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Eleitor de Bolsonaro associado à cumplicidade com milicianos, desmandos, burrice e incompetência.



O aumento da percepção negativa do presidente Jair Bolsonaro nestes tempos de pandemia e interferência na Polícia Federal parece um fenômeno irreversível. Na esteira destes eventos, o militante de Bolsonaro também começa a colher as sementes do que plantou.

A maioria que se comportou de forma doentia para defender o 'mito' é vista hoje como uma parcela infantiloide, retrógrada e burra da sociedade. Bolsonaro, além de incompetente e com a imagem severamente associada à milícias, rachadinhas e falta de sensibilidade com milhares de mortes por covid-19 está 'emprestando' sua reputação duvidosa aos seus eleitores.

Vistos hoje como idiotas por continuarem defendendo um presidente medíocre que traiu todas as promessas, os eleitores bolsonaristas tentam desesperadamente se amparar uns nos outros por meio de um comportamento sórdido em campanhas de destruição de reputações. Agem como se estivessem precisando provar que todo político é tão ou mais ridículo que seu político de estimação.

Muitos não se dão conta do quanto estão se tornando inconvenientes entre pessoas civilizadas e continuam atuando como idiotas comandados por psicopatas invisíveis. A maioria ainda recomenda cloroquina, ataca Sérgio Moro por ter agido de forma correta em denunciar a insistência de Bolsonaro em aparelhar a Polícia Federal e afirma que a pandemia é uma manobra política para derrubar o mito.

Obviamente, a militância de fanáticos por Bolsonaro é composta por velhas pensionistas dos tempos da ditadura e pessoas com a mesma capacidade intelectual. É preciso que as pessoas cultivem a tolerância para lidar com essa gente. Não há qualquer perspectiva de venham a abandonar a hipocrisia com que sustentam tanto fanatismo.

Bolsonaro promoveu o maior retrocesso no combate à corrupção na história do país. Praticamente inviabilizou o Coaf, órgão vital para a Lava Jato identificar lavadores de dinheiro, sancionou o projeto de abuso de autoridade, finge ignorar o compromisso de acabar com o foro privilegiado, é suspeito de acordões para blindar os filhos de investigações, tenta aparelhar a Polícia Federal, entre uma série de movimentos indecentes e óbvios que inibem o combate à corrupção.

Os instrumentos que permitiram a identificação de atos de corrupção em governos anteriores estão todos sendo desativados. Normalmente, a corrupção em um governo só é identificada ao fim do mandato do ocupante do cargo e a saída de seus comandados, como ocorreu nos governos do PT de Lula. No caso do governo Bolsonaro, ele parece estar agindo de forma preventiva, para que lá na frente, não se descubram possíveis esquemas de corrupção em sua gestão.

Apesar do quadro desconcertante, os fanáticos defensores de Bolsonaro parecem não se incomodar em passar vergonha perante a nação. São milhões de carluxos raivosos atuando nas redes sociais chamando toda e qualquer notícia de fake news e fechando os olhos para a realidade. Já há um consenso entre a maioria da sociedade de que bolsonarista é pior que petista. Em comum, as duas correntes de fanáticos odeiam que seus políticos de estimação sejam investigados e odeiam Sérgio Moro. 

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