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Nem todos desistiram de tornar o Brasil um país melhor. Fora Bolsonaro!



A população do país já provou que é capaz de ajudar a traçar os destinos do país em várias oportunidades, Nos anos 80, com a campanha das diretas, nos anos 90 com o Fora Collor! e a partir de 2013, com as manifestações de junho daquele ano que se estenderam até o impeachment de Dilma e a prisão do ex-presidente Lula.

Infelizmente, um incompetente se apropriou do sentimento de indignação da população se se vendeu como um salvador da pátria disposto a manter a Operação Lava Jato, acabar com a impunidade, por fim ao famigerado foro privilegiado, acabar com mamatas, acabar com o aparelhamento das instituições e reconduzir o Brasil ao caminho da prosperidade e paz social.

Bolsonaro se elegeu com a ajuda de uma controversa facada e com um discurso que ia de encontro aos anseios da sociedade. Após eleito, se dedicou integralmente a conseguir boquinha para filho em embaixada, inviabilizar órgãos de controle cruciais ao combate à corrupção e lavagem de dinheiro, como o Coaf e teria até se aventurado em acordões para blindar os filhos de investigações sobre rachadinhas.

Bolsonaro traiu seus eleitores que acreditavam em Sérgio Moro e no fortalecimento da Lava Jato. A Operação foi assassinada na gestão Bolsonaro. No mês de março, o ex-gerente da Petrobras Roberto Gonçalves deixou o Complexo Médico Penal de Pinhais. Era o último investigado da Lava-Jato preso no histórico Pavilhão 6 da República de Curitiba.

Na sequência, Bolsonaro demitiu o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, a quem poderia a qualquer momento solicitar relatórios e informações republicanas. Valeixo era o homem de confiança de Sérgio Moro, que se viu forçado a se desligar do governo após a interferência política de Bolsonaro na instituição. Moro agiu corretamente, seguindo os conceitos de defesa do Estado Democrático de Direito, mas foi tratado como traidor por Bolsonaro por não ter concordado com seus caprichos e desejo de aparelhar a instituição.

Ninguém sabe se o Senador Flávio Bolsonaro é apenas um testa de ferro do pai nos supostos esquemas de desvios de dinheiro do povo por meio da contratação de assessores fantasmas ou de pessoas pobres dispostas a entregar parte dos salários para um esquema criminoso. O que se sabe é que o ex-PM Fabrício Queiroz é amigão de Bolsonaro há mais de 30 anos e que foi ele a introduzir Queiroz na vida de Flávio.

Além de tudo isso, o Brasil não precisa de um presidente incompetente que passou 2019 brigando com a imprensa para tirar o foco de questões graves e entregou um pibinho medíocre, apesar do céu de brigadeiro daquele ano. O Brasil não precisa de um presidente que parece fazer pouco caso com vidas humanas perdidas na tragédia da pandemia. O Brasil precisa de um líder digno e capaz de unir a nação em torno de ideais compartilhados por todos que trabalham e contribuem com seus impostos.


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