúncias.

“Quando fui convidado por Bolsonaro, o que conversamos: ninguém seria poupado. Se surgissem casos de crime no âmbito do governo, isso seria apurado e não seria poupado ninguém. E isso foi passado para a Polícia Federal. Órgãos de investigação têm independência. O próprio presidente solicitou que esses episódios fossem devidamente apurados. O trabalho que tem que ser feito em relação a esse fato está sendo feito.”
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PGR defende transferência imediata de travestis para prisões femininas



A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu a transferência imediata de travestis para estabelecimentos prisionais femininos, caso optem, tendo como base a identidade de gênero. Para ela, a manutenção de mulheres transexuais e de travestis identificadas socialmente com o gênero feminino em presídios masculinos contraria direitos fundamentais previstos na Constituição Federal. A manifestação foi enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), neste fim de semana, na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 527, proposta pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGT). O caso será analisado pelo ministro Luís Roberto Barroso.

O Estado tem o dever de acomodar cidadãos que incorreram em práticas criminosas em instalações dignas e apropriadas. No entanto, a PGR parece não ter considerado a opinião das mulheres detentas ou de seus familiares. É possível especular que pais, maridos ou namorados de detentas não aprovariam a ideia de colocar pessoas com pênis nos mesmos  estabelecimentos prisionais femininos.

Diante dos desafios previstos, seria mais apropriado que o Estado providenciasse instalações próprias para abrigar prisioneiros de orientações tão distintas ou criar alas específicas nas unidades prisionais para cada grupo.

Em fevereiro do ano passado, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou que duas travestis colocadas em celas masculinas fossem transferidas para estabelecimento prisional compatível com a orientação sexual.

Na ocasião,  Barroso citou a Resolução Conjunta 1 do Conselho Nacional de Combate à Discriminação, que trata do acolhimento de pessoas LGBT em privação de liberdade no Brasil e estabelece, entre outros direitos, que a pessoa travesti ou transexual deve ser chamada pelo seu nome social, contar com espaços de vivência específicos, usar roupas femininas ou masculinas, conforme o gênero, e manter os cabelos compridos e demais características de acordo com sua identidade de gênero. A resolução também garante o direito à visita íntima.

O ministro também citou a Resolução 11 da Secretaria da Administração Penitenciário do Estado de São Paulo, que dispõe sobre a atenção a travestis e transexuais no âmbito do sistema penitenciário paulista.

Com informações do Ministério Público Federal 
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Mourão se diz contra 'aventuras' e afirma que Brasil não vai embarcar na onda de intervenção na Venezuela



Apesar dos apelos do líder Juan Guaidó no sentido de considerar todas as possibilidades para remover o ditador Nicolás Maduro do poder na Venezuela e da forte campanha dos Estados Unidos para obter maior influência na América Latina com o projeto de derrubada de Maduro, o vice-presidente brasileiro, Hamilton Mourão, afirmou que o Brasil não deverá encorajar a intervenção no país vizinho.

Nada de Aventuras.


Mourão chegou à Colômbia na noite deste domingo (24), para participar da reunião do Grupo de Lima, que deve contar com a presença do vice-presidente americano Mike Pence. Mourão disse ao G1 "que a posição brasileira na reunião dos países que integram o Grupo de Lima será a de manter a linha de não intervenção na Venezuela. O encontro acontece nesta segunda-feira (25) em Bogotá.

O Brasil vai defender entre os países do grupo uma pressão diplomática para o isolamento internacional do regime Maduro. De forma reservada, militares brasileiros têm reforçado que uma intervenção militar na Venezuela pode criar uma instabilidade na região. Há preocupação com a situação da fronteira no estado de Roraima.

"Vamos manter a linha de não intervenção, acreditando na pressão diplomática e econômica para buscar uma solução. Sem aventuras", garantiu Mourão.

A participação em uma eventual intervenção militar na Venezuela implicaria a responsabilização do Brasil na reconstrução do país vizinho, o que demandaria investimentos bilionários. No caso da invasão americana no Iraque há cerca de 15 anos, houve este tipo de comprometimento. No entanto, o país permanece em ruínas, com escassez de alimentos e energia elétrica até os dias de hoje. Houve ainda um aumento significativo na corrupção após a aprovação da Lei do Petróleo aprovada logo após a intervenção americana na Iraque. Exploradores do petróleo daquele país passaram a 'levar' para casa mais do que deveriam.
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Vídeo do momento em que uma PM é flagrada tentando entrar com produtos para churrasco no presídio onde está o Pezão



Acompanhe no vídeo abaixo o momento em que uma policial militar foi presa em flagrante ao tentar facilitar a entrada de cerveja, carvão e utensílios para fazer churrasco - incluindo facas - na Unidade Prisional (UP) da Polícia Militar do Rio, em Niterói, região metropolitana da capital. A UP abriga, principalmente, policiais militares presos, mas serve também para autoridade. O ex-governador Luiz Fernando Pezão (MDB) está preso na UP da PM do Rio.

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Prefeito exige que servidores fossem ao show de sua noiva - vídeo



O prefeito de Camaragibe, no Grande Recife, Demóstenes Meira (PTB), exigiu que Servidores comissionados da prefeitura de comparecessem ao show da noiva dele, a cantora Taty Dantas, que também é secretária municipal de Assistência Social.

Em tom de ameaça, o prefeito informou, através das redes sociais, que registraria a presença dos servidores em vídeo, realizado no último domingo (17).

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A casa caiu para o Queiroz? Justiça quebra sigilo bancário e fiscal de alvos da Operação Furna da Onça



O Tribunal Regional Federal da 2ª Região ordenou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de vários alvor da investigados na Operação Furna da Onça, que apura a atuação de uma organização criminosa na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj.

Segundo informou a Revista Época, "Também são alvos assessores dos políticos envolvidos, intermediários e agentes do Detran-RJ". A operação Furna da Onça, da Polícia Federal, um desdobramento da Lava Jato, levou à prisão de dez deputados estaduais do Rio de Janeiro.

Durante as investigações, as autoridades solicitaram ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) informações sobre cerca de 70 assessores de deputados da Alerj. 22 deles apresentaram movimentações financeiras atípicas. Entre eles estava Fabrício Queiroz, o ex-assessor do hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Ao todo, dez deputados estaduais foram presos por participação na organização criminosa que atuava na Alerj. 22 assessores também caíram no relatório do Coaf. Como o TRF da 2.ª Região determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de 29 investigados, é provável que o ex-PM Fabrício Queiroz esteja entre os investigados que terão seus sigilos quebrados.

O relatório do Coaf em que aparece o nome de Queiroz faz parte da investigação que deu origem à operação Furna da Onça. 
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Sem medo de avião, nem dó do dinheiro do povo. Justiça determina bloqueio de R$ 11,5 milhões em bens de Aécio por mais de mil voos



Embora as chances de sofrer um acidente de avião sejam bastante remotas, há quem morra de medo de voar. Mas ao que tudo indica, este não é o caso do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG). O tucano teve cerca de R$ 11,5 milhões em bens bloqueados por determinação da Justiça de Minas Gerais por suspeita de uso, sem comprovação de interesse público, de aeronaves oficiais do estado. Segundo a acusação, Aécio teria usado aviões com despesas pagas pelo contribuinte para 1.337 voos às cidades do Rio de Janeiro, Cláudio (MG) e outros municípios.

De acordo a Promotoria, enquanto governava o estado Aécio realizou 1.424 deslocamentos aéreos de janeiro de 2003 a março de 2010, quando deixou o cargo para concorrer ao Senado. Destes, apenas 87 tiveram justificativa. Os demais foram feitos para transporte de passageiros que não foram identificados no momento dos voos, afirma a acusação.

Por conta da denúncia, o juiz Rogério Santos Araújo Abreu, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte, decidiu liminarmente pelo bloqueio. Em decisão provisória, o magistrado também aceita a ação civil pública do Ministério Público e transforma Aécio em réu e deu prazo de cinco dias para que Aécio apresente bens no valor citado à Justiça. A defesa de Aécio diz que irá recorrer.
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William Bonner replica mensagem de perfil falso do ao general Augusto Heleno e depois pede desculpas



O jornalista William Bonner protagonizou um episódio na bancada "Jornal Nacional", da Rede Globo, na edição desta noite de sexta-feira, 22, que viralizou na internet por um motivo para lá de óbvio: o jornalista, editor chefe do telejornal, cometeu um erro primário ao noticiar uma mensagem publicada em um perfil falso do  ministro do Gabinete da Segurança Institucional, general Augusto Heleno.

Não foi apenas o erro que chamou a atenção, mas também o tero da mensagem falsa propagada por William Bonner em meio ao momento de tensão vivido na fronteira entre Brasil e Venezuela:

“O ministro Augusto Heleno disse agora pouco numa rede social que o governo vai aguardar o desenrolar dos acontecimentos na Venezuela, repetiu que o Brasil não vai fazer nenhuma ação agressiva, mas caso haja qualquer agressão à soberania do país, iremos reagir baseados em preceitos constitucionais”, noticiou Bonner, que, como editor chefe do jornal não fez o dever de casa checando a fonte da notícia ou buscando uma confirmação junto ao próprio general Heleno.

O apresentador foi alertado para o enorme equívoco e a repercussão geral da notícia falsa. Ao final da edição do Jornal, Bonner, visivelmente constrangido, reconheceu que transmitiu uma informação falsa, afirmando que o próprio general Heleno teve que corrigir o erro. Bonner informou que o ministro "esclareceu que não fez qualquer declaração naquele sentido e que se tratava de um perfil falso", leu o jornalista, que em seguida, pediu desculpas pela fake news.


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Venezuela em pé de guerra Posiciona Mísseis S-300 na Fronteira com o Brasil



O site Defesanet acaba de informar que governo de Nicholás Maduro posicionou o Sistema de Mísseis de Defesa Aérea S-300VM próximo à fronteira com o Brasil. É a segunda ação após anunciar o fechamento da fronteira com o Brasil, o que ocorreu às 20horas desta quinta-feira.

Este é um cenário descrito pelo analista Canis Latrans com exclusividade em Setembro de 2018, para DefesaNet (Venezuela, uma nova Síria? Link)

Segundo a plotagem que DefesaNet recebeu, a posição onde o sistema S-300 foi posicionado é a região do Aeropuerto de Santa Elena de Uairén, que dista da cidade fronteiriça de Pacaraima, Estado de Roraima, cerca de 11km. É para este local que o Brasil enviou ajuda humanitária para o país vizinho. Maduro mantém sua disposição de não aceitar qualquer tipo de ajuda de países que não o reconhecem como líder legítimo venezuelano, como é o caso dos EUA e Brasil, que reconheceram o  líder Juan Gauidó como presidente legítimo daquele país.

Segundo o site DefesaNet, "A Venezuela possui 3 Sistemas de Defesa Aérea S-300, que inclui lançadores, sistemas de radares e apoio. Trazer um sistema estratégico tão valioso para uma posição de fronteira tem um caráter provocativo"

Leia a matéria completa aqui.

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Ex-assessor de Flávio Bolsonaro confessa que depositava quase 70% do salário na conta de Queiroz



O policial militar Agostinho Moraes e Silva, ex-assessor do então deputado estadual Flávio Bolsonaro, confirmou ao Ministério Público fluminense que depositava, todos os meses, cerca de dois terços de seu salário que recebia como assessor do filho do presidente na conta do ex-PM Fabrício Queiroz. O ex-assessor de Flavio Bolsonaro caiu em uma investigação que apurava a atuação de uma organização criminosa na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) foi consultado pelas autoridades do Rio sobre a movimentação financeira de mais de 70 assessores de parlamentares da Alerj. Deste total, 22 caíram no relatório por movimentação financeira atípica. Ficou constatado que Queiroz teve movimentações incompatíveis com sua renda e chegou a movimentar cerca de de R$ 3 milhões em três anos levantados.

Agostinho Moraes e Silva foi o primeiro depoente ouvido sobre o caso das movimentações suspeitas entre funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj. O PM confirmou as suspeitas sobre a existência de um esquema de rachid de salários de assessores do hoje senador.

Segundo relatou Silva em depoimento obtido pelo Estadão, todos os meses, assim que o salário da Assembleia era depositado em sua conta, ele fazia uma transferência eletrônica para a conta do ex-assessor, sempre no valor aproximado de R$ 4 mil. O depoente, que, assim como Queiroz, é policial militar, disse que ganhava aproximadamente R$ 6 mil por mês como assessor de Flávio. Além disso, ele recebia mais R$ 8.500 líquidos como subtenente da Polícia Militar.

O policial alegou aos promotores do Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça que as transferências eram investimentos em atividade empresarial desempenhada por Queiroz: compra e venda de veículos. Silva disse ainda que Queiroz lhe devolvia, sempre, de R$ 4.500 a R$ 4.700, em espécie, como retorno do negócio, em aproximadamente um mês.

Silva não apresentou documentos que comprovassem suas afirmações. Elas convergiram com declarações do próprio Queiroz que, em entrevista ao SBT, afirmou que ganhava dinheiro comprando e vendendo carros usados - também sem mostrar provas dessas negociações. O ex-assessor nunca depôs nas investigações. Ele faltou a quatro depoimentos marcados com o Ministério Público. Alega problemas de saúde - está em tratamento de um câncer.

Silva não explicou por que recebia em dinheiro vivo o retorno do investimento. Também afirmou que não declarou no Imposto de Renda ganhos na atividade de Queiroz. O depoente disse que a prática era vantajosa "na medida em que lhe retornava um valor maior do que seria em caso de investimentos bancários tradicionais".

Ele afirmou ainda que pagava suas despesas com dinheiro em espécie e, além disso, como tinha muitos gastos no cartão de crédito, usava os valores que recebia de Queiroz para quitar as faturas e as contas de condomínio de sua residência. Silva disse acreditar que Flávio não sabia das atividades de Queiroz "por ser uma pessoa muito transparente".

O policial militar afirmou ainda não ter conhecimento da existência de "funcionários fantasmas" no gabinete de Flávio, e que não sabia que as filhas de Queiroz, Nathalia e Evelyn, e sua mulher, Márcia Aguiar, eram assessoras do filho do presidente Jair Bolsonaro. Declarou também não conhecer Raimunda Veras, assessora de Flávio que também fez depósitos na conta de Queiroz.

Silva disse que foi indicado para trabalhar no gabinete do então deputado estadual por Queiroz e era lotado lá desde 2007. Admitiu que não comparecia à Assembleia regularmente, não precisava bater ponto e realizava atividades externas determinadas pelo gabinete.

O depoente afirmou que sempre ficou integralmente com seu vencimento e nunca foi obrigado a repassar parcela de seu salário "a quem quer que seja". O problema será convencer as autoridades sem que seja comprovado o recebimento do dinheiro de volta. Qualquer quebra de sigilo bancário dos envolvidos, inclusive o do senador Flavio Bolsonaro, pode colocar a história por terra.





As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Desembargador ordena remoção do acampamento Lula Livre, proíbe atos em frente à sede da PF em Curitiba e sugere transferência do ex-presidente



O ex-presidente Lula e o PT sofreram mais uma acachapante derrota na Justiça nesta quinta-feira, 21. Poucos dias após a segunda condenação imposta ao petista na Lava Jato, O desembargador Fernando Paulino da Silva Wolff Filho, decidiu revogar a liminar que garantia a Vigília Lula Livre em frente à sede da Polícia Federal em Curitiba. O desembargador determinou ainda que os responsáveis poderão ser multados em até R$ 500 mil por cada dia de descumprimento de sua decisão. O acampamento tem sido mantidos por apoiadores de Lula desde o dia 7 de abril, quando o petista de início ao cumprimento de sua pena em regime fechado na condenação relativa ao processo do triplex do Guarujá.

O desembargador Fernando Paulino da Silva Wolff Filho foi além destas determinações. Visando  garantir os direitos dos moradores do local, o magistrado recomendou a transferência de Lula para outra uma unidade prisional mais adequada:

“Entendo razoável oficiar ao Juízo Federal responsável pela execução da pena do ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva, cuja pena, frise-se, recentemente foi elastecida com uma segunda condenação em primeiro grau, remetendo-lhe cópia desta decisão e da integralidade destes autos de agravo de instrumento, em especial os relatórios da PMPR, a fim de, caso aquele Juízo entenda pertinente, servirem tais documentos para a instrução dos públicos e notórios incidentes de transferência entre estabelecimentos penais cujo objetivo é a transferência do ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva para estabelecimentos prisionais em tese mais adequados frente às circunstâncias.”
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Gilmar Mendes faz revelação grave e diz que ministro do STF está sendo chantageado



O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, fez uma revelação gravíssima na entrevista concedida à revista ÉPOCA desta semana.  Ao comentar o fato de ter se tornado alvo de uma investigação da Receita Federal, o ministro mencionou que um colega do STF estaria sendo chantageado.

Além de afirmar que é alvo de um procurador integrante da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, que tentaria incriminá-lo através de uma delação, Gilmar Mendes falou sobre a situação de outro ministro do Supremo.

"Segundo ele, há um ministro do STF sendo chantageado por uma das grandes operações investigativas em curso no país. “A toda hora plantavam e plantaram que esse ministro estava delatado. Qual a intenção? Isso é uma forma de atemorizar, porque essa gente perdeu o limite. Este ministro ficou refém deles”, afirmou Gilmar Mendes

Com informações da Revista Época
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Ciro Gomes é condenado a indenizar Fernando Holiday em R$ 38 mil por chamá-lo de 'capitãozinho do mato'



O ex-ministro Ciro Gomes sofreu mais uma derrota na Justiça por conta de sua já conhecida destemperança política no trato com adversários. O pedetista foi  condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a indenizar o vereador Fernando Holiday (DEM) por chamá-lo de 'capitãozinho do mato'

A Justiça de São Paulo julgou procedente a ação e determinou que Ciro indenize Fernando Holiday em R$ 38 mil pela declaração, considerada de cunho ofensivo.

"Imagina, esse Fernando Holiday aqui. O capitãozinho do mato, porque é a pior coisa que tem é um negro que é usado pelo preconceito para estigmatizar, que era o capitão do mato do passado', declarou o ex-governador do Ceará em entrevista à Rádio Jovem Pan em junho de 2018.

A fala foi feita após ele ser questionado sobre uma aliança com o DEM em torno da sua então candidatura ao Planalto.

"Espero que isso sirva de aviso a outros líderes de esquerda que se acham no direito de ser racista contra seus adversários políticos", diz Holiday sobre a sentença em primeira instância, que foi assinada pelo juiz Domicio Whately Pacheco e Silva.

"Além da discriminação racial, o intuito de ofender a honra do autor afigura-se ainda mais claro pela utilização do diminutivo: 'capitãozinho'", afirma a decisão judicial.

"Nem mesmo à alcunha 'capitão do mato', na visão do réu, o autor faria jus: o emprego do diminutivo, nessa circunstância, revelava ironia, desprezo, antipatia, à semelhança do que ocorreria se um médico fosse chamado de 'doutorzinho', um causídico de 'advogadozinho', um magistrado de 'juizeco' etc."

O juiz segue: "[O valor de R$ 38 mil] Trata-se de quantia que não se mostra ínfima nem exagerada, especialmente se considerada a extrema gravidade das ofensas, disseminadas Brasil afora".

"Considera-se, no ponto, que o réu era pré-candidato à Presidência da República, o que torna ainda mais nefasta sua conduta. E a indenização ora fixada não causará sua ruína, diante da declaração apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral, da qual consta um patrimônio de quase dois milhões de reais."

A assessoria de Ciro Gomes afirma que ele ainda não foi notificado da decisão. O pedetista pode recorrer.
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