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Se nas eleições de 2016, o PT encolheu 60% com Lula solto, em 2018, com o chefe na cadeia, o partido praticamente acaba



O PT deve voltar a ser um partido nanico após as eleições de outubro. A legenda encolheu quase 60% nas últimas eleições municipais de 2016. Mesmo podendo contar com a presença do ex-presidente Lula nas campanhas de candidatos das capitais e principais cidades do país, o PT só elegeu um prefeito de capital, em Rio Branco no Acre. Por outro lado, o partido perdeu

No Brasil de antes das eleições de 2016, o PT tinha 630 prefeituras e, no primeiro turno, elegeu apenas 256 prefeitos, a maioria em cidades pequenas. O partido encolheu bastante no país. Caiu de 3.ª para 10º lugar em número de prefeituras. Entre os Estados onde o PT perdeu mais prefeituras, estão Minas Gerais, com 73 prefeitos a menos, São Paulo, onde o partido perdeu 60 prefeituras, ficando com apenas 7, e Bahia, com 54 prefeituras a menos. Vale lembrar que Lula estava solto e participou ativamente das campanhas nas cidades mais importantes.

Naquela eleição, além de perder a prefeitura de São Paulo, a cidade mais importante do país, logo no primeiro turno, Lula não conseguiu eleger nenhum prefeito no cinturão vermelho dominado por sindicatos do ABC paulista, berço de Lula e do PT. O ex-presidente não conseguiu eleger nem mesmo o próprio filho vereador em sua cidade, São Bernardo do Campo.

Ao que tudo indica, o partido deve amargar mais derrotas nas eleições de 2018 com Lula preso. Considerado o único e insubstituível cabo eleitoral do partido, Lula não apenas não poderá concorrer à presidência, como também deve ficar impedido de participar dos palanques de candidatos da legenda. Puxador de votos entre os eleitores mais humildes e com baixo grau de instrução, Lula não poderá usar seus encantos para ajudar a eleger candidatos do PT. 

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