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Caiu na Rede: 6 Crimes Do Bolsonaro que estão no inquérito do STF



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'Todos os corruptos blindarão Bolsonaro agora', diz Janaina Paschoal



As dissertações acerca do óbvio parecem alcançar até mesmo representantes da elite bolsonarista do passado. A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP), disse essa semana em entrevista que a crise que resultou no pedido de demissão do ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro abre espaço para o avanço da corrupção no governo de Jair Bolsonaro.

Segundo a deputada, as manobras para derrubar Sérgio Moro e o ex-diretor-Geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, são incontestes. "Ficou evidente que Bolsonaro tem muito a esconder", analisou a deputada, completando: "O fato é que todos os políticos corruptos blindarão o presidente agora";

Janaína vai além e sugere que Bolsonaro já tinha a intenção de enfraquecer a Lava Jato lá atrás, quando convidou Moro para seu governo. Segundo a deputada, o convite de Bolsonaro para que Moro assumisse o ministério já poderia ter segundas intenções.

'Caso pensado' para 'enfraquecer a Lava Jato'

"Veja, ele fez um convite, prometendo carta branca, a um juiz que vinha encarcerando os maiores corruptos da nação", afirmou.

"Ao convidá-lo, ele retirou o principal pilar da Lava Jato. Ocorre que ele nunca deu poder a Moro."

Janaina Paschoal conclui: "Não dá para descartar ter sido de caso pensado", conclui da deputada.
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Eleitor de Bolsonaro associado à cumplicidade com milicianos, desmandos, burrice e incompetência.



O aumento da percepção negativa do presidente Jair Bolsonaro nestes tempos de pandemia e interferência na Polícia Federal parece um fenômeno irreversível. Na esteira destes eventos, o militante de Bolsonaro também começa a colher as sementes do que plantou.

A maioria que se comportou de forma doentia para defender o 'mito' é vista hoje como uma parcela infantiloide, retrógrada e burra da sociedade. Bolsonaro, além de incompetente e com a imagem severamente associada à milícias, rachadinhas e falta de sensibilidade com milhares de mortes por covid-19 está 'emprestando' sua reputação duvidosa aos seus eleitores.

Vistos hoje como idiotas por continuarem defendendo um presidente medíocre que traiu todas as promessas, os eleitores bolsonaristas tentam desesperadamente se amparar uns nos outros por meio de um comportamento sórdido em campanhas de destruição de reputações. Agem como se estivessem precisando provar que todo político é tão ou mais ridículo que seu político de estimação.

Muitos não se dão conta do quanto estão se tornando inconvenientes entre pessoas civilizadas e continuam atuando como idiotas comandados por psicopatas invisíveis. A maioria ainda recomenda cloroquina, ataca Sérgio Moro por ter agido de forma correta em denunciar a insistência de Bolsonaro em aparelhar a Polícia Federal e afirma que a pandemia é uma manobra política para derrubar o mito.

Obviamente, a militância de fanáticos por Bolsonaro é composta por velhas pensionistas dos tempos da ditadura e pessoas com a mesma capacidade intelectual. É preciso que as pessoas cultivem a tolerância para lidar com essa gente. Não há qualquer perspectiva de venham a abandonar a hipocrisia com que sustentam tanto fanatismo.

Bolsonaro promoveu o maior retrocesso no combate à corrupção na história do país. Praticamente inviabilizou o Coaf, órgão vital para a Lava Jato identificar lavadores de dinheiro, sancionou o projeto de abuso de autoridade, finge ignorar o compromisso de acabar com o foro privilegiado, é suspeito de acordões para blindar os filhos de investigações, tenta aparelhar a Polícia Federal, entre uma série de movimentos indecentes e óbvios que inibem o combate à corrupção.

Os instrumentos que permitiram a identificação de atos de corrupção em governos anteriores estão todos sendo desativados. Normalmente, a corrupção em um governo só é identificada ao fim do mandato do ocupante do cargo e a saída de seus comandados, como ocorreu nos governos do PT de Lula. No caso do governo Bolsonaro, ele parece estar agindo de forma preventiva, para que lá na frente, não se descubram possíveis esquemas de corrupção em sua gestão.

Apesar do quadro desconcertante, os fanáticos defensores de Bolsonaro parecem não se incomodar em passar vergonha perante a nação. São milhões de carluxos raivosos atuando nas redes sociais chamando toda e qualquer notícia de fake news e fechando os olhos para a realidade. Já há um consenso entre a maioria da sociedade de que bolsonarista é pior que petista. Em comum, as duas correntes de fanáticos odeiam que seus políticos de estimação sejam investigados e odeiam Sérgio Moro. 
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TSE deve decidir se Dilma se tornou inelegível após o impeachment. Constituição prevê perda do cargo e inabilitação por oito anos



A Dilma Rousseff (PT) anunciou na semana passada que pretende disputar uma vaga para Senado por Minas Gerais nas eleições de outubro, mas pode enfrentar dificuldades para registrar sua candidatura. na Justiça Eleitoral. Segundo a Época, Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avaliam que há espaço para discutir o entendimento adotado pelo Senado que, apesar de decidir pelo impeachment, manteve os direitos políticos da petista.

O portal jurídico JOTA ouviu de dois integrantes do TSE que o fatiamento do julgamento do impeachment no Senado "representou uma decisão política, podendo ser discutida pela Justiça, uma vez que representou uma manobra jurídica heterodoxa. A controvérsia ocorre porque a votação do Senado Federal que depôs a ex-presidente foi fatiada e a Casa a cassou por 61 votos a 20, enquanto a decisão sobre os direitos políticos ficou 42 pela inabilitação para ocupar cargo público, contra 36 contrários e 3 abstenções – nas duas eram necessários dois terços.

Em tese, Dilma teria se tornado inelegível pela Lei da Ficha Limpa, após ter sido condenada por um colegiado pelo crime de responsabilidade fiscal que culminou no seu afastamento do cargo de presidente da República. Mas este não é o único argumento que pode impedir a candidatura da petista.

O caso será enfrentado primeiramente pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), onde Dilma terá de registrar sua candidatura e poderá ser alvo de impugnação de partidos adversário ou do Ministério Público. Mesmo se tiver o registro indeferido pelo TRE-MG, ela poderá seguir em campanha até que o TSE julgue o tema.

Ainda segundo o JOTA, "Uma das questões que será levantada é o fato de que o então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, ao presidir a sessão que votou o impeachment no Senado, aceitou pedido de destaque para votação em separado (DVS) feito pela bancada do Partido dos Trabalhadores para dividir em duas partes o impeachment.

Diz o parágrafo único do artigo 52 da Constituição:

Parágrafo único. Nos casos previstos nos incisos I [que diz respeito ao julgamento dos crimes de responsabilidade cometidos pelo presidente da República] e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis".

Com informações do JOTA
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Eduardo Bolsonaro desautoriza Joice Hasselmann usar sua imagem na presepada do lançamento de sua pré-candidatura ao governo de São Paulo



A jornalista Joice Hasselmann se envolveu em um baita quiproquó com o PSL ao participar de uma grande presepada que culminou no  lançamento prematuro de sua pré-candidatura ao governo de São Paulo, num evento organizado pelo partido em Araçatuba, na sexta-feira, 15.

Joice Hasselmann chegou a comemorar o lançamento de sua pré-candidatura com dancinhas e agradecimentos em sua página no Facebook. Mas a alegria durou pouco. Major Olímpio, presidente do PSL em São Paulo, afirmou que “Aqueles que acham que o partido é a casa de mãe Joana vão cair do cavalo”.

Em declaração ao repórter Pedro Venceslau, do Estadão,  Joice Hasselmann reagiu com indignação e disseque não esperava a reação negativa do Major Olímpio não é o dono do partido e sugeriu que ele pode cair: “Eu fui pega de surpresa e as pessoas estão em polvorosa. Quem decide é o povo, não quem se acha dono de partido. Aliás, a presidência do partido em São Paulo pode mudar a qualquer momento”, afirmou. “Infelizmente o Major não entendeu que ele é presidente do partido, não dono do partido. A política do coronelato não funciona em São Paulo.”

Neste sábado, por meio de nota, o Presidente Nacional em exercício do PSL, Gustavo Bebianno, informou que "o partido não tem pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo, tampouco apoia, até o momento, qualquer candidatura de outro partido. A jornalista Joyce Hasselmann não é pré-candidata ao governo de São Paulo pelo PSL"

Logo em seguida, foi a vez do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidenciável Jair Bolsonaro, refutar a pré-candidatura de Joice Hasselmann. “Eu, como filiado, desautorizo minha imagem para promover qualquer ato em desacordo com o Estatuto”, afirmou. “O PSL de São Paulo nada deliberou sobre possível pré-candidatura estadual.”, declarou o parlamentar em sua página no Twitter, também neste sábado, 16.



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PT mentiu sobre aumento do número de filiados. Na verdade, o partido encolheu desde o impeachment de Dilma



Cai mais uma farsa do PT. Amplamente explorada na imprensa e nas Redes Sociais ao longo dos últimos meses, a notícia de que o partido teria se fortalecido com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e ganhado mais filiados em todo o país não é verdadeira.

Dados de abril publicados pelo Tribunal Superior Eleitoral revelam que o PT encolheu nos últimos dois anos, com queda de 0,3% no número de filiados. A variação negativa pode ser ainda maior, levando em conta o número de filiados inativos, ou seja, aqueles não cancelaram suas filiações, mas que deixaram de contribuir financeiramente ou de participar da atividades e atos do partido.

O partido chegou a promover uma campanha para atrair novos filiados após a prisão do ex-presidente Lula. Apesar dos esforços da militância, sobretudo entre professores de escolas públicas e universidades, apenas 8.004 pessoas se filiaram ao partido desde desde a primeira sentença contra Lula na Lava Jato.

O MDB aparece como maior partido do país, com cerca de 2.3 milhões de filiados, sendo seguido pelo PT, PSDB e PP, que possuem entre 1.4 e 1.5 milhão de filiados. Embora o PT ainda conte com um número razoável de filiados, a militância do partido já não é mais ativa como no passado. Antes de ser preso, Lula precisou recorrer ao aluguel de militantes. O petista precisou realizar atos ao loado de Guilherme Boulos em São Paulo, para conseguir um público expressivo. Durante os trechos de sua caravana pelo país, escolheu apenas cidades próximas a bases do MST. Mesmo contando com militância de aluguel, os atos foram verdadeiros fiascos.

Após a prisão de Lula, a direção do PT desistiu de convocar atos pelo país em defesa do petista. Não há mais militância.
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Dilma enfrenta mais constrangimentos e pode ter candidatura barrada pela Lei da Ficha Limpa



A ex-presidente Dilma Rousseff voltou a ser rondada pelo fantasma da cassação. Desta vez, a petista corre o risco de ser impedida de concorrer nas eleições de 2018 o pode ter sua candidatura rejeitada ou cancelada.

Nem bem a petista anunciou sua candidatura, surge a informação previsível de que vários partidos já planejam barrar sua candidatura, possivelmente ao Senado por Minas Gerais. Vários siglas já se preparam para o caso da petista tentar registrar uma candidatura, ingressar com ação pedindo que a petista seja enquadrada na Lei da Ficha Limpa.

A tese parte do princípio de que Dilma foi condenada por um colegiado –o Senado– no impeachment e, por isso, não poderia concorrer. Traumatizada com o impeachment, a petista não deve querer passar por mais este constrangimento e ainda não se definiu sobre sua candidatura. De qualquer forma, de nada adiantará buscar um cargo eletivo para se blindar de futuras investigações, após a restrição do foro privilegiado decidida pelo Supremo Tribunal Federal. 
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Dilma corre para a Argentina para se encontrar com Cristina Kirchner, alvo de pedido de prisão da Justiça local



A ex-presidente do Brasil Dilma Rousseff fez uma visita relâmpago à sua sua colega argentina, Cristina Kirchner, na tarde deste sábado (9), em seu apartamento no bairro da Recoleta, em Buenos Aires. A visita ocorre a pouco mais de 24 horas após a  Justiça da Argentina pedir a prisão da ex-presidente daquele país.

Segundo a Folha, "O encontro durou cerca de uma hora. Cristina disse que "entre outros temas, conversamos sobre uma realidade que se está impondo em nossos países, um processo de guerra jurídica, que consiste na utilização do aparato judicial como arma para destruir a política e os líderes opositores".


Segundo Cristina Kirchner, o pedido de prisão contra ela tem relação com o impeachment de Dilma. "O objetivo é o mesmo, no Brasil e aqui: ocultar o desastre econômico que estão sendo levados adiante pelos novos governos neoliberais da região".

As duas ex-presidentes possuem muito em comum. No ano passado, Cristina Kirchner foi acusada formalmente de formação de quadrilha e de fraude em obras públicas. Entre outros processos, Dilma também foi denunciada ao STF como integrante da organização criminosa que vitimou a Petrobras.
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Dilma é ficha suja e inelegível. Candidatura da petista em 2018 é folclore e ela não quer passar pela vergonha de ser "impedida" novamente



A ex-presidente Dilma Rousseff vem sendo tratada nos bastidores da política nacional como um cachorro atropelado e morto há dias na beira da estrada. Entre os dirigentes do PT, a situação não é diferente. Embora circulem notícias de que a petista tem sido 'convidada' a concorrer a algum cargo político nas eleições de 2018, a indicação é de que tais especulações não passam de conversa fiada.

A própria Dilma tem mantido um certo suspense sobre sua eventual candidatura ao Senado por Minas Gerais e até apareceu como uma das favoritas em pesquisas eleitorais pouco confiáveis. O fato é que a candidatura da petista não passa de mais um folclore alimentado pelos jornalistas de aluguel a serviço do PT.

Dilma raramente tem sido vista ao lado de lideranças do partido e é eventualmente convidada por Lula para aparições relâmpago em seus comícios da malfadada caravana pelo Brasil. Não precisa ser um especialista para perceber que Dilma é um defunto político.

Dilma é ficha suja e se tornou virtualmente inelegível após ter sido condenada no impeachment pelo Tribunal de Contas da União e pelo Senado Federal. A manobra patrocinada pelo então presidente do STF, Ricardo Lewandowski e pelo então presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) de fatiar o julgamento para manter os direitos políticos da petista pode ser facilmente contestada nos tribunais eleitorais, caso Dilma faça a bobagem de se candidatar nas próximas eleições.

O jornalista Claudio Humberto, do Diário do Poder, lembrou bem que "NÃO HÁ ESCAPATÓRIA PARA A LEI DA FICHA LIMPA"

"A Lei da Ficha Limpa barra candidaturas de condenados por “órgãos colegiados” como tribunais (a segunda instância da Justiça). Mas a lei também considera condenações de órgãos colegiados as oriundas de tribunais de contas estaduais ou municipais, processos de órgãos profissionais como a OAB ou Fenaj e até mesmo decisões de demissão tomadas em processos administrativos no âmbito do serviço público".

A petista já ficou bastante traumatizada quando passou pelos constrangimentos durante o processo de impedimento e foi deposta do governo. Provavelmente não vai querer passar a vergonha de ser impedida novamente. Ninguém mais aguenta sua ladainha de que foi vítima de golpe. Lei é Lei. 
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Fracassa ato monstro convocado pelo PT em frente ao STF. Apenas 50 manifestantes no lugar dos 100 mil anunciados



Pelo menos 50 militantes atenderam ao apelo do PT nesta quarta-feira (11) em Brasília para a realização do 2º Ato Nacional pela Anulação do Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. A organização da manifestação previa um ato monstro, no qual milhares de manifestantes fariam uma marcha até o Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de pressionar a Corte para que julgue ação movida pela defesa da petista, que pede a anulação da votação, no Congresso Nacional, que determinou o seu afastamento.

Havia a expectativa da chegada de caravanas de todo o Brasil, prometidas pelos comitês do PT para forçar anulação do impeachment. Mas na medida em que as horas foram se passando, nada de caravanas chegando à capital federal ao longo da manhã. A orientação era para que todos os ônibus se concentrassem no Espaço do Servidor, que fica nos arredores da Esplanada dos Ministérios, que permaneceu completamente vazio durante todo o dia. O primeiro ato nacional do grupo também ocorreu em junho, em Brasília.

A senadora paranaense Gleisi Hoffmann, presidenta do PT, publicou um vídeo convocando a militância para o ato monstro. " Nós avisávamos: tirar a Dilma é tirar do povo os seus direitos. É o que está acontecendo. Só teremos eleições livre, em 2018, se tivermos um governo compromissado com a democracia.”

Os organizadores haviam preparado atividades culturais para receber os manifestantes, quando seria realizado um debate com os deputados federais Érika Kokay (PT-DF), Paulo Pimenta (PT-RS), Paulo Teixeira (PT-SP) e Margarida Salomão (PT-MG), o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, a enfermeira aposentada Edva Aguilar, militante pela anulação do impeachment, e sindicalistas.


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Gleisi Hoffmann ouve calada mais um esculacho da senadora Ana Amelia



A senadora Gleisi Hoffmann cutucou a onça com vara curta. Deu no que deu. A petista estava com a palavra durante sessão no senado nesta terça-feira, 26 e começou a fazer provocações contra a senadora Ana Amélia. “Tiraram a Presidenta Dilma e colocaram um governo dos ricos. E todos envolvidos na Operação Lava Jato”

Ana Amélia respondeu com tranquilidade:  “eu não estou nessa operação. Eu não estou!”.

Gleisi, esta sim, encalacrada na Lava Jato, explicou: “Eu estou falando do governo que a senhora apoia. Todo este governo que está aí, exatamente apoiado pela senhora, colocado pela senhora, com um monte de problemas”

Sem comentários. Com a palavra, a senadora Ana Amélia



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Dilma e Chico Buarque choram no aniversário do impeachment. O Brasil comemora primeiro ano livre dos bolivarianos



A ex-presidente Dilma Rousseff e o cantor Chico Buarque vão chorar juntos nesta quinta-feira (31), no aniversário do impeachment da petista. Outros petistas, integrantes da esquerda e órfãos das mamatas nas administrações petista também vão lamentar o falecimento  do projeto bolivariano de poder.

É claro que ninguém vai falar do fim da inflação, da queda dos juros e da retomada na geração de empregos. Dilma e o PT quebraram o Brasil, mergulharam o país em sua mais profunda, longa e acentuada recessão e deixaram um legado de 14 milhões de desempregados. A coisa ficou feia também para os órfãos da Lei Rouanet. O próprio Chico Buarque se viu obrigado a voltar a trabalhar e teve que lançar um disco este ano. Sem o dinheiro suado do contribuinte, o cantor está se virando nos trinta para manter as contas em dia. O último trabalho do artista foi em 2011.

No ato “O Brasil um ano depois do golpe”, ao lado de militantes e artistas, Dilma despejará suas mágoas contra o presidente Michel Temer e tentará desqualificar o êxito do atual governo através das velhas narrativas sobre o desmantelamento da máquina petista de corrupção. Enquanto Dilma e seus cúmplices choram suas mágoas e lamentam terem sido escorraçados do poder, milhões de brasileiros comemoram o primeiro ano livres da organização criminosa chamada PT. 
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Ataque contra Temer é vingança de descontentes com impeachment de Dilma e órfãos da corrupção do PT, dizem analistas



O Brasil estaria mergulhado no caos econômico, milhares de empresas teriam falido e os índices de desemprego estariam nas alturas, caso a ex-presidente Dilma permanecesse no poder por mais alguns meses. Esta é a avaliação de 10 em cada dez analistas de mercado.

Atacar o governo Temer agora é fácil, mas quando a situação estava fugindo de controle, com a bolsa despencando e o dólar nas alturas, as forças políticas e meios de comunicação do país perceberam que não havia outro remédio. Era uma questão emergencial e o que estava em jogo era a estabilidade política e econômica do país. Como se não bastasse a tragédia da administração petista, a sociedade estava profundamente insatisfeita com Dilma por uma série de motivos bastante óbvios para todos, como o uso de recursos desviados da Petrobras em suas campanhas, segundo confissões de seus próprios marqueteiros e financiadores, as promessas de campanha viradas ao avesso após a posse, naquilo que ficou entendido como estelionato eleitoral até mesmo por setores da esquerda e a famigerada "contabilidade criativa".

Passados poucos meses deste cenário de tragédias anunciadas, setores do judiciário, dos meios de comunicação e grupos político fingem esquecer todo o drama vivido pelo país naqueles dias sombrios que antecederam o impeachment de Dilma. Mas o descontentamento daqueles que voltam suas artilharias contra Temer tem outros motivos bastante claros: o fim de muitas regalias e do acesso ao dinheiro fácil dos cofres públicos.

De fato, o controle rígido dos gastos da atual administração não deixa muita margem para agradar a todos. O fato é que a onda de ataques recentes contra o governo Temer tem como principal combustível a vingança de descontentes com impeachment de Dilma e órfãos da corrupção do PT, dizem analistas. O recrudescimento das mágoas com Temer se dá justamente no campo ideológico, onde jornalistas vendam os olhos para as conquistas nas áreas econômicas e sociais do último ano para reverberar os clichês da esquerda com a qual sempre simpatizaram. Grupos de comunicação inteiramente dominados por simpatizantes do socialismo, mas amantes do dinheiro do contribuinte, promovem campanhas completamente ensandecidas contra Temer.


Mas as ameaças ao cenário favorável dos indicadores econômicos desenhado milimetricamente pela atua administração não se limitam ao trabalho árduo dos descontentes no sentido de desestabilizar o governo.  As eleições de 2018 sugerem cenários distintos para a economia, na medida em que a disputa pela presidência vai se desenhando. Uma pesquisa realizada pela XP Investimentos com 168 investidores institucionais e mais 400 assessores de escritórios afiliados, trouxe os cenários a depender de quem sairá vencedor das eleições de 2018. A avaliação geral é a de que os líderes nas últimas pesquisas, Lula e Bolsonaro, são vistos como "ruins" para Bolsa e câmbio. Consequentemente, ruins para a economia de modo geral, como para o emprego, a inflação e os juros.

Os investidores veem um cenário positivo para a Bolsa e para o câmbio após o pleito, uma vez que consideram que candidatos mais pró-mercado devem ganhar o pleito. 42% dos investidores institucionais apontam que o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), deve ser o vencedor da eleição do ano que vem, enquanto 38% veem o também tucano governador paulista Geraldo Alckmin como o novo presidente brasileiro. Só 6% acreditam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltará ao Planalto. Empatados com 3% das respostas, estão o deputado Jair Bolsonaro e a ex-senadora Marina Silva (Rede), enquanto o senador Alvaro Dias (Podemos) obteve 2% das respostas.
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Na Coreia do Sul, a presidente que sofreu impeachment é presa. No Brasil, Dilma passeia por conta do contribuinte



O Brasil tem muito que aprender com a Coreia do Sul quando o assunto é o cumprimento da lei e a manutenção da ordem. Três semanas após ser destituída do poder através de um processo de impeachment, a ex-presidente da Coreia do Sul Park Geun-hye foi presa após uma ordem de detenção emitida pela justiça.

A ex-chefe de Estado, de 65 anos foi conduzida pouco antes da madrugada ao centro de detenção de Seul, sob as lentes dos fotógrafos. Park esteve envolvida em um escândalo de corrupção que chocou o país.

"Está justificado e é necessário prender (Park) uma vez demonstrados os fatos, e porque há risco de que evidências sejam destruídas", indicou o tribunal.

Enquanto isso no Brasil, a ex-presidente Dilma Rousseff, acusada de envolvimento no maior esquema de corrupção da história do país, dá entrevistas e passeia livremente por conta do contribuinte, inclusive para a Europa.

A ex-presidente petista foi denunciada pelo empresário Marcelo Odebrecht, que confirmou em depoimento às autoridades que Dilma recebeu pelo menos R$ 150 milhões para suas campanhas e comandava pessoalmente o esquema de propinas pagas pela empreiteira Odebrecht.

Esta semana, a petista viajou para os Estados Unidos e levou quatro assessores, incluindo o ex-ministro José Eduardo Cardozo, que nunca dispensa uma boquinha nas viagens de Dilma. Tudo pago com dinheiro do contribuinte.
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Dilma é mesmo azarada. De nada adiantou sujeira para preservar direitos políticos. Acabou delatada, sem foro e com Moro



A ex-presidente Dilma Rousseff saiu-se como uma vitoriosa da votação no Senado que culminou em seu impeachment. A petista, que tinha como certa a cassação de seu mandato, apostou todas as suas fichas na preservação de seus direitos políticos a partir da jogada suja do fatiamento da votação no Senado. A manobra de Dilma contou com o apoio da bancada petista no Senado e a conivência do presidente da Casa, Renan Calheiros e do então presidente do STF, Ricardo Lewandowski.

O propósito de se sujeitar a mais uma exposição negativa com a manobra espúria que violou a própria Constituição já era bastante claro para Dilma e para o PT aquela altura do campeonato: a petista previa que seria alvo de uma delação devastadora no âmbito da Operação Lava Jato por parte dos executivos da Odebrecht.

Dilma, que havia fracassado na tentativa de livrar Marcelo Odebrecht da prisão, sabia que as consequências para ela e para o PT seriam funestas.  Era previsível que se tornaria alvo de pedidos de inquéritos, como de fato já ocorreu, e que enfrentaria processos na Lava Jato, sem a prerrogativa do foro privilegiado.

Foi justamente por este motivo que Dilma se arvorou do apoio de aliados igualmente comprometidos para conseguir preservar seus direitos políticos e poder se abrigar em algum cargo eletivo antes que seus processos chegassem a ser julgados. Bastava concorrer a um cargo de deputada federal pelo Acre e pronto. Com foro privilegiado, seus processos deveriam subir para o STF, onde poderiam ser protelados por décadas.

Mas tudo acabou dando errado e de nada adiantou tanto sacrifício, tantos acordos espúrios e tantas falcatruas. A petista está prestes a perder seus direitos políticos na ação que corre contra ela no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sua situação se complicou com aquilo que já era previsto: além do uso de laranjas  e do esquema de lavagem de dinheiro com gráficas fantasmas, o empresário Marcelo Odebrecht confirmou ao ministro do TSE, Herman Benjamim, que praticamente toda a campanha de Dilma foi financiada com dinheiro roubado e que ela sabia de tudo o tempo todo.

Dilma fica sem foro e com Moro. 
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Fim humilhante. A importância zero da ex-presidente mais arrogante e prepotente da história do país



A ex-presidente Dilma Rousseff bem que tem tentado enfrentar toda sua decadência mantendo uma certa fleuma de ex-presidente que ainda é capaz de opinar nos destinos do país. Mas a realidade tem sido mais dura do que ela esperava e há cada vez menos pessoas dispostas a ouvir o que a petista tem a dizer. Mesmo dentro de seu partido, Dilma não tem mais espaço nas mesas diretoras ou na tomada de decisões. Não é mais convidada para eventos entre seus correligionários e foi completamente banida da vida partidária. O PT por sua vez tem outras preocupações bem mais imediatas e não quer que a já combalida imagem do partido seja "contaminada" por toda negatividade que Dilma passou a representar no país de 13 milhões de desempregados.

De fato, não faltam razões para que todos queiram manter distância da ex-presidente. Segundo sondagens internas do próprio PT, Dilma hoje é vista como a pessoa mais arrogante e, ao mesmo tempo incompetente, que já ocupou o Palácio do Planalto. Poucos políticos tiveram um fim tão meteórico em toda a história do país. Collor partiu para o isolamento por livre e espontânea vontade, pois sabia que cairia no ostracismo no dia seguinte ao impeachment. Já Dilma ainda tenta se inserir, sem sucesso, na vida política do país.

A situação de Dilma chegou a um ponto degradante mesmo antes de ter seu mandato cassado. Por questões de segurança, a petista ficou praticamente detida no Palácio da Alvorada por vários meses, até a conclusão do processo de impeachment. O temor do gabinete da Presidência da República era o de que ela sofresse algum ataque, tamanho era o repúdio popular contra a petista naqueles dias sombrios.

Atualmente, Dilma está praticamente abandonada à própria sorte pela maioria de seus antigos aliados. Traída por ex-ministros e auxiliares, a petista vive praticamente isolada dos debates no país e se comunica através das redes sociais e pequenas rádios do interior e blogs saudosos do dinheiro do contribuinte.

Não demorou muito tempo para que Dilma Rousseff se tornasse uma mera sombra esmaecida daquilo que foi um dia: arrogante, pretensiosa e mandona. Os ex-funcionários que a serviam em Brasília são unânimes em afirmar que se sentem aliviados por terem se livrado do jugo da petista. Dilma era tirana e se comportava como uma rainha do mal, que gostava de impor humilhações aos que eram colocados a seu serviço.

O desprestígio político é proporcional ao repúdio popular. A situação de Dilma nos dias de hoje é tão degradante que a petista não consegue mais encontros com pessoas da vida pública. Poucos se arriscam a visitá-la e quando o fazem, exigem sigilo e nada de fotos.

A situação não é diferente no exterior. Dilma passou cerca de quinze dias na Europa, às custas do contribuinte, mas não conseguiu ser recebida por nenhum chefe ou ex-chefe de Estado. A petista passou pela Espanha, França e Itália sem conseguir ser recebida por nenhuma autoridade local. O máximo que conseguiu foi um encontro rápido com uma obscura senadora francesa do inexpressivo Partido Comunista Francês.

No Brasil, Dilma avança inexoravelmente para o ostracismo político na mesma proporção que conquista as manchetes policiais e, justamente por este motivo, ainda não pode ser considerada um cachorro morto na beira da estrada. A petista ainda deve chamar muita atenção quando começar a se tornar alvo de uma série de processos sobre corrupção e lavagem de dinheiro nos próximos meses.

Isso faz com que cada vez mais pessoas procurem mantes distância de Dilma. Até mesmo oportunistas como João Pedro Stédile (MST), Carina Vitral (UNE) e Vagner Freitas (CUT) já não querem mais ser vistos ao lado da petista e até se tornaram críticos de seu governo. É claro que nenhum destes citados jamais possuiu algum compromisso com a luta de classes, mas sim com o projeto de poder do PT. Entretanto, até eles precisam criticar Dilma para não se prejudicarem perante os movimentos que representam.

Em seu partido, o PT, Dilma é repudiada e apontada como a principal responsável pelo fim do sonho de um projeto de poder duradouro. Mesmo os blogs, jornalistas e meios de comunicação se veem numa situação ridícula, por serem forçados a admitir que a incompetência, inépcia e arrogância de Dilma foram os principais fatores que conduziram o pais ao caos político e econômico da atualidade.

Nem mesmo os artistas petistas se arriscam a defendê-la abertamente. Dilma enfrenta dias bem distantes daqueles em que reinava absoluta, fiando na certeza de que o Brasil e as instituições não estariam dispostas a bancar um outro processo de impeachment após o de Fernando Color. Ela pagou para ver e deu no que deu.

Dilma é responsável por um feito inédito: fracassou em sua relação com a direita e destruiu a esquerda do país. O abatimento e a ausência de uma frase que faça algum sentido comprova que a petista é apenas um passo triste perdido na história.

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Ninguém é condenado na Lava Jato por convicção política. É por que receberam ou pagaram propina, afirma Sérgio Moro



O juiz Sérgio Moro estava inspirado durante sua participação como conferencista, nesta segunda-feira (6) , na Universidade Columbia, em Nova York. Elegante, o magistrado fez uma breve pausa de dez segundos, enquanto uma manifestante petista começou a vaiá-lo. O magistrado aguardou até que a pessoa fosse retirada. It's Funny (é engraçado), limitou-se a comentar.

Moro afirmou que “um sistema judiciário adequado e eficiente é necessário para combater a corrupção, mas não é suficiente. É preciso que os poderes Legislativo e Executivo também ajam nesse sentido”.

O magistrado também lembrou aos presentes que “não teve nada a ver com o impeachment de Dilma Rousseff , que apenas impediu que houvesse obstrução de Justiça” ,referindo-se à nomeação de Lula para o ministério da Casa Civil.

Ao final da palestra, Sérgio Moro  disse que discorda “respeitosamente” daqueles que afirmam que a Lava Jato é uma perseguição política:

“As pessoas estão sendo condenadas [na Lava Jato] pelas propinas [que pagaram e receberam] e por lavarem dinheiro, não por suas convicções políticas“, disse o juiz.

Perguntado se a morte de Marisa Letícia teria impacto sobre o julgamento de Lula, Sérgio Moro disse que seria impróprio abordar o assunto.

Foi aplaudido de pé.

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CNPGC volta a defender indicação do procurador do TCU, Julio Marcelo, para a vaga do ministro Teori Zavascki


O nome de Julio Marcelo, o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, é um dos preferidos pelos brasileiros para ocupar o lugar do ministro Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal, morto em um trágico acidente aéreo no litoral do Rio de Janeiro.

Julio Marcelo se tornou conhecido, e admirado, pelo grande público por sua atuação clara e firme ao confrontar o advogado José Eduardo Cardozo durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Esta semana, o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Contas,  CNPGC, voltou a defender a indicação de Julio Marcelo para a vaga do ministro Teori Zavascki. “Trata-se de profissional bastante conhecido por sua competência e notável equilíbrio, qualidades que foram marcantes em recente episódio, no qual, quebrando jejum histórico de décadas, o Tribunal de Contas da União decidiu acolher o seu brilhante trabalho e opinou pela emissão de parecer prévio, recomendando a desaprovação das contas do governo federal, exercício de 2014”, destaca nota pública divulgada pelo colegiado.

Diante das pressões políticas, é pouco provável que o presidente Michel Temer indique Julio Marcelo para a vaga deixada por Teori. Mas no que depender da vontade dos brasileiros, o procurador é o nome favorito.

O  CNPGC destaca que o procurador é um “Profissional exemplar, técnico dedicado, honrado pai de família, Júlio Marcelo de Oliveira é, sem dúvida, um grande nome, à altura da nossa Suprema Corte, a qual, rememore-se, já contou com os nomes de outros membros do Ministério Público de Contas Brasileiro, a saber: os senhores ministros aposentados, Carlos Ayres de Brito (ex membro do MP de Contas de Sergipe) e Luís Octávio Gallotti (ex membro do MP de Contas da União), além do falecido ministro Vítor Nunes Leal (ex membro do MP de Contas do DF)”, assinala o texto do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Contas.

“O Brasil está quebrantado com a súbita e trágica perda do Ministro Teori Zavascki, então relator no Supremo Tribunal Federal (STF) de vários processos, que fazem parte da Operação Lava Jato, uma das maiores e mais exitosas operações que o nosso país já teve, reconhecida, inclusive, internacionalmente, por punir aqueles que se distanciaram da lei, e, também, por recuperar o patrimônio público desviado.

Para além do forte sentimento de dor provocado em face da perda profissional e pessoal enfrentada por todos brasileiros, é igualmente grande a preocupação para com o momento político nacional, que não pode admitir retrocessos.

Nesse contexto, o Senhor Presidente da República, responsável por nomear o próximo Ministro a compor o STF, deu importante e decisivo passo, ao aguardar uma decisão daquela Corte, que deverá, em primeiro lugar, designar o sucessor para o relato da mencionada Operação e, somente depois, será feita a indicação para o cargo vago.

Após tão importante anúncio, alguns parlamentares, políticos, juristas e sociedade civil organizada, unidos pela esperança de contribuir para com a nação brasileira, passaram a sugerir nomes que julgam ser distinguidos para ocupar vaga que até bem pouco tempo era, honrosamente, ocupada pelo Senhor Ministro Teori Zavaski.

Esse é o caso do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Contas (CNPGC), que, nessa oportunidade, subscreve as várias iniciativas por todo o país, as quais confirmam o entendimento de que o Procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Júlio Marcelo de Oliveira, preenche todos os predicados para tão relevante função.

Com 48 anos de idade, Júlio Marcelo, natural de Brasília, possui dois Bacharelados, ambos obtidos junto à respeitada Universidade de Brasília: em Ciências da Computação (1990) e em Direito (1996). Além do cargo de Procurador do Ministério Público de Contas da União, para o qual foi aprovado em primeiro lugar, por concurso, no qual era oferecida uma única vaga, ocupou os cargos de Auditor Federal de Controle Externo no TCU (exercendo várias funções de confiança) e Consultor Legislativo do Senado, na área de Direito Constitucional, Administrativo e Eleitoral, igualmente galgados por concurso público.

Trata-se de profissional bastante conhecido por sua competência e notável equilíbrio, qualidades que foram marcantes em recente episódio, no qual, quebrando jejum histórico de décadas, o Tribunal de Contas da União decidiu acolher o seu brilhante trabalho e opinou pela emissão de parecer prévio, recomendando a desaprovação das contas do governo federal, exercício de 2014.
Profissional exemplar, técnico dedicado, honrado pai de família, Júlio Marcelo de Oliveira é, sem dúvida, um grande nome, à altura da nossa Suprema Corte, a qual, rememore-se, já contou com os nomes de outros membros do Ministério Público de Contas Brasileiro, a saber: os Senhores ministros aposentados, Carlos Ayres de Brito (ex membro do MP de Contas de Sergipe) e Luís Octávio Gallotti (ex membro do MP de Contas da União), além do falecido Ministro Vítor Nunes Leal (ex membro do MP de Contas do DF).

Dessa forma, o CNPGC vem a público associar-se às manifestações, que recomendam o nome do Procurador Júlio Marcelo de Oliveira para integrar o eg. STF, com a esperança de que possa repetir pleno êxito já demonstrado no Ministério Público e TCU, atuando com equilíbrio, serenidade, dedicação e competência.”
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Petistas são burros e outros são bandidos mesmo. Queda do PT não tem relação com ascensão de Temer.


Durante junho de 2013, boa parte da população brasileira chegou à conclusão de que havia algo de muito errado com a condução dos destinos do país. Nas mãos de um grupo político há mais de dez anos, muitos cidadãos começaram a se dar conta que a corrupção e os tributos elevados impostos pelos que haviam se instalado no governo haviam se tornado hábitos que estavam se tonando insuportáveis.

Por outro lado, o mesmo governo que se gabava dos maiores feitos, não conseguia corresponder as expectativas mais elementares da sociedade em áreas como saúde, segurança e educação.

Eram os tempos da primavera Árabe. Governantes de todo o mundo estavam assustados com levantes populares como o que ocorreu no Brasil naqueles dias de revolta. O fenômeno era ainda mais ameaçador para a classe política justamente por não haver nenhum grupo ou partido político por trás das organizações das manifestações.

Apavorados com a possibilidade de que a situação se agravasse como ocorreu em outros lugares do mundo, o PT agendou uma reunião de emergência em São Paulo para encontrar uma forma de conter os ânimos acirrados da população. Mas existem coisas que não podem ser resolvidas em momentos de desespero e o PT subestimou esta máxima.

Lula Dilma e João Santana, (isso mesmo, um marqueteiro) se reuniram para encontrar uma saída para a situação. Milhões de brasileiros faziam o chão tremes debaixo dos pés dos ocupantes do poder e algo precisava ser feito com urgência.

O marqueteiro deduziu que a maior insatisfação percebida nas manifestações populares era com a corrupção. O mago do marketing sugeriu então que Dilma desengavetasse com urgência alguns projetos relacionados ao combate à corrupção e fizesse um pronunciamento sobre seus feitos neste sentido.

Foi aí que a coisa começou a degringolar. No dia 2 de agosto de 2013, Dilma assinou, às pressas,  a lei 12.850 que instituiu a delação premiada. O intuito era dar uma reposta imediata ao povo nas ruas, uma forma desesperada de conter as manifestações espontâneas contra a classe política e o governo. ~

 De forma irrefletida, Dilma seguiu o conselho de João Santana e assinou a sentença de morte do PT. Estava selado o destino do partido que ao longo de treze anos, manteve uma relação incestuosa com empreiteiros corruptos que financiavam campanhas do partido e dava "mimo$" a seus integrantes em troca de contratos bilionários com o governo.

Os avanços na Lei de delação premiada abriram a brecha para que, oito meses depois, fosse deflagrada a primeira fase da Operação Lava Jato, em março de 2014.

Voltando um pouco no tempo, enquanto a população manifestava sua indignação com a corrupção no pais, ao mesmo tempo, uma investigação no estado do Paraná apurava os crimes de lavagem de recursos relacionados ao ex-deputado federal José Janene desde 2009.

Em julho de 2013, a investigação começa a monitorar as conversas do doleiro Carlos Habib Chater. Pelas interceptações, foram identificadas quatro organizações criminosas que se relacionavam entre si, todas lideradas por doleiros. A primeira era chefiada por Chater (cuja investigação ficou conhecida como “Operação Lava Jato”, nome que acabou sendo usado, mais tarde, para se referir também a todos os casos); a segunda, por Nelma Kodama (cuja investigação foi chamada “Operação Dolce Vita”); a terceira, por Alberto Youssef (cuja apuração foi nomeada “Operação Bidone”); e a quarta, por Raul Srour (cuja investigação foi denominada “Operação Casa Blanca”). O monitoramento das comunicações dos doleiros revelou que Alberto Youssef, mediante pagamentos feitos por terceiros, “doou” um Land Rover Evoque para o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Através de Costa, os investigadores descobriram um esquema criminoso bilionário na estatal.  Os procuradores da República também descobriram que a corrupção em que o ex-diretor estava envolvido tinha uma abrangência do esquema era maior. Neste momento, o gesto de Dilma em assinar a lei 12.850 fez toda a diferença para o avanço da investigação: a colaboração de Paulo Roberto Costa por meio de um acordo de delação premiada.

Mas como não há nada de ruim neste mundo que não possa piorar um "pouquinho", os petistas enfrentariam outros dissabores desde então.

Apavorados com o avanço da Operação Lava Jato e cientes de que o instituto da delação acabaria permitindo que os procuradores do Ministério Público Federal chegariam aos nomes de gente graúda dentro do PT, Lula, Dilma e companhia partiram para o tudo ou nada e fizeram uma campanha eleitoral suicida em 2014. Mentiram e omitiram como se o mundo fosse acabar amanhã. O problema é que o mundo não acabou. Dilma ganhou a eleição com pequena margem de diferença e toda a mentirada da campanha veio à tona.

Se o PT temia os "coxinhas" e seu poder de influenciar a sociedade, a situação de Dilma piorou bastante até mesmo entre os eleitores do partido após as eleições. A popularidade da presidente recém eleita começou a despencar antes mesmo da posse do segundo mandato. A soma das mentiras eleitoreiras, as pedaladas e as revelações dos assalto na Petrobras, estatal que tinha Dilma na presidência de seu conselho durante o auge dos esquemas de corrupção revelados no escândalo do petrolão, foram fatores que minaram a popularidade da petista em tempo recorde.

A erosão moral de Dilma e do PT trouxe de voltas para as ruas milhões de cidadãos indignados. Muitos dos quais haviam votado na petista poucos meses antes. Lula viu toda sua popularidade se reverter em ódio nas redes sociais e o desejo de remover o PT do poder alcançou um nível crítico no qual existem três indicadores de que um governo será derrubado: repúdio da sociedade, repúdio da sociedade e repúdio da sociedade.

Cientes de que o PT passou a representar um barco prestes a afundar, antigos aliados se voltaram contra o governo Dilma e passaram a apoiar seu impeachment. Por um mero acaso, coube ao então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, acolher o pedido formulado por um ex-petista de honra: Hélio Bicudo contou com a colaboração dos juristas Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal para elaborar o pedido formal de cassação do mandato de Dilma Rousseff.

Qualquer outro político minimamente razoável que estivesse presidindo a Câmara dos Deputados teria acolhido aquele pedido sob tais circunstâncias. De mesmo modo, o pedido de impeachment de Dilma, assim como o ódio da sociedade em relação ao PT e tudo que o partido passou a representar, nunca teve nenhuma relação com o então vice-presidente Michel Temer.

Esta é a verdeira história sobre a derrocada do PT de Lula, Dilma e companhia do poder e do coração da maioria dos brasileiros. Sobraram apenas os petistas burros e os bandidos. Os primeiros acreditam na versão da história contada pelos últimos. 
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Na Europa, Dilma diz que não se candidata à Presidência da República para dar espaço para Lula. Generosa


A ex-presidente Dilma Rousseff tentou passar uma imagem de alguém que ainda possui alguma reputação no Brasil, durante sua passa por Sevilla, na Espanha. A petista, que faz um tour pela Europa com dinheiro do contribuinte, afirmou em entrevista que não disputará mais uma candidatura à Presidência da República. Dilma deu uma de "generosa" e disse que agora é a vez do Lula ser candidato. "As pessoas têm hora e vez, tudo tem hora e vez, a já foi a minha", afirmou. "Não serei eu, será Lula da Silva o candidato", disse Dilma em entrevista á Rádio Sevilla, sem mencionar o alto risco de que Lula venha a ser preso antes mesmo das eleições de 2018.

A petista, que não possui mais qualquer prestígio no PT e ficou de fora do conselho do partido, confirmou que mesmo não sendo candidata, pretende continuar fazendo política. Em entrevista ao programa “Hoy por Hoy”, uma rádio espanhola, ela reforçou as críticas ao presidente da República Michel Temer (PMDB), falando que o processo de impeachment no Brasil foi "traumático".

A ex-presidente recorreu a velha ladainha de que foi vítima de golpe, cujo objetivo era reintroduzir no Brasil uma política interrompida que distribui renda à elite. Dilma criticou  ainda o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, referindo-se a ele como um demagogo e que o surgimento de "salvadores da pátria" põe em risco a democracia.
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