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Senado aprova voos em classe superior com passagem até 7 vezes mais cara para parlamentares e servidores



O novo Congresso está comprovando que a classe política pretende continuar sapateando na cara do povo. A aprovação, em uma canetada, de uma medida que permitirá que centenas de membros da casa façam viagens internacionais na classe executiva, que tem bilhete até 7 vezes mais cara que o permitido até então, na classe econômica, é mais um tapa na cara da sociedade.

 81 senadores da Casa como também os consultores-gerais, secretários, diretores, advogado-geral e diretora-geral da Mesa têm permissão de voar para fora do Brasil em cabines confortáveis, com direito a bebidas e comidas diferenciadas, além de outros mimos.

 Quer viajar de classe executiva? Prepare-se para gastar: o valor do bilhete chega a custar 7,5 vezes mais do que uma passagem em classe econômica.

Para se ter uma ideia, um voo da American entre Guarulhos e Nova York custava em média R$ 1.550 na classe econômica e R$ 11.595 na executiva. O negócio é muito lucrativo para as companhias aéreas, que fazem lobby em vários países do mundo no sentido de ampliar a clientela junto a classe política. Muitas empresas estão eliminando a primeira classe e oferecendo mais conforto na classe executiva.

Como quem paga a fatura é o contribuinte...
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Ninguém rouba sozinho. Sérgio Cabral começa a revelar parceiros em crimes



Em depoimento recente na Lava Jato do Rio de Janeiro, o ex-governador Sérgio Cabral confessou sua compulsão por dinheiro. Ninguém ainda é capaz de prever quantas revelações sairão da memória do homem que governou o estado por quase uma década e meia, contando com o reinado interrompido de Luiz Fernando Pezão, supostamente seu cúmplice direto e representante de seus interesses no Palácio Guanabara.

Cabral esperou a poeira assentar por mais de dois anos na prisão, enquanto acompanhava o desenrolar de ações penais que resultaram em condenações que somam mais de 200 anos de prisão. Da cadeia, Cabral acompanhou ainda a eleição, talvez na expectativa de que aliados conseguissem se eleger em postos chave, como o governo do Rio e até mesmo a Presidência da República. Já com o quadro definido, tanto político quanto judicial, Cabral decidiu que era hora de começar a falar.

Ninguém rouba sozinho. Ninguém rouba tantos milhões durante tantos anos sem a cumplicidade de muitos parceiros em dezenas de repartições, órgãos públicos, empresas e políticos de cargos superiores. Além de saber muito, Cabral também sabe quem, entre seus parceiros de crime, já está completamente liquidado, sem qualquer chance de ascender novamente na política. São estes parceiros que o político mira em sua nova fase 'iluminada'.  Como chefe de uma organização criminosa que saqueou os cofres públicos do estado do Rio durante tantos anos, Cabral tem potencial de colocar muita gente atrás das grades, incluindo membros do Judiciário. Ninguém rouba sozinho. Este é o novo recado de Cabral.

Segundo O Globo, “Em conversas reservadas, Cabral tem indicado disposição para revelar segredos da magistratura. Além de influir em decisões do Tribunal de Justiça do Rio, ele apadrinhou a indicação de ao menos quatro ministros do STJ e um ministro do Supremo.

Uma delação do ex-governador pode ser o ponto de partida para a aguardada operação Lava Toga.”

Ou um belo acordo de delação premiada.
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Cena trágica do Extra quase se repete contra homem que se queixou por demora no atendimento na Caixa. Mata-leão foi filmado pela filha da vítima



Policiais Militares que foram atender a uma ocorrência em uma agência da Caixa Federal de Salvador quase repetem a cena trágica que resultou na morte de um rapaz no supermercado Extra no Rio de Janeiro na semana passada. A vítima, Crispim Terral, de 34 anos, foi violentamente contido pelos policiais após se queixar pelo fato de um dos gerentes do banco o deixar por quase cinco horas à espera de atendimento.

 Inconformado com a situação, o cliente foi reclamar com gerente pelo péssimo atendimento, mas no lugar de atender o cliente, o gerente preferiu acionar a Polícia Militar e, na abordagem, um policial dá um "mata-leão" em Crispim. A cena, que causa arrepios em quem se lembra do assassinato de um rapaz de 19 anos no interior do Extra do Rio na semana passada,  foi filmada pela própria filha da vítima, uma moça15 anos que acompanhou toda a cena aos prantos.

O cliente do banco disse que registrou queixa de racismo junto à Polícia Civil e à Corregedoria da Polícia Militar.

No relato postado nas redes sociais, Crispim lamenta a forma como foi tratado na agência. "Momento terrível e absurdo. Em pleno século XXI, fui tratado de forma ríspida e claramente fui vítima de preconceito racial", disse.


Além disso, segundo Crispim, os PMs queriam algemar ele, a pedido do gerente do banco, que se recusou ir à delegacia junto com o cliente.

"O problema foi que, ao descer ao térreo da agência, o gerente falou que só iria à delegacia se os policiais me algemassem, e disse: 'Não faço acordo com esse tipo de gente'", contou Crispim.

Com informações do G1

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Sérgio Cabral está entregando geral. Eduardo Paes caiu no depoimento do ex-parceiro



O ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral desandou a falar sem mais nem menos. Além de entregar o ex-governador Luis Fernando Pezão e o empresário Eike Batista, Cabral também detonou o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, a quem disse que deu 80 milhões de reais em propinas para sua campanha eleitoral.

“Em 2008 teve muito dinheiro para o Eduardo Paes, essa é uma outra história, e que eu cuidei de… O Eduardo Paes deve ter tido mais ou menos 80 milhões de reais viabilizados por mim para a campanha dele em 2008”.

Cabral também confirmou ter recebido cerca de U$ 16 milhões da empresa de Eike Batista. Cabral disse que, apesar do tempo que ficará na cadeia, disse estar “aliviado” por ter admitido o recebimento de propina às autoridades.

“Gente, eu tô muito aliviado, sabia? E quero continuar ficando aliviado, seja o tempo que eu passar na cadeia”, afirmou o ex-governador.

Ele também acusou o ex-governador Luiz Fernando Pezão de receber dinheiro de propina dentro da sede do estado, o Palácio Guanabara, em Laranjeiras. Ainda segundo Cabral, o esquema começou já no primeiro ano do seu governo, em 2007.
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Confirmado sequestro do sítio de Atibaia após determinação em condenação de Lula



O famoso sítio de Atibaia que rendeu mais uma condenação ao ex-presidente Lula na Lava Jato foi devidamente sequestrado. A informação é do Registro de Imóveis de Atibaia (SP) informou nesta segunda-feira (25) à juíza Gabriela Hardt que a propriedade rural foi efetivamente sequestrada, conforme ficou determinado pela magistrada por ocasião da condenação do petista no processo na primeira instância.

Nesta ação penal, Lula foi condenado pela segunda vez na Lava Jato pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Ao petista, foi imposta uma pena de 12 anos e 11 meses de prisão por  recebimento de propina por meio de reformas na propriedade.

A Justiça Federal ainda deve decidir quando a propriedade poderá ir a leilão. Em despacho, a juíza da 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba determinou o sequestro independentemente do trânsito em julgado da ação.
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Moro e PF informam Bolsonaro que investigação sugere que Adélio agiu sozinho



Apos vários meses de investigações, a Polícia Federal não conseguiu determinar se houve participação de terceiros na tentativa de assassinato do presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral no mês de setembro do ano passado, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. Durante reunião realizada nesta segunda-feira, 25, o ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro informou o presidente que a PF não encontrou evidência para afirmar que houve a participação de outras pessoas além de Adélio Bispo no atentado.

 A PF explicou que o inquérito ainda está em andamento. Falta concluir a análise dos materiais apreendidos com um advogado do autor do ataque sofrido por Bolsonaro em setembro. Estavam presentes o delegado federal responsável pelo caso, Rodrigo Morais, o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e o superintendente da PF em Minas Gerais, o delegado Cairo Costa Duarte.

Até o momento, a tese sobre a atuação isolada de Bispo é a que prevalece no segundo inquérito instaurado pela PF. 
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Rodrigo Maia aperta Bolsonaro e cobra uso da rede bolsonarista para 'vender' reforma previdenciária



O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), colocou o presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores em uma verdadeira saia justa ao defender que todos devem ir para as redes sociais para fazer propaganda da reforma previdenciária.

“A questão da comunicação é decisiva. Não tem como ir para o enfrentamento de um tema tão sensível como esse sem ter a capacidade de explicar de forma muito clara para o cidadão o que estamos fazendo, qual o objetivo da reforma"

O problema é que já há vários eleitores de Bolsonaro que não estão nem um pouco satisfeitos com a proposta de reforma da Previdência encaminhada pelo presidente à Câmara dos Deputados. Além da quebra do compromisso de campanha com a idade mínima, poucos estão aceitando a conversa de que quem ganha menos vai contribuir com menos. Na verdade, a proposta para a maior parte da sociedade que recebe até um salário mínimo terá um desconto de apenas 0.5% no valor da contribuição, que era de 8% e passa a ser de 7.5%.

Mas isto não é o pior. Como deputado, Bolsoanro militou contra a reforma da Previdência proposta por Temer que previa teto único e democrático para todos os cidadãos brasileiros no Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Pela proposta anterior, todos os trabalhadores, sejam do poder público ou da iniciativa privada, poderiam se aposentar pelo teto do RGPS de pouco mais de R$ 5 mil. Foi a forma encontrada pelo governo anterior para limitar as aposentadorias de alto valor, ou seja, eliminava privilégios das elites, causa maior do rombo na Previdência, e tratava todos os brasileiros como cidadãos iguais. (Leia a proposta que Bolsonaro militou contra aqui)

No caso da proposta encaminhada por Bolsonaro, o Estado continua tratando a elite a pão de ló e os cerca de 200 milhões de brasileiros como cidadãos de 2.ª classe. Pela nova proposta, a elite do funcionalismo publico que recebe acima de R$ 39 mil por mês continuará a receber até 40 vezes mais que o cidadão comum no INSS.

A manobra que preserva os interesses fisiológicos está justamente na necessidade de aprovação do Congresso. O negócio é 'jogar' a proposta para que a 'galera' a mastigue bem, protegendo seus interesses, de modo que apenas quem não possui poder de pressão, o povo, pague a maior parte da fatura. Apesar da pegadinha, a proposta habilita, ao menos em tese, o governo vender a mensagem de que a reforma combate privilégios aumentando a contribuição para quem ganha acima de R$ 39 mil. O problema é que grupos, notoriamente poderosos e influentes no Congresso, já se mobilizam para derrubar o aumento da contribuição de servidores.

Obviamente, os militares, membros do Judiciário, Ministério Público Federal e a elite dos três poderes que fez campanha para Bolsoanro vai topar vender a NOVA Previdência nas Redes Sociais. O problema será convencer o eleitor que, além de continuar a ser tratado como cidadão de 2.ª classe, ainda vai ter que trabalhar até 12 anos a mais para se aposentar, na maioria dos casos. Isso sem contar que a elite de servidores fará enorme pressão para manter seus privilégios intocáveis até a aprovação final da proposta no Senado, lá pelo final de 2019. Nesta queda de braço, os mais poderosos sempre levam vantagem.

Presidente Jair Bolsonaro entregando sua proposta de reforma
da Previdência ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia


Segundo Rodrigo Maia, Bolsonaro vai ter que usar a estrutura política de comunicação que o ajudou a chegar ao poder para convencer a sociedade sobre as supostas virtudes de sua proposta de reforma da Previdência.

"A questão da comunicação é decisiva. Não tem como ir para o enfrentamento de um tema tão sensível como esse sem ter a capacidade de explicar de forma muito clara para o cidadão o que estamos fazendo, qual o objetivo da reforma", disse.

"O governo precisa fazer isso. [Usar] estrutura política que levou o presidente ao governo e que apresentou competência muito grande de influencia nessas redes. [...] Essa parte política, o partido do presidente, precisar ter a capacidade de enfrentar, saber explicar de forma didática", afirmou Maia durante debate promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) nesta segunda-feira (25).

O próprio Bolsonaro tem sido questionado nas Redes Sociais sobre sua NOVA Previdência. Para evitar constrangimentos, o presidente tem abordado temas menos espinhosos em suas postagens no Twitter:

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Ministro da Educação pode passar apuros na audiência na Comissão de Educação do Senado hoje



O ministro da Educação, Ricardo Vélez, convidado para participar de audiência na Comissão de Educação do Senado nesta terça-feira, 26, poderá passar por constrangimentos adicionais, além do episódio em que se referiu aos brasileiros como ladrões de hotéis. Em entrevista recente, Velez afirmou que “O brasileiro viajando é um canibal. Rouba coisas dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião; ele acha que sai de casa e pode carregar tudo”. O ministro chegou a culpar a Veja por suas supostas declarações e chegou a contestar a fala atribuída a ele. A situação acabou forçando a publicação a divulgar o áudio em que Velez fazia exatamente a declaração infeliz e generalizada sobre o povo brasileiro. Ao que tudo indica, o presidente da República concorda com a declaração de seu ministro, pois o manteve no cargo após o insulto aos brasileiros.

Como se não bastasse este fato, Velez parece ter se metido em mais uma polêmica às vésperas de sua audiência na Comissão de Educação do Senado. O ministro teria enviado um email para as escolas públicas e particulares do País solicitando que as crianças se perfilem para cantar o Hino Nacional e sugeriu que os alunos sejam filmados nesse momento, e que as imagens  sejam enviadas para o Ministério. Sobre cantar o hino nacional, não há nada demais. A polêmica ficou por conta de um suposto pedido adicional da pasta. No email, também é pedido aos professores que os alunos leiam uma mensagem do ministro e o slogan da campanha de Bolsonaro à Presidência: “O Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.” O email contém instruções para envio dos vídeos, mas não informa de que maneira os arquivos seriam usados pela pasta.


Além de ter se referido aos brasileiros, de forma generalizada, como ladrões, Vélez terá de explicar o que a pasta faria com vídeos de crianças repetindo slogans de campanha eleitoral. Nas redes sociais, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro saíram em defesa do ministro da Educação nas duas oportunidades, concordando que todo brasileiro é ladrão e tentando confundir a polêmica do pedido para que crianças repetissem bordões de campanha em vídeo com a possibilidade de cantarem o hino nacional. Veja o comentário do Jornalista Marco Antonio Villa sobre as declarações do ministro:

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Mourão descarta uso da força contra Venezuela e diz que o Brasil não vai levar marca de agressor e invasor na história



O vice-presidente, General Hamilton Mourão, descartou a participação do Brasil em qualquer ação militar na Venezuela para depor o ditador Nicolás Maduro do poder e instalar o líder aliado dos americanos Juan Guaidó. Mourão representou o Brasil na reunião do Grupo de Lima, que aconteceu  nesta segunda-feira, 25, em Bogotá, na Colômbia, e falou logo após o líder venezuelano Juan Guaidó e o vice-presidente americano, Mike Pence.

Mourão afirmou que o Brasil não está disposto a adotar medidas que caracterizem seu país como invasor ou agressor no decorrer da história e disse acreditar firmemente que é possível a Venezuela regressar ao convívio democrático por outros meios, como uma ação coordenada pelos países em torno de uma saída democrática.

O vice-presidente brasileiro defendeu a convocação de novas eleições livres, fiscalizada pela OEA e disse acreditar ser possível restabelecer a democracia no vizinho sem medidas extremas.

“O Brasil acredita firmemente que é possível devolver a Venezuela ao convívio democrático das Américas sem qualquer medida extrema, que nos confunda como nações democráticas, com aquelas que serão julgadas pela história como agressores, invasoras e violadoras das soberanias nacionais.”, afirmou Mourão, num claro recado aos Estados Unidos.

Horas mais tarde, por meio de seu perfil no Twitter, Mourão voltou a defender uma saída pacífica para a crise no país vizinho.

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Estados Unidos estariam preparando operação militar para depor Maduro e instalar Gauidó no comando da Venezuela



Os rumores de que os Estados Unidos estariam preparando uma operação militar na Venezuela para depor o ditador Nicolás Maduro e transferir o comando do país para o líder Juan Gauidó aumentaram após a fala do vice-presidente Americano Mike Pence agora há pouco na reunião do Grupo de Lima, na, em Bogotá, capital da Colômbia.

Especialistas acompanham a movimentação de aeronaves dos EUA em várias regiões da Colômbia, o que pode significar já há movimentações no sentido de implementar uma ação militar americana na Venezuela.

Especialistas em operações militares da imprensa americana dão como certa uma operação militar para depor Nicolás Maduro e a instalação do auto proclamado interino Juan Guaidó em seu lugar.

Mike Pence pressionou há pouco os líderes que participaram da reunião do Grupo de Lima, na qual também está presente o vice-presidente brasileiro Hamilton mourão, no sentido de promover o estrangulamento econômico da Venezuela e a transferência imediata de todas as riquezas daquele país para o líder aliado dos americanos Juan Guaidó. Durante a reunião, não foi descartado o uso da força para remover Maduro o quanto antes.

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Davi Alcolumbre, presidente do Senado, omitiu vários imóveis da Justiça Eleitoral, diz publicação



Após uma longa investigação em cartórios do Amapá, a Folha informou nesta segunda-feira, 25, que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ocultou da Justiça Eleitoral a posse de vários imóveis durante quase toda a sua carreira política iniciada no final dos anos 1990.

"Levantamento de escrituras e registros no único cartório de imóveis e nos três cartórios de notas da capital do Amapá mostram um cenário bem diverso do que o político, por obrigação legal, tornou público a cada eleição", dia a publicação, que ofereceu várias oportunidades para que o presidente do Senado explicasse as discrepâncias entre as informações obtidas e suas declarações à Justiça Eleitoral.

Na matéria na qual enumera vários imóveis pertencentes ao presidente do Senado, a publicação lembra que "O artigo 350 do Código Eleitoral define como crime “omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais”. A pena é de até cinco anos de prisão e multa".

Segundo a Folha, "O agora presidente do Senado é membro de uma família com patrimônio elevado no Amapá, possuidora de mais de uma centena de imóveis, postos de gasolina, empresas e retransmissoras de TV, entre outros. Desde 2002, Davi vem informando aos seus eleitores ter poucos bens, às vezes nenhum".

Leia a matéria completa AQUI
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Sergio Moro confirma que suposto esquema de laranjas no PSL já está sendo apurado



O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, confirmou esta segunda-feira, 25, durante entrevista à à rádio "Jovem Pan" que orientou a Polícia Federal (PF) a "não proteger ninguém" na investigação sobre o uso de candidatas laranjas pelo PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Moro afirmou que este foi o combinado, antes de assumir o cargo, no sentido de que "ninguém seria poupado" se aparecessem denúncias.

“Quando fui convidado por Bolsonaro, o que conversamos: ninguém seria poupado. Se surgissem casos de crime no âmbito do governo, isso seria apurado e não seria poupado ninguém. E isso foi passado para a Polícia Federal. Órgãos de investigação têm independência. O próprio presidente solicitou que esses episódios fossem devidamente apurados. O trabalho que tem que ser feito em relação a esse fato está sendo feito.”
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PGR defende transferência imediata de travestis para prisões femininas



A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu a transferência imediata de travestis para estabelecimentos prisionais femininos, caso optem, tendo como base a identidade de gênero. Para ela, a manutenção de mulheres transexuais e de travestis identificadas socialmente com o gênero feminino em presídios masculinos contraria direitos fundamentais previstos na Constituição Federal. A manifestação foi enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), neste fim de semana, na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 527, proposta pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGT). O caso será analisado pelo ministro Luís Roberto Barroso.

O Estado tem o dever de acomodar cidadãos que incorreram em práticas criminosas em instalações dignas e apropriadas. No entanto, a PGR parece não ter considerado a opinião das mulheres detentas ou de seus familiares. É possível especular que pais, maridos ou namorados de detentas não aprovariam a ideia de colocar pessoas com pênis nos mesmos  estabelecimentos prisionais femininos.

Diante dos desafios previstos, seria mais apropriado que o Estado providenciasse instalações próprias para abrigar prisioneiros de orientações tão distintas ou criar alas específicas nas unidades prisionais para cada grupo.

Em fevereiro do ano passado, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou que duas travestis colocadas em celas masculinas fossem transferidas para estabelecimento prisional compatível com a orientação sexual.

Na ocasião,  Barroso citou a Resolução Conjunta 1 do Conselho Nacional de Combate à Discriminação, que trata do acolhimento de pessoas LGBT em privação de liberdade no Brasil e estabelece, entre outros direitos, que a pessoa travesti ou transexual deve ser chamada pelo seu nome social, contar com espaços de vivência específicos, usar roupas femininas ou masculinas, conforme o gênero, e manter os cabelos compridos e demais características de acordo com sua identidade de gênero. A resolução também garante o direito à visita íntima.

O ministro também citou a Resolução 11 da Secretaria da Administração Penitenciário do Estado de São Paulo, que dispõe sobre a atenção a travestis e transexuais no âmbito do sistema penitenciário paulista.

Com informações do Ministério Público Federal 
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Paisagista garante que foi dopada antes de ser espancada por quatro horas por agressor covarde



A paisagista Elaine Caparroz, de 55 anos, afirmou em entrevista neste fim de semana que tem certeza que foi dopada por seu agressor,  Vinícius Serra, 27 anos, horas antes de ter início a sessão de espancamento a que foi submetida por cerca de quatro horas.

Num caso em que está sendo considerado como tentativa de feminicídio premeditado, Elaine Caparroz foi violentamente espancada por quatro horas no apartamento onde mora na Barra da Tijuca, Zona Oeste, na madrugada de sábado (16).

Segundo a paisagista, ela começou a se sentir alterada e a perder os sentidos logo após a ingestão de vinho e confirma ter acordado durante com o agressor já em cima dela, lhe desferindo golpes violentos e tentando aplicar-lhe um mata-leão.

Ao ser questionada se Vinícius poderia ter colocado alguma coisa em sua bebida, ela responde sem dúvidas. "Eu não acho. Eu tenho certeza, certeza absoluta", afirmou a paisagista.
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Mourão se diz contra 'aventuras' e afirma que Brasil não vai embarcar na onda de intervenção na Venezuela



Apesar dos apelos do líder Juan Guaidó no sentido de considerar todas as possibilidades para remover o ditador Nicolás Maduro do poder na Venezuela e da forte campanha dos Estados Unidos para obter maior influência na América Latina com o projeto de derrubada de Maduro, o vice-presidente brasileiro, Hamilton Mourão, afirmou que o Brasil não deverá encorajar a intervenção no país vizinho.

Nada de Aventuras.


Mourão chegou à Colômbia na noite deste domingo (24), para participar da reunião do Grupo de Lima, que deve contar com a presença do vice-presidente americano Mike Pence. Mourão disse ao G1 "que a posição brasileira na reunião dos países que integram o Grupo de Lima será a de manter a linha de não intervenção na Venezuela. O encontro acontece nesta segunda-feira (25) em Bogotá.

O Brasil vai defender entre os países do grupo uma pressão diplomática para o isolamento internacional do regime Maduro. De forma reservada, militares brasileiros têm reforçado que uma intervenção militar na Venezuela pode criar uma instabilidade na região. Há preocupação com a situação da fronteira no estado de Roraima.

"Vamos manter a linha de não intervenção, acreditando na pressão diplomática e econômica para buscar uma solução. Sem aventuras", garantiu Mourão.

A participação em uma eventual intervenção militar na Venezuela implicaria a responsabilização do Brasil na reconstrução do país vizinho, o que demandaria investimentos bilionários. No caso da invasão americana no Iraque há cerca de 15 anos, houve este tipo de comprometimento. No entanto, o país permanece em ruínas, com escassez de alimentos e energia elétrica até os dias de hoje. Houve ainda um aumento significativo na corrupção após a aprovação da Lei do Petróleo aprovada logo após a intervenção americana na Iraque. Exploradores do petróleo daquele país passaram a 'levar' para casa mais do que deveriam.
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Vídeo do momento em que uma PM é flagrada tentando entrar com produtos para churrasco no presídio onde está o Pezão



Acompanhe no vídeo abaixo o momento em que uma policial militar foi presa em flagrante ao tentar facilitar a entrada de cerveja, carvão e utensílios para fazer churrasco - incluindo facas - na Unidade Prisional (UP) da Polícia Militar do Rio, em Niterói, região metropolitana da capital. A UP abriga, principalmente, policiais militares presos, mas serve também para autoridade. O ex-governador Luiz Fernando Pezão (MDB) está preso na UP da PM do Rio.

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Prefeito exige que servidores fossem ao show de sua noiva - vídeo



O prefeito de Camaragibe, no Grande Recife, Demóstenes Meira (PTB), exigiu que Servidores comissionados da prefeitura de comparecessem ao show da noiva dele, a cantora Taty Dantas, que também é secretária municipal de Assistência Social.

Em tom de ameaça, o prefeito informou, através das redes sociais, que registraria a presença dos servidores em vídeo, realizado no último domingo (17).

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Maduro desafia o Brasil: “Vamos comprar todo o arroz, o leite, a carne que quiserem vender, tudo, pagando”



Após vencer a batalha inicial de países que tentaram internalizar ajuda humanitária em nome do líder Juan Gauidó, o ditador venezuelano Nicolás Maduro fez um desafio público ao governo brasileiro e afirmou que o Brasil e empresários brasileiros podem enviar alimentos para a fronteira e se comprometeu a pagar em dinheiro pelos produtos.

Em pronunciamento na noite deste sábado (23), Maduro afirmou que compraria a comida brasileira

“Vamos comprar todo o arroz, o leite, a carne que quiserem vender, tudo, pagando”, disse Maduro. “Não somos maus pagadores, somos gente honrada”, reforçou o ditador.

Ele afirmou que quer receber alimentos do Brasil, citando o estado de Roraima, que faz fronteira com o Brasil, mas que quer pagar. “Querem trazer leite em pó, arroz e carne? Eu compro, pago agora. Eu quero, claro que sim”, disse.

O governo brasileiro havia preparado um mix de produtos, com arroz americano, para entregar ao líder Juan Guaidó, o que acabou sendo interpretado pelo ditador venezuelano como uma estratégia de interferência política.

Maduro chamou a ajuda humanitária oferecida por países como Brasil e Estados Unidos de “comida podre” e disse que o ato disfarçava uma suposta tentativa de invasão militar dos americanos. Maduro também anunciou o rompimento das relações entre Venezuela e Colômbia e deu 24 horas para que os representantes do governo de Ivan Duque deixassem o país. Ao contrário do que noticiou o chanceler brasileiro Ernesto Araújo. nenhum caminhão com ajuda humanitária chegou a cruzar a frenteira da Venezuela. Dois veículos foram saqueados e incendiados em território colombiano.

O comércio entre Brasil e Venezuela sempre foi marcado pela maior quantidade de produtos comprados pelo país vizinho. Apesar da crise, a Venezuela compra cerca de U$ 500 milhões ano e comercializa apenas U$ 150 milhões para o Brasil. Até o momento, Maduro ainda não cortou o fornecimento de energia para  Roraima, o único estado brasileiro que não está conectado ao sistema nacional de energia.
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A casa caiu para o Queiroz? Justiça quebra sigilo bancário e fiscal de alvos da Operação Furna da Onça



O Tribunal Regional Federal da 2ª Região ordenou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de vários alvor da investigados na Operação Furna da Onça, que apura a atuação de uma organização criminosa na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj.

Segundo informou a Revista Época, "Também são alvos assessores dos políticos envolvidos, intermediários e agentes do Detran-RJ". A operação Furna da Onça, da Polícia Federal, um desdobramento da Lava Jato, levou à prisão de dez deputados estaduais do Rio de Janeiro.

Durante as investigações, as autoridades solicitaram ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) informações sobre cerca de 70 assessores de deputados da Alerj. 22 deles apresentaram movimentações financeiras atípicas. Entre eles estava Fabrício Queiroz, o ex-assessor do hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Ao todo, dez deputados estaduais foram presos por participação na organização criminosa que atuava na Alerj. 22 assessores também caíram no relatório do Coaf. Como o TRF da 2.ª Região determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de 29 investigados, é provável que o ex-PM Fabrício Queiroz esteja entre os investigados que terão seus sigilos quebrados.

O relatório do Coaf em que aparece o nome de Queiroz faz parte da investigação que deu origem à operação Furna da Onça. 
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Sem medo de avião, nem dó do dinheiro do povo. Justiça determina bloqueio de R$ 11,5 milhões em bens de Aécio por mais de mil voos



Embora as chances de sofrer um acidente de avião sejam bastante remotas, há quem morra de medo de voar. Mas ao que tudo indica, este não é o caso do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG). O tucano teve cerca de R$ 11,5 milhões em bens bloqueados por determinação da Justiça de Minas Gerais por suspeita de uso, sem comprovação de interesse público, de aeronaves oficiais do estado. Segundo a acusação, Aécio teria usado aviões com despesas pagas pelo contribuinte para 1.337 voos às cidades do Rio de Janeiro, Cláudio (MG) e outros municípios.

De acordo a Promotoria, enquanto governava o estado Aécio realizou 1.424 deslocamentos aéreos de janeiro de 2003 a março de 2010, quando deixou o cargo para concorrer ao Senado. Destes, apenas 87 tiveram justificativa. Os demais foram feitos para transporte de passageiros que não foram identificados no momento dos voos, afirma a acusação.

Por conta da denúncia, o juiz Rogério Santos Araújo Abreu, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte, decidiu liminarmente pelo bloqueio. Em decisão provisória, o magistrado também aceita a ação civil pública do Ministério Público e transforma Aécio em réu e deu prazo de cinco dias para que Aécio apresente bens no valor citado à Justiça. A defesa de Aécio diz que irá recorrer.
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