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Candidatos da esquerda falam em desfazer medidas de Temer. Candidatos da direita prometem manter equipe e política de Temer



Diante da falta absoluta de propostas concretas para o Brasil, a maioria dos pré-candidatos à Presidência nas eleições deste ano, já foi possível perceber que nenhum deles possui um projeto concreto para o país. A situação é mais absurda quando se considera que, mesmo alimentando a pretensão de chegar ao Palácio do Planalto há mais de 4 anos, como é o caso dos cinco primeiros colocados nas pesquisas eleitorais, não há qualquer sinal de inovação. As propostas de governo estão sendo elaboradas enquanto avançam com suas campanhas, algo como trocar o pneu com o carro em movimento.

Não é por acaso que a maioria dos eleitores brasileiros ainda não tenham definido seus votos. Poucos candidatos com experiência administrativa, muitos aventureiros, salvadores da pátria, políticos manjados que nada fizeram pelo país ao longo das últimas décadas, como Marina Silva, Jair Bolsonaro e Ciro Gomes, além das 'carinhas' novas que ninguém sabe de onde saíram. Enquanto os postulantes à esquerda prometem desfazer as medidas estruturantes do governo Temer, os candidatos à direita e ao centro prometem manter a linha mestra do atual governo, inclusive com a manutenção de membros da equipe de Temer, como o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. Só esqueceram de combinar com os russos.

Como se não bastasse a má qualidade dos atuais pré-candidatos, tem ainda um que se encontra preso. É isso mesmo. O ex-presidente Lula escreveu uma cartinha esta semana para a senadora Gleisi Hoffmann, a presidente nacional do PT, informando que não vai abrir mão de sua candidatura.  Ninguém merece.

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