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O fracasso do ato do condenado no 1.º de maio. Micou manifestação na frente da prisão de Lula



Sem conseguir esconder a decepção com a baixíssima adesão de manifestantes, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, encerrou o ato em Curitiba neste 1.º de maio. A previsão de um ato monstro foi frustrada pela presença de pouco mais de  cinco mil pessoas que se dispuseram a comparecer ao local, de acordo com a Polícia Militar.

Durante o encerramento do ato, Gleisi leu mais uma carta escrita da prisão pelo ex-presidente Lula, na qual o petista disse sentir tristeza porque a "nossa democracia está incompleta" e comparou o desempenho do governo Michel Temer na economia com  seus dois governos, durante o auge do boom das commodities no mercado internacional. Incapaz de criticar o atual governo pela queda recorde da inflação e dos juros, Lula voltou a criticar o preço do gás, mas evitou mencionar a desgraça dos governos de seu poste, a ex-presidente Dilma Rousseff.

Depois de ler a carta, Gleisi se dirigiu ao minúsculo público para refutar a possibilidade de um plano "B" no PT, numa crítica direta ao ex-ministro Jaques Wagner, que cogitou neste fim de semana uma aliança entre Haddad e Ciro Gomes, com o PT na vaga de vice. "Se alguém falar em plano 'B' para vocês, não acreditem. Lula vai ser o nosso candidato", disse a senadora.

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