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Bolsonaro decreta censura no Coaf. Decreto proíbe servidor até de comentar processos



Um dos primeiros atos de Bolsonaro como presidente foi impor censura aos servidores do Conselho de Controle de Atividade Financeiras (COAF). Decreto foi assinado no dia 1.º de janeiro. Pela ordem, medidas mais urgentes merecem prioridade. Pelo decreto, é vedado ao servidor até comentar processos. A censura se estende ao presidente do órgão, conselheiros e servidores em atividade. A ordem é para não se manifestarem "em qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento no Plenário".

Os nomes de Bolsonaro e de sua mulher Michele Bolsonaro foram citados no caso envolvendo a movimentação financeira atípica do ex-PM Fabrício Queiroz ex-assessor do senador Flavio Bolsonaro, (PSL-RJ). O ex-PM repassou a Bolsonaro, via Michele, a soma de  R$ 40 mil que seria referente à uma dívida que o assessor de Flavio Bolsonaro teria com o presidente. O dinheiro, no entanto, não foi declarado ao Imposto de Renda, segundo o próprio Bolsonaro, que admitiu recentemente ter recebido outros valores de Queiroz referentes a outros supostos empréstimos.

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