Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
linkaki

Toffoli decide 'ampliar' Conselho do Conselho Nacional de Justiça e promove trem da alegria no órgão



O Jornalista Frederico Vasconcelos, da Folha, informou que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Antonio Dias Toffoli, que também preside o Conselho Nacional de Justiça, decidiu ampliar os quadros do Conselho Consultivo do Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ).

Segundo a publicação, "O órgão se destina a auxiliar na elaboração das políticas públicas a serem adotadas e executadas pelo Poder Judiciário e fazer interlocução do CNJ com a sociedade".

 Toffoli justificou a ampliação do número de conselheiros alegando que o conselho foi criado para ajudar a pensar projetos de país e de futuro. “É imprescindível que seja composto pelas melhores cabeças pensantes e também que seja plural, que reúna as mais diversas vertentes de pensamento e que possibilite os mais ricos debates do ponto de vista da diversidade de ideias”, comunicou presidente do CNJ.

A nomeação dos novos membros foi imediata, logo após aprovação de portaria pelo plenário do CNJ. Entre os novos conselheiros, está o secretário-executivo da Casa Civil no governo Dilma Rousseff, que ocupou vários cargos no governo Lula, Carlos Eduardo Esteves Lima, engenheiro. Outros nomes da área do direito, sobretudo professores da USP, integram a lista. A matéria não informa qual o salário de cada um dos novos conselheiros, se receberão pelo teto do Judiciário e nem se eles terão direito ao 'reajuste' pleiteado pelo STF.

Veja a extensa lista de nomes na Folha
Leia
linkaki

O Brasil sendo passado a limpo, e o STF desperdiça a chance de tomar decência exigindo aumento num país com milhões de desempregados



O Brasil acaba de viver um dos mais belos momentos da Democracia, com a eleição e uma das transições de governo mais colaborativas de toda a história. Apesar das tensões políticas do pleito eleitoral, a maioria da população apostou na mudança diante das opções possíveis. Após comer o pão que o PT amassou, o país vive um clima de esperança com a prisão de corruptos, como o ex-presidente Lula, e a confirmação da ida do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Há ainda boas expectativas de que o novo Congresso, renovado em quase 50% de suas cadeiras, vá, a partir do ano que vem, cooperar com o novo governo, aprovando medidas emergenciais necessárias para que o país continue trilhando pela recuperação da economia e geração de empregos.

Apesar desta onda de esperança em dias melhores, uma das instituições que mais teve sua credibilidade colocada em cheque nos últimos anos, o Supremo Tribunal Federal, tenta impor ao país uma chantagem visando a obtenção de um reajuste que pode custar aos cofres públicos mais de R$ 6 bilhões no próximo ano. O aumento dos salários dos ministros do STF gera um efeito cascata sobre o teto dos salários de servidores da União, Estados e Municípios.

Em agosto, por 7 votos a 4, a maioria dos ministros do STF votou pela inclusão no orçamento de 2019 a previsão de reajuste salarial de 16,38% para os ministros da Corte. Poucos dias após o segundo turno da eleição, o Senado aprovou, por 41 votos a 16, o projeto de reajuste desejado pelos ministros do Supremo. Atualmente em R$ 33,7 mil, o salário dos ministros será de quase R$ 40 mil a partir do ano que vem. Fosse o reajuste apenas para os 11 integrantes da Corte... O problema é o tal do "efeito cascata" nas contas públicas, porque representa o teto do funcionalismo público. Quando o teto é elevado, aumenta também o número de servidores que poderão receber um valor maior de gratificações e verbas extras que hoje ultrapassam o teto.

Como se não bastasse se tratar dos representantes da elite do serviço público, os mais bem pagos, há ainda um clima de chantagem envolvendo a negociação do fim do auxílio-moradia para a categoria. Enquanto a população torce para que o Brasil seja passado a limpo, tanto no tocante à corrupção e impunidade quanto aos altos salários e privilégios incompatíveis com a realidade do país, os ministros  do STF desperdiçam a chance de recuperar a credibilidade da instituição perante a nação.
Leia
linkaki

Diretor do Santander vai comandar o Banco Central no governo de Bolsonaro



Após a recusa do atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, em continuar no cargo por mais uma temporada, a equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro oficializou nesta sexta-feira, 15, o nome do diretor do banco Santander, Roberto Campos Neto, para assumir o posto.

Apesar da recusa de Goldfajn, que não quis assumir um compromisso a longo prazo, a equipe econômica de Bolsonaro conseguiu manter ao menos um dos nomes da equipe do presidente Michel Temer. Além de confirmar o presidente do Santander para comandar o Banco Central, a equipe de Bolsonaro também confirmou a permanência de Mansueto Almeida no cargo de secretário do Tesouro Nacional.

“O economista Roberto Campos Neto aceitou o convite e terá seu nome indicado ao Senado Federal para presidir o Banco Central”, informou equipe de Bolsonaro.

O presidente do Santander, Sérgio Rial, desejou sucesso para Campos Neto na nova função. “Roberto Campos Neto é um profissional com sólida formação e profundo conhecimento da área econômica. Desejamos a ele muito êxito no desempenho de sua nova função, tão importante para o desenvolvimento do país”, afirma Rial, em nota.

Entre as nomeações confirmadas pela equipe de Bolsonaro, pelo menos um nome ainda não foi bem digerido pelos apoiadores do presidente eleito. A confirmação de Joaquim Levy, que trabalhou com gente como Sérgio Cabral, Antonio Palocci, Lula e Dilma, para a Presidência do BNDES frustrou parte dos eleitores de Bolsonaro, que o viam como um candidato antissistema. Apesar da gritaria, o nome de Joaquim Levy para comandar o BNDES foi mantido.
Leia
linkaki

Frente Parlamentar da Agropecuária desmente general Heleno sobre indicação política de deputada do DEM para Agricultura



A indicação da ministra da Agricultura do governo de Jair Bolsonaro, Tereza Cristina (DEM-MS), gerou uma série de controvérsias e até mesmo descontentamento por parte de apoiadores do presidente eleito com a promessa de ser um presidente anti-sistema. Apesar de ser apresentada como um nome técnico, o poder político acabou sendo apontado como real motivo da indicação. Tereza Cristina vem de uma família de políticos tradicionais e poderosos em seu estado. O bisavô, Pedro Celestino, governou o então Mato Grosso na década de 1920; já o avô, Fernando Corrêa da Costa, também governou MT na década de 1960, por duas gestões.

A ministra da Agricultura de Bolsonaro assumiu a presidência da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária) em fevereiro deste ano e lidera uma bancada poderosa no Congresso. Contando com centenas de parlamentares, o grupo conseguiu a redução de alíquotas de 2% para 1,2% do Funrural e o perdão de 100% nas multas e encargos do saldo das dívidas para quem entrou no Refis. Valor da operação: R$ 15 bilhões. A Fazenda protestou, o Planalto vetou, mas a bancada implodiu os vetos em abril.


Logo após a indicação da deputada Tereza Cristina para a pasta da Agricultura, o futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Augusto Heleno se antecipou a possíveis críticas, afirmando se tratar de uma escolha técnica.

Ele destacou que "não pesou" na escolha o fato de a parlamentar ser mulher (a primeira ministra do futuro governo). O diferencial, segundo ele, foi a "competência" de Tereza.

Questionado se Bolsonaro aceitou a indicação da bancada ruralista em busca de maioria no Congresso, já que Tereza lidera o grupo, Heleno negou que a escolha tenha partido de uma indicação política.

"Não é indicação política, ninguém pediu pela deputada Tereza Cristina. Ele [Bolsonaro] chegou à conclusão de que ela é capacitada para ser ministra da Agricultura. Fatores políticos vêm depois, não tem como separar as coisas", declarou.

Logo após esta declaração do general Augusto Heleno, a Frente Parlamentar Agropecuária divulgou a seguinte nota contradizendo as declarações do militar da equipe de Bolsonaro:

Membros da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) estiveram reunidos, hoje, com o Presidente da República eleito Jair Bolsonaro.

A bancada, após consenso entre parlamentares e entidades representativas da Agropecuária, sugeriu o nome da deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), presidente de FPA, para o Ministério da Agricultura.

Jair Bolsonaro aceitou a indicação e confirmou o nome da deputada Tereza Cristina para assumir a pasta.

Com informações do G1
Leia
linkaki

Marcela Temer dirigia o próprio carro, enquanto a filha de Dilma tinha 8 carros oficiais e 16 servidores



Logo após o impeachment da ex-presidente Dilma Roussef, a revista ISTOÉ revelou que Paula Rousseff, a filha da petista, usava ilegalmente 8 carros de luxo, todos blindados e com placa fria há seis anos. Além dos carros bancados com o dinheiro do contribuinte, Paula tinha ainda à sua disposição 8 motoristas e 8 seguranças. Segundo a publicação, os gastos somavam ainda cerca de R$ 14 mil reais por mês com gasolina. Cada carro blindado usado pela filha da Dilma  consumia uma média de 440 litros de gasolina/mês. No total, as despesas ilegais superavam a cifra de R$ 300 mil reais por mês, considerando o salário dos servidores e a depreciação dos automóveis.

Como Funcionária pública em Porto Alegre, Paula Rousseff embolsava um salário de R$ 25 mil mensais. Casada com o administrador de empresas, Rafael Covolo, que também se utilizava da frota de luxo com motoristas e seguranças, o casal tinha renda superior à R$ 50 mil por mês.

A publicação lembou ainda que a primeira-dama Marcela Temer, mesmo tendo direito legítimo ao uso de carros oficiais e motoristas como esposa do vice-presidente, sempre fez questão de usar seu próprio carro e pagar pela gasolina que consumia. Marcela dirigia para levar e buscar o filho na escola, além de outros afazeres do dia a dia. Marcela passou a usar escolta para segurança apenas de dois após seu marido assumir interinamente a Presidência da República.

Veja um trecho da reportagem da revista ISTOÉ logo abaixo:

“É ilegal, mas eles usam mesmo assim”

Na quinta-feira 14, ISTOÉ conseguiu fazer contato com um dos responsáveis pela frota de carros oficiais que serve a família da presidente Dilma Rousseff em Porto Alegre. Com medo de retaliação, ele pediu para não ser identificado

ISTOÉ – Quantos carros oficiais a família de Dilma tem à disposição?
São oito carros blindados de fábrica. Quatro para o transporte e mais quatro que fazem a escolta armada. É um serviço VIP. No carro oficial e no veículo de escolta há um motorista e um segurança. No total, são quatro pessoas envolvidas para cada dupla de carros.

ISTOÉ – Desde quando a filha, o genro e os netos da presidente afastada contam com o serviço de transporte e segurança pago pelo governo?
Há pelo menos cinco anos. São carros de representação com placa vinculada ou placa fria para não serem identificados. Se você consultar no DETRAN, aparece como placa inexistente.

ISTOÉ – Além de se tratar de uma mordomia, a utilização de carros de representação por familiares de presidente da República é ilegal.
Sim. É ilegal. Mas eles usam mesmo assim. Eles até poderiam usar uma escolta. Não sou PMDB nem nada. Mas, por exemplo, a Marcela Temer (atual primeira-dama) usa a escolta para segurança. É normal. Mas sabemos que, quando morava sozinha em São Paulo, ela ia para compromissos pessoais com o carro dela. Não com carro oficial. Isso que a família de Dilma faz contraria a lei.

ISTOÉ – Nossa reportagem apurou que a filha de Dilma leva o filho à escola, vai para o pilates, pet shop, clínica de estética e até ao cabelereiro com os veículos pagos pelo governo. O genro também usa os carros oficiais para atividades semelhantes. O sr. confirma essa informação?
Confirmo. Os carros oficiais os levam para atividades do dia a dia.

Relembre o caso lendo a matéria completa aqui na ISTOÉ
Leia
linkaki

A ladainha de Gleisi Hoffmann e do PT sobre o suposto interesse dos americanos no petróleo do Brasil



Quem acompanha as notícias sobre o volume de reservas de petróleo no mundo e os crescentes investimentos em energias renováveis é perfeitamente capaz de prever que o combustível fóssil não tem mesmo muito futuro.

Embora não seja ainda possível determinar quando ocorrerá o fim da era do petróleo, é possível afirmar que o combustível nunca esteve tão próximo de perder sua relevância no munfo. Segundo um estudo britânico, a demanda global por petróleo e carvão mineral pode parar de crescer a partir de 2020. E começar a cair a partir daí. Os pesquisadores avaliam que a queda no custo de energias renováveis deve inviabilizar os investimentos em combustíveis fósseis e acelerar uma transição para uma economia mais limpa.

Apesar desta realidade, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e os representantes da esquerda insistem na velha ladainha de que os Estados Unidos estariam conspirando para controlar as reservas de petróleo do Brasil.

A petista voltou a acusar os EUA de interferência no processo eleitoral brasileiro em entrevista ao site argentino Contexto destacou o site O Antagonista:

“Os Estados Unidos têm interesse em nosso petróleo e em nossa economia. Não tenho dúvidas de que as mãos dos americanos estiveram envolvidas nesse processo. Até mesmo Steven Bannon, que era conselheiro de Donald Trump, também foi consultor na campanha de Bolsonaro.”

A declaração estapafúrdia pode até fazer algum sentido para a militância de esquerda, que precisa desesperadamente de alguma teoria da conspiração para justificar o fracasso de projeto de poder do PT. O fato é que a produção continua a subir  nos Estados Unidos acima das expectativas,  com a extração de uma média diária de 10,9 milhões de barris. O governo Donald Trump abandonou o Acordo de Paris e deve investir pesado na exploração das reservas americanas naquele que pode ser o último ciclo do petróleo. As reservas energéticas de petróleo e gás natural na costa dos EUA são estimadas em 146,4 bilhões de barris, o suficiente para atender 60% das necessidades até 2040 (o pré-sal brasileiro tem 176 bilhões de barris). Apenas a exploração da Costa Atlântica, diz o Instituto Americano do Petróleo, geraria 265 mil empregos e atrairia US$ 22 bilhões em investimentos privados.

Na prática, os americanos estão mais preocupados em tirar proveito de suas reservas, enquanto podem, do que gastar com as reservas dos outros. Não é por acaso que Os Estados Unidos acabam de ultrapassar a Rússia como maior produtor mundial de petróleo. A Agência Internacional de Energia prevê que 80% do crescimento global de produção nos próximos sete anos virá de óleo americano.

De qualquer forma, os EUA ou qualquer outro país do mundo poderiam recorrer a mercados bem menos complicados que o brasileiro. A Venezuela tem as maiores reservas de petróleo do mundo - e o recurso é praticamente a única fonte de receita externa do país, que está quebrado. Maduro estaria virtualmente disposto a negociações bem mais vantajosas para tirar seu país da crise. Em outros tempos, a situação não seria a mesma.

Portanto, a velha narrativa de Gleisi Hoffmann e do PT de que os EUA estariam conspirando para colocar as mãos no precioso petróleo do pré-sal não procede. O petróleo nem é mais tão precioso assim e pode se tornar menos ainda nas próximas décadas. 
Leia
linkaki

Sem Temer, Lula estaria provavelmente solto e o PT teria dado um jeito de permanecer no poder



Quando milhões de brasileiros tomaram as ruas do país para pedir o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, vários políticos, ministros do STF, jornalistas e artistas afirmavam que isto não seria possível, que a petista era inocente e que sua remoção do poder poderia abalar as estruturas da jovem democracia brasileira.

A petista, que se elegeu com dinheiro roubado da Petrobras, havia praticado o maior estelionato eleitoral da história nas eleições de 2014, e conseguido manter o PT no poder. Dilma se reelegeu ocultando um rombo bilionário nas contas pública, o que fez com que o país fosse rebaixado pelas agências internacionais de classificação de risco.

O Brasil foi então mergulhado na maior crise econômica de sua história. Milhões de trabalhadores perderam seus empregos, centenas de milhares de empresas faliram, investidores fugiram do país e a inflação e os juros quase bateram na casa dos 15%.

Alheios ao desespero de milhões de brasileiros que pediam a saída da petista e de seu partido do governo, os representantes da velha elite que prosperou durante os anos de corrupção do PT defendiam a permanência de Dilma na Presidência.

Apesar da enorme pressão de setores do Judiciário, do forte lobby de empresas corruptas que despejavam milhões em publicidade nos meios de comunicação, a população persistia nas ruas, exigindo a saída da estocadora de vento. Pairavam ameaças constantes sobre a Operação Lava Jato e os acordos para mutilar a maior investigação contra a corrupção no país eram do conhecimento de todos.

Coube ao presidente Michel Temer usar sua influência política no Congresso e desafiar os poderosos para remover Dilma e o PT do poder. O custo foi alto. Atacado por setores do Judiciário, Ministério Público dilmista e empresários descontentes com a remoção do PT do poder, Temer, que foi um corajoso defensor da voz do povo nas ruas, foi sabotado pela imprensa e instituições, acusado de golpista por artistas petistas e envolvido em uma trama diabólica engendrada nos bastidores da Procuradoria-geral da República pelo ex-procurador-geral, Rodrigo Janot e o empresário Joesley Batista.

A empreitada patrocinada por meios de comunicação financiados por especuladores do mercado financeiro e grupos que tinham a JBS como maior cliente tinha por objetivo derrubar Temer e acabar com a Lava Jato. Apesar de sofrer ataques de todos os lados, inclusive por parte da população que defendeu, Temer resistiu. Por meio de mecanismos legais e constitucionais, desafiou instituições e grupos poderoso a removê-lo do governo. Teimou em manter a Lava Jato livre de influências políticas, período em que caciques de seu partido caíram nas garras da Lei.

Garantiu autonomia às instituições, numa gestão que culminou na prisão do ex-presidente Lula, apontado com chefe da organização criminosa que mergulho o país na pior recessão da história. Como se não bastasse remover o PT do poder, Temer quebrou as pernas do MST, acabou com o famigerado imposto sindical que alimentava um exército à serviço de Lula e do PT, acabou com a mamata de artista na Lei Rouanet, acabou com as indicações políticas em estatais como a Petrobras, recuperou a empresa que estava praticamente falida, acabou com a inflação, reduziu os juros para o patamar mais baixo da história, gerou cerca de 3 milhões de empregos com carteira assinada, atraiu novos investimentos e tirou o Brasil do buraco.

Sem a coragem de Temer, Dilma ainda estaria no poder, Lula provavelmente estaria solto e daria um jeito de manter o PT no poder por longos anos. O Brasil dificilmente teria se visto livre dessa gente, as eleições de 2018 poderiam ter sido contaminadas, a Democracia estaria sob ameaça e os poderosos corruptos ainda estariam rindo da cara do Povo.

Temer está sendo apontado agora como o presidente responsável pela transição de governo mais transparente da história do país, assegurando aos integrantes da equipe de transição do presidente eleito, Jair Bolsoanro, total acesso aos dados do governo. A contribuição de Temer para o destino democrático do Brasil representa uma passagem da história que ainda será contada com o devido respeito.
Leia
linkaki

O povo é que deveria decidir aumento dos salários dos ministros do STF e de políticos



A indignação popular com o novo aumento dos salários dos ministros do STF e outros setores do funcionalismo público deveria servir de alerta para os membros da elite que arbitram sobre os próprios salários.

Se coubesse ao cidadão, sacrificado com os altos impostos e a péssima qualidade dos serviços públicos, decidir sobre os reajustes dos ministros do STF, políticos e outros membros da elite de servidores, é quase certo de que a maioria da população votaria contra qualquer reajuste. Nestes tempos de crise econômica, com o rombo bilionário nas contas públicas e mais de 12 milhões de desempregados, não parece justo que aqueles que recebem os salários mais altos do país ainda pleiteiem um reajuste de 16.38%. É mesmo difícil acreditar que os ministros do STF não conseguem sobreviver com um salário de mais de R$ 33 mil, para exigir um de quase R$ 40 mil.

Como o aumento incide sobre os salários de outros setores do Judiciário, União Estados e Municípios podem ser onerados em mais de R$ 6 bilhões por ano com o reajuste. É menos dinheiro para saúde, segurança, educação, saneamento, etc.

Como o dinheiro sai é do bolso do contribuinte, deveria caber ao contribuinte decidir se os ministros e outros abastados do serviço público merecem mesmo um aumento tão poupudo. O partido Novo lançou um abaixo assinado contra o reajuste dos salários dos ministros do STF. Cerca de 2.5 milhões de cidadãos já assinaram a petição.

Leia
linkaki

Escândalo. AMB teria atuado para derrubar trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias que vetava reajustes de servidores



O reajuste de 16.38% nos salários de ministros do Supremo Tribunal Federal tem sido um assunto controverso desde que a ideia começou a ganhar corpo no próprio STF. O inconformismo da população em assistir a categoria mais bem remunerada de uma nação quebrada aumentar de R$ 33 mil para quase R$ 40 mil é compreensível. Vale lembrar que, antes da aprovação da proposta de aumento para a categoria ser aprovado no Senado por 41 votos a 16, o próprio Supremo aprovou em agosto, em sessão administrativa, a proposta orçamentária para 2019 que previa o aumento na mesma proporção nos salários dos magistrados.

Segundo o Estadão, "O presidente do STF, Dias Toffoli, atuou pessoalmente no convencimento dos senadores para a votação do reajuste dos salários dos ministros do STF. Telefonou para vários deles dizendo que não se tratava de aumento, mas de “reposição” da inflação acumulada. “Para um senador, receber um telefonema de um ministro do STF é algo próximo da coação, já que muitos têm processos no Supremo”, diz um parlamentar" (aqui).

Mas os bastidores envolvendo manobras para viabilizar o aumento dos salários dos magistrados contou com outros episódios nada honrosos. Segundo a Coluna Painel da Folha, "minutos após os ministros do STF aprovarem proposta de aumento dos próprios salários, entidades que fizeram lobby pelo reajuste distribuíram mensagens detalhando como chegaram até ali e indicando novos passos. Jayme de Oliveira, da Associação dos Magistrados Brasileiros, escreveu que, na véspera da decisão, esteve com Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes –“dois votos fundamentais pela recomposição”. Ele concluiu dizendo que, agora, a pressão deve ser sobre o Congresso.

De acordo com a publicação, o texto do presidente da AMB deixa claro que a entidade atua há meses para abrir caminho ao aumento de salários do Judiciário. Antes mesmo da deliberação do Supremo, ele diz, trabalhou para derrubar, em julho, trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias que vetava qualquer aumento a servidores. “Importante destacar a atuação da AMB na votação da LDO, (…) [para] excluir artigo que vedava a recomposição para todo servidor público”, escreveu Jayme de Oliveira. “Resta, para concretizar a recomposição, diálogo com o Parlamento”, concluiu.

A visão de que há algo errado em perseguir um reajuste num momento tão delicado da vida do país não é uma exclusividade da ótica popular. Em agosto, o ministro do STF, Celso de Mello se opôs à proposição do aumento pela própria corte e destacou em seu voto que “a crise fiscal que afeta o Estado, a crise social que se projeta sobre milhões de desempregados, tendo em vista a própria crise administrativa, que tem levado à inoperância do Estado em matéria sensíveis como a saúde pública – temos exemplos trágicos e dramáticos – , tendo em vista a crise do orçamento, que se projeta”

A então presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, também se manifestou contrária ao reajuste decidiu não incluir o reajuste na proposta, por acreditar que a situação fiscal do Brasil não melhorou e temer um efeito cascata nas contas públicas de todo o país. “A questão principal de eu não ter incluído se deve à circunstância de o aumento do Supremo faz com que haja toda uma cadeia de aumentos em todos os órgãos do Poder Judiciário pra todos os magistrados, que é a grande preocupação que a gente tem”, observou Cármen.

Votaram a favor do reajuste os ministros Ricardo Lewandowski, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello, Luiz Fux e Alexandre de Moraes. Já os ministros Cármen Lúcia, Rosa Weber, Celso de Mello e Edson Fachin se deram por satisfeitos com seus vencimentos de mais de R$ 33 mil, estratosfericamente acima da média da maioria dos contribuintes. Os demais preferiram adotar o comportamento de sindicalistas em busca de 'reposições salariais', sem se importarem com as consequências para o país. Para piorar, ficou a impressão de que há uma espécie de chantagem envolvendo a questão do famigerado auxílio-moradia. Ministros chegaram a afirmar publicamente que o privilégio serve para cobrir perdas, mas que o STF poderá rever o benefício, caso o aumento seja sancionado.

O reajuste tem efeito cascata e afeta o caixa da União, Estados e Municípios com um impacto de até R$ 6 bilhões. Como de costume, deputados e senadores tendem a equipararem seus salários aos de ministros do STF. Na prática, o aumento para uns é igual a aumento para todos, complementa a Folha de S.Paulo.

Com informações da Folha
Leia
linkaki

Bolsonaro confirma deputada Tereza Cristina (DEM-MS) ao cargo de ministra da Agricultura



O presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou nesta quarta-feira (7), em caráter definitivo, o nome da deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) para o cargo de ministra da Agricultura.  A política e empresária é a atual presidente da Frente Parlamentar Agropecuária do Congresso Nacional.

Com a escolha de Tereza Cristina (DEM-MS) para a Agricultura o primeiro suplente, Geraldo Resende, do PSDB, assumirá sua vaga no próximo ano.

Resende fazia parte da mesmo coligação do DEM, motivo pelo qual deve assumir a vaga domo deputado no lugar da ministra escolhida por Bolsonaro. Com sua posse em 2019 na vaga de Tereza, que vai ter de se licenciar enquanto estiver no governo, o PSDB sobe de 29 para 30 deputados conhecida como a bancada ruralista.

O anúncio foi feito após Bolsonaro e o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também do DEM-RS, se reunirem em Brasília com parlamentares da FPA. O encontro aconteceu no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde funciona o gabinete de transição.

Bolsonaro foi ao Twitter para confirma a indicação de Tereza Cristina para o Ministério da Agricultura:

Leia
linkaki

Mais alguns bilhões no lombo do povo. Senado aprova aumento de 16% para ministros do STF e PGR



No apagar das luzes, 41 senadores acabam de aprovar o projeto que aumenta em 16% os salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Caso o presidente Michel Temer ou ou presidente eleito Jair Bolsonaro sancionem o projeto, o custo para o contribuinte pode ultrapassar a casa dos R$ 5 bilhões ao ano.

Caso a proposta avance no executivo, os vencimentos dos membros do judiciário passará de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. A expectativa é a de que o presidente da República vete a proposta, tendo em vista as dificuldades financeiras atravessadas pelo país.

Mas não foram apenas os membros do judiciário que podem se beneficiar da bondade dos senadores com o dinheiro do contribuinte. Muitos deles investigados, também aprovaram um segundo projeto que também reajusta em 16% o salário para o cargo de procurador-geral da República - os vencimentos também passarão para R$ 39,2 mil.

A proposta de reajuste foi encaminhada ao Congresso em 2015 pelo então presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Um ano depois, a Câmara aprovou o reajuste, mas o aumento ainda não havia sido analisado pelos senadores. Como a ex-presidente Dilma foi afastada do cargo, o texto acabou ficando parado desde 2016 no Senado e só foi incluído na pauta da Casa  esta semana.

Mas a farra pode ser ainda maior, caso a proposta seja sancionada pelo presidente da República. O aumento nos salários dos ministros gera um efeito-cascata nas contas, porque representa o teto do funcionalismo público. Caso o limite seja alargado, aumenta também o número de servidores que poderão receber um valor maior de gratificações e verbas extras que hoje ultrapassam o teto.

Segundo cálculos de consultorias da Câmara e do Senado, o reajuste poderá causar um impacto de R$ 4 bilhões nas contas públicas, considerando o Executivo, Legislativo, Ministério Público e também os estados da federação

Com informações do G1
Leia
linkaki

Para bancar elite, Brasileiros já pagaram R$ 2 trilhões em impostos em 2018



O serviço público federal é composto por mais de 2 milhões de funcionários públicos, dos quais mais da metade recebe salários e privilégios totalmente incompatíveis com a realidade do país. Há casos em que servidores, sobretudo no Judiciário, que contam com remuneração até 12 vezes maior que trabalhadores da iniciativa privada na mesma função.

Segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), os Brasileiros já pagaram mais de R$ 2 trilhões em impostos somente em 2018. Mais de 93% de todo este dinheiro é gasto pela União com despesas obrigatórias, como o pagamento dos altos salários de servidores, ativos e inativos. Isto significa que sobra menos de 7% de tudo que o governo arrecada para devolver ao cidadão sob a forma de investimentos em saneamento básico, saúde, educação, segurança, infraestrutura, etc.

Apesar de a arrecadação estar subindo, o governo fechará o ano com déficit de mais de R$ 100 bilhões. Os gastos com altos salários, regalias e privilégios, como o auxílio-moradia, são previstos em Lei aprovadas pelos próprios beneficiários, em conluio com seus 'protegidos' no Congresso. Não adianta dizer que é uma vergonha que alguém receba ao final do mês mais de R$ 50 mil e ainda conte com passagens, hospedagens, alimentação, gasolina, carros, motoristas, escolas para os filhos de até 24 anos, auxílio livro, auxílio-moradia, diárias extras pagas em dólar em viagens ao exterior e outros 'complementos' que custam o suor do trabalhador. Vão dizer que está na Lei e ainda vão debochar daqueles que não fizeram concurso público.

O problema é que toda esta imoralidade costuma ser acobertada com o discurso de que o problema do Brasil é a corrupção. Há poucos dias, numa cerimônia realizada em Curitiba, a Petrobras recebeu de volta cerca de R$ 1 bilhão que a Operação Lava Jato recuperou das contas bancárias e do patrimônio criminoso de corruptos. Para se ter uma ideia, apenas o auxílio-moradia pago a juízes e procuradores da República custou ao contribuinte quase R$ 5 bilhões durante o mesmo período da Lava Jato. Todos os beneficiários recebem salários na casa dos R$ 30 mil.

A União deve arrecadar este ano cerca de de R$ 2,400 trilhões, mas já está em apreciação no Senado um reajuste para membros do Judiciário na ordem de 16%, que elevaria seus vencimentos de R$ 33 mil para quase R$ 40 mil. E ninguém fala em acabar com privilégios ou cancelar regalias como o auxílio-moradia. O ministro Luiz Fux, a quem caberia analisar o fim do benefício vergonhoso, pediu vistas no caso. enquanto isso, sua filha desembargadora Marianna Fux, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, embolsava auxílio-moradia de R$ 4,3 mil, mesmo tendo dois imóveis no Leblon, bairro nobre da Zona Sul do Rio, segundo o Congresso em Foco (aqui).

Há uma outra questão curiosa que todos os cidadãos deveriam se conscientizar de forma definitiva: quem paga pelas mordomias e altos salários dos políticos e membros da elite do serviço público é o povo. Do catador de latinhas ao empresário, do pedinte de moedas deficiente ao empreendedor, independente de sua orientação ideológica, cor ou credo. Os mais pobres são os mais onerados pela alta carga tributária. Uma pessoa que recebe até dois salários mínimos paga mais da metade do que recebe em impostos. O cidadão entra num supermercado e faz uma compra de R$ 100,00 mas só sai de lá com pouco mais de R$ 50,00 em produtos.

Tendo em vista que o país é tocado com o dinheiro de seu suor, seus pares tem o dever de respeitar suas opiniões. Os políticos tentam dividir a sociedade apenas pela ambição de chegar ao poder, a exemplo do ex-presidente Lula e seu famigerado nós contra eles. Quando um cidadão precisa de um atendimento emergencial, o dinheiro que paga o pneu da ambulância, do motorista, do médico ou o enfermeiro sai do bolso de cada cidadão, seja ele de direita, esquerda ou centro. Se o cidadão paga caro por tudo que consome, é tributado de todas as formas, deve ter o direito sagrado de expressar suas opiniões e preferências. Como contribuinte, o cidadão deve respeitar seus pares, independente de suas opiniões. Cabe ao povo cobrar vergonha na cara da classe política, e não cair na lábia dessa gente. Acabou a eleição, o povo tem que ficar ao lado do povo. Unidos, os cidadãos são mais fortes contra aqueles que há décadas vivem da exploração da sociedade. 
Leia
linkaki

Dilma já foi eleita a líder mais decepcionante do mundo pela revista Fortune



Após ter seu mandato cassado no processo do impeachment em 2016, a ex-presidente Dilma Rousseff passou um bom período viajando pelo mundo para denunciar um suposto golpe de que havia sido vítima no Brasil.

Nos meses que antecederam a eleição de outubro, a petista transferiu seu título eleitoral para Minas Gerais, estado onde nasceu, e se mudou para a capital, Belo Horizonte, a fim de disputar uma vaga ao Senado. Apesar de tantos esforços, Dilma não conseguiu convencer seus conterrâneos sobre suas qualidades e acabou em quarto lugar na disputa.

Foi um alívio para a nação. Muitos brasileiros ainda se lembram que a revista americana Fortune fez uma votação em seu site para eleger os "líderes mais decepcionantes do mundo". Na ocasião, Dilma ganhou com facilidade o pleito, com nada menos que 374 mil votos, contra 17 mil do segundo colocado, o governador de Michigan, Rick Snyder.

O desempenho de Dilma foi extraordinário, considerando que a lista não se resumiu apenas a políticos, mas também CEOs de grandes empresas, como a Volkswagen, envolvida à época em um escândalo de manipulação de informações. A publicação elegeu 19 nomes e fez uma matéria, mas sem colocar uma ordem específica de melhor (ou menos pior) para o pior, deixando esta decisão para seus leitores.

Na avaliação da Fortune, Dilma "se tornou conhecida pela suposta má gestão das contas públicas e pela acusação de sua campanha saber de um os maiores esquemas de corrupção de todos os tempos".
Em terceiro na lista ficou o ex-presidente da FIFA, Joseph Blatter, que chegou a ser preso alguns meses depois.

Com informações do Infomoney
Leia
linkaki

Gleisi Hoffmann apoia criação da CPMF - "Imposto sobre movimentação financeira é positivo. Arrecada e fiscaliza"



A senadora em fim de mandato, Gleisi Hoffmann (PT-PR), se manifestou positivamente sobre os rumores de que a equipe econômica do presidente eleito Jato Bolsonaro estaria avaliando a recriação da CPMF ou de algum imposto similar, que incida sobre movimentação financeira.

Por meio de publicação no Twitter, a presidente nacional do PT, disse, na tarde desta sexta-feira, que a adoção de um imposto nos moldes da CPMF é positiva. "Imposto sobre movimentação financeira é positivo. Arrecada e fiscaliza", afirmou Gleisi Hoffmann no Twitter, com base em informação do site Brasil247.


Leia
linkaki

"Se eu errar, o PT volta", afirma Jair Bolsonaro em entrevista exclusiva



O presidente Jair Bolsonaro reconheceu a enorme responsabilidade que tem pela frente, a partir de janeiro de 2019, quando assumir o comando do país e dar início ao cumprimento de seu mandato de quatro anos. “Não posso errar, senão o PT volta”, disse Bolsonaro em entrevista à Rede Vida de Televisão.

Segundo o presidente, seus ministros terão carta branca para nomear seus secretários, diretores das delegacias regionais e por aí vai. “O que estou cobrando dos ministros é produtividade”, diz ele, sentado na pequena varanda improvisada na entrada de sua casa, com uma mesa redonda de madeira transformada em cenário para a entrevista à Rede Vida de Televisão, com tempo cronometrado: 15 minutos. “Precisa de terno? Não, né?”, pergunta ele, à vontade com a camisa de manga curta amarela, uma das cores da sua campanha, e calça jeans. A Embaixada do Brasil em Cuba parece estar com os dias contados: “Qual negócio podemos fazer com Cuba?”, pergunta, ao criticar a forma como os profissionais da ilha ficam apenas com parte dos salários do programa Mais Médicos. Antes de começar a gravação, avisa: “Não posso errar, senão o PT volta”.

Bolsonaro não se limitou a criticar o PT e citou outros desafios que tem pela frente. Como militar o presidente destacou a importância que dará ao Ministério da Defesa, e fez uma crítica direta ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Segundo Bolsonaro, o simples fato de colocar um general de quatro estrelas (Augusto Heleno) para ocupar o posto, dará aos militares garantia de um assento em reunião ministerial: “A criação do Ministério da Defesa foi para tirar os militares da mesa ministerial”, acusa. O presidente eleito garante que as Forças Armadas, “o último obstáculo para o socialismo”, serão chamadas a participar da concepção de políticas públicas e propostas em várias áreas do governo.

Até o momento, as indicações de Bolsonaro para os ministérios agradaram em cheio o mercado e os setores que dependem de soluções das pastas. Um economista para o Ministério da Economia, Paulo Guedes. Um astronauta e engenheiro do ITA para o Ministério da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. Um general para o Ministério da Defesa, Augusto Heleno. Um juiz especializado e experiente no combate à corrupção e ao crime organizado como Ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Bolsonaro deve indicar mais um ministro, mas não tem pressa em anunciar todos. Também decidiu não mais juntar as pastas de Meio Ambiente e Agricultura. Porém, isso não significa que colocará na primeira alguém com o perfil de Marina Silva ou Sarney Filho: “Quem vai indicar é o senhor Jair Bolsonaro”.

Na semana que vem, ele estará em Brasília, a cidade que lhe deu mais de 70% dos votos. Será a primeira vez que virá à capital da República depois da eleição. Vai cuidar da transição e visitar os presidentes dos Três Poderes, mas na quinta-feira retornará ao Rio de Janeiro. Quanto à posse, o mais provável é que desfile em carro fechado, uma vez que decidiu seguir “religiosamente” as determinações dos serviços de inteligência da Polícia Federal, da Abin e do Exército.

Com informações do Correio Braziliense
Leia
linkaki

Mais um petista reconhece roubalheira do PT. Agora é Fernando Haddad, que admite crimes e enriquecimento ilícito de companheiros



O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, a exemplo de outros petistas ilustres, reconheceu a possibilidade de companheiros de partido terem cometido crimes. O petista admitiu que 'provavelmente' houve crime na conduta dos petistas durante entrevista concedida esta semana ao programa Roda Viva. Haddad afirmou que não iria negar sua relação com o PT,  quando foi indgado sobre possibilidade de ocorrência de crime.

"Houve crime? Na minha opinião, provavelmente, sim", admitiu Haddad, que defendeu a conclusão dos processos. Ele disse acreditar que teve gente que usou de caixa 2 para enriquecer.

Bastante embaraçado, Haddad disse que "Certamente, teve pessoas que usaram o financiamento de caixa dois, financiamento ilegal de campanha, para enriquecer. São dois crimes: financiamento de caixa dois e o enriquecimento, que ainda é mais grave. Por isso, tem uma pena maior. Acredito que teve gente que se valeu disso para enriquecer. Só a favor de punição exemplar dessas pessoas", admitiu Haddad às vésperas da votação do segundo turno das eleições presidenciais.

Além de admitir desvios por parte de companheiros de partido, Haddad também reconhece a tragédia da administração da ex-presidente Dilma Rousseff admitiu erros na condução da política econômica da colega de partido que acabou sendo afastada do cargo, após ter sido condenada pelo crime de responsabilidade fiscal. Visando amenizar a responsabilidade de Dilma sobre a maior recessão da história do país, Haddad alegou que Congresso Nacional impediu a reorganização da economia às custas da chamada pauta bomba.

O editorial do Estadão desta quarta-feira, 24, destaca que 'O PT dá novas mostras de que não deixará o mau caminho e que não tem nenhum inconveniente em tratar o povo como idiota.  A conclusão é inequívoca: Fernando Haddad é apenas e tão somente o pixuleco de Lula'



Com informações da Folha
Leia
linkaki

Bolsonaro herdará um país melhor que Temer herdou de Dilma, caso se confirme vitória no segundo turno



Ao contrário do presidente Michel Temer, que teve literalmente que trocar as rodas da locomotiva com ela em movimento, logo que assumiu o governo em 13 de maio de 2016, ainda interinamente, o próximo presidente da República poderá assumir o comando do Brasil sem mover uma palha nos primeiros dias de governo.

Haverá tempo de sobra para organizar a equipe de governo, nomear ministros, alinhavar acordos no Congresso, avaliar com calma o impacto de futuras medidas, sobretudo no que diz respeito à redução de impostos de importados, costurar apoios para a reforma da Previdência, enfim. O próximo presidente poderá assumir o governo herdado de Temer deixando tudo como está, no piloto automático, principalmente na área econômica, por várias semanas ou meses.

Com inflação e juros baixos, geração de emprego tímida, mas contínua, os primeiros resultados do próximo governo estão praticamente garantidos pela gestão austera e responsável que o presidente Michel Temer conduziu o país ao longo destes quase três anos de governo. Apesar dos ataques e sabotagens de que foi alvo, Temer teve tranquilidade e soube respeitar as relações institucionais com os poderes, com os meios de comunicação, com as forças políticas e com a sociedade.

Apesar de ter militado contra Temer e votado favoravelmente à denúncia contra o presidente formulada com base na delação de Joesley Batista, da JBS, o provável vencedor da eleição no segundo turno tem muito que agradecer ao seu antecessor, que fez a maior parte do serviço de corrigir a devastação deixada pela ex-presidente Dilma Rousseff e o PT. Desde que assumiu, Temer retirou o Brasil da maior recessão da história, acabou com a inflação galopante que ameaçava o poder aquisitivo dos mais pobres, reduziu drasticamente os juros sem aumentar ou criar nenhum imposto e, apesar dos ataques orquestrados por setores da esquerda, MPF, Judiciário e imprensa, conseguiu gerar quase 3 milhões de empregos com carteira assinada.

Por pouco, não fosse a denúncia tresloucada do ex-procurador-geral, Rodrigo Janot, Temer teria conseguido aprovar a reforma da Previdência. Apesar disso, conseguiu aprovar reformas estruturantes como nenhum outro presidente. A Lei que impôs limite no teto dos gastos públicos, a reforma do ensino, modernização das Leis trabalhistas que acabou com o imposto sindical obrigatório, além de avanços significativos na desburocratização do país. A Lei das Estatais permitiu tirar empresas do buraco. Temer livrou o país de Dilma, e avanços significativos foram observados a partir de então. Foi o período de maior efetividade da Operação Lava Jato, quando alvos do MDB, o partido do presidente, foram atingidos em cheio pelas investigações e vários caciques regionais foram presos. O ex-presidente Lula foi parar atrás das grades durante o governo Temer, que, juntamente com as Forças Armadas, assegurou que o país passasse por todas estas transições sem maiores sobressaltos.

As cinco maiores empresas federais deixaram um prejuízo de R$ 32 bilhões em 2015. Com as mudanças, passaram a apresentar lucro de R$ 28 bilhões já em 2017. O valor de mercado da Petrobras saltou de pouco mais de R$ 60 bilhões para mais de R$ 300 bilhões, apesar de ter arcado com os prejuízos e indenizações instrucionais por conta dos esquemas de corrupção dos governos do PT. A intervenção federal da segurança do Rio, uma resposta extrema a um problema extremo, já reduziu o roubo de cargas, roubo de veículos, assassinatos e assaltos no estado. Há indicativos de que o Brasil terá em 2018 a menor taxa de homicídios dos últimos dez anos, bem abaixo da média de 60 mil casos registrados nos últimos anos.

Temer foi, de longe, o defensor de um dos  programas de reformas mais ambiciosos das últimas décadas. Embora sua agenda tenha sido afetada por interesses inconfessáveis que tentaram removê-lo do cargo a qualquer custo, e que atravancaram o desenvolvimento do país, Temer deve conseguir cumprir com um de seus principais compromissos assumidos em 2016: fazer a transição democrática do poder, entregando ao seus sucessor um país bem melhor que aquele que herdou.

Segundo publicação do Estadão desta terça-feira, 23, a cinco dias da votação do segundo turno da eleição presidencial portanto, - O mercado de trabalho brasileiro criou 137.336 empregos com carteira assinada em setembro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Criação de vagas é a maior desde o início da recessão, que teve início ainda no primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff.  Esse é o melhor resultado para o mês desde setembro de 2013. É o nono seguido com criação de empregos formais, de acordo com a série
histórica com ajuste sazonal.  No acumulado de janeiro a setembro, o Caged registra criação de 719.089 empregos formais na série com ajuste sazonal. Caso o próximo governo consiga apenas manter esta média registrada no mês de setembro, o Brasil será capaz de gerar mais de 1.6 milhão de postos de trabalho com carteira assinada em 2019, sem precisar mexer em nada.

Sem sombra de dúvida, um dos maiores legados do Presidente Michel Temer será ter cumprido a transição do transição do processo Democrático conforme prometido, entregando ao seu sucessor um país livre da pior recessão da história, com recordes na produção agrícola e indicadores positivos em praticamente todos os setores da economia. É meio caminho andado para a prosperidade e para a tão almejada paz social.

Contrariando esta realidade, Bolsonaro afirmou na manhã desta terça-feira, 23, em entrevista à Rádio Guaiba de Porto Alegre, que se as urnas confirmarem seu favoritismo neste domingo, 28, e ele vencer as eleições, vai pegar um "País destroçado, principalmente do ponto de vista econômico". E culpou as gestões do PT por este cenário.

De fato, há ainda muito a ser feito no sentido de reconduzir o país para níveis de crescimento mais condizentes com a realidade e a potencialidade da nação. No 'piloto automático', o país deve crescer apenas 2.5%, segundo estimativas do Banco Central. O que passar disso, poderá ser colocado na conta de Bolsonaro. 
Leia
linkaki

Discurso do Golpe de Dilma "está vencido" com a derrota na eleição ao Senado em Minas, diz dirigente do PT



Ao que tudo indica, a derrota da ex-presidente Dilma Rousseff na disputa por uma das duas vagas ao senado por Minas Gerais nestas eleições serviu para sepultar definitivamente a narrativa de que a petista teria sido vítima de um golpe. Desde que teve o seu mandato de presidente da República cassado em 2016, após ter sido condenada pelo crime de responsabilidade fiscal no julgamento do impeachment, Dilma vinha propagando a narrativa de que havia sido vítima de um golpe.

Segundo a jornalista Andréia Sadi, "Integrantes da campanha de Fernando Haddad admitem, de forma reservada, que em caso de derrota nas urnas, o PT quer se reposicionar como principal partido de oposição – dominando a esquerda – e precisará de uma nova narrativa a partir de 2019.

Isso porque os próprios petistas admitem que o discurso de que o impeachment de Dilma Rousseff foi "golpe" se enfraqueceu. Nas palavras de um dirigente petista, "está vencido" com a derrota da ex-presidente ao Senado, em Minas Gerais.

Também a narrativa de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é "vítima" da Justiça e maior líder político do país perdeu força diante da onda Bolsonaro e do desempenho dos candidatos apoiados pelo presidenciável do PSL nos Estados".

As informações são do Blog da Andréia Sadi, no G1
Leia
linkaki

Dilma não está bem da cabeça após derrota em Minas, diz jornalista de Brasília



A ex-presidente Dilma Rousseff apresentou um comportamento bastante estranho ao longo de seu governo. As declarações estapafúrdias se intensificaram diante da ameaça do processo do impeachment, quando a petista desandou a falar bobagens sobre a mandioca, teorias estranhas sobre uma tal de 'mulher sapiens' e até mesmo conjecturas sobre a possibilidade de estocar vento.

Não teve jeito. A petista pedaladora acabou tendo seu mandato cassado, após ter sido condenada pelo crime de responsabilidade fiscal no longo julgamento do processo do impeachment. Apesar de ter levado algumas peças do Acervo da Presidência para Porto Alegre e de ter supostamente burlado o INSS para se aposentar em tempo recorde, pessoas próximas confirmaram que Dilma teria ficado bastante abalada naqueles dias.

Desde então, a petista já torrou mais de R$ 1 milhão do contribuinte em viagens internacionais, acompanhada de pessoas íntimas, para denunciar que havia sido vítima de um golpe. A petista foi desmentida pelas autoridades brasileiras, que asseguraram que o processo do impeachment, previsto na Constituição, transcorreu inteiramente dentro da legalidade, acompanhado de perto por todas as instituições do país e que Dilma teve amplo direito à defesa. A petista também gastou muita saliva no exterior para tentar convencer os gringos de que o ex-presidente Lula é inocente e também foi vítima de uma segunda fase do golpe, quando foi preso injustamente, dizia a petista. Em outras palavras, Dilma viajou pelo mundo para propagar fake news e meter o pau no Brasil às custas do contribuinte.

Recentemente, Dilma foi alentada por um novo sopro de vida, quando surgiu a oportunidade de disputar uma vaga ao Senado pelo estado de Minas Gerais. Animada com as pesquisas de intenções de votos que a colocavam em primeiro lugar na disputa, Dilma torrou mais de R$ 4 milhões em sua campanha. Estava excitada com a possibilidade de poder voltar para Brasília, morar em um amplo apartamento funcional, receber quase R$ 40 mil como senadora e ainda poder usar a tribuna do Senado para fazer seus discursos sobre o tal do golpe, a mandioca, o armazenamento de vento e sabe-se lá o que mais. Não rolou. Apesar de ter transferido seu título para Minas, se mudado para o estado e feito dezenas de juras de amor aos mineiros, Dilma não conseguiu convencer seus conterrâneos. Apesar de figurar em primeiro lugar nas pesquisas durante quase toda a campanha, apesar de disputar uma das duas vagas ao senado pelo estado, a petista não conseguiu se eleger e acabou em quarto lugar na disputa.

Ao que tudo indica, a sequência de desventuras da petista tem afetado seu discernimento. Segundo o o jornalista Cláudio Humberto, o homem das notícias quentes do Diário do Poder, "Amigos da ex-presidente cassada Dilma (PT) andam preocupados com sua, digamos, mudança de comportamento desde a humilhante derrota do dia 7. Acham que o juízo que lhe restava pode ter evaporado".

Com informações do Diário do Poder
Leia
linkaki

Dilma está desocupada, sem mandato, sem apartamento funcional, sem o salário de quase R$ 40 mil do senado e sem foro




A ex-presidente Dilma Rousseff anda meio "afastada" da imprensa desde a derrota nas eleições em Minas Gerais, quando disputou uma das duas vagas ao senado pelo estado e ficou sem nenhuma. Apontada como favorita em praticamente todas as pesquisas de intenções de votos, Dilma estava segura de que votaria a morar em Brasília, em um belo apartamento funcional, com carro e motorista à disposição, além de um salário de quase R$ 40 mil.

Mas a beneficiária da manobra entendida como um golpe do ministro do STF, Ricardo Lewandowski, que fatiou o processo de impeachment para garantir a manutenção dos direitos políticos da petista condenada pelo Congresso pelo crime de responsabilidade fiscal acabou em quarto lugar na eleição em seu estado natal. A petista, que teria ocultado um rombo de mais de R$ 150 bilhões nas contas públicas, reconheceu que 'errou' ao conceder desonerações de mais de R$ 500 bilhões a empresários gananciosos. Poucos países do mundo sobreviveriam abrindo mão de tantos impostos. Não é por acaso que o Brasil acabou sendo mergulhado na pior recessão da história. Dilma deixou o governo após ter levado ao desemprego mais de 13 milhões de trabalhadores.

Dilma havia transferido seu título para Minas e se mudado para Belo Horizonte para disputar a eleição. Estava segura que usaria o estado como trampolim para Brasília. Mas a beneficiária do golpe do fatiamento se deu mal. A estocadora de vento que costumava gastar milhões do contribuinte quando era presidente, como no caso dos 8 carros blindados oficiais, os serviços de 8 motoristas e 8 seguranças que havia colocado à disposição da filha em Porto Alegre, vai ficar sem ter o que fazer nos próximos anos. Não se sabe ainda até quando a petista vai permanecer em Minas Gerais, após a derrota na disputa por uma vaga ao senado.

Acusada de fraudar o INSS para se aposentar em tempo recorde, Dilma terá que conviver com a pensão de pouco mais de R$ 5 mil que recebe como aposentada, mas ainda poderá viajar pelo mundo às custas do contribuinte. Desocupada, é possível que a petista saia mais caro para o povo do que se estivesse trabalhando. 
Leia