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O Brasil quer saber quais foram os 117 objetos levados por Dilma do Palácio do Planalto. Parte foi encontrada em um contêiner na Cooperativa dos Trabalhadores Assentados em Porto Alegre



O jornal O GLOBO informou há poucos dias que a maior  parte dos objetos que a ex-presidente Dilma Rousseff retirou do acervo da Presidência da República foi recuperada. Segundo a publicação, "Depois de 45 dias de buscas, a comissão criada pela Presidência da República para recuperar centenas de itens do acervo presidencial — que haviam sido levados de Brasília pelos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff — concluiu os trabalhos sem identificar o paradeiro de 74 objetos que estariam em posse de Lula. No caso de Dilma, apenas seis dos 117 objetos levados não foram localizados".

Ainda segundo a publicação, "No caso dos artigos levados pela ex-presidente Dilma, o relatório revela que foram localizados em um contêiner na Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre. Dos 117 itens levados por Dilma, a comissão afirma não ter encontrado seis. Em documento apresentado à comissão, no entanto, a ex-presidente indicou registros que comprovariam que os objetos estariam nas “dependências da Presidência da República”. “Em relação aos seis bens que não foram localizados no local, o senhor Douglas Szefer (representante de Dilma) apresentou à comissão documento descritivo em quatro laudas que relata que os citados seis bens estariam nas dependências da Presidência da República”, registra o relatório".

Até o momento, ainda não se sabe a natureza ou o valor dos objetos levados por Dilma para Porto Alegre, logo de que foi afastada da Presidência, em agosto de 2016. O povo brasileiro tem a curiosidade de conhecer a lista completa dos bens encontrados no contêiner na Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre.

As informações são de O GLOBO
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Dilma, Gleisi Hoffmann e Lula são praticamente ignorados no 24º Encontro Foro de São Paulo em Cuba



A ex-presidente Dilma Rousseff e a senadora Gleisi Hoffmann não tiveram a recepção esperada durante o 24º Encontro do Foro de São Paulo, realizado em Havana, capital de Cuba, entre os dias 15 e 17 deste mês. As duas não foram sequer convidadas para ocupar a mesa composta pelos principais nomes do encontro. Foram convidados apenas Miguel Díaz-Canel, presidente de de Cuba; Nicolás Maduro, da Venezuela; Evo Morales, da Bolívia; Salvador Sánchez Cerén, de El Salvador; e Manuel Zelaya, ex-presidente de Honduras que foi afastado do poder e até chegou a se hospedar em uma embaixada do Brasil.

As poucas menções ao nome do ex-presidente Lula durante o evento também deixaram as petistas e suas comitivas embaraçados. A prisão de Lula não foi tema de debate entre os presentes. Dilma fez um discurso rápido, enquanto Gleisi e outros apoiadores de Lula tentaram repercutir a pauta sobre a prisão do petista no varejo, entre os cerca de 600 delegados representantes de várias regiões.

O 24º Encontro do Foro de São Paulo aprovou uma Declaração conjunta oficial sem mencionar o nome de Lula. Foram aprovadas cerca de 40 resoluções relacionadas com temas como o rechaço ao bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba e o apoio à Venezuela e Nicarágua, países agredidos pela direita interna e externa com o protagonismo dos Estados Unidos.

Entre as ações informais em relação a situação do ex-presidente Lula, apenas a promessa de envio de cartas a autoridades do Brasil e a realização de um tuitaço mundial.
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Enquanto os políticos e membros do Judiciário enchem a boca para falar em Democracia, o povo, com cara de bobo, assiste calado a farra de privilégios vergonhosos



Quem acredita que os interesses do povo prevalecem numa Democracia como a do Brasil, pode ir tirando o cavalinho da chuva. Segundo o G1, "os cinco partidos que mais receberão recursos do fundo eleitoral neste ano informam que, na distribuição do dinheiro, pretendem priorizar os candidatos atualmente com mandato, o que, na avaliação de especialistas, mais uma vez dificultará a renovação no Congresso Nacional".

Na prática, o que se vê é a manutenção no poder de nomes que se perpetuam nas casas legislativas, nos cargos executivos e asseguram a dobradinha da troca de interesses e privilégios com os membros que ocupam cargos vitalícios no Judiciário em todo o país.

Os partidos são a chave para a manutenção do estado de coisas que vem se desenhando no país ao longo das últimas décadas, onde a maior parte do dinheiro do contribuinte é consumida por uma elite de servidores e políticos com seus altos salários e privilégios inomináveis.

O cidadão comum não tem qualquer chance de se inserir nos centros de tomadas de decisões do país sem passar pelo filtro dos partidos. No Rio de Janeiro, os maiores partidos ofereceram o ex-jogador Romário, que aparece na liderança das pesquisas, Eduardo Paes e Anthony Garotinho . Estas são as principais opções dos eleitores do Estado na escolha do próximo governante.

Sem desmerecer qualquer dos nomes, fica a impressão que em meio a quase 17 milhões de habitantes, o Rio não conseguiu produzir melhores candidatos. Obviamente, há milhares de nomes tão ou mais qualificados para disputar o governo do Rio. O problema é que qualquer cidadão que queira participar do processo de sucessão eleitoral, seja nos cargos executivos ou legislativos,  precisa se submeter ao crivo dos partidos. No Brasil, não há a possibilidade de registro para candidaturas independentes.

Desta forma, os mesmos nomes vão se reelegendo por um número incontável de vezes nas Câmaras de Vereadores, nas Assembleias Legislativas, na Câmara dos Deputados em Brasília, no Senado, nas prefeituras e governos de Estados. São políticos familiarizados com os interesses corporativos que têm primazia sobre o dinheiro do contribuinte, como as categorias organizadas de servidores, os membros do Judiciário, dos Tribunais de Conta, dos Ministérios Públicos estaduais e Federais, enfim.

Apenas no nível federal, os 2,2 milhões de funcionários públicos (inclusive os inativos) custaram R$ 257,8 bilhões aos cofres públicos. Isso significa que 1% da população brasileira abocanhou 20,7% de tudo que a União arrecadou do contribuinte naquele ano. Salários, férias, privilégios e penduricalhos totalmente incompatíveis com a realidade do setor privado. Numa Democracia, todos deve ter direitos iguais. Mas isto definitivamente não ocorre no Brasil, onde a elite do serviço público chega a receber até 7 vezes mais que um trabalhador da iniciativa privada, além dos benefícios, penduricalhos que podem dobrar seus rendimentos, e a garantia de estabilidade no emprego.

Com seus altos salários, privilégios e vantagens como o auxílio-educação para filhos até 24 anos em valores que podem superar os R$ 6 mil mensais, os servidores conseguem preparar seus filhos no melhores concursos para que também ingressem no serviço público.

Desta forma, gerações de políticos e de servidores se sucedem no poder do país e aprovam leis, no Judiciário e Legislativo, que os beneficiam mutuamente e se acumulam há décadas, em detrimento dos interesses e oportunidades dispensadas ao cidadão comum. O filtro para a elite que comanda o país se dá através dos partidos, onde o dono da legenda tem o poder de decidir quais candidatos vão concorrer por seu partido e quais vão receber mais dinheiro do fundo partidário.

Como se não bastasse a regra implícita que assegura a perpetuação no poder de determinada classe política, há ainda as alianças partidárias, onde são comuns os combinados sobre quem deve disputar qual vaga nas alianças entre os partidos. Na dança das cadeiras, ocorre até mesmo a venda de vagas em disputas de cargos de governadores, prefeitos, deputados federais, senadores e até mesmo entre vereadores. Um nome bem aprovado pelo eleitorado pode fazer um ótimo negócio 'abdicando' de sua candidatura em favor de outro nome. Permutas como estas podem garantir a independência financeira de alguns para o resto da vida. Desistir da disputa por uma vaga Senado ou em governo de Estado por uma vaga como deputado pode significar a troca de milhões de um bolso para outro. Enquanto isso, os políticos continuam voltando um cidadão contra o outro. Dividindo, fica mais fácil conquistar.

Já no caso do serviço público, a porta de entrada são os concursos que preparam e conscientizam o cidadão de que ele está disputando carreira vitalícia, com salários gritantemente incompatíveis com o rendimento da maior parte da população e uma vida de privilégios. Munido desta cultura, alguns servidores dedicam suas vidas a conseguir mair privilégios e aumentos salariais para suas categorias.

Pode faltar verba para a Saúde, Segurança e Educação, mas a verba para bancar os altos salários e privilégios dos políticos e das elites do serviço público são garantidos por Lei. Ninguém tasca. Esta é a Democracia do Brasil.

Num artigo publicado pela Gazeta do Povo no ano passado, o economista André Gamerman, da Opus Gestão oferece uma bela perspectiva sobre o que se passa nos bastidores do poder.  "Durante a crise política que avassala Brasília, a Câmara votou e aprovou, na última quinta-feira (25), o texto-base de uma medida provisória (MP 765/16) que autoriza reajuste salarial para diversas categorias de servidores públicos federais — de peritos médicos da Previdência até diplomatas. “Para cada aumento que você dá para um funcionário público, está tirando de outro lugar. É uma disputa do orçamento e eles, em geral, costumam ganhar”, lembrou o economista.

A publicação destacava que "A aprovação dessa MP, que vai reajustar os salários de oito categorias e ainda prevê pagamento de bônus de eficiência, vai impactar o orçamento desde já. As projeções do próprio governo federal é de que os reajustes, que afetam 29 mil servidores da ativa e outros 38 mil aposentados e pensionistas, devem custar R$ 3,7 bilhões já em 2017. Só que os reajustes são escalonados e esses salários continuarão subindo até 2019 — o impacto acumulado até lá deve ser de R$ 11,2 bilhões.

E os salários dos servidores federais já são muito superiores aos dos trabalhadores brasileiros. De acordo com dados do Ministério do Planejamento, em dezembro de 2016, a despesa média de um funcionário na ativa do Executivo federal era de R$ 9,9 mil—a maior média salarial é do Banco Central, com R$ 22,9 mil. Em contrapartida, dados da Pnad do IBGE, mostram que no último trimestre de 2016, a média salarial do trabalhador brasileiro era de R$ 2 mil".

O problema é que, na Democracia do Brasil, os cidadãos, inclusive os mais pobres, são sacrificados por uma altíssima carga tributária para bancar os mais ricos que se arvoraram no poder central. Não são apenas os servidores da ativa que ganham altos salários bancados pelo povo. Entre 2001 e 2015, o governo federal precisou transferir R$ 1,3 trilhão em impostos para cobrir o rombo das aposentadorias de 980 mil servidores federais inativos. Para comparação, no mesmo período o déficit da Previdência geral foi de R$ 936 bilhões, para 29 milhões de aposentados.

Como se não bastassem os altos salários, os privilégios e as aposentadorias que rendem benefícios de até R$ 28 mil aos servidores, o povo ainda paga pensões vitalícias a mais de 50 mil filhas de servidores maiores de 21 anos. Dezenas de bilhões do povo são destinados a solteironas que não se casam para não perderem os benefícios. Pessoas saudáveis, donas de patrimônios elevados, empresárias e em prefeitas condições de se sustentarem.

Quando as autoridades do Brasil se referem ao dinheiro do povo, elas querem dizer que o dinheiro que desfrutam tem origem no suor do povo. Acompanhe abaixo de onde vem o dinheiro que sustenta a elite que domina o país?

Impostos federais

II - Imposto de Importação

IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados

IOF – Imposto sobre Operações Financeiras

IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica

IRPF – Imposto de Renda Pessoa Física

ITR – Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural

COFINS - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social

CIDE – Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico

CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido

Impostos Estaduais

 ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços

ITCMD – Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação

 IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores

Impostos municipais

 ITBI – Imposto sobre Transmissão de Bens Inter Vivos

 ISS – Imposto sobre Serviços

 IPTU Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana

No Brasil, de cada R$ 100,00 gastos por um cidadão, seja ele um empresário, balconista ou catador de latinhas, A União, Estados e Municípios abocanham mais da metade. Isto significa que o cidadão trabalha praticamente 6 meses no ano para pagar impostos. Os gastos previstos por Lei pelos gestores do país consomem mais de 90% do Orçamento da União. A Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, calcula que em 2017 a rigidez orçamentária chegou a 93,3% do total de despesas sujeitas à regra do teto de gastos públicos, sobrando uma “margem fiscal” de apenas 6,7% para devolver ao povo sob a forma de novos investimentos em infraestrutura, saúde, educação, etc. Enquanto isso, há países que conseguem devolver ao povo 30%, 40% e até metade do que arrecadam em impostos.

Não é por acaso que o Brasil apresenta uma das piores distribuições de riquezas do mundo. Grupos políticos usam a desculpa de que o Estado deve ser o indutor da economia. Além de distribuir bilhões e facilidades a empresários, banqueiros e grupos econômicos poderosos, os governantes do Brasil reservaram a maior parte do dinheiro dos impostos do contribuinte para uma pequena elite. Com seus altos salários, estes grupos de felizardos mantém aquecida a economia do luxo. Graças ao alto poder aquisitivo, a elite do serviço público consome imóveis caros, roupas de grife, almoçam e jantam nos melhores restaurantes, voam na primeira classe, compram carros de luxo, se hospedam em hotéis cinco estrelas e mantém estes segmentos do mercado aquecidos.

É o Estado funcionando como indutor da economia das elites. Juntos, os políticos e os representantes das elites do serviço público exercem grande influência nos meios de comunicação e agora avançam sobre as Redes Sociais, buscando criminalizar opiniões como as que ilustram esta matéria. A iniciativa de criminalizar Blogs e Redes Sociais, tentando transformar a OPINIÃO DO CIDADÃO em notícia, para depois classificar as OPINIÕES DOS CIDADÃOS como "Fake News", é a mais recente estratégia dos donos do poder para impedir que a sociedade interfira no seu confortável modo de vida.

No que depender dos donos dos partidos e dos servidores indispostos a abrir mão de seus 'privilégios sagrados', tudo continuará na mesma após as eleições de outubro no Brasil. Em 15 de junho, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou quanto cada legenda receberá do fundo eleitoral, de R$ 1,7 bilhão, criado pelo Congresso Nacional e bancado, obviamente, com o dinheiro do povo. A divisão do fundo levou em conta, principalmente, a composição da Câmara e do Senado em agosto de 2017 e também o total de votos de cada legenda nas eleições para deputado federal de 2014. É com este dinheiro, o dinheiro do povo, que os atuais detentores do poder tentarão se perpetuar no poder. Os donos dos partidos, após a formação das alianças partidárias nos estados, escolhem quem serão os candidatos que vão concorrer nas eleições e quais vão receber mais dinheiro para suas campanhas. O resto é fácil. Basta dizer que vão combater a corrupção, e pronto. Estão todos eleitos. 
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Os piores do mundo. Lula e Dilma mergulharam o Brasil na pior crise da história. País levará 5 anos para se recuperar



Preso desde o dia 07 de abril, após ter sido condenado a uma pena de mais de 12 anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente Lula chegou a culpar a ex-presidente Dilma Rousseff pela tragédia econômica que se abateu sobre o país durante os governos do PT. Na ocasião, o condenado falou que Dilma foi a responsável por prejuízos de R$ 500 bilhões para os cofres públicos que ajudaram a mergulhar o paós na pior recessão de sua história e chegou a sugerir aumento de impostos como única forma de tirar o Brasil do buraco. (veja o vídeo AQUI)

Como já era de se esperar, Lula não mencionou os cerca de U$ 500 bilhões liberados pelo BNDES durante seu governo e de sua sucessora para países governados por corruptos e para empresas amigas do PT, tradicionais financiadoras do partido.

Apesar das tragédias impostas pelas administrações temerárias de Lula, Dilma e demais integrantes do PT ao longo da última década e meia, há ainda aqueles que não se envergonham em defender os elementos apontados ao STF como integrantes de uma organização criminosa. Ficou claro que Lula, Dilma e os demais membros do partido jamais tiveram algum compromisso com o Brasil e seu povo, mas apenas com um plano ambicioso de perpetuação no poder baseado na corrupção.

As administrações do PT serviram para esvaziar os cofres públicos em favor de empresários e políticos gananciosos e corruptos. Com o aval de Lula e Dilma, empresas como a Odebrecht, Oi e a JBS – Friboi foram beneficiados com empréstimos generosos liberados pelo BNDES a juros subsidiados (pagos pelo trabalhador).

Todas as empresas estão envolvidas em escândalos de corrupção, lavagem de dinheiro, operações fraudulentas e repasses milionários para o PT. O dinheiro desviado do povo serviu para financiar campanhas de candidatos do PT, além de render benefícios diretos ao ex-presidente Lula, como a reforma no sítio que ele usava e no apartamento que pretendia ocupar, mas que desistiu após a descoberta do escândalo que o levou à prisão.

O PT foi o partido que mais favoreceu os bancos em toda a história do país. O crescimento vertiginoso destas instituições não acompanhou a contratação de trabalhadores. Ao contrário. Há casos de bancos que cresceram mais de 500% durante os governos de Lula e Dilma, mas que reduziram em mais de 30% a contratação de mão de obra no mesmo período.

Entre as empresas escolhidas pelo PT, estão casos escandalosos como o da Sete Brasil, empresa criada por Lula que deixou um rombo de cerca de R$ 20 bilhões nos cofres públicos. A Oi está praticamente falida e anunciou um rombo de R$ 65 bilhões.

A Friboi abocanhou mais de R$ 8 bilhões do BNDES durante os governos de Lula e Dilma. O dono do grupo, o empresário Wesley Batista, foi alvo de uma ação da Polícia Federal. Uma de suas empresas, A Eldorado Brasil Celulose, pegou dinheiro público e faliu, deixando um rombo de quase R$ 3 bilhões.

A Odebrecht foi uma das que mais se beneficiou do dinheiro do BNDES, das que mais distribuiu dinheiro ao PT e das que mais roubou a Petrobras. Além da Odebrecht, participaram do assalto na estatal outras 8 empreiteiras. Todas as transações do PT envolveram empresários multimilionários que nunca fizeram nada em favor do povo.

Os governos do PT favoreceram tanto os empresários corruptos e milionários do país que, Dilma acabou tendo o mandato cassado, pois teve que maquiar as contas públicas para ocultar os bilhões que havia destinado ao Bolsa Empresário. Dilma foi condenada pelo crime de responsabilidade fiscal.

Ao longo da última década e meia com o PT no poder, milhares de cidades pobres continuam nas mesmas condições de décadas atrás. Em muitos casos, a situação se deteriorou com o aumento da criminalidade devido à alta evasão escolar,  o tráfico de drogas, o fechamento de hospitais e creches. A mortalidade infantil sobe pela 1ª vez em 26 anos. Pela primeira vez desde 1990, houve aumento na taxa de mortalidade infantil do Brasil em 2016, último ano com Dilma no governo, revelam dados do Ministério da Saúde, segundo informou a Folha nesta segunda-feira, 16. Ainda segundo a publicação, O fechamento de leitos infantis é um outro fator que pode influenciar nas mortes de crianças, segundo a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). Entre 2010 e 2016, foram desativados no país mais de 10 mil leitos de internação em pediatria no SUS —o número foi de 48,3 mil para 38,2 mil.

Somente durante o governo Dilma, foram fechados dezenas de milhares de leitos hospitalares. Um levantamento feito pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) aponta uma queda de 23.565 leitos de internação na rede pública nos últimos cinco anos, o que equivale a cerca de 13 leitos a menos por dia.  Em dezembro de 2010, o país tinha 335.482 leitos de internação para uso exclusivo do SUS (Sistema Único de Saúde). Já em dezembro de 2015, esse número diminuiu para 311.917, uma queda de 7,5%. Até maio de 2016, outros 4.567 leitos haviam sido fechados, elevando o número 28.132.

Apesar da tímida recuperação da economia e da retomada dos investimentos em áreas críticas, como a saúde ao longo dos dois últimos anos, o Brasil precisará de mais de cinco anos para recompor apenas uma parte de tudo aquilo que o PT destruiu. Só não será possível recuperar o tempo perdido de uma geração inteira de jovens.

Estima-se que os governos do PT de Lula e Dilma tenham destinado cerca de U$ 500 bilhões a empresários corruptos e a projetos fadados ao fracasso por terem sido concebidos com o propósito de viabilizar desvios bilionários em favor do partido e de seus financiadores. Em valores atualizados, são quase R$ 2 trilhões que deixaram de ser investidos em benefício do Povo. Nunca se roubou tanto na história do país. Tudo em nome de um plano de poder corrupto, imundo e fracassado.
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Em Cuba, Dilma e Gleisi lembram que "Hoje faz 100 dias que Lula está preso". As duas participam de encontro do Foro de São Paulo



A ex-presidente Dilma Rousseff e a senadora Gleisi Hofmann estão em Cuba neste domingo (15), onde lembraram que nesta data, Lula completa 100 dias na cadeia. As duas petistas viajaram para a Havana para participar do 24º encontro anual do Foro de São Paulo.

Dilma criticou "parte da Justiça, a mídia oligárquica, que defende os interesses do mercado, e os partidos golpistas". disse a ex-presidente que teve o mandato cassado após ter sido condenada pelo crime de responsabilidade fiscal.

Segundo Dilma, que também é responsável por ter mergulhado o Brasil na pior recessão de sua história, "O Foro de SP é um local fundamental desta construção de uma América Latina menos desigual".

Dilma insiste na tese de que o ex-presidente Lula é inocente e disse que, "De acordo com a acusação do Ministério Público Federal (MPF), o ex-presidente receberia um apartamento reformada da OAS, mas, na apresentação da denúncia, o próprio MPF admitiu que não havia "prova cabal" de que Lula era o proprietário do imóvel".

A petista só se esqueceu de informar que o ex-amigo de Lula e então presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, confirmou em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro que o triplex do Guarujá foi mesmo reservado para Lula cm contrapartida por contratos superfaturados entre sua empreiteira e a Petrobras. Léo Pinheiro é o cúmplice direto nos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Dilma e Gleisi viajaram para Cuba, acompanhada de seus assessores, com todas as despesas pagas pelo contribuinte brasileiro, para falar mal do Brasil e defender criminosos condenados pela Justiça. 
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Lula está preso a 100 dias a um custo de R$ R$10 mil por dia. Lá se foi R$ 1 milhão do contribuinte



O ex-presidente Lula comemora 100 dias na cadeia. Preso desde o dia 07 de abril, o presidiário já tentou inúmeros recursos para se livrar da prisão na sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Detido em uma salinha de 15 Mt.º no quarto andar do prédio da PF, Lula conta com a vigilância permanente de quatro Policiais Federais, que se revesam em turnos durante as 24 horas do dia. A detenção do petista gera um custo de cerca de R$ 10 mil por dia ao contribuinte, segundo o Diário do Poder.

Ainda segundo a publicação, "Se fosse enviado para presídio de São Paulo, Lula ficaria mais perto da família, custaria R$ 1,4 mil/ mês e o bolso do contribuinte agradeceria.

Em média, cada preso no Brasil gera um custo mensal de R$ 2,5 mil. Um dia da prisão especial de Lula equivale a 4 meses do gasto normal.

No Amazonas, onde o custo está entre os mais altos, o gasto por preso é pouco mais de R$ 4 mil por mês, ou cerca de 10h de prisão de Lula".

Além das despesas que Lula dá ao contribuinte na prisão, o petista ainda tem aqui do lado de fora dois carros de luxo e oito servidores à sua disposição, pagos com o dinheiro do contribuinte.

As informações são do Diário do Poder
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Dilma e Gleisi vão mesmo a Cuba com dinheiro do povo. Vão participar de encontro do Foro de São Paulo na terra de Fidel Castro



O portal Brasil247 confirmou que a ex-presidente Dilma Rousseff e a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), vão mesmo viajar na semana que vem para Cuba com o objetivo de participar do encontro anual do Foro de São Paulo.

Segundo a publicação, Dilma e Gleisi pretendem denunciar o que classificam como prisão política do ex-presidente Lula. "Eu vou agora para o Foro de São Paulo fazer uma denúncia também. Dilma vai, resolvemos ir para fazer a denúncia do que está acontecendo", disse Gleisi ao Valor PRO.

Além de viajar às custas do contribuinte, a senadora Gleisi Hoffmann afirmou que as duas não pretendem colaborar com a estabilidade do Brasil: De acordo com a parlamentar, "enquanto Lula estiver preso, nós não vamos ajudar em nada no processo de estabilização do país". "Acho que [o impedimento de Lula concorrer] vai criar uma grande instabilidade. E não contem com o PT para ajudar a reestabilizar", afirmou ela, acrescentando que "ou o devido processo legal é restaurado, e para todos, ou não contem [com o PT]. Porque eles não têm capacidade política nem autoridade institucional para conduzir o país". "O primeiro problema que der, eles vão ver", ameaçou a senadora que está de malas prontas para viajar para Cuba com Dilma.

As informações são do Brasil247
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Imóveis de José Dirceu vão a leilão pela metade do preço nesta segunda



Após a falta de interesse do público em adquirir os  três imóveis do ex-ministro José Dirceu no último leilão realizado o dia 26 de abril, os interessados terão uma nova oportunidade agora de fazer um bom negócio adquirindo os imóveis do mensaleiro.

Nesta segunda-feira, 16, Os imóveis de Dirceu serão leiloados com 50% de desconto. A nova oferta pública alcança um valor total de R$ 4.275.187,50 em bens. De acordo com o edital, eles serão vendidos “no estado em que se encontram, de forma individual” e os lances poderão ser feitos pela internet.

Os imóveis são: a sede da JD Assessoria, empresa de consultoria do ex-ministro, na Avenida República do Líbano, em São Paulo, no valor de R$ 3 milhões; um imóvel no bairro da Saúde, em São Paulo, em nome da filha do ex-ministro avaliado em R$ 375.187,50 e uma chácara de 2.300 m em Vinhedo, no valor de R$ 900 mil.

O juiz Sérgio Moro mandou alienar os imóveis para leilão em janeiro. Na ocasião, o magistrado apontou que “nenhum dos imóveis é utilizado atualmente como moradia” por Dirceu e que havia “inequívoco risco de esvaziamento do confisco”.

Interessou? Confira aqui as informações sobre o leilão
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Dilma e Gleisi Hoffmann vão ao 24.º encontro anual do Foro de São Paulo, em Cuba, para falar mal do Brasil



O dinheiro do contribuinte brasileiro é usado por políticos de várias formas questionáveis. Inclusive para falar mal do Brasil no exterior. Ao que tudo indica, este é o caso da presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), que anunciou em entrevista recente que participará, junto com a ex-presidenta Dilma Rousseff, do 24º encontro anual do Foro de São Paulo, que começa na semana que vem em Havana (Cuba).

“Eu vou agora para o Foro de São Paulo fazer uma denúncia também. Dilma vai, resolvemos ir para fazer a denúncia do que está acontecendo”, disse a petista ao site Valor. As duas devem viajar com seus respectivos assessores e todos terão as despesas bancadas pelo contribuinte brasileiro. 
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Cármen Lúcia manda pagar pensão a 19.520 filhas de servidores solteironas suspeitas de receberem benefício indevido



Ao contrário do que muitos brasileiros imaginam, a maior parte do dinheiro arrecadado pela União com impostos altíssimos pagos pelo contribuinte não é devolvida à sociedade na forma de serviços essenciais, mesmo de forma precária. Os serviços são sonegados ao cidadão pelo fato dos servidores ficaram com a maior parte do dinheiro suado do povo.

Como se não bastasse sugar ao máximo o dinheiro do povo com altos salários, incompatíveis com a realidade do país e muito acima dos oferecidos pela iniciativa privada, a elite de servidores que compõe a fatia dos 1% mais ricos do país ainda consome dezenas de bilhões por anos com penduricalhos e vantagens vergonhosas, como auxílio-moradia para morar na própria casa, auxílio-educação para os filhos até 24 anos, motoristas, auxílio-alimentação, auxílio-viagem, auxílio-livros, auxílio-saúde, 60 dias de férias por ano, mais 30 dias de folgas em muitos casos e até prêmio em dinheiro elo cumprimento do dever a contento, segundo critérios próprios. Em muitos casos, as 'bonificações' por fazer aquilo para o qual foram contratados equivale a mais um salário, que pode alcançar até R$ 33 mil.

Mas não é tudo. Além das vantagens e benefícios diretos que chegam a engordar seus contra-cheques em até R$ 100 mil, os servidores e políticos deram um jeitinho de garantir que suas filhas herdassem pensões generosas pelo resto de suas vidas. Elas consomem anualmente cerca de R$ 3 bilhões dos cofres públicos. Os maiores benefícios, que superam os R$ 30 mil brutos, são pagos pelo Congresso Nacional. Entre os servidores públicos da União há cerca de 52 mil pensionistas nessa categoria.

Após uma auditoria, o Tribunal de Contas da União identificou 19.520 possíveis casos de pagamento indevido deste tipo de pensão e determinou a suspensão dos pagamentos.  A economia decorrente da interrupção destes benefícios é estimada era de 63,8 bilhões de reais, segundo a Veja(aqui). Normalmente, as beneficiárias nunca se casam, para garantir o recebimento dos benefícios por toda a vida. Há casos, segundo o TCU, de solteironas com união estável, donas de vários imóveis, empresas e patrimônio milionário.

Mas a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, preferiu ficar do lado das solteironas sortudas e determinou nesta quarta-feira, 11, a retomada do pagamento de pensão  concedida às filhas solteiras maiores de 21 anos de servidores públicos civis. Cármen Lúcia  mandou que o pagamento seja retomado com base no entendimento de que a pensão é necessária para a subsistência das beneficiárias. O benefício havia sido suspenso pelos órgãos de origem de seus pais (ministérios do Planejamento e do Trabalho), por determinação do TCU. Seria mais dinheiro do contribuinte sendo devolvido ao contribuinte sob a forma de serviços essenciais.

Mais informações AQUI e AQUI
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Dilma pode dobrar a meta. Após ter mandato cassado, petista pode ter candidatura ao Senado cassada pelo TSE



A ex-presidente Dilma Rousseff voltou a viver a tensão dos dias do impeachment. A petista velha de guerra já te o couro curtido, mas ainda assim, passar por mais um constrangimento não deve ser nada fácil. Segundo a Folha, especialistas dizem que o registro da candidatura da petista ao Senado por Minas vai obrigar o STF a tratar do fatiamento de seu impeachment.

“Essa questão não foi enfrentada pelo STF, mas ela está latente. E agora a situação concreta vai surgir”, diz a procuradora da República Silvana Batini.

Segundo o advogado eleitoral Carlos Gonçalves Júnior, a candidatura de Dilma “está relevantemente ameaçada porque certamente será impugnada, essa impugnação chegará ao plenário do Supremo e ali hoje não há como se ter uma previsibilidade do que vai acontecer”.

O TRE-MG deve julgar se Dilma está elegível. O caso, então, tende a parar no Tribunal Superior Eleitoral e, depois, no STF por meio de recursos. Obviamente, os partidos que irão disputar as vagas para o Senado por Minas Gerais não deixarão barato. Várias legendas devem mover ações questionando a elegibilidade da condenada pelo crime de responsabilidade fiscal que custou seu mandato de presidente da República em 2016. Caso tenha sua candidatura ao Senado cassada, Dilma terá dobrado a meta.


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Petistas torram dinheiro do contribuinte para prestar apoio a Lula na prisão em Curitiba



Como se não bastassem os altíssimos custos para a população para manter o ex-presidente Lula numa carceragem diferenciada no prédio da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, o Povo ainda está bancando as viagens de deputados petistas e apoiadores suas visitas para manifestações de apoio ao condenado.  "As despesas são pagas pela Câmara dos Deputados, mas o dinheiro sai do bolso do contribuinte. A maior parte dos gastos foi com passagens aéreas, mas os parlamentares também pagaram hotéis, restaurantes, táxi, gasolina e até pedágio com a verba da Câmara" diz a Gazeta do Povo.

Ainda segundo a publicação, "As despesas são reembolsadas pela “cota para o exercício da atividade parlamentar” – o chamado “cotão” – que cobre as despesas relativas ao mandato. Muitas das viagens pelo país em apoio a Lula são justificadas com a realização de reuniões de bancadas e da Direção Nacional do PT – realizadas justamente nos locais onde Lula está. Assessores dos deputados também viajam com despesas cobertas pelo cotão".

Os custos com a manutenção da prisão do ex-presidente Lula em regime diferenciado também são altíssimos. 
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Dilma deveria disputar vaga no Zorra Total, sugere colunista da Folha



O colunista da Folha, Leandro Narloch, sugeriu em artigo publicado nesta quarta-feira, 04, que a ex-presidente Dilma Rousseff deveria disputar uma vaga no programa Zorra Total, da Rede Globo.

Em artigo bem humorado, Leandro Narloch, reclama que Willian Bonner teima em não exibir um suposto vídeo com sua versão de "O Brasil que eu quero" , e sugere algumas contribuições para o programa.

O Brasil que eu quero é um Brasil em que: o governo lance advertências sobre os perigos do mau gosto. “O Ministério da Estética adverte: saia indiana, pochete e cinto grosso com medalhão fazem mal à estética.”

Entre outras sugestões, Narloch recomenda que "Dilma Rousseff integre o elenco do Zorra Total".

Leia a matéria completa na Folha
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Dilma causou o fechamento de mais de 341 mil empresas no Brasil, segundo IBGE



O Brasil ainda vai levar anos para se recuperar da pior recessão de sua história, que teve início por volta do final de 2014 e culminou com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff no episódio das pedaladas fiscais. A petista deixou um rombo nas contas públicas de mais de R$ 170 bilhões e um rastro de destruição na economia, com cerca de 13 milhões de desempregados, inflação e juros altos e queda nos investimentos. De lá para cá, 341,6 mil empresas fecharam as portas. O comércio foi o segmento mais afetado, com 262,3 mil casos. É o que aponta o Cadastro Central de empresas divulgado esta semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Pouco antes de Dilma afundar a economia do país, um levantamento realizado em 2016 revelou que havia pouco mais de 5 milhões de empresas ativas no País.  Embora o número de empresas fechadas represente uma queda de 6,3% na comparação com 2013, quando o número total de empresas ativas chegava a cerca de 5,4 milhões, o impacto na economia foi enorme.

Segundo o IBGE, do total de empreendimentos que fecharam as suas portas nesse período, 76,8% atuavam no comércio. Em 2013 havia 2,2 milhões de empresas com esse perfil, número que passou para 1,94 milhão em 2016 – uma queda de 11,9%.

Depois do comércio, em números absolutos, a indústria de transformação foi o segmento empresarial que mais teve empresas com atividades encerradas no período – 37,6 mil, o que corresponde a uma queda de 8,4%. O segmento de alojamento e alimentação aparece em terceiro lugar, com 15,6 mil empresas fechadas de 2013 a 2016, uma redução de 4,8%.

Com o fechamento das empresas, aponta a pesquisa, o total de empregados no setor empresarial caiu em 6,8% entre 2013 e 2016, o que representa um contingente de 3,7 milhões de desempregados.

Uma empresa fechada é como uma planta que morre em consequência da pobreza do solo. A recuperação não é tão simples. Instalações, maquinários e estoque são os primeiros ativos que mudam de mãos ou são simplesmente sucateados. A maior parte dos empresários que faliram ficaram endividados e dificilmente conseguirão capital para começar do zero seus negócios.

Com informações do G1

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Chora, pelegada. STF mantém o fim do imposto sindical obrigatório



Acabou. Agora é definitivo. O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) sepultou hoje (29), a esperança dos sindicalistas e manteve, por 6 votos a 3, a extinção do imposto sindical obrigatório, aprovado pelo Congresso no ano passado como parte da reforma trabalhista.

A partir desta decisão, cessam as ações na Justiça visando assegurar a manutenção da obrigatoriedade da contribuição para algumas categorias, como vinha ocorrendo desde a aprovação da extinção do imposto no ano passado. A partir de agora, o desconto de um dia de trabalho por ano em favor do sindicato da categoria passou a ser opcional, mediante autorização prévia do trabalhador. A maioria dos ministros do STF concluiu que a mudança feita pelo Legislativo é constitucional.

Votaram a favor da manutenção do fim do imposto sindical obrigatório os ministros Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello.

Apenas os ministros Edson Fachin (relator), Rosa Weber e Dias Toffoli votaram contra o fim da oneração obrigatória do trabalhador. Os cerca de 16 mil sindicatos do Brasil e os seus cerca de 400 mil sindicalistas terão que encontrar uma nova fonte de receitas.
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Ciro Gomes quer que o povo pague a dívida pública bilionária por meio de CPMF específica, diz Ranking dos Políticos



O portal independente Ranking dos políticos fez uma analise sobre as propostas econômicas dos presidenciáveis com base nas propostas dos assessores econômicos dos principais pré-candidatos à Presidência da República.

Foram analisados temas importantes a serem enfrentados pelo Brasil, como a necessidade de Ajuste Fiscal, Previdência, Privatizações e Sistema Tributário. As propostas foram encaminhadas para análise do  Conselho de Avaliação de Leis do portal (aqui) e  resumidas no quadro abaixo.

As propostas dos políticos e de seus economistas foram avaliadas e receberam pontuações que variaram entre -30 e +30 pontos. Propostas boas recebem pontuação positiva; ruins, pontuação negativa. O resultado final pode ser conferido em uma tabela, ao final dos quadros com as propostas dos pré-candidatos e seus respectivos economistas. 

O ex-ministro Ciro Gomes propõe, por exemplo, que o contribuinte arque com a dívida pública através da recriação de CPMF específica para pagar a dívida. O pedetista também defende a capitalização da Previdência, o que, segundo economistas, é uma forma disfarçada de de tirar de um buraco para abrir outro nas contas públicas. No final das contas, o contribuinte continuará pagando pelas discrepâncias dos benefícios de privilegiados no INSS.  Ciro e o eventual candidato do PT obtiveram a pior média de avaliação.


Persio Arida Paulo Guedes Mauro Benevides Marcio Pochmann Gustavo Franco Eduardo Giannetti
PSDB – Alckmin PSL -Bolsonaro PDT – Ciro PT – Lula Novo – Amoedo Rede – Marina
Ajuste Fiscal Deve ser feito via corte de despesas e redução da máquina pública. É contra aumento da carga tributária Cortar gastos e recomprar a dívida com dinheiro de privatizações em larga escala. Diz que seu plano levará à redução da carga tributária Cortar gastos e custeio e elevar receitas com criação de CPMF específica para pagar a dívida pública Em vez de corte de despesas, solução deve vir de medidas que ajudem a impulsionar o crescimento. Não há posição fechada sobre novos impostos Controle deve ser feito com corte de gastos e redução do tamanho do Estado. É contra novos impostos Corte de gastos, como Previdência, e de custeio. Desvincular gastos públicos. É contra aumento da carga tributária
Previdência Reformar os parâmetros do sistema atual de forma a reduzir o déficit. Acredita que é inexequível implantar um sistema de capitalização, pois agravaria o problema fiscal Criar um sistema de capitalização na Previdência, que conviva com um mecanismo capaz de garantir um mínimo aos que não conseguirem poupar Sistema de três pilares: capitalização; repartição com teto menor que o atual e tempo de contribuição modulado pelo setor econômico; e outro que garanta salário mínimo Não é problema urgente. Uma eventual reforma pode incluir fim de permissão para que aposentado trabalhe enquanto recebe benefício Mudar parâmetros como idade e tempo de contribuição e criar um sistema de capitalização, que terá como base FGTS e eventualmente PIS e FAT Vê com bons olhos capitalização e, caso País considere migrar de regime, sugere uso de recursos de privatização para financiar transição
Privatizações Devem ser feitas de forma programada e gradual para não prejudicar o preço de venda dos ativos e reduzir a resistência das corporações Privatização completa de todas as estatais de forma acelerada Privatizar algumas estatais, mas manter as que estejam em setores estratégicos, como Petrobrás e Eletrobrás Critica a entrega de ativos da riqueza nacional, mas diz que tema é ideologizado. Modelo de concessões pode ser usado Privatizar tudo o que for possível. Algumas estatais terão de ser desmontadas aos poucos É favorável à venda de estatais, desde que os recursos não sejam usados para cobrir rombo fiscal de curto prazo
Sistema Tributário Ricos precisam pagar mais impostos. Cortar isenções a determinados investimentos e suprimir impostos de intermediação, criando um imposto de valor agregado Descentralizar recursos da União para Estados e municípios, reduzir tributação indireta e tornar sistema menos regressivo Tributar lucros e dividendos e heranças e doações. Reduzir impostos sobre consumo, sobre aquisição de bens e imposto de renda da pessoa jurídica Tornar o sistema menos regressivo e repensar a tributação considerando os setores da economia vistos como estratégicos e que devem ser estimulados Defende uma reforma simplificadora, repensando a estrutura de cobrança de impostos como ICMS e obrigações acessórias impostas pela Receita Federal Menos imposto indireto que incida sobre população de baixa renda e mais imposto direto para quem ganha mais. Dar mais autoridade a Estados e munícipios para tributar

Abaixo, o resultado final da avaliação das propostas dos pré-candidatos:

Persio Arida Paulo Guedes Mauro Benevides Marcio Pochmann Gustavo Franco Eduardo Giannetti
PSDB – Alckmin PSL -Bolsonaro PDT – Ciro PT – Lula Novo – Amoedo Rede – Marina
Ajuste Fiscal 27,5 15 -15 -30 27,5 25
Previdência 20 10 -5 -30 20 12,5
Privatizações 27,5 10 10 -30 27,5 20
Sistema Tributário 12,5 20 12,5 -10 25 7,5
MÉDIA 21,9 13,8 0,6 -25 25 16,3

Confira a matéria completa aqui no Ranking dos Políticos
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52ª fase da Lava Jato apura crimes praticados contra a Petrobras nos governos do PT de Lula e Dilma. Os crimes não acabam nunca



Os crimes cometidos contra a Petrobras durante os governos do PT de Lula e Dilma parecem não ter fim. A Operação Greenwich, 52ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal  nesta quinta-feira, tem como foco mais uma série de crimes praticados em prejuízo de subsidiárias da PETROBRAS, como por exemplo a PETROBRAS QUÍMICA S/A - PETROQUISA. Mais uma vez o esquema criminoso identificado em várias oportunidades em contratações da PETROBRAS se repetiu também em suas subsidiárias.

Cerca de 40 policiais federais cumpriram 11 ordens judiciais - 1 mandado de prisão preventiva, 1 mandado de prisão temporária e 9 mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Recife e Timbaúba, as duas últimas no Estado de Pernambuco.

As informações e provas reunidas até o momento demonstram que o Grupo Odebrecht foi favorecido na obtenção de contratos, em troca de repasses de recursos a funcionários da empresa, quer seja através da entrega de valores em espécie, quer seja através de remessas para contas bancárias estabelecidas no exterior. As contratações eram direcionadas com o estabelecimento de parâmetros que só poderiam ser atendidos por empresas do grupo investigado.

As investigações apontam para a prática de diversos crimes como a fraude em processos de contratação das empresas das subsidiárias da PETROBRAS em favor do Grupo Odebrecht, corrupção, crimes financeiros e lavagem de ativos. A Odebrecht, juntamente com a JBS-Friboi, do empresário Joesley Batista, foi uma das maiores financiadoras das campanhas do PT de Lula e Dilma.

Os presos serão escoltados para a sede da Polícia Federal em Curitiba/PR, onde permanecerão à disposição do Juízo da 13a Vara Federal.

As informações são do site da Polícia Federal
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Bolsonaro muda posicionamento histórico e vota a favor da venda de área do pré-sal



Procurando se alinhar ao pensamento mais liberal visando atrair o apoio do mercado à sua candidatura à Presidência, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) deu uma guinada à direita em suas posições em quase três décadas no Congresso. O pré-candidato votou nesta quinta-feira, 20, a favor do projeto que permite à Petrobras vender até 70% da exploração do pré-sal de uma área cedida pelo governo para a iniciativa privada. Pelo texto-base do projeto aprovado ontem, a Petrobras pode transferir até 70% dos direitos de exploração de 5 bilhões de barris de petróleo da Bacia de Santos. O texto foi aprovado por 217 votos a favor e 54 contra.

Evolução Pokémon
O voto de Bolsonaro foi silencioso, discreto, sem discurso. O pré-candidato também evitou se manifestar sobre seu voto nas redes sociais. Até então, Bolsonaro era um defensor enfático da participação obrigatória da Petrobras na exploração dos campos do pré-sal. Em 2010, ele votou, junto com o PT, a favor do projeto que instituiu o regime de partilha no pré-sal e a participação obrigatória da estatal na exploração dos campos. Nas Redes Sociais, o pré-candidato foi comparado aos personagens do desenho animado Pokémon, que passam por diversas fases de evolução.
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Comissão de Valores Mobiliários abriu processo contra Dilma por compra de refinaria nos EUA



Com os bens bloqueado na Justiça por determinação do Tribunal de Contas da União por conta dos negócios suspeitos na aquisição da refinaria Pasadena, nos Estados Unidos, a ex-presidente Dilma Rousseff se tornou alvo de mais um processo por conta do negócio que causou prejuízo bilionário à Petrobras.

Desta vez foi a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que abriu um processo contra 12 conselheiros de administração da Petrobras pela compra da refinaria de Pasadena. Dilma era a presidente do conselho quando aprovou a transação temerária.

Dilma e os demais integrantes do conselho são acusados de não terem atuado no melhor interesse da companhia ao aprovar a operação. Dilma poderá enfrentar ainda outros problemas com a CVM. A autarquia tem em aberto outros três inquéritos que investigam a conduta de administradores da Petrobras. Um deles examina construção da Refinaria Abreu e Lima; outro trata da construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e o terceiro investiga a contratação da consultoria holandesa SBM Offshore. Com informações da Folhapress.
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Ministros da 2.ª Turma do STF repetiram argumentos da própria Gleisi Hoffmann para absolver a petista



As alegações dos ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal para livrar a presidente nacional do PT, Senadora Gleisi Hoffmann, das acusações de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro que pesavam contra ela foram praticamente as mesmas declaradas pela petista

Em seu depoimento no STF em agosto do ano passado, Gleisi além de negar as acusações, atacou a acusação.

“Então é óbvio que a gente fica indignado que a gente tem que ficar respondendo uma coisa que é mentirosa. Me desculpa, é mentirosa. Eles não me deram esse dinheiro, eu não peguei esse dinheiro, entendeu? E eu quero saber qual é o meu crime de corrupção passiva. O que eu fiz pra essa gente que justifique eu estar sendo acusada de corrupção passiva. O que eu fiz pro Paulo Roberto Costa? O que eu fiz pros fornecedores da Petrobrás? Onde eu dei vantagem? Mesmo depois, como ministra chefe da Casa Civil. Onde eu dei vantagem? Nenhuma, nem como senadora. Peguem todas as minhas votações que eu tive no Senado, meus projetos de lei, meus posicionamentos e vocês vão ver que não tem uma votação ali que possa ter beneficiado. Muito pelo contrário. Então eu só tenho que ficar extremamente indignada (…).”, rebateu a petista, que pertencia ao PT, partido que notoriamente comandou esquemas de corrupção na Petrobras capitaneados pelos ex-presidentes Lula e Dilma, segundo apontaram investigações da Operação Lava Jato.

Embora a petista alegue que não tenha feito nada em favor do do ex-diretor da Petrobras,Paulo Roberto Costa, nomeado por seu partido, ou por fornecedores da estatal, a petista não negou peremptoriamente que não tenha se beneficiado dos cerca de R$ 1 milhão que irrigaram sua campanha em 2010. A exemplo da ex-presidente Dilma Rousseff, que também se elegeu com dinheiro roubado da Petrobras, Gleisi argumenta que o dinheiro não circulou em suas contas, como alegou a defesa da senadora:“não há nos autos nenhuma prova ou sequer indício da alegada e inexistente movimentação financeira, seja em contas pessoais, de pessoas jurídicas ou de campanha”.

A defesa também afirmou que a acusação da PGR contra a senadora era uma “denúncia sem crime”. “Entre tantos defeitos, a denúncia do Ministério Público não foi capaz de individualizar qualquer conduta ilegal da senadora Gleisi Hoffmann. Nem mesmo a alegação inicial, da transferência (inexistente) de R$ 1 milhão se refere a ela, mas apenas vagamente à “campanha”. Ninguém pode ser condenado, nem sequer denunciado, sem que se mostre o suposto crime cometido. E Gleisi Hoffmann não cometeu nenhum crime.”

Os argumentos expostos acima por Gleisi e seus advogados há um ano foram praticamente os mesmos usados pelos ministros da Segunda Turma do STF para absolver a petista. 
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