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Zero casos de corrupção na Lava Jato envolvendo governo Temer em dois anos. Governo divulga economia de R$ 4,5 bilhões



O Governo Federal completa dois anos sem nenhum caso de corrupção encontrado pela Operação Lava Jato relativo ao atual exercício do mandato do presidente Michel Temer. Também não há qualquer ação na Justiça que aponte para o desvio de dinheiro público nos últimos dois anos, desde o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Nesta terça-feira (17), o presidente Michel Temer distribuiu uma cartilha a líderes da base aliada na Câmara na qual destaca o "combate à corrupção" como um dos pontos de destaque de seu governo, que completa dois anos em maio.

"Combate à corrupção gera economia de R$ 4,5 bilhões", diz o trecho que destaca a ação do Ministério da Transparência, pasta que está sob comando interino desde maio de 2017.

A única denúncia envolvendo o governo até o momento precisou ser forjada na Procuradoria-Geral da República sob o comando do ex-chefe do órgão, Rodrigo Janot, em conluio com os criminosos da JBS. O governo comprovou que, ao contrário do que ocorria nas administrações anteriores, os grupo que prosperou durante os governos de Lula e Dilma foi duramente atingido por medidas da atual administração.

O governo determinou o corte de uma linha de R$ 9 bilhões da JBS junto à Caixa Econômica Federal, cancelou um contrato suspeito de fornecimento de gás da Petrobras para uma das empresas do grupo e elevou as multas para crimes no mercado financeiro de R$ 500 mil para R$ 500 milhões.

Os ministros envolvidos em esquemas de corrupção durante os governos do PT também foram eliminados do governo, na medida em que passavam a figurar em inquéritos criminais da Polícia Federal, como o ex-braço direito de Lula e Dilma, Geddel Vieira Lima.

Todos os elementos que fizeram denúncias contra o governo Temer até o momento eram beneficiários de esquemas de corrupção durante os governos do PT que perderam suas boquinhas na atual administração, inclusive o acesso ao dinheiro público no BNDES, Caixa e Banco do Brasil.

De fato, não há nenhuma investigação envolvendo membros do governo Temer sobre esquemas de corrupção ocorridos durante a atual administração. A Operação Lava Jato também não possui nenhum inquérito contra o atual governo, prestes a completar dois anos. As denúncias investigadas no STF estão em curso há mais de um ano, sem que nenhum indício contra Temer ou membros de sua equipe tenham sido relacionados ao atual governo. O presidente já teve inclusive seu sigilo bancário e fiscal quebrados por determinação do ministro Luis Roberto Barroso, do STF, sem que nada tenha sido encontrado de comprometedor contra o presidente. A imprensa tenta levantar suspeitas de uma obra ocorrida há quase 15 na casa da filha de temer, mas todos os fatos já foram devidamente esclarecidos para as autoridades. Ao longo de mais de 50 anos de vida pública, Temer jamais foi alvo de qualquer denúncia na Justiça, exceto a forjada por Janot e Joesley, com o patrocínio da Globo, Folha e dos blogs de aluguel à serviço de especuladores do mercado financeiro.

Como qualquer cidadão, é bom que o chefe do executivo seja investigado à exaustão pelas autoridades competentes. Ninguém está acima da Lei, como costuma dizer o próprio Temer. De longe, o presidente é o mais odiado por setores do Judiciário, do Ministério Público, meios de comunicação, sindicalistas, artistas e ativistas de esquerda. Temer quebrou as pernas da esquerda e é apontado como o algoz de Dilma. Temer também indicou Alexandre de Moraes, o ministro do STF que foi decisivo para a prisão do ex-presidente Lula.

Apesar dos contantes ataques de setores órfãos da farra com o dinheiro do contribuinte durante os governos do PT, Temer resistiu às conspirações para derrubar seu governo, aprovou reformas que nenhum de seus antecessores sonhou aprovar, reduziu a inflação e os juros, tirou o país da recessão e avança para terminar seu mandato, com o pleno apoio das Forças Armadas. 

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