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Palocci confirma que filho de Lula recebeu repasses ilícitos de montadoras



O ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci confirmou em depoimento prestado à Justiça Federal na manhã desta segunda-feira, 18, que o ex-presidente Lula usou sua influência política para conseguir a aprovação de uma Medida Provisória em favor do setor automobilístico. Como contrapartida à negociação ilícita, Lula conseguiu obter pagamentos a seu filho Luís Cláudio Lula da Silva, afirmou o ex-ministro.

Palocci confirmou que Lula acertou com o lobista Mauro Marcondes Machado pagamentos de R$ 2,5 milhões para que Luís Cláudio Lula da Silva conseguisse realizar eventos de futebol americano no Brasil.

Palocci disse que o próprio filho caçula de Lula o procurou, diversas vezes, para tratar do assunto.

— O Luiz Cláudio eventualmente me pedia para ajudá-lo na promoção de um evento nacional que ele fazia, que é um evento de futebol americano que ele promove no Brasil. Algumas vezes ele me procurou para apoiá-lo a buscar doações de empresas para apoiar essa iniciativa dele.
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Discurso de Bolsonaro em jantar na casa de Sergio Amaral, embaixador do Brasil, em Washington - Vídeo



Acompanhe abaixo o discurso do presidente Jair Bolsonaro durante jantar na casa de Sergio Amaral, embaixador do Brasil, em Washington, nos Estados Unidos.

Durante o encontro com jornalistas conservadores, Bolsonaro falou sobre os desafios que tem pela frente.

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Bolsonaro é o 16.º presidente brasileiro a visitar os Estados Unidos a convite do governo americano



O presidente Jair Bolsonaro, que desembarcou neste domingo 17, em Washington, é o 16.º presidente brasileiro a visitar os Estados Unidos a convite do governo americano. O chefe do Executivo brasileiro, que deu início à uma visita oficial de três dias, comemorou em sua conta no Twitter, a proximidade com o governo do presidente norte-americano, Donald Trump. O encontro entre Bolsonaro e Trump só deve ocorrer na terça-feira, 19, com duração prevista de 20 minutos. Em seguida, haverá um almoço na Casa Branca com a presença de demais autoridades.

O avião presidencial pousou nos Estados Unidos às 15h40 (horário local), um pouco antes do previsto inicialmente, e Bolsonaro foi recebido pelo embaixador Sean Lawler, chefe do cerimonial do governo dos EUA. Da base aérea, o presidente foi direto para a Blair House, a casa de hóspedes do governo norte-americano, a poucos passos da Casa Branca.


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Lula e Cabral. Detalhes de uma parceria que rendeu cadeia



Há poucos meses, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva depôs nesta terça-feira como testemunha de defesa do ex-governador do RJ Sérgio Cabral (MDB) e disse que não houve irregularidades na votação que elegeu o Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

Lula não precisou deixar a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde se encontra preso. O petista respondeu, por videoconferência, a perguntas do Ministério Público Federal e do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal.

Lula e Sérgio Cabral estão em cana, cada um por motivos diferentes. Resta saber se no futuro, surgirão detalhes sobre a pareceria duradoura dos dois. Lula jurava que Cabral era honesto e vice-versa.

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Alexandre Frota parece ser o único da base aliada a denunciar manutenção da velha política no governo



O deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) pode até desagradar os apoiadores do presidente da República Jair Bolsonaro, mas o parlamentar tem sido o único a denunciar a manutenção das práticas da velha política nos bastidores do atual governo. Bolsonaro,

Frota tem se pronunciado de forma polêmica em relação a temas sensíveis que desagradam o presidente e seu entorno, como o pedido de prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flavio Bolsonaro, além do afastamento do filho do presidente, para que ele responsa sobre as suspeitas que pairam em torno dele e de seu ex-assessor.

Não se sabe as motivações, mas o fato é que Alexandre Frota está agindo como um verdadeiro representante do povo infiltrado em meio à classe política. Isto é inédito, considerando a postura tradicional dos políticos, que costumam denunciar apenas supostas irregularidades aos quais fazem oposição. Na maioria dos casos, as denúncias servem  agradar as próprias bases. No caso de Alexandre Frota, sua postura tem sido inédita, pois vem denunciando justamente a base que o elegeu, irritando apoiadores do governo, mas sem se associar à esquerda. Frota pode acabar isolado pelos colegas, mas sua determinação em manter-se coerente com o que pregou durante a campanha pode acabar lhe rendendo outros admiradores fora de seu espectro político.

Neste final de semana, Alexandre Frota voltou a denunciar que está ocorrendo uma verdadeira "politicagem, troca de favores, entregas de cargos, secretarias,  promessas e joguinho sujo. Igual ao passado saem os picaretas entram os charlatões", denunciou o parlamentar neste domingo em seu perfil no Twitter.

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Alexandre Frota lamenta rejeição do governo por defender prisão de Queiroz e afastamento de Flávio Bolsonaro



O deputado Alexandre Frota (PSL-SP) lamentou em seu perfil no Twitter o fato de ter recebido 'recados' de interlocutores do presidente Jair Bolsonaro por ter manifestado seu descontentamento com o escândalo envolvendo o filho do presidente, senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) e seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

Após a postagem, o deputado recebeu várias manifestações de solidariedade de apoiadores e críticos do governo Bolsonaro:


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A hora da verdade: Barroso libera inquérito contra Temer para a 1ª instância



A hora da verdade está chegando. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, liberou o inquérito dos Portos contra o ex-presidente Michel Temer para a primeira instância. A decisão ocorre pouco mais de dois meses após Temer deixar a Presidência e ficar sem o foro privilegiado.

A denúncia, que supostamente teve como base investigações particulares bancadas pelo grupo JBS, do empresário Joesley Batista, aponta Temer como autor de crimes como corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-presidente se viu envolvido em o escândalo no momento em que tentava aprovar uma reforma da Previdência que previa teto único de pouco mais de R$ 5 mil para todos os brasileiros. (leia aqui a proposta original)

Temer ousou mexer com interesses poderosos. Numa de suas mais ousadas ações, o ex-presidente puxou o tapete do PT e livrou o Brasil das garras da esquerda, após mais de 13 anos de dominação. Logo no início de seu governo, acabou com as fontes de financiamento do PT, MST, CUT, órgãos da imprensa petista e acabou com a mamata de artistas petistas na Lei Rouanet. Temer resistiu a forças poderosas que tentaram removê-lo do governo, foi reconhecido como o maior restaurador das Forças Armadas nas últimas décadas, livrou o país da pior recessão de sua história e conduziu o processo democrático até as eleições de outubro do ano passado.

Em entrevista recente, Temer afirmou se sentir tranquilo em relação às acusações e atribuiu as denúncias como parte de um processo para desgastá-lo politicamente e impedir que prosseguisse com as reformas que marcaram sua administração. Segundo o ex-presidente, agora que o inquérito não está mais envolto em interesses políticos, caberá à Justiça analisar os autos sem este tipo de interferência. Demonstrando tranquilidade de um jurista, Temer afirmou que qualquer juiz que analisar o processo irá absolvê-lo sem sombras de dúvidas.

Pelo visto, chegou a hora da verdade. O Brasil aguarda a decisão da Justiça. 
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Joesley Batista, Guido Mantega, Antonio Palocci e grupo de petistas são alvos de nova denúncia do MPF



O empresário Joesley Batista, da JBS, o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho e os ex-ministros Guido Mantega,Antonio Palocci e mais oito elementos se tornaram alvo de uma nova denúncia do Ministério Público Federal (MPF). A acusação contra o grupo apresentada à Justiça nesta quinta-feira (14) está relacionada a crimes ligados ao apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao grupo J&F de Joesley Batista.

O MPF pede que os denunciados sejam condenado a uma reparação de R$ 5,5 bilhões aos cofres públicos, sendo parte referente ao suposto prejuízo apurado e outra parte como indenização. O esquema que teria irrigado os cofres do grupo de Joesley Batista teria sido usado pelo grupo J&F para comprar outras empresas do ramo de carnes, como a norte-americana Swift.

Confira a matéria completa no G1

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Alexandre Frota declara independência, pede prisão de Queiroz e afastamento de Flavio Bolsonaro



O deputado Alexandre Frota (PSL-SP) chutou o pau da barraca nesta quinta-feira (14) ao rebater 'recados' de interlocutores do presidente Jair Bolsonaro sobre  seus discursos na Câmara sobre o escândalo envolvendo o filho do presidente, senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) e seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, a postura de Frota acabou transformando-o em persona non grata no governo, informou o BuzzFeed:

"Segundo o deputado, três ou quatro pessoas lhe repassaram esse recado, dizendo que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) estaria “chateado" devido aos discursos em que Frota pediu a prisão de Fabrício Queiroz e de afastamento do mandato do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

"[Uma] pessoa chegou pra mim e falou, olha, você hoje é uma persona non grata dentro do governo Bolsonaro", disse. "Várias pessoas que são amigas do Jair falaram: ‘olha o Jair ficou chateado, é melhor você dar um tempo’. Eu não vou dar tempo de nada, vou fazer meu trabalho como deputado federal, sou independente de governo, sou independente de partido”, completou.

Frota disse que não aguenta mais ouvir ataques de deputados de esquerda contra os apoiadores de Bolsonaro por conta da suspeita de desvio de recursos públicos por Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

O caso, que envolve movimentação milionária de recursos e depósitos nas contas de Flávio e da primeira-dama, Michele Bolsonaro, é tratado em Brasília como um tema perigoso que, a depender de seus desdobramento, pode respingar diretamente no presidente da República.

"Já que o Queiroz assumiu que ele fez a rachadinha, que ele trabalhou em cima, eu quero que o Queiroz seja preso e gostaria que o Flávio Bolsonaro se afastasse para poder se defender. E, se nada tem, que voltasse aqui e esfregasse na cara da esquerda, porque todos os dias nós subimos aqui e somos fuzilados pela esquerda”, disse Frota.

O deputado ainda prometeu continuar com as cobranças e disse não se preocupar com consequências políticas dentro de seu grupo por cobrar investigações em casos onde há indícios de corrupção.

“O partido é um partido que não me deu absolutamente nada. Eu fiz a minha campanha sozinho. Sou amigo do Jair Bolsonaro, defendo ele o tempo todo aqui, agora, se ele ficou chateado comigo, só lamento”.

Questionado se o PSL não deveria se empenhar em esclarecer o caso Queiroz, Frota respondeu o seguinte:

"Eu subir aqui acho que é um exemplo, ainda que seja só eu.", disse Frota.

O deputado já havia se indisposto com outros integrantes do PSL, como o ministro do Turismo,  Marcelo Álvaro Antônio e a deputada Joice Hasselmann.

As informações são do BuzzFeed
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Dallagnol e outros procuradores vão ser investigados por tentarem criar um fundo de R$ 2,5 bilhões



O procurador da Lava Jato Deltan Dallagno e outros membros do Ministério Público vão ser investigados por atos relacionados à tentativa de criar um fundo bilionário com recursos provenientes de um acordo da Petrobras com a Justiça americana.

Segundo a Folha, "A corregedoria da PGR abriu um procedimento para analisar os atos praticados por procuradores da Lava Jato que tentaram criar um fundo de R$ 2,5 bilhões de multas pagas pela Petrobras". Ainda segundo a publicação, "O procedimento deve investigar, entre outros, o procurador Deltan Dallagnol, uma das maiores lideranças da Lava Jato.


Segundo a Procuradoria-Geral da República, todos os procedimentos da corregedoria são sigilosos e que não é possível confirmar quando a averiguação foi aberta.
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STF quer abertura de inquérito contra deputados que assinaram pedido de impeachment de ministros



O Supremo Tribunal Federal resolveram reagir contra parlamentares que assinaram pedidos de impeachment contra seus ministros. Integrantes da Corte, segundo a Folha, "estão dispostos a cobrar da PGR (Procuradoria-Geral da República) a abertura de um inquérito para investigar o crime de denunciação caluniosa contra os que assinaram o pedido de impeachment de quatro ministros.

O O pedido de impeachment em questão tem como alvo os ministros  Celso de Mello, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes, que votaram a favor da criminalização da homofobia. A peça foi assinado por 16 parlamentares, a maioria do PSL.
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Lula vai ganhar frota de carros novos e blindados, mesmo na cadeia. Dilma também ganha carros novos



O ex-presidente Lula, mesmo preso, deve ganhar uma frota de carros blindados novinhos em folha. O presidiário será apenas um dos beneficiários de um pedido do presidente Jair Bolsonaro enviado ao  para autorizar a compra de carros oficiais novos para ele, o vice Hamilton Mourão e seus antecessores Michel Temer, Dilma Rousseff, Lula, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor e José Sarney. Segundo informou o Estadão, esta é a primeira mensagem do atual governo para alterar o texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019.

A publicação informa que "Mesmo preso em Curitiba desde 7 de abril do ano passado, Lula conseguiu, por meio de liminar, manter o direito a veículos oficiais. O petista foi condenado em duas ocasiões. Numa delas, em segunda instância, a 9 anos e 6 meses de prisão.

Na mensagem encaminhada ao Congresso assinada por Bolsonaro no dia 8 de março, o governo fala em necessidade de “modernizar a frota” de veículos.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, que também subscreve o projeto de lei, justificou que a medida atende a ofício do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela proteção do presidente.

Além dos 12 blindados contra tiros de submetralhadoras e pistolas 9 milímetros, outros 18 automóveis do mesmo modelo e marca poderão ser adquiridos para atender ao atual governo. Eles ficarão à disposição para uso em Brasília e outros Estados, como Rio de Janeiro, base eleitoral do presidente.

A escolta oficial de Jair Bolsonaro atualmente é formada por carros modelo Chevrolet Ômega e Ford Edge. Esses veículos foram comprados na gestão de Dilma Rousseff, ainda em 2011, quando foram gastos R$ 1,76 milhão por 12 Edges, dez dos quais blindados.

Procurado pela reportagem nesta segunda-feira, 11, o GSI não comentou sobre o assunto".

Mesmo na prisão, Lula tem direito a quatro servidores para "segurança e apoio pessoal", dois servidores para assessoramento e dois motoristas junto aos respectivos carros oficiais. O custo anual para o contribuinte é de cerca de R$ 1 milhão. As despesas com a manutenção da prisão do petista, também bancadas pelo contribuinte, também é alta. A PF estima em R$ 10 mil diários o custo para manter Lula fora de presídio. Como o petista já está preso há mais de 300 dias, a fatura paga pelo contribuinte já ultrapassou a casa dos R$ 3 milhões.

A ex-presidente Dilma Rousseff também não deixa por menos. Além de todas as despesas com assessores, seguranças, carros e motoristas, a petista também abusa do dinheiro do contribuinte em viagens internacionais regulares. 
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Ciro Gomes diz que Gleisi Hoffmann é “chefe de quadrilha”



O ex-ministro Ciro Gomes afirmou que a presidente nacional do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann é chefe de quadrilha. A afirmação foi publicada numa entrevista publicada pelo Valor Econômico. Ao ser  Ciro questionado sobre seu posicionamento de que a petista pertence a uma quadrilha, Ciro respondeu que Gleisi é a chefe e que ela e o marido “estão enrolados em tudo.”

“Se quiserem me processar, já estou acostumado. Estou falando a verdade. Não vale me processar por dano moral. Me processe por calúnia que tenho direito a demonstrar. É só tirar certidões das acusações do Ministério Público. Quantos tesoureiros o PT tem? Estão todos presos. Lula apoiou Sérgio Cabral até o gogó. Quem nomeou Michel Temer vice, contra minha opinião?”, disse o político, que ainda se sente “agredido, caluniado, atropelado pelas costas por essa canalha da cúpula do PT”, se queixou o pedetista.
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Delegado diz não ter detectado ligação entre preso por assassinato de Marielle e família Bolsonaro



O delegado Giniton Lages, da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, afastou a possibilidade imediata de ligação entre a família do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o policial militar reformado Ronnie Lessa, preso como suspeito de ser o autor dos disparos que mataram a vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes. Lessa mora no mesmo condomínio onde Bolsonaro tem casa no Rio de Janeiro.

"O fato de ele morar no condomínio do Bolsonaro não diz muita coisa, não, para a investigação da Marielle", disse Lages. "Isso nós imaginávamos que esse link fosse feito, mas ele não tem uma relação direta com a família Bolsonaro." O delegado indicou que o tema deverá ser "enfrentado no momento oportuno".



Com informações do UOL
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Ex-PMs são presos por assassinato de Marielle Franco



A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou a prisão de dois ex-PMs apontados como responsáveis pelo assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) nesta terça-feira, 12. A vereadora foi assassinada no dia 14 de março de 2018, num atendado que ceifou ainda a vida de seu motorista,  Anderson Gomes.

Segundo as autoridades, o autor dos disparos teria sido o policial militar reformado Ronnie Lessa, 48 anos, que já se encontra preso. O militar mora no mesmo condomínio do presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro e foi homenageado na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio) em 1998.

Lessa foi preso na manhã de hoje na Operação Lume, realizada em conjunto entre os dois órgãos. Além dele, foi preso também o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, 46, suspeito de ser o motorista do carro utilizado para cometer o crime, que completa um ano nesta quinta-feira (14). Os advogados dos dois presos negaram que ambos tiveram participação no crime.

Ronnie Lessa atuava na mesma guarnição comandada por mandante do assassinato juíza patrícia Acioli. A magistrada foi morta, na porta de casa com 21 tiros, no dia 12 de agosto de 2011, no bairro de Piratininga, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. A juíza era titular da 4º Vara Criminal de São Gonçalo e foi responsável pela prisão de cerca de 60 policiais ligados a milícias e grupos de extermínio, fato que teria gerado insatisfação entre os grupos criminosos que atuavam na região.
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Raquel Dodge arquiva pedido de suspeição contra Gilmar Mendes



A Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, decidiu arquivar um pedido de suspeição apresentado pelo Ministério Público Federal na Lava Jato contra o ministro ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.

A Lava Jato pedia que Gilmar Mendes fosse declarado suspeito nas investigações envolvendo Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, e o ex-ministro tucano Aloysio Nunes.

Na decisão divulgada nesta segunda-feira, 11, a PGR afirma que, “as evidências materiais narradas na representação não indicam amizade íntima que possa justificar, sob o critério jurídico-processual, arguir a exceção de suspeição do relator, inclusive porque ele, diante do esclarecimento dos fatos pela Juíza da causa, revogou sua liminar e permitiu o curso regular da ação penal que resultou em condenação a pena elevada”.
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Jornais castigam Bolsonaro por postagem contra jornalista. Assunto deve mobilizar imprensa durante a semana



O presidente Jair Bolsonaro se envolveu em mais uma polêmica ao interceptar uma bola levantada por um jornalista simpático neste domingo, 10, em sua conta do Twitter. A polêmica deve render centenas de matérias na imprensa ao longo de toda a semana, assim como ocorreu no episódio em que o presidente publicou um vídeo pornográfico no último final de semana.

A manchete do Estadão, veículo da imprensa diretamente relacionado à polêmica postagem do presidente, diz que "Bolsonaro usa declaração falsa para atacar imprensa" Segundo a publicação, "O site Terça Livre, que reúne ativistas conservadores e simpatizantes de Jair Bolsonaro, publicou na tarde deste domingo, 10, um texto que falsamente atribui à repórter do Estado Constança Rezende a declaração “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”, ao tratar da cobertura jornalística das movimentações suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-motorista do senador e filho do presidente.

Com base nas falsas informações publicadas pelo Terça Livre, grupos governistas promoveram no Twitter uma série de postagens nas quais acusam o Estado de “mentir” na cobertura do caso Flávio Bolsonaro.

Às 20h51min, o próprio presidente Jair Bolsonaro insuflou seus seguidores contra a imprensa ao publicar o seguinte texto no Twitter: “Constança Rezende, do ‘O Estado de SP’ diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o Impeachment do Presidente Jair Bolsonaro. Ela é filha de Chico Otavio, profissional do ‘O Globo’. Querem derrubar o Governo, com chantagens, desinformações e vazamentos.”

A suposta declaração de Constança Rezende, que aparece entre aspas no título do texto do Terça Livre, teria sido dada, segundo “denúncia” de um jornalista francês, em uma conversa gravada. Na gravação do diálogo, porém, Constança não fala em “intenção” de arruinar o governo ou o presidente.

Distorção. A conversa, em inglês, tem frases truncadas e com pausas. Apenas trechos selecionados foram divulgados. Em determinado momento, a repórter avalia que “o caso pode comprometer” e “está arruinando Bolsonaro”, mas não relaciona seu trabalho a nenhuma intenção nesse sentido.

O Terça Livre, com base na “denúncia” de Jawad Rhalib, que se apresenta como jornalista francês, também falsamente atribui à repórter a publicação da primeira reportagem sobre as investigações do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sobre a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão nas contas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro. O autor da primeira reportagem foi Fabio Serapião, também do Estado.

“Desde que Constança iniciou a temporada de caça aos Bolsonaro no ‘Estadão’, emissoras como a Rede Globo e jornais como Folha de São Paulo seguiram o mesmo caminho”, diz o texto do Terça Livre. “Uma enxurrada de acusações em horário nobre, capas de revistas e nas primeiras páginas de jornais colocaram a integridade moral do filho do presidente em xeque.”

Estudante. No Twitter, o editor do Terça Livre, Allan dos Santos, acusou a jornalista do Estado de “confessar” a intenção de prejudicar o filho de Bolsonaro e o governo.

Constança Rezende não deu entrevista nem dialogou com o jornalista francês citado pelo Terça Livre. As frases da gravação foram retiradas de uma conversa que ela teve em 23 de janeiro com uma pessoa que se apresentou como Alex MacAllister, suposto estudante interessado em fazer um estudo comparativo entre os presidentes Donald Trump e Jair Bolsonaro.

As informações reveladas pelo Estado sobre o caso Queiroz se baseiam em fatos e documentos oficiais. O Ministério Público do Rio de Janeiro investiga se o ex-motorista de Flávio Bolsonaro recebeu indevidamente depósitos de funcionários da Assembleia Legislativa do Rio".

O Jornal O GLOBO destaca em sua manchete que "Bolsonaro compartilha texto falso com acusação a jornalista e que a Repórter do 'Estado de S.Paulo' foi atacada nas redes, após site divulgar trechos de conversa sobre o caso Fabrício Queiroz"

A publicação informa que "Uma notícia falsa publicada pelo site Terça Livre e compartilhada pelo presidente Jair Bolsonaro , no Twitter, foi desmentida na noite deste domingo pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. O Terça Livre divulgou trechos de uma conversa telefônica da repórter Constança Rezende, da sucursal do “Estado” no Rio de Janeiro, sobre as investigações de denúncias contra Fabrício Queiroz , ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente".

A Folha diz que "Bolsonaro divulga relato deturpado de conversa de jornalista. Presidente diz que repórter quer derrubar governo; jornal O Estado de S. Paulo afirma que áudio divulgado tem frases truncadas e cortadas"

A publicação destaca que "O presidente Jair Bolsonaro divulgou em sua conta oficial no Twitter, neste domingo (10), um relato deturpado de uma conversa de uma jornalista do jornal O Estado de S. Paulo com uma pessoa não identificada.

No texto, Bolsonaro diz que "querem derrubar o governo com chantagens, desinformações e vazamentos".

A postagem vem acompanhada de um áudio cuja transcrição dos trechos audíveis não coincidem com a interpretação que o presidente faz das falas".

Veja abaixo a postagem que causou tanta polêmica:



Bolsonaro também foi criticado por ter citado o pai da jornalista, Chico Olávio, em sua postagem. Jornalistas lembram que Chico, que não tem nenhuma relação com a gravação publicada por Bolsonaro, é responsável por uma série de reportagens sobre a atuação de milícias no Rio de Janeiro. 
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Bolsonaro diz que "Querem derrubar o Governo, com chantagens, desinformações e vazamentos"



O presidente Jair Bolsonaro foi ao Twitter na noite deste domingo, 10, para repercutir uma matéria publicada no site Terça Livre, que sugere que uma jornalista do Estadão estaria tramando contra seu filho, Flavio Bolsonaro, e seu governo.




Poucos minutos antes da publicação do presidente em seu perfil no Twitter, o  jornal O Estado de São Paulo, por meio de um editorial, havia rebatido a matéria que gerou muitas controvérsias neste domingo nas redes sociais.

Segundo a publicação, "Site bolsonarista distorce ‘entrevista’ de repórter do Estadão e promove desinformação. o Editorial afirma que o 'Terça Livre' atribuiu falsamente a jornalista declaração sobre 'intenção' de 'arruinar Flávio Bolsonaro e o governo' do pai do senado:

O site Terça Livre, que reúne ativistas conservadores e simpatizantes de Jair Bolsonaro, publicou na tarde deste domingo (10/3) um texto que falsamente atribui à repórter do Estado Constança Rezende a declaração “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”, ao tratar da cobertura jornalística das movimentações suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-motorista do senador e filho do presidente.

A suposta declaração, que aparece entre aspas no título do texto do Terça Livre, teria sido dada, segundo “denúncia” de um jornalista francês, em uma conversa gravada. Na gravação do diálogo, porém, Costança não fala em “intenção” de arruinar o governo ou o presidente. A conversa, em inglês, tem frases truncadas e com pausas. Apenas trechos selecionados foram divulgados. Em determinado momento, a repórter avalia que “o caso pode comprometer” e “está arruinando Bolsonaro”, mas não relaciona seu trabalho a nenhuma intenção nesse sentido.

"O Terça Livre, com base na “denúncia” do jornalista francês Jawad Rhalib, também falsamente atribui à repórter a publicação da primeira reportagem sobre as investigações do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sobre a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão nas contas do ex-assessor de Flávio Bolsonaro. O autor da primeira reportagem foi Fábio Serapião, também do Estado.

“Desde que Constança iniciou a temporada de caça aos Bolsonaro no Estadão, emissoras como a Rede Globo e jornais como Folha de São Paulo seguiram o mesmo caminho”, diz o texto do Terça Livre. “Uma enxurrada de acusações em horário nobre, capas de revistas e nas primeiras páginas de jornais colocaram a integridade moral do filho do presidente em xeque.”

Costança Rezende não deu entrevista nem dialogou com o jornalista francês citado pelo Terça Livre. As frases da gravação foram retiradas de uma conversa que ela teve em 23 de janeiro com uma pessoa que se apresentou como Alex MacAllister, suposto estudante interessado em fazer um estudo comparativo entre Donald Trump e Jair Bolsonaro.

Com base nas falsas informações publicadas pelo Terça Livre, grupos governistas promoveram no Twitter uma série de postagens nas quais acusam o Estado de “mentir” na cobertura do caso Flávio Bolsonaro. As informações reveladas pelo jornal se baseiam em fatos e documentos oficiais" informou o Estadão.
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Porta-voz da Presidência diz que Planalto não admite que atentado contra Bolsonaro não tenha solução plausível



Manifestando o descontentamento do presidente Jair Bolsonaro com as conclusões preliminares apontadas pelos laudos de sanidade mental de Adélio Bispo de Oliveira, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros afirmou nesta sexta-feira, 8, que não se pode admitir que não haja uma solução plausível para o caso. A declaração ocorreu logo após a divulgação de laudos encomendados pela Justiça Federal que apontaram que o homem que  tentou Bolsonaro durante a campanha eleitoral não pode responder por seus atos, em virtude de distúrbios mentais.


"Não poderíamos admitir que um candidato à Presidência seja esfaqueado em meio à multidão e nós não tenhamos efetivamente uma solução que seja plausível. Não estou dizendo que não seja plausível algum aspecto de insanidade mental, mas é preciso aprofundar isso", disse Rêgo Barros.

Apesar disso, o porta-voz afirmou que o presidente confia na Justiça e no trabalho desenvolvido pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em relação às investigações.

"Naturalmente ainda há divergências em relação a esses laudos segundo os quais vocês próprios já iluminaram à sociedade e essas divergências vão ser consolidadas e alinhadas para que a decisão final assim se faça e a justiça, principalmente, se faça presente", disse Rêgo Barros.

Com informações do Estadão
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Autoproclamado presidente do Brasil, José de Abreu fala em viajar o país



O autoproclamado presidente do Brasil, o ator José de Abreu, afirmou nesta sexta-feira (8) que vai percorrer o país para “mobilizar as forças progressistas” e que formará um ministério paralelo ao oficial, formado em sua maioria por mulheres. O próprio Abreu se surpreendeu com a receptividade que tem tido, desde que se autoproclamou presidente do Brasil. O ator tem sido recepcionado por multidões de apoiadores em aeroportos e se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

“Sem querer, eu consegui furar uma bolha. Estava todo mundo apático, um descrédito total com essa desfaçatez do governo. Eu acho que tive uma intuição. Começou como uma forma de irritar o [Juan] Guaidó, com aquela história de autoproclamado”, afirmou Abreu, se referindo ao autoproclamado presidente da Venezuela.

“A coisa cresceu demais em uma semana. Eu estava sozinho na Grécia, mas aqui vou ter uma equipe pra me ajudar. Vamos aproveitar esse momento pra botar fogo. [Meu ministério] vai analisar os atos que eles [o governo] fizerem para dar propostas mais condizentes com o Brasil. Tem gente já trabalhando na reforma da Previdência.”

Perguntado sobre a possibilidade de uma candidatura real à Presidência em 2022, o ator afirmou que as eleições ainda estão muito longe, "a não ser que tenha impeachment da chapa, porque se der impeachment nele [Bolsonaro], entra [Hamilton] Mourão. Acho melhor deixar ele lá, não sei".

Embora trate o assunto como uma sátira, o fato é que José de Abreu assumiu sua disposição  em causar embaraços e desgastes ao governo Bolsonaro. 
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