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Janaína Paschoal estava certa. Ex-marido de Dilma confessa que ela praticou vários assaltos


Os defensores de Dilma se ressentem pelo fato da presidente ser afastada justamente por uma denúncia feita por uma mulher. A jurista Janaína Paschoal, embora tenha admitido que chegou a nutrir alguma esperança logo que Dilma foi eleita, afirmou que não demorou muito tempo para perceber que a presidente eleita em 2010 não passava de mais uma fraude da esquerda.[right-post]

Esta semana, o deputado Antonio Imbassahy postou em sua página do Facebook parte da resposta dada pela professora Janaína Paschoal à senadora petista Fátima Bezerra.  A aliada de Dilma criticou a jurista durante a comissão no Senado por pedir o impeachment “de uma presidenta eleita”. A senadora do PT demonstrou toda sua indignação contra Janaína: “Não é uma presidente qualquer. É uma mulher que traz no corpo as marcas da tortura que sofreu POR DEFENDER A DEMOCRACIA no Brasil.”

A jurista ouviu o desabafo da senadora petista e se manteve calma como a personagem Beatrix Kiddo, vivida pela atriz Uma Thurman, no filme Kill Bill, do diretor Quentin Tarantino. Em seguida, Janaína partiu para o ataque cirúrgico, esquartejando os argumentos de Fátima Bezerra:

Prezada senadora: se Dilma foi ou não torturada, não sei. Ela diz que foi, mas ela também diz que nunca soube de corrupção na Petrobras; a senhora decide se a palavra dela merece ou não seu crédito, senadora. Agora, quanto a ter Dilma lutado pela democracia, prezada senadora, veja se consegue entender: Dilma foi membro da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR­Palmares), organização MARXISTA­LENINISTA (a senhora sabe o que é isso, certo?) que praticava assaltos, atentados e sequestros. Tais ações tinham como finalidade (que constava dos estatutos da referida organização, a senhora pode pesquisar) implantar no Brasil uma ditadura do proletariado, um regime de partido único que não permite liberdade de expressão, liberdade de associação partidária, imprensa livre, eleições, nada que vagamente se assemelhe à democracia que a senhora mencionou", liquidou a professora Janaína Paschoal.

Muitos petistas ficaram indignados com a exposição nua e crua sobre o passado de Dilma e questionaram, em sites, blogs, e redes sociais, os fatos narrados por Janaína.

Pois bem. No vídeo abaixo, o ex-marido da presidente, Carlos Franklin Paixão Araújo, confessa que praticou vários crimes ao lado de Dilma e admite que ela  tinha o sonho de implantar um regime de ditadura do proletariado no Brasil.

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