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Lula é apenas um criminoso comum, sentenciado, fichado e cumprindo pena. Rico, não precisava roubar, mas roubou



Embora os membros do PT e representantes da esquerda brasileira insistam em tentar impor a narrativa de que o ex-presidente Lula é um preso político, sua situação como criminoso comum já está devidamente definida pela Justiça. A sociedade também já está plenamente familiarizada com condição legal de criminoso condenado do petista, que cumpre pena desde o dia 07 de abril numa sala do prédio da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

Lula não é um preso político, mas um político preso, após ter sido julgado e condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Apesar de se tratar de um criminoso comum, a situação de Lula não se compara à de milhares de criminosos detidos no Brasil. O petista era um homem rico, influente e um ex-presidente da República. Não precisava de roubar. Como homem rico e poderoso, Lula teve amplo acesso à defesa, pode contratar advogados caros, apelar com centenas de recursos dispendiosos e mobilizar parte dos meios de comunicação para promover sua defesa no campo político, recursos bem distante das possibilidades da imensa maioria de condenados no Brasil.

Logo que deixou a Presidência da República, o ex-presidente Lula possuía patrimônio e renda bem acima dos padrões de mais de 99% da população. O petista tinha imóveis, dinheiro, prestígio e poder. Não havia necessidade de se envolver em mais de 300 eventos criminosos relacionados nas investigações da Operação Lava Jato, como atos de corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e organização criminosa. Lula poderia viver o resto da vida com dignidade, mas preferiu roubar, roubar e roubar, como se o mundo fosse acabar amanhã. Como ser humano, o petista é um exemplo de vergonha.

Apesar de ter se entregado à Polícia Federal no dia 07 de abril e recolhido à carceragem da Polícia Federal nesta mesma data, a Justiça Federal, no Paraná abriu o processo de execução provisória da pena de prisão do petista, condenado a 12 anos e 1 mês, em regime fechado, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SP), dois dias depois, numa segunda-feira, 09.

A juíza federal Carolina Moura Lebbos é a responsável pela execução penal do condenado. Juíza substituta da 12.ª Vara Federal de Curitiba – responsável pela área de execução das penas dos presos -, será ela que determinará, à partir de agora, as condições em que Lula será mantido: como deve ser tratado, o que pode – e não pode – fazer no período em que estiver cumprindo a pena e as regras de progressão, em que terá direito a diminuir os anos que terá que cumprir, conforme seu comportamento, atitudes e passar do tempo.

Lula já foi fichado. O documento inicial do processo é a ficha individual provisória, em que Lula foi fichado como condenado.

A histórica Ficha Individual tem a qualificação de Lula. Nela constam nome, alcunha, nacionalidade, estado civil, profissão, escolaridade e se é foragido. Além de endereço, dados dos defensores, há registro dos inquéritos de origem do processo que resultaram na pena, se houve prisão, em que unidade está recolhido.

O documento, que tem os dados da sentença, com detalhes da pena dada ao ex-presidente, dos crimes cometidos, serve de origem para o processo em que a defesa de Lula vai agora requerer sua transferência e eventuais benefícios.

Apesar de inconveniente para alguns cúmplices e subordinados, esta é a realidade do ex-presidente Lula: um criminoso sentenciado cumprindo sua pena numa prisão em Curitiba.

Outros petistas e subordinados políticos do ex-presidente Lula devem ter o mesmo destino em breve. Não são poucos. 

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