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Dilma e Lula, mesmo preso, são os ex-presidentes que mais gastam dinheiro do contribuinte



A ex-presidente chegou na semana passada de mais uma viagem internacional. A petista foi vista desembarcando no aeroporto de Viracopos de um voo da Azul procedente de Miami. Dilma é a campeã em gastos do dinheiro do contribuinte e chegou a torrar nada menos que  R$ 1,4 milhão em 2017. Lula só não consegue superar os gastos da petista porque está preso, mas mesmo assim, o presidiário custa ao contribuinte mais de R$ 1 milhão por ano, considerando apenas as mordomias, como seguranças, carros e assessores pagos com dinheiro do povo. Isso sem contar cerca de R$ 1 milhão em despesas com sua prisão. Lula é vigiado 24 horas por dia por 4 agentes da Polícia Federal, que se revesam em turno na porta da sala especial que abriga o petista no quarto andar do prédio da PF em Curitiba.

As despesas com seguranças, assessores, diárias, passagens, carros oficiais e cartões corporativos de ex-presidentes da República já somam R$ 36 milhões, em valores atualizados pela inflação, desde 1999. O maior gasto em um ano foi feito por Dilma Rousseff (PT) em 2017 – R$ 1,4 milhão. Fernando Collor, atual senador pelo PTC, acumulou o valor que recebeu como ex-presidente durante 11 anos – R$ 8,3 milhões – com os benefícios e mordomias do Senado Federal, que incluem cerca de 80 assessores. Nesse período, ele usou R$ 3,1 milhões da cota para exercício do mandato, o “cotão”.

Desde que deixou a presidência, Lula já torrou cerca de R$ 7 milhões do dinheiro do povo com seguranças, assessores, gastos com cartão corporativo e viagens. O ano de maior gastança de Lula foi 2014, com R$ 1,24 milhão, sendo R$ 750 mil com passagens e diárias.

Segundo a Presidência da República, não há na legislação nada que impeça que Lula mantenha as mordomias de ex-presidente mesmo que seja preso após a condenação em segunda instância na Lava Jato.

Desde que teve o mandato cassado após ter sido condenada pelo crime de responsabilidade fiscal no processo do impeachment, a ex-presidente Dilma tem realizado inúmeras viagens ao exterior, supostamente para denunciar o que entende como um golpe de que teria sido vítima. Apesar do vitimismo, Dilma não fala no golpe no dinheiro do contribuinte, que banca suas mordomias e esperneios internacionais.

O ex-presidente Lula, responsabilizado legalmente por prejuízos milionários ao país, também se diz vítima de perseguição política na prisão. São as vítimas do PT que continuam vitimando os cofres públicos.

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