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Flávio Bolsonaro comprou 19 imóveis por R$ 9 milhões, diz Grupo de Combate à corrupção do MP



A Veja acaba de divulgar o conteúdo sigiloso de um relatório do GAECC (Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção) do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, que aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) comprou 19 imóveis, entre salas e apartamentos, num valor total de 9,425 milhões de reais

Segundo a reportagem, o MP apontou indícios de que o parlamentar tenha utilizado a compra e venda de imóveis para lavar dinheiro. Segundo os promotores, o então deputado estadual lucrou alguns milhões em transações imobiliárias em que há “suspeitas de subfaturamento nas compras e superfaturamento nas vendas”.

"No documento sigiloso, obtido por VEJA, o MP afirma que a suposta fraude pode ter ocorrido para “simular ganhos de capital fictícios” que encobririam “o enriquecimento ilícito decorrente dos desvios de recursos” da Assembleia Legislativa do Rio. A quebra de sigilo foi concedida pelo juiz da 27º Vara Criminal do Rio, Flávio Itabaiana Nicolau" diz a reportagem.

Na ação, o MP afirma ter encontrado elementos que indicam a prática, no gabinete do então deputado, dos crimes de peculato (apropriação, por funcionário público de bens alheios), lavagem de dinheiro e organização criminosa. O parlamentar e outras cerca de 90 pessoas ligadas a ele tiveram a quebra de seus sigilos bancário e fiscal autorizados pela Justiça. Os dados sobre este levantamento ainda permanecem em sigilo. Entre os alvos das investigações, estão várias pessoas contratadas pelo gabinete de Flávio Bolsonaro, como o ex-PM Fabricio Queiroz, Danielle Nóbrega e Raimunda Magalhães. As duas são respectivamente mulher e mãe do Capitão Adriano, apontado pelas autoridades locais como matador de aluguel do Escritório do Crime e foragido.

Leia  a matéria completa na Veja

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