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PT quer bagunça em frente à Polícia Federal onde Lula está preso. Começou a campanha eleitoral



Incapazes de concorrer nas eleições por méritos próprios, os subordinados do ex-presidente Lula a superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, onde o petista está preso e agora convocam manifestantes para um ato em desagravo à prisão do petista.

O objetivo dos cúmplices do ladrão agora é aproveitar a ampla cobertura da imprensa para a prisão do petista para conseguir visibilidade máxima nestes meses que antecedem a eleição. Sem Lula, a maioria dos petistas não consegue sequer aparecer na mídia, exceto quando são denunciados por algum crime ou presos. Explorar a situação de Lula ao máximo agora é uma estratégia para tentar sedimentar nomes na cabeça do eleitorado de esquerda.

Estar ao lado de Lula nestes momentos de grande foco da imprensa significa visibilidade nacional. Até o namorado da apresentadora Fátima Bernardes foi ao prédio do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, tirar uma 'casquina' da imagem do ladrão antes dele se entregar à Polícia. Mais conhecido como o namorado de Fátima Bernardes, o namorado de Fátima Bernardes conseguiu uma foto preciosa ao lado de Lula.

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), chamou uma coletiva de imprensa no local onde estão os manifestantes favoráveis ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, próximo à superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba. A petista se reuniu com integrantes das direções nacional e estadual do PT na sede estadual do partido, região central da capital paranaense, para definir os comunicados a serem feitos.

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse neste domingo, 8, que os aliados tentarão negociar com autoridades a possibilidade de Lula receber visitas. "Eu quero visitá-lo", afirmou o parlamentar. Por enquanto, apenas os advogados de Lula podem conversar com o ex-presidente.

Também há uma campanha incentivando pessoas a escreverem cartas ao ex-presidente e enviar as correspondências à Superintendência da PF. O senador afirmou que há "caravanas e caravanas" a caminho de Curitiba neste momento.

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