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Quem está matando no Brasil não tem 2 anos de idade. Criminalidade recorde é herança do PT de Lula e Dilma



O PT chegou ao poder há uma década e meia prometendo revolucionar a política social do país e priorizar investimentos em saúde, segurança e educação. Lula, Dilma e todos os aliados do PT ao longo da última década e meia se elegeram prometendo investimentos sociais em áreas carentes e em regiões mais pobres do Brasil. Garantiram que seriam feitos investimentos em qualificação de jovens, geração de empregos e melhoria da qualidade de vida dos mais pobres.

Mas o que se viu ao longo dos governos do PT foi a farta distribuição do dinheiro do povo para empresários bilionários como Joesley Batista, Marcelo Odebrecht e Eike Batista. Enquanto banqueiros, empresários inescrupulosos, donos de grandes fortunas e meios de comunicação prosperaram como nunca, as regiões mais pobres do país viram a escalada da criminalidade e da violência quadruplicar, em muitos casos.

A geração de criminosos que hoje mata em todo o país cresceu sob a égide dos governos corruptos e negligentes do PT, num período em que a violência e a criminalidade no país avançou mais de 13%. Mas mesmo este aumento pode ser ignorado quando se leva em conta que as pessoas que comentem crimes hoje no Brasil tinham em média 2 anos de idade quando Lula assumiu pela primeira vez a Presidência da República, em 2003. Isto significa que 99% dos criminosos do país hoje cresceram ou nasceram durante os governos do PT.  Lula está preso por parte dos crimes que cometeu desviando dinheiro do povo.

A país continua violento, mas os primeiros sinais de queda na criminalidade já foram detectados. Ocorreram 11 mil assassinados no 1º trimestre do ano no Brasil, o que aponta para uma soma de 44 mil homicídios em 4 semestres. Caso estes indicadores se mantenham estáveis, haverá uma redução de cerca de 26% no número de homicídios já em 2018. Apesar do número ainda alto, a redução no número de assassinatos em percentual é significativa. Em relação a 2017, que já registrou pequena queda em relação a 2016, quase 15 mil vidas podem ser poupadas até o final deste ano.


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