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Discurso de Bolsonaro em jantar na casa de Sergio Amaral, embaixador do Brasil, em Washington - Vídeo



Acompanhe abaixo o discurso do presidente Jair Bolsonaro durante jantar na casa de Sergio Amaral, embaixador do Brasil, em Washington, nos Estados Unidos.

Durante o encontro com jornalistas conservadores, Bolsonaro falou sobre os desafios que tem pela frente.

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Lula vai ganhar frota de carros novos e blindados, mesmo na cadeia. Dilma também ganha carros novos



O ex-presidente Lula, mesmo preso, deve ganhar uma frota de carros blindados novinhos em folha. O presidiário será apenas um dos beneficiários de um pedido do presidente Jair Bolsonaro enviado ao  para autorizar a compra de carros oficiais novos para ele, o vice Hamilton Mourão e seus antecessores Michel Temer, Dilma Rousseff, Lula, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor e José Sarney. Segundo informou o Estadão, esta é a primeira mensagem do atual governo para alterar o texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019.

A publicação informa que "Mesmo preso em Curitiba desde 7 de abril do ano passado, Lula conseguiu, por meio de liminar, manter o direito a veículos oficiais. O petista foi condenado em duas ocasiões. Numa delas, em segunda instância, a 9 anos e 6 meses de prisão.

Na mensagem encaminhada ao Congresso assinada por Bolsonaro no dia 8 de março, o governo fala em necessidade de “modernizar a frota” de veículos.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, que também subscreve o projeto de lei, justificou que a medida atende a ofício do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela proteção do presidente.

Além dos 12 blindados contra tiros de submetralhadoras e pistolas 9 milímetros, outros 18 automóveis do mesmo modelo e marca poderão ser adquiridos para atender ao atual governo. Eles ficarão à disposição para uso em Brasília e outros Estados, como Rio de Janeiro, base eleitoral do presidente.

A escolta oficial de Jair Bolsonaro atualmente é formada por carros modelo Chevrolet Ômega e Ford Edge. Esses veículos foram comprados na gestão de Dilma Rousseff, ainda em 2011, quando foram gastos R$ 1,76 milhão por 12 Edges, dez dos quais blindados.

Procurado pela reportagem nesta segunda-feira, 11, o GSI não comentou sobre o assunto".

Mesmo na prisão, Lula tem direito a quatro servidores para "segurança e apoio pessoal", dois servidores para assessoramento e dois motoristas junto aos respectivos carros oficiais. O custo anual para o contribuinte é de cerca de R$ 1 milhão. As despesas com a manutenção da prisão do petista, também bancadas pelo contribuinte, também é alta. A PF estima em R$ 10 mil diários o custo para manter Lula fora de presídio. Como o petista já está preso há mais de 300 dias, a fatura paga pelo contribuinte já ultrapassou a casa dos R$ 3 milhões.

A ex-presidente Dilma Rousseff também não deixa por menos. Além de todas as despesas com assessores, seguranças, carros e motoristas, a petista também abusa do dinheiro do contribuinte em viagens internacionais regulares. 
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Nos EUA, empregado de loja de tênis compra carro igual ao do dono de loja de tênis no Brasil. Aqui, empregado não pode comprar nem o tênis que vende



Há anos se fala que o salário mínimo no Brasil não pode subir muito por conta do peso que qualquer reajuste costuma ter sobre a Previdência. Na ponta do lápis, os governos contabilizam cada centavo para ver até onde é possível reajustar o mínimo, de modo a não 'pesar' no que terá que pagar aos aposentados do INSS. Esta é a justificativa para reajustes mínimos do salário mínimo.

O curioso é que o Governo, seja ele qual for, nunca faz a mesma conta na hora de reajustar os altíssimos salários da elite do serviço público no Judiciário, Executivo e Legislativo, sendo que todos também estão 'misturados' no mesmo sistema previdenciário. Aqui, o pau que bate em Chico está na mão do Francisco.

A elite do serviço público, incluindo filhas e viúvas de militares, de juízes, procuradores que recebem benefícios até 30 vezes maior que o trabalhador comum, é responsável por maior parte do rombo na Previdência. Quase 70% dos trabalhadores da iniciativa privada recebem apenas um salário mínimo.

Foi esta mesma elite a responsável pela sabotagem da proposta de reforma apresenta Nos EUA, empregado de loja de tênis compra carro igual ao do dono de loja de tênis no Brasil. Aqui, empregado não pode comprar nem o tênis que vende da pelo governo anterior, que previa teto único e democrático para todos os brasileiros. Segundo a proposta, "todos os trabalhadores, sejam do poder público ou da iniciativa privada, poderão se aposentar pelo teto do RGPS. Foi a forma encontrada pelo governo para limitar as aposentadorias de alto valor" Por esta proposta, todo brasileiro receberia o teto de cerca de R$ 5.800,00. Leia a proposta anterior AQUI

Não importa com quanto o trabalhador brasileiro contribua durante toda a vida. Ele nunca vai receber um benefício acima deste teto. Se tiver sorte, ficará no mesmo patamar da maioria dos aposentados no INSS, que recebem benefícios abaixo de R$ 2 mil.  Pela nova proposta de reforma da Previdência, o membro da elite do serviço público, que recebe acima de R$ 39 mil, continuarão se aposentando com benefício até 30 vezes maior que o cidadão comum. Isto significa que a sociedade continuará bancando o rombo causado no sistema previdenciário pela elite de servidores do Brasil. Graças ao apetite insaciável do 1% mais rico, não apenas o reajuste decente do salário mínimo permanece inviabilizado, como também a redução de impostos que escraviza o trabalhador. Na proporção ingrata, quem recebe menos, continuará pagando mais impostos.

Graças a esta fórmula perversa de transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos, o salário mínimo do Brasil continuará a ser mínimo durante décadas, enquanto a elite de servidores continuará fazendo a alegria de construtoras, grifes, restaurantes finos, hotéis de luxo ao redor do mundo, joalherias e outros segmentos de consumo fora do alcance da massa que movimenta a economia do país. 200 milhões de brasileiros continuam a ser tratados como cidadãos de 2.ª classe pela nova proposta de reforma da Previdência. Vão continuar alegando que não será possível promover um reajuste do mínimo digno do esforço quem sai ainda de madrugada de casa, pega trens lotados, trabalha feito escravo de sol a sol, para movimentar a economia do país.

Nos Estados Unidos e outros países que tratam seus cidadãos de forma igualitária, um empregado de uma loja de tênis consegue comprar, além de uma casa digna, um carro similar ao do dono de uma loja de tênis no Brasil. Aqui, na maioria dos casos, um empregado de uma loja de tênis não conseguem nem comprar alguns produtos que vende. Com uma população de cerca de 320 milhões de habitantes, há nos Estados Unidos cerca de 280 milhões de veículos registrados. Há praticamente um carro para cada cidadão, apenas considerando um bem de consumo de valor elevado. Com uma população de cerca de 2010 milhões, o Brasil tem uma frota de cerca de 40 milhões de veículos.

Além de receber um salário miserável, ainda perde metade dele nos impostos embutidos nos produtos que consome. Não apenas o trabalhador formal, como também o catador de latinhas, o pedinte, qualquer cidadão brasileiro trabalha metade do ano apenas para pagar impostos. Qualquer cidadão que entra em uma loja com R$ 100,00, sai de lá com menos de R$ 50 em produtos. Tudo para bancar a elite que manda no país desde a sua fundação. Pelo visto, vai continuar assim muitos e muitos anos. Não é só o STF que é vergonha nacional. Tudo no Brasil é uma vergonha. A forma com que o Estado continua tratando seu cidadão é uma vergonha. Despidos de sua dignidade e do direito de consumir até mesmo o essencial, em muitos casos, milhões de brasileiros tratados como cidadãos de 2.ª classe estão condenados à servidão eterna em favor das elites de sempre. No Brasil, só se imita os Estados Unidos em campanhas eleitorais. Passada a eleição, tudo volta a ser como sempre foi.
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Dilma e Lula, mesmo preso, são os ex-presidentes que mais gastam dinheiro do contribuinte



A ex-presidente chegou na semana passada de mais uma viagem internacional. A petista foi vista desembarcando no aeroporto de Viracopos de um voo da Azul procedente de Miami. Dilma é a campeã em gastos do dinheiro do contribuinte e chegou a torrar nada menos que  R$ 1,4 milhão em 2017. Lula só não consegue superar os gastos da petista porque está preso, mas mesmo assim, o presidiário custa ao contribuinte mais de R$ 1 milhão por ano, considerando apenas as mordomias, como seguranças, carros e assessores pagos com dinheiro do povo. Isso sem contar cerca de R$ 1 milhão em despesas com sua prisão. Lula é vigiado 24 horas por dia por 4 agentes da Polícia Federal, que se revesam em turno na porta da sala especial que abriga o petista no quarto andar do prédio da PF em Curitiba.

As despesas com seguranças, assessores, diárias, passagens, carros oficiais e cartões corporativos de ex-presidentes da República já somam R$ 36 milhões, em valores atualizados pela inflação, desde 1999. O maior gasto em um ano foi feito por Dilma Rousseff (PT) em 2017 – R$ 1,4 milhão. Fernando Collor, atual senador pelo PTC, acumulou o valor que recebeu como ex-presidente durante 11 anos – R$ 8,3 milhões – com os benefícios e mordomias do Senado Federal, que incluem cerca de 80 assessores. Nesse período, ele usou R$ 3,1 milhões da cota para exercício do mandato, o “cotão”.

Desde que deixou a presidência, Lula já torrou cerca de R$ 7 milhões do dinheiro do povo com seguranças, assessores, gastos com cartão corporativo e viagens. O ano de maior gastança de Lula foi 2014, com R$ 1,24 milhão, sendo R$ 750 mil com passagens e diárias.

Segundo a Presidência da República, não há na legislação nada que impeça que Lula mantenha as mordomias de ex-presidente mesmo que seja preso após a condenação em segunda instância na Lava Jato.

Desde que teve o mandato cassado após ter sido condenada pelo crime de responsabilidade fiscal no processo do impeachment, a ex-presidente Dilma tem realizado inúmeras viagens ao exterior, supostamente para denunciar o que entende como um golpe de que teria sido vítima. Apesar do vitimismo, Dilma não fala no golpe no dinheiro do contribuinte, que banca suas mordomias e esperneios internacionais.

O ex-presidente Lula, responsabilizado legalmente por prejuízos milionários ao país, também se diz vítima de perseguição política na prisão. São as vítimas do PT que continuam vitimando os cofres públicos.
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Senado aprova voos em classe superior com passagem até 7 vezes mais cara para parlamentares e servidores



O novo Congresso está comprovando que a classe política pretende continuar sapateando na cara do povo. A aprovação, em uma canetada, de uma medida que permitirá que centenas de membros da casa façam viagens internacionais na classe executiva, que tem bilhete até 7 vezes mais cara que o permitido até então, na classe econômica, é mais um tapa na cara da sociedade.

 81 senadores da Casa como também os consultores-gerais, secretários, diretores, advogado-geral e diretora-geral da Mesa têm permissão de voar para fora do Brasil em cabines confortáveis, com direito a bebidas e comidas diferenciadas, além de outros mimos.

 Quer viajar de classe executiva? Prepare-se para gastar: o valor do bilhete chega a custar 7,5 vezes mais do que uma passagem em classe econômica.

Para se ter uma ideia, um voo da American entre Guarulhos e Nova York custava em média R$ 1.550 na classe econômica e R$ 11.595 na executiva. O negócio é muito lucrativo para as companhias aéreas, que fazem lobby em vários países do mundo no sentido de ampliar a clientela junto a classe política. Muitas empresas estão eliminando a primeira classe e oferecendo mais conforto na classe executiva.

Como quem paga a fatura é o contribuinte...
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Rodrigo Maia aperta Bolsonaro e cobra uso da rede bolsonarista para 'vender' reforma previdenciária



O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), colocou o presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores em uma verdadeira saia justa ao defender que todos devem ir para as redes sociais para fazer propaganda da reforma previdenciária.

“A questão da comunicação é decisiva. Não tem como ir para o enfrentamento de um tema tão sensível como esse sem ter a capacidade de explicar de forma muito clara para o cidadão o que estamos fazendo, qual o objetivo da reforma"

O problema é que já há vários eleitores de Bolsonaro que não estão nem um pouco satisfeitos com a proposta de reforma da Previdência encaminhada pelo presidente à Câmara dos Deputados. Além da quebra do compromisso de campanha com a idade mínima, poucos estão aceitando a conversa de que quem ganha menos vai contribuir com menos. Na verdade, a proposta para a maior parte da sociedade que recebe até um salário mínimo terá um desconto de apenas 0.5% no valor da contribuição, que era de 8% e passa a ser de 7.5%.

Mas isto não é o pior. Como deputado, Bolsoanro militou contra a reforma da Previdência proposta por Temer que previa teto único e democrático para todos os cidadãos brasileiros no Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Pela proposta anterior, todos os trabalhadores, sejam do poder público ou da iniciativa privada, poderiam se aposentar pelo teto do RGPS de pouco mais de R$ 5 mil. Foi a forma encontrada pelo governo anterior para limitar as aposentadorias de alto valor, ou seja, eliminava privilégios das elites, causa maior do rombo na Previdência, e tratava todos os brasileiros como cidadãos iguais. (Leia a proposta que Bolsonaro militou contra aqui)

No caso da proposta encaminhada por Bolsonaro, o Estado continua tratando a elite a pão de ló e os cerca de 200 milhões de brasileiros como cidadãos de 2.ª classe. Pela nova proposta, a elite do funcionalismo publico que recebe acima de R$ 39 mil por mês continuará a receber até 40 vezes mais que o cidadão comum no INSS.

A manobra que preserva os interesses fisiológicos está justamente na necessidade de aprovação do Congresso. O negócio é 'jogar' a proposta para que a 'galera' a mastigue bem, protegendo seus interesses, de modo que apenas quem não possui poder de pressão, o povo, pague a maior parte da fatura. Apesar da pegadinha, a proposta habilita, ao menos em tese, o governo vender a mensagem de que a reforma combate privilégios aumentando a contribuição para quem ganha acima de R$ 39 mil. O problema é que grupos, notoriamente poderosos e influentes no Congresso, já se mobilizam para derrubar o aumento da contribuição de servidores.

Obviamente, os militares, membros do Judiciário, Ministério Público Federal e a elite dos três poderes que fez campanha para Bolsoanro vai topar vender a NOVA Previdência nas Redes Sociais. O problema será convencer o eleitor que, além de continuar a ser tratado como cidadão de 2.ª classe, ainda vai ter que trabalhar até 12 anos a mais para se aposentar, na maioria dos casos. Isso sem contar que a elite de servidores fará enorme pressão para manter seus privilégios intocáveis até a aprovação final da proposta no Senado, lá pelo final de 2019. Nesta queda de braço, os mais poderosos sempre levam vantagem.

Presidente Jair Bolsonaro entregando sua proposta de reforma
da Previdência ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia


Segundo Rodrigo Maia, Bolsonaro vai ter que usar a estrutura política de comunicação que o ajudou a chegar ao poder para convencer a sociedade sobre as supostas virtudes de sua proposta de reforma da Previdência.

"A questão da comunicação é decisiva. Não tem como ir para o enfrentamento de um tema tão sensível como esse sem ter a capacidade de explicar de forma muito clara para o cidadão o que estamos fazendo, qual o objetivo da reforma", disse.

"O governo precisa fazer isso. [Usar] estrutura política que levou o presidente ao governo e que apresentou competência muito grande de influencia nessas redes. [...] Essa parte política, o partido do presidente, precisar ter a capacidade de enfrentar, saber explicar de forma didática", afirmou Maia durante debate promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) nesta segunda-feira (25).

O próprio Bolsonaro tem sido questionado nas Redes Sociais sobre sua NOVA Previdência. Para evitar constrangimentos, o presidente tem abordado temas menos espinhosos em suas postagens no Twitter:

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O pronunciamento de Bolsonaro sobre a proposta de reforma da Previdência



Leia abaixo a íntegra do pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro sobre a proposta apresentada por ele nesta terça-feira, 20, ao Congresso Nacional:

“Boa noite!

Nação brasileira, estamos determinados a mudar o rumo do nosso país! Nossos objetivos são claros: resgatar a nossa segurança, fazer a economia crescer novamente e servir a quem realmente manda no país, a população brasileira. Sendo assim, ontem encaminhamos ao Congresso um pacote anticrime.

E hoje iniciamos o processo de criação de uma nova Previdência. É fundamental equilibrarmos as contas do país para que o sistema não quebre, como já aconteceu com outros países e em alguns estados brasileiros.

Precisamos garantir que, hoje e sempre, todos receberão seus benefícios em dia e o governo tenha recursos para ampliar investimentos na melhoria de vida da população e na geração de empregos. A nova Previdência será justa e para todos. Sem privilégios.

Ricos e pobres, servidores públicos, políticos ou trabalhadores privados, todos seguirão as mesmas regras de idade e tempo de contribuição. Também haverá a reforma dos sistemas de proteção social dos militares.

Respeitaremos as diferenças, mas não excluiremos ninguém. E com justiça: quem ganha mais contribuirá com mais, quem ganha menos contribuirá com menos ainda.

Quero lembrar que, hoje, os homens mais pobres já se aposentam com 65 anos e as mulheres com 60. Enquanto isso, os mais ricos se aposentam sem idade mínima. Isso vai mudar.

A nova Previdência fará a equiparação e as pessoas de todas as classes vão se aposentar com a mesma idade. Mas isso não ocorrerá do dia para a noite. Estão previstas regras de transição para que todos possam se adaptar ao novo modelo.

No tocante aos direitos adquiridos, todos estão garantidos, seja para quem já está aposentado ou para quem já completou os requisitos para se aposentar.

Também fazem parte da nova Previdência o combate às fraudes e medidas de cobrança aos devedores da Previdência.

Os projetos seguiram hoje ao Congresso Nacional para um amplo debate social sob o comando dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre.

Nós sabemos que a nova Previdência exigirá um pouco mais de cada um de nós. Porém é para uma causa comum: o futuro do nosso Brasil e das próximas gerações.

Estou convicto que nós temos um pacto pelo país e que juntos, cada um com sua parcela de contribuição, mudaremos nossa história, com mais investimentos, desenvolvimento e mais empregos.

Meu muito obrigado!”

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Ao vivo: Bolsonaro está Congresso para entregar proposta de reforma da Previdência



O presidente Jair Bolsonaro está neste momento no Congresso Nacional para entregar a tão esperada proposta de reforma da Previdência. Acompanhe ao vico um dos passos mais importantes do governo no sentido de permitir que a economia do país ganhe mais fôlego para a retomada do crescimento econômico, geração de empregos e até mesmo redução de impostos no futuro para o consumidor.

Há previsão de que o presidente fará um pronunciamento nesta terça-feira, 20, para detalhar aspectos da proposta de reforma da Previdência, bem como a importância da aprovação da medida para o país.


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BNDES divulga lista dos maiores tomadores de e̶m̶p̶r̶é̶s̶t̶i̶m̶o̶ dinheiro do contribuinte




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Trabalhadores fazem fila para pedir demissão de fábrica do iPhone na China. Salário já não é mais atraente



Trabalhadores chineses estão fazendo fila para pedir demissão em fábricas do iPhone naquele país, por conta dos salários que deixaram de ser atraentes. Com o aumento do grau de automatização da linha de produção dos novos iPhones, o número de horas extras tem diminuído. Com isso, os salários que chegavam a U$ 600,00 caíram para uma média de U$ 370,00, diz reportagem do The New York Times

Na cidade de Zhengzhou, o emprego em uma fábrica que faz iPhones caiu de cem mil há um ano para cerca de 70 mil, de acordo com a China Labor Watch, que acompanha as condições de trabalho no país.

Em um único dia, a reportagem registrou que mais de cem trabalhadores chineses que montavam e testavam iPhones da Apple faziam fila em frente ao Portão 7 da fábrica de eletrônicos Changshuo para receber sua indenização e seguir seu caminho". 

“Geralmente, tínhamos de 80 a 90 horas extras por mês”, disse Zhang Zhi, de 25 anos, que trabalhou por dois anos na fábrica, mas que agora estava na fila de demissão. Desde o fim de outubro, seus supervisores começaram a mandá-la para casa mais cedo e davam fins de semana de dois dias, afetando suas horas extras. Em dezembro, seu salário foi de cerca de US$ 370, quase metade do que ganhava nos meses mais movimentados.

O movimento de desligamento voluntário de fábricas, antes tão promissoras, indica que há melhores opções para os trabalhadores chineses hoje em dia. 
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Bolsonaro deve ter alta hoje. Brasil em compasso de espera por novas medidas do governo



O presidente Jair Bolsonaro (PSL) pode ter alta nesta quarta-feira, 13 ou no mais tardar amanhã. Após um período de 18 dias internado no Hospital Albert Einstein, o presidente deverá seguir para casa em Brasília, onde dará continuidade aos cuidados com sua recuperação plena. Ainda há riscos associados não só à cirurgia mas também ao tempo em que passou no hospital. Isto significa que o presidente deve voltar ao Palácio do Planalto apenas no início da próxima semana, completando um período de mais de três semanas de afastamento desde a sua internação no dia 28 de janeiro.

Na segunda feira, o governo Bolsonaro estará perto de completar 50 dias, ou metade do tempo estipulado para a implementação de um pacote de medidas previsto para os 100 primeiros dias de governo. Entre as medidas anunciadas, está o pacote anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que deverá ser apresentado ao Congresso nos próximos dias.

Na Câmara dos Deputados, há uma preferência no sentido de priorizar a Reforma da Previdência, o que deixaria o pacote anticrime de Moro em segundo plano. Como Bolsonaro ainda precisa definir qual modelo de reforma da Previdência que será encaminhado ao Congresso, pode haver um atraso enorme nos planos para os primeiros 100 dias de governo.

Nas primeiras semanas após a alta hospitalar, Bolsonaro terá que se preservar o máximo, pois ainda corre riscos infecciosos, como indisposição, febre, tosse e dor abdominal. O infectologista Artur Timerman, do hospital Edmundo Vasconcelos, afirma que o período mais crítico será nos próximos dois meses, tempo que leva para que a flora intestinal nativa se recomponha. "O fato de ter tido uma alteração no trânsito normal do intestino faz com o microbioma já mude bastante e há riscos de novas infecções.", disse o infectologista à Folha.
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De onde Lula e o PT vão tirar tanto dinheiro para pagar multas, indenizações e ressarcimentos aos cofres públicos?



O ex-presidente Lula está preso e impossibilitado de coordenar negociatas com empreiteiros corruptos. De qualquer forma, o PT está fora do poder e não tem como aprovar qualquer obra superfaturada. Como deixaram o país na pior recessão da história, com 14 milhões de desempregados, também é pouco provável que o pouco que sobrou da militância vá ter dinheiro para contribuir para o partido. A prova é que nem a legenda nem os limitantes tiveram dinheiro sequer para inflar atos em defesa de Lula nos últimos meses.

Há poucos dias, a presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann, admitiu que a legenda está quebrada, falou em demissões e corte de gastos. Diante do quadro, é impossível deixar de fazer uma pergunta: como Lula e o PT vão pagar tudo que devem?

Não se está falando de merreca. A turma que comandou o país por quase uma década e meia deve milhões em multas. De acordo com as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral, o dinheiro gasto de forma irregular nas eleições deve ser devolvido aos cofres públicos. A campanha do ex-presidente Lula, que teve sua candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi responsável por gastos da ordem de R$ 20 milhões do dinheiro público. Os valores foram arrecadados antes da confirmação de Fernando Haddad na cabeça da chapa presidencial petista. A campanha de Lula declarou ter gastado R$ 19,7 milhões dos valores recebidos.

Os dados foram organizados pela ONG Movimento Transparência Partidária, com base nas informações publicadas peço TSE na internet. O Ministério Publico Eleitoral (MPE) estuda como reaver o valor total.

O instituto Lula também chegou a ser autuado pela Receita Federal por suposto desvio de finalidade. O Fisco questionou gastos, afirmou que algumas despesas não poderiam ter sido feitas por uma entidade sem fins lucrativos e suspendeu a isenção tributária no período de 2011 a 2014.

Segundo declarou o próprio Lula na época, a multa foi de cerca de R$ 18 milhões. "É um bloqueio mais feroz do que aquele que está sendo feito em Cuba há 60 anos. É para não deixar sobreviver. É uma estratégia de asfixiar economicamente para matar politicamente", disse o petista no livro "A verdade vencerá: o povo sabe por que me condenam".

Em agosto do ano passado, a juíza federal Carolina Lebbos deu prazo de 15 dias para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pague ou apresente uma forma de parcelamento de pagamento de mais de R$ 31,1 milhões. O valor é referente a multa, reparação de danos e custas do processo do tríplex. Se não pagar a quantia, Lula, em tese, terá de cumprir sua pena de 12 anos de prisão toda em regime fechado.

A magistrada já ordenou que a Caixa Econômica Federal abra uma conta para o recebimento do valor. Dessa quantia, R$ 16 milhões são referentes aos danos envolvendo contratos de refinarias da Petrobras em 2009. Eles foram implicados em esquema de corrupção junto à empreiteira OAS, que teria usado um apartamento tríplex em Guarujá (SP) como vantagem indevida a Lula.

Com a correção monetária, a multa passou de R$ 16 milhões para quase R$ 29,9 milhões, uma alta de 186,85% entre 2009 e hoje.

Na última condenação de Lula no início deste mês, no caso do sítio de Atibaia, a juíza federal Gabriela Hardt, da Operação Lava Jato, estipulou em R$ 86,4 milhões o valor mínimo a ser cobrado do petista e demais condenados por, corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro na ação pena. Neste processo, Lula foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão no caso - em janeiro do passado ele havia sido condenado em segunda instância a 12 anos e um mês no caso do tríplex do Guarujá. A maior parte da dívida recai sobre Lula:

"Necessário estimar o valor mínimo para reparação dos danos decorrentes do crime, nos termos do art. 387, IV , do CPP (Código de Processo Penal)". O maior valor se refere aos crimes de corrupção ativa e passiva, R$ 85 milhões. "Valor equivalente ao destinado para núcleo de sustentação da Diretoria de Serviços da Petrobrás nos contratos relacionados."

"Todas as imputações realizadas no presente feito em relação ao delito de corrupção têm em comum a pessoa a quem seria imputada a condição de autora do delito de corrupção ativa - o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva", sentenciou Hardt.

São tantos milhões que Lula e o PT devem em multas, indenizações e ressarcimentos aos cofres públicos, que nem vale a pena somar. É claro que todas as somas não chegam nem perto dos bilhões em prejuízos que Lula, Dilma e o PT causaram ao país. Ainda assim, fica a pergunta: de onde vão tirar tanto dinheiro?
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O PT foi o partido que mais roubou no Brasil. Mesmo fora do poder, petistas devem continuar atrapalhando o país



Não há qualquer dúvida entre a maioria dos brasileiros de que o PT é o partido que mais roubou o Brasil em toda a história republicana. A sensação de que, com Lula e Dilma, o PT roubou mais do que todos os governantes do país desde o seu descobrimento é fortalecida pelas inúmeras investigações e revelações de casos de corrupção envolvendo os integrantes da legenda.

Segundo delatores como Marcelo Odebrecht e o ex-ministro Antonio Palocci, o PT ficou com 1,2 e até 3% dos bilhões do dinheiro do contribuinte que bancaram obras superfaturadas, empréstimos a grupos poderosos e benefícios fiscais a empresários inescrupulosos. Isto significa que para conseguir alguns  milhões em esquemas de corrupção, os governos do PT tiveram que liberar bilhões para os tubarões das empreiteiras, bancos, da empresa de telefonia OI, para o grupo JBS/Friboi, etc.

Os mortos de fome do PT simplesmente destruíram a economia brasileira. Injetaram bilhões em negócios fraudulentos, tornaram os bilionários do país ainda mais bilionários, em troca de pequenas comissões. Para o povo, apenas as migalhas. Para se ter uma ideia, todo o programa Bolsa Família custa menos de R$ 25 bilhões ao ano. O PT chegou a desviar para seus amigos mais de R$ 500 bilhões, ou 20 anos de Bolsa Família, via BNDES. Dilma concedeu outros 20 anos de Bolsa Família em isenções fiscais para empresários amigos quando estava no poder. Isso mesmo. Foram R$ 500 bilhões em incentivos fiscais. Isso tudo praticamente sem gerar empregos.

Longe de ser uma exceção na classe política, o PT foi liderado basicamente por pessoas sem classe, mortos de fome, ex-assaltantes, guerrilheiros, pessoas incompetentes e ressentidas pelo sucesso alheio. O próprio Lula é reconhecido por seus antigos aliados como um homem invejoso e vingativo.

Com base em retrospectos tão vulgares, com perfis de líderes corruptos, vingativos e baixos, não há qualquer indicativo de que irão mudar, após terem sido banidos do poder. Há uma expectativa de que os integrantes do PT continuam a sabotar o Brasil, arrastando o país para a velha política do quanto pior melhor, da oposição sistemática prevista em seus estatutos primordiais e cartilhas ultrapassadas.

O congresso precisará aprovar projetos importantes, como a Reforma da Previdência, a Reforma Tributária e os pacotes que endurecem as leis contra criminosos de toda sorte, inclusive os corruptos. Não será nenhuma surpresa se os integrantes do PT continuarem atuando como sempre atuaram em outros governos, torcendo para o pior para o país na esperança de voltarem ao poder em meio ao caos. 
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A pior geração de políticos que o país já viu. O povo sofreu nas mãos do PT



O projeto de poder do PT fracassou. Fato. O projeto de poder do PT foi compartilhado por todos os partidos de esquerda do país. Todos eles prosperaram durante mais de uma década de corrupção comandada pelo PT. Eles não fracassaram. Quem fracassou foi o povo que depositou sua esperança na pior geração de políticos que já ocupou o poder no Brasil.

Após quase uma década e meia no comando do país, os membros do partido não conseguiram criar condições sólidas de desenvolvimento para as camadas mais vulneráveis da sociedade. Os pobres continuam vivendo em condições precárias, seus filhos continuam tendo uma educação de péssima qualidade e vulneráveis a situações de exploração em todos  aspectos, seja na questão do subemprego, prostituição, criminalidade e narcotráfico.

Ao contrário do que dizem, milhões de pais também não conseguiram estabelecer uma base segura para sustentar suas famílias durante os governos de Lula e Dilma. O regime do PT foi todo baseado em esquemas de corrupção e favorecimento de grandes grupos empresariais. Um modelo  neo desenvolvimentista extrativista e até neocolonial amplamente baseado na cultura da propina. Ao povo mais humilde, coube apenas as migalhas. Em treze anos, o PT não realizou nenhuma das grandes reformas, como a agrária, a urbana, previdenciária ou trabalhista por um simples motivo: nunca se importaram com nada disso.

Os governos do PT de Lula e Dilma surfaram na mais extraordinária onda de prosperidade mundial durante quase uma década de commodities supervalorizadas no exterior e não souberam aproveitar os benefícios em prol da sociedade, com investimentos em infraestrutura, por exemplo. Sob o comando de Lula, o Brasil enterrou mais U$ 500 bilhões em empresas simpáticas conhecidas como as “campeões nacionais” como empresas de telefonia, cerveja, carne e empreiteiras. Praticamente todas as “campeões nacionais” do PT faliram ou deram um belo calote no BNDES.

Sob o comando de Dilma, o Brasil Concedeu benefícios extraordinários para empresários, e lá se foram outros cerca de R$ 500 bilhões. Uma verdadeira fortuna simplesmente evaporou sob a forma de incentivos fiscais para o setor automotivo, empresas de eletrodomésticos e afins. Tudo isso sem nenhuma contrapartida social como a geração de empregos. Os empresários lucraram vendendo mais, os bancos lucraram emprestando mais dinheiro e o pobre se endividou, ficou com o nome sujo e muitos tiveram que devolver os bens que comprara. E o governo arrecadou menos R$ 500 bilhões que deixaram de ser investidos justamente em favor dos mais pobres, em áreas como a saúde, segurança e educação.

As maquiagens nas contas públicas através da tal da 'contabilidade criativa' que resultou no episódio das pedaladas fiscais aprofundaram a crise econômica no país. O Brasil foi rebaixado pelas maiores agências de classificação de risco do mundo, perto de 2 milhões de empresas faliram entre 2014 e o final do governo Dilma, e 14 milhões de chefes de família ficaram sem emprego.

Não bastassem os erros no campo econômico e político, a malversação do dinheiro público e o favorecimento de grandes grupos econômicos em detrimento dos pequenos empresários, o PT roubou como se o mundo fosse acabar amanhã.

Diante de toda esta tragédia na vida dos brasileiros, toda a esquerda brasileira ainda insistiu em defender os governos e membros do PT que criaram uma verdadeira organização criminosa para assaltar a Petrobras, o BNDES, os fundos de pensão das estatais e e até mesmo os servidores aposentados endividados que contraíram empréstimos consignados nos últimos cinco anos.

Toda a esquerda brasileira ficou ao lado de Lula, Dilma e a organização que dizimou a economia do país. Não haverá como se desvencilhar de tudo isso. todos foram coniventes com todos estes erros ao longo de quase uma década e meia, se aliaram ao lixo da história do país e dele se alimentaram. Tarde demais para todos.

O povo sofreu nas mãos do PT, mas finalmente deu a volta por cima. 
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Lula aparece com benefício de R$ 56,7 mil na Caixa Preta de 'anistiados políticos' da era PT, mostra revista




A revista ISTOÉ desta semana traz revelações bombásticas sobre o esquema de “Concessão de Aposentadoria Especial de Anistiado” durante os governos do PT de Lula e Dilma. Na matéria divulgada pela revista, o ex-presidente Lula aparece relacionado a um valor de aposentadoria de R$ 56,7 mil.

“Concessão de Aposentadoria Especial de Anistiado” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atualmente preso numa sala-cela da Polícia Federal de Curitiba. A ação em exame pela Comissão Nacional de Anistia versa sobre um valor de aposentadoria de R$ 56,7 mil. Não se sabe, porém, se Lula recebe uma pensão nesse valor ou se foi contemplado com esse montante de indenização em uma única vez. Não se consegue na verdade saber nenhum detalhe a mais do processo – uma verdadeira caixa-preta. Tudo porque a Dataprev, que organiza as informações de pensões pagas pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), simplesmente informa que não consegue “gerar o arquivo” referente à aposentadoria de Lula"

Clique aqui para ler a matéria completa na ISTOÉ
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Dilma quer bater de frente com Damares Alves e diz que tem direito a pensão por perseguição do regime militar



A confirmação de que a ex-presidente Dilma Rousseff realmente entrou com um recurso pedindo uma pensão vitalícia de mais de R$ 10 mil sob a alegação de que foi perseguida pelo regime militar acabou tirando a petista da toca.

Diante de declarações da ministra da Família, Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves, que sinalizou na semana passada que a Dilma não será indenizada em um pedido feito à Comissão de Anistia, a petista veio a público defender seu pedido e disse que tem direito a receber pensão.

Segundo Dilma, o direito a uma pensão de mais de R$ 10 mil mensais  "não pode ser negado pela história", disse a petista, que já recebeu cerca de R$ 70 mil de três estados e teria se aposentado de forma fraudulenta após o impeachment:

"Uma figura do atual ministério declarou à mídia que vai negar meu pedido de indenização porque eu já havia recebido tal indenização dos três referidos estados [São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais]. Não me surpreende. Este governo trata os adversários políticos como inimigos e a inimigos não se indaga nem se questiona as razões. Assim, desconhece que a Comissão de Anistia do Governo Federal, na grande maioria dos casos, deduziu dos pedidos da União as indenizações recebidas dos estados federados", escreveu Dilma.

Segundo a ex-presidente, as indenizações que já recebera do estados de São Paulo e Rio de Janeiro, onde fora presa e interrogada pela repressão, foram doadas ao grupo Tortura Nunca Mais.

"Disso não me arrependo. Sei que o Brasil não irá se conciliar com sua história enquanto a tortura for uma política praticada por agentes públicos. Por isso, a atuação do Tortura Nunca Mais segue tão importante.", argumentou.

A ex-presidente escreveu ainda que decidiu recorrer à Comissão de Anistia do Governo Federal após o processo de impeachment, o que afasta qualquer "impedimento de ordem ética."

"Reafirmo ter sido vítima da tortura e da brutalidade da ditadura militar, como centenas de outros jovens e velhos militantes de esquerda. Muitos perderam suas vidas naquele período", declarou Dilma. "O que é meu por direito não poderá ser negado pela história e pela Justiça."


De acordo com matéria publicada pela revista Época no dia 31 de janeiro, a ministra Damares Alves   disse que a ex-presidente "já está indenizada três vezes pela dor e pelo sofrimento que ela passou". Dilma não gostou e agora demonstra disposição de bater de frente com a ministra do governo do presidente Bolsonaro. 
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Agora é oficial - Dilma pede pensão R$ 10,7 mil alegando perseguição durante ditadura



A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) está tentando obter uma pensão mensal de R$ 10,7 mil sob a alegação de que foi presa, perseguida e torturada durante o regime militar. O Globo confirmou o pedido foi feito à Comissão da Anistia, comandada pela ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves

O pedido da petista foi protocolado no dia 21 de outubro de 2002, mas no ano seguinte, durante o primeiro mandato do ex-presidente Lula, Dilma assumiu o cargo de ministra das Minas e Energia. No pedido, Dilma aponta procura justificar sua indenização, alegando ter abandonado o curso de Economia da Universidade Federal de Minas Gerais em 1969 por ter sido "perseguida" pelo regime.

Ela também alega que, em 1977, foi forçada a pedir demissão da Fundação de Economia e Estatística (FEE), órgão ligado ao governo do Estado do Rio Grande do Sul. No pedido ela aponta que foi informada pela chefia que sua permanência na instituição não seria possível por "motivos políticos".

A petista foi acusada de ter obtido sua aposentadoria pelo INSS em 2015 mediante uma suposta fraude e chegou a ser condenada a devolver recursos à União. Dilma se aposentou em pouco mais de 24 horas após o processo de impeachment. A petista já recebeu um total de R$ 72 mil dos governos de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro por ter sido detida e torturada durante o regime militar, informou o Globo.

Quando decidiu se tornar uma guerrilheira terrorista, Dilma sabia das possíveis consequências de seus atos. Segundo um de seus maridos, a petista participou até mesmo de assaltos a caminhões de carne. Parte do dinheiro dos assaltos era usado para a compra de armas, afirmou Carlos Franklin Paixão Araújo, o ex-marido de Dilma que faleceu em agosto de 2019.

Dilma é apontada como responsável pelo fechamento de dezenas de milhares de empresas no país, além do desemprego de milhões de chefes de família. Na prática, milhões de brasileiros foram vítimas da incompetência da petista. Já pensou se todos entrassem na Justiça exigindo indenizações de Dilma?
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Maia diz que Bolsonaro não tem votos na Câmara para aprovar reformas, como a da Previdência



O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reeleito para comandar a Casa até 2021 nesta sexta-feira, declarou que o governo do presidente Jair Bolsonaro não tem votos suficientes para aprovar reformas como a da Previdência e disse que está disposto a pactuar um texto junto com o governo.

"O presidente começa o seu governo organizando a base de uma outra forma, eu não tenho clareza se ele tem o espaço necessário para ter os 308 votos", disse Maia ao falar sobre a reforma da Previdência.

"Nós temos que ter todos aqui, de todas as correntes partidárias, do PT ao PP, ao PSL, para que essa pacto sirva não apenas para a União, mas para estados e municípios", afirmou o presidente da Câmara.

"Acho que a Previdência, as questões de reformas administrativas, precisam sair da agenda ideológica e vir pra uma agenda mais racional para que a gente possa construir maiorias pactuadas e aprovar os temas e dar solução para que o investidor tenha mais tranquilidade para investir no Brasil", disse Maia, assumindo o protagonismo na Câmara dos Deputados, sugerindo que o governo Bolsonaro precisará ganhar musculatura para conduzir reformas importantes.
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Mourão diz que transferência de embaixada do Brasil de Israel de Tel Aviv para Jerusalém foi coisa de campanha



Logo após se reunir com o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, o vice-presidente Hamilton Mourão, que está no exercício da Presidência da República, declarou nesta segunda-feira (28) que não há qualquer plano do Estado brasileiro de transferir sua embaixada em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

Ao ser questionado sobre a promessa de Bolsonaro neste sentido, Mourão explicou que foram declaração dadas durante a campanha eleitoral.

"Foi na campanha, tal e coisa. Vamos aguardar, quem decide é o presidente, né? O presidente volta aí, tem que ouvir as opiniões todas", disse, sugerindo que Bolsonaro terá que submeter sua decisão a outros integrantes do governo. Não é segredo que os militares no entorno do presidente são contrários ao cumprimento da promessa de campanha.

Israel é um país com um PIB de apenas US$ 350 bilhões, quase a metade do PIB da Argentina e praticamente 1/6 do Brasil. 20% dos cerca de 9 milhões de habitantes encontram-se na linha da pobreza. Em Jerusalém, a situação é ainda mais crítica, onde cerca de 53% das crianças vivem na pobreza. Fala-se muito nas tecnologias israelenses, sobretudo na área de segurança. O país convive em meio a conflitos com vizinhos desde a sua fundação, em 1948. No entanto, tais tecnologias não rendem royalties, o que explica a pobreza e o PIB inexpressivo do país.

Comercialmente, Israel vende ao Brasil bem mais do que compra. Em 2017, Israel foi o 44º parceiro comercial brasileiro em 2017. Já o Brasil foi o 18º parceiro de Israel. O Brasil acumula déficits históricos no comércio bilateral. Em 2017, registrou-se saldo negativo de US$ 419 milhões, Em 2018, foi quase o dobro, com Israel comprando do Brasil, de janeiro a dezembro, US$ 321,02 milhões e vendendo US$ 1.168,86 bilhão. Um saldo negativo de US$ -847,84 milhões.

No mesmo período, o Brasil exportou US$ 14.951,22 bilhões para a Argentina e importou US$ 11.051,06 bilhões, ficando com um saldo positivo de US$ 3.900,16 em relação ao país vizinho.

Com informações do G1 e Ministério da Indústria
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Chega de exploração. O Brasil precisa acabar com a farra com o dinheiro do povo com altos salários, privilégios e penduricalhos



O povo brasileiro é um dos mais sacrificados do mundo em termos de carga tributária. Aqui são praticados os impostos mais elevados do mundo. Toda a população parece ciente da abusiva carga tributária que incide sobre produtos e serviços no país, onde um simples celular pode custar vários salários mínimos e um carro, centenas de meses de trabalho.

Não fosse os altos impostos, todo cidadão poderia ter acesso a bens de consumo de melhor qualidade e em maiores quantidades. Isto significaria melhor qualidade de vida e mais empregos para a população, como ocorre em países como os Estados Unidos, onde é possível comprar até três TV's de tela grande com o preço que os brasileiros pagam por apenas uma. Com o dinheiro que o brasileiro paga por um automóvel popular como o Gol, que chega a custar mais de R$ 50 mil, seria possível comprar um Volkswagen Jetta nos EUA.

O problema dos impostos altos no Brasil não é novo, mas a situação chegou a um ponto crítico nos últimos anos, quando os gastos obrigatórios do governo atingiram 93% de tudo que a União arrecada. A maior parte destes recursos é drenada pela elite do serviço público. Tantos os ativos quanto os inativos. Além dos altos salários, privilégios e penduricalhos garantidos por força de Lei, os servidores no Brasil chegam a ganhar até sete vezes mais que um trabalhador da iniciativa privada.

Para esta elite, a corrupção é um fator muito bem vindo, uma vez que os delitos cometidos por políticos são usados como cortina de fumaça para ocultar o rombo de centenas de bilhões provocado por um grupo seleto de servidores, sobretudo no Judiciário. Não é por acaso que o Rio de Janeiro, um dos estados com maior número de casos de corrupção, teve como governadores nos últimos anos gente como Anthony Garotinho, Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão. A corrupção é endêmica no Estado e contamina os tribunais, forças policiais e classe empresarial de forma profunda. A população foi às ruas manifestar apoio à Operação Lava Jato, mas os membros do Judiciário e do Ministério Público travavam batalhas nos bastidores para assegurar aumentos salariais e manutenção de privilégios vergonhosos, como o auxílio-moradia para muitos que possuíam imóveis nos locais em que atuavam. Parecem fingir ignorar que disputam na verdade é o dinheiro do povo, que deveria ser reinvestido no bem estar do próprio povo.

A corrupção, embora deva ser combatida com rigor, serve para mascarar não apenas os desmandos das autoridades, como também ocultar a desproporcionalidade dos altos salários e benefícios de um pequeno grupo de privilegiados detentores de cargos e benesses vitalícias. O Brasil é um dos países com maior desigualdade na distribuição de riquezas do mundo.

O cidadão brasileiro trabalha metade do ano apenas para pagar impostos, recebe um dos piores salários do planeta e paga mais caro por produtos e serviços que trabalhadores de outros países. Qualquer cidadão, empregado ou não, que entra em um supermercado com R$ 100,00 para fazer compras, sai de lá com menos de R$ 50,00 em produtos. Seja um catador de latinhas ou um motorista de ônibus. A maior parte deste dinheiro não retorna para o cidadão sob a forma de melhores serviços em áreas como saúde, segurança e educação. Vão para os bolsos da elite do serviço público. É como se o brasileiro fosse sócio de um clube bem caro, pagando suas mensalidades em dia, mas sem poder frequentá-lo.

Enquanto isso, além dos altos salários, a elite do serviço público recebe auxílio-educação para os filhos até 24 anos de até R$ 7 mil (por filho), auxílio isso, auxílio aquilo, alimentação, hospedagem, carros, combustível na faixa, jatinhos, etc. São centenas e centenas de bilhões do dinheiro do pobre do contribuinte.

O povo precisa despertar para um dos maiores desafios do Brasil na próxima década.
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