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Lula tem mais de 250 pedidos de liberdade negados em 8 dias



O ex-presidente Lula já teve mais de 250 pedidos de liberdade negados nos últimos oito dias, segundo o UOL. Nesta quarta-feira, 18, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) continuou recebendo novos pedidos de soltura do petista apresentados eitos por pessoas que não integram a defesa do Lula. Os novos habeas corpus em favor de Lula foram apresentados à Justiça, mesmo depois da decisão da presidente da Corte, ministra Laurita Vaz, de negar 143 habeas corpus com a mesma solicitação.

O vice-presidente do STJ, ministro Humberto Martins, negou mais um destes pedidos nesta quarta. Martins justificou sua decisão citando a posição adotada pela defesa de Lula de não endossar pedidos de habeas corpus que não sejam feitos pelos advogados formalmente nomeados pelo ex-presidente.

A estratégia estimulada por alguns apoiadores do ex-presidente Lula de entupir a justiça com pedidos de habeas corpus em favor do condenado foi desencorajada pelo próprio representante de sua defesa, Cristiano Zanin Martins confirmou que não há qualquer interesse em representações excepcional de terceiros não constituídos para defender o ex-presidente.

Segundo o UOL, "O pedido negado hoje por Martins foi apresentado na segunda (17) por um advogado de Minas Gerais. Há mais um habeas corpus pedindo a liberdade de Lula em tramitação no STJ, enviado à corte por e-mail por um homem que tem como advogado a Defensoria Pública da União.

A Constituição permite a qualquer pessoa apresentar um habeas corpus, advogado ou não.

No dia 11 de julho, quando a presidente do STJ negou os 143 habeas corpus apresentados até o dia anterior, outros 107 pedidos pela soltura de Lula foram protocolados no tribunal. Todos foram negados no dia seguinte.

Ao todo, portanto, já foram negados 251 pedidos de libertação do ex-presidente apresentados por terceiros em oito dias, conforme mostra o sistema de consulta processual do STJ".

As informações são do UOL
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O Brasil quer saber quais foram os 117 objetos levados por Dilma do Palácio do Planalto. Parte foi encontrada em um contêiner na Cooperativa dos Trabalhadores Assentados em Porto Alegre



O jornal O GLOBO informou há poucos dias que a maior  parte dos objetos que a ex-presidente Dilma Rousseff retirou do acervo da Presidência da República foi recuperada. Segundo a publicação, "Depois de 45 dias de buscas, a comissão criada pela Presidência da República para recuperar centenas de itens do acervo presidencial — que haviam sido levados de Brasília pelos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff — concluiu os trabalhos sem identificar o paradeiro de 74 objetos que estariam em posse de Lula. No caso de Dilma, apenas seis dos 117 objetos levados não foram localizados".

Ainda segundo a publicação, "No caso dos artigos levados pela ex-presidente Dilma, o relatório revela que foram localizados em um contêiner na Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre. Dos 117 itens levados por Dilma, a comissão afirma não ter encontrado seis. Em documento apresentado à comissão, no entanto, a ex-presidente indicou registros que comprovariam que os objetos estariam nas “dependências da Presidência da República”. “Em relação aos seis bens que não foram localizados no local, o senhor Douglas Szefer (representante de Dilma) apresentou à comissão documento descritivo em quatro laudas que relata que os citados seis bens estariam nas dependências da Presidência da República”, registra o relatório".

Até o momento, ainda não se sabe a natureza ou o valor dos objetos levados por Dilma para Porto Alegre, logo de que foi afastada da Presidência, em agosto de 2016. O povo brasileiro tem a curiosidade de conhecer a lista completa dos bens encontrados no contêiner na Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre.

As informações são de O GLOBO
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Dilma, Gleisi Hoffmann e Lula são praticamente ignorados no 24º Encontro Foro de São Paulo em Cuba



A ex-presidente Dilma Rousseff e a senadora Gleisi Hoffmann não tiveram a recepção esperada durante o 24º Encontro do Foro de São Paulo, realizado em Havana, capital de Cuba, entre os dias 15 e 17 deste mês. As duas não foram sequer convidadas para ocupar a mesa composta pelos principais nomes do encontro. Foram convidados apenas Miguel Díaz-Canel, presidente de de Cuba; Nicolás Maduro, da Venezuela; Evo Morales, da Bolívia; Salvador Sánchez Cerén, de El Salvador; e Manuel Zelaya, ex-presidente de Honduras que foi afastado do poder e até chegou a se hospedar em uma embaixada do Brasil.

As poucas menções ao nome do ex-presidente Lula durante o evento também deixaram as petistas e suas comitivas embaraçados. A prisão de Lula não foi tema de debate entre os presentes. Dilma fez um discurso rápido, enquanto Gleisi e outros apoiadores de Lula tentaram repercutir a pauta sobre a prisão do petista no varejo, entre os cerca de 600 delegados representantes de várias regiões.

O 24º Encontro do Foro de São Paulo aprovou uma Declaração conjunta oficial sem mencionar o nome de Lula. Foram aprovadas cerca de 40 resoluções relacionadas com temas como o rechaço ao bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba e o apoio à Venezuela e Nicarágua, países agredidos pela direita interna e externa com o protagonismo dos Estados Unidos.

Entre as ações informais em relação a situação do ex-presidente Lula, apenas a promessa de envio de cartas a autoridades do Brasil e a realização de um tuitaço mundial.
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Enquanto os políticos e membros do Judiciário enchem a boca para falar em Democracia, o povo, com cara de bobo, assiste calado a farra de privilégios vergonhosos



Quem acredita que os interesses do povo prevalecem numa Democracia como a do Brasil, pode ir tirando o cavalinho da chuva. Segundo o G1, "os cinco partidos que mais receberão recursos do fundo eleitoral neste ano informam que, na distribuição do dinheiro, pretendem priorizar os candidatos atualmente com mandato, o que, na avaliação de especialistas, mais uma vez dificultará a renovação no Congresso Nacional".

Na prática, o que se vê é a manutenção no poder de nomes que se perpetuam nas casas legislativas, nos cargos executivos e asseguram a dobradinha da troca de interesses e privilégios com os membros que ocupam cargos vitalícios no Judiciário em todo o país.

Os partidos são a chave para a manutenção do estado de coisas que vem se desenhando no país ao longo das últimas décadas, onde a maior parte do dinheiro do contribuinte é consumida por uma elite de servidores e políticos com seus altos salários e privilégios inomináveis.

O cidadão comum não tem qualquer chance de se inserir nos centros de tomadas de decisões do país sem passar pelo filtro dos partidos. No Rio de Janeiro, os maiores partidos ofereceram o ex-jogador Romário, que aparece na liderança das pesquisas, Eduardo Paes e Anthony Garotinho . Estas são as principais opções dos eleitores do Estado na escolha do próximo governante.

Sem desmerecer qualquer dos nomes, fica a impressão que em meio a quase 17 milhões de habitantes, o Rio não conseguiu produzir melhores candidatos. Obviamente, há milhares de nomes tão ou mais qualificados para disputar o governo do Rio. O problema é que qualquer cidadão que queira participar do processo de sucessão eleitoral, seja nos cargos executivos ou legislativos,  precisa se submeter ao crivo dos partidos. No Brasil, não há a possibilidade de registro para candidaturas independentes.

Desta forma, os mesmos nomes vão se reelegendo por um número incontável de vezes nas Câmaras de Vereadores, nas Assembleias Legislativas, na Câmara dos Deputados em Brasília, no Senado, nas prefeituras e governos de Estados. São políticos familiarizados com os interesses corporativos que têm primazia sobre o dinheiro do contribuinte, como as categorias organizadas de servidores, os membros do Judiciário, dos Tribunais de Conta, dos Ministérios Públicos estaduais e Federais, enfim.

Apenas no nível federal, os 2,2 milhões de funcionários públicos (inclusive os inativos) custaram R$ 257,8 bilhões aos cofres públicos. Isso significa que 1% da população brasileira abocanhou 20,7% de tudo que a União arrecadou do contribuinte naquele ano. Salários, férias, privilégios e penduricalhos totalmente incompatíveis com a realidade do setor privado. Numa Democracia, todos deve ter direitos iguais. Mas isto definitivamente não ocorre no Brasil, onde a elite do serviço público chega a receber até 7 vezes mais que um trabalhador da iniciativa privada, além dos benefícios, penduricalhos que podem dobrar seus rendimentos, e a garantia de estabilidade no emprego.

Com seus altos salários, privilégios e vantagens como o auxílio-educação para filhos até 24 anos em valores que podem superar os R$ 6 mil mensais, os servidores conseguem preparar seus filhos no melhores concursos para que também ingressem no serviço público.

Desta forma, gerações de políticos e de servidores se sucedem no poder do país e aprovam leis, no Judiciário e Legislativo, que os beneficiam mutuamente e se acumulam há décadas, em detrimento dos interesses e oportunidades dispensadas ao cidadão comum. O filtro para a elite que comanda o país se dá através dos partidos, onde o dono da legenda tem o poder de decidir quais candidatos vão concorrer por seu partido e quais vão receber mais dinheiro do fundo partidário.

Como se não bastasse a regra implícita que assegura a perpetuação no poder de determinada classe política, há ainda as alianças partidárias, onde são comuns os combinados sobre quem deve disputar qual vaga nas alianças entre os partidos. Na dança das cadeiras, ocorre até mesmo a venda de vagas em disputas de cargos de governadores, prefeitos, deputados federais, senadores e até mesmo entre vereadores. Um nome bem aprovado pelo eleitorado pode fazer um ótimo negócio 'abdicando' de sua candidatura em favor de outro nome. Permutas como estas podem garantir a independência financeira de alguns para o resto da vida. Desistir da disputa por uma vaga Senado ou em governo de Estado por uma vaga como deputado pode significar a troca de milhões de um bolso para outro. Enquanto isso, os políticos continuam voltando um cidadão contra o outro. Dividindo, fica mais fácil conquistar.

Já no caso do serviço público, a porta de entrada são os concursos que preparam e conscientizam o cidadão de que ele está disputando carreira vitalícia, com salários gritantemente incompatíveis com o rendimento da maior parte da população e uma vida de privilégios. Munido desta cultura, alguns servidores dedicam suas vidas a conseguir mair privilégios e aumentos salariais para suas categorias.

Pode faltar verba para a Saúde, Segurança e Educação, mas a verba para bancar os altos salários e privilégios dos políticos e das elites do serviço público são garantidos por Lei. Ninguém tasca. Esta é a Democracia do Brasil.

Num artigo publicado pela Gazeta do Povo no ano passado, o economista André Gamerman, da Opus Gestão oferece uma bela perspectiva sobre o que se passa nos bastidores do poder.  "Durante a crise política que avassala Brasília, a Câmara votou e aprovou, na última quinta-feira (25), o texto-base de uma medida provisória (MP 765/16) que autoriza reajuste salarial para diversas categorias de servidores públicos federais — de peritos médicos da Previdência até diplomatas. “Para cada aumento que você dá para um funcionário público, está tirando de outro lugar. É uma disputa do orçamento e eles, em geral, costumam ganhar”, lembrou o economista.

A publicação destacava que "A aprovação dessa MP, que vai reajustar os salários de oito categorias e ainda prevê pagamento de bônus de eficiência, vai impactar o orçamento desde já. As projeções do próprio governo federal é de que os reajustes, que afetam 29 mil servidores da ativa e outros 38 mil aposentados e pensionistas, devem custar R$ 3,7 bilhões já em 2017. Só que os reajustes são escalonados e esses salários continuarão subindo até 2019 — o impacto acumulado até lá deve ser de R$ 11,2 bilhões.

E os salários dos servidores federais já são muito superiores aos dos trabalhadores brasileiros. De acordo com dados do Ministério do Planejamento, em dezembro de 2016, a despesa média de um funcionário na ativa do Executivo federal era de R$ 9,9 mil—a maior média salarial é do Banco Central, com R$ 22,9 mil. Em contrapartida, dados da Pnad do IBGE, mostram que no último trimestre de 2016, a média salarial do trabalhador brasileiro era de R$ 2 mil".

O problema é que, na Democracia do Brasil, os cidadãos, inclusive os mais pobres, são sacrificados por uma altíssima carga tributária para bancar os mais ricos que se arvoraram no poder central. Não são apenas os servidores da ativa que ganham altos salários bancados pelo povo. Entre 2001 e 2015, o governo federal precisou transferir R$ 1,3 trilhão em impostos para cobrir o rombo das aposentadorias de 980 mil servidores federais inativos. Para comparação, no mesmo período o déficit da Previdência geral foi de R$ 936 bilhões, para 29 milhões de aposentados.

Como se não bastassem os altos salários, os privilégios e as aposentadorias que rendem benefícios de até R$ 28 mil aos servidores, o povo ainda paga pensões vitalícias a mais de 50 mil filhas de servidores maiores de 21 anos. Dezenas de bilhões do povo são destinados a solteironas que não se casam para não perderem os benefícios. Pessoas saudáveis, donas de patrimônios elevados, empresárias e em prefeitas condições de se sustentarem.

Quando as autoridades do Brasil se referem ao dinheiro do povo, elas querem dizer que o dinheiro que desfrutam tem origem no suor do povo. Acompanhe abaixo de onde vem o dinheiro que sustenta a elite que domina o país?

Impostos federais

II - Imposto de Importação

IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados

IOF – Imposto sobre Operações Financeiras

IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica

IRPF – Imposto de Renda Pessoa Física

ITR – Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural

COFINS - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social

CIDE – Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico

CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido

Impostos Estaduais

 ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços

ITCMD – Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação

 IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores

Impostos municipais

 ITBI – Imposto sobre Transmissão de Bens Inter Vivos

 ISS – Imposto sobre Serviços

 IPTU Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana

No Brasil, de cada R$ 100,00 gastos por um cidadão, seja ele um empresário, balconista ou catador de latinhas, A União, Estados e Municípios abocanham mais da metade. Isto significa que o cidadão trabalha praticamente 6 meses no ano para pagar impostos. Os gastos previstos por Lei pelos gestores do país consomem mais de 90% do Orçamento da União. A Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, calcula que em 2017 a rigidez orçamentária chegou a 93,3% do total de despesas sujeitas à regra do teto de gastos públicos, sobrando uma “margem fiscal” de apenas 6,7% para devolver ao povo sob a forma de novos investimentos em infraestrutura, saúde, educação, etc. Enquanto isso, há países que conseguem devolver ao povo 30%, 40% e até metade do que arrecadam em impostos.

Não é por acaso que o Brasil apresenta uma das piores distribuições de riquezas do mundo. Grupos políticos usam a desculpa de que o Estado deve ser o indutor da economia. Além de distribuir bilhões e facilidades a empresários, banqueiros e grupos econômicos poderosos, os governantes do Brasil reservaram a maior parte do dinheiro dos impostos do contribuinte para uma pequena elite. Com seus altos salários, estes grupos de felizardos mantém aquecida a economia do luxo. Graças ao alto poder aquisitivo, a elite do serviço público consome imóveis caros, roupas de grife, almoçam e jantam nos melhores restaurantes, voam na primeira classe, compram carros de luxo, se hospedam em hotéis cinco estrelas e mantém estes segmentos do mercado aquecidos.

É o Estado funcionando como indutor da economia das elites. Juntos, os políticos e os representantes das elites do serviço público exercem grande influência nos meios de comunicação e agora avançam sobre as Redes Sociais, buscando criminalizar opiniões como as que ilustram esta matéria. A iniciativa de criminalizar Blogs e Redes Sociais, tentando transformar a OPINIÃO DO CIDADÃO em notícia, para depois classificar as OPINIÕES DOS CIDADÃOS como "Fake News", é a mais recente estratégia dos donos do poder para impedir que a sociedade interfira no seu confortável modo de vida.

No que depender dos donos dos partidos e dos servidores indispostos a abrir mão de seus 'privilégios sagrados', tudo continuará na mesma após as eleições de outubro no Brasil. Em 15 de junho, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou quanto cada legenda receberá do fundo eleitoral, de R$ 1,7 bilhão, criado pelo Congresso Nacional e bancado, obviamente, com o dinheiro do povo. A divisão do fundo levou em conta, principalmente, a composição da Câmara e do Senado em agosto de 2017 e também o total de votos de cada legenda nas eleições para deputado federal de 2014. É com este dinheiro, o dinheiro do povo, que os atuais detentores do poder tentarão se perpetuar no poder. Os donos dos partidos, após a formação das alianças partidárias nos estados, escolhem quem serão os candidatos que vão concorrer nas eleições e quais vão receber mais dinheiro para suas campanhas. O resto é fácil. Basta dizer que vão combater a corrupção, e pronto. Estão todos eleitos. 
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'Se Lula roubou, eu sou o maior idiota do mundo', diz Vanderlei Luxemburgo - vídeo



Em entrevista a um jornalista esportivo, o ex-técnico da seleção brasileira, Vanderlei Luxemburgo, disse que sempre defenderá Lula e atacou o juiz Sérgio Moro:

 “Continuo sempre sendo Lula e vou sempre defendê-lo”, reafirmou Vanderlei Luxemburgo, que disse ainda que 'Se Lula roubou, eu sou o maior idiota do mundo.'  Sobre Moro, o ex-técnico foi além e disse que “Um juiz de primeira instância jogou nossa Constituição no lixo, mandou prender, mandou matar, mandou fazer não sei o que, passando por cima de todo mundo. Ele poderia ter feito tudo o que fez, mas sem atropelar a Constituição”, avaliou o fã de Lula.


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Manobra para Lula conseguir prisão domiciliar está em curso



As inúmeras iniciativas do ex-presidente Lula se livrar da prisão e até mesmo no sentido de anular seu julgamento esbaram na clara resistência da sociedade e de setores do Judiciário que veem as tentativas como uma forma de chancelar a impunidade do petista.

Lula tem declarado que não aceita a alternativa de prisão domiciliar ou de ter que usar tornozeleira eletrônica. Mas como nem tudo que o petista e seus apoiadores diz representa a verdade, é bom desconfiar.

A imprensa tem noticiado nos últimos dias que houve um racha entre a defesa do condenado. Por um lado, o ex-presidente do STF, Sepúlveda Pertence, teria defendido a tese de que Lula deveria concordar com o pedido de prisão domiciliar. Do lado de Cristiano Zanin Martins, a tese que prevalece é a de Lula, que quer a liberdade de qualquer jeito para poder disputar as eleições. 

Segundo o site O Antagonista, o ex-ministro "José Dirceu diz concordar com a proposta de Sepúlveda Pertence de pedir que Lula seja transferido para a prisão domiciliar. As razões são basicamente as mesmas já expostas por Eugênio Aragão. Cristiano Zanin é contra".

Segundo a Folha, o advogado do PT e da pré-campanha petista, o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão apoiou a estratégia adotada por Sepúlveda Pertence:

“Na medida que Lula ficasse numa prisão domiciliar, ele teria condições de dar entrevista, condições de articular, de encontrar os amigos, ele teria mais liberdade do que estando lá naquele espaço”, afirmou Aragão.

Sepúlveda Pertence ficou de conversar com Lula na cadeia em Curitiba. É possível especular que na próxima semana possa surgir uma nova manobra para livrar Lula da prisão. Segundo Aragão,  “A estratégia do ministro Sepúlveda Pertence foi o de comer pelas bordas e aos poucos ir liberando o regime dele. Acho perfeitamente legítimo. O advogado deve pensar nisso. É o interesse do cliente dele”.

A declaração pode ser entendida como uma estratégia de Pertence. Insistir na liberdade de Lula até o limite, para depois pedir a prisão domiciliar, algo que eventualmente enfrentaria menos resistência por parte do Judiciário.
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Até o momento, ninguém no MST ou no PT se dispôs a fazer greve de fome por Lula. Nem com a promessa de medalhas



Embora tenha negado, o ex-presidente Lula chegou debater com um grupo restrito a possibilidade de fazer greve de fome caso fosse preso, por volta do final de março e início de abril. A informação, segundo a Folha, é de um de seus amigos mais próximos.

Dirigentes de movimentos sociais como o MST chegara a afirmar que, caso o STF não reverta a decisão sobre a manutenção da prisão de condenados após segunda instância até setembro, um grupo de militantes dará início à uma greve de fome em apelo à libertação do ex-presidente Lula. Segundo o Painel da Folha, "O protesto será deflagrado no fim deste mês e tem o respaldo da direção do partido. Os manifestantes prometem acampar em Brasília até que a situação do petista seja reavaliada".

Da cadeia, Lula também prometeu entregar, assim que for solto, uma medalha para cada militante que estivesse acampado no entorno da sede da Polícia Federal em Curitiba, onde ele está preso.

Até o momento, ninguém no PT ou MST apresentou os 'heróis' que estariam dispostos a fazer greve de fome até a liberdade de Lula. 
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Lindbergh usa sucessivas manobras para adiar seu depoimento à Polícia Federal. Depois reclamam de conduções coercitivas



Segundo o portal O GLOBO,  o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) vem desde o ano passado usando "sucessivas manobras para adiar seu depoimento à Polícia Federal, solicitando a remarcação da data diversas vezes".

Segundo a publicação, "A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirma ter encontrado indícios de que o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) atuou em favor da empreiteira OAS na discussão de uma Medida Provisória (MP) que tramitou no Congresso durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Segundo as investigações, a suspeita é de que o petista tenha recebido cerca de R$ 700 mil, entre 2013 e 2014".

Durante as investigações, a Polícia Federal teria encontrado mensagens no celular do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, que comprometem o senador petista com o ex-amigo de Lula. Léo Pinheiro confirmou em depoimento que a OAS havia reservado o triplex do Guarujá para o ex-presidente como contrapartida por contratos superfaturados de sua empresa junto à Petrobras, num depoimento que acabou levando Lula para a cadeia.

Segundo a PF, as mensagens encontradas no celular de Léo Pinheiro "mostram o agendamento de encontros para tratar do assunto com o senador petista, que presidia, na época, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Em 26 de maio de 2013, às 17h33, Léo Pinheiro enviou uma mensagem para Lindbergh: “Prezado Senador, na segunda vai lhe procurar o nosso diretor em Brasília, Roberto Zardi, para falar do tema que conversamos ontem: MP 600”. No mesmo dia, às 17h40, Lindbergh responde: “Grande Leo. Chego terça pela manhã. Eu estarei esperando. Abs”. Há mensagens com referências a outros encontros". "Os investigadores colheram indícios de que a OAS repassou ao menos R$ 700 mil a Lindbergh via pagamentos de serviços de publicidade em caixa dois", diz a reportagem de O GLOBO, que traz outros detalhes sobre as investigações sobre o petista e o acordo de delação de Léo Pinheiro. (aqui)
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O Judiciário Brasileiro é tão bacana que a condenação de seus membros por má conduta é receber altos salários sem precisar trabalhar nunca mais na vida



No momento em que o Judiciário investiga e se decide sobre uma possível punição para o desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região de Porto Alegre que mandou soltar o ex-presidente Lula em seu plantão, o Estadão traz uma matéria sobre outro caso de 'punição exemplar' a membros do Judiciário.

A desembargadora Willamara Leila de Almeida, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins, foi 'condenada' à uma aposentadoria compulsória, após ter sido afastada do cargo em 2011, após uma operação da Polícia Federal apontar o envolvimento da magistrada em esquema de venda de sentença e fraude em cobrança de precatórios.

Segundo a publicação, "O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu pela aposentadoria compulsória em 2012 e, três anos depois, ela foi condenada pela Justiça a 5 anos e 10 meses de prisão em regime semiaberto por peculato e porte ilegal de arma. Em maio deste ano, porém, o Tribunal de Justiça reduziu a pena para 2 anos e 8 meses e declarou extinta a punição". Apesar da condenação,  Willamara continua recebendo seu salário de desembargadora, sem precisar trabalhar.

Segundo a própria Willamara, a situação não é 'justa': "Preferiria não receber nada e ter as provas contra mim analisadas e, depois, absolvida, do que receber o que recebo. Não é um prêmio, como muitas pessoas acham. Para mim, é castigo, mesmo recebendo um valor por mês sem trabalhar. Queria trabalhar para fazer jus ao recebimento. Tenho plena condição física de trabalhar".

Willamara Leila de Almeida , nasceu no dia 22 de novembro de 1955, tem 57 anos e recebe seu salário como desembargadora há sete anos, sem precisar trabalhar. O homem que se aproveitou de seu plantão no TRF-4 para mandar soltar Lula pode ter o mesmo destino 'trágico'. O Judiciário Brasileiro é mesmo muito bacana com seus pares e bastante generoso com o dinheiro suado do contribuinte.

Com informações do Estadão
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Há alguns meses, Lula estava na praça em Curitiba, em frente à Universidade Federal do Paraná, desafiando Moro e a Justiça



Poucos dias antes de se ser preso, o ex-presidente Lula resolveu desafiar as autoridades do país no último ato de sua caravana fracassada pela Região Sul do País, uma  quarta-feira, 28 de março, no Centro de Curitiba. Lula subiu ao palanque armado pelo PT, CUT e MST na na Praça Santos Andrade, ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde o juiz federal Sérgio Moro lecionava até o ano passado.

No palanque, o petista desafiava as autoridades do país, chamava Moro, a Polícia Federal e os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região de Porto Alegre de mentirosos, dizia que todos lhe deviam desculpas e que não queria ser julgado pela Justiça, mas sim pelo povo.

Em seu discurso, Lula debochava das autoridades e exigia uma escritura lavrada em cartório para provar que era dele o triplex no Guarujá, como se lavadores de dinheiro tivessem o hábito de deixar rastros sobre seus ilícitos.

Cheio de razão diante de uma plateia cativa, composta por militantes do PT, MST, CUT e demais setores da esquerda brasileira, a maioria cúmplices dos anos de corrupção do PT, Lula disse que disputaria as eleições de outubro e se tornaria novamente presidente da República.

Dez dias depois do ato registrado no vídeo abaixo, Lula se entregou à Polícia Federal (PF) no início da noite de sábado, 07 de abril, e foi preso, após ter se refugiado por dois dias na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Lula está na cadeia até hoje, apesar de ter entrado com 78 recursos para se livrar da condenação no caso do triplex do Guarujá. Atualmente, o petista cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão, em regime fechado, após ter sido condenado em 2.º grau pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Adicionalmente, Lula ainda é réu em outras cinco ações penais, apontado pelo envolvimento direto em centenas de eventos de corrupção e lavagem de dinheiro.



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Lindbergh se complica com empreiteiro do triplex de Lula. PGR vê indícios que o senador atuou em favor da OAS



O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) se tornou suspeito de ter favorecido a empreiteira OAS e es-presidente do Grupo, Léo Pinheiro, o ex-amigo de Lula que levou o ex-presidente para a cadeia no caso do triplex do Guarujá. Lindbergh  foi alvo de uma manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. No documento obtido pelo O GLOBO com data de 1.º de junho, a PGR afirma ter encontrado indícios de que Lindbergh atuou em favor da  OAS na discussão de uma Medida Provisória (MP) que tramitou no Congresso durante o governo da ex-presidente Dilma.

"Segundo as investigações, a suspeita é de que o petista tenha recebido cerca de R$ 700 mil, entre 2013 e 2014, para defender os interesses da empresa no Parlamento e para influenciar decisões de Dilma no Planalto", diz a publicação.

Ainda segundo O GLOBO, "A Polícia Federal detectou mensagens no celular do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro que mostram o agendamento de encontros para tratar do assunto com o senador petista, que presidia, na época, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Em 26 de maio de 2013, às 17h33, Léo Pinheiro enviou uma mensagem para Lindbergh: “Prezado Senador, na segunda vai lhe procurar o nosso diretor em Brasília, Roberto Zardi, para falar do tema que conversamos ontem: MP 600”. No mesmo dia, às 17h40, Lindbergh responde: “Grande Leo. Chego terça pela manhã. Eu estarei esperando. Abs”. Há mensagens com referências a outros encontros".

O petista passou a ser investigado diretamente pela Polícia Federal após as mudanças de entendimento sobre foro privilegiado. Segundo os investigadores do caso, há indícios de que a OAS repassou ao menos R$ 700 mil a Lindbergh via pagamentos de serviços de publicidade em caixa dois quando ele disputou o governo do Rio de Janeiro em 2014. "A suspeita é que os pagamentos foram uma contrapartida à possível ajuda do senador na MP. A delação do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, em fase de negociação com a PGR, pode dar novos elementos para alavancar o inquérito. A PGR solicitou mais 60 dias para a conclusão das investigações, mas o prazo ainda pode ser novamente prorrogado" diz a reportagem.

As informações são de O GLOBO
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Celso de Mello será o plantonista do STF, enquanto Cármen Lúcia assume a Presidência da República



O Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello deve assumir o plantão no Supremo enquanto a ministra Cármen Lúcia estiver na Presidência da República durante o período em que o presidente Michel Temer estiver ausente do país. Temer embarca na manhã desta terça para Cabo Verde, onde participará da 12ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), e deve retornar ao Brasil na quarta (18).

De acordo com o G1, "O plantão do STF, que se encontra no recesso de meio de ano, ficará sob responsabilidade do ministro Celso de Mello, decano (mais antigo ministro) do tribunal. . O vice-presidente do STF, Dias Toffoli, ficaria no plantão, mas ele está no exterior".

Dois dias antes de Lula ser preso, em abril,  Celso de Mello votou pela concessão de habeas corpus preventivo em que o petista pedia para evitar a prisão. O decano integra a  Segunda Turma do Supremo, votou pela absolvição de Gleisi e de seu marido Paulo Bernardo das acusações de corrupção e lavagem de dinheiro em junho.
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Os piores do mundo. Lula e Dilma mergulharam o Brasil na pior crise da história. País levará 5 anos para se recuperar



Preso desde o dia 07 de abril, após ter sido condenado a uma pena de mais de 12 anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente Lula chegou a culpar a ex-presidente Dilma Rousseff pela tragédia econômica que se abateu sobre o país durante os governos do PT. Na ocasião, o condenado falou que Dilma foi a responsável por prejuízos de R$ 500 bilhões para os cofres públicos que ajudaram a mergulhar o paós na pior recessão de sua história e chegou a sugerir aumento de impostos como única forma de tirar o Brasil do buraco. (veja o vídeo AQUI)

Como já era de se esperar, Lula não mencionou os cerca de U$ 500 bilhões liberados pelo BNDES durante seu governo e de sua sucessora para países governados por corruptos e para empresas amigas do PT, tradicionais financiadoras do partido.

Apesar das tragédias impostas pelas administrações temerárias de Lula, Dilma e demais integrantes do PT ao longo da última década e meia, há ainda aqueles que não se envergonham em defender os elementos apontados ao STF como integrantes de uma organização criminosa. Ficou claro que Lula, Dilma e os demais membros do partido jamais tiveram algum compromisso com o Brasil e seu povo, mas apenas com um plano ambicioso de perpetuação no poder baseado na corrupção.

As administrações do PT serviram para esvaziar os cofres públicos em favor de empresários e políticos gananciosos e corruptos. Com o aval de Lula e Dilma, empresas como a Odebrecht, Oi e a JBS – Friboi foram beneficiados com empréstimos generosos liberados pelo BNDES a juros subsidiados (pagos pelo trabalhador).

Todas as empresas estão envolvidas em escândalos de corrupção, lavagem de dinheiro, operações fraudulentas e repasses milionários para o PT. O dinheiro desviado do povo serviu para financiar campanhas de candidatos do PT, além de render benefícios diretos ao ex-presidente Lula, como a reforma no sítio que ele usava e no apartamento que pretendia ocupar, mas que desistiu após a descoberta do escândalo que o levou à prisão.

O PT foi o partido que mais favoreceu os bancos em toda a história do país. O crescimento vertiginoso destas instituições não acompanhou a contratação de trabalhadores. Ao contrário. Há casos de bancos que cresceram mais de 500% durante os governos de Lula e Dilma, mas que reduziram em mais de 30% a contratação de mão de obra no mesmo período.

Entre as empresas escolhidas pelo PT, estão casos escandalosos como o da Sete Brasil, empresa criada por Lula que deixou um rombo de cerca de R$ 20 bilhões nos cofres públicos. A Oi está praticamente falida e anunciou um rombo de R$ 65 bilhões.

A Friboi abocanhou mais de R$ 8 bilhões do BNDES durante os governos de Lula e Dilma. O dono do grupo, o empresário Wesley Batista, foi alvo de uma ação da Polícia Federal. Uma de suas empresas, A Eldorado Brasil Celulose, pegou dinheiro público e faliu, deixando um rombo de quase R$ 3 bilhões.

A Odebrecht foi uma das que mais se beneficiou do dinheiro do BNDES, das que mais distribuiu dinheiro ao PT e das que mais roubou a Petrobras. Além da Odebrecht, participaram do assalto na estatal outras 8 empreiteiras. Todas as transações do PT envolveram empresários multimilionários que nunca fizeram nada em favor do povo.

Os governos do PT favoreceram tanto os empresários corruptos e milionários do país que, Dilma acabou tendo o mandato cassado, pois teve que maquiar as contas públicas para ocultar os bilhões que havia destinado ao Bolsa Empresário. Dilma foi condenada pelo crime de responsabilidade fiscal.

Ao longo da última década e meia com o PT no poder, milhares de cidades pobres continuam nas mesmas condições de décadas atrás. Em muitos casos, a situação se deteriorou com o aumento da criminalidade devido à alta evasão escolar,  o tráfico de drogas, o fechamento de hospitais e creches. A mortalidade infantil sobe pela 1ª vez em 26 anos. Pela primeira vez desde 1990, houve aumento na taxa de mortalidade infantil do Brasil em 2016, último ano com Dilma no governo, revelam dados do Ministério da Saúde, segundo informou a Folha nesta segunda-feira, 16. Ainda segundo a publicação, O fechamento de leitos infantis é um outro fator que pode influenciar nas mortes de crianças, segundo a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). Entre 2010 e 2016, foram desativados no país mais de 10 mil leitos de internação em pediatria no SUS —o número foi de 48,3 mil para 38,2 mil.

Somente durante o governo Dilma, foram fechados dezenas de milhares de leitos hospitalares. Um levantamento feito pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) aponta uma queda de 23.565 leitos de internação na rede pública nos últimos cinco anos, o que equivale a cerca de 13 leitos a menos por dia.  Em dezembro de 2010, o país tinha 335.482 leitos de internação para uso exclusivo do SUS (Sistema Único de Saúde). Já em dezembro de 2015, esse número diminuiu para 311.917, uma queda de 7,5%. Até maio de 2016, outros 4.567 leitos haviam sido fechados, elevando o número 28.132.

Apesar da tímida recuperação da economia e da retomada dos investimentos em áreas críticas, como a saúde ao longo dos dois últimos anos, o Brasil precisará de mais de cinco anos para recompor apenas uma parte de tudo aquilo que o PT destruiu. Só não será possível recuperar o tempo perdido de uma geração inteira de jovens.

Estima-se que os governos do PT de Lula e Dilma tenham destinado cerca de U$ 500 bilhões a empresários corruptos e a projetos fadados ao fracasso por terem sido concebidos com o propósito de viabilizar desvios bilionários em favor do partido e de seus financiadores. Em valores atualizados, são quase R$ 2 trilhões que deixaram de ser investidos em benefício do Povo. Nunca se roubou tanto na história do país. Tudo em nome de um plano de poder corrupto, imundo e fracassado.
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Defesa de Lula diz que propina da Odebrecht não foi usada no sítio. Onde o dinheiro sujo foi gasto?



A defesa do ex-presidente Lula pretende rejeitar a alegação de que o dinheiro que aparece no sistema MyWebDay, o programa de propina da Obebrecht, não foi usado nas obras do sítio de Atibaia.

Segundo a folha, os advogados de Lula vão entregar ao juiz federal Sergio Moro uma perícia realizada no sistema da empreiteira que registrava pagamentos de propina da Odebrecht ao petista.

Segundo a publicação, "O laudo será juntado em sigilo. O documento atesta que o dinheiro da empreiteira atribuído à reforma no sítio de Atibaia teve, na verdade, outro destinatário. Os peritos contratados pelo petista dizem ter identificado o caminho dos R$ 700 mil que, para a acusação, saíram de contas da empreiteira para bancar reformas na propriedade. A perícia de Lula afirma que o dinheiro não foi usado no sítio".

O Brasil que saber então como foi usado o dinheiro sujo que aparece como repasse ao petista no sistema de propina da Odebrecht, cujos repasses já forma confirmados pelo empresário Marcelo Odebrecht em seu acordo de delação.

Com informações da Folha
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Situação de Lula é degradante. Um homem que teve tudo ao seu alcance e poderia entrar para a história como exemplo acabou entrando em cana como bandido



As situações vividas pelo ex-presidente Lula ao longo das últimas décadas traz uma série de excepcionalidades. Sua trajetória é marcada por eventos únicos, extraordinários e históricos, de natureza dramática. O retirante nordestino com baixo grau de instrução conseguiu galgar uma carreira meteórica no sindicalismo no centro nervoso da indústria, na região do ABC paulista, ainda nos anos 70.

Logo no início da década seguinte, Lula se viu totalmente engajado no processo político, quando foi alçado à condição de líder de um partido incipiente, mas repleto de figuras ilustres. No final daquela década, a de 80, o líder do PT concorreria à sua primeira eleição presidencial, após ter sido eleito deputado federal constituinte. Uma década depois, Lula chegava finalmente à Presidência da República. Era o primeiro sindicalista a chegar ao posto mais alto da política nacional. Em 1.º de janeiro de 2003, Lula assumia seu primeiro mandato.

Mesmo envolvido em escândalos de corrupção no processo do mensalão, o petista conseguiu se reeleger em 2006. Se no primeiro mandato, Lula surfou na estabilidade da economia e faturou politicamente com o ingresso de várias empresas globais no mercado interno, a partir de seu segundo mandato, Lula surfou na onda das commodities supervalorizadas no mercado externo e terminou seu mandato como o presidente mais popular da história do país, alcançando índices de aprovação acima dos 80%.

Graças à sua popularidade, Lula conseguiu eleger uma anônima sua sucessora  A ex-presidente Dilma Rousseff, que tomou posse de seu primeiro mandato no início de 2010, ficou conhecida como 'O poste de Lula" durante as eleições presidenciais um ano antes. Lula ainda conseguiu reeleger Dilma quatro anos mais tarde, numa eleição repleta de escândalos e marcada pelo maior estelionato eleitoral da história do país. Àquela altura, Lula as contas públicas apresentavam problemas profundos, havia a insatisfação da população com o alto número de demissões, os sucessivos escândalos de corrupção envolvendo os governos do PT e o país começava a mergulhar naquela que se tornaria a pior recessão da história.

Até 2014, Lula havia sido o único em vários aspectos. Mas a sequência de feitos inéditos do petista não havia se encerrado. Naquele mesmo ano, Lula começava a ser investigado pela recém deflagrada Operação Lava Jato. Os escândalos de corrupção se tornaram públicos e a população, indignada, saiu às ruas para pedir a saída de Dilma e do PT do poder. No ano seguinte, Lula se tornava alvo das primeiras denúncias na esfera criminal. Na medida em que novas investigações revelavam esquemas criminosos envolvendo o ex-presidente Lula, os financiamentos de campanhas do PT e a crise econômica se agravava, a situação de Dilma se tornava cada vez mais insustentável. Em 2016 veio o impeachment, o PT foi afastado do poder e Lula foi definitivamente arrastado para o buraco sem fundo de crimes, vindo a se tornar réu em nada menos que sete ações penais.

Por fim, Lula acabou sendo condenado a uma pena de mais de 12 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do triplex do Guarujá. Apenas nesta ação penal, Lula apelou com 78 recursos para evitar sua prisão, que acabou se concretizando no dia 07 de abril, quando o petista se entregou à Polícia Federal, após ter passado dois dias entrincheirado na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo.

Como se vê agora, Lula foi único em vários aspectos. Foi também o único ex-presidente a ser condenado e preso por crimes comuns.  Lula foi um homem que teve tudo ao seu alcance e poderia entrar para a história como um exemplo de superação, mas, movido pela arrogância, sede de poder e ganância, acabou indo parar na cadeia. 
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Políticos, membros do Judiciário, MPF, servidores. Todos falam em criar leis para combater a corrupção. Limitar altos salários e eliminar privilégios que é bom, nada



Por mais que o PT e todos os político do Brasil tenham enfiado a mão na cumbuca com força ao longo das últimas décadas, é pouco provável que alguém tenha conseguido drenar mais dinheiro do povo do que as elites de servidores federais. A diferença é que esta turma suga o dinheiro do contribuinte de forma legal, pois seus privilégios, penduricalhos e vantagens vergonhas são obtidas por meio de força de Lei. Isso sem contar os altíssimos salários, totalmente incompatíveis com a realidade do país e bem distantes da realidade do mercado da iniciativa privada.

O conluio entre os políticos e os membros do Judiciário para aprovarem vantagens e mais vantagens mútuas vem se repetindo há décadas no país. Há poucos dias, o Congresso aprovou mais um pacote de bondades para servidores, que deve custar mais algumas dezenas de bilhões aos contribuintes no próximo ano. Alguns parlamentares chegaram a se ausentar das votações para não se queimarem com os eleitores, nem com os servidores. Uma semana antes, a Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministra Cármen Lúcia, contrariou determinação do Tribunal de Contas da União e mandou restabelecer o pagamento de pensão por morte a quase 20 mil filhas solteiras maiores de 21 anos de servidores públicos suspeitas de receberem benefícios de forma irregular. Mais algumas dezenas de bilhões que sairão dos bolsos do contribuinte que poderiam ser devolvidos ao povo sob a forma de serviços dignos.

O fato é que nem os políticos, nem os membros do Judiciário, do Ministério Público Federal ou as elites de servidores e pensionistas que recebem altíssimos salários e vantagens financeiras vergonhosas, tendo em vista a realidade econômica da maior parte da população do país, não têm moral para dizer que há Democracia no Brasil.

Democracia pressupõe direitos e deveres iguais. Enquanto os trabalhadores da iniciativa privada recebem em média R$ 1.900 em benefícios do INSS, a elite de servidores pensionistas chega a embolsar R$ 28 mil. Enquanto um trabalhador tem 30 dias de férias, alguns servidores chegam a ficar 90 dias de folga durante o ano. Enquanto o povo sofre para pagar aluguel ou prestação de seus imóveis, servidores do Judiciário e políticos recebem quase R$ 5 mil de auxílio-moradia para morarem em suas casas próprias. Enquanto mais da metade da população, pelo menos os que deram a sorte de se manter em seus empregos, recebe apenas um salário mínimo, os representantes da elite de 1% mais rica do país recebe salários acima de R$ 30 mil.

O problema é que os bilhões que esta elite drena tem origem no suor do povo. O cidadão que entra num supermercado com R$ 100 sai de lá com R$ 46 em produtos. O resto vai para os cofres públicos. Pouco mais de um milhão de privilegiados vive no luxo às custas de 200 milhões de cidadãos sacrificados, que vivem à mercê da violência, de serviços precários nas áreas de saúde, educação, transportes, etc.

O Brasil só será uma Democracia quando a elite do serviço púbico tiver apenas os mesmos direitos dos milhões de trabalhadores brasileiros que atualmente sustentam seus vergonhosos privilégios. Além da garantia da estabilidade no emprego, algo inexistente para os trabalhadores da iniciativa privada, os servidores se beneficiam de privilégios que custam centenas de bilhões ao contribuinte a cada ano. Carros de luxo, gasolina, passagens aéreas na primeira classe, diárias extras em viagens ao exterior com estadias em hotéis de luxo, Auxílio-livro de R$ 13 mil anuais, auxílio-moradia, auxílio-educação para filhos até 24 anos no valor de até R$ 7.250, Auxílio-saúde de até R$ 3 mil mensais, Estudo remunerado, auxílio-alimentação exorbitante e outras barbaridades inomináveis, como a famigerada Verba do paletó, de cerca de R$ 50 mil a cada quatro anos. A percepção clara da sociedade é a de que o Legislativo e o Judiciário atuam continuamente para assegurarem para si privilégios mútuos em detrimento do trabalhador do setor privado, do desempregado, do catador de latinhas, etc.

Basta que o servidor, incompetente ou não, tenha garantida sua estabilidade no emprego, o que já representam uma vantagem incontestável em relação aos demais trabalhadores. Basta que um servidor receba três, quatro, sete vezes mais que um trabalhador na mesma função na iniciativa privada e até 12 vezes mais que a renda do brasileiro médio. Esta também já é uma vantagem suficientemente valiosa. Mas além de destas vantagens, ainda acumularem privilégios vergonhosos que custam bilhões ao povo não é condizente com a Democracia, onde os direitos iguais devem contemplar a todos os cidadãos, não apenas aqueles que se alçaram à condição de cidadãos de 1.ª classe às custas do povo. 
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Os representantes da esquerda se emocionam ao ver Gleisi Hoffmann em Cuba



A senadora e presidente do PT, Gleisi Hofmann, emocionou os representantes da esquerda brasileira neste domingo ao divulgar um vídeo gravado a partir de Cuba, para onde viajou neste final de semana para participar do 24.º Encontro do Foro de São Paulo, em Havana, acompanhada da ex-presidente Dilma Rousseff.

Obviamente, o escárnio das duas petistas não agradou em nada a maior parte da população. Gleisi e Dilma levaram seus respectivos assessores e viajaram para Cuba às custas do contribuinte brasileiro para falar mal do Brasil no exterior.

"Viemos aqui para denunciar, e estamos recebendo a solidariedade para Lula. Não vamos desistir. Lula voltará a ser presidente do Brasil", afirmou Gleisi, em vídeo divulgado nas redes sociais, no dia em que o ex-presidente completava seus primeiros 100 dias na cadeia, após ter sido condenado a mais de 12 anos de prisão, em regime fechado, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.



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Em Cuba, Dilma e Gleisi lembram que "Hoje faz 100 dias que Lula está preso". As duas participam de encontro do Foro de São Paulo



A ex-presidente Dilma Rousseff e a senadora Gleisi Hofmann estão em Cuba neste domingo (15), onde lembraram que nesta data, Lula completa 100 dias na cadeia. As duas petistas viajaram para a Havana para participar do 24º encontro anual do Foro de São Paulo.

Dilma criticou "parte da Justiça, a mídia oligárquica, que defende os interesses do mercado, e os partidos golpistas". disse a ex-presidente que teve o mandato cassado após ter sido condenada pelo crime de responsabilidade fiscal.

Segundo Dilma, que também é responsável por ter mergulhado o Brasil na pior recessão de sua história, "O Foro de SP é um local fundamental desta construção de uma América Latina menos desigual".

Dilma insiste na tese de que o ex-presidente Lula é inocente e disse que, "De acordo com a acusação do Ministério Público Federal (MPF), o ex-presidente receberia um apartamento reformada da OAS, mas, na apresentação da denúncia, o próprio MPF admitiu que não havia "prova cabal" de que Lula era o proprietário do imóvel".

A petista só se esqueceu de informar que o ex-amigo de Lula e então presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, confirmou em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro que o triplex do Guarujá foi mesmo reservado para Lula cm contrapartida por contratos superfaturados entre sua empreiteira e a Petrobras. Léo Pinheiro é o cúmplice direto nos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Dilma e Gleisi viajaram para Cuba, acompanhada de seus assessores, com todas as despesas pagas pelo contribuinte brasileiro, para falar mal do Brasil e defender criminosos condenados pela Justiça. 
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Lula está preso a 100 dias a um custo de R$ R$10 mil por dia. Lá se foi R$ 1 milhão do contribuinte



O ex-presidente Lula comemora 100 dias na cadeia. Preso desde o dia 07 de abril, o presidiário já tentou inúmeros recursos para se livrar da prisão na sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Detido em uma salinha de 15 Mt.º no quarto andar do prédio da PF, Lula conta com a vigilância permanente de quatro Policiais Federais, que se revesam em turnos durante as 24 horas do dia. A detenção do petista gera um custo de cerca de R$ 10 mil por dia ao contribuinte, segundo o Diário do Poder.

Ainda segundo a publicação, "Se fosse enviado para presídio de São Paulo, Lula ficaria mais perto da família, custaria R$ 1,4 mil/ mês e o bolso do contribuinte agradeceria.

Em média, cada preso no Brasil gera um custo mensal de R$ 2,5 mil. Um dia da prisão especial de Lula equivale a 4 meses do gasto normal.

No Amazonas, onde o custo está entre os mais altos, o gasto por preso é pouco mais de R$ 4 mil por mês, ou cerca de 10h de prisão de Lula".

Além das despesas que Lula dá ao contribuinte na prisão, o petista ainda tem aqui do lado de fora dois carros de luxo e oito servidores à sua disposição, pagos com o dinheiro do contribuinte.

As informações são do Diário do Poder
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Deprimido, filho de Lula só sai de casa para visitar o pai condenado na cadeia



Segundo a Veja deste fim de semana, o filho do ex-presidente Lula, Luís Cláudio Lula da Silva está afundado numa depressão desde que o pai foi preso. A publicação informa que o caçula do clã dos Lula da Silva só tem saído de casa para visitar o pai condenado na cadeia.

Quando estava solto, Lula também não se arriscava a sair de casa para ir a um restaurante, supermercado ou passear na praça. O petista só frequentava ambientes controlados pelo PT, CUT e MST, devidamente cercado de militantes e apoiadores. Um luxo que o pobre Luís Cláudio Lula da Silva não pode contar. 
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