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Bolsonaro confirma deputada Tereza Cristina (DEM-MS) ao cargo de ministra da Agricultura



O presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou nesta quarta-feira (7), em caráter definitivo, o nome da deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) para o cargo de ministra da Agricultura.  A política e empresária é a atual presidente da Frente Parlamentar Agropecuária do Congresso Nacional.

Com a escolha de Tereza Cristina (DEM-MS) para a Agricultura o primeiro suplente, Geraldo Resende, do PSDB, assumirá sua vaga no próximo ano.

Resende fazia parte da mesmo coligação do DEM, motivo pelo qual deve assumir a vaga domo deputado no lugar da ministra escolhida por Bolsonaro. Com sua posse em 2019 na vaga de Tereza, que vai ter de se licenciar enquanto estiver no governo, o PSDB sobe de 29 para 30 deputados conhecida como a bancada ruralista.

O anúncio foi feito após Bolsonaro e o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também do DEM-RS, se reunirem em Brasília com parlamentares da FPA. O encontro aconteceu no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde funciona o gabinete de transição.

Bolsonaro foi ao Twitter para confirma a indicação de Tereza Cristina para o Ministério da Agricultura:

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URGENTE - Lula já pode ser condenado de novo. TRF-4 nega pedido de suspensão do segundo processo da Lava Jato



O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre acaba de negar um pedido do ex-presidente Lula para suspender na Justiça o processo referente ao terreno onde seria construído o Instituto que leva o nome do petista. Isto significa que, na prática, Lula já pode ser condenado a qualquer momento no processo em que é acusado de ter recebido da Odebrecht um terreno para o Instituto Lula e um apartamento vizinho ao que morava, em São Bernardo.


Foi negado nesta quarta-feira (7) o pedido da defesa de Luiz Inácio Lula da Silva para suspender na Justiça o processo referente ao terreno onde seria construído o Instituto Lula. O julgamento do recurso do petista ocorreu nesta quarta-feira (7), no TRF-4) . Essa é a segunda ação envolvendo o ex-presidente na Lava Jato, e ainda não há uma sentença.

A ação penal apura se o ex-presidente recebeu um apartamento vizinho ao dele, em São Bernardo do Campo, como propina. No último dia 4 de outubro, o MPF reforçou pedido de condenação em suas alegações finais. A apresentação das alegações finais é o último trâmite do processo antes da sentença do juiz, que não tem prazo para ser publicada.


Também na sessão desta quarta-feira (7), o TRF-4 negou outro pedido da defesa de Lula, em que pedia acesso ao laudo pericial da PF em relação a documentos informais da Odebrecht. Nas alegações finais, o MPF pede que Lula seja condenado por corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro. Adicionalmente, o Ministério Público também pede que seja decretado o perdimento do apartamento investigado como possível propina, como reparação.

Nas alegações, os procuradores pedem que o ex-presidente devolva aos cofres públicos cerca de R$ 75,5 milhões, o mesmo valor que teria sido pago em propina ao Partido dos Trabalhadores (PT) nos contratos investigados na ação.

De acordo com os procuradores, Lula atuou para nomear e manter no cargo diretores da Petrobras para cobrança de propina. A investigação afirma ainda que o esquema serviria para o fortalecimento do PT pela formação de uma reserva monetária ilícita para abastecimento de campanhas.

Com informações do G1
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Mais alguns bilhões no lombo do povo. Senado aprova aumento de 16% para ministros do STF e PGR



No apagar das luzes, 41 senadores acabam de aprovar o projeto que aumenta em 16% os salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Caso o presidente Michel Temer ou ou presidente eleito Jair Bolsonaro sancionem o projeto, o custo para o contribuinte pode ultrapassar a casa dos R$ 5 bilhões ao ano.

Caso a proposta avance no executivo, os vencimentos dos membros do judiciário passará de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. A expectativa é a de que o presidente da República vete a proposta, tendo em vista as dificuldades financeiras atravessadas pelo país.

Mas não foram apenas os membros do judiciário que podem se beneficiar da bondade dos senadores com o dinheiro do contribuinte. Muitos deles investigados, também aprovaram um segundo projeto que também reajusta em 16% o salário para o cargo de procurador-geral da República - os vencimentos também passarão para R$ 39,2 mil.

A proposta de reajuste foi encaminhada ao Congresso em 2015 pelo então presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Um ano depois, a Câmara aprovou o reajuste, mas o aumento ainda não havia sido analisado pelos senadores. Como a ex-presidente Dilma foi afastada do cargo, o texto acabou ficando parado desde 2016 no Senado e só foi incluído na pauta da Casa  esta semana.

Mas a farra pode ser ainda maior, caso a proposta seja sancionada pelo presidente da República. O aumento nos salários dos ministros gera um efeito-cascata nas contas, porque representa o teto do funcionalismo público. Caso o limite seja alargado, aumenta também o número de servidores que poderão receber um valor maior de gratificações e verbas extras que hoje ultrapassam o teto.

Segundo cálculos de consultorias da Câmara e do Senado, o reajuste poderá causar um impacto de R$ 4 bilhões nas contas públicas, considerando o Executivo, Legislativo, Ministério Público e também os estados da federação

Com informações do G1
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Samsung apresenta seu revolucionário smartphone dobrável - Vídeo



A Samsung acaba de dar mais um passo importante na batalha pelo mercado de smartphones ao apresentar seu primeiro dispositivo dobrável durante a Conferencia para desenvolvedores de 2018, realizada hoje (7) em São Francisco (EUA).

O conceito do aparelho dobrável explora a demanda cada vez mais de dispositivos com telas amplas, e os inconvenientes deste tipo de smartphone.   A solução apresentada pela empresa coreana é um aparelho dobrável, que cabe em qualquer bolso.

Aberto, o dispositivo é um pequeno tablet com aproximadamente 7'' polegadas de tela. Fechado, fica com a metade do tamanho. O aparelho tem uma tela menor que é totalmente funcional quando fechado e pode ser utilizado também nesta condição.

Quando a tela é aberta, é possível notar no vídeo que não há nenhum tipo de emenda visível, sendo possível utilizá-lo como um tablet. A mágica ocorre por se tratar de uma tela flexível única, algo inédito no mercado. Por fora, a tela menor funciona cumpre as mesmas funções do aparelho, inclusive com a mesma interface disponível para o usuário.

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Ratinho detona a Globo News e chama jornalistas que debocham de Bolsonaro de “Bando de Canalhas”



O apresentador Ratinho fez duras críticas aos  jornalistas da Globo News ao defender as decisões do presidente eleito Jair Bolsonaro na escolha dos ministros de seu governo. No vídeo abaixo, Ratinho diz que não é obrigado a escutar deboche e sugere que jornalistas pegam 'dinheiro do outro lado' para criticar governo Bolsonaro,

“Eu queria pedir para que alguns jornalistas do Brasil parem. Todo ministro que o Bolsonaro convida, tem sempre alguns jornalistas debochando. Eu acho que o período de deboche já passou. Perderam as eleições. As redes sociais ganharam. Então parem de ser canastrão (sic), um bando de canalhas”, afirmou.

“É um bando de jornalistas que ficam pegando dinheiro ‘do outro lado’, porque aqui ninguém é besta. E não fiquem me xingando não, porque se me xingarem eu falo o nome e aguento o processo, inclusive”, completou.

A certo ponto, Ratinho resolveu mandar um recado mais direto, supostamente relacionado às declarações que havia feito anteriormente, se referindo aos jornalistas da Globo News. “Eu tenho televisão a cabo em minha casa. Eu pago, não é de graça. Queria avisar isso à Globo News. Eu não sou obrigado a escutar deboches”.

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Bolsonaro confirma que o MDB é bem vindo e que pretende se reunir com frequência com Temer e Dias Toffoli



Durante sua passagem por Brasília esta semana, o presidente eleito Jair Bolsonaro sinalizou sobre positivamente à possibilidade de o MDB se aproximar mais de seu futuro governo. “Lógico, é bem-vindo”, confirmou o presidente eleito. Esta semana, o filho do presidente e senador eleito, Flávio Bolsonaro, também sinalizou que governo está aberto a conversa com Renan Calheiros sobre as negociações para a Presidência do Senado a partir do ano que vem e disse que pretende acompanhar outras candidaturas.

Após se reunir com o presidente Michel Temer no Palácio do Planalto, Bolsonaro informou aos jornalistas que não dispensará a experiência do atual presidente e que pretende pedir conselhos a ele durante seu futuro governo.

Bolsonaro também declarou que pretende consultar o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, antes de tomar decisões e enviar medidas ao Legislativo; "Muitas vezes procurarei vossa excelência antes de tomar inciativa, o procurarei, para que a gente possa aperfeiçoar essa ideia e tenha o menor grau de resistência do Parlamento", disse Bolsonaro, ressaltando que os poderes são "harmônicos e independentes".

Antes de se reunir com o presidente Michel Temer no Palácio do Planalto por cerca de uma hora nesta quarta-feira, 7, Bolsonaro re reuniu com o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e prometeu consultar o STF antes de tomar decisões e enviar medidas ao Legislativo.

"Muitas vezes procurarei vossa excelência antes de tomar inciativa, o procurarei, para que a gente possa aperfeiçoar essa ideia e tenha o menor grau de resistência do Parlamento. Assim, ela de forma mais harmônica siga o seu curso nacional dentro do Parlamento, que é outro Poder o qual eu conheço com uma certa profundidade, ao longo de 28 anos de mandato de deputado federal. Isso porque não podemos perder tempo pelo nosso Brasil", disse Bolsonaro.

Toffoli afirmou que o diálogo prévio evitará que os Poderes entrem em choque. "Fico muito feliz com a manifestação de que manterá o diálogo. Penso que, muitas vezes, antes de medida enviada ao Legislativo, o diálogo poderá facilitar e evitar que entremos em choque. Por isso de antemão venho repetido sobre esse pacto federativo", disse. De acordo com ele, já houve no passado um pacto republicano que trouxe leis proveitosas, com frutos como, inclusive, leis de combate à corrupção.

"Dentre tantos outros desafios que o senhor vai ter. A relação entre os Poderes é de independência. Mas temos o dever da harmonia. Da nossa parte, temos garantido aqui essa harmonia", ressaltou o presidente do Supremo. Toffoli mencionou ainda três pontos que vem destacando desde a posse: a reforma da Previdência, a tributária e a questão da federalização da segurança pública.

Congressista experiente, Bolsonaro sabe que precisará de uma ampla base de apoio na Câmara e no Senado para aprovar reformas emergenciais em andamento. Durante a reunião com Michel temer, o presidente eleito se inteirou sobre as propostas mais urgentes para a economia que já estão em andamento.

Com informações do Estadão
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A coletiva de Temer e Bolsonaro no Palácio do Planalto - Vídeo



Durante a coletiva entre o presidente Michel Temer (MDB) e seu sucessor, Jair Bolsonaro (PSL), no Palácio do Planalto na tarde desta quarta-feira (7), o chefe do executivo convidou o presidente eleito para viajar com ele para a reunião das 20 maiores economias do mundo, prevista para acontecer no dia 30 deste mês em Buenos Aires. No encontro, estarão presentes líderes mundiais, como Donald Trump. A Casa Branca confirmou no final do mês que o presidente dos Estados Unidos participará em novembro da Cúpula do G20, na Argentina

Caso Bolsonaro aceite o convite de Temer para integrar a comitiva Brasileira na reunião do G20, Se  será a primeira vez que um presidente eleito participa de agenda internacional ao lado do presidente em exercício.

Em pronunciamento, Bolsonaro agradeceu a "cortesia" com que foi recebido e disse a Temer que voltará mais vezes até o final do ano. "O procurarei mais vezes até o final do ano, para que juntos possamos fazer uma transição - projetos do interesse do nosso Brasil." Após se reunir com Michel Temer, Jair Bolsonaro disse a jornalistas que não dispensará a experiência do atual presidente e que vai pedir conselhos a ele durante seu governo.

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Para bancar elite, Brasileiros já pagaram R$ 2 trilhões em impostos em 2018



O serviço público federal é composto por mais de 2 milhões de funcionários públicos, dos quais mais da metade recebe salários e privilégios totalmente incompatíveis com a realidade do país. Há casos em que servidores, sobretudo no Judiciário, que contam com remuneração até 12 vezes maior que trabalhadores da iniciativa privada na mesma função.

Segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), os Brasileiros já pagaram mais de R$ 2 trilhões em impostos somente em 2018. Mais de 93% de todo este dinheiro é gasto pela União com despesas obrigatórias, como o pagamento dos altos salários de servidores, ativos e inativos. Isto significa que sobra menos de 7% de tudo que o governo arrecada para devolver ao cidadão sob a forma de investimentos em saneamento básico, saúde, educação, segurança, infraestrutura, etc.

Apesar de a arrecadação estar subindo, o governo fechará o ano com déficit de mais de R$ 100 bilhões. Os gastos com altos salários, regalias e privilégios, como o auxílio-moradia, são previstos em Lei aprovadas pelos próprios beneficiários, em conluio com seus 'protegidos' no Congresso. Não adianta dizer que é uma vergonha que alguém receba ao final do mês mais de R$ 50 mil e ainda conte com passagens, hospedagens, alimentação, gasolina, carros, motoristas, escolas para os filhos de até 24 anos, auxílio livro, auxílio-moradia, diárias extras pagas em dólar em viagens ao exterior e outros 'complementos' que custam o suor do trabalhador. Vão dizer que está na Lei e ainda vão debochar daqueles que não fizeram concurso público.

O problema é que toda esta imoralidade costuma ser acobertada com o discurso de que o problema do Brasil é a corrupção. Há poucos dias, numa cerimônia realizada em Curitiba, a Petrobras recebeu de volta cerca de R$ 1 bilhão que a Operação Lava Jato recuperou das contas bancárias e do patrimônio criminoso de corruptos. Para se ter uma ideia, apenas o auxílio-moradia pago a juízes e procuradores da República custou ao contribuinte quase R$ 5 bilhões durante o mesmo período da Lava Jato. Todos os beneficiários recebem salários na casa dos R$ 30 mil.

A União deve arrecadar este ano cerca de de R$ 2,400 trilhões, mas já está em apreciação no Senado um reajuste para membros do Judiciário na ordem de 16%, que elevaria seus vencimentos de R$ 33 mil para quase R$ 40 mil. E ninguém fala em acabar com privilégios ou cancelar regalias como o auxílio-moradia. O ministro Luiz Fux, a quem caberia analisar o fim do benefício vergonhoso, pediu vistas no caso. enquanto isso, sua filha desembargadora Marianna Fux, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, embolsava auxílio-moradia de R$ 4,3 mil, mesmo tendo dois imóveis no Leblon, bairro nobre da Zona Sul do Rio, segundo o Congresso em Foco (aqui).

Há uma outra questão curiosa que todos os cidadãos deveriam se conscientizar de forma definitiva: quem paga pelas mordomias e altos salários dos políticos e membros da elite do serviço público é o povo. Do catador de latinhas ao empresário, do pedinte de moedas deficiente ao empreendedor, independente de sua orientação ideológica, cor ou credo. Os mais pobres são os mais onerados pela alta carga tributária. Uma pessoa que recebe até dois salários mínimos paga mais da metade do que recebe em impostos. O cidadão entra num supermercado e faz uma compra de R$ 100,00 mas só sai de lá com pouco mais de R$ 50,00 em produtos.

Tendo em vista que o país é tocado com o dinheiro de seu suor, seus pares tem o dever de respeitar suas opiniões. Os políticos tentam dividir a sociedade apenas pela ambição de chegar ao poder, a exemplo do ex-presidente Lula e seu famigerado nós contra eles. Quando um cidadão precisa de um atendimento emergencial, o dinheiro que paga o pneu da ambulância, do motorista, do médico ou o enfermeiro sai do bolso de cada cidadão, seja ele de direita, esquerda ou centro. Se o cidadão paga caro por tudo que consome, é tributado de todas as formas, deve ter o direito sagrado de expressar suas opiniões e preferências. Como contribuinte, o cidadão deve respeitar seus pares, independente de suas opiniões. Cabe ao povo cobrar vergonha na cara da classe política, e não cair na lábia dessa gente. Acabou a eleição, o povo tem que ficar ao lado do povo. Unidos, os cidadãos são mais fortes contra aqueles que há décadas vivem da exploração da sociedade. 
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Dilma já foi eleita a líder mais decepcionante do mundo pela revista Fortune



Após ter seu mandato cassado no processo do impeachment em 2016, a ex-presidente Dilma Rousseff passou um bom período viajando pelo mundo para denunciar um suposto golpe de que havia sido vítima no Brasil.

Nos meses que antecederam a eleição de outubro, a petista transferiu seu título eleitoral para Minas Gerais, estado onde nasceu, e se mudou para a capital, Belo Horizonte, a fim de disputar uma vaga ao Senado. Apesar de tantos esforços, Dilma não conseguiu convencer seus conterrâneos sobre suas qualidades e acabou em quarto lugar na disputa.

Foi um alívio para a nação. Muitos brasileiros ainda se lembram que a revista americana Fortune fez uma votação em seu site para eleger os "líderes mais decepcionantes do mundo". Na ocasião, Dilma ganhou com facilidade o pleito, com nada menos que 374 mil votos, contra 17 mil do segundo colocado, o governador de Michigan, Rick Snyder.

O desempenho de Dilma foi extraordinário, considerando que a lista não se resumiu apenas a políticos, mas também CEOs de grandes empresas, como a Volkswagen, envolvida à época em um escândalo de manipulação de informações. A publicação elegeu 19 nomes e fez uma matéria, mas sem colocar uma ordem específica de melhor (ou menos pior) para o pior, deixando esta decisão para seus leitores.

Na avaliação da Fortune, Dilma "se tornou conhecida pela suposta má gestão das contas públicas e pela acusação de sua campanha saber de um os maiores esquemas de corrupção de todos os tempos".
Em terceiro na lista ficou o ex-presidente da FIFA, Joseph Blatter, que chegou a ser preso alguns meses depois.

Com informações do Infomoney
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A essência criminosa de Lula prevaleceu sobre o PT. Corrupção, condenações e cadeia para todo lado



A história do PT ainda não terminou. O partido, que conseguiu eleger 62 parlamentares ao Congresso, com 30 deles investigados ou réus, ainda tem muita gente que deve ter o mesmo destino de outros fundadores da legenda, como o ex-presidente Lula, o ex-ministro Antonio Palocci, os ex-tesoureiros João Vaccari Neto, Delúbio Soares e outros condenados na Lava Jato. De fato, a história do PT é bastante rica e dará muito trabalho para historiadores, que terão que elencar os nomes, os crimes e as condenações de vários integrantes do partido que chegou a ser apontado como uma grande organização criminosa.

Em março de 2018, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o envio à Justiça Federal do Distrito Federal de uma denúncia por organização criminosa contra o ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega, e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Os casos da presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann e de seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, permaneceram no Supremo. (aqui).

Mas ao menos parte da história, que já é de conhecimento da maioria dos brasileiros e das autoridades do país, já pode começar a ser contada. A ascensão e queda do ex-presidente Lula é um dos maiores fenômenos da história política recente do país. Maior responsável pela chegada do PT ao poder, é também o maior responsável com a derrocada da legenda que chegou bem perto de se consolidar como o maior partido do Brasil.

Lula pode tranquilamente ser considerado o maior político brasileiro de todos os tempos, dada a sua trajetória de vida até chegar ao cargo máximo da nação. Ao longo de sua carreira política, conseguiu se eleger presidente por duas vezes e ainda elegeu sua sucessora, também por duas vezes. Sem dúvida, foram feitos notáveis, mesmo levando em conta a inocência política do eleitor brasileiro.

A saga da família de Lula, desde o nascimento no sertão sofrido de Pernambuco até a chegada em São Paulo, é exatamente igual a trajetória de tantas outras famílias Silva do Brasil. A diferença é que o menino pobre, sem instrução, conseguiu alçar voos jamais imaginados por milhões de nordestinos que migraram para o sudeste do país em busca de melhores condições de sobrevivência.

O que ninguém conseguiu entender até hoje sobre a vida de Lula é como um homem dotado de uma admirável capacidade de superação, que teve a oportunidade de servir de farol para todos os brasileiros de origem humilde, se permitiu seduzir pela ganância, pelo luxo, pela ostentação e pelo dinheiro fácil da corrupção.

Essencialmente, Lula nunca foi uma pessoa de boa índole. Talvez o ódio e a inveja de pessoas bem sucedidas tenha sido o combustível que o permitiu chegar aonde chegou. Ao longo de muitos anos, o petista alimentou um ódio injustificado contra setores da sociedade. Uma visão convenientemente errônea na qual as pessoas bem sucedidas eram verdadeiras culpadas pela má distribuição de riquezas, pelo sistema político e econômico do país.

Oportunista e pouco afeito ao trabalho duro, Lula uniu seu ódio ao desejo pueril de um bando de idealistas que também não gostavam de trabalho, mas que, entusiasmados com ideologias da moda, passaram a acreditar que poderiam interferir no destino do país. Membros da elite burguesa paulista trouxeram da Europa a fórmula mágica para chegar ao poder. O objetivo era fundar um partido de esquerda e encontrar um genuíno representante do povo para servir de mula. Não imaginavam que o astuto nordestino colocaria todos no bolso.

O problema dos idealizadores do PT é que, desde a sua fundação, o partido agregou setores da esquerda brasileira que eram praticamente antagônicos. O grupo mais arraigado era alimentado pelo sonho comunista e outro, mais dado a políticas de gabinete, alimentado pelo sonho socialista. Os comunistas eram os idealistas, que sonhavam com a tomada do poder pelo proletariado idealizada por Karl Marx. Os socialistas eram os bandidos guerrilheiros, que almejavam tomar o poder a qualquer custo. Remanescentes das guerrilhas e grupos assumidamente formados por terroristas, a banda podre do PT sempre foi a que mais contou com a simpatia de Lula.

Aos poucos, os idealistas foram deixando o partido a cargo dos bandidos, que prevaleciam graças a influência de Lula. Logo que o partido começou a conquistar as primeiras prefeituras importantes, Lula e seu bando praticamente expulsaram todos aqueles que defendiam práticas mais honestas e, digamos, ortodoxas, para se chegar ao poder. Ficaram apenas alguns gatos pingados, e coniventes, remanescentes do primeiro grupo. Mas o PT acabou sendo dominado por pessoas essencialmente criminosas.

O único objetivo deste grupo era chegar ao poder a qualquer preço. Para tanto, seguiram ao pé da letra as velhas cartilhas socialistas sobre como conquistar corações e mentes de jovens alienados, de comunidades campesinas, movimentos sociais, núcleos universitários, operários, artistas simpatizantes da esquerda e outros coletivos de toda sorte, cuja maior preocupação de seus integrantes era fumar, beber, foder e falar merda. Na época, logo após o fim da ditadura, ser de esquerda estava na moda e o PT surfou nesta onda e conseguiu arregimentar um verdadeiro exército de militantes.

Aos poucos, o PT foi se profissionalizando no mundo da criminalidade política e passou a chamar a atenção de grupos poderosos que queriam mais acesso ao dinheiro público. Logo, banqueiros, empreiteiros e empresários inescrupulosos passaram a ver em Lula e no PT a grande chance de assaltar os cofres públicos.

Lula era o garoto propaganda de interesses obscuros e o PT tinha como meta um plano de poder duradouro, no qual apenas os grupos econômicos amigos sobreviveriam. A meta era destruir a classe média e formar uma sociedade de pessoas estúpidas e dependentes do estado, a exemplo do que ainda ocorre hoje em dia em Cuba. Logo que chegou ao poder, Lula e o PT deram início a um agressivo processo de aparelhamento da máquina pública. Através dos núcleos partidários, cargos estratégicos foram distribuídos a simpatizantes comprometidos com a causa em universidades, escolas, estatais, autarquias, sindicatos, movimentos sociais e órgãos públicos. Com base na política do "É tudo nosso", oportunistas e incompetentes de plantão enxergaram a oportunidade de suas vidas no aceno petista.

Lula viu muita gente se dar bem às custas de seu projeto de poder e não quis ficar de fora. Cauteloso, organizou esquemas envolvendo laranjas e deu um jeito de receber "presentes" e contratos de empresários que faziam ótimos negócios com o governo que comandava. Assim com qualquer bandido que tenta ocultar seu patrimônio, Lula recorreu a subterfúgios manjados pela polícia de todo o mundo para esconder os benefícios que colhia. O nome disso é corrupção. Não é por acaso que o PT é o partido que tem mais políticos presos, condenados e investigados em toda a história da República, incluindo o próprio Lula, seus familiares, amigos e empresários financiadores de suas campanhas.

Lula chegou a ser o presidente mais querido do Brasil quando alcançou a impressionante marca de 82% de aprovação popular ao fim de seu segundo mandato. Tinha tudo para entrar para a história como o maior brasileiro de todos os tempos. Mas na medida em que sua vida de crimes começou a ser revelada pela Operação Lava Jato, o petista foi aos poucos perdendo o lugar de pai dos pobres para se tornar o rei dos bandidos. Lula se entregou à Polícia Federal no dia 07 e se encontra preso em Curitiba desde então. O petista foi parar atrás das grades após a primeira condenação em segunda instância no caso do triplex do Guarujá, apenas um de seus vários processos em curso na Justiça. 
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Após derrota nas urnas, Haddad visita Lula na cadeia nesta quarta-feira



Após a derrota na eleição presidencial no segundo turno, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, farpa a sua primeira visita ao ex-presidente Lula na cadeia, nesta quarta-feira, 07. O petista cumpre pena em regime fechado na sede da PF em Curitiba, após ter sido condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do triplex do Guarujá.

Haddad deve tratar sobre seu futuro no PT, após ter tido um desempenho acima das expectativas nas eleições de outubro, quando alcançou 44,87% dos votos válidos, contra 55,13% do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Haddad, que foi escolhido na semana passada a executiva nacional do PT para ocupar o papel de líder da oposição ao governo Jair Bolsonaro, deve traçar planos com o presidiário sobre a condução da oposição petista ao futuro governo.

Segundo o Estado de Minas, Lula aposta que Bolsonaro "não vai ser no governo a mesma pessoa que foi na campanha". O condenado acredita que o peso do sistema institucional vai impor limites à atuação do presidente eleito.

Com informações do Estado de Minas
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Embaraço a vista. Bolsonaro pode manter Ministro da Defesa de Temer no cargo prometido ao general Augusto Heleno



O general Augusto Heleno havia sido anunciado há meses como futuro Ministro da Defesa do presidente eleito Jair Bolsonaro. A indicação era dada como certa até mesmo por opositores, que viam com reservas a ida do aliado de Bolsonaro para a pasta.

Mas ao que tudo indica, a passagem de Bolsonaro por Brasília esta semana está ocasionando um redesenho na equipe ministerial propagada por ele durante a campanha. Na noite desta terça-feira, 06, o  próprio Bolsonaro admitiu que pode remanejar o general Heleno para o GSI (Gabinete de Segurança Institucional)

Na prática, Bolsonaro pode manter o ministro escolhido pelo presidente Michel Temer para a pasta da Defesa, general Joaquim Silva e Luna,. O general de quatro estrelas comanda o Ministério da Defesa desde fevereiro deste ano, período da decretação da intervenção federal no Rio de Janeiro.

A cúpula das Forças Armadas estão muito bem alinhadas com as diretrizes do atual governo e Bolsonaro pode enfrentar resistências em promover mudanças profundas na atual configuração das pastas, mesmo sendo o sucessor de Temer.

A mudança na configuração dos ministérios idealizada por Bolsonaro ocorreu logo após um almoço com a cúpula da Defesa, liderado por Silva e Luna, com a presença de seu núcleo duro militar, além do o vice, Hamilton Mourão, o próprio general Heleno e Oswaldo Ferreira.
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Milhares de militantes do PT teriam levado calote. Vídeo com cenas chocantes



Um vídeo que passou a circular na internet esta semana mostra centenas, talvez milhares de petistas concentrados em frente a um galpão, numa manifestação que sugere a cobrança por serviços prestados.

Cheiro de calote. Com camisas vermelhas, o grupo grita em coro: "Dinheiro, dinheiro, dinheiro", no que seria a exigência por remuneração combinada e não paga.

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Mourão se faz questão de ficar na cola de Bolsonaro durante todo mandato e acompanhar bem de perto tudo que rolar no governo



O general Hamilton Mourão não é bem um homem afeito à condição de 'segundo plano' dizem pessoas próximas. Dizem que o militar gosta do som da própria voz e do efeito imaginário das palavras que profere. Na condição de vice, não será diferente. O general da reserva já afirmou que fará questão de ficar na cola do capitão.

Em entrevista a O Globo, pouco antes da confirmação da vitória do presidente Jair Bolsonaro, Mourão confirmou que pretende estar dentro do Palácio Planalto, em sala ao lado da do presidente, para acompanhar bem de perto tudo que rolar no governo. Adaptações terão que ser providenciadas, uma vez que as salas da Vice-Presidência funcionam num anexo do Planalto, e não nos andares da Presidência.

“Eu me vejo como um assessor qualificado do presidente, um homem próximo ali, junto dele, dentro do Planalto, ali do lado dele, nossas salas serão juntas. Não seremos duas figuras distantes (…). Aquelas reuniões que ocorrem ali, eu estarei presente”, declarou o general.

O vice presidente fez questão de acompanhar Jair Bolsonaro no voo do jato da FAB que levou o presidente eleito do Rio para Brasília nesta terça-feira, 06. Bolsonaro foi cumprir uma série de agentes com chefes dos três poderes e participar de uma sessão especial na Câmara dos Deputados em cerimônia de celebração dos 30 anos de Constituição.

Mourão também criou um perfil no Twitter para dar publicidade aos seus atos. O vice conquistou mais de 50 mil seguidores no primeiro dia na Rede Social.



Com informações de O Antagonista
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Moro diz que flexibilização ampla do porte de armas pode servir ao crime organizado e é contra criminalização de movimentos sociais



O juiz federal Sérgio Moro afirmou nesta terça-feira, 6, que vê com reservas a possibilidade de uma flexibilização muito ampla na concessão de porte de armas. Apesar de reconhecer que a proposta foi uma das principais plataformas de campanha do presidente eleito, Jair bolsonaro, Moro reafirmou sua disposição de discutir a questão dentro do governo, no qual comandará o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo Moro, uma flexibilização ampla no acesso ao porte de armas pode atender a interesses do crime organizado, que poderia ter acesso facilitado a armamentos.

Moro também se manifestou contrário a ideia de criminalizar movimentos sociais como o MST e MTST. Segundo o magistrado, ações criminosas que tenham cunho político e resulte em danos ao patrimônio não são inimputáveis, mas ressaltou que há uma grande diferença entre punir manifestações mais exaltadas e criminalizar, de forma generalizada a liberdade de livre manifestação dos movimentos sociais.

“Se há lesão de direitos de terceiros, invasão de propriedade privada por motivações político-partidárias, não se pode tratar esse movimento como inimputável. Qualificá-los de organização terrorista não é consistente, o que não significa que devem ser tratados como inimputáveis.” observou Moro.

Durante a coletiva, Moro afirmou que assumir o superministério da Justiça "não é um projeto de poder, é um projeto de tentar fazer a coisa certa". "A ideia aqui não é um projeto de poder, mas sim um projeto de fazer a coisa certa num nível mais elevado, em uma posição que se possa realmente fazer a diferença e se afastar de vez a sombra desses retrocessos", afirmou Moro, em entrevista que está concedendo na sede da Justiça Federal do Paraná.

"O objetivo é no governo federal realizar o que não foi feito, com todo respeito, nos últimos anos e buscar implantar uma forte agenda anticorrupção e aqui eu agregaria, porque é uma ameaça nacional, uma forte agenda também anticrime organizado.", ressaltou Moro.


Ao ser indagado sobre como se dará sua relação com membros do governo que foram investigados na Lava Jato por crimes de caixa 2, Moro afirmou que o uso irregular de recursos de campanha é até pior que a corrupção, pois interfere no jogo democrático. Moro defendeu o Ministro da Casa Civil, Oniz Lorenzoni e destacou seu empenho na aprovação das dez medidas contra a corrupção no passado.

O Ministro da Justiça afirmou que pretende tratar sobre as convergências e divergências que possui com o presidente Jair Bolsonaro, discutindo cada questão especificamente.
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