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Temer livrou o Brasil do PT e colocou suas crias para pedir esmolas. Para liquidar a fatura, nomeou o ministro do STF que colocou Lula na cadeia



O Brasil nunca teve inflação de menos de 3% ao ano em toda sua história. Juros na casa de 6% ao ano também é um marco histórico jamais alcançado por nenhum governo. Os bilhões economizados pelo povo com juros e inflação vão parar diretamente na mesa daqueles que ganham até dois salários mínimos. Antes, o povo se sacrificava para dar vida boa aos bancos, rentistas e donos de grandes fortunas que nunca precisaram trabalhar na vida. Esta gente não está nada satisfeita com o presidente Michel Temer.

O povo é o maior beneficiário da inflação baixa e queda nos juros. A inflação funciona como um mecanismo de distribuição inversa de riquezas. Quanto mais alta, mais o povo paga para aqueles que vivem de especulação. A inflação é muito ruim para a economia de um país. Quem mais sofre são os trabalhadores mais pobres. Na prática, a inflação a expansão monetária da economia, ou seja, o aumento da quantidade de dinheiro em circulação no sistema financeiro, e que, consequentemente, ocasiona um aumento generalizado de preços. As decisões das autoridades monetárias influenciam as taxas de inflação, que tem ainda outros fatores ocasionadores, como escassez de capital, déficit governamental, aumento excessivo de salários de servidores, estatização, especulação de distribuidores, poder dos monopólios e oligopólios, e taxas de juros elevada. Para agradar a base de mais de 2 milhões de servidores, tratada como cabos eleitorais, os governos anteriores eram generosos com o aumento de salários da categoria. Para cobrir os gastos, bastava mandar a Casa da Moeda fabricar mais dinheiro, ocasionando mais inflação. Quem pagava a fatura era o pobre mesmo.

É ilusão imaginar que o controle da inflação é mérito do Ministro da Fazenda. São as decisões políticas que criam um ambiente favorável tanto para a redução da inflação quanto dos juros. No caso dos juros, a redução também alcança o trabalhador mais pobre, através do financiamento da safra agrícola, que diminuiu os custos dos gêneros alimentícios, através da aquisição de bens de consumo parcelados e do pagamento de contas em atraso.

Mas o que é bom para o povo é péssimo para as elites dominantes do país. Justamente os setores da sociedade capazes de influenciar a população, através dos meios de comunicação, Redes Sociais, formadores de opinião, representantes da classe artística, políticos, sindicalistas e jornalistas de aluguel. No caso do Brasil, praticamente todos os jornalistas são de aluguel e estão a serviço de bancos, especuladores do mercado financeiro, donos de grandes fortunas, rentistas, empresas poderosas e meios de comunicação descontentes com a queda das receitas em publicidade governamental e privada.

Neste tabuleiro, desagradar toda esta gente significa comprar uma briga praticamente impossível de ser vencida. No caso do presidente Michel Temer, o chefe do executivo já mandou vários recados para estes grupos, afirmando não se importar com popularidade. Entre agradar os tradicionais sanguessugas do dinheiro do contribuinte e colocar o país nos eixos, Temer ficou com a segunda opção. De modo consciente, disse um sonoro foda-se para a popularidade que as elites poderiam forjar a seu favor em troca dos velhos favores indecoroso em torno do dinheiro do contribuinte.

Neste aspecto, o presidente Michel Temer é o primeiro em praticamente toda a história da República a comprar briga com interesses poderosos para defender os interesses e o dinheiro do povo. Obviamente, a população não é capaz de distinguir os feitos dos rumores. Temer livrou o país do PT ao puxar deliberadamente o tapete da ex-presidente Dilma Rousseff e de toda corja que havia se apropriado do estado desde 2003. O presidente quebrou as pernas dos sindicatos e dos 400 mil pelegos que viviam do imposto sindical obrigatório, dos artistas que viviam do dinheiro fácil da Lei Rouanet, dos mais de 100 mil ocupantes de cargos comissionados, da elite de servidores, dos bilionários viciados no dinheiro do BNDES, dos bancos, rentistas, especuladores, donoso de grandes fortunas, jornalistas de aluguel, meios de comunicação, reitores e professores universitários que faziam uma verdadeira farra com repasses generoso, ameaçou os privilégios vergonhosos do Judiciário e do MPF, deixando de repassar bilhões do dinheiro do povo para os parasitas que prosperaram durante os governos do PT de Lula e Dilma.

Temer foi alertado que seria duramente atacado por todos estes setores com infâmias, denúncias, fofocas, ilações e maledicências de toda natureza. Após ter acabado com o imposto sindical obrigatório, setores da imprensa passaram meses afirmando que ele permitira a volta do famigerado tributo. Ao indicar o ministro Alexandre de Moraes para o STF, jornalistas afirmaram que teria sido colocado lá para livrar Lula da cadeia e acabar com a Lava Jato. Sem o voto do ministro indicado por Temer, Lula dificilmente estaria preso agora. Sem a iniciativa e o empenho pessoal de Temer no Congresso, Dilma ainda seria presidente e sabe-se lá o que os ministros bolivarianos do STF e os dilmistas do MPF teriam feito com a Lava Jato.

Uma outra curiosidade é que, desde que assumiu o governo há dois anos, a Lava Jato não registrou mais nenhum caso de corrupção no governo federal. Não há qualquer investigação ou mesmo denúncia na Lava Jato envolvendo desvio de dinheiro público no governo Temer. Zero caso de corrupção. Há poucos dias, o governo anunciou uma economia de R$ 4,5 bilhões com o combate à corrupção em seu governo, com dados disponíveis no Ministério da Transparência. 

Quando Temer se reuniu com a Cúpula das Forças Armadas e anunciou a intervenção federal no Rio, voltou a ser alertado sobre os ataque que sofreria por parte dos meios de comunicação, artistas, empresários, políticos, banda podre das políticas e grupos ligados aos direitos dos manos. O presidente não deu ouvidos, entregou a Segurança Pública do estado aos Generais. A ordem pessoal de Temer foi a seguinte: façam uma limpeza nas polícias antes de tudo.

Não fosse Temer, a recessão teria se aprofundado, a Petrobras teria quebrado, a inflação os juros estariam acima dos 14%, o PT estaria roubando como nunca e o Brasil estaria parecido com a Venezuela. É por isso que quando disseram para o presidente que a imagem dele seria destruída pelos poderosos, ele falou que não se importava com popularidade. Em outras palavras, teria dito: fodam-se eles e a popularidade.

Temer será eternamente odiado pelas esquerdas, pelos jornalistas de aluguel, artistas de esquerda, meios de comunicação, e dificilmente será eleito presidente. Após ter sobrevivido dois anos de ataques covardes como aquele forjado por Rodrigo Janot e os criminosos da JBS, patrocinado pelo STF e difundido pela Rede Globo, a imagem do presidente foi bastante abalada. Entretanto, seus detratores dificilmente conseguirão encontrar e provar alguma mácula em sua vida pública de mais de 50 anos. O problema é que quando as denúncias forem concluídas e Temer for inocentado de todas as acusações, será tarde demais para o povo reconhecer os méritos do homem que mais fez pelo Brasil desde a Constituição de 1988. 

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