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Antes de ser preso, Lula já era ignorado por líderes mundiais e pessoas decentes



O ex-presidente Lula já havia perdido completamente o pouco que havia restado de seu tão propalado prestígio internacional. O petista que se gabava de ser amigo do ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi ignorado pelo político americano no ano passado em sua passagem pelo Brasil. Lula teria enviado emissários para agendar um encontro com Obama em São Paulo em outubro, quando o ex-presidente americano veio ao Brasil para participar do Fórum Cidadão Global, promovido pelo jornal "Valor Econômico" e pelo banco Santander Brasil. A equipe de Obama ignorou os apelos de Lula para um encontro.

Há pelos menos três anos, Lula deixou de ser visto como líder político e ex-chefe de Estado e passou a ocupar cada vez mais as manchete nas páginas policiais no Brasil e no exterior. A revelação de seu envolvimento em uma organização criminosa no país fez com que diversas entidades internacionais, incluindo pequenas prefeituras, sindicatos e instituições de ensino, cancelassem convites para congressos e eventos comemorativos. Anos antes de ser efetivamente preso, Lula teve praticamente todos os compromissos internacionais cancelados, inclusive dezenas de participações em eventos na Itália, Espanha, Alemanha e Estados Unidos.

O impacto da Operação Lava Jato na credibilidade do petista foi devastador não pelo fato de ter exposto o rol de crimes atribuídos a Lula de forma tão incontestável. Foi o próprio Lula que cometeu os crimes pelos quais foi denunciado, indiciado, condenado e preso, reconhecem jornalistas e analistas estrangeiros. Uma pessoa que é apontada como beneficiária de esquemas de corrupção e envolvimento em organizações criminosas, como é o caso do esquema montado por Lula na Petrobrás, é o tipo de coisa que destrói a reputação de qualquer líder. Já uma condenação por crime de corrupção, como também é o caso de Lula, não há mais o que fazer para recuperar a credibilidade. Um condenado será sempre um condenado.

Lula já não era mais bem vindo em congressos e feiras internacionais não apenas por ter deixado de representar coisas positivas, mas também pelo risco de ser hostilizado em locais de grande circulação de pessoas. Esta foi a avaliação do chefe de um dos maiores centros de eventos da cidade de Hannover, na Alemanha.

Chefes de Estado no mundo todo já ordenaram que seus assessores se livrem de todas as fotos e registros onde aparecem ao lado do ex-presidente brasileiro. Muitos não querem ter sua imagem associada a um criminoso condenado e preso. 

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