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Agora é oficial. Okamotto admite dificuldades para mobilizar militantes em defesa de Lula



A incapacidade do PT e do ex-presidente Lula mobilizar a militância era um fato sabido por todos os brasileiros, após a constatação do fracasso de vários atos organizados pelo partido em favor do petista condenado. Após a prisão de Lula, não houve nenhuma comoção social ou mega manifestações, como haviam prometido os apoiadores do petista.

O que todo mundo já sabia agora se tornou oficial. O presidente do Instituo Lula, Paulo Okamotto, admitiu dificuldades para mobilizar militantes em defesa do  preso em Curitiba. Segundo Okamotto, o alto índice de intenção de votos de Lula nas pesquisas não se traduz em mobilizações populares pela liberdade do ex-presidente. A declaração de Okamotto revela não apenas uma coisa que a maioria dos brasileiros já sabia, mas outra que muitos já desconfiavam: a veracidade das pesquisas eleitorais.

 Okamotto reconhece que os defensores do ex-presidente não são suficientes e sugere que o PT precisa conquistar um público além do já "convertido". "O nosso desafio agora é usar toda nossa inteligência, todo nosso conhecimento, para ver como é que a gente consegue, nesse momento político, convencer mais gente que não está aqui", disse Okamaotto, em evento que reuniu petistas e aliados na capital paulista na noite desta segunda-feira, 14. "Só vamos conseguir mudar de verdade esse País, fazer com que o presidente Lula seja livre, se a gente conseguir mobilizar milhões e milhões de brasileiros", completou.

Okamotto apresentou a fórmula mágica, mas reconheceu que não sabe como colocá-la em prática: "Como fazer isso eu não sei, mas com a ajuda de todos vocês nós vamos conseguir encontrar um caminho e certamente teremos Lula livre, se Deus quiser, ajudando o povo brasileiro", declarou, após reconhecer que o PT vive  um "momento de desmobilização" da militância.

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