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Para acalmar bandidos da esquerda, STF quer livrar Lula da Prisão sem se importar em irritar o resto da nação




O teor do pronunciamento gravado nesta segunda-feira (2) pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia é bastante preocupante. Em sua fala, Cármen Lúcia repete praticamente os mesmos argumentos usados pela defesa do ex-presidente para justificar o pedido de habeas corpus no qual o petista pede para não ser preso, após ter sido condenado em duas jurisdições pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Em seu pronunciamento, Cármen Lúcia parece se antecipar ao inevitável caos que se instalará no país, caso a maioria dos ministros do STF concedam a Lula um novo vale impunidade, só que desta vez, definitivo. A presidente do Supremo, que vem se esquivando sobre a questão do entendimento sobre a possibilidade de prisão de condenados em segunda instância,  defende agora o “fortalecimento da democracia”, diz que “há que se respeitar opiniões diferentes” e pede "serenidade" para que diferenças ideológicas não resultem em "desordem social".

Cármen Lúcia e seus colegas da Corte fingem ignorar que podem instalar o caos no país, caso abram as portas da cadeia para Lula e milhares de criminosos condenados ou prestes a serem condenados em segunda instância. A Presidente do STF e seus colegas parecem mais preocupados em acabar com a ansiedade dos corruptos da esquerda subordinados ao ex-presidente Lula do que atender aos anseios da sociedade quanto ao combate à corrupção e a impunidade. Cármen Lúcia e seus colegas fingem ignorar que uma eventual lambança desta ordem, a promoção do retrocesso no combate à impunidade no país, vai ficar por isso mesmo.

O julgamento de Lula será precedido por manifestações em todo o país pela manutenção do entendimento sobre a possibilidade de prisão de condenados em segunda instância. A questão transcende o ex-presidente Lula. Apesar de condenado e réu em outras seis ações penais, qualquer medida que tenha por objetivo livrar o petista da prisão terá consequências muito graves para a sociedade e a confiança do povo nas instituições. O STF está totalmente desmoralizado perante a sociedade e é pouco provável que em meio à uma possível convulsão social, as Forças Armadas permanecerão do lado daqueles que insistem em desafiar o clamor popular com o objetivo de proteger criminoso.

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