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Venezuela acusa Bolsonaro de agir de forma criminosa durante manifestações contra governo de Maduro



Após o fracasso do movimento liderado pelo autoproclamado presidente Juan Guaidó, o líder venezuelano Nicolás Maduro convocou a população para atos no sábado e domingo, 04 e 05 deste mês, em todo o país. Fortalecido internamente após o levante convocado por seu maior opositor no momento, Maduro sugeriu que a população indique caminhos para a Venezuela, dentro do projeto bolivariano de governo.

Também nesta quarta-feira, 01, a Venezuela acusou o presidente Jair Bolsonaro e outras 11 autoridades internacionais de agir de "forma intervencionista e criminosa" durante o levante convocado por Guaidó.

Em nota aos Estados-membro da ONU (Organização das Nações Unidas), a representação venezuelana na entidade afirmou que "Os eventos não foram nada mais do que uma operação midiática de desestabilização apoiada na cumplicidade imediata de forças externas".

Em discurso para uma multidão em Caracas, Maduro acusou a oposição liderada por Juan Guaidó de tentar iniciar uma guerra civil visando o derramamento de sangue.

"Se tivéssemos mandado tanques para os enfrentar, o que teria acontecido? Um massacre entre venezuelanos", afirmou Maduro.

O líder venezuelano voltou a acusar o governo de Donald Trump de tramar um "golpe de estado" convocando países vizinhos como o Brasil para tomar o poder no país.

"Quem quiser chegar a Miraflores [palácio presidencial] tem que ganhar eleições, esta é a única forma de chegar à presidência venezuelana. Apenas o povo coloca e tira. Não são as armas que colocarão, jamais um presidente fantoche na presidência", disse Maduro.

Com informações da Folha

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