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A pedido da PGR, Fachin arquiva inquérito contra Rodrigo Maia e Renan Calheiros



A onda de delações premiadas da Lava Jato pode ter causado estragos enormes na imagem de vários políticos, mas ao que tudo indica, boa parte delas não pode ser comprovada. Entre os alvos de delações que repercutiram na imprensa com relativa frequência, estão o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ambos reeleitos nas últimas eleições.

No início desta semana, o ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), atendeu a um pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e determinou o arquivamento da parte de um inquérito que apurava supostos pagamentos de propina da Odebrecht a Maia e Renan.

O inquérito foi aberto em 2017, com base na delação da Odebrecht, para investigar pagamentos em troca da aprovação de três medidas provisórias pelo Congresso, entre 2009 e 2013 (as MPs de números 470, 472 e 613). A PGR afirmou em manifestação ao STF que não foram encontradas provas capazes de sustentar uma ação penal contra os dois parlamentares. 

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