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Onde está a Polícia Federal? Stédile promete usar MST como instrumento político para fazer invasões para livrar Lula da cadeia



O coordenador do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra), João Pedro Stedile, deixou bastante claro na noite desta segunda-feira, 16, que fará uso político de seu exército de militantes e afirmou que seu grupo fará uma série de invasões de terra como forma de pressionar pela liberação de Lula. "Nós vamos ocupar nesta semana terras, porque queremos o Lula livre", disse.

Stédile participou de uma reunião plenária no Sindicato dos Servidores Públicos do Distrito Federal. Ao lado do ex-ministro petista José Dirceu, o líder do MST chamou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin de "traidor" e defendeu que a militância envie cartas às ministras Rosa Weber e Cármen Lúcia. "Fachin traiu o povo brasileiro. Se mude para Miami", sugeriu Stédile, exortando ódio contra o ministro Fachin, que vem sendo, juntamente com sua família, alvo de ameças. A Presidente do STF, ministra Cármen Lúcia confirmou as ameças e tomou providências, reforçando a segurança de Fachin e de seus familiares.

Stédile faz uso político do MST e afirmou que não apoiará qualquer outro candidato do PT que não seja Lula. O líder do movimento controlado pelo PT disse que é necessário que a militância petista parta para a ofensiva.

O líder do MST usou ainda a velha técnica de manipulação da militância ao sugerir que um grupo de comunicação, tradicional aliado de Lula e do PT,  é a grande inimiga dos movimentos de esquerda.

"Não pode deixar a Rede Globo em paz: joguem ovos ou joguem o que tiverem. A Globo é a nossa inimiga", defendeu.

As falas de Stédile não deixam dúvida sobre o uso político do MST e suas ameças devem ser rechaçadas com vigor pelas autoridades do país. O uso da força, do terrorismo das ameaças e a promessa de causar prejuízos a inocentes representa uma clara ameaça à Democracia. Cabe ao governo ser enérgico na repressão quanto a este tipo de ameaça.

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