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Humberto Costa assumiu que era hora de assumir a corrupção do PT



No auge da Operação Lava Jato, muitos petistas foram acuados pelos fatos revelados pela maior investigação contra corrupção da história do país e se viram forçados a reconhecer que o partido havia metido os pés pelas mãos nos métodos de financiamento da legenda. O então senador foi um dos primeiros integrantes dodo núcleo duro do partido a vir a público reconhecer que havia chegado o momento de o PT admitir a corrupção e pedir desculpas ao povo.

"Humberto Costa (PT-­PE) foi ministro da Saúde do governo Lula, esteve no olho do furacão durante a prisão de Delcídio do Amaral, o ex-petista preso tentando obstruir a Lava-Jato, e durante o traumático processo de impeachment da correligionária Dilma Rousseff. Atuou na linha de frente para amparar o que restou do PT e era o líder do partido no Senado até duas semanas atrás. É, portanto, um petista do núcleo duro da legenda — e, também, a primeira voz autorizada a dizer publicamente, como fez em entrevista a VEJA, que chegou a hora de o PT admitir que se envolveu em corrupção, pedir desculpas à sociedade" dizia a matéria da revista na época. (confira aqui)

O petista histórico foi apenas um dos membros do partido que acabaram reconhecendo que a legenda fez jus ao sentimento anti-PT que tomou conta de parte da sociedade ao longo dos últimos anos. Esta entrevista de Costa comprova que as críticas contra o partido e seus integrantes não foram invenção da imprensa ou da oposição.
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Raposas da política fazem a festa com desidratação de Bolsonaro. O Povo Brasileiro é vítima da história.



O presidente Jair Bolsonaro conseguiu expor sua profunda fragilidade política no episódio em que rompeu com a estrela maior de seu time, o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. A avaliação nos bastidores de Brasília é a de que a iniciativa do presidente foi na verdade um gesto de puro desespero.

De fato, não há como negar que, na relação custo x benefício, Bolsonaro teve que tomar decisões que contrariam a lógica. Romper com um membro de seu governo que representa seu maior compromisso de campanha, o combate à corrupção e lavagem de dinheiro, não foi uma decisão inteligente, segundo analistas.

Bolsonaro sabia que perderia pelo menos 30% de seus apoiadores ao romper com Moro, que sempre apareceu em pesquisas de opinião com o dobro da margem de aprovação popular perante o próprio Bolsonaro. Embora não seja uma unanimidade em nenhum espectro político nacional, Moro levou consigo a parcela de apoiadores da Lava Jato que, por tabela, apoiavam Bolsonaro.

Para tomar uma atitude dessas, ou seja, abrir mão de parte significativa de seus apoiadores, perder o discurso do combate à corrupção e romper com a cultura que culminou em sua eleição, Bolsonaro acabou expondo, de forma subliminar, que tina mais a perder, caso não interferisse na Polícia Federal, contrariando Moro e vendo a joia da coroa ir embora de seu governo.

Esta foi a deixa para que as velhas raposas da política nacional fechassem o cerco em torno do agora fragilizado Bolsonaro. A aproximação do presidente com figuras como Gilberto Kassab, roberto Jefferson, Ciro Nogueira e Valdemar Costa Neto, entre alguns investigados por corrupção, réus no STF e até um ex-presidiário, é sinal de que as coisas estão mesmo feias para o lado de Bolsonaro.

Além da perda de capital político com a briga com Moro, o rompimento com praticamente todos os seus compromissos de campanha tem sido outro fator que tem afugentado antigos apoiadores. Ideais como fortalecer a Lava Jato, aperfeiçoar os mecanismos de combate à corrupção e lavagem de dinheiro, banir a política do toma lá da cá e moralizar a Presidência da República foram todos sepultados ao longo de seu primeiro ano de governo.

Estes pontos negativos poderiam ter sido atenuados, caso o governo Bolsonaro tivesse entregue o desempenho prometido na área econômica, mas o fato é que o pibinho de 2019 desencantou boa parte dos liberais que viam o presidente com entusiasmo. Logo após a posse, Bolsonaro se dedicou à escalada de atritos com a imprensa para tentar mitigar escândalos como o caso Queiroz, as rachadinhas, denúncias de uso de laranjas por parte de seus ministros e emprego de assessores fantasmas em seu gabinete em Brasília nos tempos de deputado. Bolsonaro também gastou muita energia na tentativa frustrada de conseguir uma vaga de embaixador para o filho Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, enquanto seu ministro da Economia, Paulo Guedes, dedicava meses de trabalho para tentar convencer parte do Congresso de que a volta da CPMF seria uma boa saída para o país. Apesar do céu de brigadeiro em 2019, os números da economia foram  bem inferiores aos de 2018.

Além de vítima de uma facada, Bolsonaro acabou se tornando vítima de seu discurso de campanha, das promessas milagrosas de Guedes, das investigações envolvendo o filho Flávio Bolsosonaro e do possível desespero de um pai em proteger o filho. Mesmo ciente de que não faria nada para acabar com o foro privilegiado, sigilos de gasotos, mamatas e privilégios que acabou perpetuando, Bolsonaro também se tornou vítima dos anseios de parte da população no tocante ao combate à corrupção e a impunidade que teve que incorporar ao seu discurso para vencer a campanha eleitoral.

O mito foi eleito, mas cresce entre os brasileiros a impressão de que quem levou a facada foi o povo. E bem no meio das costas. Por força das circunstâncias, Bolsonaro acabou traindo o povo brasileiro. 
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Mourão irá manter política do governo, caso Bolsonaro se torne alvo de impeachment?



Apesar dos ataques originários de vários setores do próprio bolsonarismo, o vice-presidente Hamilton Mourão tem sido um fiel escudeiro do presidente Jair Bolsonaro nos momentos de crise. Discreto, Mourão tenta não interferir na escolha de ministros, evite alimentar polêmicas e até colabora nos bastidores em acordos para ampliar a base aliada do governo.

Segundo bastidores, um grupo formado por deputados, senadores, juízes do Supremo Tribunal Federal (STF) e ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) tem discutido reservadamente "o destino do presidente Jair Bolsonaro e cenários sobre como socorrer setores econômicos após a pandemia do novo coronavírus. Com o pedido de demissão do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, e as duras acusações contra o presidente feitas pelo ex-juiz da Lava-Jato, o grupo apelidado de “resistência democrática” acredita que pode ganhar relevância nos debates sobre o futuro do país, discutir mais concretamente a viabilidade ou não de um processo de impeachment e influenciar tomadas de decisões para manter um mínimo de governabilidade".

A avaliação de que Bolsonaro está desidratado politicamente só não prevalece em Brasília por conta dos acordos com setores do Centrão e a disposição do presidente em lotear cargos no 2.º e 3º escalões para companheiros de partido dos tempos em que era um deputado do baixo clero em partidos como PP e PTB. As alianças e primeiras negociatas na base do toma lá da cá com políticos como Valdemar da Costa Neto, Arthur Lira, Roberto Jefferson e Ciro Nogueira desagradam parte dos apoiadores de Bolsonaro. Resta saber se o presidente vir a cair em um eventual processo de impeachment, seu vice Mourão manterá os mesmos acordos que tanto incomodam os apoiadores raiz do atual governo. Lembrando que Mourão é uma peça fundamental deste governo, que foi eleito, juntamente com Jair Bolsonaro, e que, caso assuma a Presidência da República, o governo será praticamente o mesmo. Ao contrário do que ocorreu com Dilma e Temer, quando os dois se tornaram opositores ainda durante o mandato de Dilma, Mourão e Bolsonaro ainda mantém as afinidades originais dos tempos de campanha. Num eventual cenário de impeachment, o Brasil não teria um governo novo, mas a continuidade do governo Bolsonaro. 
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Moro contrata advogado que já defendeu Marcelo Odebrecht e Eduardo Cunha



Segundo o colunista Lauro Jardim, de O Globo, o ex-juiz Sérgio Moro contratou o advogado Rodrigo Sánchez Rios para acompanhar seu depoimento à Justiça na sede da  Polícia Federal em Curitiba neste sábado. O depoimento está no âmbito do inquérito contra o presidente Jair Bolsonaro. Segundo a publicação, o advogado contratado por Moro teve clientes ilustres na Lava jato, como Marcelo Odebrecht e Eduardo Cunha.

Dia a matéria:

"Nada como um dia depois do outro: Rodrigo Sánchez Rios, o advogado contratado por Sérgio Moro e que o acompanhou em seu depoimento hoje à PF paranaense, defendeu também vários presos célebres da Lava-Jato.

Foi advogado, por exemplo de Marcelo Odebrecht e Eduardo Cunha.

Defendeu também a Engevix nos processos da Lava-Jato. Sempre foi tiudo como próximo de Moro".

Com informações de O Globo
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Apoiadores de Bolsonaro e Sérgio Moro saem na porrada no portão da Polícia Federal em Curitiba



Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e do ex-juiz Sérgio Moro entraram em confronto em frete à sede da Polícia Federal em Curitiba, símbolo da Operação Lava Jato. Os grupos foram para o local por motivos diferentes.

Os bolsonaristas foram protestar contra o depoimento do ex-juiz Sérgio Moro sobre as acusações que fez a Bolsonaro. Já os apoiadores do principal personagem da Operação Lava Jato e apontado como o homem que livrou o país do PT foram para o local para apoiar o depoimento de Moro contra Bolsonaro. O confronto foi batizado por alguns policiais federais locais como Lavajatistas VS Milicianos.


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Bolsonaristas se calam sobre caso Queiroz e se dizem contra corrupção? É hipocrisia que chama?



Dizem que bolsonarista é um petista com o polo invertido. Não apenas no sentido do fanatismo por seu político de estimação, como também pelo pavor que eles sejam alvos de investigações. Assim como o petismo, o bolsonarismo representa aproximadamente um terço da população.

A vitória de Bolsonaro na eleição de 2018 só ocorreu por conta de uma parcela que queria evitar a volta do PT ao poder, mas que nunca apoiou um amante da ditadura defensor de torturador que mamou como deputado do baixo clero por quase três décadas sem fazer nada pelo país.

Bolsonaro surfou na onda e se apropriou do discurso anti-PT mesmo tendo votado com o PT por quase toda sua vida parlamentar. Prometeu privatizações logo que tomasse posse, mas o que fez foi aparelhar as estatais com amigos militares, inclusive a famigerada estatal do Trem Bala da Dilma.

O escândalo envolvendo seu amigo de décadas, o ex-PM Fabrício Queiroz, até hoje não esclarecido, revelou que o eleitor de Bolsonaro é tão hipócrita quanto ele. São os mesmos que tentam justificar a demissão do ex-diretor da Polícia Federal, Maurício Valeixo, a quem Bolsonaro poderia solicitar informações republicanas a qualquer momento. Qual o motivo trocar um diretor querido em toda a instituição para colocar um amigo de sua família no posto? Era isso que Moro queria saber. Trocar pra quê?

Enquanto muitos tentam fazer cara de paisagem, fingindo que isso é normal, cerca de 70% da sociedade observa o cinismo e a hipocrisia do bolsonarismo. Gente que se dizia contra a corrupção apoiando retrocesso no Coaf, acordão, operação abafa nas investigações sobre rachadinhas e outras práticas condenáveis da velha política.

O silêncio dos bolsonaristas sobre o caso Queiroz é apenas um retrato da hipocrisia que há por trás do retrocesso do país. O caso Queiroz pode ser apenas a ponta de um emaranhado de crimes que podem levar muitos para a cadeia. É mais um caso daqueles que pode ter originado acordos espúrios, negociação de cargos na máquina pública, desativação da Operação Lava Jato e a derrubada de Sério Moro e Maurício Valeixo. 
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'Todos os corruptos blindarão Bolsonaro agora', diz Janaina Paschoal



As dissertações acerca do óbvio parecem alcançar até mesmo representantes da elite bolsonarista do passado. A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP), disse essa semana em entrevista que a crise que resultou no pedido de demissão do ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro abre espaço para o avanço da corrupção no governo de Jair Bolsonaro.

Segundo a deputada, as manobras para derrubar Sérgio Moro e o ex-diretor-Geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, são incontestes. "Ficou evidente que Bolsonaro tem muito a esconder", analisou a deputada, completando: "O fato é que todos os políticos corruptos blindarão o presidente agora";

Janaína vai além e sugere que Bolsonaro já tinha a intenção de enfraquecer a Lava Jato lá atrás, quando convidou Moro para seu governo. Segundo a deputada, o convite de Bolsonaro para que Moro assumisse o ministério já poderia ter segundas intenções.

'Caso pensado' para 'enfraquecer a Lava Jato'

"Veja, ele fez um convite, prometendo carta branca, a um juiz que vinha encarcerando os maiores corruptos da nação", afirmou.

"Ao convidá-lo, ele retirou o principal pilar da Lava Jato. Ocorre que ele nunca deu poder a Moro."

Janaina Paschoal conclui: "Não dá para descartar ter sido de caso pensado", conclui da deputada.
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Eleitor de Bolsonaro associado à cumplicidade com milicianos, desmandos, burrice e incompetência.



O aumento da percepção negativa do presidente Jair Bolsonaro nestes tempos de pandemia e interferência na Polícia Federal parece um fenômeno irreversível. Na esteira destes eventos, o militante de Bolsonaro também começa a colher as sementes do que plantou.

A maioria que se comportou de forma doentia para defender o 'mito' é vista hoje como uma parcela infantiloide, retrógrada e burra da sociedade. Bolsonaro, além de incompetente e com a imagem severamente associada à milícias, rachadinhas e falta de sensibilidade com milhares de mortes por covid-19 está 'emprestando' sua reputação duvidosa aos seus eleitores.

Vistos hoje como idiotas por continuarem defendendo um presidente medíocre que traiu todas as promessas, os eleitores bolsonaristas tentam desesperadamente se amparar uns nos outros por meio de um comportamento sórdido em campanhas de destruição de reputações. Agem como se estivessem precisando provar que todo político é tão ou mais ridículo que seu político de estimação.

Muitos não se dão conta do quanto estão se tornando inconvenientes entre pessoas civilizadas e continuam atuando como idiotas comandados por psicopatas invisíveis. A maioria ainda recomenda cloroquina, ataca Sérgio Moro por ter agido de forma correta em denunciar a insistência de Bolsonaro em aparelhar a Polícia Federal e afirma que a pandemia é uma manobra política para derrubar o mito.

Obviamente, a militância de fanáticos por Bolsonaro é composta por velhas pensionistas dos tempos da ditadura e pessoas com a mesma capacidade intelectual. É preciso que as pessoas cultivem a tolerância para lidar com essa gente. Não há qualquer perspectiva de venham a abandonar a hipocrisia com que sustentam tanto fanatismo.

Bolsonaro promoveu o maior retrocesso no combate à corrupção na história do país. Praticamente inviabilizou o Coaf, órgão vital para a Lava Jato identificar lavadores de dinheiro, sancionou o projeto de abuso de autoridade, finge ignorar o compromisso de acabar com o foro privilegiado, é suspeito de acordões para blindar os filhos de investigações, tenta aparelhar a Polícia Federal, entre uma série de movimentos indecentes e óbvios que inibem o combate à corrupção.

Os instrumentos que permitiram a identificação de atos de corrupção em governos anteriores estão todos sendo desativados. Normalmente, a corrupção em um governo só é identificada ao fim do mandato do ocupante do cargo e a saída de seus comandados, como ocorreu nos governos do PT de Lula. No caso do governo Bolsonaro, ele parece estar agindo de forma preventiva, para que lá na frente, não se descubram possíveis esquemas de corrupção em sua gestão.

Apesar do quadro desconcertante, os fanáticos defensores de Bolsonaro parecem não se incomodar em passar vergonha perante a nação. São milhões de carluxos raivosos atuando nas redes sociais chamando toda e qualquer notícia de fake news e fechando os olhos para a realidade. Já há um consenso entre a maioria da sociedade de que bolsonarista é pior que petista. Em comum, as duas correntes de fanáticos odeiam que seus políticos de estimação sejam investigados e odeiam Sérgio Moro. 
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Joice Hasselmann chora ao falar sobre ataques pessoais que chegaram a seus filhos



O relato emocionado da deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) da tarde desta terça-feira 05, sobre os ataques que vem sofrendo nas redes sociais sensibilizou até mesmo integrantes da oposição. A deputada ocupou  tribuna da Câmara para fazer um relato emocionado sobre o que vem sofrendo nos últimos dias. Falou sobre sua carreira nos meios de comunicação fez referências à uma suposta “gangue” que comanda “um massacre público” contra ela no “submundo da internet”.

“Nunca fui de me vitimizar, nunca. Mas foi a primeira vez que eu realmente me senti vítima do mais sujo machismo, do mais sujo machismo: encomenda de dossiês falsos, montagens. A minha família não vai passar por isso. Eu não vou permitir. Não tivessem mexido com a minha família, talvez eu até amenizasse, mas não o farei”, afirmou a parlamentar.



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PF faz busca na casa de Janot, apreende uma pistola .40, documentos, celulares e computadores



Dois endereços do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot em Brasília foram alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal nesta sexta-feira, 27. Além de documentos, foram apreendidos computadores, celulares e uma pistola Taurus .40 PT 24/7 Police.

Janot havia declarado à imprensa nesta quinta (26) a intenção de assassinar um integrante do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e depois se suicidar. O ex-PGR afirmou que chegou a ir armado ao Supremo com a intenção de  assassinar o ministro Gilmar Mendes. Obviamente, nenhum cidadão se sentiria confortável sabendo que alguém que pensou em matá-lo está solto e ainda possui uma arma, como a apreendida nesta sexta-feira pela PF na residência de Janot.

As medidas cumpridas pela PF nesta sexta foram determinadas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Como informou o site O Antagonista, Moraes diz que há contra Janot uma “sérios indícios” de incitação ao crime e de outros cinco delitos previstos na Lei de Segurança Nacional.

A lei de 1983 pune atos contra a ordem política e social. Para o ministro, as declarações de Janot de que planejou matar Gilmar Mendes poderiam enquadrá-lo no seguintes crimes:
  • Tentar impedir, com emprego de violência ou grave ameaça, o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos Estados;
  • Fazer, em público, propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social;
  • Incitar à subversão da ordem política ou social;
  • Caluniar ou difamar o Presidente da República, o do Senado Federal, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal, imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação; e
  • Ofender a integridade corporal ou a saúde de qualquer das autoridades mencionadas no artigo anterior.
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URGENTE - Lava Jato quer Lula Livre - MPF pede que a juíza Carolina Lebbos mande o petista para casa



Por inciativa própria, a força-tarefa Lava Jato do Paraná acaba de enviar uma manifestação à juíza federal Carolina Lebbos, da 12ª vara de Curitiba, solicitando que  que o ex-presidente Lula seja beneficiado pelo regime de progressão de pena e migre do regime fechado para o regime semiaberto.

O pedido é assinado por 15 procuradores da República, incluindo o coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, Roberto Pozzobon e Laura Tessler.

Na manifestação, os procuradores da Lava Jato afirmam que “o cumprimento da pena privativa de liberdade tem como pressuposto a sua execução de forma progressiva”. Segundo eles, Lula está “na iminência” de cumprir 1/6 da pena, período necessário para poder pedir a progressão de regime. “Trata-se de direito do apenado de, uma vez preenchidos os requisitos objetivos e subjetivos, passar ao cumprimento da pena no regime mais benéfico”, afirmam.

Acompanhe AQUI a íntegra da manifestação da Lava Jato em favor da ida de Lula para casa.
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Urgente - Juiz autoriza transferência de Lula para a penitenciária II de Tremembé. Defesa do petista que mantê-lo em Curitiba



Na sequência da decisão da juíza substituta Carolina Lebbos, da 12ª Vara de Curitiba, que autorizou a transferência do ex-presidente Lula para uma prisão em São Paulo, o Juiz Paulo Eduardo Sorci Avaba de autorizar transferência do petista para a penitenciária II de Tremembé



Mas cedo, a defesa de Lula pediu a suspensão de sua transferência de Curitiba para São Paulo.

No pedido, o advogado Cristiano Zanin afirma que a decisão da juíza substituta da 12ª Vara de Curitiba “contraria precedentes já observados em relação a outro ex-presidente da República negou ao ex-presidente Lula o direito a Sala de Estado Maior e determinou sua transferência para estabelecimento a ser definido em São Paulo”.

Na nota da defesa de Lula  pede a suspensão da análise do pedido da superintendência da PF para que o petista seja transferido até o julgamento final de um habeas corpus apresentado ao STF que pede a suspeição de Sergio Moro e a nulidade do processo.
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URGENTE - Juíza Carolina Lebbos autoriza transferência de Lula para São Paulo



A juíza substituta Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, autorizou na manhã desta quarta-feira (7), a transferência do ex-presidente Lula da prisão em Curitiba para São Paulo.

A juíza considerou o pedido da defesa do ex-presidente, que alegava que Lula ficaria mais próximo de seus familiares e amigos em São Paulo.


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Protocolado pedido de impeachment de Toffoli no Senado. Janaina Paschoal vai com tudo para cima do ministro do STF



O ministro do Supremo Tribunal Federal e atual presidente da Corte, Dias Toffoli, acaba de se tornar alvo de um pedido formal de impeachment protocolado pela deputada estadual por São Paulo Janaina Paschoal (PSL) no Senado Federal.

A jurista, em conjunto com o grupo MP Pró-Sociedade, protocolou o pedido nesta terça-feira (30/07/2019). O pedido tem como justificativa principal a decisão monocrática de Toffoli de suspender, a pedido do senador Flavio Bolsonaro, (PSL-RJ), os processos judiciais que usaram dados bancários de pessoas investigadas compartilhados por órgãos de controle – como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) – sem autorização da Justiça.

“Tal decisão monocrática, além de contrariar a Constituição Federal e diversas leis, trouxe contrariedade ao que foi estabelecido pelo Plenário do STF”, diz o texto do pedido de Janaina e da instituição que representa integrantes do Ministério Público. Janaina Paschoal é uma das autoras do pedido que resultou no impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).

Segundo o coordenador da Lava Jato no Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ), Eduardo El Hage, fez. Ele afirmou a decisão barrará “praticamente todas as investigações de lavagem de dinheiro no Brasil”.

Apesar da decisão monocrática ser temporária, Toffoli pretendia rever a decisão em novembro, o pedido pode perder a essência, caso o presidente do STF decida se antecipar e levar a discussão ao plenário do Supremo.
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Toffoli, Gilmar Mendes e suas respectivas esposas na mira da Lava Jato? Mensagens sugerem que Dallagnol buscava informações sobre ministros do STF



Segundo informações que circulam na imprensa nesta quinta-feira, 01, o procurador da República Deltan Dallagnol teria incentivado colegas em Brasília e Curitiba a investigar o ministro Dias Toffoli sigilosamente em 2016, numa época em que o atual presidente do Supremo Tribunal Federal começava a ser visto pela Operação Lava Jato como um adversário disposto a frear seu avanço.

Nas mensagens obtidas pelo The Intercept Brasil e analisadas pela Folha junto com o site revelam ainda que Deltan, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, buscou informações sobre as finanças pessoais de Toffoli e sua mulher, do mulher do ministro Gilmar Mendes e evidências que os ligassem a empreiteiras envolvidas com a corrupção na Petrobras.

Segundo a Folha, ministros do STF não podem ser investigados por procuradores da primeira instância, como Deltan e os demais integrantes da força-tarefa. A Constituição diz que eles só podem ser investigados com autorização do próprio tribunal, onde quem atua em nome do Ministério Público Federal é o procurador-geral da República.

Mas isto não teria impedido o procurador da Lava Jato a buscar informações sobre os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e suas respectivas esposas. Diz a reportagem que "O chefe da força-tarefa começou a manifestar interesse por Toffoli em julho de 2016, quando a empreiteira OAS negociava um acordo para colaborar com as investigações da Lava Jato em troca de benefícios penais para seus executivos.

No dia 13 de julho, Deltan fez uma consulta aos procuradores que negociavam com a empresa.

"Caros, a OAS touxe a questão do apto do Toffoli?", perguntou no grupo que eles usavam no Telegram. "Que eu saiba não", respondeu o promotor Sérgio Bruno Cabral Fernandes, de Brasília. "Temos que ver como abordar esse assunto. Com cautela."

Em 27 de julho, duas semanas depois, Deltan procurou Eduardo Pelella, chefe de gabinete do então procurador-geral, Rodrigo Janot, para repassar informações que apontavam Toffoli como sócio de um primo num hotel no interior do Paraná. Deltan não indicou a fonte da dica"

"O chefe da força-tarefa insistiu com o assessor de Janot. "Queria refletir em dados de inteligência para eventualmente alimentar Vcs", escreveu. "Sei que o competente é o PGR rs, mas talvez possa contribuir com Vcs com alguma informação, acessando umas fontes."

Deltan continuava interessado no caso do ministro do Supremo. "Vc conseguiria por favor descobrir o endereço do apto do Toffoli que foi reformado?", perguntou. "Foi casa", respondeu Pelella. Ele evitou esticar a conversa na hora, mas informou o endereço a Deltan dias depois".

As mensagens obtidas pelo Intercept não permitem esclarecer se alguma investigação formal sobre o ministro do STF foi aberta, mas mostram que Deltan continuou insistindo no assunto mesmo depois que um vazamento obrigou os procuradores a recuar.

Em agosto, a revista Veja publicou uma reportagem de capa sobre a reforma na casa de Toffoli, apontando a delação de Léo Pinheiro como fonte das informações. Embora os advogados da OAS tivessem mencionado o caso aos procuradores, eles ainda não tinham apresentado nenhum relato por escrito sobre o assunto.

O vazamento causou mal-estar no Supremo e levou a Procuradoria-Geral da República a suspender as negociações com a OAS, para evitar uma crise que poderia prejudicar o andamento de outras investigações.

O rompimento dividiu a força-tarefa de Curitiba, segundo as mensagens analisadas pela Folha e pelo Intercept. Carlos Fernando defendeu a medida, mas Deltan achava que o recuo seria interpretado como uma tentativa de proteger Toffoli e o STF, impedindo a apuração de desvios.

"Qdo chega no judiciário, eles se fecham", disse Deltan aos colegas em 21 de agosto, um dia após a reportagem sobre Toffoli chegar às bancas. "Corrupção para apurar é a dos outros."

As mensagens sugerem que havia muito interesse em obter informações sobre ministros do STF e suas respectivas esposas. "Só devemos agir em relação ao STF com provas robustas", afirmou. "O que está em jogo aqui é o próprio instituto da colaboração. Quanto a OAS e ao toffoli, as coisas vão crescer e talvez daí surjam provas."

No mesmo dia, horas mais tarde, o procurador Orlando Martello sugeriu que os colegas pedissem à Secretaria de Pesquisa e Análise (SPEA) da Procuradoria-Geral da República um levantamento sobre pagamentos da OAS ao escritório da mulher de Toffoli.

"A respeito do Toffoli, peçam pesquisa para a Spea de pagamentos da OAS para o escritório da esposa do rapaz q terão mais alguns assuntos para a veja", disse Orlando no Telegram. "Não é nada relevante, mas acho q da uns 500 mil".

Em resposta ao colega, Deltan afirmou que a Receita Federal já estava pesquisando o assunto, mas disse que não sabia dos pagamentos que teriam sido feitos pela OAS. "A RF tá olhando", escreveu o chefe da força-tarefa. "Mas isso eu não sabia".

As pesquisas não pareciam ter avançado, e o chefe da força-tarefa sugeriu que o colega também procurasse informações sobre a mulher de Gilmar, Guiomar Mendes.

"Tem uma conversa de que haveria recebimentos cruzados pelas esposas do Toffoli e Gilmar", escreveu Deltan. "Tem mta especulação. Temos a prova disso na nossa base? Vc teve contato com isso?"

Martello disse que não tinha nada que confirmasse as suspeitas, mas compartilhou com Deltan informações que recebera um ano antes sobre a atuação do escritório da mulher de Toffoli na defesa de outra empreiteira, a Queiroz Galvão, no Tribunal de Contas da União.

O informante de Martello, que ele não identificou na conversa com Deltan, dizia ter encontrado uma procuração que nomeava Toffoli e a mulher como representantes da empresa no TCU e sugeria que essa ligação obrigava o ministro a se afastar dos processos da Lava Jato.

Toffoli e a mulher foram sócios do mesmo escritório de advocacia até 2007, quando ele saiu para assumir a chefia da Advocacia-Geral da União.

Duas semanas depois do diálogo de Deltan com Martello, a Folha publicou reportagem sobre pagamentos que um consórcio liderado pela Queiroz Galvão fez ao escritório em 2008 e 2011, no valor total de R$ 300 mil.

As mulheres de Toffoli e Gilmar foram mesmo alvo da Receita. Em fevereiro deste ano, o jornal O Estado de S. Paulo informou que elas fizeram parte de um grupo de 134 contribuintes investigados por uma equipe especial criada pelo fisco em 2017.

A força-tarefa não fez comentários específicos sobre o conteúdo das mensagens obtidas pelo The Intercept Brasil, que revelam iniciativas do procurador Deltan Dallagnol para levantar informações sobre os ministros Dias Toffoli, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, e Gilmar Mendes, além de suas respectivas mulheres.

“É comum o intercâmbio de informações para verificar, em caráter preliminar, supostos fatos de que o Ministério Público tenha conhecimento”, afirmou a força-tarefa, por meio de nota. “Isso impede inclusive que se dê iní­cio a apurações injustificadas.”

Mais detalhes na Folha
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Dia histórico. Por 379 votos contra 131, Câmara aprova texto-base da reforma da Previdência



Sob a liderança do deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 10, o texto base da reforma da Previdência. Um dia histórico marcado pelos 379 votos favoráveis e 131 contrários nesta votação em 1º turno, soma bem superior aos 308 votos necessários.

Agora, precisam ser analisados destaques feitos ao texto (trechos que serão votados separadamente), além da realização da votação em 2º turno. A expectativa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é que o processo seja concluído ainda nesta semana.

Ao discursar no final da sessão, Maia, que chegou a ser aplaudido pela maioria do parlamento, deixou claro que não concorda com a inclusão de privilégios para determinadas categorias e apontou para plenário, lembrando que ali há vários representantes de servidores e setores da segurança pública.

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URGENTE - Lula continuará preso, decide Segunda Turma do STF



A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de decidir que o ex-presidente Lula deve permanecer preso. A decisão decorre em virtude de um pedido da defesa do petista, que solicitou que Lula fosse colocado em liberdade, caso o julgamento de um recurso de suspeição contra o ex-juiz Sérgio Moro não fosse concluído nesta terça-feira, 25.

Como não houve tempo hábil para o julgamento do recurso do ex-presidente Lula, no qual a defesa alega parcialidade de Sergio Moro, a Segunda Turma decidiu votar apenas o pedido da defesa no sentido de permitir que Lula aguardasse a conclusão do julgamento em liberdade.

Os ministros Edson Fachin, Celso de Mello e Cármen Lúcia votaram pela manutenção da prisão do petista. Os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram pela concessão de uma liminar para soltar Lula, mas acabaram vencidos.

Mais cedo, a Segunda Turma negou outro habeas corpus de Lula.
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Segunda Turma rejeita primeiro pedido de liberdade de Lula por 4x1



A Segunda Turma do Supremo acaba de rejeitar a primeiro habeas corpus do ex-presidente Lula, no qual sua defesa questionava a tramitação do recurso contra a condenação no triplex no Superior Tribunal de Justiça.

Por 4 votos a um, a maioria dos ministros decidiu que não cabe recurso contra a decisão monocrática do ministro do STJ,  Felix Fischer, que confirmou a condenação do petista no caso do Triplex. Votaram contra o habeas corpus do petista os ministros Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Celso de Mello e Edson Fachin. Ricardo Lewandowski foi o único disposto a contrariar a decisão do ministro do STJ, Felix Fischer.

Os cinco ministros da Segunda Turma começaram a julgar um segundo recurso da defesa de Lula, que aponta parcialidade de Sergio Moro no caso do triplex, e pede, além da soltura imediata do petista, a anulação de todo o processo conduzido por Moro.
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Segunda Turma do STF julga hoje se Sérgio Moro foi parcial ao condenar Lula no caso do triplex



Além de julgar um pedido de liberdade do ex-presidente Lula, a Segunda Turma do STF também decidiu julgar na sessão desta terça-feira, 25, o habeas corpus em que a defesa do petista pede que seja declarada a parcialidade do ex-juiz federal e ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, no processo da Operação Lava Jato referente ao tríplex do Guarujá.

A previsão de julgamento do pedido do ex-presidente Lula era para o mês de agosto, logo após o recesso do Judiciário. Mas na manhã desta terça-feira, o advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins, pediu que a ação fosse incluída na pauta da Segunda turma. A defesa de Lula argumentou que o pedido de liberdade de seu cliente deveria ter prioridade, alegando que Lula está preso desde abril de 2018. Zanin lembrou que o julgamento da ação teve início em dezembro do ano passado, quando os ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia votaram contra o pedido da defesa. Logo após a sustentação oral de Cristiano Zanin, os ministros da Segunda Turma decidiram colocar na pauta os dois habeas corpus de Lula

Durante os debates, o ministro Gilmar Mendes chegou a propor que os ministros não analisassem o mérito do habeas corpus e concedessem uma liminar para que Lula aguardasse o julgamento em liberdade. Diante da sugestão do ministro, o colegiado decidiu colocar o pedido de suspeição de Moro na pauta para julgamento nesta terça-feira.

O julgamento acontece em meio a divulgação de uma série de matérias na imprensa sobre dados vazados relativos a conversas mantidas entre o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador da República, Deltan Dallagnol.
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Gilmar Mendes propõe soltar Lula imediatamente



O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes acaba de propor que o ex-presidente Lula seja solto imediatamente. A manifestação do ministro ocorre no momento em que os advogados do ex-presidente Lula pedem para que a Segunda Turma do Colegiado proceda com o julgamento de um pedido de liberdade de seu cliente,

“Diante das razões que eu expus, e do congestionamento da pauta, havia indicado o adiamento. Tem razão o nobre advogado quando alega o alongamento desse período de prisão diante da sentença e condenação confirmada em segundo grau. Como temos toda a ordem de trabalho organizada, o que eu proponho é de fato conceder uma medida para que o paciente aguardasse em liberdade a nossa deliberação completa. Encaminharia nesse sentido, se o colegiado assim entendesse." defendeu Gilmar Mendes, segundo o site O Antagonista.

O julgamento do pedido de liberdade de Lula ocorre em meio ao que pode ser considerado o maior vazamento da história da Lava Jato. O site The Intercept Brasil, grupo Band, Folha de S.P e o jornalista Reinaldo Azevedo estão entre os veículos da imprensa que compartilham documentos vazados sobre conversas mantidas entre o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol por meio do aplicativo Telegram. 
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