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Nos EUA, empregado de loja de tênis compra carro igual ao do dono de loja de tênis no Brasil. Aqui, empregado não pode comprar nem o tênis que vende



Há anos se fala que o salário mínimo no Brasil não pode subir muito por conta do peso que qualquer reajuste costuma ter sobre a Previdência. Na ponta do lápis, os governos contabilizam cada centavo para ver até onde é possível reajustar o mínimo, de modo a não 'pesar' no que terá que pagar aos aposentados do INSS. Esta é a justificativa para reajustes mínimos do salário mínimo.

O curioso é que o Governo, seja ele qual for, nunca faz a mesma conta na hora de reajustar os altíssimos salários da elite do serviço público no Judiciário, Executivo e Legislativo, sendo que todos também estão 'misturados' no mesmo sistema previdenciário. Aqui, o pau que bate em Chico está na mão do Francisco.

A elite do serviço público, incluindo filhas e viúvas de militares, de juízes, procuradores que recebem benefícios até 30 vezes maior que o trabalhador comum, é responsável por maior parte do rombo na Previdência. Quase 70% dos trabalhadores da iniciativa privada recebem apenas um salário mínimo.

Foi esta mesma elite a responsável pela sabotagem da proposta de reforma apresenta Nos EUA, empregado de loja de tênis compra carro igual ao do dono de loja de tênis no Brasil. Aqui, empregado não pode comprar nem o tênis que vende da pelo governo anterior, que previa teto único e democrático para todos os brasileiros. Segundo a proposta, "todos os trabalhadores, sejam do poder público ou da iniciativa privada, poderão se aposentar pelo teto do RGPS. Foi a forma encontrada pelo governo para limitar as aposentadorias de alto valor" Por esta proposta, todo brasileiro receberia o teto de cerca de R$ 5.800,00. Leia a proposta anterior AQUI

Não importa com quanto o trabalhador brasileiro contribua durante toda a vida. Ele nunca vai receber um benefício acima deste teto. Se tiver sorte, ficará no mesmo patamar da maioria dos aposentados no INSS, que recebem benefícios abaixo de R$ 2 mil.  Pela nova proposta de reforma da Previdência, o membro da elite do serviço público, que recebe acima de R$ 39 mil, continuarão se aposentando com benefício até 30 vezes maior que o cidadão comum. Isto significa que a sociedade continuará bancando o rombo causado no sistema previdenciário pela elite de servidores do Brasil. Graças ao apetite insaciável do 1% mais rico, não apenas o reajuste decente do salário mínimo permanece inviabilizado, como também a redução de impostos que escraviza o trabalhador. Na proporção ingrata, quem recebe menos, continuará pagando mais impostos.

Graças a esta fórmula perversa de transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos, o salário mínimo do Brasil continuará a ser mínimo durante décadas, enquanto a elite de servidores continuará fazendo a alegria de construtoras, grifes, restaurantes finos, hotéis de luxo ao redor do mundo, joalherias e outros segmentos de consumo fora do alcance da massa que movimenta a economia do país. 200 milhões de brasileiros continuam a ser tratados como cidadãos de 2.ª classe pela nova proposta de reforma da Previdência. Vão continuar alegando que não será possível promover um reajuste do mínimo digno do esforço quem sai ainda de madrugada de casa, pega trens lotados, trabalha feito escravo de sol a sol, para movimentar a economia do país.

Nos Estados Unidos e outros países que tratam seus cidadãos de forma igualitária, um empregado de uma loja de tênis consegue comprar, além de uma casa digna, um carro similar ao do dono de uma loja de tênis no Brasil. Aqui, na maioria dos casos, um empregado de uma loja de tênis não conseguem nem comprar alguns produtos que vende. Com uma população de cerca de 320 milhões de habitantes, há nos Estados Unidos cerca de 280 milhões de veículos registrados. Há praticamente um carro para cada cidadão, apenas considerando um bem de consumo de valor elevado. Com uma população de cerca de 2010 milhões, o Brasil tem uma frota de cerca de 40 milhões de veículos.

Além de receber um salário miserável, ainda perde metade dele nos impostos embutidos nos produtos que consome. Não apenas o trabalhador formal, como também o catador de latinhas, o pedinte, qualquer cidadão brasileiro trabalha metade do ano apenas para pagar impostos. Qualquer cidadão que entra em uma loja com R$ 100,00, sai de lá com menos de R$ 50 em produtos. Tudo para bancar a elite que manda no país desde a sua fundação. Pelo visto, vai continuar assim muitos e muitos anos. Não é só o STF que é vergonha nacional. Tudo no Brasil é uma vergonha. A forma com que o Estado continua tratando seu cidadão é uma vergonha. Despidos de sua dignidade e do direito de consumir até mesmo o essencial, em muitos casos, milhões de brasileiros tratados como cidadãos de 2.ª classe estão condenados à servidão eterna em favor das elites de sempre. No Brasil, só se imita os Estados Unidos em campanhas eleitorais. Passada a eleição, tudo volta a ser como sempre foi.
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Senado aprova voos em classe superior com passagem até 7 vezes mais cara para parlamentares e servidores



O novo Congresso está comprovando que a classe política pretende continuar sapateando na cara do povo. A aprovação, em uma canetada, de uma medida que permitirá que centenas de membros da casa façam viagens internacionais na classe executiva, que tem bilhete até 7 vezes mais cara que o permitido até então, na classe econômica, é mais um tapa na cara da sociedade.

 81 senadores da Casa como também os consultores-gerais, secretários, diretores, advogado-geral e diretora-geral da Mesa têm permissão de voar para fora do Brasil em cabines confortáveis, com direito a bebidas e comidas diferenciadas, além de outros mimos.

 Quer viajar de classe executiva? Prepare-se para gastar: o valor do bilhete chega a custar 7,5 vezes mais do que uma passagem em classe econômica.

Para se ter uma ideia, um voo da American entre Guarulhos e Nova York custava em média R$ 1.550 na classe econômica e R$ 11.595 na executiva. O negócio é muito lucrativo para as companhias aéreas, que fazem lobby em vários países do mundo no sentido de ampliar a clientela junto a classe política. Muitas empresas estão eliminando a primeira classe e oferecendo mais conforto na classe executiva.

Como quem paga a fatura é o contribuinte...
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Rodrigo Maia aperta Bolsonaro e cobra uso da rede bolsonarista para 'vender' reforma previdenciária



O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), colocou o presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores em uma verdadeira saia justa ao defender que todos devem ir para as redes sociais para fazer propaganda da reforma previdenciária.

“A questão da comunicação é decisiva. Não tem como ir para o enfrentamento de um tema tão sensível como esse sem ter a capacidade de explicar de forma muito clara para o cidadão o que estamos fazendo, qual o objetivo da reforma"

O problema é que já há vários eleitores de Bolsonaro que não estão nem um pouco satisfeitos com a proposta de reforma da Previdência encaminhada pelo presidente à Câmara dos Deputados. Além da quebra do compromisso de campanha com a idade mínima, poucos estão aceitando a conversa de que quem ganha menos vai contribuir com menos. Na verdade, a proposta para a maior parte da sociedade que recebe até um salário mínimo terá um desconto de apenas 0.5% no valor da contribuição, que era de 8% e passa a ser de 7.5%.

Mas isto não é o pior. Como deputado, Bolsoanro militou contra a reforma da Previdência proposta por Temer que previa teto único e democrático para todos os cidadãos brasileiros no Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Pela proposta anterior, todos os trabalhadores, sejam do poder público ou da iniciativa privada, poderiam se aposentar pelo teto do RGPS de pouco mais de R$ 5 mil. Foi a forma encontrada pelo governo anterior para limitar as aposentadorias de alto valor, ou seja, eliminava privilégios das elites, causa maior do rombo na Previdência, e tratava todos os brasileiros como cidadãos iguais. (Leia a proposta que Bolsonaro militou contra aqui)

No caso da proposta encaminhada por Bolsonaro, o Estado continua tratando a elite a pão de ló e os cerca de 200 milhões de brasileiros como cidadãos de 2.ª classe. Pela nova proposta, a elite do funcionalismo publico que recebe acima de R$ 39 mil por mês continuará a receber até 40 vezes mais que o cidadão comum no INSS.

A manobra que preserva os interesses fisiológicos está justamente na necessidade de aprovação do Congresso. O negócio é 'jogar' a proposta para que a 'galera' a mastigue bem, protegendo seus interesses, de modo que apenas quem não possui poder de pressão, o povo, pague a maior parte da fatura. Apesar da pegadinha, a proposta habilita, ao menos em tese, o governo vender a mensagem de que a reforma combate privilégios aumentando a contribuição para quem ganha acima de R$ 39 mil. O problema é que grupos, notoriamente poderosos e influentes no Congresso, já se mobilizam para derrubar o aumento da contribuição de servidores.

Obviamente, os militares, membros do Judiciário, Ministério Público Federal e a elite dos três poderes que fez campanha para Bolsoanro vai topar vender a NOVA Previdência nas Redes Sociais. O problema será convencer o eleitor que, além de continuar a ser tratado como cidadão de 2.ª classe, ainda vai ter que trabalhar até 12 anos a mais para se aposentar, na maioria dos casos. Isso sem contar que a elite de servidores fará enorme pressão para manter seus privilégios intocáveis até a aprovação final da proposta no Senado, lá pelo final de 2019. Nesta queda de braço, os mais poderosos sempre levam vantagem.

Presidente Jair Bolsonaro entregando sua proposta de reforma
da Previdência ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia


Segundo Rodrigo Maia, Bolsonaro vai ter que usar a estrutura política de comunicação que o ajudou a chegar ao poder para convencer a sociedade sobre as supostas virtudes de sua proposta de reforma da Previdência.

"A questão da comunicação é decisiva. Não tem como ir para o enfrentamento de um tema tão sensível como esse sem ter a capacidade de explicar de forma muito clara para o cidadão o que estamos fazendo, qual o objetivo da reforma", disse.

"O governo precisa fazer isso. [Usar] estrutura política que levou o presidente ao governo e que apresentou competência muito grande de influencia nessas redes. [...] Essa parte política, o partido do presidente, precisar ter a capacidade de enfrentar, saber explicar de forma didática", afirmou Maia durante debate promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) nesta segunda-feira (25).

O próprio Bolsonaro tem sido questionado nas Redes Sociais sobre sua NOVA Previdência. Para evitar constrangimentos, o presidente tem abordado temas menos espinhosos em suas postagens no Twitter:

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O pronunciamento de Bolsonaro sobre a proposta de reforma da Previdência



Leia abaixo a íntegra do pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro sobre a proposta apresentada por ele nesta terça-feira, 20, ao Congresso Nacional:

“Boa noite!

Nação brasileira, estamos determinados a mudar o rumo do nosso país! Nossos objetivos são claros: resgatar a nossa segurança, fazer a economia crescer novamente e servir a quem realmente manda no país, a população brasileira. Sendo assim, ontem encaminhamos ao Congresso um pacote anticrime.

E hoje iniciamos o processo de criação de uma nova Previdência. É fundamental equilibrarmos as contas do país para que o sistema não quebre, como já aconteceu com outros países e em alguns estados brasileiros.

Precisamos garantir que, hoje e sempre, todos receberão seus benefícios em dia e o governo tenha recursos para ampliar investimentos na melhoria de vida da população e na geração de empregos. A nova Previdência será justa e para todos. Sem privilégios.

Ricos e pobres, servidores públicos, políticos ou trabalhadores privados, todos seguirão as mesmas regras de idade e tempo de contribuição. Também haverá a reforma dos sistemas de proteção social dos militares.

Respeitaremos as diferenças, mas não excluiremos ninguém. E com justiça: quem ganha mais contribuirá com mais, quem ganha menos contribuirá com menos ainda.

Quero lembrar que, hoje, os homens mais pobres já se aposentam com 65 anos e as mulheres com 60. Enquanto isso, os mais ricos se aposentam sem idade mínima. Isso vai mudar.

A nova Previdência fará a equiparação e as pessoas de todas as classes vão se aposentar com a mesma idade. Mas isso não ocorrerá do dia para a noite. Estão previstas regras de transição para que todos possam se adaptar ao novo modelo.

No tocante aos direitos adquiridos, todos estão garantidos, seja para quem já está aposentado ou para quem já completou os requisitos para se aposentar.

Também fazem parte da nova Previdência o combate às fraudes e medidas de cobrança aos devedores da Previdência.

Os projetos seguiram hoje ao Congresso Nacional para um amplo debate social sob o comando dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre.

Nós sabemos que a nova Previdência exigirá um pouco mais de cada um de nós. Porém é para uma causa comum: o futuro do nosso Brasil e das próximas gerações.

Estou convicto que nós temos um pacto pelo país e que juntos, cada um com sua parcela de contribuição, mudaremos nossa história, com mais investimentos, desenvolvimento e mais empregos.

Meu muito obrigado!”

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Ao vivo: Bolsonaro está Congresso para entregar proposta de reforma da Previdência



O presidente Jair Bolsonaro está neste momento no Congresso Nacional para entregar a tão esperada proposta de reforma da Previdência. Acompanhe ao vico um dos passos mais importantes do governo no sentido de permitir que a economia do país ganhe mais fôlego para a retomada do crescimento econômico, geração de empregos e até mesmo redução de impostos no futuro para o consumidor.

Há previsão de que o presidente fará um pronunciamento nesta terça-feira, 20, para detalhar aspectos da proposta de reforma da Previdência, bem como a importância da aprovação da medida para o país.


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BNDES divulga lista dos maiores tomadores de e̶m̶p̶r̶é̶s̶t̶i̶m̶o̶ dinheiro do contribuinte




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Trabalhadores fazem fila para pedir demissão de fábrica do iPhone na China. Salário já não é mais atraente



Trabalhadores chineses estão fazendo fila para pedir demissão em fábricas do iPhone naquele país, por conta dos salários que deixaram de ser atraentes. Com o aumento do grau de automatização da linha de produção dos novos iPhones, o número de horas extras tem diminuído. Com isso, os salários que chegavam a U$ 600,00 caíram para uma média de U$ 370,00, diz reportagem do The New York Times

Na cidade de Zhengzhou, o emprego em uma fábrica que faz iPhones caiu de cem mil há um ano para cerca de 70 mil, de acordo com a China Labor Watch, que acompanha as condições de trabalho no país.

Em um único dia, a reportagem registrou que mais de cem trabalhadores chineses que montavam e testavam iPhones da Apple faziam fila em frente ao Portão 7 da fábrica de eletrônicos Changshuo para receber sua indenização e seguir seu caminho". 

“Geralmente, tínhamos de 80 a 90 horas extras por mês”, disse Zhang Zhi, de 25 anos, que trabalhou por dois anos na fábrica, mas que agora estava na fila de demissão. Desde o fim de outubro, seus supervisores começaram a mandá-la para casa mais cedo e davam fins de semana de dois dias, afetando suas horas extras. Em dezembro, seu salário foi de cerca de US$ 370, quase metade do que ganhava nos meses mais movimentados.

O movimento de desligamento voluntário de fábricas, antes tão promissoras, indica que há melhores opções para os trabalhadores chineses hoje em dia. 
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Bolsonaro deve ter alta hoje. Brasil em compasso de espera por novas medidas do governo



O presidente Jair Bolsonaro (PSL) pode ter alta nesta quarta-feira, 13 ou no mais tardar amanhã. Após um período de 18 dias internado no Hospital Albert Einstein, o presidente deverá seguir para casa em Brasília, onde dará continuidade aos cuidados com sua recuperação plena. Ainda há riscos associados não só à cirurgia mas também ao tempo em que passou no hospital. Isto significa que o presidente deve voltar ao Palácio do Planalto apenas no início da próxima semana, completando um período de mais de três semanas de afastamento desde a sua internação no dia 28 de janeiro.

Na segunda feira, o governo Bolsonaro estará perto de completar 50 dias, ou metade do tempo estipulado para a implementação de um pacote de medidas previsto para os 100 primeiros dias de governo. Entre as medidas anunciadas, está o pacote anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que deverá ser apresentado ao Congresso nos próximos dias.

Na Câmara dos Deputados, há uma preferência no sentido de priorizar a Reforma da Previdência, o que deixaria o pacote anticrime de Moro em segundo plano. Como Bolsonaro ainda precisa definir qual modelo de reforma da Previdência que será encaminhado ao Congresso, pode haver um atraso enorme nos planos para os primeiros 100 dias de governo.

Nas primeiras semanas após a alta hospitalar, Bolsonaro terá que se preservar o máximo, pois ainda corre riscos infecciosos, como indisposição, febre, tosse e dor abdominal. O infectologista Artur Timerman, do hospital Edmundo Vasconcelos, afirma que o período mais crítico será nos próximos dois meses, tempo que leva para que a flora intestinal nativa se recomponha. "O fato de ter tido uma alteração no trânsito normal do intestino faz com o microbioma já mude bastante e há riscos de novas infecções.", disse o infectologista à Folha.
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Maia diz que Bolsonaro não tem votos na Câmara para aprovar reformas, como a da Previdência



O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reeleito para comandar a Casa até 2021 nesta sexta-feira, declarou que o governo do presidente Jair Bolsonaro não tem votos suficientes para aprovar reformas como a da Previdência e disse que está disposto a pactuar um texto junto com o governo.

"O presidente começa o seu governo organizando a base de uma outra forma, eu não tenho clareza se ele tem o espaço necessário para ter os 308 votos", disse Maia ao falar sobre a reforma da Previdência.

"Nós temos que ter todos aqui, de todas as correntes partidárias, do PT ao PP, ao PSL, para que essa pacto sirva não apenas para a União, mas para estados e municípios", afirmou o presidente da Câmara.

"Acho que a Previdência, as questões de reformas administrativas, precisam sair da agenda ideológica e vir pra uma agenda mais racional para que a gente possa construir maiorias pactuadas e aprovar os temas e dar solução para que o investidor tenha mais tranquilidade para investir no Brasil", disse Maia, assumindo o protagonismo na Câmara dos Deputados, sugerindo que o governo Bolsonaro precisará ganhar musculatura para conduzir reformas importantes.
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Mourão diz que transferência de embaixada do Brasil de Israel de Tel Aviv para Jerusalém foi coisa de campanha



Logo após se reunir com o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, o vice-presidente Hamilton Mourão, que está no exercício da Presidência da República, declarou nesta segunda-feira (28) que não há qualquer plano do Estado brasileiro de transferir sua embaixada em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

Ao ser questionado sobre a promessa de Bolsonaro neste sentido, Mourão explicou que foram declaração dadas durante a campanha eleitoral.

"Foi na campanha, tal e coisa. Vamos aguardar, quem decide é o presidente, né? O presidente volta aí, tem que ouvir as opiniões todas", disse, sugerindo que Bolsonaro terá que submeter sua decisão a outros integrantes do governo. Não é segredo que os militares no entorno do presidente são contrários ao cumprimento da promessa de campanha.

Israel é um país com um PIB de apenas US$ 350 bilhões, quase a metade do PIB da Argentina e praticamente 1/6 do Brasil. 20% dos cerca de 9 milhões de habitantes encontram-se na linha da pobreza. Em Jerusalém, a situação é ainda mais crítica, onde cerca de 53% das crianças vivem na pobreza. Fala-se muito nas tecnologias israelenses, sobretudo na área de segurança. O país convive em meio a conflitos com vizinhos desde a sua fundação, em 1948. No entanto, tais tecnologias não rendem royalties, o que explica a pobreza e o PIB inexpressivo do país.

Comercialmente, Israel vende ao Brasil bem mais do que compra. Em 2017, Israel foi o 44º parceiro comercial brasileiro em 2017. Já o Brasil foi o 18º parceiro de Israel. O Brasil acumula déficits históricos no comércio bilateral. Em 2017, registrou-se saldo negativo de US$ 419 milhões, Em 2018, foi quase o dobro, com Israel comprando do Brasil, de janeiro a dezembro, US$ 321,02 milhões e vendendo US$ 1.168,86 bilhão. Um saldo negativo de US$ -847,84 milhões.

No mesmo período, o Brasil exportou US$ 14.951,22 bilhões para a Argentina e importou US$ 11.051,06 bilhões, ficando com um saldo positivo de US$ 3.900,16 em relação ao país vizinho.

Com informações do G1 e Ministério da Indústria
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Chega de exploração. O Brasil precisa acabar com a farra com o dinheiro do povo com altos salários, privilégios e penduricalhos



O povo brasileiro é um dos mais sacrificados do mundo em termos de carga tributária. Aqui são praticados os impostos mais elevados do mundo. Toda a população parece ciente da abusiva carga tributária que incide sobre produtos e serviços no país, onde um simples celular pode custar vários salários mínimos e um carro, centenas de meses de trabalho.

Não fosse os altos impostos, todo cidadão poderia ter acesso a bens de consumo de melhor qualidade e em maiores quantidades. Isto significaria melhor qualidade de vida e mais empregos para a população, como ocorre em países como os Estados Unidos, onde é possível comprar até três TV's de tela grande com o preço que os brasileiros pagam por apenas uma. Com o dinheiro que o brasileiro paga por um automóvel popular como o Gol, que chega a custar mais de R$ 50 mil, seria possível comprar um Volkswagen Jetta nos EUA.

O problema dos impostos altos no Brasil não é novo, mas a situação chegou a um ponto crítico nos últimos anos, quando os gastos obrigatórios do governo atingiram 93% de tudo que a União arrecada. A maior parte destes recursos é drenada pela elite do serviço público. Tantos os ativos quanto os inativos. Além dos altos salários, privilégios e penduricalhos garantidos por força de Lei, os servidores no Brasil chegam a ganhar até sete vezes mais que um trabalhador da iniciativa privada.

Para esta elite, a corrupção é um fator muito bem vindo, uma vez que os delitos cometidos por políticos são usados como cortina de fumaça para ocultar o rombo de centenas de bilhões provocado por um grupo seleto de servidores, sobretudo no Judiciário. Não é por acaso que o Rio de Janeiro, um dos estados com maior número de casos de corrupção, teve como governadores nos últimos anos gente como Anthony Garotinho, Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão. A corrupção é endêmica no Estado e contamina os tribunais, forças policiais e classe empresarial de forma profunda. A população foi às ruas manifestar apoio à Operação Lava Jato, mas os membros do Judiciário e do Ministério Público travavam batalhas nos bastidores para assegurar aumentos salariais e manutenção de privilégios vergonhosos, como o auxílio-moradia para muitos que possuíam imóveis nos locais em que atuavam. Parecem fingir ignorar que disputam na verdade é o dinheiro do povo, que deveria ser reinvestido no bem estar do próprio povo.

A corrupção, embora deva ser combatida com rigor, serve para mascarar não apenas os desmandos das autoridades, como também ocultar a desproporcionalidade dos altos salários e benefícios de um pequeno grupo de privilegiados detentores de cargos e benesses vitalícias. O Brasil é um dos países com maior desigualdade na distribuição de riquezas do mundo.

O cidadão brasileiro trabalha metade do ano apenas para pagar impostos, recebe um dos piores salários do planeta e paga mais caro por produtos e serviços que trabalhadores de outros países. Qualquer cidadão, empregado ou não, que entra em um supermercado com R$ 100,00 para fazer compras, sai de lá com menos de R$ 50,00 em produtos. Seja um catador de latinhas ou um motorista de ônibus. A maior parte deste dinheiro não retorna para o cidadão sob a forma de melhores serviços em áreas como saúde, segurança e educação. Vão para os bolsos da elite do serviço público. É como se o brasileiro fosse sócio de um clube bem caro, pagando suas mensalidades em dia, mas sem poder frequentá-lo.

Enquanto isso, além dos altos salários, a elite do serviço público recebe auxílio-educação para os filhos até 24 anos de até R$ 7 mil (por filho), auxílio isso, auxílio aquilo, alimentação, hospedagem, carros, combustível na faixa, jatinhos, etc. São centenas e centenas de bilhões do dinheiro do pobre do contribuinte.

O povo precisa despertar para um dos maiores desafios do Brasil na próxima década.
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O Exército Brasileiro dará inicio às obras de duplicação da BR-116 no RS em fevereiro



O Exército Brasileiro dará início às obras de duplicação de dois lotes da BR-116, num trecho entre Guaíba e Tapes, no Rio Grande do Sul, a partir da segunda quinzena de fevereiro deste ano. A duplicação da importante rodovia é uma das obras mais aguardadas pelos gaúchos

A novidade para 2019 é que os trabalhos serão executados pelo Exército Brasileiro (EB), que já enviou uma tropa de 29 militares catarinenses para Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA).

Os militares foram incumbidos de preparar os locais que receberão o restante do efetivo. A equipe instalada no local é responsável por montar os alojamentos para abrigar a o grupamento que executará os trabalhos. Os 50,8 quilômetros de duplicação dos lotes 1 e 2 serão retomados pelo 1° Batalhão Ferroviário de Lages (SC). Ambos os trechos estavam sob responsabilidade do consórcio Constran S/A, do grupo UTC, que deixou a obra após entrar em recuperação judicial e não apresentar as garantias necessárias para a continuidade.

"Por ser um órgão público, o funcionamento do Exército é bem diferente de uma empreiteira, tudo depende de licitação. Não contratamos restaurante para as nossas refeições, por exemplo. Tudo é construído por nós", explica o tenente-coronel Cleber Machado Arruda, comandante do batalhão. Terminada essa etapa, até o mês que vem, outros cem militares devem se somar ao grupo e iniciar a terraplanagem e a pavimentação asfáltica.

Segundo o Jornal do Comércio, "Cerca de 300 militares devem trabalhar no local no auge da obra. As obras nos trechos estão paralisadas desde agosto de 2016 e janeiro de 2017, respectivamente. No primeiro trecho, entre Guaíba e Barra do Ribeiro, foram executados 62,2% dos serviços. Já no segundo, de Barra do Ribeiro a Tapes, foram 70,5% dos trabalhos previstos. Atualmente, cinco dos dez lotes estão com execução em andamento, de acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Além da duplicação das faixas da rodovia, o projeto prevê construções como a finalização dos viadutos de acesso a Guaíba e Barra do Ribeiro, bem como a construção de mais três pontes, uma demolição e trabalhos de drenagem. A previsão é de que tudo fique pronto até 2022. O efetivo catarinense é conhecido pela expertise para execução de obras. "É um batalhão muito tradicional, responsável por grande parte da construção da BR-282 e da fatia da BR-116 em Santa Catarina", afirma Arruda, citando convênio da instituição com o governo de SC para projetos deste tipo. O grupo de trabalho ainda poderá ter reforço do 2º Batalhão Ferroviário de Araguari, de Minas Gerais. 

Com informações do Jornal do Comércio
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Engrossou o caldo. Ministério da Economia de Bolsonaro chama caminhoneiros grevistas de 'conspiradores'



A relação do governo Bolsonaro com a categoria dos caminhoneiros pode azedar de vez após a manifestação encaminhada pelo Ministério da Economia ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira, 24.

No documento, a pasta do governo chama os grevistas de "conspiradores" que abusaram do direito de "greve" para coagir autoridades públicas e cita as duas medidas que o governo do ex-presidente Michel Temer foi obrigado a adotar para enfrentar a greve dos caminhoneiros no ano passado, entre elas o tabelamento do frete.


O documento do Ministério da Economia rechaça a edição das medidas provisórias 831 e 832 de 2018, que foram resultado de um acordo firmado pelo Palácio do Planalto com caminhoneiros para pôr fim à greve que tomou conta do País em maio do ano passado. A primeira medida reservou 30% do frete contratado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para cooperativas de transporte autônomo, sindicatos e associações de autônomos - o texto previa a contratação dos transportadores sem licitação.


A segunda medida provisória contestada no documento foi a que permitiu à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) fixar um valor mínimo para o frete no transporte rodoviário de cargas. O texto do Ministério da Economia sustenta que as duas medidas tomadas pelo governo Temer não tiveram "natureza pública, e sim privada, em razão de materializar a vontade dos conspiradores".

"A situação de calamidade por que passou o país naqueles dias colocou as autoridades públicas sem alternativa senão atender às demandas do movimento grevista, ainda que em detrimento do bem-estar social", diz o documento, que alega que as duas medidas "retratam, de forma fidedigna, a coação por que passaram as autoridades do Poder Executivo".

A manifestação do Ministério da Economia é assinada por Roberto Domingos Taufick (assessor do secretário de promoção da produtividade e advocacia da concorrência) e Ângelo José Mont'Alverne Duarte (subsecretário de promoção da produtividade e advocacia da concorrência). O documento foi anexado aos autos de uma ação da Associação do Transporte Rodoviário de Cargas do Brasil (ATR Brasil) que questiona no Supremo Tribunal Federal a política do preço mínimo do frete.

O termo "Conspiradores" aparece no documento, que acusa os caminhoneiros grevistas de oportunistas. Segundo a manifestação encaminhada pelo Ministério da Economia ao STF, os caminhoneiros, "ao abusarem do direito de greve, conspiraram, de forma anticompetitiva, para coagir autoridades públicas à edição de legislação que lhes garanta benefícios econômicos, em detrimento do bem-estar social - legislação essa, fruto da coação, que, ao fixar preços, reservar mercados e determinar a participação dos aqui citados no processo de determinação do preço (artigo 6 da Lei 13.703, de 2018) também institucionaliza um cartel".

Ao finalizar o documento, o subsecretário e o assessor da Secretaria de Promoção da Produtividade e Advocacia da Concorrência do Ministério da Economia afirmam esperar "contribuir com o esforço de apuração" das condutas dos caminhoneiros, "tanto para a imposição de sanção administrativa, quanto para a imposição de penalidade criminal". O presidente Jair Bolsonaro não comentou a dura manifestação do Ministério da Economia contra a categoria.

Na prática, o documento é praticamente uma declaração de guerra contra a categoria que ajudou na eleição do presidente Jair Bolsonaro. É certo que as grandes empresas do setor não serão afetadas pelo endurecimento das relações do governo com a categoria, mas o teor do documento sinaliza que os caminhoneiros autônomos terão certa dificuldade em obter acordos e avanços nas negociações iniciadas pelo governo anterior.

Com informações do Terra
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BNDES acaba de divulgar a lista dos 50 maiores devedores. JBS, Oi e Porto Açu, de Eike Batista aparecem na lista



Sob o comando do presidente Jair Bolsonaro, o presidente do BNDES, Joaquim Levy, cumpriu a promessa de divulgar a lista com os 50 maiores devedores do banco público. Na imagem abaixo, empresas estatais, estados brasileiros e empresas 'amigas' do PT figuram entre os maiores devedores. São bilhões do dinheiro do contribuinte que serviram para irrigar negócios de empresas como a Odebrecht, JBS-Friboi, do empresário Joesley Batista, a empresa de telefonia Oi e o Porto do Açu, empreendimento  idealizado e construído pelo Grupo EBX, controlado pelo empresário Eike Batista.


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Coaf com Moro - Pesadelo para lavadores de dinheiro, dizem especialistas



Segundo especialistas ouvido pelo Estadão, é possível que ocorra uma ‘enxurrada’ de punições pesadas do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, COAF, contra lavadores de dinheiro com o órgão sob o comando do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

A publicação informa que advogados em Direito Penal empresarial avaliam que o decreto que regulamenta procedimento administrativo no órgão prevê instrumentos mais duros e muito menos garantistas que a persecução judicial do crime de lavagem de dinheiro" Pelo decreto publicado nesta semana, as condições para as autuações e julgamentos de pessoas físicas e jurídicas que não implementaram as obrigações positivas previstas na Lei de Lavagem de Dinheiro. Especialistas esperam uma ‘enxurrada’ de fiscalizações e punições severas contra lavadores de dinheiro.

De acordo com a publicação, o novo presidente do COAF, Roberto Leonel de Oliveira Lima, braço direito de Moro, que atuou como o chefe da Inteligência da Receita na Operação Lava Jato ganhou poderes, como o de tomar medidas em ‘situações de urgência’.

O decreto estabelece, ainda, que o COAF poderá celebrar acordos de cooperação técnica e convênios com ‘entes públicos ou entidades privadas’ para executar a Lei da Lavagem de Dinheiro.

O advogado criminalista Carlos Eduardo Scheid observa que a obrigação já existia desde 2012, quando a nova Lei de Lavagem de Dinheiro — Lei 12.683 — entrou em vigor, mas não havia sido regulamentada. O decreto desta quarta-feira, 2, porém, cria condições para que o COAF fiscalize e multe as empresas.

“Pessoas físicas e jurídicas que trabalham com bens e valores têm o dever de informar movimentações ao COAF tal qual as instituições financeiras”, afirma Scheid, do escritório Scheid & Azevedo Advogados, doutor em Direito e especialista em Direito Europeu.

Para ele, ‘os exemplos vão desde construtoras até revendedores de carros e imobiliárias, sejam eles grandes, médios ou pequenos’.

O advogado espera, nos próximos meses, uma enxurrada de fiscalizações e autuações.

Com informações do Estadão
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Bolsonaro recua e admite que Estados Unidos podem instalar base militar no Brasil



Após defender com veemência o discurso sobre a importância da soberania nacional, o presidente Jair Bolsonaro parece ter recuado de suas promessas de campanha e admitiu nesta quinta-feira, 3, a possibilidade de instalação de uma base militar americana no Brasil.

Durante entrevista para o SBT, Bolsonaro tentou minimizar o impacto do recuo afirmando que a instalação de uma base americana em solo brasileiro seria apenas simbólica: “A questão física pode ser até simbólica”, disse. “E o poderio das Forças Armadas americanas, chinesas e soviéticas alcança o mundo todo independente de base, agora, de acordo com o que puder vir a acontecer no mundo, quem sabe você tenha que discutir essa questão no futuro”, afirmou Bolsonaro.

O receio de que o Brasil perca espaço no disputado comércio exterior com uma eventual política de subserviência aos Estados Unidos de Trump é um dos aspectos mais emblemáticos neste início de governo de Bolsonaro.

“Eu reconheço a minha posição, nós sabemos que o presidente Donald Trump é o homem mais poderoso do mundo, eu gostaria muito que nos visitasse”, afirmou Bolsonaro, sem considerar a possibilidade de Trump não se reeleger nas eleições de 2020.

Em caso de danos nas relações comerciais com a China, qualquer mudança na política americana a partir de 2021 pode deixar o Brasil em uma situação delicada.

Há poucos dias, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, elogiou a iniciativa de Bolsonaro em rechaçar a China em consonância com a atual política americana. O problema é que há pleno emprego nos Estados Unidos hoje, boa parte das contratações alavancadas por negócios de trilhões de dólares com a China. Já o Brasil, com mais de 12 milhões de desempregados, cerca de 20 milhões sub empregados e mais de 50 milhões de pessoas na pobreza, deveria priorizar as relações comerciais com a China, uma vez que o país asiático é o maior parceiro comercial do Brasil.

A interferência americana na política externa do Brasil pode custar muito caro para milhões de brasileiros. A China possuiu um PIB de mais de 12 trilhões de dólares, cerca de 1.4 bilhão de habitantes, sendo que mais de 800 milhões já estão na classe média.

Sob o ponto de vista estratégico, não há nenhuma vantagem em abrigar uma base militar americana em território brasileiro. Apenas a criação de tensões até o momento inexistentes nas relações do Brasil com os demais países do mundo.

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Alexandre Garcia diz que Joesley esfaqueou reforma da Previdência



Por meio de seu perfil no Twitter, o jornalista Alexandre Garcia resolveu fazer uma justa homenagem ao governo do ex-presidente Michel Temer no seu último dia de mandato. Garcia havia acabado de se desligar da Rede Globo e reconquistar a independência jornalística, momento que aproveitou para fazer justiça ao abordar uma das inúmeras sabotagens sofridas pelo governo  enquanto se tentava recolocar o país nos eixos. A reforma da Previdência foi um dos entraves enfrentados por Temer em seu esforço para entregar um Brasil em melhores condições ao seu sucessor, Jair Bolsonaro.

 Segundo Alexandre Garcia, a iniciativa teria sido esfaqueada por Joesley, no que seria uma referência ao empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS-Friboi, que teria se associado ao ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot para conseguir um acordo de delação premiadíssima, oferecendo supostamente em troca a possibilidade de derrubar o governo Temer antes da aprovação da Reforma da Previdência. Na época, Joesley Batista era um dos maiores clientes da Rede Globo.


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Mourão na reserva de Onyx Lorenzoni? Vice ficou sem função na conclusão da estrutura do governo Bolsonaro



Com uma composição de 22 ministérios e quase uma dezena de secretarias, a equipe do presidente Jair Bolsonaro publicou nesta terça-feira uma medida provisória em que formaliza a estrutura do alto escalão do governo do presidente recém empossado.

Segundo o GLOBO, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, ficou sem nenhuma atribuição na composição do novo governo. A publicação lembra que Mourão não tinha qualquer plano de se tornar  um “vice decorativo”. Durante a campanha, Mourão havia garantido que faria parte importante da equipe de governo e que estaria dentro do Palácio do Planalto, em sala ao lado da do presidente da República, com participação efetiva no governo Bolsonaro.

— Eu me vejo como um assessor qualificado do presidente, um homem próximo ali, junto dele, dentro do Planalto, ali do lado dele, nossas salas serão juntas. Não seremos duas figuras distantes, como já aconteceu, um para o lado e o outro para o outro lado. Aquelas reuniões que ocorrem ali, eu estarei presente — disse Mourão em entrevista ao O GLOBO no mês de outubro.

— Posso atender à necessidade de coordenar trabalhos que sejam interministeriais. Ele pode me delegar essa tarefa. Por exemplo, em projetos de infraestrutura, de parceria público-privada, coisas que a gente tenha algum conhecimento.

Ocorre que a maioria das funções que Mourão pretendia comandar ficaram a cargo do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS). De acordo com a medida provisória publicada nesta terça-feira, Mourão não recebeu do presidente Jair Bolsonaro nenhuma atribuição no novo governo.

É sabido que a presença de Onyx Lorenzoni no alto escalão do governo Bolsonaro incomoda muita gente no entorno do presidente e até mesmo entre seus apoiadores. Lorenzoni assumiu publicamente que se beneficiou de caixa 2 da JBS, do empresário Joesley Batista. O ministro de Bolsonaro reconheceu que recebeu cerca de R$ 100 mil e declarou-se disposto a responder por seu erro. No entanto, em novembro do ano passado, delatores do grupo J&F entregaram à Procuradoria Geral da República uma planilha que, segundo os colaboradores, comprova que o deputado recebeu um segundo repasse de R$ 100 mil por meio de caixa 2, totalizando R$ 200 mil.

Esta semana, a imprensa divulgou que Onyx pediu o reembolso de mais de 70 bilhetes cuja origem ou destino são aeroportos do Rio e São Paulo, somando R$ 100 mil. Boa parte destes recursos públicos teriam sido usados para fazer campanha para Bolsonaro. Este tipo de notícia não contribui em nada para a imagem de um governo que se pretende dar exemplo de austeridade, honestidade e credibilidade perante a opinião pública.

Apesar das controvérsias e dos atritos entre grupos no entorno do presidente Jair Bolsonaro, interlocutores do governo afirmam que Onyx Lorenzoni tem se empenhado em montar uma estrutura de governo condizente com as diretrizes da nova gestão. Resta saber se conseguirá se manter no cargo por muito tempo. Como Mourão ficou praticamente sem nenhuma atribuição no novo governo, é possível especular que o vice poderia ser um 'reserva' de Onyx.

Com informações de O GLOBO
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Governo Bolsonaro fecha acordo para reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à Presidência da Câmara dos Deputados



O governo do presidente Jair Bolsonaro, através de seu partido, o PSL, fechou questão em torno de disputas internas e decidiu apoiar a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara.

"O Rodrigo Maia se comprometeu a pautar todas as coisas da nossa campanha", confirmou o presidente do PSL, Luciano Bivar (PSL-PE),  à Folha.

A negociação teria envolvido ainda a garantia de que a presidência da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), a mais prestigiada e disputada da Casa, ficaria com o PSL. O  partido tem a segunda maior bancada da Casa, o que garante a Maia uma boa vantagem na disputa pela reeleição à Presidência da Câmara.

O presidente do PSL confirmou que o acordo foi fechado nesta quarta-feira (2), em reunião na residência oficial da presidência da Câmara. 
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Marina Silva declara que fará oposição ao governo Bolsonaro



A ex-ministra do governo Lula, Marina Silva (Rede), afirmou nesta terça-feira, 01, que fará oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro, empossado como o 38.º presidente do Brasil.

Por meio de seu perfil no Twitter, a candidata derrotada na eleição presidencial deste ano afirmou que, embora os planos do novo governo ainda não sejam claros, "premissas e alguns anúncios danosos e sinalizações controversas já indicam seu rumo".

"Reitero minha posição de estar na oposição ao governo Bolsonaro de maneira responsável e democrática. Os planos do novo governo ainda são uma grande interrogação, mas suas premissas e alguns anúncios danosos e sinalizações controversas já indicam seu rumo", escreveu a ex-petista em seu perfil na rede social.
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