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Justiça decreta prisão de Maninho do PT e de seu filho. "Não podem permanecer em liberdade após um crime tão covarde"



“Não podem permanecer em liberdade após a prática de um crime doloso contra a vida, praticado de maneira tão covarde”. Estas foram as palavras usadas pela  juíza Débora Faitarone, da 1ª Vara do Júri de São Paulo ao decretar a prisão do ex-vereador de Diadema Manoel Eduardo Marinho (PT), conhecido como Maninho, e do filho dele, Leandro.

Os dois foram os responsáveis pela agressão covarde contra a um empresário em frente ao Instituto Lula, na Zona Sul de São Paulo, em 5 de abril, no dia que o ex-presidente Lula teve sua prisão decretada pelo juiz federal Sérgio Moro.

Em sua decisão, a juíza Débora Faitarone, da 1ª Vara do Júri, disse que “os réus contaram com a impunidade, que não veio e não virá”. “Eles não podem permanecer em liberdade após a prática de um crime doloso contra a vida, praticado de maneira tão covarde”, afirmou a magistrada.

O empresário Carlos Alberto Bettoni, de 56 anos, que foi agredida por três apoiadores de Lula e sofreu traumatismo craniano, ficou 20 dias na UTI e passou por duas cirurgias. A vítima retornou para casa com sequelas e dificuldades de movimentação.

A juíza afirma na decisão que a prisão foi decretada “para garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal, e considerando ainda a gravidade do crime, que inclusive é hediondo".

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