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Se Paulo Guedes cair antes da eleição? Economista de Bolsonaro teria se beneficiado de fraudes em fundação ligada ao BNDES



Apresentando-se como arauto do combate à corrupção, o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), penhorou toda a sua confiança do economista Paulo Guedes, garantindo antecipadamente a vaga de ministro da Fazenda em seu eventual governo.

Mas ao que tudo indica, a aura de confiança no escolhido por Bolsonaro parece se esvair em meio ao surgimento de uma notícia grave: Paulo Guedes foi apontado pelo juiz Tiago Pereira, da Quinta Vara Criminal Federal do Rio, como beneficiário de um esquema fraudulento que causou prejuízos à fundação responsável pela gestão da aposentadoria dos funcionários do BNDES, a Fapes.

Apesar de não figurar como réu no processo, o juiz condenou três executivos da Dimarco por gestão fraudulenta de instituição financeira. As operações coordenadas pela Dimarco deram à fundação ligada ao BNDES um prejuízo de R$ 12,8 milhões no período investigado, enquanto os clientes tiveram lucro de R$ 5,85 milhões. A GPG, corretora de Guedes e sua esposa, Maria Cristina Bolívar Guedes, lucrou R$ 596 mil.

Além da GPG, de Guedes, e dos sócios da Dimarco, oito investidores individuais e dois fundos de investimento são citados como beneficiados pelas fraudes. Segundo o juiz, os elevados índices de sucesso nas operações desses clientes "evidencia altíssima probabilidade do cometimento de ilicitude".

Ao ser citado em um processo envolvendo fraudes milionárias envolvendo fundos de aposentadoria de funcionários do BNDES, o economista de Bolsonaro é exposto publicamente antes mesmo da eleição. Ainda é prematuro avaliar que tipo de impacto isto terá na escolha de Paulo Guedes. Caso o futuro ministro da Fazenda de um eventual governo de Bolsonaro caia antes da eleição, o candidato fica órfão de seus discursos para a área econômica.

Confira a matéria completa na Folha
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Tudo indica que Haddad é o candidato com maiores chances de chegar ao 2.º turno e vencer as eleições presidenciais



Como já era de se esperar, o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, desponta com maiores chances de chegar ao segundo turno das eleições presidenciais de outubro, segundo aponta a nova pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha nesta sexta-feira, 14.

Herdeiro natural dos votos de Lula, Haddad foi o candidato que mais avançou numericamente entre os adversários e quase triplicou as intenções de votos ao longo das últimas pesquisas, partindo de 4% para 6%, 9% e agora aparece com 13%,. Segundo a pesquisa, Haddad apresenta uma forte tendência de superar o candidato do PDT, Ciro Gomes, que também aparece com 13%, já na próxima rodada de pesquisas.

A partir de agora, a campanha de Haddad deve explorar ao máximo a imagem de Lula, visando garantir o maior índice de transferência de votos possível até o final do primeiro turno das eleições. Lula aparecia com mais de 30% de intenções de votos nas últimas pesquisas em que figurou como candidato.

Uma vez no segundo turno, é provável que a campanha de Haddad dê uma guinada, abandonando a ancoragem de Lula e focando em outras estratégias. Como os dois adversários nesta fase da disputa poderão contar com o mesmo tempo na propaganda eleitoral na TV e rádio, a campanha de Haddad deve apostar na desconstrução da imagem do adversário. Ao que tudo indica, Bolsonaro se tornará alvo de uma campanha feroz.

Ainda no primeiro turno, a campanha de Haddad deve se concentrar em garantir os votos na Região Nordeste, onde Lula consegue seu melhor desempenho e onde há o maior número de indecisos até o momento. Na última pesquisa, Haddad já aparece com 20% de intenções de votos nesta região.

Segundo a Folha. "Ainda há espaço Na última sondagem do Datafolha em que apareceu, Lula foi mencionado como o candidato preferido de 59% dos nordestinos. Por isso o esforço do PT em ampliar, na região, a transferência dos votos do ex-presidente para seu escolhido".

 No segundo turno, a artilharia contra o candidato Jair Bolsonaro deve ser pesada. A campanha de Haddad poderá usar a vice, Manuela d'Ávila, garantir os votos femininos. Haddad também herdará uma ampla aliança e provavelmente contará com o apoio de candidatos como Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Henrique Meirelles, (MDB), para ficar apenas nos mais expressivos.

Na outra ponta, os ataques mútuos das campanhas de Bolsonaro e Alckmin podem ter inviabilizado qualquer aliança no segundo turno e esta possibilidade abre uma avenida enorme para a volta do PT ao poder. Bolsonaro é o mais rejeitado, segundo a pesquisa e seus índices negativos podem ser ampliados ainda mais com as campanhas de desconstrução de sua imagem que estão sendo reservadas para o segundo turno.

A notícia ruim é que neste momento, as chances do PT voltar ao poder com Haddad são enormes. Desde a redemocratização, nenhum candidato com mais de 40% de rejeição venceu uma eleição presidencial. Nesta última pesquisa, Bolsonaro manteve seu alto índice negativo e aparece com 44% de rejeição, contra 26% de Haddad. É virtualmente o candidato com menores chances de derrotar o PT no segundo turno. Isto explica o fato de ser ele o candidato preferido da esquerda para este enfrentamento.

O calcanhar de aquiles da campanha de Bolsonaro foi ainda mais fragilizado pelos ataques de seus apoiadores a candidatos como Álvaro Dias, Geraldo Alckmin e João Amoêdo. Além de garantir a antipatia de eleitores da esquerda, Bolsonaro e seus apoiadores romperam laços importantes que poderiam fortalecê-lo em um eventual segundo turno. Neste sentido, as chances de eleitores atacados por sua campanha votarem nulo no segundo turno podem ser maiores que o voto útil no candidato.

A volta do PT ao poder significa a volta de Lula, solto por um eventual indulto presidencial, além da volta de José Dirceu, João Vaccari Neto e outros petistas. Pode significar ainda o fim da Operação Lava Jato. Com o ministro Dias Toffoli na Presidência do STF, o caminho para a permanência da esquerda no poder pode ser pavimentado com mais facilidade. 
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Paulo Guedes aparece como beneficiário de esquema fraudulento que lhe rendeu R$ 600 mil, segundo Justiça Federal do Rio


A revista Crusoé publicou nesta sexta-feira, 14, uma matéria que pode afetar dramaticamente a credibilidade do economista Paulo Guedes, indicado como futuro ministro da Fazenda pelo candidato à Presidência Jair Bolsonaro, caso ele vença a eleição de outubro.

Segundo a publicação"Paulo Guedes faturou 600 mil reais na Bolsa de Valores em operação
de dois meses atrás da Justiça Federal do Rio de Janeiro, foram fraudadas"

Ainda a matéria, "O Posto Ipiranga de Jair Bolsonaro aparece em situação incômoda nos autos de um processo na Justiça Federal do Rio de Janeiro. Fundador do banco Pactual e um dos principais nomes
economista Paulo Guedes, já anunciado pelo candidato do PSL como seu ministro da Fazenda
eleições presidenciais, é citado como beneficiário de uma trama que, de um lado, rendeu lucro a
poucos investidores, mas que teria causado prejuízos a outros"


Confira a matéria completa na Crusoé
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Palocci diz que Lula atuava em fundos de pensão desde a década de 1990



Os depoimentos do ex-ministro Antônio Palocci ainda podem render belas dores de cabeça para o ex-presidente Lula perante a Justiça. Metódico, o fundador do PT disse em depoimento à força-tarefa da Operação Greenfield que o hoje presidiário interferia nos investimentos dos fundos de pensão desde a década de 1990, quando ainda atuava no meio sindical. Palocci afirmou ao Ministério Público Federal (MPF) que a partir de 2004, já no poder, o PT começou a pedir vantagem indevidas a empresas interessadas em receber aportes dos fundos de empresas públicas e que Lula agiu ‘diretamente’ por propinas.

Segundo o Estadão, "Os pedidos, diz ele, eram feitos pelos tesoureiros do partido. Delúbio Soares, Paulo Ferreira e João Vaccari exerceram a função em períodos diferentes. “O presidente Lula expedia determinações para colocar recursos em empreendimentos de interesse do governo. Que nem sempre era vantagem indevida, mas apenas para atender vantagem política”, diz trecho do depoimento de Palocci aos procuradores da força-tarefa que apura desvios nos maiores fundos de pensão do País. O depoimento não detalha a atuação de Lula nos fundos antes de chegar à Presidência".

Considerado o 3.º na hierarquia do PT, Palocci disse aos procuradores da Greenfield que o foco de corrupção ocorreu nas operações envolvendo o FIP Sondas, acionista da Sete Brasil, empresa criada à época da descoberta do pré-sal para alugar sondas para a Petrobras. Os fundos de pensão do Banco do Brasil (Previ), da Caixa (Funcef) e da Petrobras (Petros) eram os principais cotistas do FIP.

“No governo Lula, o pré-sal foi enxergado como um passaporte para o futuro, que foi um bilhete premiado no fim do governo. Que o clima era de delírio político”, explicou Palocci sobre os interesses do PT no pré-sal e na construção das sondas.

Esse cenário de “delírio político”, disse o ex-ministro, fez com que Lula tivesse um momento de atuação “raro” que resultou em um “descuido” da parte jurídica por que o então presidente começou a atuar diretamente nos pedidos de “vantagens indevidas”.

Aos procuradores, o delator narrou uma reunião realizada no “fim de 2009 ou começo de 2010”, no Palácio do Alvorada, em Brasília, em que Lula teria dito a ele e a ex-presidente Dilma Rousseff que o FIP tinha que garantir o “futuro” do PT. “Foi uma reunião muito curta e os demais presentes ficaram perplexos com a conduta do presidente Lula”.

Sobre os gestores dos fundos à época, Palocci disse que eles tinham conhecimento das irregularidades. A ex-presidente Dilma Rousseff, disse Palocci, se encontrou com os presidentes dos fundos que seriam acionistas no FIP Sondas para “forçar o investimento. Segundo Palocci, o projeto da construção das sondas tinha vários problemas, entre eles, a falta de estudo técnico, “o projeto era mirabolante, havia motivação política e necessidade de arrecadar propina”.

Zelotes e Belo Monte. Em seu depoimento, Palocci também citou que Lula tinha conhecimento e atuou em ilíticos práticas nos casos envolvendo a usina hidrelétrica de Belo Monte e na compra de caças pela Força Aérea. Por causa da citação, o MPF pediu para que o ex-ministro seja ouvido na ação penal derivada da operação Zelotes que apura possível tráfico de influência na compra dos caças.

O juiz Vallisney de Souza Oliveira anexou o depoimento do FIP Sondas no processo dos caças e autorizou o depoimento de Palocci para 20 de novembro".

Com informações do Estadão
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PT vai tentar dizer que Haddad não é outro poste de Lula, como Dilma



A dificuldade de convencer o eleitorado sobre a credibilidade do ex-presidente Lula indicar outro candidato à Presidência da República, após a tragédia causada por Dilma na economia do país, é um dos desafios da campanha do PT nesta reta final das eleições.

Além do embaraço em ter um mandante presidiário, o PT teme que Haddad seja visto como mais um poste de Lula. Segundo a Folha, o partido "vai tentar marcar uma diferença entre a indicação de Haddad e a da ex-presidente Dilma, que foi afastada do governo sob forte desaprovação. A ideia é dizer ao eleitor que Haddad não é o sucessor de Lula, mas seu substituto, e que todo e qualquer movimento dele tem aval do ex-presidente".

Na última vez que foi às urnas, Haddad não conseguiu se reeleger prefeito de São Paulo, após uma administração calamitosa. O novo poste de Lula perdeu numericamente, já no primeiro turno, até para os votos nulos.

Com informações da Folha
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Lula pedia e recebia propinas e vantagens indevidas no esquema do pré-sal, diz fundador do PT na Lava Jato



O ex-ministro Antonio Palocci, um dos fundadores do PT e considerado o terceiro homem na hierarquia do partido, abaixo apenas do ex-presidente Lula e do ex-ministro José Dirceu, confirmou em depoimento na Lava Jato que Lula atuou pessoalmente pedindo propinas e vantagens indevidas.

Aos procuradores da Lava Jato, Palocci afirmou que Lula se envolveu pessoalmente em esquemas ilícitos em negociatas relacionadas a projetos do governo no pré-sal. Segundo o ex-ministro, Lula e o governo petista entraram num clima de “delírio político” com a descoberta das reservas bilionárias de óleo e passaram a atuar de maneira descuidada do ponto de vista jurídico. Ex-braço direito de Lula, Palocci afirma que o petista foi beneficiário direto de propinas de outros projetos do governo, como a negociação do contrato bilionário de compra de caças para a renovação da frota da Força Aérea Brasileira (FAB) e no caso da construção da Usina de Belo Monte.

“O pré-sal colocou todos os âmbitos do governo em torno dessas riqueza. No governo Lula, o pré-sal foi enxergado como um passaporte para o futuro, que foi um bilhete premiado no final de governo. Que o clima era de delírio político. Que isso dá ao ex-presidente um momento de atuação raro, descuidando da parte jurídica. Que ele passa a atuar diretamente no pedido de vantagens indevidas”, diz Palocci no depoimento. “Que, em outros casos de atuação direta do ex-presidente Lula, como dos caças, com atuação do presidente francês, receberam vantagens indevidas Lula e o PT, ou, no caso de Belo Monte”, segue o ex-ministro.

Palocci não é um delator qualquer. Fundador do PT, ex-prefeito de Ribeirão Preto, ex-ministro da Fazenda do governo Lula e ex-chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff, Palocci participou das decisões mais importantes do partido nas últimas duas décadas.

Acompanhe o depoimento completo de Palocci no vídeo abaixo:



Com informações de O GLOBO
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Manipuladores e manipulados. Descubra quem é quem nestas eleições



A campanha eleitoral deste ano está infestada por candidatos de setores corporativos que visam entrar para a política apenas para assegurar privilégios e salários incompatíveis com a realidade do Brasil.

Muitos não entendem que parte das dificuldades enfrentadas por ocupantes de cargos no executivo, como presidente, governadores e prefeitos para devolver ao povo parte dos impostos que o Estado arrecada. Boa parte dos problemas de caixa dos governos se deve ao ativismo de setores do funcionalismo público, que atuam de forma sistemática para assegurar altos salários e privilégios. 

Há tempos, alguns observadores mais atentos se deram conta de que os problemas estruturais do Brasil podem ter uma origem comum: os privilégios e altos salários de uma elite de servidores. Apesar dos desafios econômicos e sociais do país, onde ocorre uma das mais vergonhosas distribuição de riquezas do mundo, a casta de seres especiais consegue aumentar a cada ano seus salários e privilégios sem muita dificuldade.


Se não há dinheiro, pressionam pelo aumento de impostos, pelo endividamento do Estado ou pelo corte de investimentos em áreas essenciais para a população. Donos de altíssimos salários, benefícios e outras vantagens que em nada condizem com a realidade do país ou com o que ocorre no setor privado, os representantes da elite do serviço público não precisam enfrentar filas no SUS, pegar ônibus lotados, matricular os filhos em escolas públicas ou se submeterem aos serviços precários oferecidos ao cidadão comum.

Segundo o Estadão, "Um quarto dos deputados federais é servidor público e atua hoje como a maior força de pressão no Congresso Nacional. Antes dispersa e focada em demandas pontuais, essa bancada se uniu e ganhou visibilidade durante a votação da reforma da Previdência ao reagir à ofensiva do governo, que atacava os “privilégios” do funcionalismo.

É a atuação desse e de outros grupos no Congresso que o Estadão/Broadcast passa a publicar a partir de hoje. A reportagem ouviu centenas de parlamen­tares, assessores e represen­tantes dos quatro mais poderosos lobbies do parla­mento. Atualmente, esses grupos têm 286 deputados ou 29 votos a mais dos que a maioria absoluta (257) da Casa.

Fortalecido, o grupo ligado aos servidores públicos, assim como os demais, trabalha para estimular candidatos que patrocinem a agenda do funcionalismo com o objetivo de manter a influência sobre o Legislativo e impedir o avanço de medidas de ajuste fiscal que são esperadas para o próximo governo e que afetarão as categorias".


Leia a matéria completa AQUI para se inteirar mais sobre a realidade do país. O Estadão elaborou um extraordinário infográfico sobre o tema. Não é surpreendente que gente como Sérgio Cabral, Lula e Dilma permaneceram tanto tempo no poder. Durante os governos petistas, os servidores conseguiram avançar como nunca sobre a fatia do dinheiro do contribuinte nos cofres públicos. Nestas eleições, estão todos em estado de alerta máximo, pois alguns candidatos ameaçam atacar seus privilégios e altos salários.

De fato, a elite do serviço público opera de forma sistemática durante as eleições. Cabos eleitorais inflexíveis em seus argumentos invadem as redes sociais para defender os candidatos  que defendem seus interesses. Não é por acaso que a classe política se deteriorou em todo o país. Eficientes, com tempo e dinheiro disponível para investir nas campanhas de seus candidatos, estes grupos de privilegiados não estão preocupados com a capacidade ou experiência do político, mas sim com o comprometimento dele com seus interesses. 

São pessoas influentes, aparentemente inteligentes e bastante eficientes em suas técnicas de convencimento. Para se ter uma ideia, cerca de 80 mil servidores no Brasil recebem auxílio-moradia de quase R$ 5 mil por mês para morarem em suas próprias casas. Alguns recebem auxílio-educação para os filhos de até 24 anos, com valores que podem alcançar os R$ 7 mil por mês. Tendo em vista os motivos pelos quais estão tão empenhados em defender seus candidatos, é compreensível que atuem de forma tão ostensiva nestes tempos de eleições. Boa parte da população suspeita inclusive da atuação de setores dos Ministérios Públicos, Judiciário e até mesmo da Polícia Federal, no sentido de destruir determinados políticos visando favorecer outros. 

Para aqueles que não compreendem o ódio dos pedidores de aumentos salarias contra o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o vídeo ao final desta matéria é bastante esclarecedor. A turma que entra para a política para assegurar privilégios de suas categorias está novamente unida nestas eleições presidenciais. Há poucos dias, o General Mourão reconheceu em sabatina que a carreira de parlamentar do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, pode ser resumida em uma cruzada na defesa de aumentos salariais e garantia dos privilégios dos militares. Mourão foi indagado sobre os projetos aprovados pelo presidenciável e acabou admitindo que Bolsonaro focou sua carreira para atender aos interesses da categoria.


eduardo jorge pro mourão (aspas simples)
'eu estive no congresso criei tal coisa escrevi tal lei etc etc etc, qual o resumo que você faz do seu candidato que esteve na câmara a tanto tempo quanto eu?'
como até agora ninguém nem tchum na tl, eu posto aqui a jogada lukscolor da rodada pic.twitter.com/jjA3vn8Iib

Major Olimpio, outro militar que se aliou a Bolsonaro nestas eleições, possui um vasto histórico de campanhas por aumentos salariais para sua categoria. Durante evento em São Carlos (235 km de SP), em setembro do ano passado, o então governador Geraldo Alckmin perdeu a paciência com o militar e dirigiu-se aos berros ao deputado federal Major Olimpio , que estava no local em campanha por aumentos salariais para sua categoria. Alcmin estava na cidade para entregar 197 carros para batalhões da Polícia Militar.

A confusão começou quando o secretário de Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho, ainda discursava, antes do governador. Neste momento, o deputado se aproximou da tenda onde acontecia o evento acompanhado por um grupo de manifestantes. Com faixas e cartazes, eles gritavam palavras de ordem contra a morte de policiais, atraso de salários de servidores públicos e falta de segurança nas escolas.

Munido de um microfone ligado a uma caixa de som, Olimpio começou a atacar o secretário de Segurança Pública e Alckmin. "Cadê o salário da polícia, secretário?", disse o deputado do Solidariedade.

A intervenção provocou um bate-boca entre o deputado e correligionários do governador, como o deputado federal Lobbe Neto (PSDB-SP), o deputado estadual Roberto Massafera (PSDB-SP) e o prefeito de São Carlos, Airton Garcia (PSB). A princípio, Alckmin permaneceu calado, mas se exaltou ao discursar.

"Quero fazer uma pergunta para vocês", disse. "Alguém aqui ganha R$ 50 mil do povo de São Paulo? É ele que está gritando. Ele ganha R$ 50 mil, devia ter vergonha, vergonha de vir aqui, R$ 50 mil do povo de São Paulo. Tenha vergonha, deputado. Não pode olhar no rosto dos brasileiros de São Paulo, R$ 50 mil por mês. Vergonha!"

Logo em seguida, Alckmin justificou seu destempero com a insistência do Major Olípio por aumentos salariais se explicou com a imprensa: "Não tem ninguém mais interessado em dar aumento de salário, reajuste do que eu. Sou o maior interessado. É de justiça. Agora, todo mundo sabe da grande crise que o país passa. A arrecadação despencou, nós temos que agir com responsabilidade", continuou Alckmin. "Mesmo se você não dá reajuste a folha cresce 3% ao ano, mesmo sem reajuste. Então nós vamos dar o reajuste. A economia está começando a dar uma recuperação, agora, temos que agir com responsabilidade. Anteriormente, nós tivemos ganhos reais de salário, bem acima da inflação, então, abriu espaço orçamentário, nós vamos dar o reajuste. Mas não podemos fazê-lo neste momento."



Com informações do Estadão Conteúdo
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Fachin mandou denúncia contra Dilma por organização criminosa à Justiça do DF



A impressão de que setores do Judiciário tratam casos com viés político, sobretudo durante o período eleitoral, se torna cada vez mais latente entre pare da população melhor informada. O caso da ex-presidente Dilma Rousseff é emblemático. Delatada por vários colaboradores da Lava Jato, a petista, milagrosamente faz campanha para o Senado por Minas Gerais sem passar por nenhum tipo de constrangimento ou embaraçamento legal. Há poucos dias, a publicitária Monica Moura, mulher de João Santana, confirmou em depoimento que tratou diretamente com Dilma sobre caixa 2.

— Negociei com a Dilma. Foi tudo negociado diretamente com ela. Pela primeira vez, negociei valores com uma presidente — reiterou Monica Moura em interrogatório ao juiz Sergio Moro no dia 10 de agosto. Mas esta não é a única investigação contra Dilma que se encontra praticamente congelada.

Entre as denúncias contra Dilma, a que aponta a participação da petista na organização criminosa que vitimou a Petrobras ficou parada no Supremo Tribunal Federal por sete meses sem que nenhuma providência fosse tomada. Em março, o ministro Edson Fachin enviou a denúncia para a primeira instância da Justiça do Distrito Federal, já que Dilma não possui foro privilegiado. Lá se vão mais sete meses sem que nenhuma palha tenha sido movida em relação ao caso.

Dilma foi denunciada ao STF pela  Procuradoria-Geral da República, juntamente com ex-presidente Lula, os ex-ministros Antônio Palocci, Guido Mantega e Paulo Bernardo, a mulher dele, senadora Gleisi Hoffmann, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e Edinho da Silva, ex-ministro de Dilma e atual prefeito de Araraquara, interior de São Paulo.

A petista aparece como favorita para uma das vagas para o Senado por Minas Gerais nas eleições de outubro. Pelo andar da carruagem, a denúncia contra a petista por organização criminosa deve voltar ao STF após as eleições. Com um mandato de 8 anos, a chance de Dilma ter que se haver com a Justiça se torna cada vez mais remota.


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Alckmin esculacha Major Olímpio em evento público. Está explicado o ódio dos pedidores de aumento de salário



Para aqueles que não compreendem o ódio dos pedidores de aumentos salarias contra o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o vídeo ao final desta matéria é bastante esclarecedor. A turma que entra para a política para assegurar privilégios de suas categorias está novamente unida nestas eleições presidenciais. Há poucos dias, o General Mourão reconheceu em sabatina que a carreira de parlamentar do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, pode ser resumida em uma cruzada na defesa de aumentos salariais e garantia dos privilégios dos militares. Mourão foi indagado sobre os projetos aprovados pelo presidenciável e acabou admitindo que Bolsonaro focou sua carreira para atender aos interesses da categoria.



Major Olimpio, outro militar que se aliou a Bolsonaro nestas eleições, possui um vasto histórico de campanhas por aumentos salariais para sua categoria. Durante evento em São Carlos (235 km de SP), em setembro do ano passado, o então governador Geraldo Alckmin perdeu a paciência com o militar e dirigiu-se aos berros ao deputado federal Major Olimpio , que estava no local em campanha por aumentos salariais para sua categoria. Alcmin estava na cidade para entregar 197 carros para batalhões da Polícia Militar.

A confusão começou quando o secretário de Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho, ainda discursava, antes do governador. Neste momento, o deputado se aproximou da tenda onde acontecia o evento acompanhado por um grupo de manifestantes. Com faixas e cartazes, eles gritavam palavras de ordem contra a morte de policiais, atraso de salários de servidores públicos e falta de segurança nas escolas.

Munido de um microfone ligado a uma caixa de som, Olimpio começou a atacar o secretário de Segurança Pública e Alckmin. "Cadê o salário da polícia, secretário?", disse o deputado do Solidariedade.

A intervenção provocou um bate-boca entre o deputado e correligionários do governador, como o deputado federal Lobbe Neto (PSDB-SP), o deputado estadual Roberto Massafera (PSDB-SP) e o prefeito de São Carlos, Airton Garcia (PSB). A princípio, Alckmin permaneceu calado, mas se exaltou ao discursar.

"Quero fazer uma pergunta para vocês", disse. "Alguém aqui ganha R$ 50 mil do povo de São Paulo? É ele que está gritando. Ele ganha R$ 50 mil, devia ter vergonha, vergonha de vir aqui, R$ 50 mil do povo de São Paulo. Tenha vergonha, deputado. Não pode olhar no rosto dos brasileiros de São Paulo, R$ 50 mil por mês. Vergonha!"

Logo em seguida, Alckmin justificou seu destempero com a insistência do Major Olípio por aumentos salariais se explicou com a imprensa: "Não tem ninguém mais interessado em dar aumento de salário, reajuste do que eu. Sou o maior interessado. É de justiça. Agora, todo mundo sabe da grande crise que o país passa. A arrecadação despencou, nós temos que agir com responsabilidade", continuou Alckmin. "Mesmo se você não dá reajuste a folha cresce 3% ao ano, mesmo sem reajuste. Então nós vamos dar o reajuste. A economia está começando a dar uma recuperação, agora, temos que agir com responsabilidade. Anteriormente, nós tivemos ganhos reais de salário, bem acima da inflação, então, abriu espaço orçamentário, nós vamos dar o reajuste. Mas não podemos fazê-lo neste momento."



Com informações do Estadão Conteúdo
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Governo avalia retirar reconstrução do Museu Nacional das mãos da UFRJ



A folha informa que o governo federal avalia retirar das mãos da UFRJ  a responsabilidade sobre a reconstrução do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Segundo a publicação, já ocorreu inclusive uma  reunião nesta terça (4), na qual integrantes do governo avaliaram que a UFRJ não tem condições de administrar a reconstrução do Museu. A alegação é a de que, hoje, há uma forte desorganização administrativa na instituição.

Esta semana, o governo confirmou que elevou os repasses de verbas para a UFRJ em mais de 40% nos últimos anos, no entanto, os repasses de recursos para o Museu Nacional foram reduzidos em mais de 40% no mesmo período.

Ainda segundo a Folha, "Para quem pode O Ministério da Educação foi encarregado de estudar alternativas para fazer contratações sem precisar de um aval da universidade. Uma das opções em análise é acionar a Unesco e delegar à entidade a reconstrução do museu".


Com informações da Folha
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Paulo Henrique Amorim é condenado a pagar indenização de R$ 150 mil a Gilmar Mendes.



A Folha informou nesta quarta-feira, 05, que o apresentador Paulo Henrique Amorim, da TV Record, terá que pagar R$ 150 mil de indenização por danos morais ao ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Esta não é a primeira vez que Amorim é condenado a pagar indenizações por danos morais. Desta vez, o jornalista esta sendo obrigado a desembolsar a quantia por ter publicado na internet ironias sobre uma decisão de Gilmar Mendes por conceder um um habeas corpus ao banqueiro Daniel Dantas.

Ainda segundo a Folha, Gilmar Mendes informou que pretende doar os recursos para dois hospitais de Mato Grosso.

Petista roxo, Paulo Henrique Amorim já foi condenado pelo STF por injúria racial contra o também jornalista Heraldo Pereira. O apresentador da Rede Record também chegou a ser condenado a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 30 mil para o diretor de jornalismo da TV Globo , Ali Ahamad Kamel.

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Paulo Guedes pode passar por enorme constrangimento, caso seja desmentido por gravação de jornalista hoje



O jornalista Lauro Jardim informou em sua coluna que o economista Paulo Guedes, indicado por Bolsonaro como seu futuro ministro da Fazenda, caso vença a eleição, atacou políticos com acusações graves durante entrevista à Revista Piauí.

Segundo a coluna, Paulo Guedes teria dito que “Esses caras estão me discriminando, me atacando, porque eu tô tentando ajudar o país… quer dizer: todo mundo aí trabalhou para o Aécio, ladrão e maconheiro. Trabalhou pro Temer, ladrão. Trabalhou pro Sarney, ladrão e mau caráter que aparelhou o Brasil inteiro.”

Na sequência, o economista enviou uma nota ao site O Antagonista desmentindo a nota de Lauro Jardim:

“Fiquei surpreso e decepcionado com o tom da chamada da revista Piauí, que me atribui acusações contra José Sarney, Aécio Neves e Michel Temer. Minhas declarações foram retiradas de contexto para provocar cizânia. Lamento que uma conversa informal tenha sido transformada numa peça acusatória contra políticos que mal conheço”, justificou Paulo Guedes.

O problema é que, ainda segundo O Antagonista, a jornalista Malu Gaspar, da Revista Piauí, reafirmou que Paulo Guedes disse o que disse e que a matéria  será publicado nesta terça, ressaltando que “tudo está gravado e reproduzido da forma como ele falou”.


Confira o caso nestas duas matérias ( aqui e aqui ) publicadas em O Antagonista

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Dilma chama Marina de dissimulada e rejeita avaliação da ex-companheira



A troca de farpas entre as ex-companheiras de PT, ex-presidente e candidata ao Senado Dilma Rousseff (PT) e a candidata a presidente Marina Silva (Rede), era mais que previsível durante o período eleitoral. As duas, que andaram se poupando mutuamente nos últimos meses, protagonizam agora novos atritos. No último fim de semana, Dilma usou suas redes sociais para atacar a candidata a ex-companheira de PT  e afirmou que Marina “sempre foi dissimulada”.

As postagens de Dilma foram uma reação às críticas feitas por Marina Silva nas últimas entrevistas. A candidata da Rede afirmou que Dilma e Temer “são farinha do mesmo saco” e “angu do mesmo caroço”. “A gente defendia a cassação da chapa deles”, afirmou Marina.

“De tanto se esconder e se omitir dos problemas do país, a ex-senadora Marina Silva, que sempre foi dissimulada, agora difama. Fui vítima de um golpe cometido por uma aliança acusada de corrupção e gravada querendo o golpe para 'estancar a sangria'”, disse Dilma.

“Um golpe e um governo golpista que a ex-senadora Marina nega existir, mas que apoiou e continua apoiando. Fui vítima do golpismo do senador Aécio Neves, que não soube perder a eleição. Candidato apoiado pela ex-senadora Marina, que lutou para elegê-lo, mesmo o conhecendo bem. Por isso as avaliações da ex-senadora procuram esconder sua notória omissão e seus equívocos políticos. Assim, não lhe reconheço qualquer autoridade política e ética para me avaliar”, espetou Dilma.

As duas conviveram em harmonia durante os dois primeiros mandatos do ex-presidente Lula e ocupavam ministérios na administração do corrupto lavador de dinheiro, que hoje se encontra preso em Curitiba.

As informações são do Estado de Minas
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Palocci entregou provas no período eleitoral com delitos cometidos nos governos Lula e Dilma



A ex-presidente Dilma Rousseff, favorita para uma das duas vagas para o Senado por Minas Gerais, pode ter sua campanha impactada nos próximos dias. Segundo o colunista Lauro Jardim, de O GLOBO, o ex-ministro petista Antonio Palocci já entregou uma série de provas ao ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral da 4.ª Região de Porto Alegre, o mesmo que condenou o ex-presidente Lula, em segunda instância, à uma pena de mais de 12 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Segundo a publicação, "A delação de Antonio Palocci pode ganhar novos contornos, às vésperas das eleições.

Homologado em junho pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, do TRF-4, o acordo firmado com a PF entrou imediatamente em fase de produção de provas e documentação, a fim de que a Justiça possa determinar a pena (e os benefícios) de Palocci.

E será justamente agora, em setembro, que a defesa do ex-ministro termina de entregar todo esse material para Gebran. A delação de Palocci envolve delitos cometidos nos governos Lula e Dilma Rousseff".


As informações são de O GLOBO
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No lugar de apoio, atritos. Ciro perde as estribeiras e bate boca com presidente da federação gaúcha de agricultura



O candidato do PDT à Presidência da República Ciro Gomes viajou até o Rio Grande do Sul para angariar apoio de produtores agrícolas da região, mas acabou perdendo as estribeiras com lideranças do setor.

O presidenciável foi fazer campanha na Expointer, principal evento do agronegócio gaúcho, e acabou se envolvendo em um bate-boca com a cúpula da Federação da Agricultura do Estado (Farsul). Segundo reportagem da Folhapress, o foco do atrito foram divergências sobre a existência ou não de incentivos fiscais no setor primário. O presidente da entidade, Gedeão Pereira, discordou do candidato sobre a existência do subsídio, mas Ciro teimou com o interlocutor dos produtores e disse que a conta chega a R$ 158 bilhões.   

Na sequência, o presidente da Farsul voltou a salientar que não era verdade que o setor primário tinha subsídios e alegou que os recursos tinham origem na caderneta de poupança. Ciro rebateu, questionando se podia dizer em seu programa que o agronegócio não precisava de subsídio, o que resolveria o déficit público no primeiro ano de governo, numa clara provocação ao presidente da entidade.

"Acho que com esse candidato vamos seguir um viés extremamente perigoso de esquerda", afirmou o presidente da Farsul, após a saída de Ciro, segundo a agência. 

 O candidato do PDT deixou a Farsul e se reuniu com o setor cooperativista no parque, onde negou ser um radical de esquerda e que já superou "essas bobagens ideológicas", mas lamentou o "reacionarismo" de Pereira. "Tomei uma lição de reacionarismo doentio. Em uma mesma frase defendeu a destruição do estado e mais investimentos em infraestrutura" alegou Ciro.

Com informações do Jornal do Comércio
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Influenciadores de aluguel do PT levam calote, após postarem elogios no Facebook, Twitter e WhatsApp



Os influenciadores digitais de aluguel que prestavam serviços para uma agência ligada ao PT para fazer elogios a candidatos petistas nas redes sociais reclamam de terem levado um calote. Segundo a Veja, "As queixas começaram a aparecer na página do aplicativo na Play Store entre os dias 21 e 24 de agosto, antes de o caso vir à tona no domingo, 26".

Os influenciadores utilizavam os aplicativos Follow e Brasil Feliz de Novo para publicar as informações fornecidas pelas agências ligadas ao PT. Aliciadores prometiam pagamentos de até R$ 1500,00 para que fossem feitas postagens sobre candidatos do PT no Facebook, Twitter e WhatsApp durante a campanha eleitoral.

Segundo a publicação, "Tanto o Follow como o Brasil Feliz de Novo foram desenvolvidos pela empresa Follow Análise Estratégicas, de propriedade do deputado federal Miguel Corrêa Júnior (PT-MG), que agora concorre a uma vaga ao Senado ao lado de Dilma Rousseff."

Leia a matéria completa na Veja
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Se colar...STF empurrou com a barriga julgamento do impedimento de Dilma. Agora ela é candidata e vai ter foro privilegiado




A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, de fatiar o julgamento do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em agosto de 2016 para garantir a manutenção dos direitos políticos da petista causou indignação na sociedade e em setores do meio jurídico.

Lewandowski presidiu a sessão no Senado que cassou o mandato de Dilma, após ela ter sido condenada pela maioria dos senadores pelo crime de responsabilidade fiscal. Pela Constituição, Dilma deveria ter se tornado inelegível por oito anos. A manobra, apontada como uma articulação entre petistas e o então presidente do Senado, Renan Calheiros, deveria ter sido analisada pelo Supremo.

Mas ao que tudo indica, a estratégia de empurrar o problema para ver se colava deu certo. Dilma é candidata ao Senado por Minas Gerais e, caso seja eleita, passará a ter foro privilegiado. A petista é alvo de investigações e teve os bens bloqueados por determinação do Tribunal de Contas da União por prejuízos causados à Petrobras na aquisição da refinaria de Pasadena, nos EUA.

Dilma chegou a ser denunciada ao STF pela Procuradoria-Geral da República como integrante de uma organização criminosa composta pelo ex-presidente Lula e outros seis integrantes da cúpula do PT.

Segundo publicou o jornalista Gerson Camarotti na semana passada, os "Ministros do Supremo Tribunal Federal estão em alerta com a pressão para análise em plenário do mérito do mandado de segurança que pede a proibição para que a ex-presidente Dilma Rousseff (PT-MG) ocupe qualquer cargo público. Dilma é candidata ao Senado por Minas Gerais e lidera as pesquisas.

De forma reservada, ministros já avaliam que foi um erro não ter analisado o caso em plenário no ano passado.

“Esse caso já era para ter sido analisado há mais tempo. O pior cenário será uma análise desse fatiamento no período da eleição com o caso concreto da candidatura de Dilma Rousseff”, admitiu ao Blog um ministro do STF"

Com informações do G1.


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Após assegurarem aumento de salário para quase R$ 40 mil, juízes se mobilizam para manter auxílio-moradia e auxílio-alimentação



Após a sessão em que os ministros do Supremo Tribunal Federal aprovaram o reajuste dos próprios salário da categoria, por 7 votos a 4, magistrados de todo o país deram início à uma campanha junto aos ministros do STF para assegurar a manutenção de outros privilégios. A proposta enviada ao Congresso Nacional prevê um aumento dos salários em 16%, o que deve elevar o salário atual de R$ 33,7 mil para quase R$ 40 mil. Ao que tudo indica, a categoria não está satisfeita.

Segundo a Folha, "Assim como fizeram com o auxílio-moradia, dirigentes de associações que representam os juízes estão em romaria ao Supremo Tribunal Federal para tentar impedir que a corte acabe com o auxílio-alimentação da magistratura. Ação que trata do assunto será analisada dia 12".
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Antes da eleição de Dilma em 2014, mais de 500 mil funcionários públicos receberam R$ 2,5 bilhões do Bolsa Família



Segundo o G1, durante o governo Dilma, mais de 500 mil funcionários públicos recebiam indevidamente o Bolsa Família. A fraude descoberta pelo Ministério Público Federal já havia causado prejuízos aos cofres públicos de mais de R$ 2,5 bilhões apenas no período que antecedeu as eleições de 2014.

Segundo as investigações, os casos se multiplicaram pelo país. Gente que não tinha direito ao benefício tirando a vez de quem precisa. Essa não foi uma investigação superficial e levou em conta o cruzamento de dados da Receita Federal, de Tribunais de Contas, do TSE e do Ministério do Desenvolvimento Social, que é responsável pelo Bolsa Família. O programa pagou mais de R$ 2,5 bilhões entre 2013 e 2014 a quem não tinha direito. O valor corresponde a 4,5% do total pago pelo programa no período. Os municípios onde foram detectados mais casos suspeitos de fraude são Salvador, Brasília, João Pessoa, Manaus e Recife.

Cabos eleitorais. Desde meados de 2016, o governo federal já cancelou ou bloqueou o pagamento de cerca de 1,1 milhão benefícios do Bolsa Família. O prejuízo aos cofres públicos pode superar a casa dos R$ 10 bilhões.


As informações são do G1
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O Brasil corre o risco de continuar sendo a República dos Servidores. Elite dominante pode prevalecer sobre o povo em dois cenários pós-eleição



O Brasil possui cerca de 2.3 milhões de servidores federais que drenam cerca de R$ 300 bilhões por ano dos cofres públicos, graças aos altos salários, benefícios e privilégios incompatíveis com a renda dos demais brasileiros. Os altos salários conquistados em decorrência do corporativismo das relações entre o Legislativo e o Judiciário também são incompatíveis com a remuneração média do setor privado. Um funcionário público chega a ganhar sete vezes mais que um trabalhador com a mesma formação no mercado de trabalho formal. Quase metade dos servidores federais possui nível superior e salários acima dos R$ 20 mil.

O patrimonialismo é um fenômeno secular no Brasil. Os políticos e membros do Judiciário abusam do argumento de que o maior problema do país é a corrupção, sobretudo em época de eleição, mas se omitem sobre o custo altíssimo custo dos servidores para o pagador de impostos.

Os integrantes da elite brasileira no serviço fazem parte do grupo de 4% de pessoas mais ricas do Brasil. Apesar de a Constituição estabelecer o subsídio mensal dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje R$ 33,7 mil, como teto do funcionalismo, há servidores que recebem mais d o que isso. Somadas as gratificações, horas-extras e auxílios moradia, por exemplo, alguns chegam a embolsar o dobro do teto máximo previsto na CF. Há poucos dias, os ministros do STF aprovaram um projeto de aumento deste teto em 16%, o que pode elevar o salário da elite do serviço público para quase R$ 40 mil. Apesar das distorções gritantes e do alto custo para o contribuinte, a elite de servidores está sempre querendo mais e mais. Além de não abrirem mão de seus privilégios e benefícios dispendiosos, estão em campanhas constantes por reajustes salariais e manutenção de aposentadorias especiais. Entre 2001 e 2015, o governo federal precisou transferir R$ 1,3 trilhão em impostos para cobrir o rombo das aposentadorias de 980 mil servidores federais inativos. Um rombo 40% maior que o gasto com os cerca 29 milhões de aposentados da inciativa privada.

Cabos eleitorais atuantes, os integrantes da elite do serviço público compõem grupos altamente influentes no processo eleitoral em toda a federação. Como o poder de influência destes grupos junto ao cidadão é decisivo em eleições para o executivo e legislativo, é compreensível que negociem toda esta influência apenas com candidatos compromissados com a manutenção de seus altos salários e privilégios. Um quinto do orçamento do governo federal tem destino certo: pagar os servidores, ativos e aposentados. 20% do orçamento é muita coisa para gastar com apenas 1% da população. O problema é que o cidadão sequer pode atribuir toda esta indecência à corrupção. É tudo feito de forma 'legal' e aprovado por força de Lei após os acordos entre os membros do Legislativo e do Judiciário. Outro problema é que o político que negocia vantagens com setores do Judiciário possui um mandato de apenas quatro anos. Já as novas contratações, os aumentos, benefícios e privilégios que aprovam para a elite dos servidores vai pesar nas costas dos pagadores de impostos pelo resto da vida. Neste jogo, os políticos são apenas os cavalos montados pelos donos do poder, que permanecem anônimos. Não é por acaso que setores do Judiciário e do Ministério Público Federal promoveram uma caçada contra determinados integrantes da classe política, enquanto tentam promover o discurso do combate à corrupção, sem conseguir provar uma série acusações contra certos alvos, o que denota investigações direcionadas a debilitar politicamente eventuais rivais de suas causas. O discurso visa justamente enaltecer os poupados, enquanto lançam suspeitas sobre os demais.

É notório que governos do PT implantaram um projeto de dominação do Estado baseado no aparelhamento da máquina pública. Além do agigantamento do Estado, os governos petistas 'premiaram' os servidores com aumentos generosos, concessão de privilégios e benefícios que contribuíram para o aumento do endividamento do Estado, como os quase R$ 5 bilhões gastos nos últimos quatro anos apenas com auxílio-moradia. No gráfico abaixo, é possível acompanhar a escalada de gastos do governo Dilma ao longo de 4 anos:

Fonte: Ministério do Planejamento

A situação não é diferente nos Estados. No Rio de Janeiro, oficiais da PM chegam a embolsar salários que beiram os R$ 50 mil. São 1.045 aposentados — contra apenas 230 na ativa —, com salário médio de R$ 26,5 mil (teto do estado). Os privilégios são um dos vértices das graves distorções geradas pelas aposentadorias especiais, altos salários, privilégios como auxílio-moradia, e outro benef´cios garantidos também a categorias como professores e policiais civis. Esses benefícios são recebidos por 74% dos 162 mil inativos fluminenses.

Em todo o país, os integrantes da elite do serviço público atuam ferozmente na defesa de seus interesses. Mas o ativismo em defesa de seus interesses atinge o ápice nos períodos eleitorais. Nestas eleições de outubro, os integrantes desta elite estão ativos nas campanhas nas Redes Sociais, nas vaquinhas e nos comícios de seus candidatos. Muitos devem ter observado que, em certos casos, não há qualquer argumento que possa dissuadir estes cabos eleitorais de defender seus candidatos. Não adianta dizer que o político recebeu auxílio-moradia para morar na própria casa, que contratou funcionária com dinheiro do contribuinte para cuidar de sua casa, que teria ofendido negros, mulheres, gays, etc. Não adianta debater com esta gente, pois eles possuem motivos inconfessáveis para fechar com os candidatos que tradicionalmente defendem seus privilégios, aumentos salarias e benefícios imorais, incontestavelmente incompatíveis com a realidade do Brasil.

Nestas eleições de outubro, particularmente, parte dos eleitores pode ficar acuada com a possibilidade de dois candidatos notoriamente simpáticos ao atual estado de coisas chegarem ao segundo turno na eleição para presidente. De um lado, há a possibilidade do candidato do PT herdar a preferência do alto número de devotos que o ex-presidente Lula ainda detém. Boa parte dos eleitores que declaram voto no PT é formada por servidores saudosos dos tempos em que nem precisavam fazer reivindicações de aumentos.

Do outro lado, há o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, que além de se beneficiar diretamente de privilégios, possui um histórico de sete mandatos (quase três décadas) em que atuou na defesa de aumentos de salários, benefícios e privilégios para grupos de servidores. Não é por acaso que Bolsonaro tem melhor desempenho entre os mais ricos, conforme demonstraram todas as pesquisas. O fenômeno pode ser explicado pelo fato dos servidores comporem a parcela dos 5% mais ricos do Brasil. Uma parcela mais abastada da população segue a mesma tendência, pois veem os membros da elite do serviço público como indutores da economia de boutique, dos restaurantes caros, compradores dos imóveis e carros de luxo, enfim. Estão no topo da pirâmide de consumo. Estas conclusões podem ser contestadas por muitos, mas basta analisar as falas do candidato nos dos vídeos nos links a seguir: Vídeo 1 e Vídeo 2

São possibilidades que que podem significar a perpetuação das disfuncionalidades da República de Servidores e a manutenção da elite no topo da pirâmide social do Brasil, um dos países que figura no ranking mundial de desigualdade na distribuição de riquezas. O cidadão trabalha quase seis meses do ano para bancar esta elite, enquanto padece pela ausência de serviços públicos nas áreas de segurança, saúde, educação,infraestrutura, financiamentos, etc. Graça à esta elite que dominou a máquina pública, a União não consegue devolver ao cidadão nem 7% daquilo que arrecada em impostos, enquanto outros países como o Chile conseguem devolver ao povo quase metade dos impostos na forma de serviços de qualidade. A situação se repete na maioria dos estados da federação, onde os donos do poder nunca saem perdendo. Já o povo...

Caberá ao eleitor escolher seu candidato de acordo com suas conveniências. As análises deste artigo são fruto de opinião, formulada com base em tendências e comportamentos históricos dos atores mencionados, na maior parre dos casos.

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