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Lindbergh Farias tem direitos políticos suspensos por 4 anos



Representantes do PT e de outros partidos que não conseguiram se reeleger nas eleições de outubro e perderam o foro privilegiado devem começar a enfrentar problemas com a Justiça nos próximos meses. Pelo menos 25 políticos que não se reelegeram são alvos de investigações na Lava Jato.

Alguns já começaram a enfrentar problemas. Na semana passada, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a condenação do agora ex-senador Lindbergh Farias (PT-RJ) por promoção pessoal – com logomarca de sua gestão – em material usado para distribuição de leite quando era prefeito de Nova Iguaçu.

Lindbergh já havia sido condenado em primeira instância no processo que tramitou na Comarca do município fluminense, mas recorreu à segunda instância – e perdeu.
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Exoneração de Bebianno deve sair hoje. Governo Bolsonaro deve apresentar projeto de combate à corrupção



Conforme anunciado neste fim de semana por interlocutores do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro já assinou a exoneração do cargo do do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gustavo Bebianno.

A informação deve ser oficializada nas primeiras horas de segunda-feira (18), com a esperada publicação da exoneração no Diário Oficial. Com isso, encerra-se um episódio que provocou uma sequência de desgastes no governo ao longo da semana.

O presidente pretende retomar as atividades esta semana a todo vapor. Seu governo deve apresentar ao Legislativo dois projetos relacionados ao combate à corrupção e ao ajuste das contas públicas.
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BNDES divulga lista dos maiores tomadores de e̶m̶p̶r̶é̶s̶t̶i̶m̶o̶ dinheiro do contribuinte




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Maior erro de Bolsonaro teria sido negar conversas com Bebianno para depois ser desmentido



O presidente Jair Bolsonaro bem que poderia ter se poupado de tantos desgastes provocados pela crise envolvendo seu ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, caso considerasse melhor as possibilidades antes de tentar fritar seu ministro com a ajuda do filho. Na prática, seu governo ainda não começou, nada na área da economia foi aprovado, o presidente precisa da confiança do Congresso para avançar com reformas importantes. Ser colocado como mentiroso perante a nação não ajuda em nada. Se visto como um traidor de aliados de primeira grandeza também não é algo bem visto pela classe política.

O processo de fritura de Bebianno acabou respingando nele próprio. Segundo gente influente de Brasília, o maior erro de Bolsonaro foi ter negado que conversou com Bebianno, tratando seu ministro como mentiroso e fornecendo munição para que seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro, se encarregasse de dar continuidade à estratégia de fritura  de Bebiano nas Redes Sociais. O filho do presidente, ancorado pelo pai, também chamou o ministro de Estado de mentiroso. Imaginava-se que o desgaste público, a pressão de aliados políticos e militares, além dos ataques da militância Bolsonarista, levaria Bebianno a pedir demissão.

Mas não foi bem isso que aconteceu. Bebianno não apenas não pediu demissão como teria informado  aos militares que vazaria os áudios de conversas que manteve com Bolsonaro, invertendo a situação e colocando o presidente da República como mentiroso. Algo sem precedentes na história da República. Bebianno efetivamente divulgou os áudios de conversas que manteve com Bolsonaro.

Militares no entorno do presidente consideram que Bolsonaro forneceu combustível para uma crise que poderia ter sido facilmente evitada. Bastava o presidente dizer na entrevista à Rede TV que não havia conversado com Bebiano sobre o caso dos laranjas do PSL, mas reconhecer que conversou com seu ministro sobre outros assuntos. Além da adoção de métodos nada louváveis para provocar a saída de um integrante de seu governo, a inciativa de tratar Bebianno como mentiroso parece ter sido precipitada.

Bebianno não aceitou tratar do assunto com discrição e veio a público desmentir Bolsonaro, se queixar de traição e até mesmo desafiar o presidente a demiti-lo. Uma conversa de Bolsoanro com seu ministro no Palácio do Planalto com a presença de militares também não serviu para apaziguar os ânimos. De nada adiantou Bolsonaro oferecer uma diretoria em Itaipu como compensação. Bebianno não apenas recusou a oferta como também a tornou pública.

A leitura, segundo integrantes do governo, é a seguinte: Não é comum um subalterno esculhambar seu superior e ainda receber ofertas de cargos. Para piorar a situação, Bolsonaro se refugiou no Palácio da Alvorada esperando que seus interlocutores apaguem o incêndio que começou antes de deixar o hospital Albert Einstein no início da tarde de terça-feira, 12. Desde então, o presidente não veio a público, seja por meio de entrevistas ou através das Redes Sociais, se defender das acusações de Bebianno, o que sugere fragilidade do presidente em meio a uma crise logo no início de seu governo.

Enquanto aliados de Bolsonaro se concentram em fazer cara de paisagem diante de todo este escândalo, congressistas lamentam que um presidente da República tenha atuado de forma tão rasteira para fritar um aliado tão importante e depois se esconda. As críticas do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, foram contundentes. Ao comentar o caso, Maia insinuou que Bolsonaro foi frouxo ao usar o filho para derrubar seu próprio ministro.

— A impressão que dá é que o presidente está usando o filho para pedir para o Bebianno sair. E ele é presidente da República, não é? Não é mais um deputado, ele não é presidente da associação dos militares — declarou Maia.

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Bebianno vai para cima de Carlos Bolsonaro, dizem interlocutores. Filho do presidente já teria exonerado 9 assessores



Apesar das promessas de poupar o presidente da República Jair Bolsonaro, fontes próximas ao  o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, garantem que o ex-aliado e responsável pela campanha de Bolsonaro vai mesmo partir para cima do vereador Carlos Bolsonaro, o filho do presidente Jair Bolsonaro que o chamou de mentiroso publicamente e apontado como pivô da crise que deve culminar em sua exoneração.

Não se sabe se a notícia de que Carlos Bolsonaro teria exonerado nove funcionários do seu gabinete na Câmara dos Vereadores do Rio tem relação com a perspectiva de represálias do poderoso Bebianno, o homem que tem peitado o presidente da República nos últimos dias com declarações nada amistosas.

Aliados do presidente passaram a semana tentando 'esfriar' a cabeça de Gustavo Bebianno. O ministro, que deve ter sua exoneração confirmada na segunda-feira, 18, recusou uma diretoria em Itaipu oferecida a ele pelo presidente Bolsonaro. Analistas avaliam que ainda é prematuro para prever as consequências da exoneração de Bebianno, que tem mantido ao longo da semana uma forte artilharia contra o ocupante do Palácio do Planalto. Ninguém garante que o ex-aliado vá poupar Bolsonaro a partir da próxima semana, mas apostam que o vereador Carlos Bolsonaro não será poupado por tê-lo chamado de mentiroso e por ter precipitado, junto com o pai, a sua saída do governo.

Com informações do Estadão

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Nunca um ministro caiu gastando tanto o presidente. Silêncio de Bolsonaro sobre críticas de Bebianno é péssimo sinal



Desde a última terça-feria, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, vem gastando o presidente Jair Bolsonaro publicamente com declarações nada republicanas. O ex-aliado bateu de frente com Bolsonaro, colocou o presidente como mentiroso perante a nação, afirmou que não pediria demissão e ainda debochou da exoneração anunciada pela imprensa. afirmando que daria a demissão como certa apenas após ver 'o papel' com a assinatura de Bolsonaro.

Bebianno tem acuado Bolsonaro no Palácio da Alvarada com declarações cada vez mais embaraçosas. O presidente, por sua vez, se recolheu, sem responder a nenhum dos ataques, críticas e insinuações feitas publicamente por seu ex-aliado. Esta é uma situação sem precedente na história da República, onde um ministro cala um presidente e permanece no cargo por tanto tempo sem a devida resposta por parte do chefe do Executivo.

Bebianno tratou Bolsonaro como traidor, fraco, mentiroso e até mesmo como um covarde que não teve coragem de demiti-lo e usou o filho, o vereador Carlos Bolsonaro, para frita-lo nas Redes Sociais.Em uma de suas últimas declarações, Bebianno teria dito: "Preciso pedir desculpas ao Brasil por ter viabilizado a candidatura de Bolsonaro. Nunca imaginei que ele seria um presidente tão fraco".

Esta é justamente a impressão que Bebianno tem deixado para parte da população, para parlamentares, alguns apoiadores e até mesmo entre os militares que compõem o governo Bolsonaro, a de que o presidente é fraco. Bebiano tem calado não apenas o presidente, mas seus filhos, seus ministros de Estado, militares e até mesmo o porta-vos da Presidência da República, general Otávio Santana do Rêgo Barros.

Ainda que Bolsonaro venha a público nas próximas horas para se defender dos ataques de Bebianno, é pouco provável que vá conseguir convencer alguém, após tantos dias em silêncio. O presidente pareceu acovardado, enquanto seus interlocutores tentavam colocar panos quentes na situação vexatória. O próprio Bolsonaro ofereceu uma diretoria em Itaipu, mas Bebianno esnobou a oferta do presidente na última conversa que tiveram. Saiu de lá para um hotel próximo ao Palácio do Planalto e continuou disparando petardos letais contra a honra presidente. Tudo isso sem ser questionado ou interpelado por aliados de Bolsonaro. Bebianno segue determinado a desmoralizar o presidente. O que mais tem intrigado quem acompanha a situação é o fato do ex-aliado não demonstrar qualquer preocupação quanto a eventuais retaliações por parte do presidente. Ficou a impressão de que Bebianno possui informações comprometedoras contra Bolsonaro.

Leia AQUI uma parte da sequência de estragos provocados por Bebianno na imagem de Bolsonaro nos últimos dias.
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Janaina Paschoal questiona Bolsonaro sobre real motivo de demissão de ministro: ‘ninguém sabe por qual razão’



A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) voltou a se manifestar sobre a crise no governo Bolsonato e questionou neste sábado a falta de transparência do governo sobre a anunciada exoneração do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno: “ninguém sabe por qual razão” o ministro está prestes a ser demitido, observou a deputada.

“Já se iniciou a guerra de narrativas acerca do que está ocorrendo no governo. Uns tentam divinizar Bebbiano, outros Carlos Bolsonaro. Mas a verdade é uma só: ninguém sabe por qual razão o Ministro está sendo afastado”, escreveu Janaina em seu perfil no Twitter.

Para Janaina, “é preciso entender que não é possível conduzir o governo como a campanha”. A deputada afirma que o presidente Jair Bolsonaro terá que “assumir o ônus das decisões”.

O Presidente saiu de uma cirurgia delicada, ainda está se recuperando. Todos entendemos e oramos por ele. Mas é preciso entender que não é possível conduzir o governo como a campanha. No governo, a caneta está na mão do Presidente, ele terá que assumir os ônus das decisões.

Também por meio do Twitter, o deputado Eduardo Bolsonaro sugeriu que há muitos fatos que são de desconhecimento do público e sugeriu que quem não sabe a verdade, que fique calado. Na prática, o filho do presidente sugeriu exatamente um cenário de absoluta falta de transparência em relação a determinados temas.

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Lula não será transferido para presídio antes de abril



Apesar das pressões por parte de integrantes da Polícia Federal no sentido de transferir o ex-presidente Lula da sala no quarto andar do prédio da Superintendência da PF em Curitiba para um presídio, as chances disso ocorrer antes do mês de abril são bastante remotas.

O empecilho neste caso é o julgamento a ser realizado no Supremo Tribunal Federal, marcada para abril, quando a Corte irá se debruçar sobre a ação que prevê a possibilidade de execução da pena de condenados em segunda instância.


Com isso, a decisão sobre a transferência de Lula da sede da PF em Curitiba para uma outra prisão, como uma penitenciária ou uma prisão militar, só sai após decisão do STF. Há poucos dias, Lula foi condenado pela segunda vez na Lava Jato, em primeira instância, no caso do sítio de Atibaia. O petista foi condenado a uma pena de mais de 12 anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Desde então, autoridades passaram a discutir a possibilidade de transferência de Lula para outra unidade prisional.

Segundo o Estadão, "Uma das possibilidades é a federalização de uma área em um presídio estadual. Outra possibilidade é a remoção de Lula para uma sala de Estado-Maior em uma unidade militar, em São Paulo, próximo de seu domicílio, ou em Curitiba, no quartel do Exército, localizado no bairro Pinheirinho, área central da cidade".

O ex-presidente já disse a mais de um visitante que não gostaria de sair da PF em Curitiba. Sua defesa já se manifestou em 2018 sobre o assunto: não quer sair de sua cela especial na PF. Mas, se tiver de ser removido, que seja para uma sala de Estado-Maior em unidade das Forças Armadas em São Paulo, perto de sua residência. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Bebianno causa danos irreparáveis a Bolsonaro, colocando o presidente como um mentiroso que lhe ofereceu cargo em estatal



O estrago causado na imagem do presidente Jair Bolsonaro pelo episódio envolvendo a demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, é irreversível. Por mais que aliados, o próprio presidente e militares se esforcem para encaminhar a situação de forma satisfatória para as partes envolvidas, o fato é que o presidente saiu bem arranhado da situação.

Bebianno, que havia sido chamado de mentiroso pelo presidente e seu filho, Carlos Bolsonaro, acabou revertendo a situação, apresentando áudios de conversas negadas por Bolsonaro. Ao divulgar conversas particulares que manteve com o presidente, Bebianno colocou-o em uma situação bastante delicada não apenas perante a opinião pública, mas também entre aliados do governo.

Os métodos adotados por Bolsonaro e seu filho vereador para promover a fritura de Bebianno foram criticados por gente como Janaína Paschoal, Joice Hasselmann e Rodrigo Maia, entre outros. Militares no entorno do presidente também não aprovaram o uso de Redes Sociais e filhos para interferir em decisões do Executivo e não viram com bons olhos a falta de coragem de Bolsonaro em convocar seu ministro de Estado para demiti-lo cara a cara.

Para piorar, Bebianno não poupou críticas ao presidente, mesmo diante da possibilidade de ser exonerado. O ministro afirmou que, em conversa que teve com Bolsonaro para aplacar a crise, o presidente lhe ofereceu uma diretoria da Estatal Itaipu. Bebianno afirmou que esnobou o presidente e disse que não estava 'ali por cargos'.

Não há dúvida de que todo este desgaste tenha afetado a credibilidade de Bolsonaro no meio político, uma vez que, em nenhum momento, o presidente veio a público explicar claramente qual seria o real motivo da exoneração de Bebianno, enquanto parecia tentar remediar a situação nos bastidores oferecendo cargo em estatal para o aliado. Não se oferece cargo a alguém que se tem alguma desconfiança. Se Bebianno não é confiável para ocupar o cargo de ministro, não seria também para ganhar uma diretoria em Itaipu. Ao expor o presidente em dois episódios, o primeiro, o da gravação, o segundo, o da oferta em cargo na estatal, Bebianno forneceu munição não apenas para aliados do presidente que permaneceram ao seu lado, mas também para a oposição.

A deputada Janaina Paschoal ajudou a colocar mais lenha na fogueira e disse que ‘Ninguém sabe por qual razão o ministro está sendo afastado’. Outros aliados de Bolsonaro se questionam sobre a conduta do presidente em relação a um integrante tão importante em sua campanha. Em outras palavras, se Bolsonaro agiu assim com Bebianno, o que seria capaz de faze com um 'peixe pequeno?", dizem alguns parlamentares.

A situação é bem mais delicada do que parece. "Como é possível um presidente da República oferecer um cargo em estatal a alguém que o colocou publicamente na condição de mentiroso?", indaga um parlamentar da base aliada do governo. Sim. A pergunta faz sentido, uma vez que Bolsonaro teria se reunido com Bebianno após ele ter divulgado conversas que teve com o presidente. Em uma delas, o ministro era questionado por Bolsonaro por ter agendado uma reunião com um representante da Globo.

Outra situação delicada ocorreu na entrevista concedida por Bolsonaro à TV Record, na qual o presidente chamou Bebianno de mentiroso sobre ter conversado com ele, dando aval para que seu filho, Carlos Bolsonaro, trata-se Bebianno como um mentiroso nas Redes Sociais. Como houve de fato conversas entre o presidente e Bebianno, Bolsonaro poderia ter assumido na entrevista que teria conversado com seu ministro, mas não teria tratado de assuntos relacionados à reportagem que relacionou Bebianno e o presidente do PSL, Luciano Bivar, a um suposto esquema de uso de recursos do fundo partidário por meio de candidatas laranjas do partido. São estas contradições que estão sendo questionadas por pessoas no entorno do presidente e por seus opositores.

Após ser publicamente desmentido por Bebianno, o presidente Jair Bolsonaro fechou-se em copas e não veio a público defender sua própria honra. Também não apareceu para negar ter oferecido uma diretoria em Itaipu a Bebianno. São situações extremamente conflitantes que demandam respostas imediatas, seja por parte de Bolsonaro, de seus filhos ou por meio do Porta-voz da Presidência da República, o general  Otávio Santana do Rêgo Barros, algo que não ocorreu.

Será preciso construir uma bela narrativa para superar todos estes inconvenientes. A situação tem deixado apoiadores de Bolsonaro em uma posição delicada. Enquanto aliados do presidente evitam a imprensa, apoiadores de Bolsonaro tentam superar embaraços nas redes sociais justamente em face da falta de explicação sobre os fatos.

Por sua vez, Bebianno bateu e tem batido de frente com o presidente em praticamente todas as suas declarações públicas. exaltando a lealdade e alertando sobre os riscos que correm os desleais. Até ai, nada demais. O problema é justamente o silêncio de Bolsonaro e de seu filho Carlos, habituados a responder com veemência a qualquer ataque. Há um consenso nos bastidores do Congresso de que já não há como ignorar a possibilidade de que Bebianno tenha algo muito comprometedor contra o presidente.

"Quando perdemos por ser leal, mantemos viva a honra. Saímos de qualquer lugar com a cabeça erguida ao carregar no coração a lealdade". "Já o desleal, coitado, viverá sempre esperando o mundo desabar na sua cabeça", espetou Bebianno na madrugada de sábado, 16. Durante o dia, ao ser questionado sobre sua exoneração, o ainda ministro fez mais uma declaração que pode ser vista como um desafio:  "Eu quero ver o papel com a exoneração"
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Janaina Paschoal critica postura de Bolsonaro no caso Bebianno



A deputada estadual Janaina Paschoal corroborou críticas pontuais contra o presidente Jair Bolsonaro no episódio envolvendo a demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno. A Jurista usou suas redes sociais para afirmar que, como presidente, Bolsonaro não pode parecer tão hesitante em suas decisões.

"Não tem cabimento um Presidente da República dizer que demitirá uma pessoa passados três dias. As admissões e demissões devem ser decididas e simplesmente comunicadas. Ademais, um líder precisa adotar critérios minimamente claros", criticou Janaína.

A jurista ainda destacou que Bolsonaro deveria tomar as mesmas providências contra outros membros no entorno de seu governo que teriam sido alvos de acusações bem mais graves que as que pesam contra Bebianno: "Se é verdade que Bebbiano está saindo por um eventual envolvimento com as supostas laranjas, outro membro da equipe citado em situação ainda mais problemática deve ser afastado também", aconselhou a deputada.

Na sequência, Janaína questionou a falta de pulso de Bolsonaro em tomar uma decisão diante de uma situação tão controversa: "O Presidente saiu de uma cirurgia delicada, ainda está se recuperando. Todos entendemos e oramos por ele. Mas é preciso entender que não é possível conduzir o governo como a campanha. No governo, a caneta está na mão do Presidente, ele terá que assumir os ônus das decisões.”
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Bebianno diz que não sai atirando: “Eu não preciso disso, é o Jair que está atirando em si próprio”



Sem esconder sua indignação por ter sido frito em praça pública pelo vereador Carlos Bolsonaro e pelo presidente Jair Bolsonaro, ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, tem se queixado de traição.

Ao notícia de que a exoneração de Bebianno será publicada na segunda-feira no Diário Oficial da União foi divulgada pelo Jornal do SBT desta sexta. Segundo Sonia Racy, do Estadão, Bebianno afirmou que caso seja mesmo saído do governo, não sairá atirando

Segundo a coluna Direto da Fonte, "A pelo menos um interlocutor ontem, Gustavo Bebianno assegurou que caso tenha que sair do governo, não o fará atirando. “Eu não preciso disso, é o Jair que está atirando em si próprio”.

O fato é permanência definitiva dele no governo ainda está longe de garantida, seja por vontade própria, seja por decisão do Planalto. O processo de desgaste deflagrado por Carlos Bolsonaro e impulsionado pelo próprio presidente – no qual Bebianno foi chamado publicamente de mentiroso – não tem volta".

Na madrugada deste sábado, 16, Bebianno divulgou um texto atribuído a Edgard Abbehusen, que discorre sobre a lealdade. "a lealdade é um gesto bonito das boas amizades. Só consegue ser amigo, quem aprende a ser leal." Em outro trecho, diz: "quando perdemos por ser leal, mantemos viva a honra. Saímos de qualquer lugar com a cabeça erguida ao carregar no coração a lealdade"
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SBT diz que Bolsonaro vai exonerar Bebianno. Ministro teria desmentido o presidente publicamente ao divulgar áudio de conversa entre os dois



O SBT informou na noite desta sexta-feira, 15, que o presidente Jair Bolsonaro vai exonerar o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gustavo Bebianno. O motivo teria sido o fato do ministro desmentir o presidente publicamente, ao divulgar áudio de duas conversas mantidas entre os dois.

A crise, que se estende desde a publicação de uma matéria relacionando Bebianno com o uso de laranjas para desviar dinheiro público do fundo eleitoral, atingiu seu ápice quando o presidente afirmou em entrevista à TV Record que Bebiano era mentiroso e que não teria conversado com ele. Minutos depois da gravação da entrevista, o vereador Carlos Bolsonaro foi às Redes Sociais informar que Bebianno havia mentido sobre ter conversado com seu pai. Bolsonaro endossou a publicação do filho, reforçando a informação de que não teria conversado com o ministro.

Por fim, o ministro desmentiu Bolsonaro divulgando áudios mantidos entre os dois. Segundo a reportagem, o presidente entendeu que houve quebra de confiança com o vazamento de dois áudios dele, o que tornou a situação do ministro insustentável. A reportagem diz que Bolsonaro vai exonerar Bebianno na próxima segunda-feira.

Em conversa com o ministro, Bolsonaro lhe ofereceu a diretoria de uma estatal, mas Bebianno não aceitou e deixará o cargo, segundo relato de auxiliares do presidente. 
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Corra. O PT vai leiloar fotos de Lula autografadas. O lance mínimo será de R$ 1.313,00



Fotografias do ex-presidente Lula em diversos momentos de sua vida, doadas por 43 fotógrafos, vão a leilão, dia 20 de março, em São Paulo.

Serão 50 imagens autografadas por Lula, entre 25 de dezembro de 2018 a 31 de janeiro de 2019, na sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde é mantido como preso político desde abril de 2018.

O Leilão Lula Livre acontecerá dia 20 de março, no Bar Sabiá, Vila Madalena, São Paulo. As fotos, em cor e preto e branco, tamanho 30 x 45 cm, foram impressas em papel algodão (Photo Rag 308g Hahnemühle). Cada fotografia terá um lance mínimo de R$ 1.313,00.

As informações são do site do PT
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Bolsonaro teria se referido representantes da Globo como inimigos em áudio enviado a Bebianno, diz publicação



O presidente Jair Bolsonaro teria enviado um áudio ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, se referindo a representantes da Globo como inimigos. Segundo a Veja, Bebianno recebeu ordens para cancelar uma reunião que teria com o vice-presidente de Relações Institucionais da Globo, Paulo Tonet Camargo, no Palácio do Planalto.

"Em um dos áudios enviados por Jair Bolsonaro a Gustavo Bebianno, o presidente questiona o ministro assim:

“Como você coloca nossos inimigos dentro de casa?”

Bebianno alegou que estava tentando angariar apoio para a Previdência. 
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Bolsonaro e seu filho Carlos pegaram um caminho sem volta no caso Bebiano



A crise política instalada no Governo pelas declarações do vereador Carlos Bolsonaro e de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, contra o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebiano, já está completamente fora de controle.

Pai e filho chamaram o ministro de Estado de mentiroso após a divulgação de uma matéria que aponta que Bebiano estaria envolvido em um esquema de desvio de recursos públicos do fundo eleitoral por meio de candidatos laranjas no PSL, partido do presidente.

Como assumiram publicamente a fritura de Bebiano por um caminho nada convencional, Carlos por meio de postagens no Twitter e Bolsonaro por meio de uma entrevista à TV Record, ficou subentendido que os dois planejavam abrir a porta dos fundos do governo para que Bebiano saísse de fininho, o que acabou não acontecendo. O ministro, indignado com a postura de Bolsonaro e do filho, começou a atirar antes de cair. Disse que "o presidente não vai morrer presidente" e que Bolsonaro estaria com medo de respingos do caso do suposto laranjal do PSL.

O fato é que agora já é tarde demais para a busca de uma saída honrosa para todas as partes envolvidas. A estratégia adotada pelo presidente e seu filho para tentar desvincular o escândalo dos laranjas do Palácio do Planalto já causou mais estragos que se imaginava e já não há mais como pacificar todo o imbróglio.

Bebiano resolveu bater de frente com Bolsonaro, encorajado por aliados do presidente, e disse que não entrega o cargo. Após chamar seu ministro de mentiroso, Bolsonaro não tem outra saída, a não ser demitir Bebiano o quanto antes, a fim de evitar o prolongamento da crise, a exemplo do que vem ocorrendo com o caso do ex-PM Fabrício Queiroz.

Em todo caso, mesmo que o entorno do presidente consiga criar uma narrativa para colocar panos quentes na situação, a manutenção de Bebiano no cargo soará para muitos como a prova de que alguém tem rabo preso nesta história toda. Isso sem contar o sacrifício da autoridade de Bolsonaro, que, para muitos, já deveria ter tomado uma atitude mais republicana em relação ao ministro de Estado.

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