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Agressores a serviço de Lula vão responder por tentativa de homicídio com dolo eventual



Os agressores que espancaram um empresário em frente ao Instituto Lula no dia 05 de abril, quando o juiz Sérgio Moro decretou a prisão do líder do PT,  vão responder por tentativa de homicídio com dolo eventual. Forma indiciados Manoel Eduardo Marinho, o "Maninho do PT", ex-vereador de Diadema, seu filho Leandro e o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Paulo Cayres, o "Paulão".

 Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu que sejam pronunciados a júri popular os três homens investigados pela agressão ao empresário Carlos Alberto Bettoni. Segundo a Promotoria, os três - apoiadores de Lula - teriam praticado tentativa de homicídio com dolo eventual, crime que vai a júri.

No fim de abril, o empresário pediu à Justiça para prestar novo depoimento e solicitou que duas "testemunhas oculares" sejam ouvidas. Para a defesa de Bettoni, houve "indevida tomada de declarações da vítima" no dia 19, já que o depoimento "foi realizado sem autorização de sua família ou de seus advogados bem como sem que houvesse autorização médica". As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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