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Alexandre Garcia esculacha intervencionistas e diz que Bolsonaro é pior que Lula e Dilma no trato com imprensa



A recente onda de debandada de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro tem sido fonte de preocupação no Palácio do Planalto.Mesmo as figuras públicas e influenciadores que não ousavam criticar o presidente em absoluto já ensaiam um descontentamento que pode sinalizar mais uma revoada de apoios importantes.

A postura de Bolsonaro diante da pandemia tem deixado muitos de seus apoiadores no contrapé. O isolamento social também contribuiu com um fenômeno devastador para o presidente num campo estratégico: as redes sociais.

Milhões de pessoas que estão em casa cumprindo as regras do isolamento social passaram a usar as redes sociais com maior frequência e sem as restrições do ambiente de trabalho. A massa crítica de insatisfeitos com Bolsonaro cresceu assuadoramente nos últimos sessenta dias.

Isso tem assustado muitos apoiadores do presidente que conseguiram se consolidar nas redes sociais graças ao fato de terem se associado a Bolsonaro desde as eleições de 2018. De lá para cá, muitos destes apoiadores abandonaram o barco e outros tantos começam a ensaiar uma possível debandada.

Neste sábado, na CNN, o jornalista Alexandre Garcia provocou revolta nas redes sociais ao chamar intervencionistas apoiadores de Bolsonaro de 'Vivandeiras de Quartel", algo como pessoas histéricas adoradoras da ditadura que pedem endurecimento dos militares contra instituições.

O jornalista Helio Gaspari lembra que a expressão foi trazida ao vocabulário político brasileiro pelo marechal Humberto Castello Branco, em agosto de 1964, no auditório da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Reclamando dos civis que chamavam seu governo de militarista, disse o seguinte:

"Eu os identifico a todos. E são muitos deles, os mesmos que, desde 1930, como vivandeiras alvoroçadas, vêm aos bivaques bolir com os granadeiros e provocar extravagâncias do poder militar". As vivandeiras haviam sumido da política nacional desde 1985, ano que marcou o fim do regime militar no Brasil.

Alexandre Garcia foi buscar a expressão no fundo do baú para se referir aos apoiadores de Bolsonaro que se reuniram em frente ao Quartel General em Brasília há alguns dias. Em sua participação na CNN neste sábado, o jornalista criticou o fato de Bolsonaro ter ido se reunir com as "vivandeiras'.





Em outro trecho da entrevista, Alexandre Garcia critica Bolsonaro, afirmando que o presidente é pir que os ex-presidentes Lula e Dilma no trato com a imprensa.

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Diretor de "Tropa de Elite" acusa: 'Os Bolsonaros têm relações com a esgotosfera do crime organizado carioca'



O cineasta José Padilha tem manifestado seu descontentamento com a ida do ex-juiz Sérgio Moro para o governo do presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista concedida à Folha, o diretor do filme "Tropa de Elite" e da série o Mecanismo afirmou que não entende mais a cabeça de Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública, e afirmou que " Os Bolsonaros têm relações com a esgotosfera do crime organizado carioca".

Padilha falou sobre a nova temporada da série "O Mecanismo", adiantando que está preparado para as críticas: “Sou antipetista, antipeessedebista e antipeemedebista. Mas só me criticam por ser antipetista. Acho que a Dilma sofreu um golpe, mas sempre achei que o PT roubou. E essas coisas são compatíveis, sim”.

A visão de Padilha sobre o que entende como 'golpe' é perfeitamente compreensível sob o ponto de vista político, embora controversa no aspecto legal e constitucional. Normalmente, quando um presidente é eleito democraticamente, entende-se que a maioria da população votou em um projeto de governo. Quando ocorre a interrupção do mandato e o vice assume, este pode implementar medidas completamente antagônicas às do eleito nas urnas. Caso o presidente Jair Bolsonaro sofresse um impeachment, boa parte de seus eleitores, que contestam Padilha sobre sua percepção de que houve um golpe contra Dilma, tenderiam a crer no conceito do cineasta. O vice-presidente Hamilton Mourão estaria plenamente revestido da autoridade de chefe do Executivo e poderia abolir políticas implementas por Bolsonaro, e governar segundo sua visão de mundo pessoal. Muitos eleitores se sentiriam vítimas de um suposto golpe, pois ao votarem em Bolsonaro, votaram em um determinado projeto de poder.

Assim como qualquer presidente, Bolsonaro está sujeito às leis e dispositivos constitucionais. Caso incorra em deslizes ou violações destes dispositivos, estará sujeito a um processo político que pode lhe custar o cargo. Neste caso, a Constituição prevê que cabe ao vice assumir o cargo, como ocorreu no caso da ex-presidente Dilma Rousseff e seu então vice Michel Temer.

Na entrevista, Padilha voltou a criticar o gesto do ex-juiz Sérgio Moro em engrossar as fileiras do governo de Bolsonaro e fez observações 'pesadas' contra o presidente e seus familiares. Acompanhe o trecho abaixo:

Você disse que não pensou em mudar a representação do juiz Sérgio Moro na segunda temporada de “O Mecanismo”. Mas haverá uma terceira, quarta, quinta temporada para mostrar isso? O que você planejou?
Eu não estou fazendo uma série sobre o Sergio Moro. Estou fazendo uma série sobre o mecanismo, que ele é real e opera independente do partido político. Serra foi denunciado, Temer foi preso, Lula está na cadeia. O mecanismo não tem ideologia, ele é a forma pela qual a política se estruturou no Brasil desde o primeiro governo democrático. Agora, eu não sei quem mais é o Moro. Eu vejo duas possibilidades: ele não olhou direito onde estava entrando e, como o Fernando Henrique, é muito vaidoso. Não se deu ao trabalho de olhar o histórico dos Bolsonaros. Os Bolsonaros têm relações com a esgotosfera do crime organizado carioca. Ele é de Curitiba, talvez não saiba. A outra possibilidade é que ele sabia o que estava fazendo e ele fez. Aí o Moro é totalmente diferente de quem eu pensei que ele fosse, afirmou Padilha.

Leia a entrevista completa na Folha
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Gleisi Hoffmann diz que "É mentira que o PT quebrou o Brasil”, apesar dos 13 milhões de desempregados



Apesar do déficit bilionário nas contas públicas, dos cerca de 13 milhões de desempregados e de centenas de milhares de empresas que fecharam as portas durante os governos da ex-presidente Dilma Rousseff, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou esta semana que "É mentira que o PT quebrou o Brasil”.

A deputada Federal fez a afirmação em um vídeo publicado em seu canal no YouTube. Confira e veja se concorda, apesar de todas as evidências de que a passagem do PT pelo governo do Brasil deixou de fato um rastro de destruição e corrupção.


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Gleisi Lula Hoffmann explora aumento da pobreza causado pelo próprio PT no Brasil



Valendo-se de um relatório no qual o Banco Mundial alerta para aumento da pobreza no Brasil, qual o número de pessoas que vivem na pobreza no país tenha atingindo 21% da população, ou 43,5 milhões de brasileiros, a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), usou seu perfil no Twitter para alavancar a notícia.




O documento intitulado Efeitos dos ciclos econômicos nos indicadores sociais da América Latina: quando os sonhos encontram a realidade, demonstra que o aumento da pobreza nesse período foi de 3%, ou seja, um número adicional de 7,3 milhões de brasileiros passou a viver com até US$ 5,50 por dia. No ano de 2014, o total de brasileiros que viviam na pobreza era de 36,2 milhões (17,9%). O quadro negativo teve início com a forte recessão que o país atravessou a partir do segundo semestre daquele ano, que durou até o fim de 2016, justamente o período da catástrofe petista na administração pública, que culminou com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Isso a Gleisi não mostra.
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Fernando Pimentel vira réu em ação penal e responderá processo por suspeita de lavagem de dinheiro



O ex-governador de Minas Gerais Fernando Pimentel (PT) se tornou réu em ação penal na qual passará a responder pelas acusações de lavagem de dinheiro e tráfico de influência em benefício próprio, num processo relativo a investigações sobre atos praticados nas eleições de 2014.

O processo que estava parado no Superior Tribunal de Justiça foi enviada para a Justiça Eleitoral de Minas Gerais. Pimentel caiu no radar das investigações da Operação Acrônimo, que apontaram que o petista teria cometido os crimes durante o tempo em que atuou como ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços no governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

Segundo o G1, "Além dele, outras quatro pessoas são acusadas na ação, por suposto envolvimento em emissão de notas fiscais falsas para lavar dinheiro de propina. A defesa de Fernando Pimentel disse que só vai se manifestar nos autos".
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A hora da verdade: Barroso libera inquérito contra Temer para a 1ª instância



A hora da verdade está chegando. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, liberou o inquérito dos Portos contra o ex-presidente Michel Temer para a primeira instância. A decisão ocorre pouco mais de dois meses após Temer deixar a Presidência e ficar sem o foro privilegiado.

A denúncia, que supostamente teve como base investigações particulares bancadas pelo grupo JBS, do empresário Joesley Batista, aponta Temer como autor de crimes como corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-presidente se viu envolvido em o escândalo no momento em que tentava aprovar uma reforma da Previdência que previa teto único de pouco mais de R$ 5 mil para todos os brasileiros. (leia aqui a proposta original)

Temer ousou mexer com interesses poderosos. Numa de suas mais ousadas ações, o ex-presidente puxou o tapete do PT e livrou o Brasil das garras da esquerda, após mais de 13 anos de dominação. Logo no início de seu governo, acabou com as fontes de financiamento do PT, MST, CUT, órgãos da imprensa petista e acabou com a mamata de artistas petistas na Lei Rouanet. Temer resistiu a forças poderosas que tentaram removê-lo do governo, foi reconhecido como o maior restaurador das Forças Armadas nas últimas décadas, livrou o país da pior recessão de sua história e conduziu o processo democrático até as eleições de outubro do ano passado.

Em entrevista recente, Temer afirmou se sentir tranquilo em relação às acusações e atribuiu as denúncias como parte de um processo para desgastá-lo politicamente e impedir que prosseguisse com as reformas que marcaram sua administração. Segundo o ex-presidente, agora que o inquérito não está mais envolto em interesses políticos, caberá à Justiça analisar os autos sem este tipo de interferência. Demonstrando tranquilidade de um jurista, Temer afirmou que qualquer juiz que analisar o processo irá absolvê-lo sem sombras de dúvidas.

Pelo visto, chegou a hora da verdade. O Brasil aguarda a decisão da Justiça. 
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Lula vai ganhar frota de carros novos e blindados, mesmo na cadeia. Dilma também ganha carros novos



O ex-presidente Lula, mesmo preso, deve ganhar uma frota de carros blindados novinhos em folha. O presidiário será apenas um dos beneficiários de um pedido do presidente Jair Bolsonaro enviado ao  para autorizar a compra de carros oficiais novos para ele, o vice Hamilton Mourão e seus antecessores Michel Temer, Dilma Rousseff, Lula, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor e José Sarney. Segundo informou o Estadão, esta é a primeira mensagem do atual governo para alterar o texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019.

A publicação informa que "Mesmo preso em Curitiba desde 7 de abril do ano passado, Lula conseguiu, por meio de liminar, manter o direito a veículos oficiais. O petista foi condenado em duas ocasiões. Numa delas, em segunda instância, a 9 anos e 6 meses de prisão.

Na mensagem encaminhada ao Congresso assinada por Bolsonaro no dia 8 de março, o governo fala em necessidade de “modernizar a frota” de veículos.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, que também subscreve o projeto de lei, justificou que a medida atende a ofício do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela proteção do presidente.

Além dos 12 blindados contra tiros de submetralhadoras e pistolas 9 milímetros, outros 18 automóveis do mesmo modelo e marca poderão ser adquiridos para atender ao atual governo. Eles ficarão à disposição para uso em Brasília e outros Estados, como Rio de Janeiro, base eleitoral do presidente.

A escolta oficial de Jair Bolsonaro atualmente é formada por carros modelo Chevrolet Ômega e Ford Edge. Esses veículos foram comprados na gestão de Dilma Rousseff, ainda em 2011, quando foram gastos R$ 1,76 milhão por 12 Edges, dez dos quais blindados.

Procurado pela reportagem nesta segunda-feira, 11, o GSI não comentou sobre o assunto".

Mesmo na prisão, Lula tem direito a quatro servidores para "segurança e apoio pessoal", dois servidores para assessoramento e dois motoristas junto aos respectivos carros oficiais. O custo anual para o contribuinte é de cerca de R$ 1 milhão. As despesas com a manutenção da prisão do petista, também bancadas pelo contribuinte, também é alta. A PF estima em R$ 10 mil diários o custo para manter Lula fora de presídio. Como o petista já está preso há mais de 300 dias, a fatura paga pelo contribuinte já ultrapassou a casa dos R$ 3 milhões.

A ex-presidente Dilma Rousseff também não deixa por menos. Além de todas as despesas com assessores, seguranças, carros e motoristas, a petista também abusa do dinheiro do contribuinte em viagens internacionais regulares. 
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Irmãos Batista, donos do grupo JBS, aparecem na lista de bilionários da Forbes



A sensação de que o crime compensa pode acometer alguns milhões de brasileiros que se depararem com a notícia de que os irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS (das marcas Friboi e Seara), passaram a figurar esta semana na seleta lista de bilionários da revista "Forbes" em 2019.

Segundo o UOL, "Cada um tem uma fortuna estimada em US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 4,9 bilhões). Eles aparecem na 1.717ª posição mundial e na 48ª colocação entre os brasileiros".

Os irmãos fizeram fortuna durante os governos do PT de Lula e Dilma e confessaram dezenas de crimes que cometeram na esteira do sucesso empresarial, quando multiplicaram em centenas de vezes o valor do pequeno frigorífico fundado pelo pai em menos de uma década.

Em maio de 2017, Joesley Batista conseguiu um belíssimo acordo de delação premiada ao merglhar o país em uma crise política que sepultou a reforma da Previdência naquele ano  ao gravar o então presidente Michel Temer, no episódio que ficou conhecido como "áudio da JBS". No dia 17 de maio daquele ano, meios de comunicação poderosos divulgaram uma transcrição falsa da conversa gravada por Joesley e colocaram seus empregados para exigir a renúncia de Temer. Quando os áudios foram finalmente divulgados, ficou comprovado que Joesley não possuía qualquer abertura com o então presidente para falar sobre propina e outros crimes que confessou ter tratado com outros políticos.

Atualmente, os dois bilionários que passaram a figura no ranking dos homens mais ricos do planeta da Revista Forbes estão em liberdade. Joesley e Wesley Batista são bilionários e poderosos. Joesley afirmou em delação ter pago propina a 1.829 políticos eleitos. Boa parte destes políticos estão no poder agora. 
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Dilma e Lula, mesmo preso, são os ex-presidentes que mais gastam dinheiro do contribuinte



A ex-presidente chegou na semana passada de mais uma viagem internacional. A petista foi vista desembarcando no aeroporto de Viracopos de um voo da Azul procedente de Miami. Dilma é a campeã em gastos do dinheiro do contribuinte e chegou a torrar nada menos que  R$ 1,4 milhão em 2017. Lula só não consegue superar os gastos da petista porque está preso, mas mesmo assim, o presidiário custa ao contribuinte mais de R$ 1 milhão por ano, considerando apenas as mordomias, como seguranças, carros e assessores pagos com dinheiro do povo. Isso sem contar cerca de R$ 1 milhão em despesas com sua prisão. Lula é vigiado 24 horas por dia por 4 agentes da Polícia Federal, que se revesam em turno na porta da sala especial que abriga o petista no quarto andar do prédio da PF em Curitiba.

As despesas com seguranças, assessores, diárias, passagens, carros oficiais e cartões corporativos de ex-presidentes da República já somam R$ 36 milhões, em valores atualizados pela inflação, desde 1999. O maior gasto em um ano foi feito por Dilma Rousseff (PT) em 2017 – R$ 1,4 milhão. Fernando Collor, atual senador pelo PTC, acumulou o valor que recebeu como ex-presidente durante 11 anos – R$ 8,3 milhões – com os benefícios e mordomias do Senado Federal, que incluem cerca de 80 assessores. Nesse período, ele usou R$ 3,1 milhões da cota para exercício do mandato, o “cotão”.

Desde que deixou a presidência, Lula já torrou cerca de R$ 7 milhões do dinheiro do povo com seguranças, assessores, gastos com cartão corporativo e viagens. O ano de maior gastança de Lula foi 2014, com R$ 1,24 milhão, sendo R$ 750 mil com passagens e diárias.

Segundo a Presidência da República, não há na legislação nada que impeça que Lula mantenha as mordomias de ex-presidente mesmo que seja preso após a condenação em segunda instância na Lava Jato.

Desde que teve o mandato cassado após ter sido condenada pelo crime de responsabilidade fiscal no processo do impeachment, a ex-presidente Dilma tem realizado inúmeras viagens ao exterior, supostamente para denunciar o que entende como um golpe de que teria sido vítima. Apesar do vitimismo, Dilma não fala no golpe no dinheiro do contribuinte, que banca suas mordomias e esperneios internacionais.

O ex-presidente Lula, responsabilizado legalmente por prejuízos milionários ao país, também se diz vítima de perseguição política na prisão. São as vítimas do PT que continuam vitimando os cofres públicos.
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Tentar abafar escândalos significa romper com a cultura do combate à corrupção e os desmandos da classe política



Durante as manifestações de junho de 2013, na esteira dos eventos mundiais que ficaram conhecidos como Primavera Árabe, quando levantes populares se ergueram contra governos corruptos e tirânicos em várias partes do mundo, a sociedade brasileira começava a engatinhar uma cultura completamente integrada aos conceitos de cidadania que prevalecem na maior parte dos países civilizados. Foram as primeiras mobilizações espontâneas da história do país, sem a ancoragem de movimentos ou partidos políticos, como no caso das diretas e outras campanhas históricas.

Esta foi uma as características mais marcantes daqueles atos. As manifestações que balançaram o chão do país e fizeram a classe política tremer ocorreram antes da existência da Operação Lava Jato, mas tiveram importância fundamental para o surgimento da maior investigação contra a corrupção do mundo. Apavorada com a força do levante popular, a ex-presidente Dilma Rousseff mandou desengavetar com urgência vários projetos relacionados ao combate à corrupção. A petista teria tomado a decisão logo após se reunir em um hotel em São Paulo com o ex-presidente Lula e o marqueteiro João Santana. A ideia de apresentar algum pacote para a sociedade teria partido do próprio João Santana. Ainda com os cabelos arrepiados, Dilma assinou a Lei de Delação premiada que tornaria possível não apenas o surgimento da Operação Lava Jato.

Além da investigação ter conseguido revelar a instalação de uma verdadeira organização criminosa no seu da administração pública e em estatais como a Petrobras, os acordos de delação também  culminaram na prisão de vários empresários poderosos, diretores de estatais e políticos de vários partidos, incluindo o ex-presidente Lula.

 Durante sua participação no Brazil Forum UK, em maio do ano passado, Dilma afirmou ter se arrependido de ter assinado a lei que criou a delação premiada.

""Infelizmente eu assinei a lei que criou a delação premiada. Por que infelizmente? Porque ela foi assinada genericamente, sem tipificação exaustiva. E a vida mostrou que sem tipificação exaustiva, ela poderia virar uma arma de arbítrio, de absoluta exceção" reconheceu a petista que teria assinado a Lei de forma atabalhoada, na base da pressão, sem medir as consequências que a lei teria para seu próprio padrinho. 

A sociedade, que vinha em uma boa toada cultura do combate à corrupção, se sentiu ainda mais encorajada a lutar por um país melhor após a sequência de crimes envolvendo desvio de bilhões do dinheiro do povo revelados pela Operação Lava Jato. Milhões de cidadãos se mobilizaram em dezenas de manifestações que culminaram no impeachment da ex-presidente Dilma.

Durante aqueles episódios, observou-se a absoluta falda de cidadania e comprometimento com o aprimoramento da Justiça do Brasil por uma parte significativa da sociedade, que teimava em negar o óbvio a fim de proteger seus políticos de estimação. Setores da imprensa, sindicatos e militantes fanáticos serviam de bom grado como massa de manobra de forças políticas apodrecidas. Ninguém parecia preocupado com o Brasil, mas sim em livrar a cara de seus políticos de estimação. Hoje, parte daqueles que se notabilizaram exortando as manifestações populares estão do outro lado, mas se comportando exatamente da mesma forma que aqueles que ajudaram a derrubar do poder.

As eleições presidenciais foram marcadas por promessas de intolerância com a corrupção, uso de laranjas em campanhas, desvio de dinheiro do povo do famigerado fundo eleitoral, crimes de caixa 2 e com refúgio covarde de políticos nas barras das togas dos ministros do STF em busca de foro privilegiado. Todos estes eventos marcaram o início do governo Bolsonaro. Em pouco mais de dois meses, integrantes do atual governo tiveram seus nomes envolvidos em escândalos, antes intoleráveis por parte da população que foi às ruas para livrar o país do PT e de seus associados coniventes com o que houve de mais nefasto em termos de plano de poder no Brasil.  São péssimos sinais emitidos por um governo ainda tão incipiente, mas que havia firmado um compromisso com a sociedade no sentido de zelar pela moralidade, transparência e retidão. 

No entanto, apesar de tantos escândalos e nuvens de suspeições que pairam sobre integrantes do governo Bolsonaro, membros de sua família e de seu partido, parte da sociedade passou a se comportar como os petistas e psolistas da vida, passando pano até em declarações de ministros que se referem aos brasileiros como ladrões canibais. 

A sociedade se dividiu no Brasil de 2019 entre os que ainda defendem os corruptos do PT, os que passam pano e fazem cara de paisagem sobre escândalos envolvendo o entorno do presidente Jair Bolsoanro e os que testemunham abismados a todo este espetáculo de hipocrisia, enquanto são agredidos pelos dois primeiros grupos.  A conclusão a que se chega é a de que os maiores problemas do Brasil não são os políticos, mas sim alguns brasileiros que insistem em passar vergonha defendendo seus políticos de estimação, sejam de que partido for. A imparcialidade por parte da maioria dos eleitores ainda é um miragem em um país tão castigado pela classe política. Demagogos hábeis ainda conseguem hipnotizar cidadãos incautos ou interesseiros, que deixam de defender interesses coletivos para idolatrar políticos. 

Este comportamento não se repete na maior parte dos países civilizados, onde os próprios membros de governos envolvidos em escândalos pedem demissão de seus cargos, pois sabem que o repúdio da sociedade quanto ao menor desvio de conduta é irreversível. Ao interromper a cultura da intolerância quanto à corrupção e aos desmandos da classe política, parte da sociedade brasileira, desta vez liderada por outros grupos de interesses, comprova que o Brasil ainda tem um longo caminho no processo de aprimoramento político e Democrático. Sem cidadania, a classe política e as elites dominantes tendem a continuar a sapatear na cara do povo, enquanto parte dele ainda aplaude.

O Brasil parece condenado a padecer da humilhação imposta historicamente por sua classe política e suas elites. Os recentes escândalos envolvendo integrantes do novíssimo governo do presidente Jair Bolsonaro são uma pequena prova de que, ao contrário do que se pode supor, o maior problema do Brasil são os brasileiros. Parte deles desistiu do país para defender seus políticos de estimação. O problema é que, agindo desta forma, não se dão conta de que estão pavimentando a volta dos outros grupos. Assim, o país poderá passar décadas nas mãos de políticos populistas e demagogos suportados por uma nação de fanáticos e cegos para o próprio destino.


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Colunista de O Globo parece inconformada com vitória de Bolsonaro e o compara a Dilma



Muitos podem não gostar da figura do presidente Jair Bolsonaro, assim como muitos não gostam do ex-presidente Lula. Mas dai a não aceitar sua vitória na eleição e o fato de que é sim um brasileiro normal que se tornou o presidente do Brasil, há uma grande diferença.

O descontentamento de alguns beira as raias do absurdo e transbordam a crítica política convencional, resvalando para ataques pessoais, ironias e até mesmo preconceito por se tratar de uma pessoa simples.

Mas ao que tudo indica, não apenas algumas pessoas, como também certos veículos de comunicação, insistem em tentar desqualificar Bolsonaro justamente por aspectos de seu comportamento que, para milhões de eleitores, são virtudes. A colunista Cora Rónai, de O Globo, parece ser um desses seres 'superiores' que insistem em 'rebaixar o presidente à condição de um mero brasileiro'.

Em sua coluna no Globo desta semana, Cora diz que O “mito” que cresceu nas redes e no imaginário popular é uma espécie de Dilma, uma figura estruturada do nada a golpes de marketing. Cora se diz feliz pelos três dias de refúgio nos Estados Unidos, de onde diz que o Brasil se tornou um país insuportável. Ao que tudo indica, O Globo parece manter o emprego de Cora Rónai apenas por suas virtudes em atacar a pessoa do presidente e agradar a leitores preconceituosos que não se conformam com a vitória de um autentico representante do povo brasileiro dos dias atuais.

Diz Cora em sua coluna no Globo esta semana que "Ninguém aguenta mais um governo que já está em frangalhos antes mesmo de começar. A foto de Bolsonaro vestido de moleton, camiseta pirata, chinelo Rider e paletó alheio é uma daquelas imagens que, quando vistas, não se podem desver. Daqui a muitos anos, quando conseguirmos olhar desapaixonadamente para os tempos que correm, ela vai funcionar como uma espécie de resumo deste reinado.

Os trajes do presidente não traduzem a “simplicidade” que ele almeja, apenas desmazelo e esculhambação. A sua postura nega qualquer descontração. Seus defensores foram rápidos nas redes sociais, lembrando todos os pontos e complicações da cirurgia por que passou; mas é perfeitamente possível ficar confortável sem ostentar tanta deselegância e tão pouco senso de respeito ao cargo.

O que as roupas de Bolsonaro dizem é que ele não tem a mínima ideia de onde está e da importância do seu emprego.

Aliás, estou cada vez mais convencida de que o Bolsonaro que foi para a presidência não existe. Enquanto caminhava com as próprias pernas, Jair Bolsonaro era apenas um deputado do baixo clero, que provavelmente teria continuado na Câmara sem fazer nada até o fim da vida, chamando a atenção com pequenos escândalos sem grandes consequências.

O “mito” que cresceu nas redes e no imaginário popular é uma espécie de Dilma, a Gerentona, uma figura estruturada do nada a golpes de marketing.

Esse “mito” é, em boa medida, uma invenção dos filhos, que se apropriaram das suas redes sociais, souberam interpretar a insatisfação do eleitorado e lhe ofereceram o herói antitudoissoqueaíestá que desejava.

Por isso, não adianta imaginar que, em qualquer momento, os filhos se distanciarão politicamente dele, ou da sua conta no Twitter.

O Bolsonaro que foi eleito não existe. O Bolsonaro que existe não tem nem inteligência nem consistência para seguir adiante sozinho com a farsa".

Pelo visto, a jornalista tão culta e tão superior, a partir de um hotelzinho em São Francisco, nos Estados Unidos, não se conforma com o fato de Bolsonaro ocupar agora o Palácio da Alvorada, onde vive, e despachar em seu gabinete presidencial no Palácio da Alvorada, de onde comandará o país pelos próximos quatro anos. Talvez, a Cora Rónai não se conforme com o fato de que um brasileiro comum, praticamente um suburbano, seja conhecido em todo mundo, que deve ser recebido e receber a vista de muitos chefes de Estado e que será responsável pela tomada de decisões importantes para o país, seja bem mais relevante para o país e o mundo que ela, apenas mais uma ilustre desconhecida na fila do pão.

O Brasil é um país Democrático, onde todo cidadão tem todo o direito de expressar seu descontentamento com seus líderes, seja de ordem prática ou pessoal. No entanto, observações desta natureza podem ser feitas em blogs pessoais, páginas nas redes sociais ou em mesas de boteco. Inconformismo não é jornalismo. Sob o ponto de vista do país, críticas pontuais sobre atos do governo são sempre positivas, no sentido de contribuir para o aprimoramento da administração pública e conquistas para o país. Já as críticas movidas por ódio, preconceito ou puro personalismo não contribuem em nada para o debate nacional.
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Bolsonaro é criticado nas Redes Sociais por ter escolhido ex-ministro de Dilma como seu líder no Senado



O presidente Jair Bolsonaro foi duramente criticado por apoiadores nas Redes Sociais por ter escolhido o ex-ministro de Dilma Rousseff, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), como seu líder no Senado. Segundo o Estadão, "Ao todo, o senador é alvo de cinco inquéritos, dois deles por supostos crimes contra a lei de licitações quando era prefeito de Petrolina, dois do período em que era secretário estadual e um da época em que foi ministro".

A decisão da escolha do ex-ministro de Dilma para líder do governo no Senado se deu em meio à confusão de vazamentos de áudios de conversas entre o presidente e o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno.

O presidente teria sido pressionado por interlocutores no sentido de melhorar relação do governo com MDB, maior bancada da Casa, numa manobra que foi vista por muitos como a velha política do 'toma lá da cá' por parte do Palácio do Planalto.

O ex-ministro de Dilma já foi informado sobre a decisão do presidente pelo ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil). Segundo Fernando Bezerra, será marcada uma reunião entre ele, Lorenzoni e Bolsonaro amanhã ou na quinta-feira, para conversar sobre as pautas prioritárias do Planalto no Senado.


Bezerra já foi prefeito, deputado estadual, deputado federal, ministro da Integração Nacional (governo Dilma Rousseff).

Segundo o=O GLOBO, "O nome de Bezerra chegou a ser questionado por uma ala do governo. A alegação contrária foi a de que ele é alvo de inquérito no âmbito da Lava-Jato.

— Há investigações arquivadas e outras em fase de apuração. O fato é que eu tenho 37 anos de vida pública e nunca tive sentença transitada em julgado ao meu desfavor — se defende Bezerra"
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BNDES divulga lista dos maiores tomadores de e̶m̶p̶r̶é̶s̶t̶i̶m̶o̶ dinheiro do contribuinte




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Palocci confirma que Dilma se elegeu com propina da JBS. Mais de R$ 500 milhões em contas no exterior




O ex-ministro Antonio Palocci voltou a afirmar que a campanha da ex-presidente Dilma Rousseff foi irrigada com propina paga pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS.

O Globo divulgou trechos de um depoimento inédito no qual Palocci confirma ter conhecimento sobre uma conta no exterior aberta pelo empresário Joesley Batista, da J&F, para depositar propina destinada ao PT e à campanha que elegeu Dilma Rousseff , em 2010. O montante teria sido acertado com o ex-ministro Guido Mantega. O próprio Joesley Batista confirmou em sua delação premiada que a propina repassada ao PT para a campanha de Dilma teria chegado a US$ 150 milhões e sido utilizado para comprar o apoio de aliados e financiar o caixa dois da eleição da petista. O valor mencionado pelo empresário supera a casa dos R$ 500 milhões pela cotação atual.

Tanto Dilma quanto Joesley Batista estão soltos. As informações são de O GLOBO

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O PT foi o partido que mais roubou no Brasil. Mesmo fora do poder, petistas devem continuar atrapalhando o país



Não há qualquer dúvida entre a maioria dos brasileiros de que o PT é o partido que mais roubou o Brasil em toda a história republicana. A sensação de que, com Lula e Dilma, o PT roubou mais do que todos os governantes do país desde o seu descobrimento é fortalecida pelas inúmeras investigações e revelações de casos de corrupção envolvendo os integrantes da legenda.

Segundo delatores como Marcelo Odebrecht e o ex-ministro Antonio Palocci, o PT ficou com 1,2 e até 3% dos bilhões do dinheiro do contribuinte que bancaram obras superfaturadas, empréstimos a grupos poderosos e benefícios fiscais a empresários inescrupulosos. Isto significa que para conseguir alguns  milhões em esquemas de corrupção, os governos do PT tiveram que liberar bilhões para os tubarões das empreiteiras, bancos, da empresa de telefonia OI, para o grupo JBS/Friboi, etc.

Os mortos de fome do PT simplesmente destruíram a economia brasileira. Injetaram bilhões em negócios fraudulentos, tornaram os bilionários do país ainda mais bilionários, em troca de pequenas comissões. Para o povo, apenas as migalhas. Para se ter uma ideia, todo o programa Bolsa Família custa menos de R$ 25 bilhões ao ano. O PT chegou a desviar para seus amigos mais de R$ 500 bilhões, ou 20 anos de Bolsa Família, via BNDES. Dilma concedeu outros 20 anos de Bolsa Família em isenções fiscais para empresários amigos quando estava no poder. Isso mesmo. Foram R$ 500 bilhões em incentivos fiscais. Isso tudo praticamente sem gerar empregos.

Longe de ser uma exceção na classe política, o PT foi liderado basicamente por pessoas sem classe, mortos de fome, ex-assaltantes, guerrilheiros, pessoas incompetentes e ressentidas pelo sucesso alheio. O próprio Lula é reconhecido por seus antigos aliados como um homem invejoso e vingativo.

Com base em retrospectos tão vulgares, com perfis de líderes corruptos, vingativos e baixos, não há qualquer indicativo de que irão mudar, após terem sido banidos do poder. Há uma expectativa de que os integrantes do PT continuam a sabotar o Brasil, arrastando o país para a velha política do quanto pior melhor, da oposição sistemática prevista em seus estatutos primordiais e cartilhas ultrapassadas.

O congresso precisará aprovar projetos importantes, como a Reforma da Previdência, a Reforma Tributária e os pacotes que endurecem as leis contra criminosos de toda sorte, inclusive os corruptos. Não será nenhuma surpresa se os integrantes do PT continuarem atuando como sempre atuaram em outros governos, torcendo para o pior para o país na esperança de voltarem ao poder em meio ao caos. 
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Gleisi Hoffmann enfrenta críticas por apoiar Maduro



A presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann, rebateu a críticas sutis feitas pelo candidato do partido derrotado nas últimas eleições presidenciais, Fernando Haddad, sobre sua ida à Venezuela para prestigiar a posse do presidente daquele país, Nicolás Maduro.

Houve um princípio de bate boca entre Gleisi e Haddad em reunião da Executiva Nacional da legenda neste final de semana, em São Paulo.. "Segundo relatos, durante o encontro Haddad teria argumentado que suas críticas à viagem de Gleisi foram de “método e não de mérito”. Ainda na Executiva, Gleisi tomou o microfone e rebateu Haddad. “Eu discordo dele. Acho que não é só questão de método. Tem um fundo político nisso. O PT tem que discutir, mas já temos uma posição pública que é a defesa da autodeterminação dos povos, da soberania e do reconhecimento do resultado das eleições”, disse a presidente do partido.

A ida de Gleisi à posse de Maduro dividiu opiniões no PT. Setores do partido reclamaram do fato de a presidente ter tomado a iniciativa sem consultar a direção e enxergaram no gesto de Gleisi um movimento rumo à esquerda petista e aos movimentos sociais em busca de apoio para a sua reeleição. O mandato de Gleisi termina este ano".

Haddad se queixou pelo fato de uma delegação do PT ter seguido para a Venezuela sem que os demais integrantes do partido fossem consultados. Segundo fontes, é provável que o petista ainda se ressinta da derrota nas últimas eleições, atribuídas por muitos na legenda ao desgaste da imagem do partido perante a situação crítica na Venezuela.

Além de atuar como defensora incansável da ex-presidente Dilma, do ex-presidente Lula, preso em Curitiba, Gleisi também tem sido uma ferrenha defensora do ditador Nicolás Maduro.

Com informações da Gazeta do Povo
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Moro diz que crime de caixa dois pode render até oito anos de prisão, mas não vale para casos antigos



O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou esta semana que crime de caixa dois pode render até oito anos de prisão a partir de sua proposta de reforma penal. Apesar do endurecimento das Leis de combate à corrupção, incluindo a prática de uso de caixa 2 para trapacear as eleições, não prevê punição para casos antigos.

A prática de crimes de caixa dois foi um dos principais tipos penais investigados na Operação Lava-Jato, que revelou que empresas como a JBS, Odebrecht entre outras, repassavam recursos não declarados a políticos simpáticos aos esquemas de corrupção que prosperaram durante os governos do PT de Lula e Dilma. Pela proposta de Moro, caso a norma seja aprovada, a movimentação não declarada de recursos de campanhas eleitorais pode ser punida com até oito anos de cadeia. A alteração será válida apenas para crimes cometidos futuros.

Pelo projeto, serão classificadas como crime de caixa dois as práticas de "arrecadar, receber, manter, movimentar ou utilizar qualquer recurso, valor, bens ou serviços estimáveis em dinheiro, paralelamente à contabilidade exigida pela legislação eleitoral". Uma situação que se enquadra na confissão do ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

O deputado do DEM admitiu que recebeu dinheiro por meio de caixa 2 da JBS : “Final da campanha, reta final, a gente cheio de dívidas com fornecedores, pessoas, eu usei o dinheiro. E a legislação brasileira não permite fazer a internalização desse recurso”“Quero pedir desculpas ao eleitor que confia em mim pelo erro cometido", disse o ministro de Bolsonaro em vídeo divulgado nas Redes Sociais.

Segundo o projeto de Moro, as penas básicas para a movimentação de dinheiro não declarada seriam de dois a cinco anos. Mas poderiam ser aumentadas em até dois terços para agentes públicos que se envolvessem com a prática deste tipo de crime. As punições seriam direcionadas "a quem doar, contribuir ou fornecer recursos, valores, bens ou serviços" não registrados a campanhas eleitorais.

Também estariam sujeitos as mesmas punições "candidatos e os integrantes dos órgãos dos partidos políticos e das coligações quando concorrerem, de qualquer modo, para a prática criminosa".

Moro já se manifestou inúmeras vezes sobre a prática do crime de caixa 2, abordada como uma forma covarde de sabotagem da Democracia. Entre os estudiosos deste tipo de crime, há um consenso de que os beneficiários do dinheiro sujo acabam contemplando interesses obscuros daqueles que os financiam.

Além do ex-presidente Lula, que está preso por crimes comuns como corrupção e lavagem de dinheiro, a ex-presidente Dilma Rousseff, segundo o delator Joesley Barista, dono do grupo JBS, também teve suas campanhas financiadas por milhões em dinheiro de caixa 2. A petista, que parece ter sido blindada pelo Ministério Público Federal desde a gestão de Rodrigo Janot, não enfrentou maiores transtornos com a Justiça, apesar de ter sido delatada várias vezes. O próprio Onyx Lorenzoni, que confessou que recebeu caixa 2 da JBS, acabou se tornando um dos principais ministros do governo do presidente Jair Bolsonaro.
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A pior geração de políticos que o país já viu. O povo sofreu nas mãos do PT



O projeto de poder do PT fracassou. Fato. O projeto de poder do PT foi compartilhado por todos os partidos de esquerda do país. Todos eles prosperaram durante mais de uma década de corrupção comandada pelo PT. Eles não fracassaram. Quem fracassou foi o povo que depositou sua esperança na pior geração de políticos que já ocupou o poder no Brasil.

Após quase uma década e meia no comando do país, os membros do partido não conseguiram criar condições sólidas de desenvolvimento para as camadas mais vulneráveis da sociedade. Os pobres continuam vivendo em condições precárias, seus filhos continuam tendo uma educação de péssima qualidade e vulneráveis a situações de exploração em todos  aspectos, seja na questão do subemprego, prostituição, criminalidade e narcotráfico.

Ao contrário do que dizem, milhões de pais também não conseguiram estabelecer uma base segura para sustentar suas famílias durante os governos de Lula e Dilma. O regime do PT foi todo baseado em esquemas de corrupção e favorecimento de grandes grupos empresariais. Um modelo  neo desenvolvimentista extrativista e até neocolonial amplamente baseado na cultura da propina. Ao povo mais humilde, coube apenas as migalhas. Em treze anos, o PT não realizou nenhuma das grandes reformas, como a agrária, a urbana, previdenciária ou trabalhista por um simples motivo: nunca se importaram com nada disso.

Os governos do PT de Lula e Dilma surfaram na mais extraordinária onda de prosperidade mundial durante quase uma década de commodities supervalorizadas no exterior e não souberam aproveitar os benefícios em prol da sociedade, com investimentos em infraestrutura, por exemplo. Sob o comando de Lula, o Brasil enterrou mais U$ 500 bilhões em empresas simpáticas conhecidas como as “campeões nacionais” como empresas de telefonia, cerveja, carne e empreiteiras. Praticamente todas as “campeões nacionais” do PT faliram ou deram um belo calote no BNDES.

Sob o comando de Dilma, o Brasil Concedeu benefícios extraordinários para empresários, e lá se foram outros cerca de R$ 500 bilhões. Uma verdadeira fortuna simplesmente evaporou sob a forma de incentivos fiscais para o setor automotivo, empresas de eletrodomésticos e afins. Tudo isso sem nenhuma contrapartida social como a geração de empregos. Os empresários lucraram vendendo mais, os bancos lucraram emprestando mais dinheiro e o pobre se endividou, ficou com o nome sujo e muitos tiveram que devolver os bens que comprara. E o governo arrecadou menos R$ 500 bilhões que deixaram de ser investidos justamente em favor dos mais pobres, em áreas como a saúde, segurança e educação.

As maquiagens nas contas públicas através da tal da 'contabilidade criativa' que resultou no episódio das pedaladas fiscais aprofundaram a crise econômica no país. O Brasil foi rebaixado pelas maiores agências de classificação de risco do mundo, perto de 2 milhões de empresas faliram entre 2014 e o final do governo Dilma, e 14 milhões de chefes de família ficaram sem emprego.

Não bastassem os erros no campo econômico e político, a malversação do dinheiro público e o favorecimento de grandes grupos econômicos em detrimento dos pequenos empresários, o PT roubou como se o mundo fosse acabar amanhã.

Diante de toda esta tragédia na vida dos brasileiros, toda a esquerda brasileira ainda insistiu em defender os governos e membros do PT que criaram uma verdadeira organização criminosa para assaltar a Petrobras, o BNDES, os fundos de pensão das estatais e e até mesmo os servidores aposentados endividados que contraíram empréstimos consignados nos últimos cinco anos.

Toda a esquerda brasileira ficou ao lado de Lula, Dilma e a organização que dizimou a economia do país. Não haverá como se desvencilhar de tudo isso. todos foram coniventes com todos estes erros ao longo de quase uma década e meia, se aliaram ao lixo da história do país e dele se alimentaram. Tarde demais para todos.

O povo sofreu nas mãos do PT, mas finalmente deu a volta por cima. 
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Lula aparece com benefício de R$ 56,7 mil na Caixa Preta de 'anistiados políticos' da era PT, mostra revista




A revista ISTOÉ desta semana traz revelações bombásticas sobre o esquema de “Concessão de Aposentadoria Especial de Anistiado” durante os governos do PT de Lula e Dilma. Na matéria divulgada pela revista, o ex-presidente Lula aparece relacionado a um valor de aposentadoria de R$ 56,7 mil.

“Concessão de Aposentadoria Especial de Anistiado” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atualmente preso numa sala-cela da Polícia Federal de Curitiba. A ação em exame pela Comissão Nacional de Anistia versa sobre um valor de aposentadoria de R$ 56,7 mil. Não se sabe, porém, se Lula recebe uma pensão nesse valor ou se foi contemplado com esse montante de indenização em uma única vez. Não se consegue na verdade saber nenhum detalhe a mais do processo – uma verdadeira caixa-preta. Tudo porque a Dataprev, que organiza as informações de pensões pagas pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), simplesmente informa que não consegue “gerar o arquivo” referente à aposentadoria de Lula"

Clique aqui para ler a matéria completa na ISTOÉ
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Dilma quer bater de frente com Damares Alves e diz que tem direito a pensão por perseguição do regime militar



A confirmação de que a ex-presidente Dilma Rousseff realmente entrou com um recurso pedindo uma pensão vitalícia de mais de R$ 10 mil sob a alegação de que foi perseguida pelo regime militar acabou tirando a petista da toca.

Diante de declarações da ministra da Família, Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves, que sinalizou na semana passada que a Dilma não será indenizada em um pedido feito à Comissão de Anistia, a petista veio a público defender seu pedido e disse que tem direito a receber pensão.

Segundo Dilma, o direito a uma pensão de mais de R$ 10 mil mensais  "não pode ser negado pela história", disse a petista, que já recebeu cerca de R$ 70 mil de três estados e teria se aposentado de forma fraudulenta após o impeachment:

"Uma figura do atual ministério declarou à mídia que vai negar meu pedido de indenização porque eu já havia recebido tal indenização dos três referidos estados [São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais]. Não me surpreende. Este governo trata os adversários políticos como inimigos e a inimigos não se indaga nem se questiona as razões. Assim, desconhece que a Comissão de Anistia do Governo Federal, na grande maioria dos casos, deduziu dos pedidos da União as indenizações recebidas dos estados federados", escreveu Dilma.

Segundo a ex-presidente, as indenizações que já recebera do estados de São Paulo e Rio de Janeiro, onde fora presa e interrogada pela repressão, foram doadas ao grupo Tortura Nunca Mais.

"Disso não me arrependo. Sei que o Brasil não irá se conciliar com sua história enquanto a tortura for uma política praticada por agentes públicos. Por isso, a atuação do Tortura Nunca Mais segue tão importante.", argumentou.

A ex-presidente escreveu ainda que decidiu recorrer à Comissão de Anistia do Governo Federal após o processo de impeachment, o que afasta qualquer "impedimento de ordem ética."

"Reafirmo ter sido vítima da tortura e da brutalidade da ditadura militar, como centenas de outros jovens e velhos militantes de esquerda. Muitos perderam suas vidas naquele período", declarou Dilma. "O que é meu por direito não poderá ser negado pela história e pela Justiça."


De acordo com matéria publicada pela revista Época no dia 31 de janeiro, a ministra Damares Alves   disse que a ex-presidente "já está indenizada três vezes pela dor e pelo sofrimento que ela passou". Dilma não gostou e agora demonstra disposição de bater de frente com a ministra do governo do presidente Bolsonaro. 
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