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'Amor e Sexo' chega ao fim, com baixa audiência. Programa comandado por Fernanda Lima não terá nova temporada na Globo



Bombardeado nas redes sociais por explorar uma temática fútil, o programa  "Amor & Sexo", comandando pela ex-modelo Fernanda Lima chegou ao fim, informou o portal R7. Segundo a publicação, a produção da atração já foi avisada que esta será a última  temporada de "Amor & Sexo" na Rede Globo.

A  atração de Fernanda Lima vem perdendo em audiência para "A Fazenda", da RecordTV, e enfrentando uma grande queda de público. Há dias em que chega a perder o terceiro lugar para o SBT. Na média nacional, a audiência da atração despencou quase 70% de 2016 para 2018, apesar da tentativa de reformulação do programa comandado por Fernanda Lima.

Com informações do R7
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Toffoli decide 'ampliar' Conselho do Conselho Nacional de Justiça e promove trem da alegria no órgão



O Jornalista Frederico Vasconcelos, da Folha, informou que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Antonio Dias Toffoli, que também preside o Conselho Nacional de Justiça, decidiu ampliar os quadros do Conselho Consultivo do Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ).

Segundo a publicação, "O órgão se destina a auxiliar na elaboração das políticas públicas a serem adotadas e executadas pelo Poder Judiciário e fazer interlocução do CNJ com a sociedade".

 Toffoli justificou a ampliação do número de conselheiros alegando que o conselho foi criado para ajudar a pensar projetos de país e de futuro. “É imprescindível que seja composto pelas melhores cabeças pensantes e também que seja plural, que reúna as mais diversas vertentes de pensamento e que possibilite os mais ricos debates do ponto de vista da diversidade de ideias”, comunicou presidente do CNJ.

A nomeação dos novos membros foi imediata, logo após aprovação de portaria pelo plenário do CNJ. Entre os novos conselheiros, está o secretário-executivo da Casa Civil no governo Dilma Rousseff, que ocupou vários cargos no governo Lula, Carlos Eduardo Esteves Lima, engenheiro. Outros nomes da área do direito, sobretudo professores da USP, integram a lista. A matéria não informa qual o salário de cada um dos novos conselheiros, se receberão pelo teto do Judiciário e nem se eles terão direito ao 'reajuste' pleiteado pelo STF.

Veja a extensa lista de nomes na Folha
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O nó de Moro no PT. Petistas entram com ação tentando anular exoneração do magistrado



Sérgio Moro deu mais um nó no PT. Após se desligar da magistratura para assumir o compromisso de ocupar o ministério da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro, o responsável pela Lava Jato nos últimos quatro anos na 13.ª Vara Federal de Curitiba entrou com um pedido de férias.

Agindo dentro da estreita legalidade, Moro optou inicialmente por pedir a a exoneração do cargo com mais tempo, visando assegurar o recebimento de provimentos e garantir a manutenção da segurança para ele e seus familiares fornecida pela Justiça Federal durante alguns dias. A decisão permitiu que a juíza Gabriela Hardt assumisse seu lugar, pois escolha de um sucessor definitivo só poderia ocorrer após sua exoneração.

O problema é que o PT e setores da imprensa fizeram um barulho enorme, atacando a decisão de Moro, que, segundo os petistas, não poderia acumular a função ocupando uma vaga na equipe de transição de Bolsonaro junto ao atual governo.

Para evitar maiores problemas, o magistrado resolveu antecipar seu pedido de exoneração, que já foi prontamente aceito pelo presidente do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores. Neste intervalo, a juíza Gabriela Hardt ficou a responsável pela tomada do depoimento desastroso do ex-presidente Lula no caso do sítio de Atibaia.

Quem entende? Após reclamar pelo fato de Moro ter adiado seu pedido de exoneração, o PT agora quer impedir que ele se desligue do cargo. O partido solicitou ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça), nesta 6ª feira-feira, 16, a anulação da saída de Moro do cargo de juiz federal. Para justificar o pedido, o partido afirma que há contra ele 1 processo aberto no conselho para investigar sua ida ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“O artigo 27 da Resolução 135/2011 deste Conselho Nacional estabelece a impossibilidade de afastamento do magistrado que estiver respondendo a processo administrativo disciplinar até que haja uma conclusão do processo ou do cumprimento da penalidade”, consta em trecho do documento.

A peça é assinada pelos advogados e deputados federais do PT Paulo Pimenta (RS), Paulo Teixeira (SP) e Wadih Damous (RJ).

Os integrantes da legenda estão tão perdidos, que já não sabem se será pior para eles que Moro fique na Lava Jato ou no Ministério da Justiça. Por outro lado, deixam a impressão de que se deram conta de que a juíza Gabriela Hardt pode ser mais dura que o juiz que condenou Lula no caso do triplex. Mesmo sem querer, Moro deu um nó no PT. 
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Todo mundo no PT sabe do que Lula é acusado no caso do sítio, menos o presidiário e seus advogados?



O ex-presidente Lula e seus advogados ficaram com cara de tacho perante a nação e o mundo durante o primeiro depoimento do petista à juíza Gabriela Hardt, esta semana. Logo no início do interrogatório com a magistrada que substitui Sérgio Moro nos processos da Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba, Lula tentou enquadrar Gabriela Hardt, indagando a juíza sobre a propriedade do sítio de Atibaia, algo que não tem qualquer relação com o processo:

Lula - "Doutora, eu só queria perguntar para o meu esclarecimento. Eu sou o dono do sítio ou não? Porque eu estou disposto a responder toda e qualquer pergunta. Eu sou dono do sítio ou não?", indagou Lula, numa das cenas mais ridículas da oitiva.

Gabriela Hardt - "Isso o senhor que tem que responder e eu não estou sendo interrogada nesse momento", respondeu a juíza.

Lula tentou interromper a magistrada alegando que term que responder é quem o acusou. Gabriela Hardt então chamou a atenção de Lula: “Senhor ex-presidente, esse é um interrogatório --e se o senhor começar nesse tom comigo, a gente vai ter problema”.

O ex-presidente ainda tentou desvirtuar o interrogatório, fingindo-se confuso quanto à natureza da acusação de corrupção e lavagem de dinheiro que pesam contra ele no caso. A defesa do petista também tentou dar suporte ao petista em suas arguições e a situação do réu e de seus advogados ficou ainda mais feia perante o mundo:

“Eu vim aqui pensando que vocês iam me desmoralizar, pegar uma escritura, mostrar que eu paguei, que eu recebi (a escritura do sítio). Vocês não fizeram nada disso”. A reação do representante da Lava Jato quanto ao comportamento do réu e de seus advogados não poderia ter sido mais implacável:

 “Se o senhor não sabe qual é o objeto da ação, é um problema da defesa técnica do senhor. Se o senhor se sentir indefeso, pode chamar a Defensoria Pública.” sugeriu o procurador, degradando ainda mais a conduta de Lula e de seus advogados. Defensoria pública serve para atender pessoas sem condições de contratar um advogado.

Mas enquanto Lula parecia não saber bem ao certo do que era acusado, praticamente todos no PT tinham na ponta da língua as acusações que pesam contra o petista no caso do sítio de Atibaia. Um dia antes, a presidenta Nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, usou a tribuna do Senado para falar sobre o caso:

“Lula não é acusado de ser dono do sítio. O próprio Sérgio Moro diz que isso não tem importância. Lula é acusado pelas reformas que foram feitas no sítio”, explicou a senadora didaticamente em um trecho da fala que foi publicada na íntegra no site do próprio PT.

Com informações do PT
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O Brasil sendo passado a limpo, e o STF desperdiça a chance de tomar decência exigindo aumento num país com milhões de desempregados



O Brasil acaba de viver um dos mais belos momentos da Democracia, com a eleição e uma das transições de governo mais colaborativas de toda a história. Apesar das tensões políticas do pleito eleitoral, a maioria da população apostou na mudança diante das opções possíveis. Após comer o pão que o PT amassou, o país vive um clima de esperança com a prisão de corruptos, como o ex-presidente Lula, e a confirmação da ida do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Há ainda boas expectativas de que o novo Congresso, renovado em quase 50% de suas cadeiras, vá, a partir do ano que vem, cooperar com o novo governo, aprovando medidas emergenciais necessárias para que o país continue trilhando pela recuperação da economia e geração de empregos.

Apesar desta onda de esperança em dias melhores, uma das instituições que mais teve sua credibilidade colocada em cheque nos últimos anos, o Supremo Tribunal Federal, tenta impor ao país uma chantagem visando a obtenção de um reajuste que pode custar aos cofres públicos mais de R$ 6 bilhões no próximo ano. O aumento dos salários dos ministros do STF gera um efeito cascata sobre o teto dos salários de servidores da União, Estados e Municípios.

Em agosto, por 7 votos a 4, a maioria dos ministros do STF votou pela inclusão no orçamento de 2019 a previsão de reajuste salarial de 16,38% para os ministros da Corte. Poucos dias após o segundo turno da eleição, o Senado aprovou, por 41 votos a 16, o projeto de reajuste desejado pelos ministros do Supremo. Atualmente em R$ 33,7 mil, o salário dos ministros será de quase R$ 40 mil a partir do ano que vem. Fosse o reajuste apenas para os 11 integrantes da Corte... O problema é o tal do "efeito cascata" nas contas públicas, porque representa o teto do funcionalismo público. Quando o teto é elevado, aumenta também o número de servidores que poderão receber um valor maior de gratificações e verbas extras que hoje ultrapassam o teto.

Como se não bastasse se tratar dos representantes da elite do serviço público, os mais bem pagos, há ainda um clima de chantagem envolvendo a negociação do fim do auxílio-moradia para a categoria. Enquanto a população torce para que o Brasil seja passado a limpo, tanto no tocante à corrupção e impunidade quanto aos altos salários e privilégios incompatíveis com a realidade do país, os ministros  do STF desperdiçam a chance de recuperar a credibilidade da instituição perante a nação.
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URGENTE - Submarino argentino desaparecido há um ano com 44 tripulantes a bordo é encontrado



A Marinha da Argentina confirmou nesta sexta-feira (16), ter encontrado o submarino que desapareceu há um ano no Oceano Atlântico, com 44 tripulantes a bordo. O último contato com o submarino "ARA San Juan" ocorreu em 15 de novembro de 2017, quando navegou no Golfo de São Jorge, a 450 km da costa. Ele havia navegado de Ushuaia, no extremo sul da Argentina, de volta a Mar del Plata.

O drama dos familiares da tripulação comoveu o mundo. A busca pelo "ARA San Juan" começou 48 horas após o último contato. 13 países colaboraram, mas a maioria se retirou antes do final de 2017, sem resultados. A embarcação foi finalmente descoberta, exatamente um ano e um dia após ter desaparecido. O navio da empresa americana Ocean Infinity partiu no dia 7 de setembro com quatro membros da família a bordo e estava prestes a interromper a busca quando o submarino foi encontrado.

Foram gastos cerca de 25,5 milhões de dólares com as buscas, de acordo com informação divulgada esta semana por Graciela Villata, alta funcionária do Ministério da Defesa. A informação sobre a localização do submarino foi devulgada pela própria Marinha, por meio do Twitter e pelo porta voz da Marinha Rodolfo Ramallo:

"O navio da Ocean Infinity decidiu realizar uma nova busca e graças a Deus localizou a zona" onde o submarino está afundado, declarou Rodolfo Ramallo à emissora de televisão TN.

Com informações da Folha
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Lula fica 222 dias sem dar as caras e quando aparece...



O ex-presidente Lula está preso em Curitiba desde o dia 07 de abril de 2018, data em que o petista se entregou à Polícia Federal após protagonizar um espetáculo ridículo de resistência durante quase 48 horas na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, em São Paulo.

Ao saber que sua situação perante a Justiça poderia se complicar, caso fosse declarado um fugitivo que poderia perder o direito de recorrer de sua condenação, Lula se desesperou. O mesmo sujeito que se escondeu da Justiça fiando-se no aglomerado de militantes que se concentrava no entorno do prédio do sindicato, acabou sendo impedido de se entregar à polícia pelos próprios apoiadores. Lula mandou seus emissários implorarem para que a militância o deixasse sair, mas a massa não arredou o pé do portão por onde Lula tentou sair. Mesmo sendo informados de que o petista poderia ter sua defesa prejudicada, caso não se entregasse à polícia dentro do prazo determinado pela PF, os militantes não abriram a guarda.

No auge do desespero, Lula resolveu atravessar a rua a pé, se esgueirando entre o mar de militantes que tentavam detê-lo. Lula deixou a sede do sindicato dos metalúrgicos e foi levado diretamente para a sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde permaneceu trancafiado e sem dar as caras por longos 222 dias, até a semana passada, quando deixou a cadeia para ser interrogado pela juíza Gabriela Hardt, na sede da Justiça Federal, também em Curitiba.

Quem imaginava que o petista, após tanto tempo encarcerado, fosse prestar um depoimento histórico, acabou se decepcionando. Mesmo tendo 222 dias para pensar, Lula não conseguiu  elaborar alguma desculpa convincente para tentar justificar o recebimento de vantagens indevidas nas obras do sítio de Atibaia, que lhe renderam acusações de corrupção e lavagem de dinheiro.

Perdido, o petista já foi logo interrogando a juíza Gabriela Hard: 'Sou o dono do sítio ou não?'

Lula levou um pito tão feio que muitos petistas devem ter preferido que ele ficasse de bico fechado. O petista poderia ter apelado ao artigo 5º , Inciso LXIII , da Constituição, que lhe garante o direito de ficar calado. Melhor que passar 222 dias na cadeia e sair só para passar vergonha.
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Lula é um traidor da nossa democracia que achava que podia tudo



O Engenheiro agrônomo e escritor Francisco Graziano Neto, mais conhecido no meio político como Xico Graziano, ofereceu uma bela perspectiva sobre a passagem nada louvável do ex-presidente Lula pela história do Brasil. Em artigo publicado no portal Poder360, Graziano destaca que "Lula é a maior decepção da política brasileira, campeão mundial da desilusão de um povo sofrido".

Ao abordar interrogatório do petista esta semana, conduzido pela juíza Gabriela Hardt, Graziano  sugeriu que o depoimento do petista deixaria uma certeza: "Lula é um traidor da nossa democracia. Deverá mofar na prisão"

"Lula é a maior decepção da política brasileira, campeão mundial da desilusão de 1 povo sofrido.

Chefe da mais perigosa quadrilha que assaltou os cofres públicos da nação, ficará frente a frente com a Justiça e, com seu jeito peculiar, fará cara de perseguido, fingindo ser como os ingênuos pintinhos que criava no sítio de Atibaia.

Como pode ter Lula enganado a tantos e por tanto tempo? A dúvida me remeteu à releitura do livro “O que sei de Lula”, de autoria de José Nêumanne Pinto.

Lançado em 2011, logo após a eleição de Dilma Rousseff, a obra, recebida com certo temor por afrontar o poder central da República, passou a ser obrigatória. Seu autor, 1 visionário.

Baseado em fatos, por ele presenciados, Nêumanne desnuda a má índole de Lula, já notada, mas sempre dissimulada, desde as lutas operárias de São Bernardo do Campo.

Pelas palavras de Mário Chamie, ao evidenciar no prefácio a lucidez de o jornalista mostrar que “Lula, sobrepondo a tudo suas ambições pessoais, não vê limites éticos em manipular a boa-fé do povo que o cultua fervorosamente, na dócil embriaguez de sua ingenuidade e de sua inadvertida inocência”.

Lendo novamente agora sua escrita, estando Lula na cadeia, e prestes a sofrer sua segunda condenação, percebe-se claramente o certeiro vaticínio de Nêumanne:  Lula nunca prestou, sempre foi 1 ilusionista da esquerda, 1 rei da esperteza política, que tomava cachaça com os operários e depois jantava com os patrões.

Era o que Nêumanne tentava dizer, quase gritando.

Mas a opinião pública, influenciada pelos bajuladores do petismo, incluindo os empresários aproveitadores das falcatruas, sempre relevou quem ousasse dizer verdades sobre o operário malandro.

Lula, a encarnação do povo, era 1 “semideus”. Até cair nas mãos do impoluto Sérgio Moro.

Nós não sabemos o que foi feito dos 2 gambás presos na armadilha do caseiro Maradona.

Sobre a história de Lula, porém, já conhecemos quase tudo. O capítulo deste seu novo depoimento judicial apenas comprovará: Lula é 1 traidor da nossa democracia. Deverá mofar na prisão".

Leia o artigo completo no Poder360
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Médico cubano que atuava na Paraíba chama Bolsonaro de lacaio sem preparo para ser presidente do Brasil



O Globo informa que os primeiros médicos cubanos a deixarem o Brasil após as declarações consideradas ofensivas do presidente eleito Jair Bolsonaro já chegaram à Cuba.

Na chegada ao seu país, o médico José trabalhava em Manaíra chamou Bolsonaro de lacaio dos americanos e disse à televisão estatal cubana que o presidente eleito não tem nem conhecimento nem preparo para ser presidente do Brasil:

— Ratificamos a decisão de não seguir participando do programa Mais Médicos, no Brasil, devido às manifestações servis deste lacaio do império, o novo presidente eleito do Brasil, que não tem conhecimento nem preparo para ser presidente desse país e que não se interessa pela saúde do povo brasileiro. Nós entregamos o melhor — disse José Ángel Véliz à "CubaTV".

De acordo o site do Mais Médicos, José trabalhava em Manaíra (PB). Outras duas médicas entrevistadas estavam em Itapiuna (CE) e Benjamin Constant (AM). O governo cubano decidiu encerrar unilateralmente a parceria do programa Mais Médicos com o Brasil, alegando que Bolsonaro ofendeu os profissionais que atuavam no país.

Os primeiros 196 médicos chegaram no aeroporto de Havana, na madrugada de quinta-feira, menos de 24 horas após o anúncio da decisão. Segundo a reportagem foi "um momento mágico de regressar à pátria com a missão cumprida". No total, mais de 8 mil médicos devem deixar o Brasil nos próximos dias.

Para evitar transtornos à população, o governo Temer, por meio do Ministério da Saúde, informou na manhã desta sexta-feira (16) que a seleção de médicos brasileiros para ocuparem as vagas dos profissionais cubanos ocorrerá ainda em novembro.

A reportagem abaixo informa que, ao longo de 55 anos. a colaboração de médicos cubanos atendeu a 164 países e que atualmente, há profissionais de saúde atuando em 67 nações nos cinco continentes.



Com informações de O Globo

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Moro pede exoneração do cargo de juiz federal e abre possibilidade de substituição da juíza Gabriela Hardt



A Lava Jato pode mudar de comando de novo. Sérgio Moro pediu exoneração do cargo de juiz federal nesta sexta-feira, 16. O magistrado havia entrado com um pedido de férias até o final de dezembro, alegando estender o direito de manter seus provimentos e de poder contar com segurança federal para ele e seus familiares. Moro havia anunciado que se desligaria da magistratura quando estivesse mais próximo de assumir o cargo de Ministro da Justiça e Segurança Pública.

Com o interrogatório do ex-presidente Lula conduzido pela juíza Gabriela Hardt, que assumiu a  13ª Vara Federal de Curitiba, Moro passou a ser questionando por sua decisão e resolveu antecipar seu pedido de exoneração. Enquanto estivesse de férias, a juíza Gabriela Hardt seria mantida no posto como juíza substituta natural. A partir de segunda-feira, 19, o processo de substituição de Moro à frente da  13ª Vara Federal de Curitiba segue o trâmite normal, quando outros magistrados podem pleitear o comando da seção responsável pelos julgamentos da Lava Jato no Paraná.

Segundo informou a Veja, "Segundo o TRF4, depois da publicação do ato de exoneração de Moro no Diário Oficial da União, será divulgado um edital de concurso de remoção, em que juízes da Justiça Federal da 4ª Região (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) poderão se candidatar à vaga. Não há prazo para publicação do edital.

Após a divulgação, os magistrados interessados no posto terão o prazo de dez dias para manifestar interesse e outros três dias para desistirem. O processo de substituição, conforme o TRF4, deve durar cerca de um mês. A escolha é feita por critério de antiguidade, ou seja, será o novo responsável pela Lava Jato no Paraná aquele que há mais tempo for juiz federal da Justiça da 4ª Região.

Os critérios seguintes são a antiguidade como juiz federal substituto da 4ª Região e, ainda, a classificação no concurso público para juiz federal. O ato de remoção, isto é, a oficialização do novo magistrado titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, será publicado no Diário Eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região".

Enquanto a vaga não é preenchida, os processos da Lava Jato continuam sob responsabilidade de Gabriela Hardt, incluindo duas ações que têm entre os réus o ex-presidente Lula. Os dois processos estão em fases avançadas e um deles já está pronto para sentença.

O TRF-4 confirmou o pedido de exoneração de Moro:

"O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador federal Thompson Flores, assinou, no início da tarde de hoje (16/11), o ato de exoneração do juiz federal Sergio Fernando Moro, que terá vigência a partir de segunda-feira (19/11). Thompson Flores recebeu nesta manhã o pedido de exoneração do titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em 1º grau.

Moro relatou no documento que é notório o convite e o aceite para assumir como ministro da Justiça a partir de janeiro de 2019, bem como o seu pedido de férias até a posse. Escreveu também: “houve quem reclamasse que eu, mesmo em férias, afastado da jurisdição e sem assumir cargo executivo, não poderia sequer participar do planejamento de ações do futuro governo”.

O juiz federal ponderou: “embora a permanência na magistratura fosse relevante ao ora subscritor por permitir que seus dependentes continuassem a usufruir de cobertura previdenciária integral no caso de algum infortúnio, especialmente em contexto no qual há ameaças, não pretendo dar azo a controvérsias artificiais, já que o foco é organizar a transição e as futuras ações do Ministério da Justiça”.

“Assim, venho, mais uma vez registrando meu pesar por deixar a magistratura, requerer a minha exoneração do honroso cargo de juiz federal da Justiça Federal da 4ª Região, com efeitos a partir de 19/11/2018, para que eu possa então assumir de imediato um cargo executivo na equipe de transição da Presidência da República e sucessivamente ao cargo de Ministro da Justiça e da Segurança Pública”, declarou Moro.

“Destaco meu orgulho pessoal de ter exercido durante 22 anos o cargo de juiz federal e de ter integrado os quadros da Justiça Federal brasileira, verdadeira instituição republicana”, finalizou Sergio Fernando Moro.

Vaga na 13ª Vara Federal

Após a publicação do ato de exoneração do magistrado federal no Diário Oficial da União (DOU), o edital para concurso de remoção deve ser publicado. A remoção é um concurso interno entre magistrados da Justiça Federal da 4ª Região, para preenchimento de vagas, de acordo com as regras estabelecidas na Resolução 32/2007 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na Resolução 1/2008 do Conselho da Justiça Federal (CJF) e no Regimento Interno do TRF4, artigo 371.

Após a publicação do edital, os juízes federais que desejarem concorrer à vaga de remoção têm o prazo de 10 dias para manifestação de interesse e três dias para desistência. Depois o processo é instruído e deve ter a duração de cerca de um mês.

O candidato deve ser escolhido de acordo com o critério da antiguidade. Primeiro leva-se em conta o tempo no cargo de juiz federal na 4ª Região. Depois, a antiguidade no exercício no cargo de juiz federal substituto na 4ª Região e, por fim, o critério de classificação no concurso público. 

A deliberação sobre o pedido de remoção cabe ao Conselho de Administração do TRF4. O ato de remoção é expedido pelo Presidente do TRF4 e publicado no Diário Eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região.

Até que seja preenchida a vaga de juiz federal na vara em que houve pedido de  exoneração do magistrado, a substituição até o exercício do novo juiz titular fica a cargo do juiz federal substituto da própria vara. Não há redistribuição de processos, eles continuam atribuídos ao Juízo Federal, ou seja, a 13ª Vara Federal de Curitiba".

Com informações do TRF-4
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Um escândalo. Lula e seus parentes estiveram 270 vezes no sítio de Atibaia



Por mais que o ex-presidente Lula tente se desvencilhar do processo do sítio em Atibaia, as evidências, provas e testemunhos de seus cúmplices tendem a dificultar qualquer expectativa de escapar de uma nova condenação na Lava Jato.

O petista tentou confundir a juíza Gabriela Hardt durante seu interrogatório esta semana, perguntando à magistrada se ele era ou não o dono do sítio. Acontece que isto não está em questão nesta ação penal. Neste caso, Lula é acusado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro perpetrados de forma dissimulada, no qual o petista teria colhido benefícios indevidos por meio de reformas na propriedade destinada ao seu uso e de seus familiares.

Embora o juiz original responsável inicialmente pelo caso, Sérgio Moro, tenha dito quando acolheu a denúncia que as provas permitem a conclusão de que Lula se comportava como proprietário do sítio, Moro destacou que "as reformas foram feitas para beneficiá-lo".

Moro observou à época que bens pessoais de Lula e dos parentes dele foram encontrados no imóvel e que veículos utilizados por Lula teriam comparecido 270 vezes ao longo de seis anos no sítio.

Conforme o Ministério Público Federal (MPF), o ex-presidente recebeu propina do Grupo Schain, de José Carlos Bumlai, OAS a Odebrecht por meio da reforma e decoração no sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), que frequentava com a família. Outras 12 pessoas são rés neste processo. Todos os citados acima confirmaram que fizeram obras para Lula, que Lula se comportava como o dono do sítio, que as obras atendiam especificações para atender as necessidades do petista e que Lula nunca perguntou quanto dinheiro foi gasto com as obras. Os valores foram abatidos em contas de propina oriundas de contratos da maioria dos envolvidos com a Petrobras e outros negócios com os governos do PT.

Segundo a denúncia, as melhorias no imóvel totalizaram R$ 1,02 milhão. Ex-executivos da Odebrecht afirmaram que o departamento de propina da empresa bancou parte das obras.

De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, Bumlai teria ajudado no repasse de propina ao ex-presidente no valor de R$ 150 mil.

Agentes do ex-presidente instalaram câmeras de segurança no imóvel.

O ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, confirmou que o pedido da reforma partiu do ex-presidente, e que os dois falaram pessoalmente sobre o projeto. O empresário Emílio Odebrecht afirmou que não teria como negar nenhum favor a Lula, após tantos negócios lucrativos para sua empresa. Marcelo Odebrecht afirmou que as obras foram favores para a 'pessoa do Lula'.

Fernando Bittar, um dos donos do sítio, disse à juíza Gabriela Hardt, que assumiu os processos da Lava Jato, com a saída de Moro, que Lula e Dona Marisa queriam a reforma porque precisavam guardar objetos ganhos pelo ex-presidente. Ele afirmou que achava que Lula faria o pagamento das obras na propriedade. Bittar responde por lavagem de dinheiro neste processo.

Lula dificilmente conseguirá convencer as autoridades de que todas as obras foram feitas por empreiteiros de sua relação de forma gratuita para um estranho, no caso, o próprio Fernando Bittar, que não possui qualquer vínculo com os financiadores das obras. A situação seria facilmente contornável, caso algum dos envolvidos, fosse Lula, Bittar ou qualquer outra pessoa apresentasse as notas e comprovasse os pagamentos referentes aos serviços prestados, bem como a origem do dinheiro usado nas operações. Como se trata aparentemente de crimes de lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo o recebimento de vantagens indevidas, ninguém possui qualquer documento capaz de livrar Lula de uma eventual segunda condenação na Lava jato.O petista está numa situação complicada...Se nem o petista ou seus advogados conseguiram encontrar uma explicação plausível para justificar tantas evidências que o incriminam, ninguém mais neste mundo consegue.

Condenado a mais de 12 anos no caso do triplex, Lula não é mais réu primário. Caso seja condenado no caso do sítio de Atibaia, o petista pode ter sua pena aumentada ainda mais, elevando seu tempo de permanência na cadeia. Os atos impensados do passado roubaram-lhe preciosos momentos de dignidade no futuro.

Com informações do G1
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Lula tentou confundir, se enrolou e acabou pedindo para ir ao banheiro durante interrogatório



O ex-presidente Lula bem que tentou dar uma de esperto durante seu interrogatório em Curitiba esta semana, mas acabou se complicando. Logo no início da oitiva, o petista deu uma de interrogador e indagou a magistrada se ele era ou não o dono do sítio em Atibaia, algo completamente fora de questão. Lula não é acusado de ser ou não ser o dono de nada, mas sim de ter sido beneficiário de um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o repasse ao petista de vantagens indevidas por meio de reformas no referido sítio.

Após levar uma dura histórica da juíza Gabriela Hardt, que lembrou o petista que quem fazia perguntas ali era ela, Lula ainda tentou desconversar sobre as obras estimadas em mais de R$ 1 milhão feitas no sítio pelas empreiteiras Odebrecht e OAS, e pelo seu amigo, José Carlos Bumlai.

A magistrada colocou o advogado Cristiano Zanin. numa situação delicada, a questioná-lo se o cliente tinha conhecimento do que era acusado. Mais adiante, Lula tentou novamente se esquivar das acusações concretas que pesam contra ele no processo, insinuando que era acusado de ser o dono do sítio.

Em dado momento, o procurador da República Athayde Ribeiro Costa, resolveu acuar Lula e seus advogados, sugerindo que a defesa do petista não estava sendo eficiente no sentido de instruir o próprio cliente sobre as acusações que pesam contra ele e sugeriu que recorressem à defensoria pública (advogados gratuitos garantidos aos mais necessitados).

Ao perceber que havia criado uma situação da qual não saberia como se desvencilhar, Lula pediu licença para ir ao banheiro.

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Moro detona: Lula é mentor do esquema criminoso da Petrobras



Após se desligar da magistratura para assumir o ministério da Justiça e Segurança Pública do governo de Jair Bolsonaro, o juiz federal Sérgio Moro concedeu sua primeira entrevista a um veículo impresso. Na matéria publicada nesta sexta-feira, 15, pela Revista ISTOÉ, Moro afirma com todas as letras que o ex-presidente “Lula é o mentor do esquema criminoso na Petrobras. O tríplex é a ponta do iceberg”.

"Ao responder à ISTOÉ sobre o inconformismo do ex-presidente em relação à condenação imposta a ele, Moro lembrou que a sentença foi “extensamente fundamentada” e acrescentou: “As provas indicam que Lula é o mentor desse esquema criminoso que vitimou a Petrobras. E não se trata só de um tríplex. Nós falamos de um rombo de R$ 6 bilhões. O tríplex é a ponta do iceberg”, afirmou categoricamente o responsável pelas investigações da Lava Jato ao longo de mais de quatro anos.

Leia a entrevista completa na ISTOÉ

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Lula pode ser condenado mais duas vezes na Lava Jato em breve



O ex-presidente Lula nunca esteve tão perto de outras condenações na Lava Jato. O que mais assusta o petista e seus apoiadores é o fato de que seu depoimento prestado no caso do sítio de Atibaia marca o encerramento de uma das últimas fases de um dos processos mais bem documentados contra o petista. Lula já foi condenado em Curitiba na ação penal relativa ao triplex do Guarujá.

Além do caso do sítio de Atibaia, Lula ainda responde por outro processo na Lava Jato, no qual é acusado de ser beneficiado pela Odebrecht mediante a compra de um terreno para o Instituto Lula, em São Paulo. Nesse processo, as defesas entregaram as alegações finais há duas semanas.

Nas duas ações pendentes, os interrogatórios, que ocorrem após a produção de provas com depoimentos de testemunhas de defesa e acusação, já foram concluídos. Inclusive o do ex-presidente Lula, que foi interrogado pela juíza Gabriela Hardt, que substituiu o juiz Sérgio Moro após a confirmação de sua ida para o Ministério da Justiça e Segurança Pública do governo de Jair Bolsonaro.

Apenas no caso do sítio em Atibaia, pode haver ainda diligências complementares até a abertura de prazo para alegações finais, manifestação de  final das defesas até a sentença que dirá se os réus serão considerados culpados.

Já no caso relativo ao terreno para o Instituto Lula, as defesas entregaram as alegações finais há duas semanas.

Diante disso, o processo do Instituto Lula estaria já prestes a ser sentenciado em sua segunda ação penal na Lava Jato. O petista cumpre pena em regime fechado em Curitiba. Lula foi condenado em Segunda instância a uma pena de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. O petista não é mais réu primário.


Com informações da Folha
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Diretor do Santander vai comandar o Banco Central no governo de Bolsonaro



Após a recusa do atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, em continuar no cargo por mais uma temporada, a equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro oficializou nesta sexta-feira, 15, o nome do diretor do banco Santander, Roberto Campos Neto, para assumir o posto.

Apesar da recusa de Goldfajn, que não quis assumir um compromisso a longo prazo, a equipe econômica de Bolsonaro conseguiu manter ao menos um dos nomes da equipe do presidente Michel Temer. Além de confirmar o presidente do Santander para comandar o Banco Central, a equipe de Bolsonaro também confirmou a permanência de Mansueto Almeida no cargo de secretário do Tesouro Nacional.

“O economista Roberto Campos Neto aceitou o convite e terá seu nome indicado ao Senado Federal para presidir o Banco Central”, informou equipe de Bolsonaro.

O presidente do Santander, Sérgio Rial, desejou sucesso para Campos Neto na nova função. “Roberto Campos Neto é um profissional com sólida formação e profundo conhecimento da área econômica. Desejamos a ele muito êxito no desempenho de sua nova função, tão importante para o desenvolvimento do país”, afirma Rial, em nota.

Entre as nomeações confirmadas pela equipe de Bolsonaro, pelo menos um nome ainda não foi bem digerido pelos apoiadores do presidente eleito. A confirmação de Joaquim Levy, que trabalhou com gente como Sérgio Cabral, Antonio Palocci, Lula e Dilma, para a Presidência do BNDES frustrou parte dos eleitores de Bolsonaro, que o viam como um candidato antissistema. Apesar da gritaria, o nome de Joaquim Levy para comandar o BNDES foi mantido.
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Líder do MST fala em bloquear rodovias em homenagem a Lula



O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, João Pedro Stédile, aparece em um vídeo supostamente gravado durante o depoimento prestado pelo ex-presidente Lula esta semana em Curitiba. No diálogo, fica claro que Stédile conspira com outros apoiadores do ex-presidente Lula, entre eles a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann.

Na gravação, Stédile sugere greves e bloqueios de estradas em homenagem a Lula. Segundo o líder do MST, a expectativa é a de que os bloqueios repentinos servirão para 'criar um clima' de que o Lula é inocente. Na visão deturbada dos apoiadores do presidiário, paralisar o país e infernizar a vida de quem quer trabalhar é uma forma de convencer o cidadão sobre suas convicções doentias.

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Militância chora com retorno de Lula à carceragem da PF, após depoimento - VÍDEO



O registro do retorno do ex-presidente Lula à carceragem da Polícia Federal em Curitiba, logo após encerrado o depoimento à juíza Gabriela Hardt, na sede da Justiça Federal do Paraná. Militantes que acompanhavam a movimentação em frente ao prédio onde o petista está preso foram flagrados chorando.

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Gleisi Hoffmann ataca Gabriela Hardt, a juíza que pode impor nova condenação a Lula na Lava Jato



A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, tentou desqualificar a juíza Gabriela Hardt, que interrogou o ex-presidente Lula esta semana no âmbito da ação penal do sítio em Atibaia. Segundo a petista, a substituição de Moro por Hardt é “mais uma peça teatral” do futuro ministro da Justiça do governo Bolsonaro.

Segundo o Estadão, Gleisi Hoffmann disse, em frente ao prédio da PF onde ocorreu o depoimento, que não há “nenhuma expectativa” de que Lula não seja condenado neste outro caso, referente ao sítio de Atibaia.

A petista fez as declarações ainda alheia ao desempenho trágico do ex-presidente Lula perante a juíza que substitui Moro no caso. Considerada mais linha dura que seu antecessor, a magistrada abateu Lula logo no início do interrogatório, desarticulando uma manobra do petista, que tentou desvirtuar a natureza do processo que pesa contra ele. Lula tentou insinuar várias vezes que a investigação buscava apurar se ele era ou não o dono do sítio, quando na verdade, a ação aborda o recebimento de vantagens indevidas por parte do petista por meio de obras pagas por empreiteiras investigadas na Lava Jato.

Aparentando total descolamento da realidade, Gleisi repetiu a ladainha de que Lula é inocente das acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e está sendo perseguido politicamente por Moro. A Petista ainda criticou o juiz por ter tirado férias de seu cargo na 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba após aceitar o convite para compor o governo do presidente eleito.

Na opinião da presidente da sigla, ele deveria ter se exonerado do cargo para que um novo juiz fosse escolhido para dar sequência ao processo. “É uma juíza que é a sequência do que o juiz Sergio Moro quer”, atacou a petista inconformada com os apuros em que Lula se meteu.

*Com informações de Estadão Conteúdo
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Fiasco do ato PT, CUT e MST no depoimento de Lula é sinal de que o condenado já era



O PT, MST e CUT não conseguiram mobilizar a militância para apoiar o ex-presidente Lula em seu primeiro interrogatório conduzido pela juíza Garbiela Hardt, que substitui o juiz Sérgio Moro nos processos da Lava Jato na Justiça Federal no Paraná.

Mesmo com um esquema reduzido, os responsáveis pela segurança nas imediações do prédio onde Lula foi interrogado não tiveram qualquer preocupação com o ato convocado por grupos ligados ao PT. A apenas a praça em frente ao prédio foi interditada, onde se concentraram cerca de 50 manifestantes que prestavam solidariedade ao condenado. Tirando o desânimo dos apoiadores de Lula, não houve qualquer registro de confrontos.

Inconformados por não terem mais como acusar o juiz federal Sérgio Moro de perseguição política, os aliados de Lula concentraram os ataques contra a juíza Garbiela Hardt, que irá conduzir os processos da Lava Jato até a escolha de um novo juiz titular.

“O chefe dela é ele [Moro]”, afirmou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

“Não tem nenhuma diferença. É amiga dele [de Moro]”, disse a senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT. “Ele tirou férias para que a juíza substituta pudesse continuar o julgamento e seguisse o seu roteiro, que é condenar Lula.”

O depoimento estava marcado para o período eleitoral, mas foi adiado por Moro, que se desligou da magistratura para assumir o ministério da Justiça e Segurança Pública do governo de Bolsonaro. Grupos ligados ao PT atribuem o fracasso do ato ao adiamento do interrogatório. Para piorar ainda mais a situação, Lula não se saiu bem no depoimento. Abatidos, os poucos manifestantes não conseguiam disfarçar o desânimo com a situação do petista perante a Justiça.
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Lula tentou, sem sucesso, desvirtuar processo para escapar de condenação no sítio de Atibaia



O ex-presidente Lula bem que tentou desvirtuar um dos processos mais complexos que pesam contra ele na Lava Jato, ao ser interrogado esta semana no processo sobre o sítio de Atibaia. Logo no início do interrogatório, Lula tentou induzir a juíza Gabriela Hardt ao erro, sugestionado que o processo tem como base a acusação de que ele era o dono do sítio.

“Doutora, eu só queria perguntar, para o meu esclarecimento, porque eu estou disposto a responder toda e qualquer pergunta: eu sou dono do sítio ou não?” O erro de Lula foi subestimar, logo de cara, a capacidade da magistrada em identificar um malandro, quando se depara com um.

“Senhor ex-presidente, isso é um interrogatório. Se o senhor começar neste tom comigo a gente vai ter problema. Então, vamos começar de novo: Eu sou a juíza do caso, eu vou fazer as perguntas que eu preciso para que o caso seja esclarecido, para que eu possa sentenciá-lo ou algum colega possa sentenciá-lo. Então, num primeiro momento, eu quero dizer que o senhor tem todo o direito de ficar em silêncio. Mas, neste momento, eu conduzo o ato.”

Além de ser imediatamente repreendido sobre a tentativa infeliz de inverter a ordem das coisas, inclusive no sentido de questionar o juízo, Lula ainda viu sua defesa ser desqualificada, quando a juíza Gabriela Hardt sugerir que seus advogados o informassem adequadamente sobre as acusações que pesam contra ele.

A insistência de Lula em tentar distorcer a natureza do processo contra ele parecia não ter limites. O petista voltou a argumentar sobre a titularidade da propriedade, algo que não estava absolutamente em questão: “Eu vim aqui pensando que vocês iam me desmoralizar, pegar uma escritura, mostrar que eu paguei, que eu recebi (a escritura do sítio). Vocês não fizeram nada disso”.

Lula foi novamente repreendido por um representante do Ministério Público: “Se o senhor não sabe qual é o objeto da ação, é um problema da defesa técnica do senhor. Se o senhor se sentir indefeso, pode chamar a Defensoria Pública.”, sugeriu o procurador, degradando ainda mais a conduta de Lula e de seus advogados.

Lula ainda se viu em apuros diante da juíza que substitui Sérgio Moro durante o interrogatório. O petista chegou a bater boca com a magistrada, quando tentou instigar a militância a criar embaraços aos membros do Ministério Público Federal.

O petista, que chegou  na sala de audiências da 13ª Vara de Curitiba disposto a reverter um dos processos mais bem documentados contra ele na Lava Jato, saiu deixando a impressão geral de que será condenado em mais uma ação penal pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Diante de acusações claras esclarecidas por seus cúmplices diretos nos ilícitos que tinham como objetivo dissimular o repasse de valores por meio de vantagens indevidas, os argumentos de Lula soaram infantis, ridículos e até mesmo desesperados.

Como explicar que empreiteiras que obtiveram vantagens ilícitas em contratos com seu governo destinariam pessoal, dinheiro e correriam riscos desnecessários para reformar e ampliar o sítio de um estranho? Como explicar obras encomendadas para atender a necessidades específicas, como a construção de anexos para abrigar seguranças, ampliação dos prédios, incluindo uma adega para armazenar milhares de garrafas de bebidas do petista e até mesmo a ampliação do lago, onde foram encontrados pedalinhos com os nomes dos netos de Lula?

Fernando Bittar, dono do sítio no papel e sócio do filho de Lula, disse no interrogatório que achava que era o ex-presidente quem ia pagar pelas reformas e benfeitorias na propriedade, uma vez que era ele o maior beneficiário. Lula tentou se sair com o velho jogo de empurra, afirmando que achava que as obras seriam pagas pelo dono do sítio. O problema nesta justificativa esfarrapada está justamente na relação com os empreiteiros responsáveis pelas reformas. Todos eram amigos de Lula e confirmaram à juíza Gabriela Hardt que bancaram os custos como forma de contrapartida por negócios espúrios com os governos do PT. Emílio Odebrecht, Léo Pinheiro e Marcelo Odebrecht são amigos de Lula, não de Fernando Bittar. Ninguém bancaria luxos orçados em R$ 1,02 milhão para um ilustre desconhecido.

Por mais esperto que se julgue, Lula não conseguiu se safar diante da juíza Gabriela Hardt.

Lula cumpre pena de 12 anos e um mês de cadeia, após ter sido condenado no caso do triplex do Guarujá. Após ser interrogado pela juíza Gabriela Hardt, o petista deixou a impressão de que sabe que será novamente condenado na Lava Jato, nesta ação penal referente à obras no sítio em Atibaia. Antes disso, o petista pode ser condenado pela própria Gabriela Hardt no processo sobre a compra de um apartamento e de um terreno que seria usado para abrigar o Instituto Lula. O caso já foi concluído pelo juiz Sérgio Moro e a sentença do petista pode sair a qualquer momento.

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