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Cármen Lúcia e ministros do TSE afirmam que Lula não pode ser candidato. O presidiário desafia e diz que é candidato



A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia e vários ministros do Tribunal Superior Eleitoral se pronunciaram recentemente sobre a impossibilidade do ex-presidente Lula registrar sua candidatura à Presidência e concorrer nas próximas eleições. Mas ao que tudo indica, o presidiário não está nem aí para as as autoridades e Leis do país. Por meio de seus interlocutores, o ex-presidente Lula, da prisão, continua a desafiar a Justiça e os magistrados que o julgaram e o condenaram na ação do triplex. Lula voltou a afirmar, por meio de carta aos prefeitos de Santa Catarina, que estão reunidos até esta quinta-feira (14) em Florianópolis, que  é candidato a presidente da República nas eleições deste ano.

 "E se hoje eu sou candidato a presidente de novo, é porque na democracia quem decide os governantes é o povo", desafiou o condenado.

De acordo com a Lei da Ficha Limpa, condenados em segunda instância tornam-se inelegíveis. Lula foi condenado a 12  anos e um mês em segunda instância. O prazo para registro de candidatura para as eleições deste ano é 15 de agosto. Isto significa que o condenado insistirá em desafiar as autoridades e a Justiça do país pelo menos ao longo dos próximos 60 dias, provocando, debochando e se dizendo candidato.

Mas logo que PT tente registrar a candidatura do condenado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve rejeitar o registro, conforme adiantaram alguns ministros do Colegiado há poucos dias. Segundo os ministros, o TSE não pode negar a tentativa de registro da candidatura e deve agir apenas a partir do momento em que a Corte for provocada com qualquer iniciativa neste sentido.

Cármen Lúcia voltou a afirmar esta semana durante entrevista à Rádio Gaúcha que “A Justiça Eleitoral é muito rápida. O brasileiro terá uma definição sobre a situação de cada um dos candidatos. Não temo que haverá pendências judiciais”. Na prática, os representantes do PT subirão as escadas do TSE e descerão logo em seguida, após terem ouvido um sonoro NÃO. 

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