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Paulo Pimenta reclama por ter sido barrado na visita a Lula na prisão. Deputado havia dito que nenhum juiz o impediria de entrar na PF



O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que falou que ia visitar o ex-presidente Lula na cadeia na marra, foi um dos barrados pela decisão da juíza a juíza Carolina Lebbos, que vetou a visita de parlamentares do PT ao condenado. Paulo Pimenta afirmou na sexta-feira (20), que nem a juíza, nem os procuradores do Ministério Público Federal, teriam poderes de barrar a Comissão Externa da Câmara criada para que parlamentares de esquerda pudessem verificar as condições em que se encontra de Lula na Superintendência da Polícia Federal, na capital paranaense. A visita estava programada para ocorrer na terça (24).

Ao negar a visita de mais petistas a Lula na prisão, a juíza Carolina Lebbos destacou que em duas semanas, chegaram "requerimentos de visitas que abrangem mais de uma dezena de pessoas, com anuência da defesa, sob o argumento de amizade com o custodiado". Segundo a juíza da 12ª Vara Federal do Paraná, "o alargamento das possibilidades de visitas a um detento, ante as necessidades logísticas demandadas, poderia prejudicar as medidas necessárias à garantia do direito de visitação dos demais".

Com a decisão da juíza, restou ao deputado Paulo Pimenta ir chorar nas Redes Sociais. O parlamentar usou seu perfil no Twitter para descarregar suas mágoas por ter sido barrado na visita tão anunciada ao longo da semana.

Além de Paulo Pimenta, também foram barrados aa ex-presidente Dilma Rousseff, os deputados Paulo Pimenta (PT-RS), André Figueiredo (PDT-CE), Bebeto (PSB-BA), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), José Guimarães (PT-CE), Ivan Valente (PSOL-SP), Orlando Silva (PCdoB-SP), Paulo Teixeira (PT-SP), Wadih Damous (PT-RJ) e Weverton Rocha (PDT-MA).

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