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Dono do Facebook, WhatsApp e Instagram expõe Bolsonaro ao mundo como propagador de fake news



O dono do Facebook, WhatsApp e Instagram, Mark Zuckerberg, expôs o presidente do Brasil Jair Bolsonaro ao mundo como um propagador de mentiras na internet.

O empresário, reconhecido como proprietário das redes sociais e aplicativos de maior sucesso no mundo, disse nesta quinta-feira (21) que o Facebook está removendo informações falsas sobre o coronavírus e deu o exemplo sobre a exclusão de publicação do presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

O Facebook retirou uma alegação do presidente brasileiro Jair Bolsonaro de que os cientistas "mostraram" que havia uma cura para o coronavírus, informou o G1

"Isso obviamente não é verdade e é por isso que a removemos. Não importa quem diga isso", disse Zuckerberg, em entrevista à rádio pública britânica BBC.
O Facebook removerá da plataforma todo o conteúdo que cause "dano imediato" a qualquer usuário, acrescentou Zuckerberg.

No final de março, Facebook e Instagram removeram vídeo publicado por Bolsonaro por violação das regras das redes sociais"

As informações são do G1
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Humberto Costa assumiu que era hora de assumir a corrupção do PT



No auge da Operação Lava Jato, muitos petistas foram acuados pelos fatos revelados pela maior investigação contra corrupção da história do país e se viram forçados a reconhecer que o partido havia metido os pés pelas mãos nos métodos de financiamento da legenda. O então senador foi um dos primeiros integrantes dodo núcleo duro do partido a vir a público reconhecer que havia chegado o momento de o PT admitir a corrupção e pedir desculpas ao povo.

"Humberto Costa (PT-­PE) foi ministro da Saúde do governo Lula, esteve no olho do furacão durante a prisão de Delcídio do Amaral, o ex-petista preso tentando obstruir a Lava-Jato, e durante o traumático processo de impeachment da correligionária Dilma Rousseff. Atuou na linha de frente para amparar o que restou do PT e era o líder do partido no Senado até duas semanas atrás. É, portanto, um petista do núcleo duro da legenda — e, também, a primeira voz autorizada a dizer publicamente, como fez em entrevista a VEJA, que chegou a hora de o PT admitir que se envolveu em corrupção, pedir desculpas à sociedade" dizia a matéria da revista na época. (confira aqui)

O petista histórico foi apenas um dos membros do partido que acabaram reconhecendo que a legenda fez jus ao sentimento anti-PT que tomou conta de parte da sociedade ao longo dos últimos anos. Esta entrevista de Costa comprova que as críticas contra o partido e seus integrantes não foram invenção da imprensa ou da oposição.
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Raposas da política fazem a festa com desidratação de Bolsonaro. O Povo Brasileiro é vítima da história.



O presidente Jair Bolsonaro conseguiu expor sua profunda fragilidade política no episódio em que rompeu com a estrela maior de seu time, o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. A avaliação nos bastidores de Brasília é a de que a iniciativa do presidente foi na verdade um gesto de puro desespero.

De fato, não há como negar que, na relação custo x benefício, Bolsonaro teve que tomar decisões que contrariam a lógica. Romper com um membro de seu governo que representa seu maior compromisso de campanha, o combate à corrupção e lavagem de dinheiro, não foi uma decisão inteligente, segundo analistas.

Bolsonaro sabia que perderia pelo menos 30% de seus apoiadores ao romper com Moro, que sempre apareceu em pesquisas de opinião com o dobro da margem de aprovação popular perante o próprio Bolsonaro. Embora não seja uma unanimidade em nenhum espectro político nacional, Moro levou consigo a parcela de apoiadores da Lava Jato que, por tabela, apoiavam Bolsonaro.

Para tomar uma atitude dessas, ou seja, abrir mão de parte significativa de seus apoiadores, perder o discurso do combate à corrupção e romper com a cultura que culminou em sua eleição, Bolsonaro acabou expondo, de forma subliminar, que tina mais a perder, caso não interferisse na Polícia Federal, contrariando Moro e vendo a joia da coroa ir embora de seu governo.

Esta foi a deixa para que as velhas raposas da política nacional fechassem o cerco em torno do agora fragilizado Bolsonaro. A aproximação do presidente com figuras como Gilberto Kassab, roberto Jefferson, Ciro Nogueira e Valdemar Costa Neto, entre alguns investigados por corrupção, réus no STF e até um ex-presidiário, é sinal de que as coisas estão mesmo feias para o lado de Bolsonaro.

Além da perda de capital político com a briga com Moro, o rompimento com praticamente todos os seus compromissos de campanha tem sido outro fator que tem afugentado antigos apoiadores. Ideais como fortalecer a Lava Jato, aperfeiçoar os mecanismos de combate à corrupção e lavagem de dinheiro, banir a política do toma lá da cá e moralizar a Presidência da República foram todos sepultados ao longo de seu primeiro ano de governo.

Estes pontos negativos poderiam ter sido atenuados, caso o governo Bolsonaro tivesse entregue o desempenho prometido na área econômica, mas o fato é que o pibinho de 2019 desencantou boa parte dos liberais que viam o presidente com entusiasmo. Logo após a posse, Bolsonaro se dedicou à escalada de atritos com a imprensa para tentar mitigar escândalos como o caso Queiroz, as rachadinhas, denúncias de uso de laranjas por parte de seus ministros e emprego de assessores fantasmas em seu gabinete em Brasília nos tempos de deputado. Bolsonaro também gastou muita energia na tentativa frustrada de conseguir uma vaga de embaixador para o filho Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, enquanto seu ministro da Economia, Paulo Guedes, dedicava meses de trabalho para tentar convencer parte do Congresso de que a volta da CPMF seria uma boa saída para o país. Apesar do céu de brigadeiro em 2019, os números da economia foram  bem inferiores aos de 2018.

Além de vítima de uma facada, Bolsonaro acabou se tornando vítima de seu discurso de campanha, das promessas milagrosas de Guedes, das investigações envolvendo o filho Flávio Bolsosonaro e do possível desespero de um pai em proteger o filho. Mesmo ciente de que não faria nada para acabar com o foro privilegiado, sigilos de gasotos, mamatas e privilégios que acabou perpetuando, Bolsonaro também se tornou vítima dos anseios de parte da população no tocante ao combate à corrupção e a impunidade que teve que incorporar ao seu discurso para vencer a campanha eleitoral.

O mito foi eleito, mas cresce entre os brasileiros a impressão de que quem levou a facada foi o povo. E bem no meio das costas. Por força das circunstâncias, Bolsonaro acabou traindo o povo brasileiro. 
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Mourão irá manter política do governo, caso Bolsonaro se torne alvo de impeachment?



Apesar dos ataques originários de vários setores do próprio bolsonarismo, o vice-presidente Hamilton Mourão tem sido um fiel escudeiro do presidente Jair Bolsonaro nos momentos de crise. Discreto, Mourão tenta não interferir na escolha de ministros, evite alimentar polêmicas e até colabora nos bastidores em acordos para ampliar a base aliada do governo.

Segundo bastidores, um grupo formado por deputados, senadores, juízes do Supremo Tribunal Federal (STF) e ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) tem discutido reservadamente "o destino do presidente Jair Bolsonaro e cenários sobre como socorrer setores econômicos após a pandemia do novo coronavírus. Com o pedido de demissão do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, e as duras acusações contra o presidente feitas pelo ex-juiz da Lava-Jato, o grupo apelidado de “resistência democrática” acredita que pode ganhar relevância nos debates sobre o futuro do país, discutir mais concretamente a viabilidade ou não de um processo de impeachment e influenciar tomadas de decisões para manter um mínimo de governabilidade".

A avaliação de que Bolsonaro está desidratado politicamente só não prevalece em Brasília por conta dos acordos com setores do Centrão e a disposição do presidente em lotear cargos no 2.º e 3º escalões para companheiros de partido dos tempos em que era um deputado do baixo clero em partidos como PP e PTB. As alianças e primeiras negociatas na base do toma lá da cá com políticos como Valdemar da Costa Neto, Arthur Lira, Roberto Jefferson e Ciro Nogueira desagradam parte dos apoiadores de Bolsonaro. Resta saber se o presidente vir a cair em um eventual processo de impeachment, seu vice Mourão manterá os mesmos acordos que tanto incomodam os apoiadores raiz do atual governo. Lembrando que Mourão é uma peça fundamental deste governo, que foi eleito, juntamente com Jair Bolsonaro, e que, caso assuma a Presidência da República, o governo será praticamente o mesmo. Ao contrário do que ocorreu com Dilma e Temer, quando os dois se tornaram opositores ainda durante o mandato de Dilma, Mourão e Bolsonaro ainda mantém as afinidades originais dos tempos de campanha. Num eventual cenário de impeachment, o Brasil não teria um governo novo, mas a continuidade do governo Bolsonaro. 
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Vacina contra coronavírus pode sair no fim do ano. FDA já deu sinal verde para a segunda fase dos testes



Milhares de pesquisadores estão debruçados neste momento em centenas de laboratórios ao redor do mundo em busca de um medicamento eficaz para combater a pandemia do novo coronavírus. A esperança para a cura ou prevenção da covid-19 pode sair de qualquer lugar.

A empresa de biotecnologia e farmacêutica americana Moderna já está em fase adiantada de testes de uma alternativa que pode se consolidar em pouco tempo. A empresa está testando a primeira vacina contra o coronavírus em pessoa que parece ser segura e capaz de estimular uma resposta imunológica contra o vírus.

Segundo O Globo, "Os resultados são baseados na reação das oito primeiras pessoas que receberam, cada uma, duas doses da vacina, a partir de março.

Coronavírus:Mais rápida que vacina, terapia de anticorpos contra Covid-19 entrará em teste

Essas pessoas, voluntários saudáveis, produziram anticorpos que foram testados em células humanas no laboratório e que impediram a replicação do vírus — o principal requisito para uma vacina eficaz. Os níveis dos chamados anticorpos neutralizantes correspondiam aos encontrados em pacientes que se recuperaram após contrair o vírus em suas cidades.

A Moderna informou que está seguindo um cronograma acelerado, com a segunda fase dos testes da vacina, que envolverá 600 pessoas, marcada para começar em breve. Uma terceira fase, em julho, já contará com a participação de milhares de pessoas saudáveis.

A Food and Drug Administration (FDA), o equivalente à Anvisa no Brasil, já deu sinal verde para a segunda fase dos testes.

Vacina no fim do ano

Se esses testes se revelarem um sucesso, uma vacina poderá ficar disponível para uso generalizado até o fim deste ano ou no início de 2021, disse o Dr. Tal Zaks, diretor médico da Moderna. Ainda não se sabe quantas doses podem ficar prontas em um primeiro momento, mas Zaks afirmou que "estamos fazendo o possível para chegar logo ao maior número possível de doses".

A Moderna, empresa farmacêutica dos Estados Unidos, anunciou nesta segunda-feira (18) resultados preliminares positivos com a primeira fase de testes de uma vacina contra a Covid-19. Segundo a companhia, a vacina se mostrou segura em humanos e conseguiu gerar anticorpos similares aos de pacientes que se curaram da doença.

A corrida para a criação de uma vacina eficaz se tornou a prioridade mundial para laboratórios e pesquisadores independente. Neste cenário, é possível especular que outras soluções sejam alcançadas antes ou depois da iniciativa da Moderna. Também é possível prever que em breve teremos não apenas um, mas vários medicamentos eficazes contra a covid-19. 
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Ex-aliado de Bolsonaro que denunciou suspeições contra Flávio Bolsonaro é pré-candidato à prefeitura do Rio pelo PSDB



O empresário Paulo Marinho concedeu neste final de semana uma entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo" para denunciar  um suposto vazamento da Polícia Federal (PF) ao senador Flávio Bolsonaro sobre a operação de 2018 que mirou Fabrício Queiroz.

Segundo Marinho, Flávio revelou a ele, em 2018, ter recebido informações privilegiadas da Polícia Federal (PF) sobre Fabrício Queiroz, um dos mais importantes assessores do então deputado estadual no Rio.

Marinho é suplente do senador Flávio Bolsonaro e foi um dos principais aliados de  Jair Bolsonaro (sem partido), durante a campanha presidencial de 2018. Atualmente, o empresário é  pré-candidato do PSDB à Prefeitura do Rio de Janeiro e tem como aliados o governador de São Paulo, João Doria, também do PSDB

O empresário confirmou nesta segunda-feira que tem "elementos que comprovam" seu relato feito ao jornal Folha de S.Paulo a respeito do suposto vazamento da Polícia Federal (PF) ao senador Flávio Bolsonaro sobre a operação de 2018 que mirou Fabrício Queiroz.

“Tenho provas, tenho elementos que comprovam o relato que eu fiz. Já adianto que tudo que eu falei vou repetir durante depoimento à PF, rigorosamente igual”, disse ele ao blog da jornalista Andreia Sadi, no G1.

Marinho pediu pessoalmente ao governador do Rio, Wilson Witzel, proteção policial — e disse que já foi atendido.

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Alexandre Garcia esculacha intervencionistas e diz que Bolsonaro é pior que Lula e Dilma no trato com imprensa



A recente onda de debandada de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro tem sido fonte de preocupação no Palácio do Planalto.Mesmo as figuras públicas e influenciadores que não ousavam criticar o presidente em absoluto já ensaiam um descontentamento que pode sinalizar mais uma revoada de apoios importantes.

A postura de Bolsonaro diante da pandemia tem deixado muitos de seus apoiadores no contrapé. O isolamento social também contribuiu com um fenômeno devastador para o presidente num campo estratégico: as redes sociais.

Milhões de pessoas que estão em casa cumprindo as regras do isolamento social passaram a usar as redes sociais com maior frequência e sem as restrições do ambiente de trabalho. A massa crítica de insatisfeitos com Bolsonaro cresceu assuadoramente nos últimos sessenta dias.

Isso tem assustado muitos apoiadores do presidente que conseguiram se consolidar nas redes sociais graças ao fato de terem se associado a Bolsonaro desde as eleições de 2018. De lá para cá, muitos destes apoiadores abandonaram o barco e outros tantos começam a ensaiar uma possível debandada.

Neste sábado, na CNN, o jornalista Alexandre Garcia provocou revolta nas redes sociais ao chamar intervencionistas apoiadores de Bolsonaro de 'Vivandeiras de Quartel", algo como pessoas histéricas adoradoras da ditadura que pedem endurecimento dos militares contra instituições.

O jornalista Helio Gaspari lembra que a expressão foi trazida ao vocabulário político brasileiro pelo marechal Humberto Castello Branco, em agosto de 1964, no auditório da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Reclamando dos civis que chamavam seu governo de militarista, disse o seguinte:

"Eu os identifico a todos. E são muitos deles, os mesmos que, desde 1930, como vivandeiras alvoroçadas, vêm aos bivaques bolir com os granadeiros e provocar extravagâncias do poder militar". As vivandeiras haviam sumido da política nacional desde 1985, ano que marcou o fim do regime militar no Brasil.

Alexandre Garcia foi buscar a expressão no fundo do baú para se referir aos apoiadores de Bolsonaro que se reuniram em frente ao Quartel General em Brasília há alguns dias. Em sua participação na CNN neste sábado, o jornalista criticou o fato de Bolsonaro ter ido se reunir com as "vivandeiras'.





Em outro trecho da entrevista, Alexandre Garcia critica Bolsonaro, afirmando que o presidente é pir que os ex-presidentes Lula e Dilma no trato com a imprensa.

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Moro contrata advogado que já defendeu Marcelo Odebrecht e Eduardo Cunha



Segundo o colunista Lauro Jardim, de O Globo, o ex-juiz Sérgio Moro contratou o advogado Rodrigo Sánchez Rios para acompanhar seu depoimento à Justiça na sede da  Polícia Federal em Curitiba neste sábado. O depoimento está no âmbito do inquérito contra o presidente Jair Bolsonaro. Segundo a publicação, o advogado contratado por Moro teve clientes ilustres na Lava jato, como Marcelo Odebrecht e Eduardo Cunha.

Dia a matéria:

"Nada como um dia depois do outro: Rodrigo Sánchez Rios, o advogado contratado por Sérgio Moro e que o acompanhou em seu depoimento hoje à PF paranaense, defendeu também vários presos célebres da Lava-Jato.

Foi advogado, por exemplo de Marcelo Odebrecht e Eduardo Cunha.

Defendeu também a Engevix nos processos da Lava-Jato. Sempre foi tiudo como próximo de Moro".

Com informações de O Globo
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Apoiadores de Bolsonaro e Sérgio Moro saem na porrada no portão da Polícia Federal em Curitiba



Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e do ex-juiz Sérgio Moro entraram em confronto em frete à sede da Polícia Federal em Curitiba, símbolo da Operação Lava Jato. Os grupos foram para o local por motivos diferentes.

Os bolsonaristas foram protestar contra o depoimento do ex-juiz Sérgio Moro sobre as acusações que fez a Bolsonaro. Já os apoiadores do principal personagem da Operação Lava Jato e apontado como o homem que livrou o país do PT foram para o local para apoiar o depoimento de Moro contra Bolsonaro. O confronto foi batizado por alguns policiais federais locais como Lavajatistas VS Milicianos.


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Quem livrou o Brasil do PT foi Sérgio Moro. Bolsonaro apenas pegou carona



O presidente Jair Bolsonaro tem acusado o ex-juiz Sérgio Moro de traição. Em postagem neste sábado no Twitter, Bolsonaro chamou Moro de 'judas' e fez menção ao caso Adélio, que não possui qualquer relação como o depoimento do ex-ministro presta nesta data à Justiça. 

 "O Judas, que hoje deporá, interferiu para que não se investigasse?", questionou Bolsonaro, tentando atribuir a Moro alguma responsabilidade sobre um caso que ele mesmo, através da AGU, não fez questão de recorrer. 

Quando Moro ganhou projeção nacional em 2014 com a deflagração da Operação Lava Jato, Bolsonaro estava no PP, partido da base aliada do PT nos governos Lula e Dilma. Tinha como ídolo o dono do partido, Ciro Nogueira, alvo de algumas investigações da Polícia Federal. 

Bolsonaro era um ilustre desconhecido que ganhou visibilidade nacionalmente durante a votação do impeachment da ex-presidente Dilma rousseff, quando usou os poucos segundos ao microfone para exaltar o torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra. 

Posteriormente, Bolsonaro também teve que explicar um cheque de R$ 200 mil da JBS. Segundo o então deputado, ele devolveu o cheque ao partido e recebeu os mesmos R$ 200 mil de volta, via fundo partidário.

Enquanto Bolsonaro tentava explicar fatos embaraçosos como este, Moro dava prosseguimento à sua cruzada contra a corrupção e a impunidade de poderoso, numa jornada que culminaria não apenas no imepachment de Dilma, como também na prisão do ex-presidente Lula. 

Resta saber quem é o verdadeiro Judas nesta história. É fato que foi Moro quem livrou o Brasil do PT.  É fato que Moro saiu do governo Bolsonaro por discordar dos retrocessos no combate à corrupção, por insatisfação com as manobras para blindar lavadores de dinheiro no Coaf e por tentativas de interferência política na Polícia Federal. 

Por mais óbvio que possa parecer, há ainda os que tentam reescrever a história com garranchos que não convencem nem mesmo aqueles que tentam distorcer os fatos. Muitos que se dizem a favor do combate à corrupção são na verdade adoradores de políticos de estimação, assim como os militantes do PT. 


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Um apelo à razão. O certo é lutar pelo Brasil ou lutar por Bolsonaro?



O presidente Jair Bolsonaro afirmou diversas vezes que "Se eu errar, a esquerda volta". A má notícia é que a primeira parte da sentença já se confirmou. Bolsonaro já errou reiteradas vezes, desde que assumiu a Presidência em janeiro de 2019.

Não adianta tentar tapar o sol com a peneira. Bolsonaro já começou aquele ano destruindo pontes com muitos daqueles que lutaram por sua vitória quando começou a sabotar o Coaf supostamente a pretexto de livrar o filho Flávio de uma investigação sobre crimes de lavagem de dinheiro num esquema de rachadinhas comandado pelo ex-PM Fabrício Queiroz.

A postura que muitos esperavam do presidente que se elegeu prometendo fortalecer o combate à corrupção decepcionou milhões de eleitores que acreditaram em suas promessas. O certo seria levar o caso adiante, com as devidas salvaguardas políticas, e concentrar esforços para elucidar o caso o quanto antes. Mas Bolsonaro preferiu o caminho da impunidade e apoiou as manobras do advogado do filho e parabenizou o presidente do STF, Dias Toffoli por ter congelado todas as investigações sobre lavagem de dinheiro no país com dados do Coaf. Novamente, milhões de eleitores entenderam que houve de fato uma acordão nos melhores moldes da velha política para blindar o filho recém eleito senador pelo Rio de Janeiro.

Na sequência, Bolsonaro teve inúmeras conversas com interlocutores de senadores para viabilizar a indicação do outro filho, Eduardo Bolsonaro, para uma vaga de embaixador em Washington. Eduardo, que havia sido eleito meses antes deputado federal por São Paulo com mais de 2 milhões de votos, passou a se dedicar integralmente á empreitada, participando de diversas reuniões com senadores. Caberia ao Senado aprovar sua indicação ao cargo de embaixador defendida pelo pai como o "filé mignon" para o filho.

Obviamente, o esforço para blindar as investigações sobre o caso Queiroz deixou Bolsonaro vulnerável e o jeito foi partir para cima da imprensa, que já havia noticiado a existência de esquemas de laranjas na eleição do ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antonio. Bolsonaro, acuado por investigações que não fez questão nenhuma de esclarecer, adotou o ataque como forma de defesa e destruiu pontes importantíssimas com jornalistas aliados que também ajudaram a elegê-lo.

Quando o presidente Michel Temer assumiu o governo após o afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff, pegou o país mergulhado numa forte recessão e com um PIB de negativo de -3.6. Já no seu primeiro ano completo exercício na Presidência, a economia do país avançou nada menos que 4.9 pontos percentuais, saindo de menos 3.6 para um crescimento de 1.3 pontos percentuais. O resultado poderia ter sido melhor, não fosse a manobra do ex-procurador Geral da República, Rodrigo Janot, que tentou derrubar Temer com base em um controverso acordo com o empresário Joesley Batista. As denúncias contra Temer na Câmara mobilizaram o país por quase todo aquele ano de 2017. Ainda assim, Temer conseguiu entregar um crescimento de 1.3% economia.

No ano seguinte, ano de eleição, o governo Temer foi duramente atingido por uma greve terrorista dos caminhoneiros bancada por empresários ligados a Bolsonaro. A crise de abastecimento gerada pela greve levou pequenos produtores rurais a prejuízos incalculáveis, colocou em risco a vida de pessoas em hospitais e paralisou a economia do Brasil por mais de um mês, derrubando o PIB em cerca de 1.1 pontos percentuais. Apesar disso, o governo Temer ainda conseguiu entregar um PIB positivo de 1.3% naquele ano.

Bolsonaro tinha tudo para ultrapassar a média de Temer, de quase 3% de crescimento. Como presidente eleito democraticamente, assumiu o país em 2019 com céu de brigadeiro. Inflação e juros baixos, geração tímida de empregos, abertura de empresas em franca expansão, mas preferiu gastar aquele ano em projetos pessoais, como blindar Flávio, conseguir a embaixada para Eduardo e alimentar intrigas com a imprensa para fugir de temas como Queiroz, esquemas de laranjas em campanhas do PSL e omissão no combate às milícias que prosperaram no Rio naquele ano como nunca. Para criar uma narrativa de que era vítima do estamento, passou a agir como um presidente duas caras, atacando o Congresso através da militância nas redes sociais e elogiando seus alvos em público. Resultado: entregou um PIB ridículo de 1.1%, enquanto a média de crescimento dos países vizinhos foi de 3.5% em 2019.

Ainda na área econômica, Bolsonaro recuou de suas promessas de privatizar o máximo de estatais naquele ano. Investidores internos e externos haviam formado caixa para aquisições com previsão de investimentos na ordem de bilhões em infraestrutura, petróleo e gás, fornecimento de energia, transportes e milhares de imóveis da União. No lugar de privatizar, Bolsonaro fez foi aparelhar as estatais com amigos de farda, distribuindo cargos entre aliados. Até a famigerada empresa do Trem Bala de Dilma, que era para ser simplesmente extinta por sua total inutilidade, foi aparelhada por Bolsonaro.

O ano de 2019 foi bastante propício para as privatizações e seria possível o governo se desfazer de estatais deficitárias por um ótimo valor de mercado. Além de destruir pontes com parte de seus eleitores, com o Congresso e com a imprensa, Bolsonaro simplesmente dinamitou as oportunidades de se desfazer de cabides de empregos que só dão prejuízos ao Brasil para encher estas empresas deficitárias de militares aposentados. As oportunidades perdidas não voltam mais. Não há qualquer previsão de que a economia mundial volte aos níveis de 2019 tão cedo. Para vender estatais agora, o Brasil terá que entregar o patrimônio do povo a preço de banana. Em alguns casos, terá é que pagar para que o investidor assuma algumas estatais em meio à crise que deve se estender pelos próximos 3 anos.

São fatos incontestáveis. Bolsonaro, como todos esperavam, adotaria uma postura mais condizente com o cargo, logo que assumisse a Presidência. Mas preferiu ignorar as peculiaridades do cargo e preferiu tocar o Brasil na base do personalismo, sem se importar com as consequências para o país. Garantido pelo sistema financeiro, que lucrou como nunca em 2019, Bolsonaro ainda se cercou de generais, mesmo ciente de que suas escolhas não representavam qualquer garantia de eficiência para a condução do país, a não ser causar a impressão de que estava seguro no cargo.

Mas mesmo diante de tanta falta de tato, Bolsonaro ainda tinha alguma chance de se redimir perante a sociedade. Como não aparentou ter equilíbrio para tomar decisões sensatas aos olhos da população, poderia ser mais humilde, se cercar de gente competente, se reconciliar com a imprensa, com o Congresso e com a parte da sociedade que não conseguiu trazer para seu lado durante a campanha.

Veio a pandemia do coronavírus, e Bolsonaro errou de novo. Contrariando as posturas adotadas por todos os líderes mundiais no sentido de proteger a vida de suas populações, Bolsonaro demonstrou-se um líder insensível. Para quem não demonstrou nenhuma preocupação com a economia em 2019, brigando com a imprensa e com o Congresso para jogar nuvem de fumaça sobre o caso Queiroz, gastando todo aquele ano blindando lavadores de dinheiro no Coaf e batalhando boquinha em embaixada para o filho, não cola posar de preocupado com a economia em meio à uma pandemia que está ceifando milhares de vidas.

Bolsonaro mandou o povo ir para a chuva do coronavírus, falou que muitos vão morrer de qualquer jeito e, para encorajar incautos a correr riscos, ainda tentou emplacar a cloroquina, um medicamento comprovadamente ineficaz contra a covid-19. Esta postura desagradou mais uma parcela significativa de seu eleitorado. Não há como fingir que isso não aconteceu, quando um presidente é questionado sobre centenas de mortes em um único dia e pergunta: "E dai?".

Como se não bastasse a quantidade de pontes destruídas ao longo do caminho. Bolsonaro destruiu uma das edificações que era considerada a mais cara pela maioria de seu eleitorado: o compromisso de fortalecer o combate à corrupção. A Operação Lava Jato foi praticamente destruída e a tentativa de aparelhar a Policia Federal acabou destruindo o compromisso que havia firmado com o ex-juiz Sérgio Moro.

Embora alguns simpatizantes do presidente tenham considerado o gesto de Moro uma traição, o fato é que o ex-juiz foi emparedado por uma imposição que poderia lhe custar caro: trair a confiança que havia construído ao longo de ano com setores da Polícia Federal. Moro optou por não ceder aos apelos de Bolsonaro em ultrapassar esse limite. Todos os homens públicos possuem suas fragilidades e defeitos. Moro e Bolsonaro não são exceção. O problema é que estes homens fizeram um compromisso com a sociedade para chegar onde chegaram. Se não foram capazes de agir com bom senso, de fortalecer os pilares das pontes que ergueram, pelo contrário, dinamitaram os compromissos e a confiança de boa parte da sociedade, é sinal de que não terão bom senso daqui para frente.

Moro caiu atirando e os disparos feitos contra o presidente podem, se não lhe custar o mandato, mergulhar o país numa crise similar aos últimos meses de mandato da ex-presidente Dilma Rousseff. Bolsonaro, para se manter no cargo, já deu início aos famigerados acordos com a banda podre do Congresso. Mesmo sabendo que o toma lá dá cá é um caminho sem volta, que se tornará refém da sede por dinheiro e poder dos setores mais retrógrados da política nacional, o fato é que Bolsonaro está disposto a tudo para se preservar no cargo, sem medir os custos que sua situação delicada terá para o Brasil, a economia e o povo.

Chegou o momento em que cada apoiador e admirador de Bolsonaro terá que fazer reflexões honestas. Ele terá que decidir se continua lutando por uma pessoa que gosta, respeita e admira, ou escolherá continuar lutando pelo bem do Brasil? A realidade é que Bolsonaro já não representa mais uma esperança de dias melhores, mas a certeza de caos institucional, acordos espúrios, insegurança econômica e incertezas quanto ao futuro. Cada cidadão terá que refletir sobre suas opções. Apostar no quanto pior melhor ou considerar caminhos alternativos para a nação, como a possibilidade de ver o país governado pelo vice Hamilton Mourão.

Para quem ganhou a eleição com praticamente um terço dos votos dos eleitores, a aposta pode ser perigosa. Bolsonaro afirmou diversas vezes que "Se eu errar, a esquerda volta". Como é possível afirmar, Bolsonaro já errou na economia, errou na pandemia e errou em tentar aparelhar a PF. O risco agora é que ele arraste o país para uma crise ainda mais profunda e acabe viabilizando a volta da esquerda ao  poder. Se Bolsonaro não conseguiu sequer manter erguidas as pontes que o ajudaram a chegar ao poder, como conseguirá administrar um país mergulhado na recessão, no desemprego e na crise política que começa a se agravar com a pandemia?

Por mais difícil que seja reconhecer, Bolsonaro é claramente um presidente que precisa da indulgência de seu eleitor. Torcer para que ele acerte a esta altura do campeonato é como torcer por pequenos progressos de um indivíduo que sofreu danos cerebrais em um acidente. Cada pequeno gesto de um sujeito debilitado, como beber um copo de água ou dar um pequeno passo, é comemorado. No entanto, todos sabem que não seria prudente permitir que uma pessoa nestas condições execute tarefas mais complexas, como dirigir um carro.

Embora os admiradores do presidente torçam para que ele seja capaz de pequenos gestos para que possam aplaudi-lo, manter o país sob o comando de alguém tão debilitado politicamente significa submeter o Brasil a correr riscos desnecessários e que podem custar caro lá na frente. Bolsonaro já se revelou incapaz de extrair o melhor potencial país em clima de normalidade ao longo de 2019. Permitir que ele continue a criar conflitos e buscar os caminhos mais difíceis para seu povo não parece algo prudente. 
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Moro vai enterrar Bolsonaro e diz que “O combate à corrupção não é prioridade do governo”



O ex-juiz Sérgio Moro parece representar mais uma vez o maior pesadelo de lideranças políticas. Personagem importante no processo de combate à corrupção nos últimos anos, Moro se desligou do governo Bolsonaro parecendo disposto a colocar muitas coisas em pratos limpos. Esta disposição do ex-juiz pode custar o mandato do atual presidente.

Já ficou claro que Moro possui um acervo gigantesco de provas que podem corroborar suas acusações contra o presidente. Esta semana, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Celso de Mello, estipulou um prazo de cinco dias para que o ex-juiz suja ouvido sobre as acusações que fez conta Bolsonaro.

Antes disso, a Revista Veja publicou uma matéria na qual Moro confirma possuir estas provas. Segundo Moro, “O combate à corrupção não é prioridade do governo”, revela o agora ex-­ministro da Justiça, que foi descobrindo aos poucos que embarcara numa fria. Ele estava em casa na madrugada da sexta 24 quando soube que o diretor-geral da Polícia Federal fora demitido pelo presidente. Mas o episódio foi a gota d’água de uma relação tumultuada. Havia tempo o presidente não escondia a intenção de colocar no cargo alguém de sua estrita confiança. Bolsonaro frequentemente reclamava da falta de informações, em especial sobre inquéritos que tinham como investigados amigos, correligionários e parentes dele. Moro classificou a decisão do presidente de pôr um parceiro no comando da PF de uma manobra para finalmente ter acesso a dados sigilosos, deu a isso o nome de interferência política e, na sequência, pediu demissão. Bolsonaro, por sua vez, disse que a nomeação do diretor da PF é de sua competência e que as acusações de Moro não eram verdadeiras. O Supremo Tribunal Federal mandou abrir um inquérito para apurar suspeitas de crime.

Na mesma entrevista, Moro revelou que apresentará à Justiça, assim que for instado a fazê-lo, as provas que mostram que o presidente tentou, sim, interferir indevidamente na Polícia Federal. Estrategista, metódico e especialista em coletar indícios de irregularidades, inclusive as republicanas, Moro esteve no ninho da República e agora sai com disposição de preservar a biografia que construiu ao longo dos anos de magistratura, seu legado na Lava Jato e sua passagem como ministro da Justiça, uma testemunha ocular de tudo que se passou nos primeiros meses no coração do governo Bolsonaro. Muitos podem não gostar, mas Moro está fazendo exatamente o que sempre fez na vida: expor ao mundo o que considera grave sob o ponto de vista legal e institucional. 
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URGENTE - Alexandre de Moraes manda suspender nomeação de Ramagem como diretor-geral da PF



O portal jurídico Jota acaba de informar que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a suspensão da nomeação de Alexandre Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal. O ministro atendeu a pedido do PDT, por meio de mandado de segurança.


O STF recebeu pelo menos seis processos pedindo a suspensão da nomeação de Ramagem, alegando que Bolsonaro praticou "aparelhamento particular" ao indicá-lo para a função. A base dos pedidos é a denúncia de Moro alegando interferência do presidente da República na Polícia Federal.
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Nem todos desistiram de tornar o Brasil um país melhor. Fora Bolsonaro!



A população do país já provou que é capaz de ajudar a traçar os destinos do país em várias oportunidades, Nos anos 80, com a campanha das diretas, nos anos 90 com o Fora Collor! e a partir de 2013, com as manifestações de junho daquele ano que se estenderam até o impeachment de Dilma e a prisão do ex-presidente Lula.

Infelizmente, um incompetente se apropriou do sentimento de indignação da população se se vendeu como um salvador da pátria disposto a manter a Operação Lava Jato, acabar com a impunidade, por fim ao famigerado foro privilegiado, acabar com mamatas, acabar com o aparelhamento das instituições e reconduzir o Brasil ao caminho da prosperidade e paz social.

Bolsonaro se elegeu com a ajuda de uma controversa facada e com um discurso que ia de encontro aos anseios da sociedade. Após eleito, se dedicou integralmente a conseguir boquinha para filho em embaixada, inviabilizar órgãos de controle cruciais ao combate à corrupção e lavagem de dinheiro, como o Coaf e teria até se aventurado em acordões para blindar os filhos de investigações sobre rachadinhas.

Bolsonaro traiu seus eleitores que acreditavam em Sérgio Moro e no fortalecimento da Lava Jato. A Operação foi assassinada na gestão Bolsonaro. No mês de março, o ex-gerente da Petrobras Roberto Gonçalves deixou o Complexo Médico Penal de Pinhais. Era o último investigado da Lava-Jato preso no histórico Pavilhão 6 da República de Curitiba.

Na sequência, Bolsonaro demitiu o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, a quem poderia a qualquer momento solicitar relatórios e informações republicanas. Valeixo era o homem de confiança de Sérgio Moro, que se viu forçado a se desligar do governo após a interferência política de Bolsonaro na instituição. Moro agiu corretamente, seguindo os conceitos de defesa do Estado Democrático de Direito, mas foi tratado como traidor por Bolsonaro por não ter concordado com seus caprichos e desejo de aparelhar a instituição.

Ninguém sabe se o Senador Flávio Bolsonaro é apenas um testa de ferro do pai nos supostos esquemas de desvios de dinheiro do povo por meio da contratação de assessores fantasmas ou de pessoas pobres dispostas a entregar parte dos salários para um esquema criminoso. O que se sabe é que o ex-PM Fabrício Queiroz é amigão de Bolsonaro há mais de 30 anos e que foi ele a introduzir Queiroz na vida de Flávio.

Além de tudo isso, o Brasil não precisa de um presidente incompetente que passou 2019 brigando com a imprensa para tirar o foco de questões graves e entregou um pibinho medíocre, apesar do céu de brigadeiro daquele ano. O Brasil não precisa de um presidente que parece fazer pouco caso com vidas humanas perdidas na tragédia da pandemia. O Brasil precisa de um líder digno e capaz de unir a nação em torno de ideais compartilhados por todos que trabalham e contribuem com seus impostos.


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Bolsonaristas se calam sobre caso Queiroz e se dizem contra corrupção? É hipocrisia que chama?



Dizem que bolsonarista é um petista com o polo invertido. Não apenas no sentido do fanatismo por seu político de estimação, como também pelo pavor que eles sejam alvos de investigações. Assim como o petismo, o bolsonarismo representa aproximadamente um terço da população.

A vitória de Bolsonaro na eleição de 2018 só ocorreu por conta de uma parcela que queria evitar a volta do PT ao poder, mas que nunca apoiou um amante da ditadura defensor de torturador que mamou como deputado do baixo clero por quase três décadas sem fazer nada pelo país.

Bolsonaro surfou na onda e se apropriou do discurso anti-PT mesmo tendo votado com o PT por quase toda sua vida parlamentar. Prometeu privatizações logo que tomasse posse, mas o que fez foi aparelhar as estatais com amigos militares, inclusive a famigerada estatal do Trem Bala da Dilma.

O escândalo envolvendo seu amigo de décadas, o ex-PM Fabrício Queiroz, até hoje não esclarecido, revelou que o eleitor de Bolsonaro é tão hipócrita quanto ele. São os mesmos que tentam justificar a demissão do ex-diretor da Polícia Federal, Maurício Valeixo, a quem Bolsonaro poderia solicitar informações republicanas a qualquer momento. Qual o motivo trocar um diretor querido em toda a instituição para colocar um amigo de sua família no posto? Era isso que Moro queria saber. Trocar pra quê?

Enquanto muitos tentam fazer cara de paisagem, fingindo que isso é normal, cerca de 70% da sociedade observa o cinismo e a hipocrisia do bolsonarismo. Gente que se dizia contra a corrupção apoiando retrocesso no Coaf, acordão, operação abafa nas investigações sobre rachadinhas e outras práticas condenáveis da velha política.

O silêncio dos bolsonaristas sobre o caso Queiroz é apenas um retrato da hipocrisia que há por trás do retrocesso do país. O caso Queiroz pode ser apenas a ponta de um emaranhado de crimes que podem levar muitos para a cadeia. É mais um caso daqueles que pode ter originado acordos espúrios, negociação de cargos na máquina pública, desativação da Operação Lava Jato e a derrubada de Sério Moro e Maurício Valeixo. 
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Caiu na Rede: 6 Crimes Do Bolsonaro que estão no inquérito do STF



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'Todos os corruptos blindarão Bolsonaro agora', diz Janaina Paschoal



As dissertações acerca do óbvio parecem alcançar até mesmo representantes da elite bolsonarista do passado. A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP), disse essa semana em entrevista que a crise que resultou no pedido de demissão do ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro abre espaço para o avanço da corrupção no governo de Jair Bolsonaro.

Segundo a deputada, as manobras para derrubar Sérgio Moro e o ex-diretor-Geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, são incontestes. "Ficou evidente que Bolsonaro tem muito a esconder", analisou a deputada, completando: "O fato é que todos os políticos corruptos blindarão o presidente agora";

Janaína vai além e sugere que Bolsonaro já tinha a intenção de enfraquecer a Lava Jato lá atrás, quando convidou Moro para seu governo. Segundo a deputada, o convite de Bolsonaro para que Moro assumisse o ministério já poderia ter segundas intenções.

'Caso pensado' para 'enfraquecer a Lava Jato'

"Veja, ele fez um convite, prometendo carta branca, a um juiz que vinha encarcerando os maiores corruptos da nação", afirmou.

"Ao convidá-lo, ele retirou o principal pilar da Lava Jato. Ocorre que ele nunca deu poder a Moro."

Janaina Paschoal conclui: "Não dá para descartar ter sido de caso pensado", conclui da deputada.
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Eleitor de Bolsonaro associado à cumplicidade com milicianos, desmandos, burrice e incompetência.



O aumento da percepção negativa do presidente Jair Bolsonaro nestes tempos de pandemia e interferência na Polícia Federal parece um fenômeno irreversível. Na esteira destes eventos, o militante de Bolsonaro também começa a colher as sementes do que plantou.

A maioria que se comportou de forma doentia para defender o 'mito' é vista hoje como uma parcela infantiloide, retrógrada e burra da sociedade. Bolsonaro, além de incompetente e com a imagem severamente associada à milícias, rachadinhas e falta de sensibilidade com milhares de mortes por covid-19 está 'emprestando' sua reputação duvidosa aos seus eleitores.

Vistos hoje como idiotas por continuarem defendendo um presidente medíocre que traiu todas as promessas, os eleitores bolsonaristas tentam desesperadamente se amparar uns nos outros por meio de um comportamento sórdido em campanhas de destruição de reputações. Agem como se estivessem precisando provar que todo político é tão ou mais ridículo que seu político de estimação.

Muitos não se dão conta do quanto estão se tornando inconvenientes entre pessoas civilizadas e continuam atuando como idiotas comandados por psicopatas invisíveis. A maioria ainda recomenda cloroquina, ataca Sérgio Moro por ter agido de forma correta em denunciar a insistência de Bolsonaro em aparelhar a Polícia Federal e afirma que a pandemia é uma manobra política para derrubar o mito.

Obviamente, a militância de fanáticos por Bolsonaro é composta por velhas pensionistas dos tempos da ditadura e pessoas com a mesma capacidade intelectual. É preciso que as pessoas cultivem a tolerância para lidar com essa gente. Não há qualquer perspectiva de venham a abandonar a hipocrisia com que sustentam tanto fanatismo.

Bolsonaro promoveu o maior retrocesso no combate à corrupção na história do país. Praticamente inviabilizou o Coaf, órgão vital para a Lava Jato identificar lavadores de dinheiro, sancionou o projeto de abuso de autoridade, finge ignorar o compromisso de acabar com o foro privilegiado, é suspeito de acordões para blindar os filhos de investigações, tenta aparelhar a Polícia Federal, entre uma série de movimentos indecentes e óbvios que inibem o combate à corrupção.

Os instrumentos que permitiram a identificação de atos de corrupção em governos anteriores estão todos sendo desativados. Normalmente, a corrupção em um governo só é identificada ao fim do mandato do ocupante do cargo e a saída de seus comandados, como ocorreu nos governos do PT de Lula. No caso do governo Bolsonaro, ele parece estar agindo de forma preventiva, para que lá na frente, não se descubram possíveis esquemas de corrupção em sua gestão.

Apesar do quadro desconcertante, os fanáticos defensores de Bolsonaro parecem não se incomodar em passar vergonha perante a nação. São milhões de carluxos raivosos atuando nas redes sociais chamando toda e qualquer notícia de fake news e fechando os olhos para a realidade. Já há um consenso entre a maioria da sociedade de que bolsonarista é pior que petista. Em comum, as duas correntes de fanáticos odeiam que seus políticos de estimação sejam investigados e odeiam Sérgio Moro. 
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ACABOU. Moro anuncia saída do governo Bolsonaro



O ex-juiz da Operação Lava Jato, Sérgio Moro, acaba de anunciar a sua saída do governo do presidente Jair Bolsonaro. A decisão de deixar o comando do ministério da Justiça foi precipitada pela inciativa de Bolsonaro em exonerar o delegado Maurício Valeixo do cargo de diretor-geral Polícia Federal (PF).

Valeixo era o homem de confiança de Moro e atuou na Operação Lava Jato até 2018, quando foi convidado por Moro para assumir o comando da PF. A saída de Moro do governo Bolsonaro se dá num momento em que a PF atua em várias frentes de investigações que podem atingir os três filhos de Bolsonaro.

Moro confirmou seu desligamento do governo Bolsonaro durante pronunciamento no final da manhã desta sexta-feira, 24. Moro apareceu abatido no auditório do ministério da Justiça e lamentou sua saída em meio à pandemia do coronavírus. Fez um breve histórico de sua carreira na magistratura, sua dedicação ao combate à corrupção e seu papel  na Operação Lava Jato. Moro destacou a importância da autonomia da Polícia Federal no combate à corrupção no país, num recado direto ao presidente Jair Bolsonaro. "Sempre tive preocupação com a interferência do Executivo no trabalho da PF" revelou Moro.

Mais cedo, Moro havia confidenciado a assessores que Jair Bolsonaro lhe pediu para ter acesso a relatórios de inteligência da Polícia Federal e que colocaria uma pessoa de sua confiança para cuidar disso, o que teria considerado uma interferência intolerável.

Durante a coletiva, Moro lembrou ainda que Bolsonaro havia lhe prometido “carta branca” para montar sua equipe no Ministério da Justiça e Segurança Pública. Segundo Moro, Bolsonaro ainda havia se comprometido com o propósito de atuar fortemente no combate ao crime organizado, a insegurança pública e aprofundar o combate à corrupção.

Segundo Moro, Bolsonaro começou a assediá-lo em meados do ano passado no sentido de trocar elementos chave na Polícia Federal sem motivos justificáveis, numa referência à interferência do presidente no caso do superintendente da PF do Rio de Janeiro. Moro também mencionou indicações políticas na Polícia Rodoviária Federal e questionou a postura de membros do governo.

Em seguida, Moro falou sobre a insistência de Bolsonaro em substituir o diretor-geral da Polícia Federal e disse que conversou com o presidente explicando que precisava de um motivo para justificar a substituição de Valeixo. Mencionou ainda o congelamento do Coaf, que ficou vários meses sem acesso a dados relacionados a crimes de lavagem de dinheiro. Sobre a substituição de Valeixo, Moro afirmou se tratar de uma interferência política na Polícia Federal, o que considerou uma violação do acordo que mantinha com Bolsonaro.

Moro também afirmou que o governo Bolsonaro não tinha a intenção de trocar apenas o diretor-geral da PF, mas também vários superintendentes nos estados, sem uma justificativa plausível, o que fortaleceu sua convicção do desejo de interferência política de Bolsonaro na Instituição. Moro afirmou que confrontou Bolsonaro sobre estes fatos e disse que o presidente confirmou se tratar mesmo de uma interferência política.

Na sequência, Moro confirmou a intenção de Bolsonaro em colocar pessoas de sua confiança na PF para ter acesso a relatórios de inteligência e fornecer-lhe informações sobre investigações em andamento. Segundo Moro, Bolsonaro estaria disposto a violar valores inafiançáveis do Estado Democrático de Direito e levantou dúvidas se os indicados de Bolsonaro terão a mesma firmeza que ele neste sentido.

Moro afirmou que os atos de Bolsonaro indicaram que o presidente o queria mesmo fora do cargo de ministro da Justiça. O ex-juiz falou sobre sua obrigação de preservar sua biografia e seu respeito pelo Estado Democrático de Direito.

Moro alertou que a interferência política na Polícia Federal pode levar a situações com as quais não concorda.

Infelizmente não tenho como persistir com o compromisso que assumi, afirmou Moro ao confirmar seu pedido de demissão.



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Bolsonaro não tem palavra e Moro deve sair, diz Carlos Fernando, ex-procurador da Lava Jato



A crise envolvendo a permanência do ministro da Justiça, Sérgio Moro. no governo do presidente Jair Bolsonaro, tem mobilizado a imprensa neste final de semana. O ex-juiz da Lava Jato tem recebido manifestações de apoio de várias instituições, que recomendam seu desligamento imediato do governo, após Bolsonaro exonerar seu braço direito na diretoria da Polícia Federal, o delegado Maurício Valeixo.

Entre os aliados que se manifestaram em favor de Moro, está o ex-procurador da força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, Carlos Fernando dos Santos Lima. O antigo colaborador se antecipou à possível troca do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, confirmada na madrugada desta sexta-feira, 24.

Para o ex-decano da operação, o ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro, precisa sair do governo de Jair Bolsonaro. "Moro deve sair. Bolsonaro não é correto, não tem palavra, deixou o ministro sem qualquer apoio no Congresso tanto nas medidas contra a corrupção quanto durante o episódio criminoso da Intercept. O ex-procurador avaliou ainda que Bolsonaro  "nunca foi um real apoiador do combate à corrupção", publicou Carlos Lima em sua conta no Facebook.

Sergio Moro fará um pronunciamento nesta sexta-feira às 11h. O ex-juiz da Lava-Jato convocou a imprensa para uma fala após o presidente Jair Bolsonaro decidir exonerar o delegado Maurício Valeixo do cargo de diretor-geral Polícia Federal (PF).


Com informações do Congresso em Foco

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