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Glenn Greenwald manifesta gratidão por convite para audiência no Senado



O jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, foi ao Twitter manifestar sua gratidão pelo convite do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Senado, para uma audiência pública para tratar das matérias que tem publicado sobre conversas entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador da República na Deltan Dallagnol. Audiência, aprovada pela CCS na tarde desta segunda-feira, 17,  será em 1º de julho


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Bolsonaro diz que "Querem derrubar o Governo, com chantagens, desinformações e vazamentos"



O presidente Jair Bolsonaro foi ao Twitter na noite deste domingo, 10, para repercutir uma matéria publicada no site Terça Livre, que sugere que uma jornalista do Estadão estaria tramando contra seu filho, Flavio Bolsonaro, e seu governo.




Poucos minutos antes da publicação do presidente em seu perfil no Twitter, o  jornal O Estado de São Paulo, por meio de um editorial, havia rebatido a matéria que gerou muitas controvérsias neste domingo nas redes sociais.

Segundo a publicação, "Site bolsonarista distorce ‘entrevista’ de repórter do Estadão e promove desinformação. o Editorial afirma que o 'Terça Livre' atribuiu falsamente a jornalista declaração sobre 'intenção' de 'arruinar Flávio Bolsonaro e o governo' do pai do senado:

O site Terça Livre, que reúne ativistas conservadores e simpatizantes de Jair Bolsonaro, publicou na tarde deste domingo (10/3) um texto que falsamente atribui à repórter do Estado Constança Rezende a declaração “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”, ao tratar da cobertura jornalística das movimentações suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-motorista do senador e filho do presidente.

A suposta declaração, que aparece entre aspas no título do texto do Terça Livre, teria sido dada, segundo “denúncia” de um jornalista francês, em uma conversa gravada. Na gravação do diálogo, porém, Costança não fala em “intenção” de arruinar o governo ou o presidente. A conversa, em inglês, tem frases truncadas e com pausas. Apenas trechos selecionados foram divulgados. Em determinado momento, a repórter avalia que “o caso pode comprometer” e “está arruinando Bolsonaro”, mas não relaciona seu trabalho a nenhuma intenção nesse sentido.

"O Terça Livre, com base na “denúncia” do jornalista francês Jawad Rhalib, também falsamente atribui à repórter a publicação da primeira reportagem sobre as investigações do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sobre a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão nas contas do ex-assessor de Flávio Bolsonaro. O autor da primeira reportagem foi Fábio Serapião, também do Estado.

“Desde que Constança iniciou a temporada de caça aos Bolsonaro no Estadão, emissoras como a Rede Globo e jornais como Folha de São Paulo seguiram o mesmo caminho”, diz o texto do Terça Livre. “Uma enxurrada de acusações em horário nobre, capas de revistas e nas primeiras páginas de jornais colocaram a integridade moral do filho do presidente em xeque.”

Costança Rezende não deu entrevista nem dialogou com o jornalista francês citado pelo Terça Livre. As frases da gravação foram retiradas de uma conversa que ela teve em 23 de janeiro com uma pessoa que se apresentou como Alex MacAllister, suposto estudante interessado em fazer um estudo comparativo entre Donald Trump e Jair Bolsonaro.

Com base nas falsas informações publicadas pelo Terça Livre, grupos governistas promoveram no Twitter uma série de postagens nas quais acusam o Estado de “mentir” na cobertura do caso Flávio Bolsonaro. As informações reveladas pelo jornal se baseiam em fatos e documentos oficiais" informou o Estadão.
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Porta-voz da Presidência diz que Planalto não admite que atentado contra Bolsonaro não tenha solução plausível



Manifestando o descontentamento do presidente Jair Bolsonaro com as conclusões preliminares apontadas pelos laudos de sanidade mental de Adélio Bispo de Oliveira, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros afirmou nesta sexta-feira, 8, que não se pode admitir que não haja uma solução plausível para o caso. A declaração ocorreu logo após a divulgação de laudos encomendados pela Justiça Federal que apontaram que o homem que  tentou Bolsonaro durante a campanha eleitoral não pode responder por seus atos, em virtude de distúrbios mentais.


"Não poderíamos admitir que um candidato à Presidência seja esfaqueado em meio à multidão e nós não tenhamos efetivamente uma solução que seja plausível. Não estou dizendo que não seja plausível algum aspecto de insanidade mental, mas é preciso aprofundar isso", disse Rêgo Barros.

Apesar disso, o porta-voz afirmou que o presidente confia na Justiça e no trabalho desenvolvido pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em relação às investigações.

"Naturalmente ainda há divergências em relação a esses laudos segundo os quais vocês próprios já iluminaram à sociedade e essas divergências vão ser consolidadas e alinhadas para que a decisão final assim se faça e a justiça, principalmente, se faça presente", disse Rêgo Barros.

Com informações do Estadão
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Autoproclamado presidente do Brasil, José de Abreu fala em viajar o país



O autoproclamado presidente do Brasil, o ator José de Abreu, afirmou nesta sexta-feira (8) que vai percorrer o país para “mobilizar as forças progressistas” e que formará um ministério paralelo ao oficial, formado em sua maioria por mulheres. O próprio Abreu se surpreendeu com a receptividade que tem tido, desde que se autoproclamou presidente do Brasil. O ator tem sido recepcionado por multidões de apoiadores em aeroportos e se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

“Sem querer, eu consegui furar uma bolha. Estava todo mundo apático, um descrédito total com essa desfaçatez do governo. Eu acho que tive uma intuição. Começou como uma forma de irritar o [Juan] Guaidó, com aquela história de autoproclamado”, afirmou Abreu, se referindo ao autoproclamado presidente da Venezuela.

“A coisa cresceu demais em uma semana. Eu estava sozinho na Grécia, mas aqui vou ter uma equipe pra me ajudar. Vamos aproveitar esse momento pra botar fogo. [Meu ministério] vai analisar os atos que eles [o governo] fizerem para dar propostas mais condizentes com o Brasil. Tem gente já trabalhando na reforma da Previdência.”

Perguntado sobre a possibilidade de uma candidatura real à Presidência em 2022, o ator afirmou que as eleições ainda estão muito longe, "a não ser que tenha impeachment da chapa, porque se der impeachment nele [Bolsonaro], entra [Hamilton] Mourão. Acho melhor deixar ele lá, não sei".

Embora trate o assunto como uma sátira, o fato é que José de Abreu assumiu sua disposição  em causar embaraços e desgastes ao governo Bolsonaro. 
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Zé de Abreu deve passar os próximos quatro anos como autoproclamado presidente do Brasil



O ator e autodeclarado presidente do Brasil, José de Abreu, foi recepcionado aos gritos de 'presidente' por uma pequena multidão ao desembarcar no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Manifestantes embarcaram na sátira elaborada pelo ator para ironizar o autodeclarado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, e aproveitaram para manifestar insatisfação com o governo do presidente Jair Bolsonaro.

Sob o grito de "É o presidente! É o presidente!", o ator empunhou um exemplar da Constituição Federal de 1988. Em sua "posse", ele leu um texto prometendo defender a Carta Magna e as leis do país.

"Ô, Bolsonaro, mete o pé, Brasil na frente. O Zé de Abreu é o nosso presidente", cantou o público que recepcionou o ator, que deve manter a sátira ao longo dos próximos quatro anos. Pelo visto, a brincadeira vai longe. Esta semana, por meio de seu perfil no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro falou em processar o 'meteoro', nome autoatribuído pelo próprio José de Abreu, como uma forma de incomodar Bolsonaro. Na sequência, o ator falou processar o presidente por publicar vídeos obscenos em suas redes sociais e cogitou pedir um habeas corpus preventivo pedindo para não ser preso.
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Homem que tentou matar Bolsonaro não pode ser responsabilizado por seus atos, dizem laudos. E agora?



Adélio Bispo de Oliveira, o homem que tentou assassinar o presidente Jair Bolsonaro em setembro do ano passado na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, não pode ser responsabilizado por seus atos, de acordo com laudos encomendados pela Justiça Federal.

Na peça, os peritos indicados pela Justiça concluíram que o homem que Adélio tem uma doença mental. Já foram produzidos três laudos para detectar a possibilidade de problemas mentais do autor do atentado contra o presidente.

Em outubro, um laudo particular atestou transtorno delirante grave em Adélio Bispo. Em fevereiro, dois laudos foram feitos a pedido da Justiça. Fontes confirmaram à órgãos da imprensa que o laudo psiquiátrico atestou que Adélio tem transtorno delirante permanente paranoide e que, por isso, ele não pode ser punido criminalmente.

Há um terceiro laudo: o psicológico, cujo teor é mantido em sigilo. O procurador do caso, Marcelo Medina, afirmou que há divergências relevantes de conteúdo entre os três laudos. Ele pediu à Justiça que cobre explicações dos peritos.

O confronto de laudos pode demandar a produção de novos exames, de modo que a Justiça precisará de informações conclusivas para definir o destino de Adélio. Somente após o resultado final da averiguação sobre sua saúde mental, a Justiça poderá definir se Adélio poderá responder criminalmente, com base na Lei de Segurança Nacional, se poderá ser considerado semi-imputável e beneficiado com redução de pena, ou se a Justiça considerá-lo inimputável. Nesse caso, ele ficaria fora da prisão, sem implicações criminais. Mas seriam aplicadas medidas de segurança relacionadas à saúde, como tratamento em estabelecimento especializado durante período indeterminado. Neste caso, Adélio seira submetido a exames regulares para avaliar suas condições de voltar ao convívio com a sociedade.

Com informações do JN
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Humberto Costa chama Bolsonaro de medíocre e patético que está envergonhando os brasileiros



O senador petista Humberto Costa, por meio de seu perfil no Twitter, também usou o episódio em que Jair Bolsonaro divulgou um vídeo pornográfico em suas redes sociais para desgastar a imagem do presidente.

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Homem que tentou matar Bolsonaro tem problemas mentais, aponta laudo



O Ministério Público de Minas Gerais afirmou que Adelio Bispo de Oliveira, o homem que tentou assassinar o presidente Jair Bolsonaro, tem problemas mentais. A afirmação tem como base um laudos produzidos pelo Estado e pela defesa.

Uma reportagem do SBT informou nesta quarta-feria, 06, que a Justiça devera decidir Adélio será ou não condenado após outra avaliação psicológica. Caso os laudos que apontam a existência de transtornos mentais sejam comprovados, Adelio poderá ser encaminhado a tratamento psiquiátrico.

Adelio é alvo de duas investigações do Ministério Público e da Polícia Federal. No primeiro inquérito, concluiu-se que ele agiu sozinho. O segundo investiga se o atentado tem ligação com facção criminosa ou com organização política, como o PSOL, partido ao qual o homem era filiado. Em reunião ocorrida há cerca de duas semanas, integrantes da Polícia Federal e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, informaram ao presidente Jair Bolsonaro que não foram encontrados indícios sobre a participação de terceiros no atentado praticado por Adélio contra o então candidato à Presidência.

Segundo o advogado de Adelio, Zanone Manuel de Oliveira Júnior, o cliente diz que agiu sozinho e por "ordem divina". "Ele disse que Deus falou com ele e se coloca como super-herói, como herói do Brasil", conta.

A polêmica sobre quem financia a defesa de Adélio ainda não foi esclarecida.O nome do contratante não foi divulgado pelo advogado nem encontrado pela Justiça, mesmo após investigação. Em entrevista ao SBT, Zanone disse que um conhecido de Adelio se ofereceu para pagar os custos da defesa e que até o momento só recebeu R$ 5.000. 
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Lava Jato pede impedimento contra Gilmar Mendes em investigações sobre Paulo Preto e Aloysio Nunes



O Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria da República no Paraná da Força-Tarefa da Operação Lava Jato apresentou à Procuradoria-Geral da República um pedido de suspeição/impedimento contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, nas investigações relacionadas a Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, e Aloysio Nunes Ferreira.

No pedido, o MPF informa que "Encaminha informações que, no entender desta Força-Tarefa, caracterizam a suspeição e ou impedimento do Ministro do Supremo Tribunal Federal GILMAR MENDES, para avaliação e providências cabíveis".

Excelentíssima Senhora Procuradora-Geral da República,

1. Cumprimentando Vossa Excelência, encaminhamos informações obtidas através do
aprofundamento das investigações decorrentes dos desdobramentos da Operação Lava Jato em
Curitiba acerca de fatos que, no entendimento desta Força-Tarefa, configura m suspeição e ou
 impedimento do Ministro do Supremo Tribunal Federal GILMAR MENDES em feitos relativos aos
investigados ALOYSIO NUNES FERREIRA FILHO e PAULO VIEIRA DE SOUZA, investigados no âmbito da Operação da Lava Jato, o que se tornou público a partir da deflagração da 60ª fase da
operação, nomeada Ad Infinitum (Autos nº 5003706-39.2019.4.04.7000, em trâmite perante o Juízo da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba).

“Aloysio Nunes Ferreira Filho atuou, em interesse próprio e do também investigado Paulo Vieira de Souza, junto ao ministro Gilmar Mendes, valendo-se de relação pessoal com este, para produção de efeitos protelatórios em processo criminal em trâmite na 5ª Vara da Justiça Federal de São Paulo”, escreveram os procuradores.
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Palácio do Planalto divulga nota explicando gesto de Bolsonaro ao postar vídeo obsceno em seu perfil no Twitter



Um vídeo considerado ofensivo publicado pelo presidente Jair Bolsonaro em suas redes sociais acabou ganhou forte repercussão na imprensa mundial nesta quarta-feira, 06. A situação, que gerou debates acalorados nas redes sociais e na imprensa, acabou forçando o Palácio do Planalto a apresentar uma manifestação oficial sobre o assunto.

Por meio de nota, o Planalto informou que o presidente Jair Bolsonaro não teve a "intenção de criticar o carnaval de forma genérica" ao divulgar um vídeo de uma cena obscena que ocorreu em um bloco de Carnaval em São Paulo. De acordo com o texto, a intenção era "caracterizar uma distorção clara do espírito momesco, que simboliza a descontração, a ironia, a crítica saudável e a criatividade da nossa maior e mais democrática festa popular".

A nota diz que os atos registrados no vídeo violentam "os valores familiares e as tradições culturais do Carnaval". A nota ressalta ainda que o vídeo foi publicado na "conta pessoal" de Bolsonaro em um rede social e afirma que as cenas "escandalizaram não só o próprio presidente, bem como grande parte da sociedade".
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Bolsonaro informa que pode processar José de Abreu, autodeclarado Presidente do Brasil



Há poucos dias, ator petista José de Abreu mobilizou a internet ao se ironizar o papel do autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, e resolver também se autoproclamar presidente do Brasil.

Abreu publicou a informação no seu perfil Twitter na semana passada, e desde então tem se manifestado como auto-declarado Presidente do Brasil em suas redes sociais.

A partir de hoje eu sou o auto-declarado Presidente do Brasil. Igual fizeram na Venezuela. Lula está nomeado chefe da casa civil, militar e religiosa do Brasil.

— José de Abreu, autoproclamado Presidente do Brasil (@zehdeabreu) 26 de fevereiro de 2019

Em uma nova postagem nesta quarta-feria, 06, o crítico se referiu ao presidente Jair Bolsonaro como fascista e recebeu a promessa do próprio presidente de que seria alvo de um processo para breve:


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Twitter censura vídeo postado por Bolsonaro.



O Twitter censurou um vídeo publicado pelo presidente Jair Bolsonaro com imagens explícitas do que seria uma performance gay de Carnaval. O perfil do presidente da República foi denunciado por vários usuários que se sentiram ofendidos com cenas em que um sujeito manipulava o próprio ânus e depois recebia um banho de urina despejado por um outro homem.


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Bolsonaro bate boca no Twitter com jornalista Monica Waldvogel após publicar vídeo que chegou a ser censurado



O presidente Jair Bolsonaro causou mais uma polêmica ao compartilhar um vídeo considerado pornográfico nas Redes Sociais neste último dia de carnaval. A peça, impublicável, continha cenas bizarras e acabou despertando a indignação na Jornalista Mônica Waldvogel, que indagou o presidente por meio de seu perfil no Twitter se aquela conta (@) era mesmo de um presidente da República. O próprio Bolsonaro questionou a jornalista, indagando-a se faltava alguma coisa. Mônica Waldvogel respondeu, afirmando faltar decoro por parte do presidente








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Namorado da Fátima Bernardes desafia Bolsonaro a cantar o hino nacional - vídeo



Em meio à polêmica causada na semana passada pelo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, que sugeriu que alunos de escola públicas fossem filmados perfilados cantando o hino nacional, o deputado Túlio Gadêlha, mais conhecido por ser o namorado da apresentadora Fátima Bernardes, subiu na tribuna da Câmara dos Deputados desafiar o presidente Jair Bolsonaro a cantar o hino.

O parlamentar se referiu à ideia do ministro da educação como uma filmassem os alunos cantando o “presepada” e insistiu que o presidente Jair Bolsonaro provasse que sabe mesmo cantar o hino nacional.

“Essa semana a presepada foi a carta do Ministro da Educação aos diretores de escolas, solicitando que organizem professores e alunos perfilados para execução do hino nacional”, afirmou o namorado da apresentadora Fátima Bernardes, da Rede Globo.



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Em depoimento por escrito ao MP, Queiroz admite uso de dinheiro público em favor de Flavio Bolsonaro



Em depoimento por escrito encaminhado ao Ministério Público do Estado do Rio, o ex-PM Fabrício Queiroz, que atuou durante cerca de dez anos como assessor de Flávio Bolsonaro (PSL) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, apresentou outra versão sobre a movimentação financeira atípica em sua conta identificada no curso das investigações sobre a atuação de uma organização criminosa na Aerj.

O ex-PM admitiu que usava parte da dos salários dos servidores (dinheiro do contribuinte) do gabinete de Flavio Bolsonaro, para contratar "colaboradores informais" e, assim, expandir a sua "atuação parlamentar". Segundo Queiroz, Flávio Bolsonaro não tinha conhecimento sobre o esquema.

A informação foi divulgada pelo jornal "O Estado de S. Paulo". No documento enviado pela defesa ao MP, Queiroz, que movimentou cerca de R$ 3 milhões em sua conta nos últimos três anos,  confirmou que servidores do gabinete de Flávio Bolsonaro devolviam parte do salário e que esse dinheiro era usado para ampliar a rede de colaboradores que atuavam junto à base eleitoral do deputado.

O ex-assessor confirmou ao MP que servidores do gabinete de Flávio Bolsonaro devolviam parte do salário e que esse dinheiro era usado para ampliar a rede de colaboradores que atuavam junto à base eleitoral do deputado. O ex-PM não forneceu detalhes sobre como ocorriam essas contratações e quantas pessoas teriam sido chamadas para trabalhar para Flávio. Na prática, Queiroz admitiu que gerenciava os salários dos servidores do então deputado Flavio Bolsonaro.

Queiroz diz ainda que acredita que agiu de forma lícita e que seus superiores não tinham conhecimento dessa prática.
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Bolsonaro diz que topa conversar com Nicolás Maduro, caso ditador venezuelano concorde



Durante café com jornalistas na manhã desta quinta-feira, 28, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que toparia conversar com Nicolás Maduro, caso o ditador venezuelano quiser. Segundo informou o jornalista Heraldo Pereira, da TV Globo, Bolsonaro disse que se o presidente americano Donald Trump pode se reunir com o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, não há nada que o impeça de se reunir com Maduro para tratar de um eventual  processo de redemocratização da Venezuela.

Ainda de acordo com o jornalista Heraldo Pereira, Bolsonaro disse que negociaria com Maduro possibilidade de convocação de eleições livres, com observação internacional e participação ampla da oposição. A fala de Bolsonaro ocorreu poucas horas antes da coletiva que deu ao lado do autoproclamado presidente venezuelano Juan Gauidó, que chegou ao Brasil na noite anterior em um avião da força aérea da Colômbia. Guadó falou por poucos minutos e repetiu temas que havia abordado em pronunciamentos anteriores feitos na Colômbia por ocasião da tentativa frustrada de internalizar ajuda humanitária americana na Venezuela.

O presidente Jair Bolsonaro saudou Gaudó se referindo a ele como presidente encarregado da Venezuela. O termo encarregado se deve ao fato de Guaidó ter se autoproclamado presidente com a missão de convocar eleições diretas na Venezuela. Bolsonaro falou por cerca de dois minutos, afirmando que o Brasil está disposto a ajudar o país vizinho a buscar o melhor caminho. 
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PF diz que Rodrigo Maia recebeu R$ 1 milhão da OAS. OAS diz que deu R$ 50 mil. Maia diz que não pegou nada



Em matéria publicada na imprensa no início de fevereiro de 2017, a Polícia Federal anunciava a conclusão de um inquérito que apontava que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), teria recebido cerca de R$ 1 milhão da empreiteira OAS. Segundo a PF, diz Maia prestou 'favores políticos' e defendeu interesses da OAS no Congresso. (Leia aqui a matéria)

Esta semana, a imprensa noticia que  o delator da OAS, Adriano Santana, afirmou que houve um acerto da empreiteira com Maia para o repasse de R$ 250 mil, via caixa dois, mas diz que apenas R$ 50 mil teriam sido efetivamente pagos.  (Leia aqui a matéria)

Já o presidente da Câmara afirma que nunca recebeu vantagem indevida para votar projetos e que todos os recursos que recebeu forma por vias legais, devidamente contabilizados por suas campanhas.

Na prática, o que se percebe é que há muito disse me disse circulando na imprensa por conta da divulgação de investigações inconclusivas, vazias de provas e que não contribuem em nada para o clima político do país. Se a PF conclui um inquérito, o mínimo que se espera é que apresente provas robustas e inquestionáveis sob o ponto de vista legal. A população espera que a Justiça seja feita, mas também espera que injustiças sejam evitadas por parte das instituições do país.

Maia é o responsável por conduzir reformas importantes na Câmara dos Deputados, como a da Previdência, que afeta interesses poderosos no serviço público. A sociedade testemunhou uma avalanche de denúncias contra políticos, inclusive contra o ex-presidente da República, Michel Temer, durante a tentativa de aprovar a última reforma da Previdência, e até hoje, nenhum processo foi concluído. Em plena eleição no ano passado, vários candidatos foram alvos de denúncias que já haviam sido engavetadas e alguns dos políticos denunciados durante o período eleitoral estão agora sendo inocentados de acusações que definitivamente interferiram nas eleições. Diante de todo este disse me disse por parte de autoridades que deveriam trazer segurança jurídica e zelo com o processo Democrático, é impossível não considerar a possibilidade de uso das instituições com base em interesses espúrios. Quando o acusado é inocentado, fica a sensação de que pode ter havido tentativas deliberadas de destruir a reputação de agentes públicos.

Em outros casos, acordos de delação escandalosos permitiram que criminosos confessos conseguissem a liberdade, fatos que ampliaram a sensação da sociedade de que, em vários momentos da história recente do país, prevaleceu a impunidade. 
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Membros do MST atacam carro com ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro - Vídeo



O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, passou por apuros na manhã desta quarta-feira, 27, quado o veículo em que se encontrava foi atacado por integrantes do MST e PCO em Porto Seguro (BA). Segundo relatou Salles, mais pessoas foram agredidas e viaturas oficiais do ministério foram depredadas.

O próprio ministro denunciou a agressão por meio de seu perfil no Twitter:


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Nos EUA, empregado de loja de tênis compra carro igual ao do dono de loja de tênis no Brasil. Aqui, empregado não pode comprar nem o tênis que vende



Há anos se fala que o salário mínimo no Brasil não pode subir muito por conta do peso que qualquer reajuste costuma ter sobre a Previdência. Na ponta do lápis, os governos contabilizam cada centavo para ver até onde é possível reajustar o mínimo, de modo a não 'pesar' no que terá que pagar aos aposentados do INSS. Esta é a justificativa para reajustes mínimos do salário mínimo.

O curioso é que o Governo, seja ele qual for, nunca faz a mesma conta na hora de reajustar os altíssimos salários da elite do serviço público no Judiciário, Executivo e Legislativo, sendo que todos também estão 'misturados' no mesmo sistema previdenciário. Aqui, o pau que bate em Chico está na mão do Francisco.

A elite do serviço público, incluindo filhas e viúvas de militares, de juízes, procuradores que recebem benefícios até 30 vezes maior que o trabalhador comum, é responsável por maior parte do rombo na Previdência. Quase 70% dos trabalhadores da iniciativa privada recebem apenas um salário mínimo.

Foi esta mesma elite a responsável pela sabotagem da proposta de reforma apresenta Nos EUA, empregado de loja de tênis compra carro igual ao do dono de loja de tênis no Brasil. Aqui, empregado não pode comprar nem o tênis que vende da pelo governo anterior, que previa teto único e democrático para todos os brasileiros. Segundo a proposta, "todos os trabalhadores, sejam do poder público ou da iniciativa privada, poderão se aposentar pelo teto do RGPS. Foi a forma encontrada pelo governo para limitar as aposentadorias de alto valor" Por esta proposta, todo brasileiro receberia o teto de cerca de R$ 5.800,00. Leia a proposta anterior AQUI

Não importa com quanto o trabalhador brasileiro contribua durante toda a vida. Ele nunca vai receber um benefício acima deste teto. Se tiver sorte, ficará no mesmo patamar da maioria dos aposentados no INSS, que recebem benefícios abaixo de R$ 2 mil.  Pela nova proposta de reforma da Previdência, o membro da elite do serviço público, que recebe acima de R$ 39 mil, continuarão se aposentando com benefício até 30 vezes maior que o cidadão comum. Isto significa que a sociedade continuará bancando o rombo causado no sistema previdenciário pela elite de servidores do Brasil. Graças ao apetite insaciável do 1% mais rico, não apenas o reajuste decente do salário mínimo permanece inviabilizado, como também a redução de impostos que escraviza o trabalhador. Na proporção ingrata, quem recebe menos, continuará pagando mais impostos.

Graças a esta fórmula perversa de transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos, o salário mínimo do Brasil continuará a ser mínimo durante décadas, enquanto a elite de servidores continuará fazendo a alegria de construtoras, grifes, restaurantes finos, hotéis de luxo ao redor do mundo, joalherias e outros segmentos de consumo fora do alcance da massa que movimenta a economia do país. 200 milhões de brasileiros continuam a ser tratados como cidadãos de 2.ª classe pela nova proposta de reforma da Previdência. Vão continuar alegando que não será possível promover um reajuste do mínimo digno do esforço quem sai ainda de madrugada de casa, pega trens lotados, trabalha feito escravo de sol a sol, para movimentar a economia do país.

Nos Estados Unidos e outros países que tratam seus cidadãos de forma igualitária, um empregado de uma loja de tênis consegue comprar, além de uma casa digna, um carro similar ao do dono de uma loja de tênis no Brasil. Aqui, na maioria dos casos, um empregado de uma loja de tênis não conseguem nem comprar alguns produtos que vende. Com uma população de cerca de 320 milhões de habitantes, há nos Estados Unidos cerca de 280 milhões de veículos registrados. Há praticamente um carro para cada cidadão, apenas considerando um bem de consumo de valor elevado. Com uma população de cerca de 2010 milhões, o Brasil tem uma frota de cerca de 40 milhões de veículos.

Além de receber um salário miserável, ainda perde metade dele nos impostos embutidos nos produtos que consome. Não apenas o trabalhador formal, como também o catador de latinhas, o pedinte, qualquer cidadão brasileiro trabalha metade do ano apenas para pagar impostos. Qualquer cidadão que entra em uma loja com R$ 100,00, sai de lá com menos de R$ 50 em produtos. Tudo para bancar a elite que manda no país desde a sua fundação. Pelo visto, vai continuar assim muitos e muitos anos. Não é só o STF que é vergonha nacional. Tudo no Brasil é uma vergonha. A forma com que o Estado continua tratando seu cidadão é uma vergonha. Despidos de sua dignidade e do direito de consumir até mesmo o essencial, em muitos casos, milhões de brasileiros tratados como cidadãos de 2.ª classe estão condenados à servidão eterna em favor das elites de sempre. No Brasil, só se imita os Estados Unidos em campanhas eleitorais. Passada a eleição, tudo volta a ser como sempre foi.
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Procurador do DF pede a PGR abertura de inquérito contra Bolsonaro



O caso do ex-assessor do senador Flavio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, pode respingar no presidente Jair Bolsonaro. O ex-PM é pai de Nathalia Queiroz, pivô de uma ação proposta pelo procurador da República do Distrito Federal Carlos Henrique Martins Lima à Procuradoria Geral da República. Bolsonaro figura na peça por suspeita do crime de peculato (desvio de dinheiro público) e de improbidade administrativa.

Nathália Queiroz foi assessora parlamentar lotada no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro entre 2007 e 2016. A filha do ex-PM tinha registro de frequência integral no gabinete da Câmara dos Deputados. O problema é que Nathalia trabalhou durante o mesmo período, em horário comercial, como personal trainer no Rio de Janeiro. Após o escândalo, a filha do ex-PM deletou todas as suas contas em redes sociais. Várias postagens sugeriam que a ex-assessora de Bolsonaro era apenas uma funcionária fantasma.

Bolsonaro já é alvo de outra denúncia na PGR no caso que ficou conhecido nacionalmente comoo o escândalo da Val do Açaí, no qual surgiu a suspeita de uso verba da Câmara dos Deputados para empregar uma vizinha dele em um distrito a 50 km do centro de Angra Dos Reis (RJ). Walderice Santos da Conceição, 49, que aparecia desde 2003 como um dos 14 funcionários do gabinete parlamentar de Bolsonaro, em Brasília, pediu demissão após o escândalo.

Segundo o procurador, a nova representação envolvendo a filha do ex-PM Fabrício Queiroz pode ou não ser apurado junto com uma suspeita de irregularidades em relação à Val do Açaí, que está sob análise da PGR. Caberá à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, decidir se pede ou não abertura de inquérito para investigar Jair Bolsonaro.

Segundo o G1, "Carlos Lima apontou na representação que um presidente não pode responder por fatos anteriores ao mandato, mas caberá à Raquel Dodge analisar a questão, uma vez que precedentes indicam que pode haver investigação, sem que uma ação penal seja aberta enquanto o presidente permanecer no cargo.

O procurador destacou também que a Constituição não fala sobre a possibilidade de responder por improbidade, embora o Supremo já tenha definido que a imunidade vale apenas para crimes comuns.

"Tem-se, portanto, que nada impede que o Presidente da República seja investigado e responsabilizado na esfera cível e, na esfera penal, veja a investigação por tais atos ter regular andamento, entendimento partilhado pela atual Procuradora-Geral da República. A imunidade restringe-se à ação penal e respectiva responsabilização por atos estranhos ao seu exercício, no curso do mandato", afirmou Carlos Lima.

O procurador da República disse ainda que, embora não haja foro para crimes de improbidade, é preciso aguardar uma posição sobre a suspeita na área criminal "para evitar que o desfecho de uma seara - ao menos ao cabo da investigação - possa estar em claro conflito com o encaminhamento a ser dado na esfera cível".

Ele pediu ficar suspenso o prazo da prescrição para que a suspeita de improbidade seja analisada posteriormente à questão criminal".

As informações são do G1
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