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Dilma nada. Fachin autoriza inquérito contra a JBS de Joesley Batista, que prosperou com a corrupção do PT, para investigar políticos do MDB



Embora ainda longe do ideal, qualquer medida no sentido de minimizar a agoniante sensação da sociedade quanto à impunidade dos açougueiros criminosos da JBS que prosperaram durante os corruptos do PT de Lula e Dilma já é um bom sinal.

Na esteira de uma denúncia de omo corrupção passiva, ativa, embaraço a investigações e lavagem de dinheiro, apresentada pela Procuradoria Geral da República contra Joesley Batista e membros de seu grupo, o ministro do do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, autorizou a abertura de um inquérito para investigar repasses do grupo de Joesley para políticos do MDB. O relator do caso no STF responsável pela homologação do acordo indecente dos açougueiros adoçado pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot, atendeu a pedido da PGR para apurar relatos dos delatores do grupo J&F, que disseram em depoimentos que a empresa controlada por Joesley repassou mais de R$ 40 milhões ao MDB nas eleições de 2014.

De acordo com o pedido da procuradora-geral, Raquel Dodge, as suspeitas são baseadas nas delações premiadas de Sérgio Machado, ex-senador pelo MDB e ex-presidente da Transpetro, e de Ricardo Saud, ex-executivo da J&F.

Nos depoimentos, Sérgio Machado disse ter chegado ao conhecimento dele que a JBS, empresa do grupo J&F, faria doações à bancada do MDB do Senado em 2014 no valor de R$ 40 milhões, a pedido do PT de Lula e Dilma, que permanecem praticamente blindados por setores do MPF e Judiciário.

Ainda de acordo com o delator seriam beneficiados com a doação os senadores Renan Calheiros (AL), Jader Barbalho (PA), Romero Jucá (RR), Eunício Oliveira (CE), Vital do Rêgo (PB; hoje ministro do Tribunal de Contas da União), Eduardo Braga (AM), Edison Lobão (MA), Valdir Raupp (RO) e Roberto Requião (PR), "dentre outros".

Segundo o delator, apesar de diversas doações terem sido realizadas de forma oficial, "tratava-se de vantagem indevida, uma vez que dirigentes do PT (Lula e Dilma) estariam comprando o apoio de peemedebistas para as eleições de 2014 como forma de assegurar a aliança entre os partidos". Obviamente, apenas Lula e Dilma tinham controle sobre os recursos da União e outras vantagens financeiras ilícitas negociadas com Joesley Batista. Na prática, os corruptos do PT compravam apoio de corruptos do MDB por com parte do dinheiro roubado do povo que ia parar no caixa da JBS de Joesley Batista.

De acordo com delatores, é possível deduzir que Dilma e Lula participaram de um leilão para garantir o apoio do MDB via JBS com dinheiro roubado do povo. Segundo o delator, o objetivo era "manter a unidade no PMDB, já que havia, à época, risco de ruptura, com a perspectiva de integrantes do partido passarem a apoiar formalmente a campanha de Aécio Neves à Presidência da República."

Já é um bom começo. A sociedade que saber apenas quando Joesley e seus cúmplices serão presos e quando Dilma, Lula e outros envolvidos nas falcatruas do açougueiro serão investigados. Segundo o próprio Joesley, o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tramou derrubar o presidente Michel Temer para ocupar seu lugar. Joesley também confirmou que manteve contas no exterior para Lula e Dilma, nas quais chegou a movimentar mais de R$ 500 milhões que foram sacados por indicados pelos petistas.

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