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Dilma e Joesley nas mãos de Sérgio Moro. Raquel Dodge pede que delação da JBS seja enviada para Justiça do Paraná



As investigações sobre os crimes cometidos pelo empresário Joesley Batista e executivos do Grupo JBS ganham um novo fôlego após a decisão da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.  Nesta quinta-feira (10), a PGR enviou uma manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal) em que pede o desmembramento em 80 novas investigações decorrentes das delações dos sócios da J&F — Joesley e Wesley Batista — e dos ex-diretores Ricardo Saud e Francisco de Assis.

Neste pedido de desmembramento, Raquel Dodge solicitou que parte da delação que envolve uma conta usada por Joesley no exterior em benefício dos ex-presidentes Lula e Dilma seja remetida para a 13.ª Vara Federal de Curitiba, comandada pelo juiz Sérgio Moro.

"A maioria dos dados refere-se a casos que já são objeto de apuração, mas também há indicação de fatos ainda desconhecidos, o que poderá gerar a instauração de novos procedimentos. A lista de envolvidos não se restringe a políticos e ocupantes de cargos públicos", diz o Ministério Público Federal em nota.

Em sua delação, Joesley confirmou que mantinha contas no exterior para Lula e Dilma, nas quais chegou a movimentar cerca de R$ 500 milhões (U$ 150 milhões).

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