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Como acreditar numa Justiça que blinda bandidos? Cinismo das autoridades do Brasil desafia a lógica



O criminoso confesso Joesley Batista, dono da JBS, empresa que prosperou de forma mágica graças aos esquemas de corrupção mantidos junto aos governos do PT de Lula e Dilma, confirmou em sua delação premiada que mantinha contas de R$ 480 milhões para os dois ex-presidentes petistas na Suíça.

No vídeo com seu depoimento à PGR, Joesley afirma com todas as letras que alertou pessoalmente o ex-presidente Lula sobre o volume de saques na conta mantida para o petista na Suíça. Joesley, que insinuou desconfiar que o ex-presidente estava sendo roubado por outros petistas, afirma que Lula ficou calado quando soube que os R$ 255 milhões de sua conta havia evaporado, que tudo foi sacado por Mantega alegando gastos na campanha de Dilma. Lula ficou calado, pois sabia que Dilma também tinha uma conta com outros R$ 220 milhões. Joesley também confirmou em seu depoimento que tratou sobre o assunto diretamente com Dilma. O criminoso confesso esclareceu ao então procurador-geral da República Rodrigo Janot que não queria ser alvo de suspeitas, e que queria deixar tudo bastante claro para Lula e Dilma sobre a movimentação das contas na Suíça.

Joesley estava preocupado com a possibilidade de que Mantega estivesse roubando dinheiro de Lula. O ex-ministro sugeriu então que Joesley abrisse uma nova conta exclusiva para Dilma.

O curioso nesta história toda é que, diante de tantas revelações surpreendentes e comprometedoras, nenhum dos envolvidos nas atividades criminosas narradas tenha se tornado alvo de ações concretas e efetivas por parte do Ministério Público Federal, da Polícia Federal ou do Supremo Tribunal Federal. A sociedade possui a convicção de que há muita podridão por trás da blindagem de vários bandidos no Brasil. 

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