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Lula era um poço de ódio quando estava livre. Na prisão, delírios vingativos povoam a mente do condenado



O ex-presidente Lula pode ser descrito como um sujeito mimado que acredita piamente que pode ter direito a tudo que estiver ao seu alcance, custe o que custar. Vingativo, ganancioso e arrogante, Lula fez política na base de acordos onde todos imaginavam levar alguma vantagem. Ludibriava trabalhadores com 'conquistas' sorrateiramente negociadas com os patrões e com isso, angariava a simpatia, poder e pequenas vantagens dos dois lados.

Manipulador, o petista não media esforços para tirar de seu caminho aqueles que poderiam atrapalhar seus planos, na mesma medida em que se cercava de capachos miseráveis e subservientes dispostos a exaltá-lo em troca de 'boquinhas'.

Frustrado por também ter que viver de migalhas e bajulação de poderosos, Lula foi movido pela inveja e ódio durante quase toda sua vida, dizem pessoas que conviveram com o petista. Rancoroso, era capaz de usar pessoas de modo a atingir objetivos pessoais e depois responsabilizá-las por mal feitos.

Inescrupuloso, Lula não demonstrava qualquer constrangimento em negociar melhorias e vantagens para grupos políticos, empresarias, movimentos sociais, sindicatos e setores influentes no meio artístico, imprensa e junto a formadores de opinião. Ficava claro para todo mundo que as vantagens, benefícios e lucros com as 'melhorias' propostas por Lula e seu grupo seriam financiadas pelo dinheiro do povo. O "suporte' aos seus planos de poder era única contrapartida para o mundo de vantagens. Foi desta forma 'política' e inescrupulosa que Lula conseguiu explorar a cultura da ganância e abrir fileiras para chegar ao poder.

De fato, logo que chegou ao Palácio do Planalto, em 2003, Lula passou a cumprir com suas promessas aos grupos que patrocinaram sua ascensão política. Empreiteiras, bancos, meios de comunicação, jornalistas de aluguel, sindicatos, movimentos sociais e políticos igualmente inescrupulosos, mas não necessariamente brilhantes, viveram uma década e meia de prosperidade. Foi o período de ouro para uma pequena parcela da sociedade, mas um período negro de enganação para o resto da população.

Lula se mordia de ódio sempre que algo dava errado em seus planos de poder. O petista imaginava que morreria comandando o país, a exemplo de Fidel Castro, Hugo Chaves e outros tiranos que se julgaram donos de suas nações. O combustível de Lula, segundo pessoas próximas, sempre foi um misto de ganância e ódio. Há quem diga que Lula nunca ofereceu nada a ninguém sem exigir nada em troca. Mesmo de forma implícita, Lula colhia as vantagens em beneficiar certos grupos, angariando simpatia e força política. O petista conseguiu empregos, boquinhas, cargos comissionados, mesadas, terrenos, contratos, indicações e outras vantagens para milhares de pessoas ao longo das últimas décadas. De fato, Lula mudou a vida de muita gente. São estas pessoas que lhe juram fidelidade eterna, mesmo cientes de seu vasto leque de crimes contra os interesses do povo.

O problema de Lula agora é que ele está preso em uma sala no prédio da Polícia Federal, em Curitiba, e não pode sequer colher os favores que milhares de pessoas lhe devem. O petista superou a pior fase do processo de abstinência de bebidas alcoólicas de forma dramática e somente agora começa a se dar conta de que sua situação não é nada boa. Se Lula era um poço de ódio quando estava livre, fica até difícil imaginar como vai seu coração na prisão. A juíza federal Carolina Moura Lebbos fez muito bem ao autorizar a instalação de uma esteira ergométrica na cela do petista. 

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