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Só Lula não vale. Dilma não foi visitar Vaccari e Palocci na prisão, que cuidavam da propina para sua campanha



A ex-presidente Dilma Rousseff foi barrada nesta terça-feira, 23, quando tentava visitar o ex-presidente Lula na prisão. A petista chegou a aguardar horas numa sala do prédio da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde Lula está preso, mas foi impedida de ver o condenado por uma decisão judicial. Assim como os demais presos na carceragem da unidade da PF, Lula só pode receber visitas de familiares e advogados.

O curioso é que não se viu nenhuma romaria de petistas para visitar o ex-ministro Antonio Palocci ou o ex-tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, responsáveis pela arrecadação de propina para tanta gente no PT, incluindo a própria Dilma. De acordo com o publicitário João Santana, marqueteiro das campanhas da petista em 2010 e 2014, Dilma ‘não tinha uma relação de confiança’ com João Vaccari por saber que o tesoureiro ladrão já estava queimado. Segundo João Santana, Dilma pediu que outro petista, o seu ministro da Fazenda Guido Mantega, assumisse o de Vaccari na arrecadação de propina para sua campanha. Dinheiro roubado da Petrobras

Em seu depoimento, o marqueteiro  fez um detalhamento de como funcionava a arrecadação de propina para as campanhas de Dilma.

“Ela (Dilma) já sabendo da nossa angústia em relação à dívida que permanecia da campanha de 2010 me disse que não me preocupasse em relação ao que aconteceria em 2014 porque ela não ia deixar se repetir os mesmos erros, que ela iria tirar a administração desses pagamentos de Vaccari, e queria colocar uma pessoa de sua confiança, que se revelou que era o ministro Guido Mantega.”

É injusto que os petistas não tenham se solidarizado com seus demais colegas presos. Tudo bem que Lula era o chefe da organização criminosa, mas não seria nada demais tentar dar um alô para outros manos, tão importantes no esquema de corrupção que elegeu tanta gente no PT. 

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