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Que mãe? Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais, ganha saída temporária de Dia das Mães



Condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais ocorrida no dia  31 de outubro de 2002, Suzane von Richthofen foi novamente beneficiada pela saída temporária de Dia das Mães e deixou o presídio em Tremembé (SP) às 8h10 desta quinta-feira (10).

A saída é um benefício concedido aos presos do regime semiaberto e que tem bom comportamento. Suzane deverá retornar ao local na próxima terça-feira (15) até 17h.

O noivo, um empresário de Angatuba (SP), a aguardava  em frente ao presídio de Tremembé, onde ela esta presa desde 2006. Essa deve ser a última vez que presa obtém saída temporária no Dia das Mães, caso consiga migrar para o regime aberto, requisitado por sua defesa desde junho do ano passado. Em breve,  Suzane poderá cumprir o restante da pena em liberdade. O pedido será analisado pela Justiça - a expectativa é que isso ocorra em breve, mas não há prazo.

 (Foto: Luara Leimig/TV Vanguarda)


O CASO RICHTHOFEN

Caso Richthofen é a denominação pela qual tornaram-se conhecidos o homicídio, a consequente investigação e o julgamento das mortes de Manfred e Marísia von Richthofen, casal assassinado pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos a mando da filha Suzane von Richthofen.

Suzane e Daniel conheceram-se em agosto de 1999 e começaram um relacionamento pouco tempo depois. Ambos tornaram-se muito próximos, mas o namoro não tinha o apoio das famílias, principalmente dos Richthofen, que proibiram o relacionamento. Suzane, Daniel e Cristian então criaram um plano para simular um latrocínio e assassinar o casal Richthofen, assim os três poderiam dividir a herança de Suzane.

No dia 31 de outubro de 2002, Suzane abriu a porta da mansão da família no Brooklin, em São Paulo, para que os irmãos Cravinhos pudessem acessar a residência. Depois disso eles foram para o segundo andar do imóvel e mataram Manfred e Marísia com marretadas na cabeça.

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